#traumas — Public Fediverse posts
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Mars aussi mais transposable :
... inspirant ouvrage thérapeutique initié par des réfugié-es & une juriste avec une méthode #psy partagée avec les pairs pour soigner les #traumas
https://m.youtube.com/watch?v=ofwqSanJmeA
2/2 #therapie #trauma #polytrauma #SantéMentale #Soin #PairAidance #Exil ...
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Mars aussi mais transposable :
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"On January 7, about five hours after a US Immigration and Customs Enforcement agent in Minneapolis fatally shot a woman in her SUV, President Donald Trump addressed the reckless killing in a social-media post: The victim, he said, “violently, willfully, and viciously ran over the ICE Officer, who seems to have shot her in self defense. Based on the attached clip, it is hard to believe he is alive.”
#Traumas #Tragedies #Trump
https://www.motherjones.com/politics/2026/01/trump-violence-assassinations-mass-shootings-ice-lies/ -
#Gaslighting creates unnecessary additional #traumas. It is #abusive & #manipulative.
I have always struggled with forgiveness towards gaslighters. It's literally #crazymaking & it's harmful to our souls. It makes you question yourself, your realities & it dissolves trust.#Psychological #AbuseTactics #AbuseSurvivors #EducationIsPower
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Desde el blog de @LaCestitaBebe os dejamos como ayudar a superar a los peques vivencias negativas o traumas!
#traumas #vivencias #cuidadospeques #tristeza #superacion #aprendizaje -
Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental
Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.
Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.
Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.
Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.
A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.
Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.
Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.
O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.
#acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais
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Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental
Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.
Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.
Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.
Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.
A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.
Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.
Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.
O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.
#acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais
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Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental
Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.
Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.
Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.
Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.
A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.
Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.
Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.
O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.
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Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental
Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.
Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.
Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.
Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.
A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.
Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.
Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.
O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.
#acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais
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Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental
Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.
Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.
Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.
Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.
A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.
Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.
Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.
O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.
#acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais
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238- El secreto
Edgar Watson Howe, novelista, y editor de periódicos y revistas, nacido en 1853 y fallecido en 1937, dijo: “El hombre que sabe guardar un secreto puede ser sabio, pero no es la mitad de sabio, que aquel que no tiene secretos que guardar”.
Photo by Sammie Sander on Pexels.comhttps://open.spotify.com/episode/4fa7hkeofSu8Fy1KX9rvz7?si=c4837b2f31c74458
Hola, ¿qué tal, cómo estás? Soy Carlos Vitesse, y te doy la bienvenida a una nueva entrega de Bitácora Mental. Si eres más de escuchar que de leer, aquí tienes la versión audio:
Según la Real Academia Española, en su diccionario de la lengua española y en primera acepción, define “secreto” como: “Cosa que cuidadosamente se tiene reservada y oculta”. Y Si lo combinamos con las palabras de Watson Howe, sin duda da para mucho juego.
Como se suele decir, la vida da mil vueltas, y en ella, cuanto más años llevamos en este planeta, evidentemente mayor ha sido la cantidad de momentos y situaciones que nos han tocado vivir. A veces de las buenas, pero también de las que nos gustaría olvidar, y en ocasiones resulta imposible, aunque digan que: “el tiempo, todo lo cura”.
Cada día está lleno de infinitas oportunidades de generar secretos, que pueden venir a partir de situaciones de las más variadas, en las que hemos participado: voluntariamente, involuntariamente, o incluso como meros espectadores.
Cada momento puede albergar una información que resulte importante para nosotros, algo que consideremos de valor, y que puede ser ventajoso o perjudicial. Por tanto, según la ocasión, el hecho puede ir a un cajón mental permanente, o ser liberado en el momento que creemos más conveniente.
Y no es ningún secreto que guardar un secreto, -y valga la redundancia-, muchas veces no es nada sencillo. Obviamente, eso depende mucho de cada persona, porque sabido es que las hay, de las que no son capaces de guardarse nada, pero también aquellas que, como se suele decir, “se lo llevan a la tumba”. Y eso aplica tanto a cuestiones personales, como también en los casos en alguien le confía su secreto a otro, y habiendo elegido mal, resulta traicionado.
Está claro que si no queremos que algo se sepa, la única forma de mantener esa información a buen recaudo, es no compartirla. Pero como dije antes, la vida da mil vueltas, y a determinada edad, todos tenemos algún secreto importante, o incluso varios. Pero seguramente son pocos, aquellos capaces de hacer que los suyos, nunca vean la luz.
Y eso que nos guardamos, puede ser desde lo más tonto, hasta cosas verdaderamente serias. A veces ocultamos las cosas porque nos conviene, y la decisión es voluntaria, pero en otras tenemos una presión extra por lo que pueda pasar, y conservar ese secreto significa cargar en el día a día con una losa muy pesada sobre la espalda, algo muy difícil de llevar.
El miedo puede tener mucho que ver en estos casos. Miedo a lo que pueda ocurrir, lo que pueda provocar en otros, y cómo afecte nuestras vidas. Porque revelar los hechos, podría significar la total pérdida de control de lo que estamos viviendo, y poner todo patas arriba, desde lo más personal, pasando por lo familiar, y llegando incluso al mundo laboral.
Pero más allá de los que nos haya tocado vivir a cada uno, es bueno hacer un análisis objetivo y realista de cada situación, aunque muchas puedan ser percibidas como complicadas, y la primera reacción sea esconderlas en favor de una supuesta autoprotección. Sea cual sea la situación, es importante plantearse la posibilidad de soltar ese lastre, porque algunos secretos verdaderamente lo son.
Y es posible que cueste muchísimo dar el paso, porque por ejemplo: ¿quién querría confesarle a su pareja que le ha sido infiel? O cualquier otra situación en la que existe cierto miedo, como una persona que haya llevado gran parte de la vida ocultando sus preferencias sexuales -o lo que fuera- y viviendo tranquila. ¿Querría exponerse al riesgo de transmitirle a su entorno más cercano, que no es como asumían que era?
Son apenas dos situaciones de ejemplo, pero hay infinidad de ellas, algunas con temas -digamos- delicados, cuestiones que pueden darle vuelta a la vida de las personas, y como decía antes, también a la de otros. Por eso planteaba lo oportuno y necesario de analizar objetivamente, porque en ocasiones lo que a priori parece que podría acabar en desastre, incluso aunque ocurriera, no lo sería. Porque la verdad es liberadora, y todo lo que se construye sobre la mentira -o el secreto que pueda afectar a otros-, tiene pies de barro.
Por más miedo que se pueda tener, y si el hacer lo correcto se resiste porque no estamos preparados para asumir las consecuencias, siempre es buen momento para plantearse “qué tenemos para ganar, y que para perder”. Porque muchas veces la balanza se inclina hacia las ventajas de revelar el hecho, superarlo, y construir hacia adelante con más solidez y tranquilidad. Sin duda habrá casos en que aplique aquello de que: “es peor el remedio, que la enfermedad”, pero recuerda otra verdad importante, y es que la gente se arrepiente más de las cosas que no hizo, que de las cosas que hizo.
En resumen, que algunas personas tienen todo muy claro, pero otras luchan cada jornada en su interior, donde dos fuerzas se enfrentan, y el “decirlo o no decirlo” llega a monopolizar sus pensamientos, obstaculizando su desempeño diario en las distintas facetas de la vida. Por eso, y porque he visto cómo pueden cambiar las cosas cuando sueltas un lastre, nunca es tarde para ocuparse de algo pendiente, y que puedas considerar importante de tu pasado o el presente, pero sobre todo, para tu futuro.
Y hasta aquí la entrega de hoy en Bitácora Mental. Gracias por tu tiempo al leer o escuchar este contenido, y te espero en el próximo.
Puedes escuchar Bitácora Mental #Podcast en cualquiera de éstas plataformas y aplicaciones:
También en Ivoox
Aquí tienes el Feed del podcast.
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238- El secreto
Edgar Watson Howe, novelista, y editor de periódicos y revistas, nacido en 1853 y fallecido en 1937, dijo: “El hombre que sabe guardar un secreto puede ser sabio, pero no es la mitad de sabio, que aquel que no tiene secretos que guardar”.
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Hola, ¿qué tal, cómo estás? Soy Carlos Vitesse, y te doy la bienvenida a una nueva entrega de Bitácora Mental. Si eres más de escuchar que de leer, aquí tienes la versión audio:
Según la Real Academia Española, en su diccionario de la lengua española y en primera acepción, define “secreto” como: “Cosa que cuidadosamente se tiene reservada y oculta”. Y Si lo combinamos con las palabras de Watson Howe, sin duda da para mucho juego.
Como se suele decir, la vida da mil vueltas, y en ella, cuanto más años llevamos en este planeta, evidentemente mayor ha sido la cantidad de momentos y situaciones que nos han tocado vivir. A veces de las buenas, pero también de las que nos gustaría olvidar, y en ocasiones resulta imposible, aunque digan que: “el tiempo, todo lo cura”.
Cada día está lleno de infinitas oportunidades de generar secretos, que pueden venir a partir de situaciones de las más variadas, en las que hemos participado: voluntariamente, involuntariamente, o incluso como meros espectadores.
Cada momento puede albergar una información que resulte importante para nosotros, algo que consideremos de valor, y que puede ser ventajoso o perjudicial. Por tanto, según la ocasión, el hecho puede ir a un cajón mental permanente, o ser liberado en el momento que creemos más conveniente.
Y no es ningún secreto que guardar un secreto, -y valga la redundancia-, muchas veces no es nada sencillo. Obviamente, eso depende mucho de cada persona, porque sabido es que las hay, de las que no son capaces de guardarse nada, pero también aquellas que, como se suele decir, “se lo llevan a la tumba”. Y eso aplica tanto a cuestiones personales, como también en los casos en alguien le confía su secreto a otro, y habiendo elegido mal, resulta traicionado.
Está claro que si no queremos que algo se sepa, la única forma de mantener esa información a buen recaudo, es no compartirla. Pero como dije antes, la vida da mil vueltas, y a determinada edad, todos tenemos algún secreto importante, o incluso varios. Pero seguramente son pocos, aquellos capaces de hacer que los suyos, nunca vean la luz.
Y eso que nos guardamos, puede ser desde lo más tonto, hasta cosas verdaderamente serias. A veces ocultamos las cosas porque nos conviene, y la decisión es voluntaria, pero en otras tenemos una presión extra por lo que pueda pasar, y conservar ese secreto significa cargar en el día a día con una losa muy pesada sobre la espalda, algo muy difícil de llevar.
El miedo puede tener mucho que ver en estos casos. Miedo a lo que pueda ocurrir, lo que pueda provocar en otros, y cómo afecte nuestras vidas. Porque revelar los hechos, podría significar la total pérdida de control de lo que estamos viviendo, y poner todo patas arriba, desde lo más personal, pasando por lo familiar, y llegando incluso al mundo laboral.
Pero más allá de los que nos haya tocado vivir a cada uno, es bueno hacer un análisis objetivo y realista de cada situación, aunque muchas puedan ser percibidas como complicadas, y la primera reacción sea esconderlas en favor de una supuesta autoprotección. Sea cual sea la situación, es importante plantearse la posibilidad de soltar ese lastre, porque algunos secretos verdaderamente lo son.
Y es posible que cueste muchísimo dar el paso, porque por ejemplo: ¿quién querría confesarle a su pareja que le ha sido infiel? O cualquier otra situación en la que existe cierto miedo, como una persona que haya llevado gran parte de la vida ocultando sus preferencias sexuales -o lo que fuera- y viviendo tranquila. ¿Querría exponerse al riesgo de transmitirle a su entorno más cercano, que no es como asumían que era?
Son apenas dos situaciones de ejemplo, pero hay infinidad de ellas, algunas con temas -digamos- delicados, cuestiones que pueden darle vuelta a la vida de las personas, y como decía antes, también a la de otros. Por eso planteaba lo oportuno y necesario de analizar objetivamente, porque en ocasiones lo que a priori parece que podría acabar en desastre, incluso aunque ocurriera, no lo sería. Porque la verdad es liberadora, y todo lo que se construye sobre la mentira -o el secreto que pueda afectar a otros-, tiene pies de barro.
Por más miedo que se pueda tener, y si el hacer lo correcto se resiste porque no estamos preparados para asumir las consecuencias, siempre es buen momento para plantearse “qué tenemos para ganar, y que para perder”. Porque muchas veces la balanza se inclina hacia las ventajas de revelar el hecho, superarlo, y construir hacia adelante con más solidez y tranquilidad. Sin duda habrá casos en que aplique aquello de que: “es peor el remedio, que la enfermedad”, pero recuerda otra verdad importante, y es que la gente se arrepiente más de las cosas que no hizo, que de las cosas que hizo.
En resumen, que algunas personas tienen todo muy claro, pero otras luchan cada jornada en su interior, donde dos fuerzas se enfrentan, y el “decirlo o no decirlo” llega a monopolizar sus pensamientos, obstaculizando su desempeño diario en las distintas facetas de la vida. Por eso, y porque he visto cómo pueden cambiar las cosas cuando sueltas un lastre, nunca es tarde para ocuparse de algo pendiente, y que puedas considerar importante de tu pasado o el presente, pero sobre todo, para tu futuro.
Y hasta aquí la entrega de hoy en Bitácora Mental. Gracias por tu tiempo al leer o escuchar este contenido, y te espero en el próximo.
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#Childhood #Trauma: How Triggered #Immaturity Destroys #Intimacy
Past #traumas that resurface in present #relationships create unnecessary #pain.
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Beaucoup de ressources disponible chez la Société Psychédélique Française, qui se donne comme mission, entre autre mais pas que, de vulgariser l'état de la #science sur ces sujets.
https://societepsychedelique.fr/fr
(Leur chaine YouTube 👍)
(Une des membres est présente sur la fediverse @zoe_dubus)
Au delà des effets induits par les produits tant qu'ils sont actifs, c'est le regard différent qu'on peut porter sur soi ou ses #traumas qui font le potentiel d'un "voyage #psychédélique"
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#Screenshots of email responses from #BCgovernment #PublicHealth representatives
This is to deal with massive #failures by #BCNDP #BCgovernment over my now deceased Dad, getting #covid infection in hospital, how #BCEMERGENCYCOMMS failed our family & put extra #traumas on us by sending antimasker cops(lead cop is #SaanichPD #PoliceUnion president) to #abuse badge powers.
I will NEVER forget the night my Dad died with extra trauma from #antimasker #cops! I want some form of JUSTICE!
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Si bien el dicho “Lo que no te mata te hace más fuerte” es famoso.
Los traumas pasados pueden hacerte más vulnerable a problemas de salud mental.
En lugar de crear resiliencia, estas experiencias pueden hacer que las personas sean más susceptibles a traumas futuros.
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Dr. #ArthurJanov
https://www.youtube.com/watch?v=Zi9To04PO78
Dr. Arthur #Janov
American #Psychologist, #Psychotherapist and the creator of Primal Therapy, Academic #HallofFame.
😃 https://www.youtube.com/watch?v=Zi9To04PO78#lecture: https://cigognenews.blogspot.com/
Articles on Primal #Therapy, #psychogenesis, causes of #psychological #traumas, #braindevelopment, #psychotherapies, #neuropsychology, #neuropsychotherapy. Discussions about causes of #anxiety, #depression, #psychosis, consequences of the #birthtrauma and #lifebeforebirth. #fff
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Dr. #ArthurJanov
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Dr. Arthur #Janov
American #Psychologist, #Psychotherapist and the creator of Primal Therapy, Academic #HallofFame.
😃 https://www.youtube.com/watch?v=Zi9To04PO78#lecture: https://cigognenews.blogspot.com/
Articles on Primal #Therapy, #psychogenesis, causes of #psychological #traumas, #braindevelopment, #psychotherapies, #neuropsychology, #neuropsychotherapy. Discussions about causes of #anxiety, #depression, #psychosis, consequences of the #birthtrauma and #lifebeforebirth. #fff
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CW: Shadow Work, Mental Health, & Healing. ❤️
To a degree, I agree with this image, but I think it goes a lot deeper than that. At no point in our journey do we ever reach a point where we're finished working on ourselves. There's always room to improve, become more #conscious & #SelfAware of not only our good traits but our harmful ones. This doesn't mean let people walk all over you or put up with #abuse. I think many people develop this kind of mentality because of their trauma-based experiences. That people feel their traumatic experiences are what made them the way they are & that's just how it is and always will be. This is a defensive response to protect the part of themselves that was hurt in the past so it doesn't happen again. But this isn't healing, nor is it moving forward.
Your negative experiences, #trauma, wounds, they don't need to define your #existence. The things you may have experienced in the past that shaped your character of today happened, & it is good that you acknowledge those things & acknowledge the dark side if your being. But the issue lies in getting stuck in that darkness, unpacking & living there, & never #healing from it. If we don't actually heal from it, the hurt, anger, bitterness, distrust, all the negative things we're harbouring inside of us gets reflected towards everyone else, because we are a *mirror* of what's going on in our #InnerWorld.
Healing is hard, because it requires #vulnerability, #SelfReflection, & recognizing things about yourself that are uncomfortable to admit, such as #toxic #BehavioralPatterns, #MentalHealth issues, #EmotionalIssues, even physical issues. So much of these issues are rooted in our #traumas & #insecurities. I never realized this until I started looking into #ShadowWork, but it's true. So much of these things are connected and stem from roots we never healed from. It can be a #journey in itself trying to remember what the roots are & get through all the layers of our being.
So I just want to conclude this post with a word of #encouragement to whoever needed to hear this today. You are capable of so much more than you realize. Your wounds happened, they were awful, but you don't need to let them define who you are or who you want to be. Embrace your #shadow, work with your shadow, send love to your shadow, but don't allow it to consume your entire being. You do not need to remain #trapped in this fragment of the #past. You are #worthy & deserving of #MovingForward, & living a life where you feel #happy & at #peace. ❤️ It is 100% possible to get there.
A few things that have helped me on my own shadow work journey that I'd like to share with you are:
» #EFT (#EmotionalFreedomTechnique / aka #Tapping). This is a process of tapping on certain #MeridianPoints while repeating #affirmations that address things you're emotionally struggling with. This is a known treatment for #anxiety and #PTSD. This practice helps with #EmotionalRelease, so if you feel you need to cry doing this practice, allow yourself to.
» #DreamWork. #Dreams are one of the best ways of uncovering what's going on in our inner world & is an incredible tool to get to know yourself on a deeper level. In my experience, my #CordAttachments & unhealed traumas often reveal themselves in dreams, via #dreaming about people, places, or circumstances that have connection to my past or caused me distress. Dreams are often extremely #symbolic & so as you become more observant of what your dreams are, you also need to analyze what certain #symbols in your dreams represent to you on a personal level. It is a very #intuitive process, & sometimes you'll just automatically know what something represents based on the feeling it gives you. Keeping a #DreamJournal is also really important as it will give you the opportunity to go back & reflect more if at first a dream doesn't make sense.
» Talk to someone you trust. My husband has been my rock through my shadow work journey. He might not have many answers for me, but just having someone to confide in & a shoulder to cry on is such a huge support during the process.
» Join shadow work #SupportGroups. #Facebook has some really great ones. It's a great way to connect with others who are also working through things. There are also people there who have overcome many of their traumas that can offer resources that got them through theirs. Sometimes just talking about it with these groups will help you put your own puzzle pieces together.
» #Reiki is another thing that helped me. I highly recommend seeking out a #Naturotherapist in your area who practices this. #Naturotherapy takes into account the mind, body, & SPIRIT, & our #spirit is such an important aspect of ourselves that is often ignored in the world of #ModernMedicine.
I hope this helps someone on their own healing journey. ❤️ If anyone has any questions about anything I've mentioned here, please don't hesitate to ask and I'm more than happy to answer the best that I can.😊
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CW: Shadow Work, Mental Health, & Healing. ❤️
To a degree, I agree with this image, but I think it goes a lot deeper than that. At no point in our journey do we ever reach a point where we're finished working on ourselves. There's always room to improve, become more #conscious & #SelfAware of not only our good traits but our harmful ones. This doesn't mean let people walk all over you or put up with #abuse. I think many people develop this kind of mentality because of their trauma-based experiences. That people feel their traumatic experiences are what made them the way they are & that's just how it is and always will be. This is a defensive response to protect the part of themselves that was hurt in the past so it doesn't happen again. But this isn't healing, nor is it moving forward.
Your negative experiences, #trauma, wounds, they don't need to define your #existence. The things you may have experienced in the past that shaped your character of today happened, & it is good that you acknowledge those things & acknowledge the dark side if your being. But the issue lies in getting stuck in that darkness, unpacking & living there, & never #healing from it. If we don't actually heal from it, the hurt, anger, bitterness, distrust, all the negative things we're harbouring inside of us gets reflected towards everyone else, because we are a *mirror* of what's going on in our #InnerWorld.
Healing is hard, because it requires #vulnerability, #SelfReflection, & recognizing things about yourself that are uncomfortable to admit, such as #toxic #BehavioralPatterns, #MentalHealth issues, #EmotionalIssues, even physical issues. So much of these issues are rooted in our #traumas & #insecurities. I never realized this until I started looking into #ShadowWork, but it's true. So much of these things are connected and stem from roots we never healed from. It can be a #journey in itself trying to remember what the roots are & get through all the layers of our being.
So I just want to conclude this post with a word of #encouragement to whoever needed to hear this today. You are capable of so much more than you realize. Your wounds happened, they were awful, but you don't need to let them define who you are or who you want to be. Embrace your #shadow, work with your shadow, send love to your shadow, but don't allow it to consume your entire being. You do not need to remain #trapped in this fragment of the #past. You are #worthy & deserving of #MovingForward, & living a life where you feel #happy & at #peace. ❤️ It is 100% possible to get there.
A few things that have helped me on my own shadow work journey that I'd like to share with you are:
» #EFT (#EmotionalFreedomTechnique / aka #Tapping). This is a process of tapping on certain #MeridianPoints while repeating #affirmations that address things you're emotionally struggling with. This is a known treatment for #anxiety and #PTSD. This practice helps with #EmotionalRelease, so if you feel you need to cry doing this practice, allow yourself to.
» #DreamWork. #Dreams are one of the best ways of uncovering what's going on in our inner world & is an incredible tool to get to know yourself on a deeper level. In my experience, my #CordAttachments & unhealed traumas often reveal themselves in dreams, via #dreaming about people, places, or circumstances that have connection to my past or caused me distress. Dreams are often extremely #symbolic & so as you become more observant of what your dreams are, you also need to analyze what certain #symbols in your dreams represent to you on a personal level. It is a very #intuitive process, & sometimes you'll just automatically know what something represents based on the feeling it gives you. Keeping a #DreamJournal is also really important as it will give you the opportunity to go back & reflect more if at first a dream doesn't make sense.
» Talk to someone you trust. My husband has been my rock through my shadow work journey. He might not have many answers for me, but just having someone to confide in & a shoulder to cry on is such a huge support during the process.
» Join shadow work #SupportGroups. #Facebook has some really great ones. It's a great way to connect with others who are also working through things. There are also people there who have overcome many of their traumas that can offer resources that got them through theirs. Sometimes just talking about it with these groups will help you put your own puzzle pieces together.
» #Reiki is another thing that helped me. I highly recommend seeking out a #Naturotherapist in your area who practices this. #Naturotherapy takes into account the mind, body, & SPIRIT, & our #spirit is such an important aspect of ourselves that is often ignored in the world of #ModernMedicine.
I hope this helps someone on their own healing journey. ❤️ If anyone has any questions about anything I've mentioned here, please don't hesitate to ask and I'm more than happy to answer the best that I can.😊
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CW: Shadow Work, Mental Health, & Healing. ❤️
To a degree, I agree with this image, but I think it goes a lot deeper than that. At no point in our journey do we ever reach a point where we're finished working on ourselves. There's always room to improve, become more #conscious & #SelfAware of not only our good traits but our harmful ones. This doesn't mean let people walk all over you or put up with #abuse. I think many people develop this kind of mentality because of their trauma-based experiences. That people feel their traumatic experiences are what made them the way they are & that's just how it is and always will be. This is a defensive response to protect the part of themselves that was hurt in the past so it doesn't happen again. But this isn't healing, nor is it moving forward.
Your negative experiences, #trauma, wounds, they don't need to define your #existence. The things you may have experienced in the past that shaped your character of today happened, & it is good that you acknowledge those things & acknowledge the dark side if your being. But the issue lies in getting stuck in that darkness, unpacking & living there, & never #healing from it. If we don't actually heal from it, the hurt, anger, bitterness, distrust, all the negative things we're harbouring inside of us gets reflected towards everyone else, because we are a *mirror* of what's going on in our #InnerWorld.
Healing is hard, because it requires #vulnerability, #SelfReflection, & recognizing things about yourself that are uncomfortable to admit, such as #toxic #BehavioralPatterns, #MentalHealth issues, #EmotionalIssues, even physical issues. So much of these issues are rooted in our #traumas & #insecurities. I never realized this until I started looking into #ShadowWork, but it's true. So much of these things are connected and stem from roots we never healed from. It can be a #journey in itself trying to remember what the roots are & get through all the layers of our being.
So I just want to conclude this post with a word of #encouragement to whoever needed to hear this today. You are capable of so much more than you realize. Your wounds happened, they were awful, but you don't need to let them define who you are or who you want to be. Embrace your #shadow, work with your shadow, send love to your shadow, but don't allow it to consume your entire being. You do not need to remain #trapped in this fragment of the #past. You are #worthy & deserving of #MovingForward, & living a life where you feel #happy & at #peace. ❤️ It is 100% possible to get there.
A few things that have helped me on my own shadow work journey that I'd like to share with you are:
» #EFT (#EmotionalFreedomTechnique / aka #Tapping). This is a process of tapping on certain #MeridianPoints while repeating #affirmations that address things you're emotionally struggling with. This is a known treatment for #anxiety and #PTSD. This practice helps with #EmotionalRelease, so if you feel you need to cry doing this practice, allow yourself to.
» #DreamWork. #Dreams are one of the best ways of uncovering what's going on in our inner world & is an incredible tool to get to know yourself on a deeper level. In my experience, my #CordAttachments & unhealed traumas often reveal themselves in dreams, via #dreaming about people, places, or circumstances that have connection to my past or caused me distress. Dreams are often extremely #symbolic & so as you become more observant of what your dreams are, you also need to analyze what certain #symbols in your dreams represent to you on a personal level. It is a very #intuitive process, & sometimes you'll just automatically know what something represents based on the feeling it gives you. Keeping a #DreamJournal is also really important as it will give you the opportunity to go back & reflect more if at first a dream doesn't make sense.
» Talk to someone you trust. My husband has been my rock through my shadow work journey. He might not have many answers for me, but just having someone to confide in & a shoulder to cry on is such a huge support during the process.
» Join shadow work #SupportGroups. #Facebook has some really great ones. It's a great way to connect with others who are also working through things. There are also people there who have overcome many of their traumas that can offer resources that got them through theirs. Sometimes just talking about it with these groups will help you put your own puzzle pieces together.
» #Reiki is another thing that helped me. I highly recommend seeking out a #Naturotherapist in your area who practices this. #Naturotherapy takes into account the mind, body, & SPIRIT, & our #spirit is such an important aspect of ourselves that is often ignored in the world of #ModernMedicine.
I hope this helps someone on their own healing journey. ❤️ If anyone has any questions about anything I've mentioned here, please don't hesitate to ask and I'm more than happy to answer the best that I can.😊