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#realidade — Public Fediverse posts

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  1. Na Cultura, a saída de nosso labirinto?

    Crônica sobre os tempos de Espetáculo. Não há mais História nem Futuro, sob o neoliberalismo – só lampejos, hedonismo e depressão. Como a produção simbólica, que reconecta com valores antissistêmicos, pode resgatar a crítica e transformação

    outraspalavras.net/crise-civil

  2. A melhor definição de "pragmatismo" que já ouvi veio da minha irmã hoje. Depois de eu falar que amaria a Raluca independente do gênero dela, ela respondeu com a pergunta que cala qualquer debate abstrato da internet:
    "E isso vai impactar o que na nossa vida??? u.u Aff, mim poupe."
    Não há como rebater. Ela tem um dom de trazer qualquer questão complexa de volta para a realidade do cotidiano. A rainha do "e daí?" 👑
    #FraseDoDia #IrmãPrática #PragmatismoPuro #MimPoupe #Humor #Realidade

  3. A melhor definição de "pragmatismo" que já ouvi veio da minha irmã hoje. Depois de eu falar que amaria a Raluca independente do gênero dela, ela respondeu com a pergunta que cala qualquer debate abstrato da internet:
    "E isso vai impactar o que na nossa vida??? u.u Aff, mim poupe."
    Não há como rebater. Ela tem um dom de trazer qualquer questão complexa de volta para a realidade do cotidiano. A rainha do "e daí?" 👑
    #FraseDoDia #IrmãPrática #PragmatismoPuro #MimPoupe #Humor #Realidade

  4. A auditoria chegou.
    Anteontem, tava meio na bad sem meu verde. A ermã do meio fez as contas: "Veyr, tu fuma demais! Essa semana tu fumou R$ 600 em maconha. Nem o Bob Marley, veyr!". E riu.

    Confesso: fiquei sem argumento. Quando a matemática e a referência cultural se unem contra você, é hora de repensar a vida — ou pelo menos o orçamento.

    Será que o Bob tinha uma irmã do meio controlando os gastos dele? #ControleFinanceiro #Maconha #BobMarley #IrmãDoMeio #Desabafo #Realidade

  5. A auditoria chegou.
    Anteontem, tava meio na bad sem meu verde. A ermã do meio fez as contas: "Veyr, tu fuma demais! Essa semana tu fumou R$ 600 em maconha. Nem o Bob Marley, veyr!". E riu.

    Confesso: fiquei sem argumento. Quando a matemática e a referência cultural se unem contra você, é hora de repensar a vida — ou pelo menos o orçamento.

    Será que o Bob tinha uma irmã do meio controlando os gastos dele? #ControleFinanceiro #Maconha #BobMarley #IrmãDoMeio #Desabafo #Realidade

  6. A auditoria chegou.
    Anteontem, tava meio na bad sem meu verde. A ermã do meio fez as contas: "Veyr, tu fuma demais! Essa semana tu fumou R$ 600 em maconha. Nem o Bob Marley, veyr!". E riu.

    Confesso: fiquei sem argumento. Quando a matemática e a referência cultural se unem contra você, é hora de repensar a vida — ou pelo menos o orçamento.

    Será que o Bob tinha uma irmã do meio controlando os gastos dele? #ControleFinanceiro #Maconha #BobMarley #IrmãDoMeio #Desabafo #Realidade

  7. A auditoria chegou.
    Anteontem, tava meio na bad sem meu verde. A ermã do meio fez as contas: "Veyr, tu fuma demais! Essa semana tu fumou R$ 600 em maconha. Nem o Bob Marley, veyr!". E riu.

    Confesso: fiquei sem argumento. Quando a matemática e a referência cultural se unem contra você, é hora de repensar a vida — ou pelo menos o orçamento.

    Será que o Bob tinha uma irmã do meio controlando os gastos dele? #ControleFinanceiro #Maconha #BobMarley #IrmãDoMeio #Desabafo #Realidade

  8. A auditoria chegou.
    Anteontem, tava meio na bad sem meu verde. A ermã do meio fez as contas: "Veyr, tu fuma demais! Essa semana tu fumou R$ 600 em maconha. Nem o Bob Marley, veyr!". E riu.

    Confesso: fiquei sem argumento. Quando a matemática e a referência cultural se unem contra você, é hora de repensar a vida — ou pelo menos o orçamento.

    Será que o Bob tinha uma irmã do meio controlando os gastos dele? #ControleFinanceiro #Maconha #BobMarley #IrmãDoMeio #Desabafo #Realidade

  9. Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental

    Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.

    Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.

    Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.

    Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.

    A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.

    Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.

    Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.

    O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.

    #acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais

  10. Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental

    Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.

    Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.

    Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.

    Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.

    A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.

    Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.

    Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.

    O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.

    #acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais

  11. Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental

    Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.

    Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.

    Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.

    Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.

    A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.

    Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.

    Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.

    O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.

    #acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais

  12. Fenômeno dos bebês reborn levanta debates sobre os limites entre afeto, fantasia e saúde mental

    Eles têm peso, textura e feições que imitam um recém-nascido. Os bebês reborn, bonecas hiper-realistas que reproduzem bebês humanos, vêm ganhando popularidade entre adultos, principalmente entre mulheres, e despertam tanto fascínio quanto polêmica. O fenômeno vem desafiando fronteiras entre realidade e representação, exigindo um olhar atento às motivações psicológicas envolvidas.

    Segundo a psicóloga Valéria Figueiredo, docente do curso de psicologia da Estácio, é preciso entender o contexto em que a busca pelo hiper-real se intensifica. “Na era do imaginário, onde a imagem ganha o centro do capitalismo, precisamos nos perguntar: o que é real?”, provoca. Para ela, vivemos uma ‘inflação semiótica’, marcada por símbolos descolados de significados concretos. É nesse cenário que os bebês reborn ocupam espaço: “O real perde espaço para o hiper-real”.

    Valéria explica que, do ponto de vista psicológico, o apego a esses bonecos pode ter várias camadas de significado. Uma delas está ligada ao instinto de cuidado. “Para mulheres que não puderam ter filhos, vivenciaram perdas gestacionais ou estão lidando com a síndrome do ninho vazio, o bebê reborn pode funcionar como uma forma simbólica de expressão do maternar”, afirma. Ao simular os gestos cotidianos de cuidado, como dar colo, vestir, alimentar, essas mulheres podem encontrar conforto e propósito emocional.

    Outro ponto relevante está relacionado ao luto. Em situações de perda, o boneco pode ser um objeto de transição, ajudando na elaboração do sofrimento. “A semelhança com um bebê real oferece um foco para o afeto e a saudade, permitindo uma externalização do sentimento”, observa Valéria. No entanto, ela alerta: “É necessário acompanhamento profissional nesses casos, para evitar que a fantasia substitua a realidade da perda e torne o luto mais difícil de ser elaborado”.

    A solidão também aparece como uma motivação recorrente. Em tempos de vínculos frágeis e conexões digitais, o bebê reborn pode representar companhia e estimular interações em comunidades on-line. “Mesmo inanimado, o boneco pode gerar rotina, conversas e uma sensação de pertencimento”, comenta a psicóloga. Em certos contextos, ele também representa controle: “O bebê reborn pode ser aquilo que eu desejo no momento — algo que posso controlar, diferente da imprevisibilidade das relações reais”.

    Sob a ótica da teoria do apego, o boneco pode suprir necessidades de segurança e proximidade emocional. Pessoas com histórico de traumas ou com padrões de apego inseguros podem encontrar nos reborns uma forma de contato afetivo previsível e livre de riscos.

    Contudo, nem sempre a relação é saudável. “Quando o vínculo com o boneco substitui relações humanas significativas ou se torna uma fuga para não lidar com dores emocionais reais, é sinal de que pode haver sofrimento psíquico”, aponta Valéria. Nesses casos, o acompanhamento psicológico é fundamental.

    O debate sobre os bebês reborn convida a uma análise mais ampla sobre os limites entre o simbólico e o real, a fantasia e a necessidade de afeto. “Compreender as motivações por trás desse vínculo é essencial para que possamos olhar para essas experiências com empatia, mas também com responsabilidade clínica”, conclui a psicóloga.

    #acompanhamentoPsicológico #apegoEmocional #bebêsReborn #bonecasHiperRealistas #confortoSimbólico #controleEmocional #empatia #Estácio #fantasias #instintoDeCuidado #luto #psicologia #realidade #representaçãoSimbólica #saúdeMental #simbolismo #sofrimentoPsíquico #solidão #teoriaDoApego #traumas #ValériaFigueiredo #vínculosDigitais

  13. @lorimeyers esse aí é um dos conceitos básicos do que seria magia né, o ponto principal é você ter uma consciência forte e suficiente capaz de gerar energia o suficiente para manipular a energia densa condensada da matéria.

    📌Só que nisso existe uma dualidade, para alcançar esse nível a sua consciência vai ter que abandonar o conceito de corpo físico de materialidade, e isso acontecendo seu corpo físico vai definhar.

    📌É esse o ponto que a maioria dos monges budistas e grandes místicos trabalham em suas meditação todo dia. É a famosa então obscuro e desconhecido e meditação transcendental.

    #meditacao #oculto #magia #sobrenatural #transcendental #realidade #mente #consciencia #sabedoria #conhecimentoesquecido

  14. @lorimeyers esse aí é um dos conceitos básicos do que seria magia né, o ponto principal é você ter uma consciência forte e suficiente capaz de gerar energia o suficiente para manipular a energia densa condensada da matéria.

    📌Só que nisso existe uma dualidade, para alcançar esse nível a sua consciência vai ter que abandonar o conceito de corpo físico de materialidade, e isso acontecendo seu corpo físico vai definhar.

    📌É esse o ponto que a maioria dos monges budistas e grandes místicos trabalham em suas meditação todo dia. É a famosa então obscuro e desconhecido e meditação transcendental.

    #meditacao #oculto #magia #sobrenatural #transcendental #realidade #mente #consciencia #sabedoria #conhecimentoesquecido

  15. @lorimeyers esse aí é um dos conceitos básicos do que seria magia né, o ponto principal é você ter uma consciência forte e suficiente capaz de gerar energia o suficiente para manipular a energia densa condensada da matéria.

    📌Só que nisso existe uma dualidade, para alcançar esse nível a sua consciência vai ter que abandonar o conceito de corpo físico de materialidade, e isso acontecendo seu corpo físico vai definhar.

    📌É esse o ponto que a maioria dos monges budistas e grandes místicos trabalham em suas meditação todo dia. É a famosa então obscuro e desconhecido e meditação transcendental.

    #meditacao #oculto #magia #sobrenatural #transcendental #realidade #mente #consciencia #sabedoria #conhecimentoesquecido

  16. @lorimeyers esse aí é um dos conceitos básicos do que seria magia né, o ponto principal é você ter uma consciência forte e suficiente capaz de gerar energia o suficiente para manipular a energia densa condensada da matéria.

    📌Só que nisso existe uma dualidade, para alcançar esse nível a sua consciência vai ter que abandonar o conceito de corpo físico de materialidade, e isso acontecendo seu corpo físico vai definhar.

    📌É esse o ponto que a maioria dos monges budistas e grandes místicos trabalham em suas meditação todo dia. É a famosa então obscuro e desconhecido e meditação transcendental.

    #meditacao #oculto #magia #sobrenatural #transcendental #realidade #mente #consciencia #sabedoria #conhecimentoesquecido