#ancestralidade — Public Fediverse posts
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Da enchente à ação: Porto Alegre reúne sociedade civil para discutir caminhos diante da crise climática
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Liniker: ‘a cultura me deu a possibilidade de sonhar outra realidade’
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Entre o fio e o labirinto de contar histórias
Em novo curso, criador dos Pontos de Cultura aborda os tecidos da História e da Poesia no cotidiano. O ato de narrar as mais miúdas coisas, desde as pinturas rupestres, recria experiências humanas e conecta gerações. E revela raízes ancestrais e o passado que continua vivohttps://outraspalavras.net/poeticas/entre-o-fio-e-o-labirinto-de-contar-historias/
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Com ‘Estreito’, Victor Xamã quer ‘quebrar esteriótipo do rap regional’
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‘Se não formos nós, ninguém nos defende de fato’, diz Majur sobre pessoas LGBT+ na política
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Medalha Preta Roza homenageia cerca de 400 mulheres negras no RS e reforça luta por poder, memória e igualdade
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1ª Feira Literária de Ibicoara celebra literatura, oralidade e ancestralidade na Chapada Diamantina
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"Pesquisa revela 3º ancestral do povo japonês! 🧬 Análise de DNA mostra que a origem é mais complexa que se pensava, desafiando teorias. Uma descoberta fascinante sobre a história humana! #Japão #DNA #Ancestralidade
https://www.upnerd.com.br/2026/05/terceiro-ancestral-do-povo-japones-e.html
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Mocambo se transforma em espaço de resistência e de luta democrática da comunidade negra em Porto Alegre
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Estudo revela evolução e diversidade genética únicas dos indígenas americanos
- cijnusp
https://jornal.usp.br/ciencias/estudo-revela-evolucao-e-diversidade-genetica-unicas-dos-indigenas-americanos/
#Cincias #CinciasBiolgicas #CinciasHumanas #Amerndios #AnlisedeDNA #Ancestralidade #Destaqueciencias2 #DNA #Evoluohumana #Genticadepopulaes #Genmica #PovoamentodaAmrica -
Em 2026, a presença de Ayô Tupinambá nos palcos segue essencial para a construção de um cenário musical verdadeiramente inclusivo e diverso. ✊🏾 Suas performances são experiências imersivas que desafiam o binarismo e celebram a vida em todas as suas cores. Se você busca uma sonoridade que une excelência artística e compromisso social, dê o play em Ayô! Ouça e apoie artistas trans e indígenas independentes. 🎧⭐ Ouça no Spotify #MusicaLGBTI #Ancestralidade #ApoieAArte
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‘Herança de Narcisa’ marca estreia de Paolla Oliveira em terror
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‘Dama do Reggae’ leva sua força ao Psica 2025
A artista que cantou Mama África e subiu ao palco do The Town 2025 ao lado da cantora Iza, é frequentemente chamada de a ‘Dama do Reggae’ brasileiro. Nascida em São Luís em 1964, Célia Sampaio é uma cantora, compositora e ativista cultural reconhecida como uma das maiores referências femininas do gênero no país. Ao longo da carreira fez parcerias com nomes importantes da música popular brasileira como Alcione, Chico César, Zeca Baleiro e Leci Brandão, e mantém atuação forte em movimentos culturais negros no Maranhão, motivos esses mais do que suficientes para torná-la uma das principais atrações do Festival Psica 2025, que ocorre nos dias 12, 13 e 14 de dezembro no Estádio do Mangueirão em Belém, no Pará, com ingressos à venda pela internet.
Célia foi a primeira mulher a gravar um álbum de reggae no país, e além da música, mantém práticas artísticas/craft (costura ligada a elementos africanos) junto de rituais de matriz africana em suas apresentações, carregando em sua obra a força da resistência negra. Um dos maiores marcos de sua carreira é o álbum Diferente (2000), onde consolidou sua carreira solo e apresentou a faixa Black Power, uma canção que a tornou um fenômeno musical.
https://open.spotify.com/intl-pt/album/77yr3JrOy5WKDFQfeLWGls?si=uSxHDpQVRW2aVu4zAgTihw
Esse ano, a artista lançou o EP Eparrey (2025), em homenagem à orixá Iansã, simbolizando ancestralidade, feminino, espiritualidade, e resistência por meio da mistura de reggae com influências afro-brasileiras.
Carreira e trajetória
Iniciou sua carreira musical na Década de 1980, integrando a banda Guethos, uma das pioneiras do reggae nacional e conquistou o título de ‘Dama do Reggae’ por sua significativa contribuição ao gênero, trajetória essa que foi representada no documentário Ginga Reggae na Jamaica Brasileira (2024), dirigido por Naýra Albuquerque, onde reforça o seu papel de pesquisadora e guardiã da história do reggae no Maranhão, não só como cantora, mas como memória viva.
Sua trajetória musical é carregada pelos movimentos afro/carnavalescos locais (exemplo disso, é sua participação no primeiro bloco afro do estado, Akomabu). Formada também em enfermagem e atuante direta como artesã, em 2020 foi indicada ao Prêmio Grão de Música e segue influenciando a cena musical com sua voz marcante e o compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira, mantendo-se ativa em apresentações e na produção de novos trabalhos.
Para aquecer os ouvidos
Além das clássicas Black Power e Ayabá Rainha, entre os vários destaques da sua carreira, em 2021, lançou uma parceria com Luiz Fernando Linhares, denominada Pegada Negra, onde mostra seu reggae mais contemporâneo e com uma produção mais atual.
Azul Beleza e Dama Black são músicas bastante representativas de Célia, fazendo parte da sua seleção musical mais conhecida. Seu primeiro álbum solo, Diferente, inclui composições de renomados artistas maranhenses como Zé Lopes, Paulinho Akomabu, Alê Muniz e Mano Borges. O disco lhe rendeu o Prêmio Universidade FM, um dos mais importantes da música maranhense.
https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3kV5DGv0TUs30pTs38GQ0z?si=vkPc2L0FRMusjlHrd2xXaw
Recentemente, Célia Sampaio tem se dedicado a projetos que celebram o feminino e a cultura afro-brasileira. Em março de 2023, apresentou o show Ela no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), interpretando a canção homônima baseada em poema de Maria Firmina dos Reis, musicado por Socorro Lira. Em novembro do mesmo ano, realizou um espetáculo no Reviver Hostel ao lado de Flávia Bittencourt e Socorro Lira, promovendo um encontro musical feminino único.
Com presença de palco magnética e interpretação intensa, Célia emociona e mobiliza plateias ao lado de sua banda. Seu show combina força e delicadeza, apresentando uma artista que traduz em música a potência da mulher negra no Brasil. No Psica, Célia Sampaio entrega um espetáculo de energia e mensagem, conectando o público a uma experiência de raiz, afeto e resistência e trazendo ao palco seu EP Eparrey.
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Pro que que eu tô com os meus cabelo branco se não é pra sabê as coisa?
Why do I have white hair if it's not to know what's going on?
Vanda Aparecida Fávero Pino
Resumo: As comunidades quilombolas rurais são locais em que os saberes orais e populares
são abundantes. No entanto, estes modos de conhecimento não costumam ser reconhecidos
pela sociedade ocidental capitalista “desenvolvida”, especialmente nas instituições escolares e
acadêmicas. Este artigo busca trazer histórias e memórias de uma griô quilombola do Sul do
Brasil. Suas histórias contam a sua gente e os processos de “envolvimento” e resistência em
mais de cem anos em meio a um espaço historicamente racista e excludente. O referencial
teórico que coteja o texto traz as reflexões do malinês Amadou Hampaté Bâ (2010) e do autor
quilombola Antônio Bispo dos Santos (2015, 2023). Dona Nena, irá completar 104 anos em
2024 e suas histórias são um convite a conhecermos e valorizarmos a história, os modos de
viver e a sabedoria popular quilombola.Palavras-chave: Dona Nena; quilombolas; Quilombo da Mormaça;
oralidade.https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/boitata/article/view/49733/50148
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Nosso futuro é ancestral - reimaginando o futuro da cultura brasileira no pós-digital
Debate sobre os desafios e as oportunidades da Cultura Digital para o desenvolvimento cultural no Brasil tendo a ancestralidade como centro do debate.
#cultura #culturadigital #culturalivre #brasil #algoritmo
#tecnopolítica #softwarelivre #pontosdecultura #ancestralidade #pósdigitalhttps://www.youtube.com/watch?v=1SA0rWu4hNw&ab_channel=Comit%C3%AAdeCulturadoParan%C3%A1
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Pedimos licença para aterrar no Amapá!
De 12 a 14 de abril, tocamos o barco elaborando diálogos sobre tecnologias ancestrais e governança territorial colaborativa
🌱 Mais informações pelo em <http://plantaformas.org> 🌳
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Das três propostas encaminhadas para Conferência Nacional de Cultura, duas citam o SOFTWARE LIVRE 😃
#cnc #permaculturadigital #ancestralidade #SoftwareLivre #soberania