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#marciagayharden — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #marciagayharden, aggregated by home.social.

fetched live
  1. Ho colto l'occasione dei 70 anni dalla morte di #JacksonPollock (che colpevolmente non ho mai approfondito) per vedere questo #film che ne ripercorre parte dell'esistenza ed in particolare mette in risalto il ruolo (salvifico) della moglie #LeeKrasner. È probabilmente l'opera della vita di #EdHarris che l'ha prodotto, girato e interpretato ma l'Oscar andò alla co-protagonista #MarciaGayHarden - Streaming ITA - Streaming-Community streaming-community.ltd/titles

    @spettacoli

    #art #painting

  2. Weekly Watches: The Testaments and Margo’s Got Money Troubles

    Two excellent TV series I'm watching weekly are at a point where I'm ready to talk about them. They are The Testaments and Margo's Got Money Troubles. Normally I like to wait until something is complete so I can binge it. This is because I'm quite old and my memory is gone. But these two series are so powerful and strong, they make an indelible impression. Let's see how the old brain holds up. […]

    oldaintdead.com/weekly-watches

  3. ‘The Dreadful’ Trailer – Sophie Turner & Kit Harington Reunite in Gothic Horror Film Next Month

    In a country torn by war, survival comes at all costs… and darkness closes in. That’s where reuniting…
    #NewsBeep #News #Movies #Entertainment #KitHarington #MarciaGayHarden #NatashaKermani #SophieTurner #TheDreadful #UK #UnitedKingdom
    newsbeep.com/uk/372053/

  4. Mike Newell, Julia Roberts – „Mona Lisa Smile“ (2003)

    Ich gebe es zu: Ich hatte mich seinerzeit fast schon darauf gefreut. Ein Film, der versprach, patriarchale Strukturen aufzubrechen, mit Julia Roberts als Idealistin, die jungen Frauen das Denken beibringt – das klingt nach einer Geschichte, die uns auch heute noch etwas zu sagen hätte. Doch was ich bekam, war nicht etwa die Mutter von Erin Brockovich, sondern vor allem ein wohlig eingerichtetes Trugbild von Fortschritt und stattdessen: Tradwifes (auch wenn der Begriff damals noch gar nicht erfunden war). (ZDF, Wh.)

    Zum Blog: nexxtpress.de/mediathekperlen/

  5. Movie TV Tech Geeks #TVNews #KristinKreuk #MarciaGayHarden #FanExpo Kristin Kreuk Teases Exciting New Nemesis in 'Murder in a Small Town' Season 2 dlvr.it/TMg2gN

  6. Mike Newell, Julia Roberts – „Mona Lisa Smile“ (2003)

    Ich gebe es zu: Ich hatte mich seinerzeit auf „Mona Lisas Lächeln“ gefreut. Ein Film, der versprach, patriarchale Strukturen aufzubrechen, mit Julia Roberts als Idealistin, die jungen Frauen das Denken beibringt – das klingt nach einer Geschichte, die uns auch heute noch etwas zu sagen hätte. Doch was ich bekam, war vor allem: ein wohlig eingerichtetes Trugbild von Fortschritt. (ZDFneo)

  7. Mike Newell, Julia Roberts – „Mona Lisas Lächeln“ (2003)

    Ich gebe es zu: Ich hatte mich seinerzeit auf „Mona Lisas Lächeln“ gefreut. Ein Film, der versprach, patriarchale Strukturen aufzubrechen, mit Julia Roberts als Idealistin, die jungen Frauen das Denken beibringt – das klingt nach einer Geschichte, die uns auch heute noch etwas zu sagen hätte. Doch was ich bekam, war vor allem: ein wohlig eingerichtetes Trugbild von Fortschritt. (ZDF)

  8. And our #WestWed leading lady this week is Marcia Gay Harden (also pictured is Tommy Lee Jones)
    #SpaceCowboys #MarciaGayHarden

  9. "Taking a moment to appreciate the incredible talent of #MarciaGayHarden. Whether it's her Oscar-winning performance in #Pollock or her unforgettable role in #MysticRiver, she never fails to captivate us with her powerful portrayals. 🎭🙌 #actorappreciation"

  10. Resenha: O NEVOEIRO (Blu-ray)

    Título Original: The Mist
    Produção: 2007
    Duração: 126 min.
    Direção: Frank Darabont
    Elenco: Thomas Jane, Marcia Gay Harden, Laurie Holden, Andre Braugher, Toby Jones, William Sadler, Alexa Davalos, Nathan Gamble, Sam Witwer
    Vídeo: Widescreen Anamórfico 1.85:1 (1080p/VC-1)
    Áudio: Inglês (Dolby Digital 5.1), Português (Dolby Digital 5.1)
    Legendas: Português, Inglês
    Região: A, B, C
    Distribuidora: Paris
    Discos: 1
    Lançamento: 20/11/2009
    Cotações: Som: ½ Imagem: * Filme: ½ Extras & Menus: ZERO Geral: ***

    SINOPSE
    Depois que uma violenta tempestade devasta o Maine, David Drayton – um artista local que cria cartazes de filmes – e seu filho de oito anos correm para o mercado, em busca de suprimentos. Porém, um estranho nevoeiro toma conta da cidade, deixando David e um grupo de pessoas presas no mercado – entre elas um cético forasteiro e uma fanática religiosa. David logo descobre que o nevoeiro esconde algo monstruoso e que sair do mercado pode ser fatal. Mas conforme o grupo tenta desvendar o mistério, o caos se instala e fica evidente que as pessoas isoladas podem tornar-se tão ameaçadoras quanto as criaturas do lado de fora.

    COMENTÁRIOS
    O diretor e roteirista Frank Darabont, com UM SONHO DE LIBERDADE e À ESPERA DE UM MILAGRE, comprovou ser um dos melhores adaptadores de obras do escritor Stephen King para as telas. No entanto, ainda faltava a Darabont a experiência de lidar com o material que tornou King célebre – seus livros e contos de horror / ficção científica. A oportunidade chegou em 2007 quando Darabont escreveu e dirigiu O NEVOEIRO, e adivinhe: o filme acabou sendo a melhor adaptação de Darabont de uma obra do escritor, combinando os inevitáveis sustos com uma trama solidamente escrita e ajustada, que discute a essência da natureza humana.

    No interior do mercado onde as pessoas se refugiam para escapar das indizíveis criaturas que se ocultam na névoa, temos um microcosmo social norte-americano, mas que também se presta para a análise mais ampla dos defeitos e virtudes da humanidade. De um lado temos Drayton (Thomas Jane), o sujeito decente, pai de família, capaz de qualquer sacrifício para proteger seu filho e, porque não, todos os refugiados; do outro, a beata Carmody (Marcia Gay Harden), que usa sua pregação eloquente sobre o Fim dos Tempos – que, como seria de se esperar, carrega o que de pior pode haver em matéria de intolerância e preconceito – para conquistar a parcela mais desesperada do grupo. É a estes dois personagens que cabe a tarefa de tocar o filme, e felizmente seus intérpretes, Jane e Harden, estão simplesmente excelentes nos papéis.

    O filme gasta pouco tempo em sua introdução, e logo estamos dentro do mercado cercado pelo nevoeiro. É ali que, sem abrir mão de horripilantes criaturas de computação gráfica que parecem saídas dos livros de H. P. Lovecraft, Darabont cria monstros humanos tão ou mais assustadores que aquelas. É interessante notar que O NEVOEIRO presta tributo aos clássicos filmes de ficção científica dos anos 1950, além de empregar elementos de dois dos melhores filmes de John Carpenter, A BRUMA ASSASSINA e O ENIGMA DE OUTRO MUNDO (este homenageado no início do filme, quando vemos seu pôster entre as pinturas de Drayton). Mas se o filme se revela acima da média até seu final, é ali que ele passa para uma categoria bem superior. Darabont não teve medo de alterar o final do texto de King, criando para seu filme um desfecho cruel totalmente anti-Hollywoodiano. Palmas para a coragem do diretor.

    SOBRE O BD
    Os direitos de distribuição no Brasil de O NEVOEIRO pertencem à Paris Filmes, que lamentavelmente tratou de deixar o filme longe de boa parte de nossos cinemas (pelo jeito seu final polêmico o classificou como “não-comercial”). Lançou-o em DVD em 2008, e finalmente, no final de 2009, colocou o título no seu primeiro pacote de Blu-rays lançado por aqui. Como os demais BDs da distribuidora, também o de O NEVOEIRO tem suas precariedades. Ao ser colocado no reprodutor, o filme inicia diretamente após o carregamento do disco, o que faz com que o menu pop-up tenha de ser acionado às pressas para a configuração de áudio e legendas. Ao final do filme não somos levados a qualquer tipo de menu, e o filme recomeça desde o início.

    Quanto ao som, no lugar de pelo menos uma faixa de áudio em alta definição, temos áudio em inglês e português apenas em Dolby Digital 5.1 convencional (640kbps). Uma pena, já que o filme possui um sound design interessante, envolvente, que seria valorizado sobremaneira se tivéssemos a opção de áudio em inglês Dolby TrueHD 5.1 disponível no BD norte-americano. Menos mal que as faixas DD 5.1 são muito boas, reproduzindo com clareza diálogos e o sombrio score de Mark Isham, além de criar discretos, porém efetivos, efeitos surround. As legendas também estão disponíveis em português e inglês.

    Falando na edição norte-americana, é bom destacar que ela contém duas versões do filme – uma em preto e branco, que foi muito elogiada por criar um visual mais atmosférico e clássico, e a colorida, que foi exibida nos cinemas de lá. Esta é a única versão incluída no Blu-ray da Paris, em uma transferência anamórfica 1080p/VC-1, na proporção original 1.85:1. Ela reproduz muito bem as cores vivas e brilhantes do início do filme, e quando passamos para o mercado os tons ficam menos saturados, naturais. O nível de detalhe também é muito bom, apenas o preto poderia mais ser forte, já que favorece mais os tons cinza escuros e azulados. Há granulação em toda a imagem, ainda que mais facilmente notada nas cenas escuras. As sequências onde os personagens aparecem envolvidos pelo nevoeiro poderiam ser mais problemáticas, porém mesmo nelas não notei maiores problemas. Trata-se, portanto, de uma transfer HD de qualidade, ainda que não de destaque.

    EXTRAS
    Nota ZERO neste item. A Paris simplesmente eliminou de nosso Blu-ray os extras do DVD que lançou aqui, e nem replicou os do BD norte-americano, que não são poucos: comentários em áudio de Frank Darabont, Making Of de 38 minutos, quatro featurettes, cenas eliminadas e trailers do filme. Este é o caso clássico de um excelente filme que teve o azar de cair nas mãos de uma distribuidora que o lançou em um BD básico, para dizer o mínimo. Lamentável.

    Jorge Saldanha

    #AlexaDavalos #AndreBraugher #Filmes #FrankDarabont #LaurieHolden #MarciaGayHarden #NathanGamble #ONevoeiro #ReviewBluRay #SamWitwer #StephenKing #TheMist #ThomasJane #TobyJones #WilliamSadler
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