#conversa — Public Fediverse posts
Live and recent posts from across the Fediverse tagged #conversa, aggregated by home.social.
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#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Semear a cooperação📅 17 maio
🕚 15h30
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração:
Judit Morello (#Aldrava / Cooperativa Rizoma)Panel:
#CICAD / #OutrasEconomias (Cecília Fonseca)
#CASES (Eduardo Graça)
@jornalmapa (Filipe Olival)
#ECOOO / Escuela de Activismo Económico (Luis Esteban)
#CiutatInvisible (Marc Dalmau)Queremos discutir sobre como construir redes capazes de sustentar outros futuros.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Semear a cooperação📅 17 maio
🕚 15h30
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração:
Judit Morello (#Aldrava / Cooperativa Rizoma)Panel:
#CICAD / #OutrasEconomias (Cecília Fonseca)
#CASES (Eduardo Graça)
@jornalmapa (Filipe Olival)
#ECOOO / Escuela de Activismo Económico (Luis Esteban)
#CiutatInvisible (Marc Dalmau)Queremos discutir sobre como construir redes capazes de sustentar outros futuros.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Semear a cooperação📅 17 maio
🕚 15h30
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração:
Judit Morello (#Aldrava / Cooperativa Rizoma)Panel:
#CICAD / #OutrasEconomias (Cecília Fonseca)
#CASES (Eduardo Graça)
@jornalmapa (Filipe Olival)
#ECOOO / Escuela de Activismo Económico (Luis Esteban)
#CiutatInvisible (Marc Dalmau)Queremos discutir sobre como construir redes capazes de sustentar outros futuros.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Coletivos VIVOS: o poder da participação, da politização e do cuidado📅 17 maio
🕚 11h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração:
Chloé Gastine (Cooperativa Rizoma/Aterra) e Marta Silva (Largo Residências)Coletivos no panel:
#Disgraça
#PER11
#Qravo
#RedeCohabitar
#RenovarAMouraria
#SirigaitaQueremos partilhar experiências de quem se opõe à lógica do mercado como resposta necessária ao avanço do fascismo.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Coletivos VIVOS: o poder da participação, da politização e do cuidado📅 17 maio
🕚 11h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração:
Chloé Gastine (Cooperativa Rizoma/Aterra) e Marta Silva (Largo Residências)Coletivos no panel:
#Disgraça
#PER11
#Qravo
#RedeCohabitar
#RenovarAMouraria
#SirigaitaQueremos partilhar experiências de quem se opõe à lógica do mercado como resposta necessária ao avanço do fascismo.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Coletivos VIVOS: o poder da participação, da politização e do cuidado📅 17 maio
🕚 11h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração:
Chloé Gastine (Cooperativa Rizoma/Aterra) e Marta Silva (Largo Residências)Coletivos no panel:
#Disgraça
#PER11
#Qravo
#RedeCohabitar
#RenovarAMouraria
#SirigaitaQueremos partilhar experiências de quem se opõe à lógica do mercado como resposta necessária ao avanço do fascismo.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Haverá #democracia política sem democracia económica?📅 16 maio
🕚 11h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração: Inês Cisneiros (Cooperativa Rizoma)
Panel:
Bruno Candeias (#SIEAP)
Michelle Chan (#ProNobis, #CONFECOOP)
Raquel Varela (#FSCH)
Rogério Roque Amaro (#ISCTE)Queremos compreender que transformações são necessárias para construir uma #economia mais justa, participativa e centrada nas pessoas.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Haverá #democracia política sem democracia económica?📅 16 maio
🕚 11h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração: Inês Cisneiros (Cooperativa Rizoma)
Panel:
Bruno Candeias (#SIEAP)
Michelle Chan (#ProNobis, #CONFECOOP)
Raquel Varela (#FSCH)
Rogério Roque Amaro (#ISCTE)Queremos compreender que transformações são necessárias para construir uma #economia mais justa, participativa e centrada nas pessoas.
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#CONVERSA
Haverá #democracia política sem democracia económica?📅 16 maio
🕚 11h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração: Inês Cisneiros (Cooperativa Rizoma)
Panel:
Bruno Candeias (#SIEAP)
Michelle Chan (#ProNobis, #CONFECOOP)
Raquel Varela (#FSCH)
Rogério Roque Amaro (#ISCTE)Queremos compreender que transformações são necessárias para construir uma #economia mais justa, participativa e centrada nas pessoas.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Haverá #democracia política sem democracia económica?📅 16 maio
🕚 11h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração: Inês Cisneiros (Cooperativa Rizoma)
Panel:
Bruno Candeias (#SIEAP)
Michelle Chan (#ProNobis, #CONFECOOP)
Raquel Varela (#FSCH)
Rogério Roque Amaro (#ISCTE)Queremos compreender que transformações são necessárias para construir uma #economia mais justa, participativa e centrada nas pessoas.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Haverá #democracia política sem democracia económica?📅 16 maio
🕚 11h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração: Inês Cisneiros (Cooperativa Rizoma)
Panel:
Bruno Candeias (#SIEAP)
Michelle Chan (#ProNobis, #CONFECOOP)
Raquel Varela (#FSCH)
Rogério Roque Amaro (#ISCTE)Queremos compreender que transformações são necessárias para construir uma #economia mais justa, participativa e centrada nas pessoas.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
Festival Coopera - Futuros em Rede
Jardins da Bombarda, sábado, 16 de maio às 10:30 GMT+1
Nos dias 16 e 17 de maio, o Jardins do Bombarda transforma-se no palco para debater o futuro em rede e em comunidade.
Cinco conversas, cinco oficinas, três concertos, uma feira de cooperativas e artesanato. Tudo de entrada gratuita para reunir coletivos, ativistas e investigadores em conversas que se querem horizontais e participadas, sobre como construir soluções coletivas para mudar a sociedade através da cooperação e participação na vida pública.
O Festival Coopera – Futuros em Rede, organizado pela Cooperativa Rizoma, com o apoio da Rede de Cooperativas Integrais, nasce da vontade de aproximar o movimento cooperativo das diversas iniciativas e lutas sociais que também trabalham diariamente por uma sociedade mais justa, ecológica e democrática.
O Festival Coopera conta com o apoio da CASES, da CONFECOOP, da Junta de Freguesia de Arroios e do Largo Residências. E nós contamos contigo 🌱Programa: https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/
https://eventos.coletivos.org/event/festival-coopera-futuros-em-rede
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Festival Coopera - Futuros em Rede
Jardins da Bombarda, sábado, 16 de maio às 10:30 GMT+1
Nos dias 16 e 17 de maio, o Jardins do Bombarda transforma-se no palco para debater o futuro em rede e em comunidade.
Cinco conversas, cinco oficinas, três concertos, uma feira de cooperativas e artesanato. Tudo de entrada gratuita para reunir coletivos, ativistas e investigadores em conversas que se querem horizontais e participadas, sobre como construir soluções coletivas para mudar a sociedade através da cooperação e participação na vida pública.
O Festival Coopera – Futuros em Rede, organizado pela Cooperativa Rizoma, com o apoio da Rede de Cooperativas Integrais, nasce da vontade de aproximar o movimento cooperativo das diversas iniciativas e lutas sociais que também trabalham diariamente por uma sociedade mais justa, ecológica e democrática.
O Festival Coopera conta com o apoio da CASES, da CONFECOOP, da Junta de Freguesia de Arroios e do Largo Residências. E nós contamos contigo 🌱Programa: https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/
https://eventos.coletivos.org/event/festival-coopera-futuros-em-rede
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Festival Coopera - Futuros em Rede
Jardins da Bombarda, sábado, 16 de maio às 10:30 GMT+1
Nos dias 16 e 17 de maio, o Jardins do Bombarda transforma-se no palco para debater o futuro em rede e em comunidade.
Cinco conversas, cinco oficinas, três concertos, uma feira de cooperativas e artesanato. Tudo de entrada gratuita para reunir coletivos, ativistas e investigadores em conversas que se querem horizontais e participadas, sobre como construir soluções coletivas para mudar a sociedade através da cooperação e participação na vida pública.
O Festival Coopera – Futuros em Rede, organizado pela Cooperativa Rizoma, com o apoio da Rede de Cooperativas Integrais, nasce da vontade de aproximar o movimento cooperativo das diversas iniciativas e lutas sociais que também trabalham diariamente por uma sociedade mais justa, ecológica e democrática.
O Festival Coopera conta com o apoio da CASES, da CONFECOOP, da Junta de Freguesia de Arroios e do Largo Residências. E nós contamos contigo 🌱Programa: https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/
https://eventos.coletivos.org/event/festival-coopera-futuros-em-rede
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Festival Coopera - Futuros em Rede
Jardins da Bombarda, sábado, 16 de maio às 10:30 GMT+1
Nos dias 16 e 17 de maio, o Jardins do Bombarda transforma-se no palco para debater o futuro em rede e em comunidade.
Cinco conversas, cinco oficinas, três concertos, uma feira de cooperativas e artesanato. Tudo de entrada gratuita para reunir coletivos, ativistas e investigadores em conversas que se querem horizontais e participadas, sobre como construir soluções coletivas para mudar a sociedade através da cooperação e participação na vida pública.
O Festival Coopera – Futuros em Rede, organizado pela Cooperativa Rizoma, com o apoio da Rede de Cooperativas Integrais, nasce da vontade de aproximar o movimento cooperativo das diversas iniciativas e lutas sociais que também trabalham diariamente por uma sociedade mais justa, ecológica e democrática.
O Festival Coopera conta com o apoio da CASES, da CONFECOOP, da Junta de Freguesia de Arroios e do Largo Residências. E nós contamos contigo 🌱Programa: https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/
https://eventos.coletivos.org/event/festival-coopera-futuros-em-rede
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#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
#Cooperativismo e os marcadores sociais de diferença: raça, classe e género📅 16 maio
🕔 17h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração:
Diego Veiga (#Coop99)Panel:
Anabela Rodrigues (Coletivo SE.DO)
António Brito Guterres
Farhana Akter (Cooperativa Bandim)
Vanessa Ezequiel Lopes (Associação Rizoma)Não há cooperativismo real sem enfrentar desigualdades reais.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
#Cooperativismo e os marcadores sociais de diferença: raça, classe e género📅 16 maio
🕔 17h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração:
Diego Veiga (#Coop99)Panel:
Anabela Rodrigues (Coletivo SE.DO)
António Brito Guterres
Farhana Akter (Cooperativa Bandim)
Vanessa Ezequiel Lopes (Associação Rizoma)Não há cooperativismo real sem enfrentar desigualdades reais.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
#Cooperativismo e os marcadores sociais de diferença: raça, classe e género📅 16 maio
🕔 17h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração:
Diego Veiga (#Coop99)Panel:
Anabela Rodrigues (Coletivo SE.DO)
António Brito Guterres
Farhana Akter (Cooperativa Bandim)
Vanessa Ezequiel Lopes (Associação Rizoma)Não há cooperativismo real sem enfrentar desigualdades reais.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
#Cooperativismo e os marcadores sociais de diferença: raça, classe e género📅 16 maio
🕔 17h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração:
Diego Veiga (#Coop99)Panel:
Anabela Rodrigues (Coletivo SE.DO)
António Brito Guterres
Farhana Akter (Cooperativa #Bandim)
Vanessa Ezequiel Lopes (Associação Rizoma)Não há cooperativismo real sem enfrentar desigualdades reais.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
#Cooperativismo e os marcadores sociais de diferença: raça, classe e género📅 16 maio
🕔 17h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração:
Diego Veiga (#Coop99)Panel:
Anabela Rodrigues (Coletivo SE.DO)
António Brito Guterres
Farhana Akter (Cooperativa #Bandim)
Vanessa Ezequiel Lopes (Associação Rizoma)Não há cooperativismo real sem enfrentar desigualdades reais.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Energia, Alimentação e Participação: respostas coletivas à #CriseClimática📅 16 maio
🕔 15h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração: Mariana Reboleira (Cooperativa Rizoma)
Panel:
Ana Rita Antunes (#Coopérnico)
João Carapau (SIMAB-MARL)
Margarida Marques (Rés-do-Chão)
Rita Magalhães (#CooperativaRegenerativa)Vamos falar de energia, alimentação e organização coletiva como campos reais de disputa e transformação.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
#evento #FestivalCoopera
#CONVERSA
Energia, Alimentação e Participação: respostas coletivas à #CriseClimática📅 16 maio
🕔 15h
📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #LisboaModeração: Mariana Reboleira (Cooperativa Rizoma)
Panel:
Ana Rita Antunes (#Coopérnico)
João Carapau (SIMAB-MARL)
Margarida Marques (Rés-do-Chão)
Rita Magalhães (#CooperativaRegenerativa)Vamos falar de energia, alimentação e organização coletiva como campos reais de disputa e transformação.
https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/ -
[cinema + conversa + jantar] SAL A LA FERIDA No to mines! Free Palestine!
Disgraça, quinta-feira, 30 de abril às 18:00 GMT+1
SAL A LA FERIDA
No to mines! Free Palestine![português em baixo]
Cinema, conversation & dinner this Thursday 30th of April from 6pm in disgraça!
We’ll be screening “Sal a la Ferida,” a documentary about the impact of potassium mines in Bages, Catalunya. The mining is driven by Israel Chemicals Limited, an israeli multinational company that directly sponsors occupation soldiers as well as supplies them with arms such as white phosphorus. The resistance against them combines the struggle for a Free Palestine and the ecological struggle against extractivism 🇵🇸🌱
More info about the film: https://blogs.sindominio.net/salalaferidadocu/
After the screening we’re going to have a chat with the director of the documentary, and with a member of Boicot ICL.
Read more about the boycotting campaign here: https://boicoticl.org/
The plan:
15h00 - come help clean and cook
18h00 - doors open
19h00 - Sal a La Ferida screening (audio: spanish/catalan; subtitles: english)
19h45 - a conversation with our compas from catalunya
20h30 - vegan dinnerAll proceeds will go to the struggle against lithium mining in barroso. Ask us for more info about it if you want
See you there! 🖤
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SAL A LA FERIDA
Não às minas! Liberdade à Palestina!Cinema, conversas & jantar esta quinta-feira dia 30 de Abril a partir das 18h na disgraça!
Vamos fazer uma projeção do ‘Sal a la Ferida’, um documentário sobre o impacto das minas de potássio em Bages, na Catalunha. Esta mineração é levada a cabo pela empresa Israel Chemicals Limited, uma multinacional israelita que patrocina diretamente soldados do exército da ocupação sionista, e equipa-os com armamento como fósforo branco. A resistência a esta empresa combina a luta por uma Palestina livre com a luta ecológica contra o extrativismo.
A seguir à projeção vamos ter uma conversa com a pessoa que realizou o documentário, e com uma pessoa membro da campanha Boicot ICL. Lê mais sobre este movimento de boicote aqui: https://boicoticl.org/
O plano é assim:
15h - vem ajudar a preparar, limpar, cozinhar
18h - abrem as portas
19h - projeção do documentário ‘Sal a la Ferida’ (audio em espanhol e catalão; legendas em inglês)
19h45 - conversa com as pessoas compas vindas da Catalunha
20h30 - jantar vegano disgraçadoTodo o dinheiro feito vai para a resistência contra a mineração de lítio em Covas do Barroso e arredores. Pergunta-nos mais sobre isto se tiveres questões
Vemo-nos lá? 🖤
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RE: https://mastodon.social/@doingfedtime/116361658462183709
📱💬 Falar ao #telefone em #público significa que todos ao seu redor estão participando da #conversa
👂 O pessoal da cafeteria ouve o seu negócio
👂 O portão de embarque do aeroporto ouve os resultados dos seus exames
👂 O elevador ouve você confirmando seu endereço para a transportadora
⚠️ Você presume que ninguém está prestando #atenção mas sempre tem alguém
👀 Da próxima vez que você atender uma ligação em público, olhe ao redor e observe quem pode ouvir
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RE: https://mastodon.social/@doingfedtime/116361658462183709
📱💬 Falar ao #telefone em #público significa que todos ao seu redor estão participando da #conversa
👂 O pessoal da cafeteria ouve o seu negócio
👂 O portão de embarque do aeroporto ouve os resultados dos seus exames
👂 O elevador ouve você confirmando seu endereço para a transportadora
⚠️ Você presume que ninguém está prestando #atenção mas sempre tem alguém
👀 Da próxima vez que você atender uma ligação em público, olhe ao redor e observe quem pode ouvir
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RE: https://mastodon.social/@doingfedtime/116361658462183709
📱💬 Falar ao #telefone em #público significa que todos ao seu redor estão participando da #conversa
👂 O pessoal da cafeteria ouve o seu negócio
👂 O portão de embarque do aeroporto ouve os resultados dos seus exames
👂 O elevador ouve você confirmando seu endereço para a transportadora
⚠️ Você presume que ninguém está prestando #atenção mas sempre tem alguém
👀 Da próxima vez que você atender uma ligação em público, olhe ao redor e observe quem pode ouvir
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CineMoinho - CANIL, de Miguel Marques
Moinho da Bicha das 7 Cabeças, quarta-feira, 15 de abril às 19:00 GMT+1
Na quarta 15 de Abril, convidamos-vos para um jantar, convívio e cinema no Moinho. Aparece para o jantar ao volto das 19h, a cinema começa às 20h, com a presença do realizador. Os donativos do jantar são para uma associação de animais de rua.
CANIL (65', doc, argumento e realização de Miguel Marques)
Estamos em 2007 no Canil Municipal do Porto, espaço designado para fazer a recolha de animais perigosos, abandonados ou errantes. Espaço onde os munícipes vêm vacinar os seus animais, fazer adoções e deixá-los quando estes começam a ser um peso. Tentando conciliar as suas convicções com o regulamento dos serviços, funcionários e chefias dão a conhecer o que está para lá da má relação e do preconceito que sentem que a cidade tem para com eles. Canil é um filme que mostra a vida da instituição municipal que tem como competência fazer cumprir as leis do estado.
https://eventos.coletivos.org/event/cinemoinho-canil-de-miguel-marques
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CineMoinho - CANIL, de Miguel Marques
Moinho da Bicha das 7 Cabeças, quarta-feira, 15 de abril às 19:00 GMT+1
Na quarta 15 de Abril, convidamos-vos para um jantar, convívio e cinema no Moinho. Aparece para o jantar ao volto das 19h, a cinema começa às 20h, com a presença do realizador. Os donativos do jantar são para uma associação de animais de rua.
CANIL (65', doc, argumento e realização de Miguel Marques)
Estamos em 2007 no Canil Municipal do Porto, espaço designado para fazer a recolha de animais perigosos, abandonados ou errantes. Espaço onde os munícipes vêm vacinar os seus animais, fazer adoções e deixá-los quando estes começam a ser um peso. Tentando conciliar as suas convicções com o regulamento dos serviços, funcionários e chefias dão a conhecer o que está para lá da má relação e do preconceito que sentem que a cidade tem para com eles. Canil é um filme que mostra a vida da instituição municipal que tem como competência fazer cumprir as leis do estado.
https://eventos.coletivos.org/event/cinemoinho-canil-de-miguel-marques
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CineMoinho - CANIL, de Miguel Marques
Moinho da Bicha das 7 Cabeças, quarta-feira, 15 de abril às 19:00 GMT+1
Na quarta 15 de Abril, convidamos-vos para um jantar, convívio e cinema no Moinho. Aparece para o jantar ao volto das 19h, a cinema começa às 20h, com a presença do realizador. Os donativos do jantar são para uma associação de animais de rua.
CANIL (65', doc, argumento e realização de Miguel Marques)
Estamos em 2007 no Canil Municipal do Porto, espaço designado para fazer a recolha de animais perigosos, abandonados ou errantes. Espaço onde os munícipes vêm vacinar os seus animais, fazer adoções e deixá-los quando estes começam a ser um peso. Tentando conciliar as suas convicções com o regulamento dos serviços, funcionários e chefias dão a conhecer o que está para lá da má relação e do preconceito que sentem que a cidade tem para com eles. Canil é um filme que mostra a vida da instituição municipal que tem como competência fazer cumprir as leis do estado.
https://eventos.coletivos.org/event/cinemoinho-canil-de-miguel-marques
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Ciclo de Conversas - Ao Estado que Chegamos " A Saúde Sexual e Reprodutiva em Portugal
Centro LGBTI+, sexta-feira, 27 de março às 18:30 GMT
Fica a conhecer as oradoras para a nossa primeira Conversa sobre Saúde Sexual e Reprodutiva em Portugal!
No dia 27 de março (sexta-feira), às 18h30, esperamos por ti no Centro LGBTI+ (Rua dos Fanqueiros 40, 1100-231, Lisboa)! -
"The Great Hack" Documentário + Conversa + Jantar Vegan
CCL, sexta-feira, 27 de março às 18:30 GMT
Na próxima sexta-feira ( dia 27) teremos mais um evento no Centro De Cultura Libertária🐀
Passagem do documentário "The Great Hack", uma investigação aos bastidores do escândalo envolvendo a Cambridge Analytica, o Facebook e os meios usados pra influenciar as eleições de 2016 pelas redes sociais. Este filme procura assim esclarecer os perigos de instrumentalizar nossos dados e usá-los contra nós para debilitar a democracia, e o quão vulneráveis somos a esse tipo de ataque...
Seguindo ainda de debate e jantar vegan ( donativo livre!!)
Apareçam 🐀https://eventos.coletivos.org/event/the-great-hack-documentario-conversa-jantar-vegan
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Pensar o Colonialismo em Voz Alta
Casa Capitão, sexta-feira, 17 de abril às 20:30 GMT+1
Há legados do colonialismo que se mantêm vivos. Dos discursos institucionais à cultura digital, estas narrativas continuam a moldar desigualdades através de estruturas de poder, linguagem, práticas do quotidiano, representações visuais e tantas outras formas frequentemente ignoradas no espaço público.
Na próxima edição das Residências Insubmissas Gerador, dia 17 de abril, na Casa Capitão, juntamo-nos a partir das 20h30 para mapear e discutir as continuidades do colonialismo na sociedade contemporânea.
Connosco estarão as jornalistas Joana Gorjão Henriques, Neusa Sousa (Chá de Beleza Afro) e Eliana Silva, a investigadora Patrícia Ferraz, a criadora de conteúdos Raquel Nhaga (Dar à língua Podcast @raquelnhaga_) e o realizador Fábio Silva (Biblioteca Negra).
A noite termina com DJ set de N▲N▼. A ilustradora Emma Make vai estar a desenhar ao vivo o que por aqui acontecer.
A entrada é livre. Programa em gerador.eu
🎨 Cartaz original de Diogo "Gazella" Carvalho
⚡ As Residências Insubmissas Gerador são um espaço de programação regular do Gerador na Casa Capitão onde discutimos em voz alta temas que mexem com a sociedade.
🔸 Esta iniciativa insere-se no LEAP, um projeto cofinanciado pela Comissão Europeia que procura estimular uma reflexão ampla sobre a verdade histórica que envolve os legados coloniais.https://eventos.coletivos.org/event/pensar-o-colonialismo-em-voz-alta
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O ensino de português a crianças migrantes nas escolas de Lisboa
Livraria Tigre de Papel, sábado, 28 de março às 18:00 GMT
Este sábado, junta-te a nós e aos nossos convidados na livraria Tigre de Papel, em Arroios. Vamos conversar sobre o tema de capa da 6ª edição do Jornal LPP: como se aprende português numa escola onde quase metade dos alunos são estrangeiros.
A entrada é livre e gratuita. Reserva o teu lugar pelo link na bio 😊https://www.instagram.com/p/DWWNq1mgjnF/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==
https://eventos.coletivos.org/event/o-ensino-de-portugues-a-criancas-migrantes-nas-escolas-de-lisboa
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Festival Euforia
Casa do Comun, sábado, 28 de março às 15:30 GMT
Depois de 3 anos a realizar o festival de cinema trans e não-binárie no estado espanhol, o Festival Euforia chega a Lisboa da mão do coletivo terreno baldio no próximo dia 28 de março, em comemoração do Dia da Visibilidade Trans.
A Casa do Comum acolherá duas atividades no contexto do festival, a começar pelas 15h30 com a oficina de criação para um cinema independente cuir, demonstrando a possibilidade de realizar pequenas curtas a partir do arquivo próprio ou até de material retirado da internet.
A oficina tem uma lotação máxima de 15 pessoas e um valor de 5€ (contamos com algumas bolsas!). Inscreve-te aqui: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdkhTj1M0UYsRUHWynnuHxOsY6cApY6-XoyiO4Wq_C7TqdxOQ/viewform?usp=send_form
A partir das 19h iniciar-se-á a projeção das curtas selecionadas especialmente para esta edição, a somar-se a algumas curtas exibidas em edições anteriores. A sessão compõe-se de curtas de ficção e documentários de produção independente que exploram as experiências, espaços e imaginários trans nas suas diversas formas, envolvendo questões como os vínculos relacionais e familiares ou o papel da imagem e a memória como arquivo. A projeção será acompanhada por um colóquio com a participação de integrantes de ambos os coletivos organizadores, bem como de realizadories dos filmes selecionados.
Os bilhetes para a sessão poderão ser adquiridos à porta por 5€ (valor social 2,5€).
***
O Festival Euforia é um festival audiovisual autogerido de temática trans e não-binária organizado em Madrid desde 2023, em comemoração do Dia da Memória Trans. Habitualmente focado na autoprodução, nas narrativas de não-ficção e no trabalho de arquivo e documentação pessoal e comunitária, o festival vem de realizar a sua terceira edição com grande acolhimento de público, tendo iniciado, paralelamente, uma trajetória itinerante por diversas cidades da península ibérica (Murcia, Vigo, Iruña, Zaragoza).
Em contexto de co-criação imigrante, emergente e em transdiáspora, o terreno baldio é um coletivo autogerido de investigação e experimentação artística com interesse na (re)produção coletiva de espaços para habitar criativamente em Lisboa. Tem proposto e construído diferentes formatos de atividades, de forma independente e em coprodução com outros coletivos e associações, no desenvolvimento de oficinas, instalações, produção de eventos e intervenções.
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Festival Euforia
Casa do Comun, sábado, 28 de março às 15:30 GMT
Depois de 3 anos a realizar o festival de cinema trans e não-binárie no estado espanhol, o Festival Euforia chega a Lisboa da mão do coletivo terreno baldio no próximo dia 28 de março, em comemoração do Dia da Visibilidade Trans.
A Casa do Comum acolherá duas atividades no contexto do festival, a começar pelas 15h30 com a oficina de criação para um cinema independente cuir, demonstrando a possibilidade de realizar pequenas curtas a partir do arquivo próprio ou até de material retirado da internet.
A oficina tem uma lotação máxima de 15 pessoas e um valor de 5€ (contamos com algumas bolsas!). Inscreve-te aqui: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdkhTj1M0UYsRUHWynnuHxOsY6cApY6-XoyiO4Wq_C7TqdxOQ/viewform?usp=send_form
A partir das 19h iniciar-se-á a projeção das curtas selecionadas especialmente para esta edição, a somar-se a algumas curtas exibidas em edições anteriores. A sessão compõe-se de curtas de ficção e documentários de produção independente que exploram as experiências, espaços e imaginários trans nas suas diversas formas, envolvendo questões como os vínculos relacionais e familiares ou o papel da imagem e a memória como arquivo. A projeção será acompanhada por um colóquio com a participação de integrantes de ambos os coletivos organizadores, bem como de realizadories dos filmes selecionados.
Os bilhetes para a sessão poderão ser adquiridos à porta por 5€ (valor social 2,5€).
***
O Festival Euforia é um festival audiovisual autogerido de temática trans e não-binária organizado em Madrid desde 2023, em comemoração do Dia da Memória Trans. Habitualmente focado na autoprodução, nas narrativas de não-ficção e no trabalho de arquivo e documentação pessoal e comunitária, o festival vem de realizar a sua terceira edição com grande acolhimento de público, tendo iniciado, paralelamente, uma trajetória itinerante por diversas cidades da península ibérica (Murcia, Vigo, Iruña, Zaragoza).
Em contexto de co-criação imigrante, emergente e em transdiáspora, o terreno baldio é um coletivo autogerido de investigação e experimentação artística com interesse na (re)produção coletiva de espaços para habitar criativamente em Lisboa. Tem proposto e construído diferentes formatos de atividades, de forma independente e em coprodução com outros coletivos e associações, no desenvolvimento de oficinas, instalações, produção de eventos e intervenções.
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Festival Euforia
Casa do Comun, sábado, 28 de março às 15:30 GMT
Depois de 3 anos a realizar o festival de cinema trans e não-binárie no estado espanhol, o Festival Euforia chega a Lisboa da mão do coletivo terreno baldio no próximo dia 28 de março, em comemoração do Dia da Visibilidade Trans.
A Casa do Comum acolherá duas atividades no contexto do festival, a começar pelas 15h30 com a oficina de criação para um cinema independente cuir, demonstrando a possibilidade de realizar pequenas curtas a partir do arquivo próprio ou até de material retirado da internet.
A oficina tem uma lotação máxima de 15 pessoas e um valor de 5€ (contamos com algumas bolsas!). Inscreve-te aqui: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdkhTj1M0UYsRUHWynnuHxOsY6cApY6-XoyiO4Wq_C7TqdxOQ/viewform?usp=send_form
A partir das 19h iniciar-se-á a projeção das curtas selecionadas especialmente para esta edição, a somar-se a algumas curtas exibidas em edições anteriores. A sessão compõe-se de curtas de ficção e documentários de produção independente que exploram as experiências, espaços e imaginários trans nas suas diversas formas, envolvendo questões como os vínculos relacionais e familiares ou o papel da imagem e a memória como arquivo. A projeção será acompanhada por um colóquio com a participação de integrantes de ambos os coletivos organizadores, bem como de realizadories dos filmes selecionados.
Os bilhetes para a sessão poderão ser adquiridos à porta por 5€ (valor social 2,5€).
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O Festival Euforia é um festival audiovisual autogerido de temática trans e não-binária organizado em Madrid desde 2023, em comemoração do Dia da Memória Trans. Habitualmente focado na autoprodução, nas narrativas de não-ficção e no trabalho de arquivo e documentação pessoal e comunitária, o festival vem de realizar a sua terceira edição com grande acolhimento de público, tendo iniciado, paralelamente, uma trajetória itinerante por diversas cidades da península ibérica (Murcia, Vigo, Iruña, Zaragoza).
Em contexto de co-criação imigrante, emergente e em transdiáspora, o terreno baldio é um coletivo autogerido de investigação e experimentação artística com interesse na (re)produção coletiva de espaços para habitar criativamente em Lisboa. Tem proposto e construído diferentes formatos de atividades, de forma independente e em coprodução com outros coletivos e associações, no desenvolvimento de oficinas, instalações, produção de eventos e intervenções.
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✨ BENEFIT: PARAR O HOTEL NO QUARTEL DA GRAÇA ✨
Sirigaita, quinta-feira, 19 de março às 19:00 GMT
Contribuição livre | Há jantar! 3* prato vegano
Sirigaita (Rua dos Anjos 12F, Lisboa)
19H 🎨 O F I C I N A
Workshop de graffiti político animado pelas @beneditasalemaroby e @periferiasdibujadas
20H 🥘 Q U I Z | C O N V E R S A | J A N T A R
Sentamos à mesa para um jantar veg enquanto debatemos estratégias contra a turistificação e a favor do uso colectivo do Quartel. Traz as tuas ideias para a conversa (e para o quiz!).
21H 🎸 C O N C E R T O
Música ao vivo com @jhondouglas
22H 🎧 D J S E T
A DJ Ticali fecha a noite com uma selecção de músicas globais e politicamente engajadas.https://eventos.coletivos.org/event/sparkles-benefit-parar-o-hotel-no-quartel-da-graca-sparkles
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✨ BENEFIT: PARAR O HOTEL NO QUARTEL DA GRAÇA ✨
Sirigaita, quinta-feira, 19 de março às 19:00 GMT
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19H 🎨 O F I C I N A
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Sirigaita, quinta-feira, 19 de março às 19:00 GMT
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Porto Livecodes vol. 3
Amparo99, quinta-feira, 19 de março às 18:00 GMT
Mais um encontro a volta da programação viva e dos algoritmos sonoros impulsivamente feitos a mão.
Traz teu pc, mostra tua tela, apresentação de projeto em curso.... O programa sera desenvolvido e reinterpretado em live e em conjunto....
Essa sessão vai acontecer no estudio Amparo99, thx!
https://toplap.pt -
Porto Livecodes vol. 3
Amparo99, quinta-feira, 19 de março às 18:00 GMT
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Amparo99, quinta-feira, 19 de março às 18:00 GMT
Mais um encontro a volta da programação viva e dos algoritmos sonoros impulsivamente feitos a mão.
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Conversa com as fotógrafas Lara e Mandy Sirdah sobre ecocídio em Gaza
Mira Fórum, sábado, 28 de março às 16:00 GMT
Impedidas de viajar devido ao cerco israelita, as irmãs gémeas Lara e Mandy Sirdah - autoras das fotografias tiradas na Faixa de Gaza na exposição "Aves da Palestina" no MIRA Galerias - juntam-se a nós em formato online para uma conversa sobre o seu trabalho, a biodiversidade e a importância dos ecossistemas de Gaza, a devastação ambiental e o ecocídio no contexto da campanha genocida em curso, mas também sobre as possibilidades de regeneração, liberdade e justiça.
Conversa e finissage da exposição "Aves da Palestina"
28 de Março - 16h
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Haddad diz a aliados que disputará governo de SP
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MEET A Caminho do ( de Março
SOS Racismo, sexta-feira, 6 de março às 18:30 GMT
A partir da convocatória para a Marcha do 8 de Março de 2026 organizamos uma conversa em torno do racismo estrutural que existe na saúde materna e reprodutiva.
A conversa conta com a presença da SaMaNe - Associação Saúde das Mães Negras e Racializadas em Portugal.
A entrada é livre mediante a inscrição no formulário.
Junta-te a nós!
🗓️ 06 MAR
🕜 18h30
📍 Rua Dom Luís de Noronha, nº17, 1ºESQhttps://eventos.coletivos.org/event/meet-a-caminho-do-de-marco
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Porto Livecodes vol. 2
Iodo, quinta-feira, 19 de fevereiro às 18:00 GMT
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] CINEMANAMULA [ Para Além das Grades
Cooperativa Mula, terça-feira, 10 de fevereiro às 21:00 GMT
[ 5 - 10 - 12 - 17 - 26 | 21h ]
[ 18 | 19.30h ]
[ 26 | 16h - 01h ]
Entrada Livre
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Para Além das Grades
~ cárcere, resistência e liberdade ~
O que é uma prisão? Onde começa? Tem um fim? É um edifício com celas, muros e arame farpado, ou um sistema que cerceia as nossas vidas e se infiltra nas instituições, nos territórios, nos corpos, nas memórias e nos sentidos de justiça? Entre panópticos, campos de detenção, bairros sociais e fronteiras militarizadas, o cárcere assume formas múltiplas e nem sempre visíveis, organizando a vida através da vigilância, do controlo, da espera e da exclusão.
Este ciclo propõe um olhar alargado sobre o confinamento, atravessando diferentes contextos históricos, políticos e geográficos. Da repressão política e social às prisões administrativas de migrantes, do hospital psiquiátrico aos dispositivos urbanos de segregação, os filmes mostram como a lógica carcerária ultrapassa o espaço físico da prisão e se torna um modo de gestão social, produzindo isolamento, silenciamento e vulnerabilidade.
Em resistência, emergem vozes, gestos e práticas que desafiam essa lógica: a memória, a escrita, a imagem, a performance, a organização coletiva. Entre documentário, ensaio, drama, animação e manifesto, Para Além das Grades reúne um conjunto de filmes que não exibem o cárcere, mas procuram pensar como ele opera,e como pode ser questionado e superado a partir das experiências concretas de quem o vive, o atravessa ou o enfrenta.
QUI 05.02 | 21h
Arquitetura Carcerária ~ espaço, imagem e controlo
Esta primeira sessão parte da prisão como forma explícita de reclusão, mas avança para outros dispositivos de controlo onde o cárcere se estende para além das grades e se infiltra nas instituições, nas imagens e no território urbano.
Entre vigilância, internamento psiquiátrico e segregação habitacional, os filmes propõem uma leitura alargada do cárcere como modo de organizar espaços, corpos e vidas.
I THOUGHT I WAS SEEING CONVICTS
Harun Farocki
2000 | DE | 25’’
Filme-ensaio, construído a partir de imagens de vigilância provenientes de sistemas de controlo carcerário. Câmaras fixas enquadram pátios, corredores e zonas de circulação onde os reclusos passam breves períodos sob observação permanente.
Em vários registos, confrontos entre prisioneiros são acompanhados à distância, enquanto os corpos aprendem a reagir antecipadamente à lógica do sistema — deitando-se no chão, imobilizando-se, tornando-se legíveis para a câmara. As imagens, silenciosas e repetitivas, revelam a proximidade entre o campo de visão da vigilância e o campo de ação armada: ver e intervir tornam-se gestos indissociáveis. O filme transforma o próprio dispositivo de vigilância numa leitura crítica da prisão, onde arquitectura, imagem e poder operam no mesmo plano.
JAIME
António Reis (e Margarida Cordeiro)
1974 | PT | 35’
Obra de referência do novo cinema português e primeiro filme de António Reis — em colaboração não creditada com a psiquiatra Margarida Cordeiro —, a obra aproxima-se da vida e da criação de Jaime Fernandes, camponês da freguesia do Barco (Covilhã, Beira Baixa), diagnosticado com esquizofrenia paranóica aos 38 anos e internado no Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa, onde viveria até à sua morte, em 1967, aos 69 anos.
É aos 65 anos que começa a desenhar e a pintar, produzindo, nos últimos três anos de vida, centenas de desenhos e textos, uma obra tardia e singular. Filmado no interior do próprio hospital, Jaime cruza o retrato de um homem com a presença material de um espaço de reclusão, incluindo a enfermaria-prisão panóptica, dispositivo arquitectónico de vigilância e controlo que faz do hospital não apenas um cenário, mas um elemento central na leitura política e espacial do filme.
ALTAS CIDADES DE OSSADAS
João Salaviza
2019 | PT | 18’
Karlon, nascido na Pedreira dos Húngaros e pioneiro do rap crioulo, fugiu do bairro onde foi realojado. Noites de vigília, sob um febril calor tropical. Entre as canas de açúcar, um rumor. Karlon não parou de cantar. Altas Cidades de Ossadas é um tateio inquisitivo e imaginativo às suas memórias, ao cerco institucional, e às histórias submersas de um tempo sombrio.
Inserido nesta sessão, o filme permite alargar a reflexão sobre a arquitectura da reclusão ao plano urbano, onde os bairros sociais surgem como dispositivos de reorganização e delimitação das populações, operando formas de confinamento e segregação fora do sistema prisional, mas igualmente estruturadas pelo espaço e pelas políticas de controlo territorial.
~TER 10.02 | 21h
Dimensões do Cárcere ~ campos de detenção, zonas de espera, territórios suspensos
A noção de cárcere é aqui deslocada para fora dos espaços institucionais clássicos, explorando formas contemporâneas de reclusão sem muros fixos: campos de refugiados, centros de detenção administrativa e fronteiras militarizadas. Aqui, o cárcere deixa de ser apenas um edifício e passa a ser uma condição política e espacial que organiza a vida de populações inteiras em estado de exceção permanente.
A fronteira surge como prisão móvel, onde estatutos legais precários, checkpoints, perfis raciais e regimes de circulação produzem zonas de espera prolongada, suspendendo o tempo e transformando a mobilidade num privilégio. Estas formas de controlo estão profundamente ligadas a histórias de colonialismo, expropriação e ocupação, que continuam a estruturar desigualdades no presente.
Os filmes desta sessão atravessam diferentes geografias para pensar o cárcere como um dispositivo expandido e difuso. Entre testemunho, ensaio e performance, emergem também gestos de resistência simbólica, onde a voz, a memória e a imaginação se afirmam como formas de desobediência face a regimes de vigilância, exclusão e apagamento.
VIDEOMAPPINGS: Aida, Palestine
Till Roeskens
2009 | FR | 46’
No ecrã, vemos outro ecrã, e é isso. Gradualmente começa a encher-se: primeiro uma árvore, uma doce memória de uma vida com azeite da cor do ouro. Depois surgem esboços rudimentares na superfície branca. A primeira tenda do campo de refugiados de Aida foi montada pela família de Sabha Kader Abusrour em 1956. Ao falar sobre este campo perto de Belém, a sua voz é tão raivosa quanto o seu desenho é infantil. Este é o lugar que milhares de palestinianos deslocados agora chamam de casa. Eles perderam tudo. Não os vemos, mas apenas ouvimos as suas vozes e o som da caneta de feltro que estão a usar na tentativa de desenhar a sua existência. O segundo desenho representa um mapa dos arredores do campo, tal como vivido por Mahmoud Issa. Ele enfrentou o arame farpado e as patrulhas para uma excursão romântica para ver uma rapariga do outro lado da fronteira. Mas a sua viagem a Barsheeba resultou num encontro muito diferente daquele que esperava. Perto do posto de controle, um soldado israelita disparou contra ele e falhou. Os dois jovens conversaram durante horas, ali numa terra de ninguém, invisíveis e momentaneamente livres do peso da história.LIMBO
G. Hofer e M. Calore
2014 | IT | 56'
Documentário sobre migrantes detidos em centros de detenção e expulsão italianos (C.I.E.), que acompanha o impacto dessa reclusão nas suas vidas e nas das suas famílias. Pessoas com as suas vidas já bem estabelecidas fora do seu país de origem são subitamente detidas por irregularidades administrativas, entrando num regime de prisão sem prazo definido.
Entre a incerteza, a espera e o risco permanente de deportação, o filme acompanha as consequências desta suspensão forçada: separações familiares, precariedade económica e a perda de qualquer horizonte de estabilidade, num sistema onde o tempo se transforma num instrumento de controlo.
A DECLARATION OF POETIC DISOBEDIENCE FROM THE NEW BORDER
Guillermo Gómez-Peña, Gustavo Vazquez
2005 | EUA | 15'Filme-ensaio performativo que articula voz, corpo e discurso para interrogar a fronteira como espaço de exclusão, controlo e violência histórica. A partir de referências a diferentes territórios — da Faixa de Gaza às fronteiras dos Estados Unidos — o filme convoca as experiências de deslocamento, colonialismo e racismo estrutural como formas de confinamento sem muros, onde populações inteiras vivem sob regimes permanentes de vigilância, espera e precariedade legal.
Inserido nesta sessão, o filme desloca a noção de cárcere para o campo geopolítico, onde a fronteira surge como dispositivo contemporâneo de detenção, produzindo sujeitos suspensos entre territórios, direitos e identidades, e onde a resistência se manifesta sobretudo como gesto simbólico, poético e político.
~QUI 12.02 | 21h
CÁRCERE SOMBRA ~ repressão, memória e resistência
O cárcere como instrumento directo de repressão política, onde a prisão é ferramenta de controle, tortura e opressão da dissidência. Em contextos autoritários, o encarceramento torna-se um mecanismo central de controlo social, operando tanto sobre os corpos dos detidos como sobre as suas redes afetivas, produzindo medo, silêncio e apagamento histórico.
A partir de arquivos da polícia política portuguesa e de imagens clandestinas realizadas dentro de uma prisão brasileira, os filmes revelam diferentes formas de violência institucional: a vigilância sistemática, a tortura, o desaparecimento, mas também a greve de fome, a auto-organização e a luta pela memória. O cárcere surge aqui como espaço de tentativa de anulação política, mas também como lugar de resistência, onde a imagem se torna prova, gesto de denúncia e ferramenta de sobrevivência coletiva.
Mais do que reconstruir factos, estes filmes confrontam o presente com as marcas persistentes da repressão, mostrando como os regimes autoritários continuam a operar na memória, nas famílias e nas estruturas de poder, mesmo depois do fim formal das ditaduras.
LUZ OBSCURA
Susana de Sousa Dias
2017 | PT | 77'
Que rede familiar se esconde por detrás de um único preso político? Como dar corpo a quem desapareceu sem nunca ter tido existência histórica? Partindo de fotografias da polícia política portuguesa (1926-1974), o filme procura revelar como um sistema autoritário opera na intimidade familiar, fazendo emergir, simultaneamente, zonas de recalcamento actuantes no presente.
ÁGUA, AÇÚCAR E SAL
Coletivo de Presos Políticos do Presídio Frei Caneca
1979 | BR | 15'
Em agosto de 1979, momento em que o debate público se voltava para a formulação da Lei da Amnistia no Brasil, "Água, açúcar e sal" foi filmado clandestinamente dentro do presídio Frei Caneca, no Rio de Janeiro, para registar a greve de fome de 14 presos políticos, que durou 32 dias. Os presos pretendiam mobilizar a opinião pública e chamar a atenção sobre a importância da ampliação da Lei da Amnistia.
O filme foi realizado pelo Coletivo de Presos Políticos do Presídio Frei Caneca. Na ficha catalográfica do filme original, guardado no Arquivo Nacional, a direção é atribuída a Paulo Jabur, Nelson Rodrigues Jr, Noilton Nunes e Rubens Corveto.
~TER 17.02 | 21h
CONFIGURAÇÕES DE GÉNERO ~ prisão, desigualdade e afectos
Trazemos para o centro as experiências de mulheres, mães e filhas que tiveram as suas vidas impactadas pela prisão. É a prisão diferente para as mulheres?. Mais do que um espaço neutro de punição, o cárcere surge aqui como dispositivo que amplifica desigualdades sociais, morais e afetivas, inscrevendo-se de forma particular nos corpos e nas trajetórias femininas.
Entre o documentário televisivo, a ficção e o cinema autogerido, os filmes revelam como a reclusão atravessa histórias de vida marcadas por violência estrutural, exclusão social, maternidade interrompida e estigmatização. A prisão aparece tanto como lugar de confinamento físico como de julgamento moral, onde se cruzam expectativas normativas sobre o que significa ser mulher, mãe, cuidadora ou sujeito desejável dentro da ordem social.
Ao deslocar o olhar para dentro das experiências íntimas e relacionais, estes filmes mostram que o cárcere não se limita às paredes da instituição, prolongando-se nas famílias, nos vínculos afetivos e nas formas de existir no mundo.
UMA ALZIRA COMO TANTAS OUTRAS
Antónia de Sousa, Maria Antónia Palla, Cinequipa
Série Nome Mulher | 1976 | RTP1 | 40'
Documentário sobre o percurso de vida de Alzira, reclusa no Estabelecimento Prisional de Tires, e sobre o meio familiar, social e cultural em que cresceu, após condenação pela morte do filho.
OS PRISIONEIROS
Margarida Madeira
2014 | PT | 07'16''
Ivo vive agora fora, mas gostaria de estar lá dentro, onde estão a mãe e o irmão mais novo. O Sérgio viveu lá dentro, mas a irmã estava lá fora. A casa é dentro ou fora destas paredes? E a liberdade? De que lado está a liberdade?
A curta-metragem Os Prisioneiros é uma adaptação e interpretação do livro As Prisioneiras - Mães atrás das grades de Isabel Nery.
ANTI MULLERES. EXISTIR MAL
Beatriz Saiáns
2015 | Galiza | 24’Documentário autogerido que dá voz a várias mulheres do norte de Espanha, partilhando como a experiência da prisão as afeta. Entre histórias de maternidade, estigmatização e desigualdade estrutural, o filme mostra como a reclusão amplifica diferenças sociais e de género, atravessando não apenas os corpos das detidas, mas também as suas redes afetivas e relações familiares.
~QUA 18.02 | 19h30
CARTAS INSUBMISSAS ~ escrita, voz e resistência
Esta noite propõe um encontro entre leitura e cinema como formas complementares de escuta, partilha e resistência. Em parceria com o coletivo Vozes de Dentro e o Clube de Leitura Crítica Marginal, o programa parte de cartas escritas por pessoas em situação de reclusão, reunidas na zine Cartas Insubmissas, para pensar a escrita como gesto político, ferramenta de denúncia e tentativa de romper o isolamento imposto pelo sistema prisional.
As cartas dão acesso a uma dimensão raramente visível do cárcere: a experiência subjetiva de quem vive entre grades, marcada pela distância forçada, pela violência institucional, pela fragilidade dos laços familiares e pela luta quotidiana para manter alguma forma de dignidade e presença no mundo. Escrever torna-se, aqui, uma forma de existir para lá da condição de detido, de reclamar voz num espaço construído para o silenciamento.
O filme A Mala inscreve-se neste gesto, prolongando no campo do cinema aquilo que as cartas já fazem na palavra escrita: tornar sensível a dimensão afetiva e política da prisão, onde a reclusão não se limita ao corpo, mas se estende às relações, ao tempo e à própria possibilidade de futuro.
Clube de Leitura Crítica Marginal
Cartas Insubmissas ~ Vozes de Dentro
A MALA
Sara Williams
2023 | PT | 8'Através de uma carta escrita em 2022 por uma mulher presidiária em Portugal, incluída na zine ‘’Cartas Insubmissas’’ do colectivo Vozes de Dentro, viajamos entre o universo desesperante da pressão psicológica de quem pretende salvar um filho e encontra, nessa tentativa, castigo da privação de liberdade e afastamento total da sua família.
* Vozes de Dentro é um colectivo ligado às lutas das pessoas reclusas e das suas famílias, composto por pessoas presas e pessoas de fora dos muros que as acompanham e apoiam.
~QUI 26.02 | 21h
PROTAGONISTAS DA PRÓPRIA HISTÓRIA ~ memória, voz e invenção
A experiência do cárcere não se limita ao corpo ou ao espaço físico; ela tende a apagar memórias, silenciar vozes e homogeneizar identidades. Esta sessão coloca em foco o poder de quem retoma a própria história, transformando memória em ação e voz em criação. Ao reivindicar o direito de nomear, imaginar e reinventar a própria experiência, emerge um gesto coletivo de resistência que desafia o apagamento e afirma a diversidade das identidades. Trata-se de um olhar sobre a prisão que não apenas mostra confinamento, mas evidencia como memória, expressão e invenção se tornam instrumentos de empoderamento e afirmação pessoal e social.
REAS
Lola Arias
2024 | AR | 82’
Quando Lola Arias imaginou este filme, o seu plano era criar uma grande produção artística com as reclusas da prisão de Buenos Aires. Entretanto, com o surgimento da pandemia, as visitas à prisão tornaram-se impossíveis e a realizadora teve de mudar de plano. Eis, então, que surge Reas: uma mistura do documentário com o musical, em que ex-presidiárias, cis e trans, reencenam a sua vida na prisão através das suas memórias e imaginaram um futuro para as suas vidas, num trabalho colectivo interartístico marcado pela multiplicidade de identidades.
~Sab 28.02 | 16h
CAMINHOS PARA A LIBERDADE
Mais do que denunciar as violências do sistema prisional, este momento propõe repensar a pergunta fundamental: e se a prisão não fosse inevitável? A partir de perspetivas abolicionistas, críticas e coletivas, abre-se um espaço para imaginar outras formas de justiça, cuidado e convivência, onde a liberdade deixa de ser exceção e passa a ser horizonte político.
O filme e a conversa convidam a pensar a prisão não como destino, mas como construção histórica — e, por isso mesmo, passível de ser transformada e superada.
REJAS, SUSPIROS y LLAVES. Un documental abolicionista penal
Ezequiel Altamirano e Maximiliano Postay
2014 | AR | 68''Documentário que propõe uma reflexão radical sobre a possibilidade de um mundo sem prisões e sem sistema penal. A partir de uma perspetiva explicitamente abolicionista, o filme reúne testemunhos de pessoas diretamente ligadas à realidade carcerária — reclusos, ex-reclusos, familiares, ativistas e investigadores — para questionar a função social da prisão e os seus efeitos sobre os corpos, as comunidades e as formas de vida.
Sem recorrer a eufemismos nem a discursos conciliatórios, o filme assume uma posição crítica clara, deslocando o debate do campo da reforma para o da imaginação política, onde a prisão deixa de ser pensada como inevitável e passa a ser interrogada como construção histórica, ideológica e passível de desaparecimento.
| 17h30
Conversa com o colectivo Vozes de Dentro
| 20h
Jantar benefit para vozes de dentro
| 22h
iana
Improviso experimental electrónico
+Info instagram: @cinemanamula
O projeto cinemanamula existe desde 2023 e tem vindo a apresentar programas temáticos, conversas e debates com cineastas, bem como um trabalho curatorial continuado, com um caráter crítico e experimental, sempre fora dos circuitos comerciais.
~
Vozes de Dentro é um colectivo ligado às lutas das pessoas reclusas e das suas famílias, composto por pessoas presas e pessoas de fora dos muros que as acompanham e apoiam.
*
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] CINEMANAMULA [ Para Além das Grades
Cooperativa Mula, terça-feira, 10 de fevereiro às 21:00 GMT
[ 5 - 10 - 12 - 17 - 26 | 21h ]
[ 18 | 19.30h ]
[ 26 | 16h - 01h ]
Entrada Livre
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Para Além das Grades
~ cárcere, resistência e liberdade ~
O que é uma prisão? Onde começa? Tem um fim? É um edifício com celas, muros e arame farpado, ou um sistema que cerceia as nossas vidas e se infiltra nas instituições, nos territórios, nos corpos, nas memórias e nos sentidos de justiça? Entre panópticos, campos de detenção, bairros sociais e fronteiras militarizadas, o cárcere assume formas múltiplas e nem sempre visíveis, organizando a vida através da vigilância, do controlo, da espera e da exclusão.
Este ciclo propõe um olhar alargado sobre o confinamento, atravessando diferentes contextos históricos, políticos e geográficos. Da repressão política e social às prisões administrativas de migrantes, do hospital psiquiátrico aos dispositivos urbanos de segregação, os filmes mostram como a lógica carcerária ultrapassa o espaço físico da prisão e se torna um modo de gestão social, produzindo isolamento, silenciamento e vulnerabilidade.
Em resistência, emergem vozes, gestos e práticas que desafiam essa lógica: a memória, a escrita, a imagem, a performance, a organização coletiva. Entre documentário, ensaio, drama, animação e manifesto, Para Além das Grades reúne um conjunto de filmes que não exibem o cárcere, mas procuram pensar como ele opera,e como pode ser questionado e superado a partir das experiências concretas de quem o vive, o atravessa ou o enfrenta.
QUI 05.02 | 21h
Arquitetura Carcerária ~ espaço, imagem e controlo
Esta primeira sessão parte da prisão como forma explícita de reclusão, mas avança para outros dispositivos de controlo onde o cárcere se estende para além das grades e se infiltra nas instituições, nas imagens e no território urbano.
Entre vigilância, internamento psiquiátrico e segregação habitacional, os filmes propõem uma leitura alargada do cárcere como modo de organizar espaços, corpos e vidas.
I THOUGHT I WAS SEEING CONVICTS
Harun Farocki
2000 | DE | 25’’
Filme-ensaio, construído a partir de imagens de vigilância provenientes de sistemas de controlo carcerário. Câmaras fixas enquadram pátios, corredores e zonas de circulação onde os reclusos passam breves períodos sob observação permanente.
Em vários registos, confrontos entre prisioneiros são acompanhados à distância, enquanto os corpos aprendem a reagir antecipadamente à lógica do sistema — deitando-se no chão, imobilizando-se, tornando-se legíveis para a câmara. As imagens, silenciosas e repetitivas, revelam a proximidade entre o campo de visão da vigilância e o campo de ação armada: ver e intervir tornam-se gestos indissociáveis. O filme transforma o próprio dispositivo de vigilância numa leitura crítica da prisão, onde arquitectura, imagem e poder operam no mesmo plano.
JAIME
António Reis (e Margarida Cordeiro)
1974 | PT | 35’
Obra de referência do novo cinema português e primeiro filme de António Reis — em colaboração não creditada com a psiquiatra Margarida Cordeiro —, a obra aproxima-se da vida e da criação de Jaime Fernandes, camponês da freguesia do Barco (Covilhã, Beira Baixa), diagnosticado com esquizofrenia paranóica aos 38 anos e internado no Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa, onde viveria até à sua morte, em 1967, aos 69 anos.
É aos 65 anos que começa a desenhar e a pintar, produzindo, nos últimos três anos de vida, centenas de desenhos e textos, uma obra tardia e singular. Filmado no interior do próprio hospital, Jaime cruza o retrato de um homem com a presença material de um espaço de reclusão, incluindo a enfermaria-prisão panóptica, dispositivo arquitectónico de vigilância e controlo que faz do hospital não apenas um cenário, mas um elemento central na leitura política e espacial do filme.
ALTAS CIDADES DE OSSADAS
João Salaviza
2019 | PT | 18’
Karlon, nascido na Pedreira dos Húngaros e pioneiro do rap crioulo, fugiu do bairro onde foi realojado. Noites de vigília, sob um febril calor tropical. Entre as canas de açúcar, um rumor. Karlon não parou de cantar. Altas Cidades de Ossadas é um tateio inquisitivo e imaginativo às suas memórias, ao cerco institucional, e às histórias submersas de um tempo sombrio.
Inserido nesta sessão, o filme permite alargar a reflexão sobre a arquitectura da reclusão ao plano urbano, onde os bairros sociais surgem como dispositivos de reorganização e delimitação das populações, operando formas de confinamento e segregação fora do sistema prisional, mas igualmente estruturadas pelo espaço e pelas políticas de controlo territorial.
~TER 10.02 | 21h
Dimensões do Cárcere ~ campos de detenção, zonas de espera, territórios suspensos
A noção de cárcere é aqui deslocada para fora dos espaços institucionais clássicos, explorando formas contemporâneas de reclusão sem muros fixos: campos de refugiados, centros de detenção administrativa e fronteiras militarizadas. Aqui, o cárcere deixa de ser apenas um edifício e passa a ser uma condição política e espacial que organiza a vida de populações inteiras em estado de exceção permanente.
A fronteira surge como prisão móvel, onde estatutos legais precários, checkpoints, perfis raciais e regimes de circulação produzem zonas de espera prolongada, suspendendo o tempo e transformando a mobilidade num privilégio. Estas formas de controlo estão profundamente ligadas a histórias de colonialismo, expropriação e ocupação, que continuam a estruturar desigualdades no presente.
Os filmes desta sessão atravessam diferentes geografias para pensar o cárcere como um dispositivo expandido e difuso. Entre testemunho, ensaio e performance, emergem também gestos de resistência simbólica, onde a voz, a memória e a imaginação se afirmam como formas de desobediência face a regimes de vigilância, exclusão e apagamento.
VIDEOMAPPINGS: Aida, Palestine
Till Roeskens
2009 | FR | 46’
No ecrã, vemos outro ecrã, e é isso. Gradualmente começa a encher-se: primeiro uma árvore, uma doce memória de uma vida com azeite da cor do ouro. Depois surgem esboços rudimentares na superfície branca. A primeira tenda do campo de refugiados de Aida foi montada pela família de Sabha Kader Abusrour em 1956. Ao falar sobre este campo perto de Belém, a sua voz é tão raivosa quanto o seu desenho é infantil. Este é o lugar que milhares de palestinianos deslocados agora chamam de casa. Eles perderam tudo. Não os vemos, mas apenas ouvimos as suas vozes e o som da caneta de feltro que estão a usar na tentativa de desenhar a sua existência. O segundo desenho representa um mapa dos arredores do campo, tal como vivido por Mahmoud Issa. Ele enfrentou o arame farpado e as patrulhas para uma excursão romântica para ver uma rapariga do outro lado da fronteira. Mas a sua viagem a Barsheeba resultou num encontro muito diferente daquele que esperava. Perto do posto de controle, um soldado israelita disparou contra ele e falhou. Os dois jovens conversaram durante horas, ali numa terra de ninguém, invisíveis e momentaneamente livres do peso da história.LIMBO
G. Hofer e M. Calore
2014 | IT | 56'
Documentário sobre migrantes detidos em centros de detenção e expulsão italianos (C.I.E.), que acompanha o impacto dessa reclusão nas suas vidas e nas das suas famílias. Pessoas com as suas vidas já bem estabelecidas fora do seu país de origem são subitamente detidas por irregularidades administrativas, entrando num regime de prisão sem prazo definido.
Entre a incerteza, a espera e o risco permanente de deportação, o filme acompanha as consequências desta suspensão forçada: separações familiares, precariedade económica e a perda de qualquer horizonte de estabilidade, num sistema onde o tempo se transforma num instrumento de controlo.
A DECLARATION OF POETIC DISOBEDIENCE FROM THE NEW BORDER
Guillermo Gómez-Peña, Gustavo Vazquez
2005 | EUA | 15'Filme-ensaio performativo que articula voz, corpo e discurso para interrogar a fronteira como espaço de exclusão, controlo e violência histórica. A partir de referências a diferentes territórios — da Faixa de Gaza às fronteiras dos Estados Unidos — o filme convoca as experiências de deslocamento, colonialismo e racismo estrutural como formas de confinamento sem muros, onde populações inteiras vivem sob regimes permanentes de vigilância, espera e precariedade legal.
Inserido nesta sessão, o filme desloca a noção de cárcere para o campo geopolítico, onde a fronteira surge como dispositivo contemporâneo de detenção, produzindo sujeitos suspensos entre territórios, direitos e identidades, e onde a resistência se manifesta sobretudo como gesto simbólico, poético e político.
~QUI 12.02 | 21h
CÁRCERE SOMBRA ~ repressão, memória e resistência
O cárcere como instrumento directo de repressão política, onde a prisão é ferramenta de controle, tortura e opressão da dissidência. Em contextos autoritários, o encarceramento torna-se um mecanismo central de controlo social, operando tanto sobre os corpos dos detidos como sobre as suas redes afetivas, produzindo medo, silêncio e apagamento histórico.
A partir de arquivos da polícia política portuguesa e de imagens clandestinas realizadas dentro de uma prisão brasileira, os filmes revelam diferentes formas de violência institucional: a vigilância sistemática, a tortura, o desaparecimento, mas também a greve de fome, a auto-organização e a luta pela memória. O cárcere surge aqui como espaço de tentativa de anulação política, mas também como lugar de resistência, onde a imagem se torna prova, gesto de denúncia e ferramenta de sobrevivência coletiva.
Mais do que reconstruir factos, estes filmes confrontam o presente com as marcas persistentes da repressão, mostrando como os regimes autoritários continuam a operar na memória, nas famílias e nas estruturas de poder, mesmo depois do fim formal das ditaduras.
LUZ OBSCURA
Susana de Sousa Dias
2017 | PT | 77'
Que rede familiar se esconde por detrás de um único preso político? Como dar corpo a quem desapareceu sem nunca ter tido existência histórica? Partindo de fotografias da polícia política portuguesa (1926-1974), o filme procura revelar como um sistema autoritário opera na intimidade familiar, fazendo emergir, simultaneamente, zonas de recalcamento actuantes no presente.
ÁGUA, AÇÚCAR E SAL
Coletivo de Presos Políticos do Presídio Frei Caneca
1979 | BR | 15'
Em agosto de 1979, momento em que o debate público se voltava para a formulação da Lei da Amnistia no Brasil, "Água, açúcar e sal" foi filmado clandestinamente dentro do presídio Frei Caneca, no Rio de Janeiro, para registar a greve de fome de 14 presos políticos, que durou 32 dias. Os presos pretendiam mobilizar a opinião pública e chamar a atenção sobre a importância da ampliação da Lei da Amnistia.
O filme foi realizado pelo Coletivo de Presos Políticos do Presídio Frei Caneca. Na ficha catalográfica do filme original, guardado no Arquivo Nacional, a direção é atribuída a Paulo Jabur, Nelson Rodrigues Jr, Noilton Nunes e Rubens Corveto.
~TER 17.02 | 21h
CONFIGURAÇÕES DE GÉNERO ~ prisão, desigualdade e afectos
Trazemos para o centro as experiências de mulheres, mães e filhas que tiveram as suas vidas impactadas pela prisão. É a prisão diferente para as mulheres?. Mais do que um espaço neutro de punição, o cárcere surge aqui como dispositivo que amplifica desigualdades sociais, morais e afetivas, inscrevendo-se de forma particular nos corpos e nas trajetórias femininas.
Entre o documentário televisivo, a ficção e o cinema autogerido, os filmes revelam como a reclusão atravessa histórias de vida marcadas por violência estrutural, exclusão social, maternidade interrompida e estigmatização. A prisão aparece tanto como lugar de confinamento físico como de julgamento moral, onde se cruzam expectativas normativas sobre o que significa ser mulher, mãe, cuidadora ou sujeito desejável dentro da ordem social.
Ao deslocar o olhar para dentro das experiências íntimas e relacionais, estes filmes mostram que o cárcere não se limita às paredes da instituição, prolongando-se nas famílias, nos vínculos afetivos e nas formas de existir no mundo.
UMA ALZIRA COMO TANTAS OUTRAS
Antónia de Sousa, Maria Antónia Palla, Cinequipa
Série Nome Mulher | 1976 | RTP1 | 40'
Documentário sobre o percurso de vida de Alzira, reclusa no Estabelecimento Prisional de Tires, e sobre o meio familiar, social e cultural em que cresceu, após condenação pela morte do filho.
OS PRISIONEIROS
Margarida Madeira
2014 | PT | 07'16''
Ivo vive agora fora, mas gostaria de estar lá dentro, onde estão a mãe e o irmão mais novo. O Sérgio viveu lá dentro, mas a irmã estava lá fora. A casa é dentro ou fora destas paredes? E a liberdade? De que lado está a liberdade?
A curta-metragem Os Prisioneiros é uma adaptação e interpretação do livro As Prisioneiras - Mães atrás das grades de Isabel Nery.
ANTI MULLERES. EXISTIR MAL
Beatriz Saiáns
2015 | Galiza | 24’Documentário autogerido que dá voz a várias mulheres do norte de Espanha, partilhando como a experiência da prisão as afeta. Entre histórias de maternidade, estigmatização e desigualdade estrutural, o filme mostra como a reclusão amplifica diferenças sociais e de género, atravessando não apenas os corpos das detidas, mas também as suas redes afetivas e relações familiares.
~QUA 18.02 | 19h30
CARTAS INSUBMISSAS ~ escrita, voz e resistência
Esta noite propõe um encontro entre leitura e cinema como formas complementares de escuta, partilha e resistência. Em parceria com o coletivo Vozes de Dentro e o Clube de Leitura Crítica Marginal, o programa parte de cartas escritas por pessoas em situação de reclusão, reunidas na zine Cartas Insubmissas, para pensar a escrita como gesto político, ferramenta de denúncia e tentativa de romper o isolamento imposto pelo sistema prisional.
As cartas dão acesso a uma dimensão raramente visível do cárcere: a experiência subjetiva de quem vive entre grades, marcada pela distância forçada, pela violência institucional, pela fragilidade dos laços familiares e pela luta quotidiana para manter alguma forma de dignidade e presença no mundo. Escrever torna-se, aqui, uma forma de existir para lá da condição de detido, de reclamar voz num espaço construído para o silenciamento.
O filme A Mala inscreve-se neste gesto, prolongando no campo do cinema aquilo que as cartas já fazem na palavra escrita: tornar sensível a dimensão afetiva e política da prisão, onde a reclusão não se limita ao corpo, mas se estende às relações, ao tempo e à própria possibilidade de futuro.
Clube de Leitura Crítica Marginal
Cartas Insubmissas ~ Vozes de Dentro
A MALA
Sara Williams
2023 | PT | 8'Através de uma carta escrita em 2022 por uma mulher presidiária em Portugal, incluída na zine ‘’Cartas Insubmissas’’ do colectivo Vozes de Dentro, viajamos entre o universo desesperante da pressão psicológica de quem pretende salvar um filho e encontra, nessa tentativa, castigo da privação de liberdade e afastamento total da sua família.
* Vozes de Dentro é um colectivo ligado às lutas das pessoas reclusas e das suas famílias, composto por pessoas presas e pessoas de fora dos muros que as acompanham e apoiam.
~QUI 26.02 | 21h
PROTAGONISTAS DA PRÓPRIA HISTÓRIA ~ memória, voz e invenção
A experiência do cárcere não se limita ao corpo ou ao espaço físico; ela tende a apagar memórias, silenciar vozes e homogeneizar identidades. Esta sessão coloca em foco o poder de quem retoma a própria história, transformando memória em ação e voz em criação. Ao reivindicar o direito de nomear, imaginar e reinventar a própria experiência, emerge um gesto coletivo de resistência que desafia o apagamento e afirma a diversidade das identidades. Trata-se de um olhar sobre a prisão que não apenas mostra confinamento, mas evidencia como memória, expressão e invenção se tornam instrumentos de empoderamento e afirmação pessoal e social.
REAS
Lola Arias
2024 | AR | 82’
Quando Lola Arias imaginou este filme, o seu plano era criar uma grande produção artística com as reclusas da prisão de Buenos Aires. Entretanto, com o surgimento da pandemia, as visitas à prisão tornaram-se impossíveis e a realizadora teve de mudar de plano. Eis, então, que surge Reas: uma mistura do documentário com o musical, em que ex-presidiárias, cis e trans, reencenam a sua vida na prisão através das suas memórias e imaginaram um futuro para as suas vidas, num trabalho colectivo interartístico marcado pela multiplicidade de identidades.
~Sab 28.02 | 16h
CAMINHOS PARA A LIBERDADE
Mais do que denunciar as violências do sistema prisional, este momento propõe repensar a pergunta fundamental: e se a prisão não fosse inevitável? A partir de perspetivas abolicionistas, críticas e coletivas, abre-se um espaço para imaginar outras formas de justiça, cuidado e convivência, onde a liberdade deixa de ser exceção e passa a ser horizonte político.
O filme e a conversa convidam a pensar a prisão não como destino, mas como construção histórica — e, por isso mesmo, passível de ser transformada e superada.
REJAS, SUSPIROS y LLAVES. Un documental abolicionista penal
Ezequiel Altamirano e Maximiliano Postay
2014 | AR | 68''Documentário que propõe uma reflexão radical sobre a possibilidade de um mundo sem prisões e sem sistema penal. A partir de uma perspetiva explicitamente abolicionista, o filme reúne testemunhos de pessoas diretamente ligadas à realidade carcerária — reclusos, ex-reclusos, familiares, ativistas e investigadores — para questionar a função social da prisão e os seus efeitos sobre os corpos, as comunidades e as formas de vida.
Sem recorrer a eufemismos nem a discursos conciliatórios, o filme assume uma posição crítica clara, deslocando o debate do campo da reforma para o da imaginação política, onde a prisão deixa de ser pensada como inevitável e passa a ser interrogada como construção histórica, ideológica e passível de desaparecimento.
| 17h30
Conversa com o colectivo Vozes de Dentro
| 20h
Jantar benefit para vozes de dentro
| 22h
iana
Improviso experimental electrónico
+Info instagram: @cinemanamula
O projeto cinemanamula existe desde 2023 e tem vindo a apresentar programas temáticos, conversas e debates com cineastas, bem como um trabalho curatorial continuado, com um caráter crítico e experimental, sempre fora dos circuitos comerciais.
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Vozes de Dentro é um colectivo ligado às lutas das pessoas reclusas e das suas famílias, composto por pessoas presas e pessoas de fora dos muros que as acompanham e apoiam.
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