home.social

#ancestralidade — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #ancestralidade, aggregated by home.social.

  1. "Pesquisa revela 3º ancestral do povo japonês! 🧬 Análise de DNA mostra que a origem é mais complexa que se pensava, desafiando teorias. Uma descoberta fascinante sobre a história humana! #Japão #DNA #Ancestralidade

    upnerd.com.br/2026/05/terceiro

  2. Pesquisadores do RIKEN identificaram um terceiro grupo ancestral na população japonesa, desafiando a teoria das origens duplas. A análise genética de mais de 3.200 indivíduos sugere uma ligação com os antigos Emishi, que habitavam o nordeste do Japão.

    🔗 omniletters.com/estudo-revela-

    #dnajapones #ancestralidade #pesquisa #genetica #emishi

  3. ‘Dama do Reggae’ leva sua força ao Psica 2025

    A artista que cantou Mama África e subiu ao palco do The Town 2025 ao lado da cantora Iza, é frequentemente chamada de a ‘Dama do Reggae’ brasileiro. Nascida em São Luís em 1964, Célia Sampaio é uma cantora, compositora e ativista cultural reconhecida como uma das maiores referências femininas do gênero no país. Ao longo da carreira fez parcerias com nomes importantes da música popular brasileira como Alcione, Chico César, Zeca Baleiro e Leci Brandão, e mantém atuação forte em movimentos culturais negros no Maranhão, motivos esses mais do que suficientes para torná-la uma das principais atrações do Festival Psica 2025, que ocorre nos dias 12, 13 e 14 de dezembro no Estádio do Mangueirão em Belém, no Pará, com ingressos à venda pela internet.

    https://mauricioaraya.com/2025/05/08/dama-do-reggae-celia-sampaio-e-atracao-no-festival-psica-2025-em-belem/

    Célia foi a primeira mulher a gravar um álbum de reggae no país, e além da música, mantém práticas artísticas/craft (costura ligada a elementos africanos) junto de rituais de matriz africana em suas apresentações, carregando em sua obra a força da resistência negra. Um dos maiores marcos de sua carreira é o álbum Diferente (2000), onde consolidou sua carreira solo e apresentou a faixa Black Power, uma canção que a tornou um fenômeno musical.

    https://open.spotify.com/intl-pt/album/77yr3JrOy5WKDFQfeLWGls?si=uSxHDpQVRW2aVu4zAgTihw

    Esse ano, a artista lançou o EP Eparrey (2025), em homenagem à orixá Iansã, simbolizando ancestralidade, feminino, espiritualidade, e resistência por meio da mistura de reggae com influências afro-brasileiras.

    Carreira e trajetória

    Iniciou sua carreira musical na Década de 1980, integrando a banda Guethos, uma das pioneiras do reggae nacional e conquistou o título de ‘Dama do Reggae’ por sua significativa contribuição ao gênero, trajetória essa que foi representada no documentário Ginga Reggae na Jamaica Brasileira (2024), dirigido por Naýra Albuquerque, onde reforça o seu papel de pesquisadora e guardiã da história do reggae no Maranhão, não só como cantora, mas como memória viva.

    Sua trajetória musical é carregada pelos movimentos afro/carnavalescos locais (exemplo disso, é sua participação no primeiro bloco afro do estado, Akomabu). Formada também em enfermagem e atuante direta como artesã, em 2020 foi indicada ao Prêmio Grão de Música e segue influenciando a cena musical com sua voz marcante e o compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira, mantendo-se ativa em apresentações e na produção de novos trabalhos.

    Para aquecer os ouvidos

    Além das clássicas Black Power e Ayabá Rainha, entre os vários destaques da sua carreira, em 2021, lançou uma parceria com Luiz Fernando Linhares, denominada Pegada Negra, onde mostra seu reggae mais contemporâneo e com uma produção mais atual.

    Azul Beleza e Dama Black são músicas bastante representativas de Célia, fazendo parte da sua seleção musical mais conhecida. Seu primeiro álbum solo, Diferente, inclui composições de renomados artistas maranhenses como Zé Lopes, Paulinho Akomabu, Alê Muniz e Mano Borges. O disco lhe rendeu o Prêmio Universidade FM, um dos mais importantes da música maranhense.

    https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3kV5DGv0TUs30pTs38GQ0z?si=vkPc2L0FRMusjlHrd2xXaw

    Recentemente, Célia Sampaio tem se dedicado a projetos que celebram o feminino e a cultura afro-brasileira. Em março de 2023, apresentou o show Ela no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), interpretando a canção homônima baseada em poema de Maria Firmina dos Reis, musicado por Socorro Lira. Em novembro do mesmo ano, realizou um espetáculo no Reviver Hostel ao lado de Flávia Bittencourt e Socorro Lira, promovendo um encontro musical feminino único.

    Com presença de palco magnética e interpretação intensa, Célia emociona e mobiliza plateias ao lado de sua banda. Seu show combina força e delicadeza, apresentando uma artista que traduz em música a potência da mulher negra no Brasil. No Psica, Célia Sampaio entrega um espetáculo de energia e mensagem, conectando o público a uma experiência de raiz, afeto e resistência e trazendo ao palco seu EP Eparrey.

    Avalie isto:

    #afroBrasileira #Akomabu #Alcione #ancestralidade #Belém #BlackPower #CéliaSampaio #ChicoCésar #DamaDoReggae #documentárioGingaReggaeNaJamaicaBrasileira #EPEparrey #EstádioMangueirão #FestivalPsica2025 #FláviaBittencourt #Guethos #Iansã #LeciBrandão #Maranhão #MariaFirminaDosReis #NaýraAlbuquerque #reggaeBrasileiro #resistência #SocorroLira #ZecaBaleiro

  4. ‘Dama do Reggae’ leva sua força ao Psica 2025

    A artista que cantou Mama África e subiu ao palco do The Town 2025 ao lado da cantora Iza, é frequentemente chamada de a ‘Dama do Reggae’ brasileiro. Nascida em São Luís em 1964, Célia Sampaio é uma cantora, compositora e ativista cultural reconhecida como uma das maiores referências femininas do gênero no país. Ao longo da carreira fez parcerias com nomes importantes da música popular brasileira como Alcione, Chico César, Zeca Baleiro e Leci Brandão, e mantém atuação forte em movimentos culturais negros no Maranhão, motivos esses mais do que suficientes para torná-la uma das principais atrações do Festival Psica 2025, que ocorre nos dias 12, 13 e 14 de dezembro no Estádio do Mangueirão em Belém, no Pará, com ingressos à venda pela internet.

    https://mauricioaraya.com/2025/05/08/dama-do-reggae-celia-sampaio-e-atracao-no-festival-psica-2025-em-belem/

    Célia foi a primeira mulher a gravar um álbum de reggae no país, e além da música, mantém práticas artísticas/craft (costura ligada a elementos africanos) junto de rituais de matriz africana em suas apresentações, carregando em sua obra a força da resistência negra. Um dos maiores marcos de sua carreira é o álbum Diferente (2000), onde consolidou sua carreira solo e apresentou a faixa Black Power, uma canção que a tornou um fenômeno musical.

    https://open.spotify.com/intl-pt/album/77yr3JrOy5WKDFQfeLWGls?si=uSxHDpQVRW2aVu4zAgTihw

    Esse ano, a artista lançou o EP Eparrey (2025), em homenagem à orixá Iansã, simbolizando ancestralidade, feminino, espiritualidade, e resistência por meio da mistura de reggae com influências afro-brasileiras.

    Carreira e trajetória

    Iniciou sua carreira musical na Década de 1980, integrando a banda Guethos, uma das pioneiras do reggae nacional e conquistou o título de ‘Dama do Reggae’ por sua significativa contribuição ao gênero, trajetória essa que foi representada no documentário Ginga Reggae na Jamaica Brasileira (2024), dirigido por Naýra Albuquerque, onde reforça o seu papel de pesquisadora e guardiã da história do reggae no Maranhão, não só como cantora, mas como memória viva.

    Sua trajetória musical é carregada pelos movimentos afro/carnavalescos locais (exemplo disso, é sua participação no primeiro bloco afro do estado, Akomabu). Formada também em enfermagem e atuante direta como artesã, em 2020 foi indicada ao Prêmio Grão de Música e segue influenciando a cena musical com sua voz marcante e o compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira, mantendo-se ativa em apresentações e na produção de novos trabalhos.

    Para aquecer os ouvidos

    Além das clássicas Black Power e Ayabá Rainha, entre os vários destaques da sua carreira, em 2021, lançou uma parceria com Luiz Fernando Linhares, denominada Pegada Negra, onde mostra seu reggae mais contemporâneo e com uma produção mais atual.

    Azul Beleza e Dama Black são músicas bastante representativas de Célia, fazendo parte da sua seleção musical mais conhecida. Seu primeiro álbum solo, Diferente, inclui composições de renomados artistas maranhenses como Zé Lopes, Paulinho Akomabu, Alê Muniz e Mano Borges. O disco lhe rendeu o Prêmio Universidade FM, um dos mais importantes da música maranhense.

    https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3kV5DGv0TUs30pTs38GQ0z?si=vkPc2L0FRMusjlHrd2xXaw

    Recentemente, Célia Sampaio tem se dedicado a projetos que celebram o feminino e a cultura afro-brasileira. Em março de 2023, apresentou o show Ela no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), interpretando a canção homônima baseada em poema de Maria Firmina dos Reis, musicado por Socorro Lira. Em novembro do mesmo ano, realizou um espetáculo no Reviver Hostel ao lado de Flávia Bittencourt e Socorro Lira, promovendo um encontro musical feminino único.

    Com presença de palco magnética e interpretação intensa, Célia emociona e mobiliza plateias ao lado de sua banda. Seu show combina força e delicadeza, apresentando uma artista que traduz em música a potência da mulher negra no Brasil. No Psica, Célia Sampaio entrega um espetáculo de energia e mensagem, conectando o público a uma experiência de raiz, afeto e resistência e trazendo ao palco seu EP Eparrey.

    Avalie isto:

    #afroBrasileira #Akomabu #Alcione #ancestralidade #Belém #BlackPower #CéliaSampaio #ChicoCésar #DamaDoReggae #documentárioGingaReggaeNaJamaicaBrasileira #EPEparrey #EstádioMangueirão #FestivalPsica2025 #FláviaBittencourt #Guethos #Iansã #LeciBrandão #Maranhão #MariaFirminaDosReis #NaýraAlbuquerque #reggaeBrasileiro #resistência #SocorroLira #ZecaBaleiro

  5. ‘Dama do Reggae’ leva sua força ao Psica 2025

    A artista que cantou Mama África e subiu ao palco do The Town 2025 ao lado da cantora Iza, é frequentemente chamada de a ‘Dama do Reggae’ brasileiro. Nascida em São Luís em 1964, Célia Sampaio é uma cantora, compositora e ativista cultural reconhecida como uma das maiores referências femininas do gênero no país. Ao longo da carreira fez parcerias com nomes importantes da música popular brasileira como Alcione, Chico César, Zeca Baleiro e Leci Brandão, e mantém atuação forte em movimentos culturais negros no Maranhão, motivos esses mais do que suficientes para torná-la uma das principais atrações do Festival Psica 2025, que ocorre nos dias 12, 13 e 14 de dezembro no Estádio do Mangueirão em Belém, no Pará, com ingressos à venda pela internet.

    https://mauricioaraya.com/2025/05/08/dama-do-reggae-celia-sampaio-e-atracao-no-festival-psica-2025-em-belem/

    Célia foi a primeira mulher a gravar um álbum de reggae no país, e além da música, mantém práticas artísticas/craft (costura ligada a elementos africanos) junto de rituais de matriz africana em suas apresentações, carregando em sua obra a força da resistência negra. Um dos maiores marcos de sua carreira é o álbum Diferente (2000), onde consolidou sua carreira solo e apresentou a faixa Black Power, uma canção que a tornou um fenômeno musical.

    https://open.spotify.com/intl-pt/album/77yr3JrOy5WKDFQfeLWGls?si=uSxHDpQVRW2aVu4zAgTihw

    Esse ano, a artista lançou o EP Eparrey (2025), em homenagem à orixá Iansã, simbolizando ancestralidade, feminino, espiritualidade, e resistência por meio da mistura de reggae com influências afro-brasileiras.

    Carreira e trajetória

    Iniciou sua carreira musical na Década de 1980, integrando a banda Guethos, uma das pioneiras do reggae nacional e conquistou o título de ‘Dama do Reggae’ por sua significativa contribuição ao gênero, trajetória essa que foi representada no documentário Ginga Reggae na Jamaica Brasileira (2024), dirigido por Naýra Albuquerque, onde reforça o seu papel de pesquisadora e guardiã da história do reggae no Maranhão, não só como cantora, mas como memória viva.

    Sua trajetória musical é carregada pelos movimentos afro/carnavalescos locais (exemplo disso, é sua participação no primeiro bloco afro do estado, Akomabu). Formada também em enfermagem e atuante direta como artesã, em 2020 foi indicada ao Prêmio Grão de Música e segue influenciando a cena musical com sua voz marcante e o compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira, mantendo-se ativa em apresentações e na produção de novos trabalhos.

    Para aquecer os ouvidos

    Além das clássicas Black Power e Ayabá Rainha, entre os vários destaques da sua carreira, em 2021, lançou uma parceria com Luiz Fernando Linhares, denominada Pegada Negra, onde mostra seu reggae mais contemporâneo e com uma produção mais atual.

    Azul Beleza e Dama Black são músicas bastante representativas de Célia, fazendo parte da sua seleção musical mais conhecida. Seu primeiro álbum solo, Diferente, inclui composições de renomados artistas maranhenses como Zé Lopes, Paulinho Akomabu, Alê Muniz e Mano Borges. O disco lhe rendeu o Prêmio Universidade FM, um dos mais importantes da música maranhense.

    https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3kV5DGv0TUs30pTs38GQ0z?si=vkPc2L0FRMusjlHrd2xXaw

    Recentemente, Célia Sampaio tem se dedicado a projetos que celebram o feminino e a cultura afro-brasileira. Em março de 2023, apresentou o show Ela no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), interpretando a canção homônima baseada em poema de Maria Firmina dos Reis, musicado por Socorro Lira. Em novembro do mesmo ano, realizou um espetáculo no Reviver Hostel ao lado de Flávia Bittencourt e Socorro Lira, promovendo um encontro musical feminino único.

    Com presença de palco magnética e interpretação intensa, Célia emociona e mobiliza plateias ao lado de sua banda. Seu show combina força e delicadeza, apresentando uma artista que traduz em música a potência da mulher negra no Brasil. No Psica, Célia Sampaio entrega um espetáculo de energia e mensagem, conectando o público a uma experiência de raiz, afeto e resistência e trazendo ao palco seu EP Eparrey.

    Avalie isto:

    #afroBrasileira #Akomabu #Alcione #ancestralidade #Belém #BlackPower #CéliaSampaio #ChicoCésar #DamaDoReggae #documentárioGingaReggaeNaJamaicaBrasileira #EPEparrey #EstádioMangueirão #FestivalPsica2025 #FláviaBittencourt #Guethos #Iansã #LeciBrandão #Maranhão #MariaFirminaDosReis #NaýraAlbuquerque #reggaeBrasileiro #resistência #SocorroLira #ZecaBaleiro

  6. ‘Dama do Reggae’ leva sua força ao Psica 2025

    A artista que cantou Mama África e subiu ao palco do The Town 2025 ao lado da cantora Iza, é frequentemente chamada de a ‘Dama do Reggae’ brasileiro. Nascida em São Luís em 1964, Célia Sampaio é uma cantora, compositora e ativista cultural reconhecida como uma das maiores referências femininas do gênero no país. Ao longo da carreira fez parcerias com nomes importantes da música popular brasileira como Alcione, Chico César, Zeca Baleiro e Leci Brandão, e mantém atuação forte em movimentos culturais negros no Maranhão, motivos esses mais do que suficientes para torná-la uma das principais atrações do Festival Psica 2025, que ocorre nos dias 12, 13 e 14 de dezembro no Estádio do Mangueirão em Belém, no Pará, com ingressos à venda pela internet.

    https://mauricioaraya.com/2025/05/08/dama-do-reggae-celia-sampaio-e-atracao-no-festival-psica-2025-em-belem/

    Célia foi a primeira mulher a gravar um álbum de reggae no país, e além da música, mantém práticas artísticas/craft (costura ligada a elementos africanos) junto de rituais de matriz africana em suas apresentações, carregando em sua obra a força da resistência negra. Um dos maiores marcos de sua carreira é o álbum Diferente (2000), onde consolidou sua carreira solo e apresentou a faixa Black Power, uma canção que a tornou um fenômeno musical.

    https://open.spotify.com/intl-pt/album/77yr3JrOy5WKDFQfeLWGls?si=uSxHDpQVRW2aVu4zAgTihw

    Esse ano, a artista lançou o EP Eparrey (2025), em homenagem à orixá Iansã, simbolizando ancestralidade, feminino, espiritualidade, e resistência por meio da mistura de reggae com influências afro-brasileiras.

    Carreira e trajetória

    Iniciou sua carreira musical na Década de 1980, integrando a banda Guethos, uma das pioneiras do reggae nacional e conquistou o título de ‘Dama do Reggae’ por sua significativa contribuição ao gênero, trajetória essa que foi representada no documentário Ginga Reggae na Jamaica Brasileira (2024), dirigido por Naýra Albuquerque, onde reforça o seu papel de pesquisadora e guardiã da história do reggae no Maranhão, não só como cantora, mas como memória viva.

    Sua trajetória musical é carregada pelos movimentos afro/carnavalescos locais (exemplo disso, é sua participação no primeiro bloco afro do estado, Akomabu). Formada também em enfermagem e atuante direta como artesã, em 2020 foi indicada ao Prêmio Grão de Música e segue influenciando a cena musical com sua voz marcante e o compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira, mantendo-se ativa em apresentações e na produção de novos trabalhos.

    Para aquecer os ouvidos

    Além das clássicas Black Power e Ayabá Rainha, entre os vários destaques da sua carreira, em 2021, lançou uma parceria com Luiz Fernando Linhares, denominada Pegada Negra, onde mostra seu reggae mais contemporâneo e com uma produção mais atual.

    Azul Beleza e Dama Black são músicas bastante representativas de Célia, fazendo parte da sua seleção musical mais conhecida. Seu primeiro álbum solo, Diferente, inclui composições de renomados artistas maranhenses como Zé Lopes, Paulinho Akomabu, Alê Muniz e Mano Borges. O disco lhe rendeu o Prêmio Universidade FM, um dos mais importantes da música maranhense.

    https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3kV5DGv0TUs30pTs38GQ0z?si=vkPc2L0FRMusjlHrd2xXaw

    Recentemente, Célia Sampaio tem se dedicado a projetos que celebram o feminino e a cultura afro-brasileira. Em março de 2023, apresentou o show Ela no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), interpretando a canção homônima baseada em poema de Maria Firmina dos Reis, musicado por Socorro Lira. Em novembro do mesmo ano, realizou um espetáculo no Reviver Hostel ao lado de Flávia Bittencourt e Socorro Lira, promovendo um encontro musical feminino único.

    Com presença de palco magnética e interpretação intensa, Célia emociona e mobiliza plateias ao lado de sua banda. Seu show combina força e delicadeza, apresentando uma artista que traduz em música a potência da mulher negra no Brasil. No Psica, Célia Sampaio entrega um espetáculo de energia e mensagem, conectando o público a uma experiência de raiz, afeto e resistência e trazendo ao palco seu EP Eparrey.

    Avalie isto:

    #afroBrasileira #Akomabu #Alcione #ancestralidade #Belém #BlackPower #CéliaSampaio #ChicoCésar #DamaDoReggae #documentárioGingaReggaeNaJamaicaBrasileira #EPEparrey #EstádioMangueirão #FestivalPsica2025 #FláviaBittencourt #Guethos #Iansã #LeciBrandão #Maranhão #MariaFirminaDosReis #NaýraAlbuquerque #reggaeBrasileiro #resistência #SocorroLira #ZecaBaleiro

  7. ‘Dama do Reggae’ leva sua força ao Psica 2025

    A artista que cantou Mama África e subiu ao palco do The Town 2025 ao lado da cantora Iza, é frequentemente chamada de a ‘Dama do Reggae’ brasileiro. Nascida em São Luís em 1964, Célia Sampaio é uma cantora, compositora e ativista cultural reconhecida como uma das maiores referências femininas do gênero no país. Ao longo da carreira fez parcerias com nomes importantes da música popular brasileira como Alcione, Chico César, Zeca Baleiro e Leci Brandão, e mantém atuação forte em movimentos culturais negros no Maranhão, motivos esses mais do que suficientes para torná-la uma das principais atrações do Festival Psica 2025, que ocorre nos dias 12, 13 e 14 de dezembro no Estádio do Mangueirão em Belém, no Pará, com ingressos à venda pela internet.

    https://mauricioaraya.com/2025/05/08/dama-do-reggae-celia-sampaio-e-atracao-no-festival-psica-2025-em-belem/

    Célia foi a primeira mulher a gravar um álbum de reggae no país, e além da música, mantém práticas artísticas/craft (costura ligada a elementos africanos) junto de rituais de matriz africana em suas apresentações, carregando em sua obra a força da resistência negra. Um dos maiores marcos de sua carreira é o álbum Diferente (2000), onde consolidou sua carreira solo e apresentou a faixa Black Power, uma canção que a tornou um fenômeno musical.

    https://open.spotify.com/intl-pt/album/77yr3JrOy5WKDFQfeLWGls?si=uSxHDpQVRW2aVu4zAgTihw

    Esse ano, a artista lançou o EP Eparrey (2025), em homenagem à orixá Iansã, simbolizando ancestralidade, feminino, espiritualidade, e resistência por meio da mistura de reggae com influências afro-brasileiras.

    Carreira e trajetória

    Iniciou sua carreira musical na Década de 1980, integrando a banda Guethos, uma das pioneiras do reggae nacional e conquistou o título de ‘Dama do Reggae’ por sua significativa contribuição ao gênero, trajetória essa que foi representada no documentário Ginga Reggae na Jamaica Brasileira (2024), dirigido por Naýra Albuquerque, onde reforça o seu papel de pesquisadora e guardiã da história do reggae no Maranhão, não só como cantora, mas como memória viva.

    Sua trajetória musical é carregada pelos movimentos afro/carnavalescos locais (exemplo disso, é sua participação no primeiro bloco afro do estado, Akomabu). Formada também em enfermagem e atuante direta como artesã, em 2020 foi indicada ao Prêmio Grão de Música e segue influenciando a cena musical com sua voz marcante e o compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira, mantendo-se ativa em apresentações e na produção de novos trabalhos.

    Para aquecer os ouvidos

    Além das clássicas Black Power e Ayabá Rainha, entre os vários destaques da sua carreira, em 2021, lançou uma parceria com Luiz Fernando Linhares, denominada Pegada Negra, onde mostra seu reggae mais contemporâneo e com uma produção mais atual.

    Azul Beleza e Dama Black são músicas bastante representativas de Célia, fazendo parte da sua seleção musical mais conhecida. Seu primeiro álbum solo, Diferente, inclui composições de renomados artistas maranhenses como Zé Lopes, Paulinho Akomabu, Alê Muniz e Mano Borges. O disco lhe rendeu o Prêmio Universidade FM, um dos mais importantes da música maranhense.

    https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3kV5DGv0TUs30pTs38GQ0z?si=vkPc2L0FRMusjlHrd2xXaw

    Recentemente, Célia Sampaio tem se dedicado a projetos que celebram o feminino e a cultura afro-brasileira. Em março de 2023, apresentou o show Ela no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), interpretando a canção homônima baseada em poema de Maria Firmina dos Reis, musicado por Socorro Lira. Em novembro do mesmo ano, realizou um espetáculo no Reviver Hostel ao lado de Flávia Bittencourt e Socorro Lira, promovendo um encontro musical feminino único.

    Com presença de palco magnética e interpretação intensa, Célia emociona e mobiliza plateias ao lado de sua banda. Seu show combina força e delicadeza, apresentando uma artista que traduz em música a potência da mulher negra no Brasil. No Psica, Célia Sampaio entrega um espetáculo de energia e mensagem, conectando o público a uma experiência de raiz, afeto e resistência e trazendo ao palco seu EP Eparrey.

    Avalie isto:

    #afroBrasileira #Akomabu #Alcione #ancestralidade #Belém #BlackPower #CéliaSampaio #ChicoCésar #DamaDoReggae #documentárioGingaReggaeNaJamaicaBrasileira #EPEparrey #EstádioMangueirão #FestivalPsica2025 #FláviaBittencourt #Guethos #Iansã #LeciBrandão #Maranhão #MariaFirminaDosReis #NaýraAlbuquerque #reggaeBrasileiro #resistência #SocorroLira #ZecaBaleiro

  8. Somos filhas do vento, da luta e da transformação. 🌪️✨

    Que o canto de Oyá ecoe hoje e sempre, lembrando das nossas ancestrais que abriram caminhos, das que resistem e das que ainda virão. Somos força, somos mudança, somos história em movimento!

    "Epahey Oyá! Que nenhum vento nos cale." 🌬️🔥

    #DiaDasMulheres #EpaheyOyá #MulheresQueInspiram #ForçaFeminina #Ancestralidade #VozesQueEcoam

  9. Somos filhas do vento, da luta e da transformação. 🌪️✨

    Que o canto de Oyá ecoe hoje e sempre, lembrando das nossas ancestrais que abriram caminhos, das que resistem e das que ainda virão. Somos força, somos mudança, somos história em movimento!

    "Epahey Oyá! Que nenhum vento nos cale." 🌬️🔥

    #DiaDasMulheres #EpaheyOyá #MulheresQueInspiram #ForçaFeminina #Ancestralidade #VozesQueEcoam

  10. Pro que que eu tô com os meus cabelo branco se não é pra sabê as coisa?

    Why do I have white hair if it's not to know what's going on?

    Vanda Aparecida Fávero Pino

    Resumo: As comunidades quilombolas rurais são locais em que os saberes orais e populares
    são abundantes. No entanto, estes modos de conhecimento não costumam ser reconhecidos
    pela sociedade ocidental capitalista “desenvolvida”, especialmente nas instituições escolares e
    acadêmicas. Este artigo busca trazer histórias e memórias de uma griô quilombola do Sul do
    Brasil. Suas histórias contam a sua gente e os processos de “envolvimento” e resistência em
    mais de cem anos em meio a um espaço historicamente racista e excludente. O referencial
    teórico que coteja o texto traz as reflexões do malinês Amadou Hampaté Bâ (2010) e do autor
    quilombola Antônio Bispo dos Santos (2015, 2023). Dona Nena, irá completar 104 anos em
    2024 e suas histórias são um convite a conhecermos e valorizarmos a história, os modos de
    viver e a sabedoria popular quilombola.

    Palavras-chave: Dona Nena; quilombolas; Quilombo da Mormaça;

    oralidade.ojs.uel.br/revistas/uel/index.

    #ancestralidade #quilombo #RioGrandeDoSul

  11. Pedimos licença para aterrar no Amapá!

    De 12 a 14 de abril, tocamos o barco elaborando diálogos sobre tecnologias ancestrais e governança territorial colaborativa

    🌱 Mais informações pelo em <plantaformas.org> 🌳

    #ancestralidade #justicaclimatica #combateaoracismo

  12. Pedimos licença para aterrar no Amapá!

    De 12 a 14 de abril, tocamos o barco elaborando diálogos sobre tecnologias ancestrais e governança territorial colaborativa

    🌱 Mais informações pelo em <plantaformas.org> 🌳

    #ancestralidade #justicaclimatica #combateaoracismo

    Por @plantaformas