#humanidade — Public Fediverse posts
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Marcas de corte em ossos de 1,6 milhão de anos no Quênia indicam que os primeiros humanos processavam carne de forma planejada, segundo estudo da Proceedings of the National Academy of Sciences. A pesquisa sugere que esses grupos desenvolviam estratégias consistentes para obtenção de alimento, nã...
🔗 https://omniletters.com/marcas-em-ossos-processamento-carne/
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A erupção do supervulcão Toba, há 74 mil anos, é uma das mais devastadoras da história, levantando dúvidas sobre a sobrevivência humana. Estudos recentes mostram que, apesar das condições extremas, os humanos conseguiram se adaptar de forma notável.
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Ideas enxeñosas sobre a cultura libre (II): Coñecemento Operativo
No artigo anterior desta serie de tres, desenvolvín o concepto de Intelixencia Artesanal como unha alternativa de aprendizaxe que temos dispoñible e que precisamos recuperar. Neste tratarei a idea de Coñecemento Operativo, a cal pode perfectamente ir da man da primeira. Durante a charla-coloquio sobre "Aprendizaxe e Intelixencia Artificial", Laura Pérez trouxo sobre a mesa o concepto de Coñecemento Operativo nun intento de verbalizar as competencias mínimas que precisa calquera […] -
Ideas enxeñosas sobre a cultura libre (II): Coñecemento Operativo
No artigo anterior desta serie de tres, desenvolvín o concepto de Intelixencia Artesanal como unha alternativa de aprendizaxe que temos dispoñible e que precisamos recuperar. Neste tratarei a idea de Coñecemento Operativo, a cal pode perfectamente ir da man da primeira. Durante a charla-coloquio sobre "Aprendizaxe e Intelixencia Artificial", Laura Pérez trouxo sobre a mesa o concepto de Coñecemento Operativo nun intento de verbalizar as competencias mínimas que precisa calquera […] -
Ideas enxeñosas sobre a cultura libre (I): Intelixencia Artesanal
Non quería que o coñecemento compartido do último mes ficase no aire ou estancado nun repositorio cheo de videos, por iso decidín crear un post con elo, porque cando repetimos o coñecemento pouco a pouco vaise convertendo en cultura xeral. Da intención dun artigo saíron tres que corresponden a tres conceptos os cales me foron resultando interesantes polo que expresan ou polo que sintetizan. A miúdo indignámonos pola ignorancia coa que se enfocan certos temas e a ética da […] -
Ideas enxeñosas sobre a cultura libre (I): Intelixencia Artesanal
Non quería que o coñecemento compartido do último mes ficase no aire ou estancado nun repositorio cheo de videos, por iso decidín crear un post con elo, porque cando repetimos o coñecemento pouco a pouco vaise convertendo en cultura xeral. Da intención dun artigo saíron tres que corresponden a tres conceptos os cales me foron resultando interesantes polo que expresan ou polo que sintetizan. A miúdo indignámonos pola ignorancia coa que se enfocan certos temas e a ética da […] -
Ideas enxeñosas sobre a cultura libre (I): Intelixencia Artesanal
Non quería que o coñecemento compartido do último mes ficase no aire ou estancado nun repositorio cheo de videos, por iso decidín crear un post con elo, porque cando repetimos o coñecemento pouco a pouco vaise convertendo en cultura xeral. Da intención dun artigo saíron tres que corresponden a tres conceptos os cales me foron resultando interesantes polo que expresan ou polo que sintetizan. A miúdo indignámonos pola ignorancia coa que se enfocan certos temas e a ética da […] -
‘Um exercÃcio de imaginação’, diz autora de livro sobre encontro entre neandertais e homo sapiens
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‘Um exercÃcio de imaginação’, diz autora de livro sobre encontro entre neandertais e homo sapiens
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Resenha, artigo, texto... @valterbitencourtjuniorpoetaeescritor.wordpress.com@valterbitencourtjuniorpoetaeescritor.wordpress.com ·O Custo da Barbárie: O Futuro Mutilado pelas Ambições Geopolíticas
As consequências das guerras sempre deixam sequelas que jamais serão apagadas. Sabe-se que há uma grande devastação territorial que, por sua vez, é irrecuperável; não apenas pelo impacto ambiental causado pelos conflitos, mas pelo modo como todo um povo é atingido. Esse peso sobrecai na população, que se sente desabrigada e desolada, restando apenas o desamparo e a sensação de abandono ao ver os tratados que deveriam garantir a segurança internacional serem quebrados. É, acima de tudo, a dor de quem perde membros da família ou a dor de ter o próprio corpo mutilado por bombardeios.
Faz um ano que Mahmoud Ajjour teve os braços amputados devido a um bombardeio de Israel contra a Cidade de Gaza. A fotografia dele, tirada pela fotógrafa palestina Samar Abu Elouf, ganhou o prêmio World Press Photo 2025. Foi uma das imagens mais chocantes diante dos ataques que ocasionaram a morte de crianças e bebês, deixando toda uma população refém de autoridades tiranas e suas ambições geopolíticas. Hoje, Mahmoud vive em Doha, no Catar, onde aprende a realizar tarefas cotidianas com os pés — um símbolo vivo de uma infância interrompida pela violência.
A fotografia de Mahmoud Ajjour, tirada por Samar Abu Elouf, ganhou o prêmio World Press Photo 2025.A guerra nunca foi a verdadeira solução para os problemas humanos, por mais que muitos tentem apontá-la como a “libertação” de um povo preso a determinado sistema. Olhando para a atualidade, em abril de 2026, vemos o conflito escalar no Irã com ataques diretos de Israel e dos Estados Unidos. Muitos enxergam apenas uma disputa pelo petróleo ou controle estratégico, mas é necessário discorrer também sobre as ideologias de domínio que alimentam esses confrontos.
Não podemos esquecer que, neste novo conflito, até escolas foram bombardeadas, como o trágico ataque em Minab, no sul do Irã, que vitimou centenas de estudantes. É impossível ignorar o ultimato de Donald Trump, em 7 de abril de 2026, afirmando que “uma civilização inteira morrerá” caso suas exigências não fossem atendidas. O assassinato de crianças demonstra um ódio profundo e um desejo de extermínio que ignora fronteiras. O que aconteceu na Faixa de Gaza antecipou o horror que se repete agora: a tentativa de destruição do futuro em nome de um presente estratégico de domínio.
Túmulos são abertos para vítimas de ataque a escola em Minab, no Irã. Cerca de 150 pessoas morreram. — Foto: Iranian Foreign Media Department/WANA. #bombardeios #cessarFogo #conflitoOrienteMedio #crimesDeGuerra #criseHumanitaria #diplomacia #DireitosHumanos #EstadosUnidos #Extermínio #futuroDasNações #Gaza #geopolitica #Humanidade #impactoAmbientalDaGuerra #infanciaMutilada #ira #Israel #justiçaGlobal #MahmoudAjjour #Paz #politicaExterna #SamarAbuElouf #segurancaInternacional #traumaDeGuerra #WorldPressPhoto -
Resenha, artigo, texto... @valterbitencourtjuniorpoetaeescritor.wordpress.com@valterbitencourtjuniorpoetaeescritor.wordpress.com ·O Custo da Barbárie: O Futuro Mutilado pelas Ambições Geopolíticas
As consequências das guerras sempre deixam sequelas que jamais serão apagadas. Sabe-se que há uma grande devastação territorial que, por sua vez, é irrecuperável; não apenas pelo impacto ambiental causado pelos conflitos, mas pelo modo como todo um povo é atingido. Esse peso sobrecai na população, que se sente desabrigada e desolada, restando apenas o desamparo e a sensação de abandono ao ver os tratados que deveriam garantir a segurança internacional serem quebrados. É, acima de tudo, a dor de quem perde membros da família ou a dor de ter o próprio corpo mutilado por bombardeios.
Faz um ano que Mahmoud Ajjour teve os braços amputados devido a um bombardeio de Israel contra a Cidade de Gaza. A fotografia dele, tirada pela fotógrafa palestina Samar Abu Elouf, ganhou o prêmio World Press Photo 2025. Foi uma das imagens mais chocantes diante dos ataques que ocasionaram a morte de crianças e bebês, deixando toda uma população refém de autoridades tiranas e suas ambições geopolíticas. Hoje, Mahmoud vive em Doha, no Catar, onde aprende a realizar tarefas cotidianas com os pés — um símbolo vivo de uma infância interrompida pela violência.
A fotografia de Mahmoud Ajjour, tirada por Samar Abu Elouf, ganhou o prêmio World Press Photo 2025.A guerra nunca foi a verdadeira solução para os problemas humanos, por mais que muitos tentem apontá-la como a “libertação” de um povo preso a determinado sistema. Olhando para a atualidade, em abril de 2026, vemos o conflito escalar no Irã com ataques diretos de Israel e dos Estados Unidos. Muitos enxergam apenas uma disputa pelo petróleo ou controle estratégico, mas é necessário discorrer também sobre as ideologias de domínio que alimentam esses confrontos.
Não podemos esquecer que, neste novo conflito, até escolas foram bombardeadas, como o trágico ataque em Minab, no sul do Irã, que vitimou centenas de estudantes. É impossível ignorar o ultimato de Donald Trump, em 7 de abril de 2026, afirmando que “uma civilização inteira morrerá” caso suas exigências não fossem atendidas. O assassinato de crianças demonstra um ódio profundo e um desejo de extermínio que ignora fronteiras. O que aconteceu na Faixa de Gaza antecipou o horror que se repete agora: a tentativa de destruição do futuro em nome de um presente estratégico de domínio.
Túmulos são abertos para vítimas de ataque a escola em Minab, no Irã. Cerca de 150 pessoas morreram. — Foto: Iranian Foreign Media Department/WANA. #bombardeios #cessarFogo #conflitoOrienteMedio #crimesDeGuerra #criseHumanitaria #diplomacia #DireitosHumanos #EstadosUnidos #Extermínio #futuroDasNações #Gaza #geopolitica #Humanidade #impactoAmbientalDaGuerra #infanciaMutilada #ira #Israel #justiçaGlobal #MahmoudAjjour #Paz #politicaExterna #SamarAbuElouf #segurancaInternacional #traumaDeGuerra #WorldPressPhoto -
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As consequências das guerras sempre deixam sequelas que jamais serão apagadas. Sabe-se que há uma grande devastação territorial que, por sua vez, é irrecuperável; não apenas pelo impacto ambiental causado pelos conflitos, mas pelo modo como todo um povo é atingido. Esse peso sobrecai na população, que se sente desabrigada e desolada, restando apenas o desamparo e a sensação de abandono ao ver os tratados que deveriam garantir a segurança internacional serem quebrados. É, acima de tudo, a dor de quem perde membros da família ou a dor de ter o próprio corpo mutilado por bombardeios.
Faz um ano que Mahmoud Ajjour teve os braços amputados devido a um bombardeio de Israel contra a Cidade de Gaza. A fotografia dele, tirada pela fotógrafa palestina Samar Abu Elouf, ganhou o prêmio World Press Photo 2025. Foi uma das imagens mais chocantes diante dos ataques que ocasionaram a morte de crianças e bebês, deixando toda uma população refém de autoridades tiranas e suas ambições geopolíticas. Hoje, Mahmoud vive em Doha, no Catar, onde aprende a realizar tarefas cotidianas com os pés — um símbolo vivo de uma infância interrompida pela violência.
A fotografia de Mahmoud Ajjour, tirada por Samar Abu Elouf, ganhou o prêmio World Press Photo 2025.A guerra nunca foi a verdadeira solução para os problemas humanos, por mais que muitos tentem apontá-la como a “libertação” de um povo preso a determinado sistema. Olhando para a atualidade, em abril de 2026, vemos o conflito escalar no Irã com ataques diretos de Israel e dos Estados Unidos. Muitos enxergam apenas uma disputa pelo petróleo ou controle estratégico, mas é necessário discorrer também sobre as ideologias de domínio que alimentam esses confrontos.
Não podemos esquecer que, neste novo conflito, até escolas foram bombardeadas, como o trágico ataque em Minab, no sul do Irã, que vitimou centenas de estudantes. É impossível ignorar o ultimato de Donald Trump, em 7 de abril de 2026, afirmando que “uma civilização inteira morrerá” caso suas exigências não fossem atendidas. O assassinato de crianças demonstra um ódio profundo e um desejo de extermínio que ignora fronteiras. O que aconteceu na Faixa de Gaza antecipou o horror que se repete agora: a tentativa de destruição do futuro em nome de um presente estratégico de domínio.
Túmulos são abertos para vítimas de ataque a escola em Minab, no Irã. Cerca de 150 pessoas morreram. — Foto: Iranian Foreign Media Department/WANA. #bombardeios #cessarFogo #conflitoOrienteMedio #crimesDeGuerra #criseHumanitaria #diplomacia #DireitosHumanos #EstadosUnidos #Extermínio #futuroDasNações #Gaza #geopolitica #Humanidade #impactoAmbientalDaGuerra #infanciaMutilada #ira #Israel #justiçaGlobal #MahmoudAjjour #Paz #politicaExterna #SamarAbuElouf #segurancaInternacional #traumaDeGuerra #WorldPressPhoto -
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Faz um ano que Mahmoud Ajjour teve os braços amputados devido a um bombardeio de Israel contra a Cidade de Gaza. A fotografia dele, tirada pela fotógrafa palestina Samar Abu Elouf, ganhou o prêmio World Press Photo 2025. Foi uma das imagens mais chocantes diante dos ataques que ocasionaram a morte de crianças e bebês, deixando toda uma população refém de autoridades tiranas e suas ambições geopolíticas. Hoje, Mahmoud vive em Doha, no Catar, onde aprende a realizar tarefas cotidianas com os pés — um símbolo vivo de uma infância interrompida pela violência.
A fotografia de Mahmoud Ajjour, tirada por Samar Abu Elouf, ganhou o prêmio World Press Photo 2025.A guerra nunca foi a verdadeira solução para os problemas humanos, por mais que muitos tentem apontá-la como a “libertação” de um povo preso a determinado sistema. Olhando para a atualidade, em abril de 2026, vemos o conflito escalar no Irã com ataques diretos de Israel e dos Estados Unidos. Muitos enxergam apenas uma disputa pelo petróleo ou controle estratégico, mas é necessário discorrer também sobre as ideologias de domínio que alimentam esses confrontos.
Não podemos esquecer que, neste novo conflito, até escolas foram bombardeadas, como o trágico ataque em Minab, no sul do Irã, que vitimou centenas de estudantes. É impossível ignorar o ultimato de Donald Trump, em 7 de abril de 2026, afirmando que “uma civilização inteira morrerá” caso suas exigências não fossem atendidas. O assassinato de crianças demonstra um ódio profundo e um desejo de extermínio que ignora fronteiras. O que aconteceu na Faixa de Gaza antecipou o horror que se repete agora: a tentativa de destruição do futuro em nome de um presente estratégico de domínio.
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As consequências das guerras sempre deixam sequelas que jamais serão apagadas. Sabe-se que há uma grande devastação territorial que, por sua vez, é irrecuperável; não apenas pelo impacto ambiental causado pelos conflitos, mas pelo modo como todo um povo é atingido. Esse peso sobrecai na população, que se sente desabrigada e desolada, restando apenas o desamparo e a sensação de abandono ao ver os tratados que deveriam garantir a segurança internacional serem quebrados. É, acima de tudo, a dor de quem perde membros da família ou a dor de ter o próprio corpo mutilado por bombardeios.
Faz um ano que Mahmoud Ajjour teve os braços amputados devido a um bombardeio de Israel contra a Cidade de Gaza. A fotografia dele, tirada pela fotógrafa palestina Samar Abu Elouf, ganhou o prêmio World Press Photo 2025. Foi uma das imagens mais chocantes diante dos ataques que ocasionaram a morte de crianças e bebês, deixando toda uma população refém de autoridades tiranas e suas ambições geopolíticas. Hoje, Mahmoud vive em Doha, no Catar, onde aprende a realizar tarefas cotidianas com os pés — um símbolo vivo de uma infância interrompida pela violência.
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Não podemos esquecer que, neste novo conflito, até escolas foram bombardeadas, como o trágico ataque em Minab, no sul do Irã, que vitimou centenas de estudantes. É impossível ignorar o ultimato de Donald Trump, em 7 de abril de 2026, afirmando que “uma civilização inteira morrerá” caso suas exigências não fossem atendidas. O assassinato de crianças demonstra um ódio profundo e um desejo de extermínio que ignora fronteiras. O que aconteceu na Faixa de Gaza antecipou o horror que se repete agora: a tentativa de destruição do futuro em nome de um presente estratégico de domínio.
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Não assumimos a nova consciência planetária: Artemis 2
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Não assumimos a nova consciência planetária: Artemis 2
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tinha.
"Meu jovem" — o tio do calçadão, fofo.
"Não vou lhe deixar na mão" — o tio da acampamente, grato.Você não resolveu a vida deles.
Mas os viu. Tratou como gente.
Não desviou o olhar. Agiu. Pequeno. Camponês.🙏💔💖🐎
#Caridade #MoradoresDeRua #DeuxTeOuça #PittycoModeOn #Humanidade -
tinha.
"Meu jovem" — o tio do calçadão, fofo.
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Mas os viu. Tratou como gente.
Não desviou o olhar. Agiu. Pequeno. Camponês.🙏💔💖🐎
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tinha.
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Mas os viu. Tratou como gente.
Não desviou o olhar. Agiu. Pequeno. Camponês.🙏💔💖🐎
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Mas os viu. Tratou como gente.
Não desviou o olhar. Agiu. Pequeno. Camponês.🙏💔💖🐎
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O prolongado suicídio moral do Ocidente
Antropólogo francês aponta: produzir “vidas invisíveis” é estratégia central da ordem global. Não basta ceifá-las, é preciso apagar o sofrimento na economia da atenção – e punir quem o denuncia, inclusive nos tribunais internacionais. Genocídio em Gaza é sintomáticohttps://outraspalavras.net/crise-civilizatoria/o-prolongado-suicidio-moral-do-ocidente/
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"A #Terra não é da #Humanidade.
A humanidade é quem é da Terra." -
https://www.instagram.com/p/DT7zhe0EXZI/ -
RI @conhecimento_infinito -. Dá pra defender o conceito de #Propriedade ? -
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"A #Terra não é da #Humanidade.
A humanidade é quem é da Terra." -
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"Acho que, quando uma criança olha para alguém como eu, ela consegue enxergar a minha alma."
Uma menina se aproximou, deu um abraço e sussurrou que queria ser igual a mim quando crescesse. Desmontei. Choramos juntas na quadra.
Enquanto o mundo insiste em gritar o que eu não sou, os olhos mais puros me mostraram, em um sussurro, exatamente o que eu sou. Essa foi a resposta mais linda e devastadora que eu poderia receber. 💔✨Pepita
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"Acho que, quando uma criança olha para alguém como eu, ela consegue enxergar a minha alma."
Uma menina se aproximou, deu um abraço e sussurrou que queria ser igual a mim quando crescesse. Desmontei. Choramos juntas na quadra.
Enquanto o mundo insiste em gritar o que eu não sou, os olhos mais puros me mostraram, em um sussurro, exatamente o que eu sou. Essa foi a resposta mais linda e devastadora que eu poderia receber. 💔✨Pepita
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Uma menina se aproximou, deu um abraço e sussurrou que queria ser igual a mim quando crescesse. Desmontei. Choramos juntas na quadra.
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Uma menina se aproximou, deu um abraço e sussurrou que queria ser igual a mim quando crescesse. Desmontei. Choramos juntas na quadra.
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"Acho que, quando uma criança olha para alguém como eu, ela consegue enxergar a minha alma."
Uma menina se aproximou, deu um abraço e sussurrou que queria ser igual a mim quando crescesse. Desmontei. Choramos juntas na quadra.
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Consciousness May Not Belong to You - And Science Is Starting to Admit It.
(...) Consciousness might be a fundamental property of the universe, not an accidental side effect of complex brains. (...)
★
#consciousness #consciencia #humanidad #humanidade #neuroloxía #neurología #humanity #universe #universo
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Consciousness May Not Belong to You - And Science Is Starting to Admit It.
(...) Consciousness might be a fundamental property of the universe, not an accidental side effect of complex brains. (...)
★
#consciousness #consciencia #humanidad #humanidade #neuroloxía #neurología #humanity #universe #universo
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Consciousness May Not Belong to You - And Science Is Starting to Admit It.
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Consciousness May Not Belong to You - And Science Is Starting to Admit It.
(...) Consciousness might be a fundamental property of the universe, not an accidental side effect of complex brains. (...)
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Como se traballa en equipo cando o teu cerebro funciona “ao revés”
Razoar non é un proceso único. Cada persoa procesa a información de forma diferente aínda que o tipo de pensamento se pode clasificar en dous grandes grupos. O pensamento top-down que o manexa arredor do 90% da poboación, e o bottom-up que o posuímos arredor do 10%. Estas formas de cavilar non son aprendidas nin poden ser modificadas ao longo da vida, trátase dunha característica neurobiolóxica coa que vivimos e desenvolvemos o noso día a día, o noso traballo tamén. Que […] -
Como se traballa en equipo cando o teu cerebro funciona “ao revés”
Razoar non é un proceso único. Cada persoa procesa a información de forma diferente aínda que o tipo de pensamento se pode clasificar en dous grandes grupos. O pensamento top-down que o manexa arredor do 90% da poboación, e o bottom-up que o posuímos arredor do 10%. Estas formas de cavilar non son aprendidas nin poden ser modificadas ao longo da vida, trátase dunha característica neurobiolóxica coa que vivimos e desenvolvemos o noso día a día, o noso traballo tamén. Que […] -
Como se traballa en equipo cando o teu cerebro funciona “ao revés”
Razoar non é un proceso único. Cada persoa procesa a información de forma diferente aínda que o tipo de pensamento se pode clasificar en dous grandes grupos. O pensamento top-down que o manexa arredor do 90% da poboación, e o bottom-up que o posuímos arredor do 10%. Estas formas de cavilar non son aprendidas nin poden ser modificadas ao longo da vida, trátase dunha característica neurobiolóxica coa que vivimos e desenvolvemos o noso día a día, o noso traballo tamén. Que […] -
Como se traballa en equipo cando o teu cerebro funciona “ao revés”
Razoar non é un proceso único. Cada persoa procesa a información de forma diferente aínda que o tipo de pensamento se pode clasificar en dous grandes grupos. O pensamento top-down que o manexa arredor do 90% da poboación, e o bottom-up que o posuímos arredor do 10%. Estas formas de cavilar non son aprendidas nin poden ser modificadas ao longo da vida, trátase dunha característica neurobiolóxica coa que vivimos e desenvolvemos o noso día a día, o noso traballo tamén. Que […] -
Esperar a que se alcoholicen para ter conversas profundas
Este último mes tiven dúas vodas. Tratábanse de bos amigos así que aínda que me coincidiron moi xuntas fun contenta de poder acompañalos nun día tan especial. As vodas non son un ambiente no que eu me desenvolva ben pois trátase de moitas horas constantes de socialización o que me esgota bastante. En ningunha das dúas vodas bebín alcohol. Semella un dato insignificante no que pode ser a descrición dun día, mais teño a impresión de que todo o mundo que lea isto pode imaxinarse […] -
Esperar a que se alcoholicen para ter conversas profundas
Este último mes tiven dúas vodas. Tratábanse de bos amigos así que aínda que me coincidiron moi xuntas fun contenta de poder acompañalos nun día tan especial. As vodas non son un ambiente no que eu me desenvolva ben pois trátase de moitas horas constantes de socialización o que me esgota bastante. En ningunha das dúas vodas bebín alcohol. Semella un dato insignificante no que pode ser a descrición dun día, mais teño a impresión de que todo o mundo que lea isto pode imaxinarse […] -
Os trasnos e os activistas mitolóxicos arredor do mundo
Na illa de Okinawa (Xapón) chámanlle Kijimuna, ten o aspecto dunha crianza de tres anos e leva o cabelo de cor vermella intensa. Na península do Labrador (Canadá) os Innu falan de Kuekuatsheu, un pequeno mamífero carnívoro que se asemella a un osiño con mal xenio e musculoso. No norte da penínusla ibérica, puxémoslle o nome de trasno, trasgo ou tragu a unha criatura humanoide de cor verdosa ou amarronada con orellas puntiagudas que acostuma a facer picardías. Cada cultura ten o […] -
En Palestina está o futuro do teu fogar, a túa familia e a túa vida.
O cambio climático é un síntoma da enfermidade de avaricia máis coñecida como síndrome capitalista, o xenocidio do pobo palestino non é máis que outro. Todos estamos coa causa, escóitase dicir á maioría que fica en silencio, as guerras non gustan a ninguén, como si se tratase dun suceso alleo a nós, como si non nos afectase directamente. O xenocidio do pobo palestino non é unha atrocidade de ocorre a miles de quilómetros, é algo que se desenvolve a diario nas nosas vidas. […] -
En Palestina está o futuro do teu fogar, a túa familia e a túa vida.
O cambio climático é un síntoma da enfermidade de avaricia máis coñecida como síndrome capitalista, o xenocidio do pobo palestino non é máis que outro. Todos estamos coa causa, escóitase dicir á maioría que fica en silencio, as guerras non gustan a ninguén, como si se tratase dun suceso alleo a nós, como si non nos afectase directamente. O xenocidio do pobo palestino non é unha atrocidade de ocorre a miles de quilómetros, é algo que se desenvolve a diario nas nosas vidas. […] -
En Palestina está o futuro do teu fogar, a túa familia e a túa vida.
O cambio climático é un síntoma da enfermidade de avaricia máis coñecida como síndrome capitalista, o xenocidio do pobo palestino non é máis que outro. Todos estamos coa causa, escóitase dicir á maioría que fica en silencio, as guerras non gustan a ninguén, como si se tratase dun suceso alleo a nós, como si non nos afectase directamente. O xenocidio do pobo palestino non é unha atrocidade de ocorre a miles de quilómetros, é algo que se desenvolve a diario nas nosas vidas. […]