#documentarios — Public Fediverse posts
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Câmara de Santa Maria (RS) homenageia trajetória de coletivo audiovisual formado nas periferias
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CinemaVivo - CANIL, de Miguel Marques
Livraria-café Gato Vadio, sexta-feira, 6 de março às 21:30 GMT
CANIL (65', doc, argumento e realização de Miguel Marques)
Estamos em 2007 no Canil Municipal do Porto, espaço designado para fazer a recolha de animais perigosos, abandonados ou errantes. Espaço onde os munícipes vêm vacinar os seus animais, fazer adoções e deixá-los quando estes começam a ser um peso. Tentando conciliar as suas convicções com o regulamento dos serviços, funcionários e chefias dão a conhecer o que está para lá da má relação e do preconceito que sentem que a cidade tem para com eles. Canil é um filme que mostra a vida da instituição municipal que tem como competência fazer cumprir as leis do estado.https://eventos.coletivos.org/event/cinemavivo-canil-de-miguel-marques
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HBO estreia série documental ‘Um Tanto Familiar’, com Pedro Andrade
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O luthier brasileiro que conquistou Cremona
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#LGBTQ #Portuguese #Wikipedia deletion alert
Você poderia salvar este artigo da Wikipédia em #português relacionado a LGBTQ da exclusão?
As Desventuras de Poliana (pt)
* As Desventuras de Poliana é um documentário que explora temas de autoconhecimento e identidade
https://pt.wikipedia.org/wiki/As_Desventuras_de_Poliana
* (en-auto) The Misadventures of Poliana is a documentary that explores themes of self-knowledge and identity -
Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas
Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.
https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o
O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.
Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
“Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.
Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.
A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.
Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.
Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.
#BethFormaggini #ChicoMendes #Cinema #cinemas #DescolonizaFilmes #documentário #Documentários #EleniraMendes #Empate #filme #Filmes #LorenaOrtiz #LutaDosSeringueiros #SaciFilmes #SérgioDeCarvalho
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Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas
Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.
https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o
O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.
Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
“Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.
Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.
A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.
Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.
Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.
#BethFormaggini #ChicoMendes #Cinema #cinemas #DescolonizaFilmes #documentário #Documentários #EleniraMendes #Empate #filme #Filmes #LorenaOrtiz #LutaDosSeringueiros #SaciFilmes #SérgioDeCarvalho
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Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas
Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.
https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o
O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.
Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
“Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.
Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.
A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.
Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.
Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.
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Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas
Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.
https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o
O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.
Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
“Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.
Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.
A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.
Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.
Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.
#BethFormaggini #ChicoMendes #Cinema #cinemas #DescolonizaFilmes #documentário #Documentários #EleniraMendes #Empate #filme #Filmes #LorenaOrtiz #LutaDosSeringueiros #SaciFilmes #SérgioDeCarvalho
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📰 Na plataforma UMBIGO, Tomás Camillis escreve sobre o documentário "Fogo no Lodo" e a exposição que com ele se articula, "O Chão é Lava!", realizado e com curadoria de Catarina Laranjeiro e Daniel Barroca:
"E assim compreende-se o circuito invertido da exposição: a sua história começa pelo fim, das consequências às causas."
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/07/10/o-berco-de-argila/
#DocumentaryFilms #Exhibition #Colonialism #Balanta #GuineaBissau #Documentários #Antropologia #Exposições #Colonialismo #GuinéBissau
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📰 Na plataforma UMBIGO, Tomás Camillis escreve sobre o documentário "Fogo no Lodo" e a exposição que com ele se articula, "O Chão é Lava!", realizado e com curadoria de Catarina Laranjeiro e Daniel Barroca:
"E assim compreende-se o circuito invertido da exposição: a sua história começa pelo fim, das consequências às causas."
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/07/10/o-berco-de-argila/
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📰 Na plataforma UMBIGO, Tomás Camillis escreve sobre o documentário "Fogo no Lodo" e a exposição que com ele se articula, "O Chão é Lava!", realizado e com curadoria de Catarina Laranjeiro e Daniel Barroca:
"E assim compreende-se o circuito invertido da exposição: a sua história começa pelo fim, das consequências às causas."
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/07/10/o-berco-de-argila/
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📰 Na plataforma UMBIGO, Tomás Camillis escreve sobre o documentário "Fogo no Lodo" e a exposição que com ele se articula, "O Chão é Lava!", realizado e com curadoria de Catarina Laranjeiro e Daniel Barroca:
"E assim compreende-se o circuito invertido da exposição: a sua história começa pelo fim, das consequências às causas."
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/07/10/o-berco-de-argila/
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📰 Na plataforma UMBIGO, Tomás Camillis escreve sobre o documentário "Fogo no Lodo" e a exposição que com ele se articula, "O Chão é Lava!", realizado e com curadoria de Catarina Laranjeiro e Daniel Barroca:
"E assim compreende-se o circuito invertido da exposição: a sua história começa pelo fim, das consequências às causas."
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/07/10/o-berco-de-argila/
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📰 O Correio do Minho traz-nos notícias do #MDOC - Festival Internacional de Documentário de Melgaço, que terá a presença do IHC:
o documentário “Fogo no Lodo”, de Catarina Laranjeiro e Daniel Barroca, vai estar a concurso; e José Filipe Costa vai dar uma masterclass sobre o cinema como lugar de disputa de memória e as potencialidades visuais e sonoras.
#Histodons #HistoryOnTheMovies #DocumentaryFilms #FilmFestivals #HistoricalMemory #Documentários #FestivaisDeCinema
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🏆 Congratulations to Ansgar Schaefer and Susana de Sousa Dias, whose "Journey into the Sun" won the Shopia Award for Best Documentary of the Portuguese Academy of Cinema! 🥳 👏👏👏
About the film: https://ihc.fcsh.unl.pt/en/journey-sun-cinemas/
#Histodons #HistoryInThePublicSphere #HistoricalDocumentaries #Documentários #EstadoNovo #HistóriaEMemória #CriançasNaGuerra #Austria #SecondWorldWar #SegundaGuerraMundial #HistóriaNaEsferaPública #HistoryOnTheMovies #AwardWinningFilms #DocumentaryFilms
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🏆 Congratulations to Ansgar Schaefer and Susana de Sousa Dias, whose "Journey into the Sun" won the Shopia Award for Best Documentary of the Portuguese Academy of Cinema! 🥳 👏👏👏
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🏆 Congratulations to Ansgar Schaefer and Susana de Sousa Dias, whose "Journey into the Sun" won the Shopia Award for Best Documentary of the Portuguese Academy of Cinema! 🥳 👏👏👏
About the film: https://ihc.fcsh.unl.pt/en/journey-sun-cinemas/
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🏆 Congratulations to Ansgar Schaefer and Susana de Sousa Dias, whose "Journey into the Sun" won the Shopia Award for Best Documentary of the Portuguese Academy of Cinema! 🥳 👏👏👏
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#documentário sobre a #ditadura
Verdade 12.528
(dir. Paula Sacchetta Peu Robles, #Brasil, 2013)O documentário trata da importância da Comissão Nacional da Verdade, através de depoimentos de vítimas da #repressão, ex-presos políticos e outras pessoas afetadas direta ou indiretamente pela ditadura civil e militar entre 1964 e 1985.
▶️ https://libreflix.org/i/verdade-12528
#ditaduranuncamais #golpemilitar #golpe64 #NuncaMais #Documentários #história #Brazil #Bresil #Brasilien
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#documentário sobre a #ditadura
1964 – Um golpe contra o #Brasil
(dir. Alípio Freire, 2013)Não há clareza (para a atual geração) do que foi o #golpe e porque houve resistência a ele”. Para o diretor e militante Alipio Freire, a frase sintetiza o documentário
https://youtu.be/GhoI8FdFF6w?si=tGCOaJT8AVsY9hJO
#ditaduranuncamais #golpemilitar #golpe64 #NuncaMais #Documentários #história #Brazil #Bresil #Brasilien
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#Livros e audiovisual sobre a ditadura
Esta seção reúne alguns textos principais para compreender diversos aspectos da #ditadura civil-militar no #Brasil, instalada a serviço da #burguesia nacional e internacional por #militares #golpistas a 1.º de abril de 1964.
https://www.marxists.org/portugues/tematica/ditadura1964.htm
#ditaduranuncamais #golpemilitar #golpe64
#Documentários #gratis -
1°dia de Ocupação FCSH
📍 Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
📅 segunda-feira, 13 novembro (10:30)
Programação 13 NOV: 1°dia de Ocupação FCSHChegámos ao dia.
É já amanhã que começa a onda e semana de ocupações, pelo fim ao fóssil.🔥Amanhã, abrimos a semana com:
10:30 👉Aula “Crise Climática”, com Daniel Cardoso
12:30👉Assembleia Estudantil pelo Fim ao Fóssil
14:00👉Conversa “O movimento estudantil na luta por justiça climática”
16:00👉Conversa “Palestina Livre!”, com @libertacaopalestina
[https://www.instagram.com/libertacaopalestina/]
18:00👉Sessão de cinema “Espero a tua revolta”Esperamos por ti.
Tens dúvidas? Envia-nos mensagem privada❤️🔥Até lá:)
https://eventos.coletivos.org/event/1degreedia-de-ocupacao-fcsh
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Indiquem séries, documentários e filmes:
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Os Segredos dos Chefs: A Ciência da Culinária
Porque é que a ciência é o ingrediente secreto para se tornar um melhor cozinheiro.
Os melhores chefs sabem que há um ingrediente escondido em qualquer prato saboroso: a ciência! Apresentando um elenco diversificado de especialistas em culinária, este apetitoso documentário vai revelar a deliciosa química, física e microbiologia da culinária.[https://www.rtp.pt/play/p10871/os-segredos-dos-chefs-a-ciencia-da-culinaria]
#documentarios #culinária #ciência #física #química #microbiologia
#trombalazana -
A Senhora Sapiens
Durante décadas as mulheres paleolíticas tornaram-se prisioneiras de clichés: fracas e indefesas, submissas ao homem todo-poderoso.
Hoje, uma nova geração de investigadores, incluindo muitas mulheres, está a revelar uma faceta completamente diferente da Senhora Sapiens.
Este documentário é dedicado à descoberta do verdadeiro lugar da mulher no Paleolítico.[https://www.rtp.pt/play/p11180/e664148/a-senhora-sapiens]
#documentarios #historia #paleolitico #documentario #rtp #mulher
#trombalazana -
Contos para o Mundo: Hans Christian Andersen
Uma jornada literária que testemunha a vida do romancista e escritor.
Os 168 contos de fadas de Hans Christian Andersen continuam até hoje a cativar os leitores com uma mistura de fantasia, melancolia e esperança. O documentário de Sabine Bier, leva-nos a redescobrir as histórias e personagens de beleza atemporal extraídas da sua vida pessoal.
[https://www.rtp.pt/play/p10693/e664437/contos-para-o-mundo-hans-christian-andersen]
#documentarios #HansChristianAndersen #livros #leituras #contos
#trombalazana -
Eugénio de Andrade nasceu neste dia há 100 anos.
Filho de camponeses, Eugénio de Andrade (José Fontinhas) nasceu no Fundão, no dia 19 de Janeiro de 1923 e faleceu a 13 de Junho de 2005, no Porto.
Como o próprio poeta afirmou, "a terra e a água, a luz e o vento consubstanciaram-se para dar corpo a todo o amor de que a minha poesia é capaz"...
Recordar Eugénio na RTP Play » [https://www.rtp.pt/play/p5416/eugenio-de-andrade] «
#poesia #literatura #eugeniodeandrade #ler #documentarios #poeta #rtp
#trombalazana -
Eugénio de Andrade nasceu neste dia há 100 anos.
Filho de camponeses, Eugénio de Andrade (José Fontinhas) nasceu no Fundão, no dia 19 de Janeiro de 1923 e faleceu a 13 de Junho de 2005, no Porto.
Como o próprio poeta afirmou, "a terra e a água, a luz e o vento consubstanciaram-se para dar corpo a todo o amor de que a minha poesia é capaz"...
Recordar Eugénio na RTP Play » [https://www.rtp.pt/play/p5416/eugenio-de-andrade] «
#poesia #literatura #eugeniodeandrade #ler #documentarios #poeta #rtp
#trombalazana #Π #β #Δ -
Eugénio de Andrade nasceu neste dia há 100 anos.
Filho de camponeses, Eugénio de Andrade (José Fontinhas) nasceu no Fundão, no dia 19 de Janeiro de 1923 e faleceu a 13 de Junho de 2005, no Porto.
Como o próprio poeta afirmou, "a terra e a água, a luz e o vento consubstanciaram-se para dar corpo a todo o amor de que a minha poesia é capaz"...
Recordar Eugénio na RTP Play » [https://www.rtp.pt/play/p5416/eugenio-de-andrade] «
#poesia #literatura #eugeniodeandrade #ler #documentarios #poeta #rtp
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Eugénio de Andrade nasceu neste dia há 100 anos.
Filho de camponeses, Eugénio de Andrade (José Fontinhas) nasceu no Fundão, no dia 19 de Janeiro de 1923 e faleceu a 13 de Junho de 2005, no Porto.
Como o próprio poeta afirmou, "a terra e a água, a luz e o vento consubstanciaram-se para dar corpo a todo o amor de que a minha poesia é capaz"...
Recordar Eugénio na RTP Play » [https://www.rtp.pt/play/p5416/eugenio-de-andrade] «
#poesia #literatura #eugeniodeandrade #ler #documentarios #poeta #rtp
#trombalazana #Π #β #Δ -
Eugénio de Andrade nasceu neste dia há 100 anos.
Filho de camponeses, Eugénio de Andrade (José Fontinhas) nasceu no Fundão, no dia 19 de Janeiro de 1923 e faleceu a 13 de Junho de 2005, no Porto.
Como o próprio poeta afirmou, "a terra e a água, a luz e o vento consubstanciaram-se para dar corpo a todo o amor de que a minha poesia é capaz"...
Recordar Eugénio na RTP Play » [https://www.rtp.pt/play/p5416/eugenio-de-andrade] «
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#trombalazana -
Ontem começou a segunda temporada de Hunters, na Amazon.
Hoje entraram os três novos episódios de extremistas.br#Series
#Documentarios
:fckclaro: :fcknzs:Ursa tem entretenimento nos próximos dias.
:pipoca: -
Ciclo de cinema: as identidades #3
📍 Sirigaita
📅 Sunday, 8 January (18:00)𝗖𝗶𝗰𝗹𝗼 𝗱𝗲 𝗰𝗶𝗻𝗲𝗺𝗮: 𝗮𝘀 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀
#𝟯: 𝗻𝗼́𝘀 𝗲 𝗮 𝗲𝘁𝗻𝗶𝗮: 𝗮 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗲́𝘁𝗻𝗶𝗰𝗮Sᴏʟᴇɪʟ Ô, de Med Hondo
(França/ Mauritânia, 1967)Tendo um título referindo-se a uma antiga canção que africanos escravizados
cantavam em navios negreiros para as Índias Ocidentais, Soleil Ô é considerado
por muitos críticos o filme mais representativo sobre a expatriação de africanos
da história do cinema.No filme, que é uma mistura muito bem conduzida entre sátira, humor, melodrama e
reflexão, vivenciamos a história do protagonista que sai da Mauritânia para a
França em busca de emprego. O percurso aparentemente banal nos fornece indícios
de uma sociedade pré-Maio de 1968 em que os ideais de liberdade, igualdade e
fraternidade parecem formar uma República ainda carente do seu real significado
universal.𝗦𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗼 𝗰𝗶𝗰𝗹𝗼 𝗱𝗲 𝗰𝗶𝗻𝗲𝗺𝗮: 𝗮𝘀 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀
Filmes debatidos e comentadosNós somos at
https://eventos.coletivos.org/event/ciclo-de-cinema-as-identidades-3
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À Procura de António Botto
Escritor "maldito", António Botto criou uma obra considerada controversa. "Canções", o seu livro mais conhecido, foi editado por Fernando Pessoa, mas acabou por ser retirado das livrarias e apreendido.
O documentário, filmado entre Portugal e Brasil, parte em busca da vida e obra deste autor fundamental da literatura portuguesa que escreveu sobre amor e desejo homossexual.
#documentario #documentarios #RTP #Portugal #AntónioBotto #poesia
[https://www.rtp.pt/play/p5584/e395853/procura-antonio-botto]
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João Villaret - O Domador da Voz
João Villaret celebrou a poesia e deixou um legado inigualável no teatro, cinema e televisão. Recordamos um dos maiores vultos da cultura portuguesa do séc.XX, no dia em que passam 60 anos do seu desaparecimento.
#documentario #documentarios #RTP #Portugal #JoãoVillaret #poesia
https://www.rtp.pt/play/palco/p8366/e658333/joao-villaret-o-domador-da-voz
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João Villaret - O Domador da Voz
João Villaret celebrou a poesia e deixou um legado inigualável no teatro, cinema e televisão. Recordamos um dos maiores vultos da cultura portuguesa do séc.XX, no dia em que passam 60 anos do seu desaparecimento.
#documentario #documentarios #RTP #Portugal #JoãoVillaret #poesia
#trombalazana #Πhttps://www.rtp.pt/play/palco/p8366/e658333/joao-villaret-o-domador-da-voz
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João Villaret - O Domador da Voz
João Villaret celebrou a poesia e deixou um legado inigualável no teatro, cinema e televisão. Recordamos um dos maiores vultos da cultura portuguesa do séc.XX, no dia em que passam 60 anos do seu desaparecimento.
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João Villaret - O Domador da Voz
João Villaret celebrou a poesia e deixou um legado inigualável no teatro, cinema e televisão. Recordamos um dos maiores vultos da cultura portuguesa do séc.XX, no dia em que passam 60 anos do seu desaparecimento.
#documentario #documentarios #RTP #Portugal #JoãoVillaret #poesia
https://www.rtp.pt/play/palco/p8366/e658333/joao-villaret-o-domador-da-voz
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#Descendant
Que história fantástica. 5 anos antes do fim da guerra civil, 110 pessoas escravizadas chegaram aos EUA, ilegalmente, no último navio negreiro a chegar ao país. Depois da guerra 32 deles fundaram uma vila em que mantiveram durante várias décadas os costumes e dialetos. Este #documentário é sobre os seus descendentes e a descoberta dos destroços do navio. Está na #Netflix.
#filmes #filme #documentários #cinema
https://boxd.it/yoPE