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#saudemental — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #saudemental, aggregated by home.social.

  1. Hoje, a atenção salta continuamente entre futebol, política, figuras públicas e entretenimento.

    Durante muito tempo, cansaço extremo foi tratado como sinal de adaptação, ambição e produtividade.

    Agora parte da internet começa a reinterpretar essa estética da performance como possível sintoma de desgaste estrutural.

    Talvez isso mude mais do que parece.

    drucillainsthub.substack.com/p

  2. Hoje, a atenção salta continuamente entre futebol, política, figuras públicas e entretenimento.

    Durante muito tempo, cansaço extremo foi tratado como sinal de adaptação, ambição e produtividade.

    Agora parte da internet começa a reinterpretar essa estética da performance como possível sintoma de desgaste estrutural.

    Talvez isso mude mais do que parece.

    drucillainsthub.substack.com/p

    #SaudeMental #CulturaDigital #instHub

  3. Hoje, a atenção salta continuamente entre futebol, política, figuras públicas e entretenimento.

    Durante muito tempo, cansaço extremo foi tratado como sinal de adaptação, ambição e produtividade.

    Agora parte da internet começa a reinterpretar essa estética da performance como possível sintoma de desgaste estrutural.

    Talvez isso mude mais do que parece.

    drucillainsthub.substack.com/p

    #SaudeMental #CulturaDigital #instHub

  4. Eleições: os lapsos nos planos para a Saúde Mental

    Análise dos programas de candidatos à presidência revela: apenas três mencionam a existência da Rede de Atenção Psicossocial; só dois falam em ampliar investimentos. Em comum, a falta de perspectiva sobre os contextos sociais que de fato geram o sofrimento

    outraspalavras.net/outrasaude/

  5. SP: quem sofre mais com o calor extremo, e como enfrentá-lo

    • Professora da USP propõe "oásis urbanos" contra o calor • Rota de transporte público restringe acesso a alimentação saudável • E MAIS: homenagem a Manguinhos; prevenção de suicídios nas Américas; falta de oxigênio em Gaza; Estreito de Ormuz e saúde mental •

    outraspalavras.net/outrasaude/

  6. Milhões de pessoas podem acompanhar os mesmos jogos, músicas, notícias e acontecimentos.

    Mas estar diante da mesma enxurrada de atenção não significa necessariamente pertencer ao mesmo lugar social.

    Talvez uma parte do debate sobre saúde mental precise começar justamente nessa diferença...

    open.substack.com/pub/drucilla

  7. Milhões de pessoas podem acompanhar os mesmos jogos, músicas, notícias e acontecimentos.

    Mas estar diante da mesma enxurrada de atenção não significa necessariamente pertencer ao mesmo lugar social.

    Talvez uma parte do debate sobre saúde mental precise começar justamente nessa diferença...

    open.substack.com/pub/drucilla

    #SaudeMental #ComunidadesDigitais #instHub

  8. Milhões de pessoas podem acompanhar os mesmos jogos, músicas, notícias e acontecimentos.

    Mas estar diante da mesma enxurrada de atenção não significa necessariamente pertencer ao mesmo lugar social.

    Talvez uma parte do debate sobre saúde mental precise começar justamente nessa diferença...

    open.substack.com/pub/drucilla

    #SaudeMental #ComunidadesDigitais #instHub

  9. A REFLEXÃO: É isso. Cada um dá seus pulos como pode, mas o autoconhecimento é a barreira mais importante. Saber o que não serve pra você é tão crucial quanto saber o que serve.
    #DebateNoFace #Neurodivergencia #SaudeMental #Autoconhecimento #Epilepsia #Depressao #SolucoesPessoais #Pitico

  10. ‘Síndrome de fim de ano’ também impacta crianças e jovens

    À medida que o encerramento do ano se aproxima, aumenta a sensação de que tudo precisa ser concluído antes da virada. Essa sensação é chamada de síndrome de fim de ano, que é um fenômeno psicológico e psicossocial. Trata-se de um período marcado por maior vulnerabilidade emocional, desencadeada pela soma de fatores típicos das semanas que antecedem o Natal e o Ano Novo: estresse acumulado, metas não cumpridas, pressões profissionais ou acadêmicas e o tradicional balanço interno sobre o que foi ou não realizado. Entre adultos, já é amplamente reconhecido, mas esse o fenômeno também atinge crianças e adolescentes, ainda que muitas vezes seja ignorado.

    Embora o impacto dessa síndrome seja menos discutido na faixa etária de crianças e adolescentes, eles também são afetados. O encerramento do ano letivo, as provas finais, os boletins e o medo da reprovação formam um cenário de forte pressão emocional. Soma-se a isso a mudança abrupta na rotina das férias: horários irregulares, sono reduzido, atividades desorganizadas, e um fator cada vez mais presente: a comparação social nas redes digitais.

    “Muitos adolescentes vivenciam sentimentos de inadequação por não terem as mesmas viagens ou festas que veem on-line“, destaca a psicóloga da Wyden, Kalina Galvão.

    A dinâmica emocional da família também exerce influência direta. Crianças e jovens tendem a se regular pelo estado emocional dos adultos. Assim, tensões, expectativas exageradas e conflitos acabam sendo absorvidos e expressos por eles em forma de irritabilidade, ansiedade, comportamentos regressivos e maior sensibilidade à rejeição. Diante desse quadro, Kalina reforça a importância do acolhimento emocional.

    “Nomear sentimentos, validar emoções e evitar frases que minimizam a dor, como ‘isso é besteira’ ou ‘vai passar’, são passos essenciais. Uma rotina minimamente estável, mesmo durante as férias, também ajuda a reduzir sintomas ansiosos”, orienta.

    A psicóloga orienta que pais e responsáveis evitem comparações, sejam elas sobre desempenho, festas, viagens ou qualquer idealização típica dessa época. É preciso “aproveitar o período para fortalecer vínculos. Conversas regulares e metas plausíveis tornam este momento um espaço de conexão e não de cobrança”, afirma.

    No fim das contas, o período que encerra o ano não precisa ser sinônimo de exaustão para o público infantojuvenil ou adultos. Com acolhimento, escuta ativa e expectativas ajustadas, famílias podem transformar um momento de pressão em uma oportunidade de cuidado e aproximação.

    Avalie isto:

    #acolhimentoEmocional #adolescentes #comparaçãoSocial #crianças #estresseEmocional #família #fimDoAnoLetivo #KalinaGalvão #provasEscolares #psicologia #RedesSociais #saúdeMental #síndromeDeFimDeAno #Wyden

  11. Se você não tem se sentido bem ultimamente, fica aqui a mensagem do Corey Taylor, vocalista do Slipknot e Stone Sour.🤘

    Este é um lembrete de que, mesmo nos dias mais difíceis, sempre existe luz no do túnel. 🎗️❤️‍🩹

    #música #music #StoneSour #reflexão #coreytaylor #rock #rockandroll #metal #show #Slipknot #vida #mensagem #diaadia #cotidiano #SetembroAmarelo #amor #cuidado #vidareal #setembro #saudemental #psicologia #depress #frescura #ansiedade #autoestima

  12. Psicólogo alerta que infância sem brincadeira impacta na saúde mental

    O período de férias convida famílias, colônias de férias e toda a sociedade a refletirem sobre o papel fundamental do brincar no desenvolvimento das crianças. Mais do que diversão, o brincar é uma necessidade.

    De acordo com o psicólogo e professor da Estácio, Diego de Castro, o ato de brincar é uma atividade essencial para o desenvolvimento infantil.

    É no brincar que a criança consegue simular os papéis sociais e, com isso, ela internaliza as construções no sentido da interação social. Ela aprende como vai agir diante de situações, como pode resolver problemas e, principalmente, como transformar o mundo imaginário em realidade

    Brincar não é só passatempo. É, segundo ele, uma estratégia fundamental para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social. “Quando a criança brinca, ela manifesta emoções, desejos, conflitos e aprende a compreender o mundo. É nesse espaço lúdico que ela se coloca no papel de sujeito social”, complementa Castro.

    O psicólogo faz um alerta: a falta de tempo e de oportunidade para brincar pode gerar consequências sérias.

    Quando a criança não brinca, ela perde a chance de exercitar sua subjetividade, de lidar com seus próprios conflitos e de se desafiar. Isso pode gerar um processo de adultização precoce, onde ela precisa criar estratégias para se desenvolver sem ter vivido etapas fundamentais da infância

    Segundo Castro, o impacto não é só momentâneo, mas pode repercutir na formação da identidade e no desenvolvimento emocional ao longo da vida. “O brincar é fundamental para a saúde mental, é por meio dele que a criança externaliza seus pensamentos, suas emoções e constrói sua identidade. Inclusive, é através da observação das brincadeiras que muitos profissionais da psicologia conseguem identificar possíveis sinais de dificuldades ou questões no desenvolvimento infantil”, alerta.

    Em um mundo cada vez mais conectado, outro desafio surge: o excesso de telas. Para Castro, não se trata de lutar contra a tecnologia, mas de aprender a equilibrá-la.

    A tecnologia está presente e, muitas vezes, pode ser útil. Mas ela nunca pode substituir as experiências corporais e sensoriais que o brincar proporciona. O toque, a fala, o imaginar… tudo isso é insubstituível para a criança

    O psicólogo ressalta que a falta de contato com o mundo real pode empobrecer o desenvolvimento da subjetividade infantil. “A criança pode acabar desenvolvendo pensamentos muito voltados para um universo imaginário digital, desconectado do mundo concreto, da interação social e das experiências culturais necessárias ao seu desenvolvimento”.

    Por isso, ele defende que a mediação dos adultos é fundamental. “A tecnologia não pode ser uma muleta para acalmar a criança. É preciso encontrar alternativas, inclusive formas de integrar a tecnologia de maneira lúdica, mas sempre priorizando as relações afetivas e o convívio social, que são indispensáveis no desenvolvimento infantil”, destaca.

    #adultizaçãoPrecoce #brincar #cognição #convívioSocial #desenvolvimentoInfantil #DiegoDeCastro #emoções #equilíbrioDigital #Estácio #excessoDeTelas #experiênciasSensoriais #expressãoEmocional #férias #identidade #infânciaSaudável #interaçãoSocial #ludicidade #mediaçãoAdulta #observaçãoClínica #papelSocial #psicologia #psicologiaInfantil #relaçõesAfetivas #saúdeMental #subjetividade #Tecnologia

  13. Às vezes, a gente segue funcionando: acorda, cuida da casa, da família, do trabalho... Mas por dentro, tudo pesa.
    Isso é #depressãofuncional. Não importa qual sua religião, sua sexualidade, seu status quo ou profissão.
    Você não está sozinha.
    Procure ajuda.
    Fale sobre isso.
    Você merece cuidado.
    #depressao #ansiedade #depressaonaoefrescura #saudemental #psicologia #terapia #psicoterapia #autoestima #emocional #autocuidado #vidarealsemfiltro
    #reflexao #resiliencia #forcainterior