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#saudemental — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #saudemental, aggregated by home.social.

  1. Eleições: os lapsos nos planos para a Saúde Mental

    Análise dos programas de candidatos à presidência revela: apenas três mencionam a existência da Rede de Atenção Psicossocial; só dois falam em ampliar investimentos. Em comum, a falta de perspectiva sobre os contextos sociais que de fato geram o sofrimento

    outraspalavras.net/outrasaude/

  2. SP: quem sofre mais com o calor extremo, e como enfrentá-lo

    • Professora da USP propõe "oásis urbanos" contra o calor • Rota de transporte público restringe acesso a alimentação saudável • E MAIS: homenagem a Manguinhos; prevenção de suicídios nas Américas; falta de oxigênio em Gaza; Estreito de Ormuz e saúde mental •

    outraspalavras.net/outrasaude/

  3. Milhões de pessoas podem acompanhar os mesmos jogos, músicas, notícias e acontecimentos.

    Mas estar diante da mesma enxurrada de atenção não significa necessariamente pertencer ao mesmo lugar social.

    Talvez uma parte do debate sobre saúde mental precise começar justamente nessa diferença...

    open.substack.com/pub/drucilla

  4. Milhões de pessoas podem acompanhar os mesmos jogos, músicas, notícias e acontecimentos.

    Mas estar diante da mesma enxurrada de atenção não significa necessariamente pertencer ao mesmo lugar social.

    Talvez uma parte do debate sobre saúde mental precise começar justamente nessa diferença...

    open.substack.com/pub/drucilla

    #SaudeMental #ComunidadesDigitais #instHub

  5. Milhões de pessoas podem acompanhar os mesmos jogos, músicas, notícias e acontecimentos.

    Mas estar diante da mesma enxurrada de atenção não significa necessariamente pertencer ao mesmo lugar social.

    Talvez uma parte do debate sobre saúde mental precise começar justamente nessa diferença...

    open.substack.com/pub/drucilla

    #SaudeMental #ComunidadesDigitais #instHub

  6. Redes sociais e saúde: Meta e TikTok condenadas; Brasil processará Discord

    Nos EUA e no Brasil, três casos judiciais responsabilizam Big Techs por causarem danos à saúde, em especial de jovens. É possível avançar no controle das plataformas, para evitar que sigam lucrando sem limites?

    outraspalavras.net/outrasaude/

  7. "Tratamos como problemas individuais de #saúdemental o que são, na verdade, sintomas sociais. A #ansiedade, a #solidão, a #exaustão não são apenas falhas privadas a serem medicadas ou trabalhadas na #terapia; são respostas a um mundo que nos atomiza, que desfez os laços coletivos e transformou experiências que antes nos uniam em #experiências que nos isolam."

    www1.folha.uol.com.br/equilibr

  8. Talvez a pergunta sobre saúde mental esteja mudando.

    Hoje milhões acompanham futebol, política, terremotos e outros acontecimentos dentro da mesma infraestrutura de atenção.

    Se o ambiente influencia a forma como vivemos, talvez ele também influencie a maneira como percebemos o próprio sofrimento.

    O que isso muda na forma como entendemos ansiedade e burnout?

    open.substack.com/pub/drucilla

    #SaudeMental #TrabalhoDigital #instHub

  9. Para alguns #desnecessario.
    Para mim é #saudemental!
    #China fazer isso evita #vicios e dependencia emocional em #IA que nunca agregará nada nas nossas vidas (nesse sentido).

  10. Por que os portugueses vão à greve geral

    Neoliberais e ultradireita somam forças em favor do projeto “Trabalho XXI”. Jornadas podem chegar a 50 horas. Plataformas autorizadas a precarizar mais. Imigrantes particularmente atingidos. Nesta quarta-feira, trabalhadores darão sua resposta

    outraspalavras.net/trabalhoepr

  11. Talvez a pergunta sobre saúde mental esteja mudando.

    Durante muito tempo, o foco esteve em como indivíduos poderiam lidar melhor com pressão, ansiedade e esgotamento. Agora, cresce a percepção de que parte desse sofrimento pode estar ligada ao ambiente em que a vida acontece.

    E isso desloca a conversa para um terreno mais amplo.

    open.substack.com/pub/drucilla

    #SaudeMental #TrabalhoDigital #instHub

  12. Psicólogo alerta que infância sem brincadeira impacta na saúde mental

    O período de férias convida famílias, colônias de férias e toda a sociedade a refletirem sobre o papel fundamental do brincar no desenvolvimento das crianças. Mais do que diversão, o brincar é uma necessidade.

    De acordo com o psicólogo e professor da Estácio, Diego de Castro, o ato de brincar é uma atividade essencial para o desenvolvimento infantil.

    É no brincar que a criança consegue simular os papéis sociais e, com isso, ela internaliza as construções no sentido da interação social. Ela aprende como vai agir diante de situações, como pode resolver problemas e, principalmente, como transformar o mundo imaginário em realidade

    Brincar não é só passatempo. É, segundo ele, uma estratégia fundamental para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social. “Quando a criança brinca, ela manifesta emoções, desejos, conflitos e aprende a compreender o mundo. É nesse espaço lúdico que ela se coloca no papel de sujeito social”, complementa Castro.

    O psicólogo faz um alerta: a falta de tempo e de oportunidade para brincar pode gerar consequências sérias.

    Quando a criança não brinca, ela perde a chance de exercitar sua subjetividade, de lidar com seus próprios conflitos e de se desafiar. Isso pode gerar um processo de adultização precoce, onde ela precisa criar estratégias para se desenvolver sem ter vivido etapas fundamentais da infância

    Segundo Castro, o impacto não é só momentâneo, mas pode repercutir na formação da identidade e no desenvolvimento emocional ao longo da vida. “O brincar é fundamental para a saúde mental, é por meio dele que a criança externaliza seus pensamentos, suas emoções e constrói sua identidade. Inclusive, é através da observação das brincadeiras que muitos profissionais da psicologia conseguem identificar possíveis sinais de dificuldades ou questões no desenvolvimento infantil”, alerta.

    Em um mundo cada vez mais conectado, outro desafio surge: o excesso de telas. Para Castro, não se trata de lutar contra a tecnologia, mas de aprender a equilibrá-la.

    A tecnologia está presente e, muitas vezes, pode ser útil. Mas ela nunca pode substituir as experiências corporais e sensoriais que o brincar proporciona. O toque, a fala, o imaginar… tudo isso é insubstituível para a criança

    O psicólogo ressalta que a falta de contato com o mundo real pode empobrecer o desenvolvimento da subjetividade infantil. “A criança pode acabar desenvolvendo pensamentos muito voltados para um universo imaginário digital, desconectado do mundo concreto, da interação social e das experiências culturais necessárias ao seu desenvolvimento”.

    Por isso, ele defende que a mediação dos adultos é fundamental. “A tecnologia não pode ser uma muleta para acalmar a criança. É preciso encontrar alternativas, inclusive formas de integrar a tecnologia de maneira lúdica, mas sempre priorizando as relações afetivas e o convívio social, que são indispensáveis no desenvolvimento infantil”, destaca.

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