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#criseclimatica — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #criseclimatica, aggregated by home.social.

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  1. ​​Hora de construir nova Política de Atenção Básica

    Aprovada em 2017 sem diálogo com aqueles que trabalham na porta de entrada do SUS, atual PNAB não dá conta dos desafios atuais – especialmente dos impactos da crise climática. É preciso ousar novas mudanças que tenham como foco os territórios

    outraspalavras.net/outrasaude/

  2. Aquecimento global e poluição alteram o mapa de doenças na Índia 

    • Índia: aumento das temperaturas favorece a reprodução de mosquitos transmissores de doenças • Uso de telas atrapalha o desenvolvimento de bebês • E MAIS: sem previsão de volta para a vacina do Butantan; pausa para hidratação; endometriose; pós-graduação em saúde coletiva

    outraspalavras.net/outrasaude/

  3. O SUS diante de catástrofes e a aposta no território

    Há tormentas à vista – e não é possível preparar o sistema de saúde focando apenas na ação nacional. A Atenção Básica precisa ser o eixo estruturante da resposta, o que exige pactos interfederativos, cogestão e recomposição de fluxos e redes comunitárias nos locais afetados

    outraspalavras.net/outrasaude/

  4. Super El Niño: As cidades brasileiras estão preparadas?

    Fenômeno pode chegar até 2027 e o governo tenta se preparar. Mas impera a lógica reativa – e o negacionismo acossa municípios. Caminho para evitar o ciclo de tragédias anunciadas passa por outros paradigmas de articulação na esfera pública e organização comunitária

    outraspalavras.net/outras-cida

  5. Quanto tempo durará o atual surto de ebola?

    • Ebola: quanto tempo irá durar a epidemia? • Anvisa irá investigar efeitos adversos da Butantan-DV • E MAIS: crise climática; zoonoses; internação involuntária; Cannabis medicinal •

    outraspalavras.net/outrasaude/

  6. ‘Falência da gestão ambiental aumenta impacto de desastres no RS’, alerta Rualdo Menegat

    Em entrevista sobre o Dia do Meio Ambiente, professor da UFRGS relaciona negacionismo ao desmantelamento de programas e iniciativas pioneiras no RS

    #criseclimatica

    sul21.com.br/noticias/meio-amb

  7. ‘Falência da gestão ambiental aumenta impacto de desastres no RS’, alerta Rualdo Menegat

    Em entrevista sobre o Dia do Meio Ambiente, professor da UFRGS relaciona negacionismo ao desmantelamento de programas e iniciativas pioneiras no RS

    #criseclimatica

    sul21.com.br/noticias/meio-amb

  8. O que os direitos digitais têm a ver com a crise climática?

    América Latina vive nova encruzilhada colonial. Norte busca capturar suas terras raras e controlar, por meio das big techs, seu espaço público. Coesão social e natureza estão em risco, mas surgem alternativas. As decisões políticas, mais uma vez, definirão o destino

    outraspalavras.net/tecnologiae

  9. O que os direitos digitais têm a ver com a crise climática?

    América Latina vive nova encruzilhada colonial. Norte busca capturar suas terras raras e controlar, por meio das big techs, seu espaço público. Coesão social e natureza estão em risco, mas surgem alternativas. As decisões políticas, mais uma vez, definirão o destino

    outraspalavras.net/tecnologiae

  10. Edgar Morin, cem anos de audácia intelectual

    Ele desafiou como ninguém o pensamento cartesiano, compartimentado e incapaz de ir além do racional. Mas não se limitou à crítica. Buscou na complexidade uma trilha para compreender o que parece imponderável. Breve roteiro para compreender suas ideias

    outraspalavras.net/descoloniza

  11. #evento #FestivalCoopera
    #CONVERSA
    Energia, Alimentação e Participação: respostas coletivas à #CriseClimática

    📅 16 maio
    🕔 15h
    📍 #JardinsDoBombarda, Rua Gomes Freire 161 #Lisboa

    Moderação: Mariana Reboleira (Cooperativa Rizoma)

    Panel:
    Ana Rita Antunes (#Coopérnico)
    João Carapau (SIMAB-MARL)
    Margarida Marques (Rés-do-Chão)
    Rita Magalhães (#CooperativaRegenerativa)

    Vamos falar de energia, alimentação e organização coletiva como campos reais de disputa e transformação.
    rizomacoop.pt/festivalcoopera/

  12. Eis a Nova Ordem Energética Mundial

    Esboçam-se dois blocos. EUA lideram o dos fósseis, da guerra e da virilidade opressora. Opõe-se a China – que optou por energia limpa, dispõe-se a difundir seu uso e também não abre mão de exercer hegemonia. Há espaço para não-alinhados?

    outraspalavras.net/geopolitica

  13. Data centers, gulosos e beberrões

    Enquanto a IA consome uma insanidade de recursos naturais, pessoas reais e vivas perdem água e comida para chatbots. E bizarrice aumenta: já é possível que máquinas autônomas “aluguem” corpos de carne e osso para tarefas físicas

    outraspalavras.net/terraeantro

  14. Quando: 24 a 27 de março de 2026
    Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília (DF)
    Em um momento de #criseclimática, avanço do #agronegócio sobre territórios e persistência da fome, movimentos sociais, organizações do campo e representantes do poder público voltam a ocupar #Brasília para recolocar na agenda nacional um projeto de transformação para o #Brasil rural

    Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (3ª CNDRSS)

  15. O RS corre risco de uma nova enchente? Especialistas analisam previsão de El Niño para o segundo semestre
    Aquecimento do Pacífico aumenta possibilidade de cheias, mas catástrofe climática que atingiu o Estado dois anos atrás foi agravada por outros fatores
    #criseclimatica

    diariogaucho.clicrbs.com.br/di

  16. #ZERO considera #barragem de #Girabolhos uma falsa solução para as #cheias do #Mondego

    zero.ong/noticias/zero-conside

    A utilização dos recentes episódios de cheias na bacia do Mondego como justificação para uma decisão estrutural com o impacto que terá a construção desta barragem revela uma abordagem reativa e não estratégica para a gestão dos riscos e até algum aproveitamento político da situação para convencer a opinião pública da necessidade de fazer avançar a agenda “barragista”. Infraestruturas hidráulicas desta escala exigem uma análise séria, com processos de decisão sustentados em estudos atualizados que abranjam vertentes como a hidrologia, o ordenamento do território, análises de custo-benefício e impactes ambientais, todos eles distanciados do contexto emocional provocado por eventos recentes, não podendo nunca ser substituídos por anúncios políticos enganadores em contexto de crise.

    #criseclimática

  17. CW: ptpol crise climática

    Portanto, a narrativa dos comentadores já está a ser adoptada pelos deputados do PSD: pelos vistos não nos podemos preparar para a #criseclimática porque "há contas" e sai muito caro. Ainda não vi ninguém a responder o óbvio (e para o qual também há contas): não agir sai ainda mais caro.

    #ptpol

  18. @per_sonne particularmente gritante quando temos o país a sofrer as consequências da #criseclimática

  19. Para quem diz que os invernos sempre foram frios e desdenha a #criseclimática... Mais um momento "histórico" antes do ano acabar:

    Fim de ano com frio ‘histórico’ em Portugal: fenómeno ‘raro’ vai gelar estas regiões nos próximos dias (não é neve nem geada) [- é sincelo]

    postal.pt/nacional/tempo/fim-d

  20. Too little, too late: Europa aprova meta de redução de emissões de 85% em 2040 (90%, mas 5% podem ser "compados" em créditos de carbono).

    Isto é um bocado ridículo, contudo, porque a Europa é signatária do acordo de Paris, e para o poder cumprir, a ciência diz que não só esta redução de emissões tem de existir, como até tem de ser maior.

    Mas pronto, continuamos nas proclamações enquanto adiamos as ações...

    #criseclimática

    publico.pt/2025/12/10/azul/not

  21. Estratégia Nacional de Adaptação Climática sem financiamento e sem calendário definidos

    #ZERO alerta para desvalorização de soluções baseadas na natureza e desenquadramento da legislação que regula ordenamento do território e edificação

    zero.ong/noticias/estrategia-n

    "A ausência destas três fundações torna a ENAAC 2030 num documento programático sem força operacional. Embora o diagnóstico climático seja atualizado e rigoroso, falta-lhe aquilo que define uma verdadeira estratégia: metas concretas, prioridades, meios, prazos e enquadramento em instrumentos jurídicos obrigatórios.

    A desadequação ao estipulado na Lei de Bases do Clima é um exemplo: a lei exige que Portugal disponha de planos setoriais de adaptação para território, geografia e meio natural; infraestruturas, equipamentos e meio construído; e atividades económicas, sociais e culturais., mas todos, que deveriam ter sido aprovados até ao final de 2023, são omissos. A sua inexistência e a completa ausência de calendarização na ENAAC 2030 fragilizam todo o edifício da política nacional de adaptação."

    #CriseClimática