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#projecao — Public Fediverse posts

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  1. Festival Euforia

    Casa do Comun, sábado, 28 de março às 15:30 GMT

    Depois de 3 anos a realizar o festival de cinema trans e não-binárie no estado espanhol, o Festival Euforia chega a Lisboa da mão do coletivo terreno baldio no próximo dia 28 de março, em comemoração do Dia da Visibilidade Trans.

    A Casa do Comum acolherá duas atividades no contexto do festival, a começar pelas 15h30 com a oficina de criação para um cinema independente cuir, demonstrando a possibilidade de realizar pequenas curtas a partir do arquivo próprio ou até de material retirado da internet.

    A oficina tem uma lotação máxima de 15 pessoas e um valor de 5€ (contamos com algumas bolsas!). Inscreve-te aqui: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdkhTj1M0UYsRUHWynnuHxOsY6cApY6-XoyiO4Wq_C7TqdxOQ/viewform?usp=send_form

    A partir das 19h iniciar-se-á a projeção das curtas selecionadas especialmente para esta edição, a somar-se a algumas curtas exibidas em edições anteriores. A sessão compõe-se de curtas de ficção e documentários de produção independente que exploram as experiências, espaços e imaginários trans nas suas diversas formas, envolvendo questões como os vínculos relacionais e familiares ou o papel da imagem e a memória como arquivo. A projeção será acompanhada por um colóquio com a participação de integrantes de ambos os coletivos organizadores, bem como de realizadories dos filmes selecionados.

    Os bilhetes para a sessão poderão ser adquiridos à porta por 5€ (valor social 2,5€).

    ***

    O Festival Euforia é um festival audiovisual autogerido de temática trans e não-binária organizado em Madrid desde 2023, em comemoração do Dia da Memória Trans. Habitualmente focado na autoprodução, nas narrativas de não-ficção e no trabalho de arquivo e documentação pessoal e comunitária, o festival vem de realizar a sua terceira edição com grande acolhimento de público, tendo iniciado, paralelamente, uma trajetória itinerante por diversas cidades da península ibérica (Murcia, Vigo, Iruña, Zaragoza).

    Em contexto de co-criação imigrante, emergente e em transdiáspora, o terreno baldio é um coletivo autogerido de investigação e experimentação artística com interesse na (re)produção coletiva de espaços para habitar criativamente em Lisboa. Tem proposto e construído diferentes formatos de atividades, de forma independente e em coprodução com outros coletivos e associações, no desenvolvimento de oficinas, instalações, produção de eventos e intervenções.

    eventos.coletivos.org/event/fe

  2. Projeção e Conversa com Maia Gattás

    Casa do Comun, quarta-feira, 18 de junho às 21:30 GMT+1

    Porque é importante continuar a falar da Palestina, no dia 18 de Junho pelas 21h30 na Casa do Comum em Lisboa, estamos a organizar uma projeção e uma conversa com Maia Gattás Vargas, artista visual argentino-palestiniana

    (https://cargocollective.com/maiagattasvargas) que nos foi apresentada pela querida Salomé Lopes Coelho...

    Um filme-poético sobre a Palestina e uma conversa urgente sobre o genocídio em curso...

    "Mi película es bastante sobre ser parte de la diáspora, la pérdida de la identidad cultural en mi familia Palestina y la pérdida de mi padre quien murió en un accidente y al cual no conocí..." - diz-nos Maia.

    Não faltes e divulga...

    @salomelopescoelho

    @casadocomum

    @estudantespelapalestina

    @giuliapalestine

    @maiagattasvargas

    eventos.coletivos.org/event/pr

  3. MARÍA GALINDO @lavirgendelosdeseos de Mujeres Creando (Bolivia) e o seu filme "REVOLUCIÓN PUTA"

    📍 Lisboa
    📅 segunda-feira, 1 julho (20:00)

    DESPATRIARCALIZANDO LISBOA, DESPATRIARCALIZANDO O MUNDO.
    Estamos organizando, com uma grande equipa de companheiras, varios eventos com a
    MARÍA GALINDO @lavirgendelosdeseos
    [instagram.com/lavirgendelosdes] de Mujeres Creando
    (Bolivia) e o seu filme "REVOLUCIÓN PUTA" em Lisboa. Em breve anunciamos
    programação completa!
    Do proibido, da desobediência, da crítica cultural, do bastardo, Maria Galindo
    experimenta e fala. Fugindo dos binarismos, da disputa entre origem e
    autenticidade, Maria posiciona-se num espaço bastardo, onde escava o que é
    proibido perguntar, um espaço onde se fala de utopias em vez de direitos, de
    revolução em vez de inclusão. Um espaço sugestivo e subversivo que é para o
    ambíguo, para aquilo que escapa à definição e
    reivindica o mutante e a fronteira.
    Diante do poder não nos empoderamos, diante do poder nos rebelamos. Maria,
    apresenta-nos um feminismo intuitivo, que se afasta da instrução ideológica e
    res

    eventos.coletivos.org/event/ma