home.social

#empate — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #empate, aggregated by home.social.

  1. ¿Un empate pactado? La frase de Herediano que sacude el torneo pasado

    ¿Un empate pactado? La frase de Herediano que sacude el torneo pasado
    El liderato ya es un hecho para el Club Sport Herediano. El equipo rojiamarillo cerró la fase regular con autoridad y sin depender de terceros, una diferencia sustancial respecto a lo vivido meses atrás. Sin embargo, en medio de ese presente sólido, [...]

    #Apertura2025 #Cartaginés #Clausura2026 #Deportes #Empate #Herediano #Liberia

    elmundo.cr/deportes/un-empate-

  2. Eleições: a derrota anterior

    Novas pesquisas mostram que a disputa será acirrada e há desgaste no governo. Editoriais fazem alarde. Porém, o mais revelador é o sentimento de derrotismo que sondagens provocam na esquerda, onde a ansiedade ocupa o lugar de análise...

    outraspalavras.net/estadoemdis

  3. Liberia amarga la fiesta de Alajuelense en el Morera Soto

    Liberia amarga la fiesta de Alajuelense en el Morera Soto
    El inicio del Torneo de Clausura 2026 tuvo todos los ingredientes de una noche grande en el Estadio Alejandro Morera Soto: graderías a reventar, ambiente de campeón y una afición que llegó para recibir a Liga Deportiva Alajuelense. Pero Municipal Liberia se encargó de convertir la celebr [...]

    #Alajuelense #Clausura2025 #Deportes #Empate #MunicipalLiberia

    elmundo.cr/deportes/liberia-am

  4. Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas

    Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.

    https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o

    O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.

    Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.

    “Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.

    Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.

    A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.

    Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.

    Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.

    Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.

    #BethFormaggini #ChicoMendes #Cinema #cinemas #DescolonizaFilmes #documentário #Documentários #EleniraMendes #Empate #filme #Filmes #LorenaOrtiz #LutaDosSeringueiros #SaciFilmes #SérgioDeCarvalho

  5. Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas

    Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.

    https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o

    O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.

    Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.

    “Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.

    Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.

    A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.

    Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.

    Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.

    Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.

    #BethFormaggini #ChicoMendes #Cinema #cinemas #DescolonizaFilmes #documentário #Documentários #EleniraMendes #Empate #filme #Filmes #LorenaOrtiz #LutaDosSeringueiros #SaciFilmes #SérgioDeCarvalho

  6. Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas

    Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.

    https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o

    O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.

    Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.

    “Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.

    Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.

    A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.

    Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.

    Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.

    Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.

    #BethFormaggini #ChicoMendes #Cinema #cinemas #DescolonizaFilmes #documentário #Documentários #EleniraMendes #Empate #filme #Filmes #LorenaOrtiz #LutaDosSeringueiros #SaciFilmes #SérgioDeCarvalho

  7. Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas

    Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.

    https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o

    O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.

    Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.

    “Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.

    Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.

    A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.

    Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.

    Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.

    Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.

    #BethFormaggini #ChicoMendes #Cinema #cinemas #DescolonizaFilmes #documentário #Documentários #EleniraMendes #Empate #filme #Filmes #LorenaOrtiz #LutaDosSeringueiros #SaciFilmes #SérgioDeCarvalho

  8. Alajuelense sale vivo de La Cueva, una vez más

    Alajuelense sale vivo de La Cueva, una vez más
    Alajuelense volvió a salir ileso de La Cueva y confirmó que, en este Torneo Apertura 2025, Saprissa no ha podido derrotarlo en su casa. El empate 2-2 en el partido de ida de la final deja la serie completamente abierta y obliga al cuadro morado a ganar en el estadio Alejandro Morera Soto si quiere […]
    Ferlin F [...]

    #Alajuelense #Apertura2025 #Deportes #Empate #Final #Saprissa

    elmundo.cr/deportes/alajuelens

  9. Uruguay vs. Paraguay: Gustavo Alfaro amarga despedida de Luis Suárez

    Redacción, 6 sep (elmundo.cr) – Paraguay visitó a Uruguay en la séptima fecha de la eliminatoria mundialista de la Conmebol, en un partido lleno de emociones y tensión, celebrado a las 5:30 p. m. (hora de Costa Rica) en el Estadio Centenario de Montevideo. Este encuentro marcó el debut de Gustavo Alfaro, el técnico argent [...]

    #Deportes #Despedida #Empate #GustavoAlfaro #LuisSuárez #Paraguay #Uruguay

    elmundo.cr/deportes/uruguay-vs