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#justicaclimatica — Public Fediverse posts

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  1. Uma ótima matéria sobre os impactos da transição para Energia Elétrica para a etnia Sami.

    Também compara a situação dos povos Indígenas na Noruega com a do Brasil não se limitando a repressão mas também a participação indígena nos esportes.

    m.youtube.com/watch?v=cdi_4tMX

    #Noruega #Noorwegen #Brasil #Brazil #Indigenous #Indigenas #ClimateJustice #JustiçaClimatica

  2. LISBOA ESTÁ UMA ESTUFA! 🥵

    Enquanto os culpados por este calor - os sucessivos governos, as empresas fósseis e os ultra-ricos - se refugiam nas suas residências de luxo, a grande parte da população em Portugal e no mundo é exposta ao calor extremo cada vez mais fatal.

    O IPMA emitiu um alerta vermelho de calor para quinta-feira.
    Por favor, tenham cuidado e vão com calma! 🐢

    #AlteraçõesClimáticas #JustiçaClimática

  3. O que os direitos digitais têm a ver com a crise climática?

    América Latina vive nova encruzilhada colonial. Norte busca capturar suas terras raras e controlar, por meio das big techs, seu espaço público. Coesão social e natureza estão em risco, mas surgem alternativas. As decisões políticas, mais uma vez, definirão o destino

    outraspalavras.net/tecnologiae

  4. Antes do Dilúvio

    Associação Observalícia, sexta-feira, 29 de maio às 21:30 GMT+1

    Como é possível ficar indiferente aos efeitos das enchentes e secas ‘inesperadas’ que têm abalado a nossa terra, em intensidade e frequência sem precedentes? Como é possível ignorar a poluição gerada pela indústria do combustível fóssil, que contamina o ar dos vivos e mina o bem-estar dos que ainda estão por vir?

    O ator e ativista ambiental Leonardo DiCaprio busca as respostas a essas perguntas no documentário "Before the Flood" (Antes do Dilúvio), com direção de Fisher Stevens.

    Portugal: desde 2000, os incêndios florestais consumiram cerca de 3,5 milhões de hectares — mais de três vezes a área total do Distrito de Coimbra. Em 2025, arderam 260 569 hectares (aproximadamente 2,8% da superfície continental). As ondas de calor tornaram-se 200 vezes mais prováveis do que antes da era industrial: antes seriam esperadas menos de 1 vez em 2 500 anos, ocorrem agora em média a cada 12 anos.

    Além disso, as tempestades e cheias entre 2017 e 2023 provocaram prejuízos superiores a 1,5 mil milhões de euros, destruindo infraestruturas, afetando milhares de famílias e deixando comunidades inteiras em situação de vulnerabilidade social. O setor agrícola foi particularmente atingido, com perdas de colheitas e rendimentos, agravando desigualdades regionais e aumentando a pressão sobre os serviços públicos de apoio.

    Estes números não são abstrações: representam comunidades deslocadas por enchentes, agricultores que perderam colheitas devido à seca e milhões de pessoas expostas a ondas de calor cada vez mais intensas.

    🎬 Exibição: No documentário Antes do Dilúvio (Before the Flood), Leonardo DiCaprio procura respostas para estas questões, mostrando como a poluição e a dependência dos combustíveis fósseis estão a comprometer o futuro da Terra.

    Detalhes do Evento

    📅 Data: Sexta-feira, 29 de maio de 2026

    🕤 Hora: 21h30

    📍 Local: Observalícia – Rua Nova de Santa Cruz, 369, loja 18, Braga, Portugal

    ✨ No final: conversa em grupo, música e partilha de ideias.

    Informação adicional

    Pré-evento do Encontro pela Justiça Climática – Norte de Portugal, que terá lugar no dia 20 de junho de 2026 em Guimarães, Portugal.

    https://eventos.coletivos.org/event/encontro-pela-justica-climatica-no-norte

    👉 Não faltes: é hora de transformar a consciência em ação.

    eventos.coletivos.org/event/an

  5. Encontro pela Justiça Climática no Norte

    Cineclube de Guimarães, sábado, 20 de junho às 09:00 GMT+1

    🌍 Encontro pela Justiça Climática no Norte

    As alterações climáticas não afectam todas as pessoas da mesma forma. Enquanto algumas populações enfrentam ondas de calor, incêndios, poluição, habitação precária ou insegurança alimentar, outras são favorecidas por modelos económicos que aprofundam a crise ecológica e as desigualdades sociais.

    Nas cidades, sentimos os impactos através da poluição, do turismo intensivo, da especulação imobiliária ou da dependência energética. Nos territórios rurais, vemos o abandono, os incêndios, a mineração, as monoculturas intensivas e a perda de biodiversidade e de modos de vida tradicionais.

    Mas existem também instrumentos democráticos e formas de organização colectiva capazes de transformar os territórios a partir da base.

    O Encontro pela Justiça Climática no Norte pretende juntar movimentos, colectivos, associações e pessoas interessadas em construir respostas concretas, democráticas e socialmente justas para os desafios ecológicos do nosso tempo.

    📍 Cineclube de Guimarães: Largo da Misericórdia 19, 4810-269 Guimarães
    📅 20 de Junho de 2026: 9h00 - 17h30


    Inscrições:
    https://forms.gle/gwa61uyfeoMMAugS9

    Programa

    Como reforçar a voz dos grupos mais afetados pelo colapso climático?

    9h00 Acolhimento e abertura [Vera Diogo, MUBi e Coop99]

    9h30 Testemunhos de territórios e movimentos  

    ·       Um ecossistema ativista [Alcides Barbosa, XR Minho]
    ·       Construção de movimento: a experiência de Covas do Barroso [Carla Gomes, UDCB]
    ·       Jovens pela justiça climática [Liliana Moreira, OPE]

    10h00 Mesas de trabalho 

    ·       Projeto EJMapping, inquérito nacional de conflitos ambientais [Gustavo Garcia, ECOSOC e ClimAção Centro]
    ·       Empoderamento das comunidades atingidas por incêndios [Alice Gato, Climáximo]
    ·       Trabalho em rede - exercício de speed collaborating [Maria João Marques, OPE]

    11h00 Plenário

    ·       Apresentação de conclusões e debate 

    12h00 Almoço livre

    O que está a falhar nos nossos sistemas de decisão?

    13h30 Testemunhos de territórios e movimentos  

    ·       A experiência do Laboratório de Ação Cívica de Guimarães [a definir, LAC]
    ·       Um mundo sem políticos [Pedro Macedo, Provedor do Clima]
    ·       Justiça climática no México [José Neves, Observalicia e Gato Vadio]

    14h00 Mesas de trabalho

    ·       Antropologia visual como método de intervenção [Fernando Antunes Amaral]
    ·       Cooperativismo integral e economia regenerativa [Vera Diogo e Maria Marques, Coop99]
    ·       Conversa com ativistas do México [Catarina Mouta/José Neves]

    15h00 Plenário

    ·       Apresentação de conclusões e debate 

    15h30 Intervalo

    16h00 Conversa aberta sobre governança climática, com participação de:

    ·       Daniela Silva, Universidade do Minho
    ·       Paulo Magalhães, Casa Comum da Humanidade
    ·       Presidente da CM Lousada (a confirmar)

    17h30 Encerramento [Catarina Mouta]

    CANCELADO: 21h30 A Savana e a Montanha
    Filme documentário do cineasta português Paulo Carneiro, reconstituição da luta de um povo pelas suas terras.

    Mesas de trabalho, algumas notas

    Projeto EJMapping, inquérito nacional de conflitos ambientais [Gustavo Garcia, ECOSOC e ClimAção Centro]
    Apresentação de resultados preliminares do projeto EJMapping, inquérito nacional de conflitos ambientais, onde se identificaram padrões enquanto tipos de projetos conflituosos, impactos sociais e injustiças, ações de defesa ambiental, resultados, e possíveis soluções futuras. Incluirá um exercício de mapeamento colaborativo de conflitos da região norte, utilizando como guia as perguntas do inquérito. 

    Empoderamento das comunidades atingidas por incêndios [Alice Gato, Climáximo]
    No último ano, o Climáximo tem estado a trabalhar junto a comunidades de alguns dos territórios mais fustigados pelos incêndios florestais em Portugal para perceber como visibilizar estes efeitos da crise climática e agir para evitar os piores cenários. Aprenderam muito, tanto das comunidades atingidas pelos incêndios e do trabalho conjunto desenvolvido, como das experiências de comunidades atingidas por outros efeitos da crise climática noutros países. Nesta mesa de trabalho, irão partilhar algumas das coisas que aprenderam, quer sobre formas de organização comunitária a nível local, quer sobre articulação das lutas a nível nacional. Serão debatidos os próximos passos a dar em conjunto.  

    Trabalho em rede - exercício de speed collaborating [Maria João Marques, OPE]
    Basicamente é usar a mecânica de Speed Dating para pôr os diferentes participantes a encontrarem-se dois a dois, e perceberem, no tempo que tiverem para conversar, o que são as áreas de atuação de cada um (ou dos coletivos que estejam a representar) e pensar numa ideia de como podem colaborar entre si no tema da justiça climática. 

    Antropologia visual como método de intervenção [Fernando Antunes Amaral]
    Breve introdução à antropologia visual comprometida com questões eco-sociais, o caso do vídeo activismo como ferramenta para escutar as populações locais e ajudar a dar visibilidade a causas; inclui questões de ordem técnica (editar vídeo, equipamento para recolha de vídeo e áudio).

    Cooperativismo integral e economia regenerativa [Vera Diogo e Maria Marques, Coop99]
    1% da população mundial tem mais da metade da riqueza. Por isso, nasceu a Coop99 - Cooperativa Integral do Porto, em 2023. Uma cooperativa multisectorial que se propõe como alternativa económica para combater a desigualdade social, e promover "dinâmicas de não dominação e cuidado e a proteção e regeneração ambiental". 

    Conversa com ativistas do México [Catarina Mouta/José Neves]
    Conversa on-line com resistentes ecologistas no México e José Pinheiro Neves, produtor de um documentário do Núcleo de Cinema Colectivo da Observalicia (Braga, Portugal) com o apoio do Núcleo de Cinema da Livraria "Gato Vadio" (Porto).

    Organizações dos participantes 

    Assembleias de Cidadãos Portugal
    Associação Saco de Gatos - Gato Vadio
    AVE - Associação Vimaranense para a Ecologia
    Campo Aberto - Associação de Defesa do Ambiente
    Casa Comum da Humanidade
    Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade – Universidade do Minho
    Centro em Rede de Investigação em Antropologia – Universidade do Minho
    CHANGE - Instituto para as Alterações Globais e Sustentabilidade
    Civitas Braga
    ClimAção Centro
    Climate Alliance Portugal
    Climate Reality Project
    Climáximo
    Coop99 - Cooperativa Integral do Porto
    Cooperativa Raiz Comum
    Corpo Nacional de Escutas
    LAC - Laboratório de Ação Cívica
    MUBi - Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta
    NEABI - Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas
    Observalicia
    Oficina de Ecología e Sociedade
    OPE - Organização para a Promoção dos Ecoclubes de Portugal
    Pacto Climático Europeu
    Provedor do Clima
    Rede para o Decrescimento
    SOS Árvores Braga
    UMAR Braga
    Unidos Em Defesa de Covas do Barroso
    Viana Ciclável
    XR Minho

    Apoio institucional:
    Coordenação Nacional do Pacto Climático Europeu

    Apoio logístico:
    Cineclube de Guimarães
    AVE - Associação Vimaraense para a Ecologia
    Meltino Café

    Contribuições:
    https://opencollective.com/xr-portugal/projects/ejcn#category-CONTRIBUTE

    Mais informações:
    https://eventos.coletivos.org/event/encontro-pela-justica-climatica-no-norte
    https://sites.google.com/view/justicaclimaticanonorte
    http://justicaclimatica.pt/

    Contato:
    [email protected]

    eventos.coletivos.org/event/en

  6. Festival Coopera - Futuros em Rede

    Jardins da Bombarda, sábado, 16 de maio às 10:30 GMT+1

    Nos dias 16 e 17 de maio, o Jardins do Bombarda transforma-se no palco para debater o futuro em rede e em comunidade.

    Cinco conversas, cinco oficinas, três concertos, uma feira de cooperativas e artesanato. Tudo de entrada gratuita para reunir coletivos, ativistas e investigadores em conversas que se querem horizontais e participadas, sobre como construir soluções coletivas para mudar a sociedade através da cooperação e participação na vida pública.

    O Festival Coopera – Futuros em Rede, organizado pela Cooperativa Rizoma, com o apoio da Rede de Cooperativas Integrais, nasce da vontade de aproximar o movimento cooperativo das diversas iniciativas e lutas sociais que também trabalham diariamente por uma sociedade mais justa, ecológica e democrática.

    O Festival Coopera conta com o apoio da CASES, da CONFECOOP, da Junta de Freguesia de Arroios e do Largo Residências. E nós contamos contigo 🌱

    Programa: https://www.rizomacoop.pt/festivalcoopera/

    eventos.coletivos.org/event/fe

  7. OE#8 - Círculo de leitura - Dívida Climática

    Mbongi 67, quinta-feira, 30 de abril às 18:30 GMT+1

    O que é que a dívida externa dos países tem a ver com clima? Venha descobrir lendo o texto de Alicia Maldonado "Não devemos, não pagamos! porque precisamos da anulação da dívida para conseguir justiça climática?".

    O texto integra o número 8 da revista Outras Economias – Dívida: quem deve a quem?, que procurou trazer chaves de leitura e compreensão sobre o que é a dívida dos países, as suas raízes históricas e sistémicas e os efeitos que tem sobre comunidades e países.

    Para aprofundar, debater e construir, de forma conjunta, conhecimento sobre as temáticas abordadas neste número e, em especial, o texto em questão, convidamos para um círculo de leitura que será animado por João Costa.

    Quando? Quinta-feira 30 de abril, das 18h30 às 20h
    Onde? Na Mbongi67, Praceta António Sérgio n.º 4 A, Queluz

    Inscrições aqui até dia 28 de abril.

    eventos.coletivos.org/event/oe

  8. 🔥 Novo artigo na Revista Palafitas
    “Neoliberalismo Verde”
    DOI: doi.org/10.5281/zenodo.17600092
    palafitas.org/2025/11/13/neoli

    O artigo mostra como o capital transforma florestas em commodities — enquanto promete uma sustentabilidade que nunca chega.
    A COP 30, no coração da Amazônia, escancara a disputa:
    de um lado, soluções de mercado;
    do outro, povos da terra dizendo que planeta não é ativo.

    É hora de romper com o neoliberalismo verde.

    #Palafitas #Decolonial #COP30 #EcologiaSocial #JustiçaClimática

  9. Encontro das Beiras pela Justiça Climática

    CooLabora CRL, sábado, 12 de julho às 10:00 GMT+1

    É com muito entusiasmo que vos convidamos a participar no 1.° Encontro das Beiras pela Justiça Climática.

    Esta iniciativa parte dos encontros descentralizados, dando seguimento ao 10º Encontro Nacional pela Justiça Climática, realizado em Lisboa em fevereiro deste ano.

    A justiça climática reconhece que as alterações do clima não afetam todas as pessoas de modo igual e que é fundamental ter em conta as desigualdades sociais e económicas, nomeadamente categorias como género, classe, etnia, entre outras. A justiça climática adopta uma perspectiva holística, que liga os direitos humanos e os de outras espécies e que busca responsabilidade intergeracional. 

    Durante o encontro, queremos debater temas como a coesão territorial, a habitação, a mobilidade, a segurança alimentar, os incêndios, a mineração, entre outras. Pretendemos que as organizações da sociedade civil da zona da serra da Estrela tenham oportunidade para reflectir em conjunto e imaginar os contornos daquilo que poderá ser uma agenda comum, com propostas de ação e uma estratégia construídas coletivamente.

    O formulário de inscrição está aberto até dia 5 de Julho e encontra-se aqui.

    Contamos convosco!

    As organizadoras do 1.° Encontro das Beiras pela Justiça Climática,
    Ação Floresta Viva, CooLabora, MiningWatch Portugal / Observatório dos Recursos Naturais, Rede Para o Decrescimento, Veredas da Estrela

    www.justicaclimatica.pt


    eventos.coletivos.org/event/en

  10. O recentemente negociado e proposto acordo UE-Mercosul ameaça ecossistemas vitais - como a Amazónia e o Cerrado brasileiro - ao impulsionar as exportações de carne bovina, soja e combustíveis agrícolas.

    ❌ Não podemos abrir mão das florestas, da estabilidade climática e dos direitos humanos em troca de ganhos a curto-prazo.

    📣 Diz NÃO a este acordo ruinoso!

    #StopEUMercosur #StopUEMercosul #Desflorestacao #JusticaClimatica #ComercioJusto

  11. "Vamos falar sobre #DeCrescimento...

    Imagine uma economia projetada para servir o planeta e todos os seus habitantes, não apenas os mais poderosos. Como isso poderia ser?
    ______________________________________

    Os países que têm limites ecológicos superados reduziriam sua produção e consumo não essenciais para diminuir os impactos ambientais e descarbonizar mais rapidamente:

    ❇️ Reduzindo a dependência de energia fóssil barata
    ❇️ Reduzindo o uso de luxos intensivos em materiais, como SUVs, jatos particulares e casas de grandes dimensões
    ❇️ Parando práticas insustentáveis, como a produção industrial de carne e a cultura da moda rápida
    ❇️ Incomodando os excessos de riqueza dos muito ricos
    ❇️ Promover o transporte público sobre o uso de veículos particulares
    ❇️ Promover uma cultura de durabilidade e reparabilidade em bens de consumo

    Simultaneamente, o foco mudaria para melhorar o progresso social e o bem-estar humano:

    🔷 Garantir o acesso universal a serviços públicos essenciais de alta qualidade, como saúde, educação, cuidados infantis e transporte
    🔷 Garantir moradia acessível e salários dignos para todos
    🔷 Implementação de uma garantia de emprego público; um programa financiado nacionalmente onde o governo municipal fornece empregos para aqueles dispostos e capazes de trabalhar

    Abraçar essas mudanças não significa rejeitar a tecnologia. Uma abordagem equilibrada em que a inovação tecnológica e as melhorias de eficiência são perseguidas, desde que sejam sustentáveis, seguras e equitativas, deve ser incentivada. O foco está em usar recursos de forma eficiente, distribuí-los de forma justa e reduzir a produção não essencial para ajudar as sociedades a alcançar a autossuficiência e a justiça.
    ______________________________________

    Saiba mais ➡️ explore.degrowth.net/degrowth/"

    #Econômica #Ciência #meioAmbiente #Clima #mudancasClimaticas #JustiçaClimatica #ambientalismo

    @breadandcircuses climatejustice.social/@breadan

  12. #justiçaclimática
    #10enjc

    🚨 Marca já na agenda: o 10.º Encontro Nacional pela Justiça Climática será de 21 a 23 de fevereiro na Escola Secundária de Camões, em Lisboa!

    👉 O 10.º Encontro Nacional pela Justiça Climática ambiciona ser um espaço de aprendizagem coletiva e de articulação, ou seja: um espaço de construção de movimento 🙌

    Junta-te a nós!

  13. Pedimos licença para aterrar no Amapá!

    De 12 a 14 de abril, tocamos o barco elaborando diálogos sobre tecnologias ancestrais e governança territorial colaborativa

    🌱 Mais informações pelo em <plantaformas.org> 🌳

    #ancestralidade #justicaclimatica #combateaoracismo

  14. #justiçaClimática

    vimeo.com/929636085

    O novo governo deixou claro que reitera a guerra contra as pessoas, levando-nos rumo ao colapso climático. O 25 de Abril não teria sido possível se quem estava vivo em Abril de 1974 tivesse consentido com a ditadura ou tivesse esperado que os ditadores lhe pusessem fim. O que estavam as pessoas que defendiam a liberdade a fazer há 50 anos atrás? O que deve estar quem defende a vida e a liberdade a fazer atualmente?

  15. Do you know who this iconic quote belongs to? The Brazilian socialist and Workers Party organizer Francisco 'Chico' Mendes was tragically assassinated on this day in 1988 by wealthy landowners wanting to extract resources from the Amazon. As a tireless campaigner for the Amazon rainforest, which is now more threatened than ever, he knew precisely how closely environmental protection and class struggle are linked.

    #ClimateJustice #JustiçaClimática #Socialismo

  16. Ativistas do Climáximo encheram com cimento buracos do campo de golf em Oeiras, protestando a desigualdade no acesso à água, e a responsabilidade acrescida da alta classe pela crise climática.

    Depois da semana mais quente desde que há registo, vemos dezenas de fenómenos climáticos extremos, e mais de 80% do território português em seca desde abril.


    Segundo os relatórios das Nações Unidas, a este ritmo, temos no horizonte secas, incêndios, escassez alimentar, e ondas de calor que impossibilitam a vida em Portugal.

    O 1% é 72x mais responsável por emitir CO2 que a metade do mundo mais pobre. Não podemos mais tolerar os luxos dos ultra-ricos enquanto o planeta arde à sua conta, e a água comum escasseia.

    #justiçaclimática
    #climatejustice
    #mudarosistemanãooclima
    #systemchangenotclimatechange