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#blackpower — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #blackpower, aggregated by home.social.

  1. Benedict Andrews – „Jean Seberg – Against All Enemies“ (2019)

    Sie können mir erzählen, was Sie wollen. Ich halte Kristen Stewart für die derzeitig aufregendste Frau im (amerikanischen) Filmgeschäft. Mir ist sie schon 2002 an der Seite von Jodie Foster aufgefallen – und da war sie eigentlich noch ein Kind. Seitdem habe ich kaum etwas von ihr verpasst. Und ich sehe in ihr eine würdige Nachfolgerin eben all jener meiner persönlichen Filmgöttinnen. Darunter, ganz ohne jeden Zweifel, auch und besonders: Jean Seberg. (ARD, Wh.)

    Zum Blog: nexxtpress.de/mediathekperlen/
  2. Shrinking S02E11

    A Sister Gaby immediately calls out a white woman Liz when she repeats what Gaby expressed in Ebonics.

    Liz immediately stops without white fragility.

    #tv #blackactors #blackconsciousness #blackwomen #92percent #whitewomen #karen #whitefragility #blackpower #blackmastodon

  3. @thispastorslife, a white pastor wrote the below. I mentioned that they are white bc over 75% white people are racist - source below; so it's worth pointing out when a white person is cool.

    (1/6)

    #blackmen #blackamerican #blackpower #blackconsciousness #whitewomen #police #blackmastodon

  4. Dietz-Bücher schenken, Tipp 6 🧡 »Walter Rodney kennen nur wenige. Dabei war der Aktivist und Marxist aus Guyana eine zentrale Figur in der Geschichte des Schwarzen Protests, ein Vordenker der Black-Power-Bewegung« (Bafta Sarbo). Das Buch »Dekolonialer Marxismus«, das Rodneys Schriften zur panafrikanischen Revolution sammelt, wird günstiger – ab jetzt für 24 € statt 29,90 €: dietzberlin.de/dekolonialer-ma

    #bookstodon #walterrodney #dekolonial #marxismus #marx #antikolonial #blackpower #blackmarxist

  5. ‘Dama do Reggae’ leva sua força ao Psica 2025

    A artista que cantou Mama África e subiu ao palco do The Town 2025 ao lado da cantora Iza, é frequentemente chamada de a ‘Dama do Reggae’ brasileiro. Nascida em São Luís em 1964, Célia Sampaio é uma cantora, compositora e ativista cultural reconhecida como uma das maiores referências femininas do gênero no país. Ao longo da carreira fez parcerias com nomes importantes da música popular brasileira como Alcione, Chico César, Zeca Baleiro e Leci Brandão, e mantém atuação forte em movimentos culturais negros no Maranhão, motivos esses mais do que suficientes para torná-la uma das principais atrações do Festival Psica 2025, que ocorre nos dias 12, 13 e 14 de dezembro no Estádio do Mangueirão em Belém, no Pará, com ingressos à venda pela internet.

    https://mauricioaraya.com/2025/05/08/dama-do-reggae-celia-sampaio-e-atracao-no-festival-psica-2025-em-belem/

    Célia foi a primeira mulher a gravar um álbum de reggae no país, e além da música, mantém práticas artísticas/craft (costura ligada a elementos africanos) junto de rituais de matriz africana em suas apresentações, carregando em sua obra a força da resistência negra. Um dos maiores marcos de sua carreira é o álbum Diferente (2000), onde consolidou sua carreira solo e apresentou a faixa Black Power, uma canção que a tornou um fenômeno musical.

    https://open.spotify.com/intl-pt/album/77yr3JrOy5WKDFQfeLWGls?si=uSxHDpQVRW2aVu4zAgTihw

    Esse ano, a artista lançou o EP Eparrey (2025), em homenagem à orixá Iansã, simbolizando ancestralidade, feminino, espiritualidade, e resistência por meio da mistura de reggae com influências afro-brasileiras.

    Carreira e trajetória

    Iniciou sua carreira musical na Década de 1980, integrando a banda Guethos, uma das pioneiras do reggae nacional e conquistou o título de ‘Dama do Reggae’ por sua significativa contribuição ao gênero, trajetória essa que foi representada no documentário Ginga Reggae na Jamaica Brasileira (2024), dirigido por Naýra Albuquerque, onde reforça o seu papel de pesquisadora e guardiã da história do reggae no Maranhão, não só como cantora, mas como memória viva.

    Sua trajetória musical é carregada pelos movimentos afro/carnavalescos locais (exemplo disso, é sua participação no primeiro bloco afro do estado, Akomabu). Formada também em enfermagem e atuante direta como artesã, em 2020 foi indicada ao Prêmio Grão de Música e segue influenciando a cena musical com sua voz marcante e o compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira, mantendo-se ativa em apresentações e na produção de novos trabalhos.

    Para aquecer os ouvidos

    Além das clássicas Black Power e Ayabá Rainha, entre os vários destaques da sua carreira, em 2021, lançou uma parceria com Luiz Fernando Linhares, denominada Pegada Negra, onde mostra seu reggae mais contemporâneo e com uma produção mais atual.

    Azul Beleza e Dama Black são músicas bastante representativas de Célia, fazendo parte da sua seleção musical mais conhecida. Seu primeiro álbum solo, Diferente, inclui composições de renomados artistas maranhenses como Zé Lopes, Paulinho Akomabu, Alê Muniz e Mano Borges. O disco lhe rendeu o Prêmio Universidade FM, um dos mais importantes da música maranhense.

    https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3kV5DGv0TUs30pTs38GQ0z?si=vkPc2L0FRMusjlHrd2xXaw

    Recentemente, Célia Sampaio tem se dedicado a projetos que celebram o feminino e a cultura afro-brasileira. Em março de 2023, apresentou o show Ela no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), interpretando a canção homônima baseada em poema de Maria Firmina dos Reis, musicado por Socorro Lira. Em novembro do mesmo ano, realizou um espetáculo no Reviver Hostel ao lado de Flávia Bittencourt e Socorro Lira, promovendo um encontro musical feminino único.

    Com presença de palco magnética e interpretação intensa, Célia emociona e mobiliza plateias ao lado de sua banda. Seu show combina força e delicadeza, apresentando uma artista que traduz em música a potência da mulher negra no Brasil. No Psica, Célia Sampaio entrega um espetáculo de energia e mensagem, conectando o público a uma experiência de raiz, afeto e resistência e trazendo ao palco seu EP Eparrey.

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  6. Various – The Tamla-Motown Sound! (Sampler; 1967); Ein energiegeladener Sampler, der das goldene Zeitalter des legendären Labels auf den Punkt bringt. Mit Hits von Künstlern wie The Supremes, Marvin Gaye, Stevie Wonder und The Four Tops bietet die Compilation eine stilprägende Mischung aus Soul, Pop und Rhythm & Blues. #Motown #DianaRoss #MarvinGaye #TheTemptations #Soul #Funk #BlackPower #Sixties #Groove #ProtestSongs #BlackHistory #IHaveADream

  7. #OTD Am 13. Juni 1980 kaltblütig von Agenten der Regierung von Guyana ermordet: #WalterRodney, Black Power-Vordenker und Aktivist, den das weiße Europa zu wenig kennt. »Dekolonialer Marxismus« gibt seinen wichtigen Schriften aus der panafrikanischen Revolution die Stimme zurück: dietzberlin.de/dekolonialer-ma

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  8. Europas wichtigste Entscheidung für den ›vorkolonialen‹ Handel mit Afrika: „Europa wies Afrika die Rolle des Lieferanten menschlicher Gefangener zu, die als Sklavinnen in verschiedenen Teilen der Welt eingesetzt werden sollten.” — Mindblowing Walter Rodney in »Dekolonialer Marxismus«, jetzt erstmals auf Deutsch erschienen: dietzberlin.de/produkt/dekolon

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  9. „Gelegentlich besteht das Missverständnis, die Europäer hätten die Afrikaner aus rassistischen Gründen versklavt.“ Der marxistische Historiker Walter Rodney, 1980 ermordet, lieferte bahnbrechende Forschung zum Verhältnis von Kolonialismus und Kapitalismus. Druckfrisch: dietzberlin.de/produkt/dekolon

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  10. Kristen Stewart – „Jean Seberg – Against All Enemies“ (2019)

    Sie können mir erzählen, was Sie wollen. Ich halte Kristen Stewart für die derzeitig aufregendste Frau im (amerikanischen) Filmgeschäft. Vielleicht weil sie mir das erste Mal an der Seite von Jodie Foster aufgefallen ist – und da war sie eigentlich noch ein Kind. Ich sehe in ihr jedenfalls eine würdige Nachfolgerin eben jener meiner persönlichen Filmgöttinen. (ARD)

  11. The #AryanFist is a #hate #symbol used by #whitesupremacist groups to promote their #ideologyusing clenched fist, often associated with power and defiance, #appropriated from The #BlackPower #movment in the 1990's to represent #Aryan #pride and #racialsuperiority. This #symbol is used to signal #unity and #strength among #whitesupremacists and is part of their broader effort to #propagate #hate and #division.

    #BlackMastodon