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#filmes — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #filmes, aggregated by home.social.

  1. O trailer final do filme 'Disclosure Day', dirigido por Steven Spielberg, foi divulgado. A obra, que aborda fenômenos anômalos não identificados, está prestes a estrear e gera grande expectativa entre os fãs de ficção científica.

    🔗 insoniaoculta.com.br/2026/05/t

    #disclosureday #stevenspielberg #ficcaocientifica #filmes #trailer

  2. Assisti O Saci, filme de 1953 dirigido por Rodolfo Nanni que é considerado a primeira produção infantil importante do cinema nacional e a primeira adaptação pra telas da obra de Monteiro Lobato. E olha, que filme! Descontando as questões de gênero e raça da época (e do próprio Lobato, que morreu 5 anos antes da estreia), a história é muito bem contada e a trilha e a fotografia são fantásticas. Assisti na telona num cineclube; mas tem cópias circulando no yt etc. Recomendo! #filmes

  3. Maltraitances d’enfants filmés dans un centre aéré de Marseille : 210h de travaux d’intérêt général requis

    Sur la vidéo, une petite fille de 3 ans, en pleurs. Ses cheveux à moitié pris dans un ventilateur,…
    #Marseille #FR #France #Actu #News #Europe #EU #2026 #actu #Actualités #aéré #centre #d’enfants #dans #europe #Faits-divers-Justice #filmés #Maltraitances #Provence-Alpes-Côted'Azur #Républiquefrançaise
    europesays.com/fr/948106/

  4. Assisti a The Day the Earth Stood Still (O Dia em que a Terra Parou), de 2008. Filme incrível e com gente braba no elenco, mas o que me impressionou mesmo foi o fato de os efeitos especiais daquela época serem mais agradáveis do que alguns efeitos de filmes atuais.

    #TheDayTheEarthStoodStill #ODiaEmQueATerraParou #Filmes #KeanuReeves #JenniferConnelly

  5. O que vocês acham da ideia de fazerem um novo The Expendables (Os Mercenários) com uma equipe totalmente feminina?

    Pessoalmente, eu verei. Adoro filme de ação, mas acho difícil conseguirem um elenco de peso como o do original.

    #TheExpendables #Expendables #OsMercenários #Mercenários #Filmes

  6. O Diabo Veste Prada 2 e Michael estão arrasando nas bilheterias! 🎬 O filme de moda teve a 2ª maior abertura de 2026, e o cinebiográfico do Rei do Pop já soma mais de US$ 420 milhões. Imperdíveis! #Cinema #Bilheteria #Filmes

    upnerd.com.br/2026/05/o-diabo-

  7. #TerCinema com tema #filmes sobre #morte.

    Já vi "Encontro Marcado/Meet Joe Black" umas 10 vezes com o Brad Pitt representando a morte que veio buscar o personagem "bon vivant" do Anthony Hopkins (William Parrish) que tem duas filhas e a preferida dele é a representada pela talentosa e linda Claire Forlani(Susan Perrish).

    Tendo o privilégio de ser pai de 3 filhas eu sempre me emociono com um dos diálogos finais do pai para a filha:

    William Perrish: "Quero que você saiba o quanto te amo, que você deu um significado à minha vida que eu não tinha o direito de esperar, que ninguém jamais poderá tirar de mim. (...)E tudo vai ficar bem. E eu não me arrependo. E eu quero que você se sinta da mesma maneira. ."

    Susan Perrish: " Eu te amo, papai."

    William Perrish: "É por isso que está tudo bem."

  8. #TerCinema com tema #filmes sobre #morte.

    Já vi "Encontro Marcado/Meet Joe Black" umas 10 vezes com o Brad Pitt representando a morte que veio buscar o personagem "bon vivant" do Anthony Hopkins (William Parrish) que tem duas filhas e a preferida dele é a representada pela talentosa e linda Claire Forlani(Susan Perrish).

    Tendo o privilégio de ser pai de 3 filhas eu sempre me emociono com um dos diálogos finais do pai para a filha:

    William Perrish: "Quero que você saiba o quanto te amo, que você deu um significado à minha vida que eu não tinha o direito de esperar, que ninguém jamais poderá tirar de mim. (...)E tudo vai ficar bem. E eu não me arrependo. E eu quero que você se sinta da mesma maneira. ."

    Susan Perrish: " Eu te amo, papai."

    William Perrish: "É por isso que está tudo bem."

  9. #TerCinema com tema #filmes sobre #morte.

    Já vi "Encontro Marcado/Meet Joe Black" umas 10 vezes com o Brad Pitt representando a morte que veio buscar o personagem "bon vivant" do Anthony Hopkins (William Parrish) que tem duas filhas e a preferida dele é a representada pela talentosa e linda Claire Forlani(Susan Perrish).

    Tendo o privilégio de ser pai de 3 filhas eu sempre me emociono com um dos diálogos finais do pai para a filha:

    William Perrish: "Quero que você saiba o quanto te amo, que você deu um significado à minha vida que eu não tinha o direito de esperar, que ninguém jamais poderá tirar de mim. (...)E tudo vai ficar bem. E eu não me arrependo. E eu quero que você se sinta da mesma maneira. ."

    Susan Perrish: " Eu te amo, papai."

    William Perrish: "É por isso que está tudo bem."

  10. #TerCinema com tema #filmes sobre #morte.

    Já vi "Encontro Marcado/Meet Joe Black" umas 10 vezes com o Brad Pitt representando a morte que veio buscar o personagem "bon vivant" do Anthony Hopkins (William Parrish) que tem duas filhas e a preferida dele é a representada pela talentosa e linda Claire Forlani(Susan Perrish).

    Tendo o privilégio de ser pai de 3 filhas eu sempre me emociono com um dos diálogos finais do pai para a filha:

    William Perrish: "Quero que você saiba o quanto te amo, que você deu um significado à minha vida que eu não tinha o direito de esperar, que ninguém jamais poderá tirar de mim. (...)E tudo vai ficar bem. E eu não me arrependo. E eu quero que você se sinta da mesma maneira. ."

    Susan Perrish: " Eu te amo, papai."

    William Perrish: "É por isso que está tudo bem."

  11. Cannes 2026 tem três filmes japoneses disputando a Palma de Ouro: Hamaguchi, Kore-eda e Koji Fukuda. Mais quatro em sessões paralelas. O Japão não veio pra passear. #filmes #japão

  12. Novidade épica! A prequela de Onze Homens e Um Segredo, dirigida por Bradley Cooper e com Margot Robbie, chega em 2027. A história dos pais de Danny Ocean promete! Clique e saiba mais! #Filmes #Hollywood #news

    upnerd.com.br/2026/04/prequela

  13. Devoradores de Estrelas domina a bilheteria brasileira! 🎬 Quer saber quais outros filmes estão bombando? Confira a lista completa. #Cinema #Bilheteria #Filmes

    upnerd.com.br/2026/04/devorado

  14. Banalidade do Insuportável

    Casa Capitão, domingo, 15 de março às 15:00 GMT

    Partindo da memória histórica como referência ética fundamental, A Banalidade do Insuportável é um programa que propõe pensar a violência na sua continuidade e a responsabilidade de a reconhecer e enfrentar num presente marcado por vários genocídios em curso.⁠

    Este programa nasce da Mesa de Cabeceira, cujo primeiro ciclo teve curadoria de Joana Guerra Tadeu, a partir dos livros Wild Thorns, de Sahar Khalifeh, e Palestina, de Joe Sacco.⁠

    Um programa desenvolvido em parceria com os coletivos Parents for Peace e Judeus pela Paz e pela Justiça, com a produtora independente Don’t Skip Humanity e com o podcast de investigação Fumaça.⁠

    Um convite para pensar em conjunto o que a memória nos exige no presente. ⁠

    15 de março, Casa Capitão.

    eventos.coletivos.org/event/ba

  15. Banalidade do Insuportável

    Casa Capitão, domingo, 15 de março às 15:00 GMT

    Partindo da memória histórica como referência ética fundamental, A Banalidade do Insuportável é um programa que propõe pensar a violência na sua continuidade e a responsabilidade de a reconhecer e enfrentar num presente marcado por vários genocídios em curso.⁠

    Este programa nasce da Mesa de Cabeceira, cujo primeiro ciclo teve curadoria de Joana Guerra Tadeu, a partir dos livros Wild Thorns, de Sahar Khalifeh, e Palestina, de Joe Sacco.⁠

    Um programa desenvolvido em parceria com os coletivos Parents for Peace e Judeus pela Paz e pela Justiça, com a produtora independente Don’t Skip Humanity e com o podcast de investigação Fumaça.⁠

    Um convite para pensar em conjunto o que a memória nos exige no presente. ⁠

    15 de março, Casa Capitão.

    eventos.coletivos.org/event/ba

  16. Banalidade do Insuportável

    Casa Capitão, domingo, 15 de março às 15:00 GMT

    Partindo da memória histórica como referência ética fundamental, A Banalidade do Insuportável é um programa que propõe pensar a violência na sua continuidade e a responsabilidade de a reconhecer e enfrentar num presente marcado por vários genocídios em curso.⁠

    Este programa nasce da Mesa de Cabeceira, cujo primeiro ciclo teve curadoria de Joana Guerra Tadeu, a partir dos livros Wild Thorns, de Sahar Khalifeh, e Palestina, de Joe Sacco.⁠

    Um programa desenvolvido em parceria com os coletivos Parents for Peace e Judeus pela Paz e pela Justiça, com a produtora independente Don’t Skip Humanity e com o podcast de investigação Fumaça.⁠

    Um convite para pensar em conjunto o que a memória nos exige no presente. ⁠

    15 de março, Casa Capitão.

    eventos.coletivos.org/event/ba

  17. SAG-AFTRA e estúdios estendem negociações contratuais por mais uma semana

    As negociações entre o sindicato de atores SAG-AFTRA e os principais estúdios de Hollywood foram oficialmente estendidas por mais uma semana, sinalizando que ambas as partes veem espaço para avanços adicionais rumo a um novo acordo coletivo para cinema e televisão.

    O SAG-AFTRA e a AMPTP (Alliance of Motion Picture and Television Producers) entidade que representa grandes estúdios e plataformas de streaming confirmaram a prorrogação em um comunicado conjunto divulgado na sexta-feira (6). Segundo o texto, as discussões continuarão durante a semana de 9 de março, mantendo o acordo de silêncio público que tem sido adotado desde o início das conversas.

    “O SAG-AFTRA e o AMPTP estenderão as negociações até a semana de 9 de março e permanecerão sob um acordo mútuo de silêncio na mídia”, afirmaram as duas partes.

    As conversas começaram em 9 de fevereiro, marcando o primeiro ciclo de negociações entre atores e estúdios desde a greve histórica de 118 dias que, em 2023, praticamente paralisou a indústria audiovisual nos Estados Unidos. Na ocasião, o SAG-AFTRA e o Sindicato dos Roteiristas (WGA) conduziram greves simultâneas que interromperam produções de cinema e televisão em larga escala.

    Inicialmente, as sessões estavam programadas para se encerrar em 6 de março. O calendário deixaria uma semana livre para que o AMPTP se preparasse para iniciar negociações com o WGA, previstas para começar em 16 de março. A decisão de prolongar o atual bloco de reuniões indica, segundo observadores do setor, que houve progresso suficiente para justificar a continuidade das discussões.

    O contrato atual do SAG-AFTRA só expira em 30 de junho, o que torna o início das negociações em fevereiro incomum para os padrões de Hollywood, onde as conversas normalmente se intensificam apenas nas semanas que antecedem o fim do acordo. Caso não haja consenso nas próximas sessões, é possível que as partes suspendam temporariamente as negociações e retomem o diálogo em junho, quando a proximidade do prazo tende a aumentar a pressão por um entendimento.

    Entre os principais temas na mesa estão regras para o uso de inteligência artificial, a participação dos atores nas receitas do streaming, financiamento dos planos de saúde e previdência do sindicato e questões contratuais mais específicas, como janelas de exclusividade para atores fixos em séries de televisão.

    Embora o SAG-AFTRA raramente divulgue publicamente suas prioridades de negociação, líderes da entidade já indicaram que a questão salarial ocupa papel central nas discussões. Em declarações anteriores ao The Hollywood Reporter, o presidente do sindicato, Sean Astin, destacou a pressão econômica enfrentada pelos profissionais da indústria.

    “As pessoas precisam de seus salários; elas estão tendo dificuldades para se qualificar para o plano de saúde. Elas precisam de reajustes de custo de vida e inflação. As pessoas precisam ganhar mais dinheiro”, afirmou Sean Astin.

    Outro ponto sensível envolve o avanço da inteligência artificial generativa na indústria. O diretor executivo nacional do sindicato e negociador-chefe, Duncan Crabtree-Ireland, tem defendido cláusulas que regulem o uso de versões digitais de atores e até de artistas totalmente sintéticos, como o modelo virtual Tilly Norwood.

    Segundo Duncan Crabtree-Ireland, uma possível abordagem seria exigir que personagens digitais custem o mesmo que artistas humanos. “Na minha opinião, se os sintéticos custassem o mesmo que um ser humano, eles escolheriam um humano sempre”, disse o executivo em janeiro.

    As negociações ocorrem em um momento de desaceleração significativa na produção audiovisual. Após o pico de investimentos impulsionado pela chamada “guerra do streaming”, o volume de trabalho em Hollywood caiu desde 2022. Dados recentes indicam que as datas de filmagem no condado de Los Angeles registraram queda de 46,5% em 2025 na comparação com 2022, refletindo a retração do setor.

    A redução de atividade tem impactado diretamente os fundos de saúde e aposentadoria das entidades trabalhistas. Tanto o WGA quanto o Directors Guild of America (DGA) enfrentam déficits relevantes em seus planos médicos, consequência da combinação entre menor volume de produção e aumento nos custos da assistência à saúde.

    No calendário sindical de Hollywood, os próximos meses serão decisivos. O contrato do WGA expira em 1º de maio, enquanto o DGA deve iniciar suas próprias negociações em 11 de maio. O atual ciclo de conversas entre o SAG-AFTRA e o AMPTP também está sendo conduzido por Greg Hessinger, que lidera a equipe de negociação do lado dos estúdios.

    Apesar das tensões naturais de um processo contratual desse porte, a liderança do SAG-AFTRA tem sinalizado que espera resolver as diferenças sem recorrer a uma nova paralisação. Em mensagem enviada aos membros em dezembro, Duncan Crabtree-Ireland e Sean Astin ressaltaram que a negociação coletiva faz parte da dinâmica regular das relações trabalhistas na indústria.

    “A negociação coletiva é uma forma regular e organizada para sindicatos e empresas lidarem com nossas relações de trabalho”, escreveram os dirigentes. “Não precisa ser um processo dramático.”

    Ainda assim, executivos e trabalhadores do setor acompanham de perto o andamento das conversas. Após o impacto econômico das greves de 2023, muitos dentro da indústria esperam que o ciclo contratual atual termine com estabilidade suficiente para permitir a retomada mais consistente da produção nos próximos anos.

    #Filmes #SAGAFTRA #SériesETV #SindicatoDosAtores
  18. SAG-AFTRA e estúdios estendem negociações contratuais por mais uma semana

    As negociações entre o sindicato de atores SAG-AFTRA e os principais estúdios de Hollywood foram oficialmente estendidas por mais uma semana, sinalizando que ambas as partes veem espaço para avanços adicionais rumo a um novo acordo coletivo para cinema e televisão.

    O SAG-AFTRA e a AMPTP (Alliance of Motion Picture and Television Producers) entidade que representa grandes estúdios e plataformas de streaming confirmaram a prorrogação em um comunicado conjunto divulgado na sexta-feira (6). Segundo o texto, as discussões continuarão durante a semana de 9 de março, mantendo o acordo de silêncio público que tem sido adotado desde o início das conversas.

    “O SAG-AFTRA e o AMPTP estenderão as negociações até a semana de 9 de março e permanecerão sob um acordo mútuo de silêncio na mídia”, afirmaram as duas partes.

    As conversas começaram em 9 de fevereiro, marcando o primeiro ciclo de negociações entre atores e estúdios desde a greve histórica de 118 dias que, em 2023, praticamente paralisou a indústria audiovisual nos Estados Unidos. Na ocasião, o SAG-AFTRA e o Sindicato dos Roteiristas (WGA) conduziram greves simultâneas que interromperam produções de cinema e televisão em larga escala.

    Inicialmente, as sessões estavam programadas para se encerrar em 6 de março. O calendário deixaria uma semana livre para que o AMPTP se preparasse para iniciar negociações com o WGA, previstas para começar em 16 de março. A decisão de prolongar o atual bloco de reuniões indica, segundo observadores do setor, que houve progresso suficiente para justificar a continuidade das discussões.

    O contrato atual do SAG-AFTRA só expira em 30 de junho, o que torna o início das negociações em fevereiro incomum para os padrões de Hollywood, onde as conversas normalmente se intensificam apenas nas semanas que antecedem o fim do acordo. Caso não haja consenso nas próximas sessões, é possível que as partes suspendam temporariamente as negociações e retomem o diálogo em junho, quando a proximidade do prazo tende a aumentar a pressão por um entendimento.

    Entre os principais temas na mesa estão regras para o uso de inteligência artificial, a participação dos atores nas receitas do streaming, financiamento dos planos de saúde e previdência do sindicato e questões contratuais mais específicas, como janelas de exclusividade para atores fixos em séries de televisão.

    Embora o SAG-AFTRA raramente divulgue publicamente suas prioridades de negociação, líderes da entidade já indicaram que a questão salarial ocupa papel central nas discussões. Em declarações anteriores ao The Hollywood Reporter, o presidente do sindicato, Sean Astin, destacou a pressão econômica enfrentada pelos profissionais da indústria.

    “As pessoas precisam de seus salários; elas estão tendo dificuldades para se qualificar para o plano de saúde. Elas precisam de reajustes de custo de vida e inflação. As pessoas precisam ganhar mais dinheiro”, afirmou Sean Astin.

    Outro ponto sensível envolve o avanço da inteligência artificial generativa na indústria. O diretor executivo nacional do sindicato e negociador-chefe, Duncan Crabtree-Ireland, tem defendido cláusulas que regulem o uso de versões digitais de atores e até de artistas totalmente sintéticos, como o modelo virtual Tilly Norwood.

    Segundo Duncan Crabtree-Ireland, uma possível abordagem seria exigir que personagens digitais custem o mesmo que artistas humanos. “Na minha opinião, se os sintéticos custassem o mesmo que um ser humano, eles escolheriam um humano sempre”, disse o executivo em janeiro.

    As negociações ocorrem em um momento de desaceleração significativa na produção audiovisual. Após o pico de investimentos impulsionado pela chamada “guerra do streaming”, o volume de trabalho em Hollywood caiu desde 2022. Dados recentes indicam que as datas de filmagem no condado de Los Angeles registraram queda de 46,5% em 2025 na comparação com 2022, refletindo a retração do setor.

    A redução de atividade tem impactado diretamente os fundos de saúde e aposentadoria das entidades trabalhistas. Tanto o WGA quanto o Directors Guild of America (DGA) enfrentam déficits relevantes em seus planos médicos, consequência da combinação entre menor volume de produção e aumento nos custos da assistência à saúde.

    No calendário sindical de Hollywood, os próximos meses serão decisivos. O contrato do WGA expira em 1º de maio, enquanto o DGA deve iniciar suas próprias negociações em 11 de maio. O atual ciclo de conversas entre o SAG-AFTRA e o AMPTP também está sendo conduzido por Greg Hessinger, que lidera a equipe de negociação do lado dos estúdios.

    Apesar das tensões naturais de um processo contratual desse porte, a liderança do SAG-AFTRA tem sinalizado que espera resolver as diferenças sem recorrer a uma nova paralisação. Em mensagem enviada aos membros em dezembro, Duncan Crabtree-Ireland e Sean Astin ressaltaram que a negociação coletiva faz parte da dinâmica regular das relações trabalhistas na indústria.

    “A negociação coletiva é uma forma regular e organizada para sindicatos e empresas lidarem com nossas relações de trabalho”, escreveram os dirigentes. “Não precisa ser um processo dramático.”

    Ainda assim, executivos e trabalhadores do setor acompanham de perto o andamento das conversas. Após o impacto econômico das greves de 2023, muitos dentro da indústria esperam que o ciclo contratual atual termine com estabilidade suficiente para permitir a retomada mais consistente da produção nos próximos anos.

    #Filmes #SAGAFTRA #SériesETV #SindicatoDosAtores
  19. SAG-AFTRA e estúdios estendem negociações contratuais por mais uma semana

    As negociações entre o sindicato de atores SAG-AFTRA e os principais estúdios de Hollywood foram oficialmente estendidas por mais uma semana, sinalizando que ambas as partes veem espaço para avanços adicionais rumo a um novo acordo coletivo para cinema e televisão.

    O SAG-AFTRA e a AMPTP (Alliance of Motion Picture and Television Producers) entidade que representa grandes estúdios e plataformas de streaming confirmaram a prorrogação em um comunicado conjunto divulgado na sexta-feira (6). Segundo o texto, as discussões continuarão durante a semana de 9 de março, mantendo o acordo de silêncio público que tem sido adotado desde o início das conversas.

    “O SAG-AFTRA e o AMPTP estenderão as negociações até a semana de 9 de março e permanecerão sob um acordo mútuo de silêncio na mídia”, afirmaram as duas partes.

    As conversas começaram em 9 de fevereiro, marcando o primeiro ciclo de negociações entre atores e estúdios desde a greve histórica de 118 dias que, em 2023, praticamente paralisou a indústria audiovisual nos Estados Unidos. Na ocasião, o SAG-AFTRA e o Sindicato dos Roteiristas (WGA) conduziram greves simultâneas que interromperam produções de cinema e televisão em larga escala.

    Inicialmente, as sessões estavam programadas para se encerrar em 6 de março. O calendário deixaria uma semana livre para que o AMPTP se preparasse para iniciar negociações com o WGA, previstas para começar em 16 de março. A decisão de prolongar o atual bloco de reuniões indica, segundo observadores do setor, que houve progresso suficiente para justificar a continuidade das discussões.

    O contrato atual do SAG-AFTRA só expira em 30 de junho, o que torna o início das negociações em fevereiro incomum para os padrões de Hollywood, onde as conversas normalmente se intensificam apenas nas semanas que antecedem o fim do acordo. Caso não haja consenso nas próximas sessões, é possível que as partes suspendam temporariamente as negociações e retomem o diálogo em junho, quando a proximidade do prazo tende a aumentar a pressão por um entendimento.

    Entre os principais temas na mesa estão regras para o uso de inteligência artificial, a participação dos atores nas receitas do streaming, financiamento dos planos de saúde e previdência do sindicato e questões contratuais mais específicas, como janelas de exclusividade para atores fixos em séries de televisão.

    Embora o SAG-AFTRA raramente divulgue publicamente suas prioridades de negociação, líderes da entidade já indicaram que a questão salarial ocupa papel central nas discussões. Em declarações anteriores ao The Hollywood Reporter, o presidente do sindicato, Sean Astin, destacou a pressão econômica enfrentada pelos profissionais da indústria.

    “As pessoas precisam de seus salários; elas estão tendo dificuldades para se qualificar para o plano de saúde. Elas precisam de reajustes de custo de vida e inflação. As pessoas precisam ganhar mais dinheiro”, afirmou Sean Astin.

    Outro ponto sensível envolve o avanço da inteligência artificial generativa na indústria. O diretor executivo nacional do sindicato e negociador-chefe, Duncan Crabtree-Ireland, tem defendido cláusulas que regulem o uso de versões digitais de atores e até de artistas totalmente sintéticos, como o modelo virtual Tilly Norwood.

    Segundo Duncan Crabtree-Ireland, uma possível abordagem seria exigir que personagens digitais custem o mesmo que artistas humanos. “Na minha opinião, se os sintéticos custassem o mesmo que um ser humano, eles escolheriam um humano sempre”, disse o executivo em janeiro.

    As negociações ocorrem em um momento de desaceleração significativa na produção audiovisual. Após o pico de investimentos impulsionado pela chamada “guerra do streaming”, o volume de trabalho em Hollywood caiu desde 2022. Dados recentes indicam que as datas de filmagem no condado de Los Angeles registraram queda de 46,5% em 2025 na comparação com 2022, refletindo a retração do setor.

    A redução de atividade tem impactado diretamente os fundos de saúde e aposentadoria das entidades trabalhistas. Tanto o WGA quanto o Directors Guild of America (DGA) enfrentam déficits relevantes em seus planos médicos, consequência da combinação entre menor volume de produção e aumento nos custos da assistência à saúde.

    No calendário sindical de Hollywood, os próximos meses serão decisivos. O contrato do WGA expira em 1º de maio, enquanto o DGA deve iniciar suas próprias negociações em 11 de maio. O atual ciclo de conversas entre o SAG-AFTRA e o AMPTP também está sendo conduzido por Greg Hessinger, que lidera a equipe de negociação do lado dos estúdios.

    Apesar das tensões naturais de um processo contratual desse porte, a liderança do SAG-AFTRA tem sinalizado que espera resolver as diferenças sem recorrer a uma nova paralisação. Em mensagem enviada aos membros em dezembro, Duncan Crabtree-Ireland e Sean Astin ressaltaram que a negociação coletiva faz parte da dinâmica regular das relações trabalhistas na indústria.

    “A negociação coletiva é uma forma regular e organizada para sindicatos e empresas lidarem com nossas relações de trabalho”, escreveram os dirigentes. “Não precisa ser um processo dramático.”

    Ainda assim, executivos e trabalhadores do setor acompanham de perto o andamento das conversas. Após o impacto econômico das greves de 2023, muitos dentro da indústria esperam que o ciclo contratual atual termine com estabilidade suficiente para permitir a retomada mais consistente da produção nos próximos anos.

    #Filmes #SAGAFTRA #SériesETV #SindicatoDosAtores
  20. SAG-AFTRA e estúdios estendem negociações contratuais por mais uma semana

    As negociações entre o sindicato de atores SAG-AFTRA e os principais estúdios de Hollywood foram oficialmente estendidas por mais uma semana, sinalizando que ambas as partes veem espaço para avanços adicionais rumo a um novo acordo coletivo para cinema e televisão.

    O SAG-AFTRA e a AMPTP (Alliance of Motion Picture and Television Producers) entidade que representa grandes estúdios e plataformas de streaming confirmaram a prorrogação em um comunicado conjunto divulgado na sexta-feira (6). Segundo o texto, as discussões continuarão durante a semana de 9 de março, mantendo o acordo de silêncio público que tem sido adotado desde o início das conversas.

    “O SAG-AFTRA e o AMPTP estenderão as negociações até a semana de 9 de março e permanecerão sob um acordo mútuo de silêncio na mídia”, afirmaram as duas partes.

    As conversas começaram em 9 de fevereiro, marcando o primeiro ciclo de negociações entre atores e estúdios desde a greve histórica de 118 dias que, em 2023, praticamente paralisou a indústria audiovisual nos Estados Unidos. Na ocasião, o SAG-AFTRA e o Sindicato dos Roteiristas (WGA) conduziram greves simultâneas que interromperam produções de cinema e televisão em larga escala.

    Inicialmente, as sessões estavam programadas para se encerrar em 6 de março. O calendário deixaria uma semana livre para que o AMPTP se preparasse para iniciar negociações com o WGA, previstas para começar em 16 de março. A decisão de prolongar o atual bloco de reuniões indica, segundo observadores do setor, que houve progresso suficiente para justificar a continuidade das discussões.

    O contrato atual do SAG-AFTRA só expira em 30 de junho, o que torna o início das negociações em fevereiro incomum para os padrões de Hollywood, onde as conversas normalmente se intensificam apenas nas semanas que antecedem o fim do acordo. Caso não haja consenso nas próximas sessões, é possível que as partes suspendam temporariamente as negociações e retomem o diálogo em junho, quando a proximidade do prazo tende a aumentar a pressão por um entendimento.

    Entre os principais temas na mesa estão regras para o uso de inteligência artificial, a participação dos atores nas receitas do streaming, financiamento dos planos de saúde e previdência do sindicato e questões contratuais mais específicas, como janelas de exclusividade para atores fixos em séries de televisão.

    Embora o SAG-AFTRA raramente divulgue publicamente suas prioridades de negociação, líderes da entidade já indicaram que a questão salarial ocupa papel central nas discussões. Em declarações anteriores ao The Hollywood Reporter, o presidente do sindicato, Sean Astin, destacou a pressão econômica enfrentada pelos profissionais da indústria.

    “As pessoas precisam de seus salários; elas estão tendo dificuldades para se qualificar para o plano de saúde. Elas precisam de reajustes de custo de vida e inflação. As pessoas precisam ganhar mais dinheiro”, afirmou Sean Astin.

    Outro ponto sensível envolve o avanço da inteligência artificial generativa na indústria. O diretor executivo nacional do sindicato e negociador-chefe, Duncan Crabtree-Ireland, tem defendido cláusulas que regulem o uso de versões digitais de atores e até de artistas totalmente sintéticos, como o modelo virtual Tilly Norwood.

    Segundo Duncan Crabtree-Ireland, uma possível abordagem seria exigir que personagens digitais custem o mesmo que artistas humanos. “Na minha opinião, se os sintéticos custassem o mesmo que um ser humano, eles escolheriam um humano sempre”, disse o executivo em janeiro.

    As negociações ocorrem em um momento de desaceleração significativa na produção audiovisual. Após o pico de investimentos impulsionado pela chamada “guerra do streaming”, o volume de trabalho em Hollywood caiu desde 2022. Dados recentes indicam que as datas de filmagem no condado de Los Angeles registraram queda de 46,5% em 2025 na comparação com 2022, refletindo a retração do setor.

    A redução de atividade tem impactado diretamente os fundos de saúde e aposentadoria das entidades trabalhistas. Tanto o WGA quanto o Directors Guild of America (DGA) enfrentam déficits relevantes em seus planos médicos, consequência da combinação entre menor volume de produção e aumento nos custos da assistência à saúde.

    No calendário sindical de Hollywood, os próximos meses serão decisivos. O contrato do WGA expira em 1º de maio, enquanto o DGA deve iniciar suas próprias negociações em 11 de maio. O atual ciclo de conversas entre o SAG-AFTRA e o AMPTP também está sendo conduzido por Greg Hessinger, que lidera a equipe de negociação do lado dos estúdios.

    Apesar das tensões naturais de um processo contratual desse porte, a liderança do SAG-AFTRA tem sinalizado que espera resolver as diferenças sem recorrer a uma nova paralisação. Em mensagem enviada aos membros em dezembro, Duncan Crabtree-Ireland e Sean Astin ressaltaram que a negociação coletiva faz parte da dinâmica regular das relações trabalhistas na indústria.

    “A negociação coletiva é uma forma regular e organizada para sindicatos e empresas lidarem com nossas relações de trabalho”, escreveram os dirigentes. “Não precisa ser um processo dramático.”

    Ainda assim, executivos e trabalhadores do setor acompanham de perto o andamento das conversas. Após o impacto econômico das greves de 2023, muitos dentro da indústria esperam que o ciclo contratual atual termine com estabilidade suficiente para permitir a retomada mais consistente da produção nos próximos anos.

    #Filmes #SAGAFTRA #SériesETV #SindicatoDosAtores
  21. SAG-AFTRA e estúdios estendem negociações contratuais por mais uma semana

    As negociações entre o sindicato de atores SAG-AFTRA e os principais estúdios de Hollywood foram oficialmente estendidas por mais uma semana, sinalizando que ambas as partes veem espaço para avanços adicionais rumo a um novo acordo coletivo para cinema e televisão.

    O SAG-AFTRA e a AMPTP (Alliance of Motion Picture and Television Producers) entidade que representa grandes estúdios e plataformas de streaming confirmaram a prorrogação em um comunicado conjunto divulgado na sexta-feira (6). Segundo o texto, as discussões continuarão durante a semana de 9 de março, mantendo o acordo de silêncio público que tem sido adotado desde o início das conversas.

    “O SAG-AFTRA e o AMPTP estenderão as negociações até a semana de 9 de março e permanecerão sob um acordo mútuo de silêncio na mídia”, afirmaram as duas partes.

    As conversas começaram em 9 de fevereiro, marcando o primeiro ciclo de negociações entre atores e estúdios desde a greve histórica de 118 dias que, em 2023, praticamente paralisou a indústria audiovisual nos Estados Unidos. Na ocasião, o SAG-AFTRA e o Sindicato dos Roteiristas (WGA) conduziram greves simultâneas que interromperam produções de cinema e televisão em larga escala.

    Inicialmente, as sessões estavam programadas para se encerrar em 6 de março. O calendário deixaria uma semana livre para que o AMPTP se preparasse para iniciar negociações com o WGA, previstas para começar em 16 de março. A decisão de prolongar o atual bloco de reuniões indica, segundo observadores do setor, que houve progresso suficiente para justificar a continuidade das discussões.

    O contrato atual do SAG-AFTRA só expira em 30 de junho, o que torna o início das negociações em fevereiro incomum para os padrões de Hollywood, onde as conversas normalmente se intensificam apenas nas semanas que antecedem o fim do acordo. Caso não haja consenso nas próximas sessões, é possível que as partes suspendam temporariamente as negociações e retomem o diálogo em junho, quando a proximidade do prazo tende a aumentar a pressão por um entendimento.

    Entre os principais temas na mesa estão regras para o uso de inteligência artificial, a participação dos atores nas receitas do streaming, financiamento dos planos de saúde e previdência do sindicato e questões contratuais mais específicas, como janelas de exclusividade para atores fixos em séries de televisão.

    Embora o SAG-AFTRA raramente divulgue publicamente suas prioridades de negociação, líderes da entidade já indicaram que a questão salarial ocupa papel central nas discussões. Em declarações anteriores ao The Hollywood Reporter, o presidente do sindicato, Sean Astin, destacou a pressão econômica enfrentada pelos profissionais da indústria.

    “As pessoas precisam de seus salários; elas estão tendo dificuldades para se qualificar para o plano de saúde. Elas precisam de reajustes de custo de vida e inflação. As pessoas precisam ganhar mais dinheiro”, afirmou Sean Astin.

    Outro ponto sensível envolve o avanço da inteligência artificial generativa na indústria. O diretor executivo nacional do sindicato e negociador-chefe, Duncan Crabtree-Ireland, tem defendido cláusulas que regulem o uso de versões digitais de atores e até de artistas totalmente sintéticos, como o modelo virtual Tilly Norwood.

    Segundo Duncan Crabtree-Ireland, uma possível abordagem seria exigir que personagens digitais custem o mesmo que artistas humanos. “Na minha opinião, se os sintéticos custassem o mesmo que um ser humano, eles escolheriam um humano sempre”, disse o executivo em janeiro.

    As negociações ocorrem em um momento de desaceleração significativa na produção audiovisual. Após o pico de investimentos impulsionado pela chamada “guerra do streaming”, o volume de trabalho em Hollywood caiu desde 2022. Dados recentes indicam que as datas de filmagem no condado de Los Angeles registraram queda de 46,5% em 2025 na comparação com 2022, refletindo a retração do setor.

    A redução de atividade tem impactado diretamente os fundos de saúde e aposentadoria das entidades trabalhistas. Tanto o WGA quanto o Directors Guild of America (DGA) enfrentam déficits relevantes em seus planos médicos, consequência da combinação entre menor volume de produção e aumento nos custos da assistência à saúde.

    No calendário sindical de Hollywood, os próximos meses serão decisivos. O contrato do WGA expira em 1º de maio, enquanto o DGA deve iniciar suas próprias negociações em 11 de maio. O atual ciclo de conversas entre o SAG-AFTRA e o AMPTP também está sendo conduzido por Greg Hessinger, que lidera a equipe de negociação do lado dos estúdios.

    Apesar das tensões naturais de um processo contratual desse porte, a liderança do SAG-AFTRA tem sinalizado que espera resolver as diferenças sem recorrer a uma nova paralisação. Em mensagem enviada aos membros em dezembro, Duncan Crabtree-Ireland e Sean Astin ressaltaram que a negociação coletiva faz parte da dinâmica regular das relações trabalhistas na indústria.

    “A negociação coletiva é uma forma regular e organizada para sindicatos e empresas lidarem com nossas relações de trabalho”, escreveram os dirigentes. “Não precisa ser um processo dramático.”

    Ainda assim, executivos e trabalhadores do setor acompanham de perto o andamento das conversas. Após o impacto econômico das greves de 2023, muitos dentro da indústria esperam que o ciclo contratual atual termine com estabilidade suficiente para permitir a retomada mais consistente da produção nos próximos anos.

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