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#traumas — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #traumas, aggregated by home.social.

  1. Life’s journey is not always a smooth path – it’s often paved with obstacles, hardships, and even traumatic experiences that can leave us feeling shaken, vulnerable, and overwhelmed. #MentalHealth #Traumas #TraumaHealing #OvercomingAdversity #InnerStrength #MentalHealthRecovery

    econopass.com/strategies-on-ho

    Posted into Meditation & Mindfulness 🧘‍♀️ @meditation-mindfulness-Econopass

  2. Mars aussi mais transposable :

    ... inspirant ouvrage thérapeutique initié par des réfugié-es & une juriste avec une méthode #psy partagée avec les pairs pour soigner les #traumas

    m.youtube.com/watch?v=ofwqSanJ

    2/2 #therapie #trauma #polytrauma #SantéMentale #Soin #PairAidance #Exil ...

  3. Mars aussi mais transposable :

    ... inspirant ouvrage thérapeutique initié par des réfugié-es & une juriste avec une méthode #psy partagée avec les pairs pour soigner les #traumas

    m.youtube.com/watch?v=ofwqSanJ

    2/2 #therapie #trauma #polytrauma #SantéMentale #Soin #PairAidance #Exil ...

  4. "On January 7, about five hours after a US Immigration and Customs Enforcement agent in Minneapolis fatally shot a woman in her SUV, President Donald Trump addressed the reckless killing in a social-media post: The victim, he said, “violently, willfully, and viciously ran over the ICE Officer, who seems to have shot her in self defense. Based on the attached clip, it is hard to believe he is alive.”

    #Traumas #Tragedies #Trump
    motherjones.com/politics/2026/

  5. #Gaslighting creates unnecessary additional #traumas. It is #abusive & #manipulative.
    I have always struggled with forgiveness towards gaslighters. It's literally #crazymaking & it's harmful to our souls. It makes you question yourself, your realities & it dissolves trust.

    #Psychological #AbuseTactics #AbuseSurvivors #EducationIsPower

  6. #Gaslighting creates unnecessary additional #traumas. It is #abusive & #manipulative.
    I have always struggled with forgiveness towards gaslighters. It's literally #crazymaking & it's harmful to our souls. It makes you question yourself, your realities & it dissolves trust.

    #Psychological #AbuseTactics #AbuseSurvivors #EducationIsPower

  7. Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental

    Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.

    Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.

    Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.

    Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.

    A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.

    Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.

    Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.

    O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.

    #acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais

  8. Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental

    Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.

    Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.

    Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.

    Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.

    A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.

    Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.

    Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.

    O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.

    #acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais

  9. Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental

    Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.

    Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.

    Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.

    Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.

    A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.

    Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.

    Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.

    O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.

    #acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais

  10. Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental

    Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.

    Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.

    Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.

    Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.

    A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.

    Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.

    Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.

    O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.

    #acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais

  11. 238- El secreto

    Edgar Watson Howe, novelista, y editor de periódicos y revistas, nacido en 1853 y fallecido en 1937, dijo: “El hombre que sabe guardar un secreto puede ser sabio, pero no es la mitad de sabio, que aquel que no tiene secretos que guardar”.

    Photo by Sammie Sander on Pexels.com

    https://open.spotify.com/episode/4fa7hkeofSu8Fy1KX9rvz7?si=c4837b2f31c74458

    Hola, ¿qué tal, cómo estás? Soy Carlos Vitesse, y te doy la bienvenida a una nueva entrega de Bitácora Mental. Si eres más de escuchar que de leer, aquí tienes la versión audio:

    Según la Real Academia Española, en su diccionario de la lengua española y en primera acepción, define “secreto” como: “Cosa que cuidadosamente se tiene reservada y oculta”. Y Si lo combinamos con las palabras de Watson Howe, sin duda da para mucho juego.

    Como se suele decir, la vida da mil vueltas, y en ella, cuanto más años llevamos en este planeta, evidentemente mayor ha sido la cantidad de momentos y situaciones que nos han tocado vivir. A veces de las buenas, pero también de las que nos gustaría olvidar, y en ocasiones resulta imposible, aunque digan que: “el tiempo, todo lo cura”.

    Cada día está lleno de infinitas oportunidades de generar secretos, que pueden venir a partir de situaciones de las más variadas, en las que hemos participado: voluntariamente, involuntariamente, o incluso como meros espectadores.

    Cada momento puede albergar una información que resulte importante para nosotros, algo que consideremos de valor, y que puede ser ventajoso o perjudicial. Por tanto, según la ocasión, el hecho puede ir a un cajón mental permanente, o ser liberado en el momento que creemos más conveniente.

    Y no es ningún secreto que guardar un secreto, -y valga la redundancia-, muchas veces no es nada sencillo. Obviamente, eso depende mucho de cada persona, porque sabido es que las hay, de las que no son capaces de guardarse nada, pero también aquellas que, como se suele decir, “se lo llevan a la tumba”. Y eso aplica tanto a cuestiones personales, como también en los casos en alguien le confía su secreto a otro, y habiendo elegido mal, resulta traicionado.

    Está claro que si no queremos que algo se sepa, la única forma de mantener esa información a buen recaudo, es no compartirla. Pero como dije antes, la vida da mil vueltas, y a determinada edad, todos tenemos algún secreto importante, o incluso varios. Pero seguramente son pocos, aquellos capaces de hacer que los suyos, nunca vean la luz.

    Y eso que nos guardamos, puede ser desde lo más tonto, hasta cosas verdaderamente serias. A veces ocultamos las cosas porque nos conviene, y la decisión es voluntaria, pero en otras tenemos una presión extra por lo que pueda pasar, y conservar ese secreto significa cargar en el día a día con una losa muy pesada sobre la espalda, algo muy difícil de llevar.

    El miedo puede tener mucho que ver en estos casos. Miedo a lo que pueda ocurrir, lo que pueda provocar en otros, y cómo afecte nuestras vidas. Porque revelar los hechos, podría significar la total pérdida de control de lo que estamos viviendo, y poner todo patas arriba, desde lo más personal, pasando por lo familiar, y llegando incluso al mundo laboral.

    Pero más allá de los que nos haya tocado vivir a cada uno, es bueno hacer un análisis objetivo y realista de cada situación, aunque muchas puedan ser percibidas como complicadas, y la primera reacción sea esconderlas en favor de una supuesta autoprotección. Sea cual sea la situación, es importante plantearse la posibilidad de soltar ese lastre, porque algunos secretos verdaderamente lo son.

    Y es posible que cueste muchísimo dar el paso, porque por ejemplo: ¿quién querría confesarle a su pareja que le ha sido infiel? O cualquier otra situación en la que existe cierto miedo, como una persona que haya llevado gran parte de la vida ocultando sus preferencias sexuales -o lo que fuera- y viviendo tranquila. ¿Querría exponerse al riesgo de transmitirle a su entorno más cercano, que no es como asumían que era?

    Son apenas dos situaciones de ejemplo, pero hay infinidad de ellas, algunas con temas -digamos- delicados, cuestiones que pueden darle vuelta a la vida de las personas, y como decía antes, también a la de otros. Por eso planteaba lo oportuno y necesario de analizar objetivamente, porque en ocasiones lo que a priori parece que podría acabar en desastre, incluso aunque ocurriera, no lo sería. Porque la verdad es liberadora, y todo lo que se construye sobre la mentira -o el secreto que pueda afectar a otros-, tiene pies de barro.

    Por más miedo que se pueda tener, y si el hacer lo correcto se resiste porque no estamos preparados para asumir las consecuencias, siempre es buen momento para plantearse “qué tenemos para ganar, y que para perder”. Porque muchas veces la balanza se inclina hacia las ventajas de revelar el hecho, superarlo, y construir hacia adelante con más solidez y tranquilidad. Sin duda habrá casos en que aplique aquello de que: “es peor el remedio, que la enfermedad”, pero recuerda otra verdad importante, y es que la gente se arrepiente más de las cosas que no hizo, que de las cosas que hizo.

    En resumen, que algunas personas tienen todo muy claro, pero otras luchan cada jornada en su interior, donde dos fuerzas se enfrentan, y el “decirlo o no decirlo” llega a monopolizar sus pensamientos, obstaculizando su desempeño diario en las distintas facetas de la vida. Por eso, y porque he visto cómo pueden cambiar las cosas cuando sueltas un lastre, nunca es tarde para ocuparse de algo pendiente, y que puedas considerar importante de tu pasado o el presente, pero sobre todo, para tu futuro.

    Y hasta aquí la entrega de hoy en Bitácora Mental. Gracias por tu tiempo al leer o escuchar este contenido, y te espero en el próximo.

    Puedes escuchar Bitácora Mental #Podcast en cualquiera de éstas plataformas y aplicaciones:

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    Aquí tienes el Feed del podcast.

    Puedes seguir Bitácora Mental en:

    También en el fediverso

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    #Engaños #Miedos #Secreto #Traición #Traumas

  12. Meet the #Indigenous leader using #psychedelic #medicine to heal the #traumas of #colonization

    As an #environmentalist, Rueben George fought #oilpipelines in Canada. As a Sundance Chief and #therapist, he’s working to bring the healing potential of psychedelic medicine to his people — and eventually everyone.

    wagingnonviolence.org/2024/11/

  13. @estelle

    Beaucoup de ressources disponible chez la Société Psychédélique Française, qui se donne comme mission, entre autre mais pas que, de vulgariser l'état de la #science sur ces sujets.

    societepsychedelique.fr/fr

    (Leur chaine YouTube 👍)

    (Une des membres est présente sur la fediverse @zoe_dubus)

    Au delà des effets induits par les produits tant qu'ils sont actifs, c'est le regard différent qu'on peut porter sur soi ou ses #traumas qui font le potentiel d'un "voyage #psychédélique"

    1/4

  14. @davidbrin

    “Sigmund Freud used the term ‘Copernican’ to describe modern decenterings of the human from a place of intuitive #privilege. After Nicolaus Copernicus and Charles Darwin, he nominated psychoanalysis as the third such #revolution. He also characterized the response to such decenterings as ‘#traumas.’”

    🔥

    noemamag.com/the-five-stages-o

  15. I'm struggling with seeing #FathersDay stuff ATM. This year will be 2nd one, without my #Dad. Me & my family still have #traumas from night my Dad died, after #BCNDP failed us all & he lost our personal #covid protections when he was hospitalized in 2022 for ambulatory leg issues. I hate all #BCgovernment #SaanichMayor #SaanichCouncil & every single person who still supports BC NDP #eugenics on #elderly on #disabled & #immunocompromised citizens of #BritishColumbia. Not going to stop yelling.

  16. Very exhausting but so are most important #justice fights against #government.
    I just hope it will help more #POC & #disabled families in future from suffering unnecessary #traumas from #cops & coward #paramedics scared of telling cops to leave a #medical #crisis call when no cops are needed & only making things worse by letting #abusive cops stay around.

  17. #Screenshots of email responses from #BCgovernment #PublicHealth representatives

    This is to deal with massive #failures by #BCNDP #BCgovernment over my now deceased Dad, getting #covid infection in hospital, how #BCEMERGENCYCOMMS failed our family & put extra #traumas on us by sending antimasker cops(lead cop is #SaanichPD #PoliceUnion president) to #abuse badge powers.

    I will NEVER forget the night my Dad died with extra trauma from #antimasker #cops! I want some form of JUSTICE!

    #YYJpoli

  18. #Israel #Palestine : #War / #Gaza / #Children / #Warvictims / #Psychology / #traumas / #NGO

    „Five months of violence, displacement, starvation and disease on top of nearly 17 years of a blockade have caused relentless mental harm to children in Gaza, Save the Children said today. Parents and caregivers told the child rights organisation that children’s capacity to even imagine a future without war has virtually disappeared.“ savethechildren.net/news/compl

  19. Si bien el dicho “Lo que no te mata te hace más fuerte” es famoso.

    Los traumas pasados ​​pueden hacerte más vulnerable a problemas de salud mental.

    En lugar de crear resiliencia, estas experiencias pueden hacer que las personas sean más susceptibles a traumas futuros.

    #traumas #vulnerables #saludmental #resilencia #JMS

  20. 𝗧𝗿𝗮𝘂𝗺𝗮'𝘀 𝗲𝗻 𝗲𝗲𝗻𝘇𝗮𝗮𝗺𝗵𝗲𝗶𝗱: 𝗼𝗽𝗴𝗿𝗼𝗲𝗶𝗲𝗻 𝗶𝗻 𝗼𝗼𝗿𝗹𝗼𝗴𝘀𝘁𝗶𝗷𝗱 𝗿𝗮𝗮𝗸𝘁 𝗢𝗲𝗸𝗿𝗮ï𝗲𝗻𝘀𝗲 𝗷𝗼𝗻𝗴𝗲𝗿𝗲𝗻 𝗵𝗮𝗿𝗱

    Vriendschappen opbouwen, verliefdheid en nieuwe dingen uitproberen: voor veel jongeren zijn de tienerjaren een bijzondere tijd in hun leven. Maar veel Oekraïense tieners worstelen juist met deze periode. Ze groeien op in een door oorlog verscheurd land of ze...

    rtlnieuws.nl/nieuws/buitenland

    #Traumas #Eenzaamheid #OorlogstijdJongeren

  21. If your idea of a good time is #ChatGPT on an #iPhone, and enslaved people serving sweet tea, you might be #reactionary reading Ayn Rand, aggressively avoiding #therapy and treatment for your unprocessed #traumas and personality disorders.

  22. Good.

    When they find law enforcement jobs in other states, that’s when governors of other states can finally break out, “they’re not sending their best!”

    Hopefully the unions don’t convince future cadets that there are too many limitations and too much exposure to liability to make policing worthwhile.

    Like, “you can’t work out your personal #traumas in the form of state-sponsored #violence anymore, so don’t even come work here”

    sfchronicle.com/politics/artic

    #badeggs #policing #California

  23. As per the police, who was recorded moments before he ended his life. Police officials were able to retrieve the video from Anuj Singh's Gmail account in which he talks about how his classmate Sneha Chaurasia, who was allegedly his ex-girlfriend, had 'changed his life'
    #NoidaUnivMurder #BlamesCancer #Traumas #Ex #AffairBehindIncident #ViralVideo #MastIndia #MastodonIndians #India @mastodonindians
    news18.com/india/noida-univ-mu

  24. Please don't give me or anyone else you don't know - 'God bless' shit. Some of us have longtime #church #OrganizedReligion #abuse #traumas & you need to recognize that ugly fact, first. We don't want those kind of blessings. Please leave religion OUT of any communication with me because I find it disturbing & disrespectful of my lived experiences with being abused by so called good folks in churches. Please don't do this shit around me.