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#wyden — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #wyden, aggregated by home.social.

  1. The #Wyden Siren Goes Off Again: We’ll Be “Stunned” By What the #NSA Is Doing Under #Section702
    #Senator #RonWyden says that when a secret interpretation of Section 702 is eventually declassified, the American public “will be stunned” to learn what the NSA has been doing. If you’ve followed Wyden’s career, you know this is not a man prone to hyperbole — and you know his track record on these warnings is perfect, this “directly affects the #privacy rights of #Americans.”
    techdirt.com/2026/03/12/the-wy

  2. The #Wyden Siren Goes Off Again: We’ll Be “Stunned” By What the #NSA Is Doing Under #Section702
    #Senator #RonWyden says that when a secret interpretation of Section 702 is eventually declassified, the American public “will be stunned” to learn what the NSA has been doing. If you’ve followed Wyden’s career, you know this is not a man prone to hyperbole — and you know his track record on these warnings is perfect, this “directly affects the #privacy rights of #Americans.”
    techdirt.com/2026/03/12/the-wy

  3. The Siren Goes Off Again: We’ll Be “Stunned” By What the Is Doing Under
    says that when a secret interpretation of Section 702 is eventually declassified, the American public “will be stunned” to learn what the NSA has been doing. If you’ve followed Wyden’s career, you know this is not a man prone to hyperbole — and you know his track record on these warnings is perfect, this “directly affects the rights of .”
    techdirt.com/2026/03/12/the-wy

  4. The #Wyden Siren Goes Off Again: We’ll Be “Stunned” By What the #NSA Is Doing Under #Section702
    #Senator #RonWyden says that when a secret interpretation of Section 702 is eventually declassified, the American public “will be stunned” to learn what the NSA has been doing. If you’ve followed Wyden’s career, you know this is not a man prone to hyperbole — and you know his track record on these warnings is perfect, this “directly affects the #privacy rights of #Americans.”
    techdirt.com/2026/03/12/the-wy

  5. The #Wyden Siren Goes Off Again: We’ll Be “Stunned” By What the #NSA Is Doing Under #Section702
    #Senator #RonWyden says that when a secret interpretation of Section 702 is eventually declassified, the American public “will be stunned” to learn what the NSA has been doing. If you’ve followed Wyden’s career, you know this is not a man prone to hyperbole — and you know his track record on these warnings is perfect, this “directly affects the #privacy rights of #Americans.”
    techdirt.com/2026/03/12/the-wy

  6. "The #Wyden Siren — the pattern where Senator Ron Wyden sends a cryptic public signal that something terrible is happening behind the classification curtain, can’t say what it is, and then is eventually proven right. Well, the siren is going off once again" techdirt.com/2026/03/12/the-wy?

  7. "The #Wyden Siren — the pattern where Senator Ron Wyden sends a cryptic public signal that something terrible is happening behind the classification curtain, can’t say what it is, and then is eventually proven right. Well, the siren is going off once again" techdirt.com/2026/03/12/the-wy?

  8. The #Wyden Siren Goes Off Again: We’ll Be “Stunned” By What the #NSA Is Doing Under Section 702 - techdirt.com/2026/03/12/the-wy "If you’ve followed Wyden’s career, you know this is not a man prone to hyperbole — and you know his track record on these warnings is perfect."

  9. Wenn du nichts sagen darfst, aber dennoch warnen willst.

    Ron #Wyden ist einer derjenigen, der am längsten in den US-Geheimdienstausschüssen sitzt. Er hat den mysteriösen Brief zur #CIA veröffentlicht.

    wyden.senate.gov/news/press-re

  10. ‘Síndrome de fim de ano’ também impacta crianças e jovens

    À medida que o encerramento do ano se aproxima, aumenta a sensação de que tudo precisa ser concluído antes da virada. Essa sensação é chamada de síndrome de fim de ano, que é um fenômeno psicológico e psicossocial. Trata-se de um período marcado por maior vulnerabilidade emocional, desencadeada pela soma de fatores típicos das semanas que antecedem o Natal e o Ano Novo: estresse acumulado, metas não cumpridas, pressões profissionais ou acadêmicas e o tradicional balanço interno sobre o que foi ou não realizado. Entre adultos, já é amplamente reconhecido, mas esse o fenômeno também atinge crianças e adolescentes, ainda que muitas vezes seja ignorado.

    Embora o impacto dessa síndrome seja menos discutido na faixa etária de crianças e adolescentes, eles também são afetados. O encerramento do ano letivo, as provas finais, os boletins e o medo da reprovação formam um cenário de forte pressão emocional. Soma-se a isso a mudança abrupta na rotina das férias: horários irregulares, sono reduzido, atividades desorganizadas, e um fator cada vez mais presente: a comparação social nas redes digitais.

    “Muitos adolescentes vivenciam sentimentos de inadequação por não terem as mesmas viagens ou festas que veem on-line“, destaca a psicóloga da Wyden, Kalina Galvão.

    A dinâmica emocional da família também exerce influência direta. Crianças e jovens tendem a se regular pelo estado emocional dos adultos. Assim, tensões, expectativas exageradas e conflitos acabam sendo absorvidos e expressos por eles em forma de irritabilidade, ansiedade, comportamentos regressivos e maior sensibilidade à rejeição. Diante desse quadro, Kalina reforça a importância do acolhimento emocional.

    “Nomear sentimentos, validar emoções e evitar frases que minimizam a dor, como ‘isso é besteira’ ou ‘vai passar’, são passos essenciais. Uma rotina minimamente estável, mesmo durante as férias, também ajuda a reduzir sintomas ansiosos”, orienta.

    A psicóloga orienta que pais e responsáveis evitem comparações, sejam elas sobre desempenho, festas, viagens ou qualquer idealização típica dessa época. É preciso “aproveitar o período para fortalecer vínculos. Conversas regulares e metas plausíveis tornam este momento um espaço de conexão e não de cobrança”, afirma.

    No fim das contas, o período que encerra o ano não precisa ser sinônimo de exaustão para o público infantojuvenil ou adultos. Com acolhimento, escuta ativa e expectativas ajustadas, famílias podem transformar um momento de pressão em uma oportunidade de cuidado e aproximação.

    Avalie isto:

    #acolhimentoEmocional #adolescentes #comparaçãoSocial #crianças #estresseEmocional #família #fimDoAnoLetivo #KalinaGalvão #provasEscolares #psicologia #RedesSociais #saúdeMental #síndromeDeFimDeAno #Wyden

  11. ‘Síndrome de fim de ano’ também impacta crianças e jovens

    À medida que o encerramento do ano se aproxima, aumenta a sensação de que tudo precisa ser concluído antes da virada. Essa sensação é chamada de síndrome de fim de ano, que é um fenômeno psicológico e psicossocial. Trata-se de um período marcado por maior vulnerabilidade emocional, desencadeada pela soma de fatores típicos das semanas que antecedem o Natal e o Ano Novo: estresse acumulado, metas não cumpridas, pressões profissionais ou acadêmicas e o tradicional balanço interno sobre o que foi ou não realizado. Entre adultos, já é amplamente reconhecido, mas esse o fenômeno também atinge crianças e adolescentes, ainda que muitas vezes seja ignorado.

    Embora o impacto dessa síndrome seja menos discutido na faixa etária de crianças e adolescentes, eles também são afetados. O encerramento do ano letivo, as provas finais, os boletins e o medo da reprovação formam um cenário de forte pressão emocional. Soma-se a isso a mudança abrupta na rotina das férias: horários irregulares, sono reduzido, atividades desorganizadas, e um fator cada vez mais presente: a comparação social nas redes digitais.

    “Muitos adolescentes vivenciam sentimentos de inadequação por não terem as mesmas viagens ou festas que veem on-line“, destaca a psicóloga da Wyden, Kalina Galvão.

    A dinâmica emocional da família também exerce influência direta. Crianças e jovens tendem a se regular pelo estado emocional dos adultos. Assim, tensões, expectativas exageradas e conflitos acabam sendo absorvidos e expressos por eles em forma de irritabilidade, ansiedade, comportamentos regressivos e maior sensibilidade à rejeição. Diante desse quadro, Kalina reforça a importância do acolhimento emocional.

    “Nomear sentimentos, validar emoções e evitar frases que minimizam a dor, como ‘isso é besteira’ ou ‘vai passar’, são passos essenciais. Uma rotina minimamente estável, mesmo durante as férias, também ajuda a reduzir sintomas ansiosos”, orienta.

    A psicóloga orienta que pais e responsáveis evitem comparações, sejam elas sobre desempenho, festas, viagens ou qualquer idealização típica dessa época. É preciso “aproveitar o período para fortalecer vínculos. Conversas regulares e metas plausíveis tornam este momento um espaço de conexão e não de cobrança”, afirma.

    No fim das contas, o período que encerra o ano não precisa ser sinônimo de exaustão para o público infantojuvenil ou adultos. Com acolhimento, escuta ativa e expectativas ajustadas, famílias podem transformar um momento de pressão em uma oportunidade de cuidado e aproximação.

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    #acolhimentoEmocional #adolescentes #comparaçãoSocial #crianças #estresseEmocional #família #fimDoAnoLetivo #KalinaGalvão #provasEscolares #psicologia #RedesSociais #saúdeMental #síndromeDeFimDeAno #Wyden

  12. ‘Síndrome de fim de ano’ também impacta crianças e jovens

    À medida que o encerramento do ano se aproxima, aumenta a sensação de que tudo precisa ser concluído antes da virada. Essa sensação é chamada de síndrome de fim de ano, que é um fenômeno psicológico e psicossocial. Trata-se de um período marcado por maior vulnerabilidade emocional, desencadeada pela soma de fatores típicos das semanas que antecedem o Natal e o Ano Novo: estresse acumulado, metas não cumpridas, pressões profissionais ou acadêmicas e o tradicional balanço interno sobre o que foi ou não realizado. Entre adultos, já é amplamente reconhecido, mas esse o fenômeno também atinge crianças e adolescentes, ainda que muitas vezes seja ignorado.

    Embora o impacto dessa síndrome seja menos discutido na faixa etária de crianças e adolescentes, eles também são afetados. O encerramento do ano letivo, as provas finais, os boletins e o medo da reprovação formam um cenário de forte pressão emocional. Soma-se a isso a mudança abrupta na rotina das férias: horários irregulares, sono reduzido, atividades desorganizadas, e um fator cada vez mais presente: a comparação social nas redes digitais.

    “Muitos adolescentes vivenciam sentimentos de inadequação por não terem as mesmas viagens ou festas que veem on-line“, destaca a psicóloga da Wyden, Kalina Galvão.

    A dinâmica emocional da família também exerce influência direta. Crianças e jovens tendem a se regular pelo estado emocional dos adultos. Assim, tensões, expectativas exageradas e conflitos acabam sendo absorvidos e expressos por eles em forma de irritabilidade, ansiedade, comportamentos regressivos e maior sensibilidade à rejeição. Diante desse quadro, Kalina reforça a importância do acolhimento emocional.

    “Nomear sentimentos, validar emoções e evitar frases que minimizam a dor, como ‘isso é besteira’ ou ‘vai passar’, são passos essenciais. Uma rotina minimamente estável, mesmo durante as férias, também ajuda a reduzir sintomas ansiosos”, orienta.

    A psicóloga orienta que pais e responsáveis evitem comparações, sejam elas sobre desempenho, festas, viagens ou qualquer idealização típica dessa época. É preciso “aproveitar o período para fortalecer vínculos. Conversas regulares e metas plausíveis tornam este momento um espaço de conexão e não de cobrança”, afirma.

    No fim das contas, o período que encerra o ano não precisa ser sinônimo de exaustão para o público infantojuvenil ou adultos. Com acolhimento, escuta ativa e expectativas ajustadas, famílias podem transformar um momento de pressão em uma oportunidade de cuidado e aproximação.

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    #acolhimentoEmocional #adolescentes #comparaçãoSocial #crianças #estresseEmocional #família #fimDoAnoLetivo #KalinaGalvão #provasEscolares #psicologia #RedesSociais #saúdeMental #síndromeDeFimDeAno #Wyden

  13. ‘Síndrome de fim de ano’ também impacta crianças e jovens

    À medida que o encerramento do ano se aproxima, aumenta a sensação de que tudo precisa ser concluído antes da virada. Essa sensação é chamada de síndrome de fim de ano, que é um fenômeno psicológico e psicossocial. Trata-se de um período marcado por maior vulnerabilidade emocional, desencadeada pela soma de fatores típicos das semanas que antecedem o Natal e o Ano Novo: estresse acumulado, metas não cumpridas, pressões profissionais ou acadêmicas e o tradicional balanço interno sobre o que foi ou não realizado. Entre adultos, já é amplamente reconhecido, mas esse o fenômeno também atinge crianças e adolescentes, ainda que muitas vezes seja ignorado.

    Embora o impacto dessa síndrome seja menos discutido na faixa etária de crianças e adolescentes, eles também são afetados. O encerramento do ano letivo, as provas finais, os boletins e o medo da reprovação formam um cenário de forte pressão emocional. Soma-se a isso a mudança abrupta na rotina das férias: horários irregulares, sono reduzido, atividades desorganizadas, e um fator cada vez mais presente: a comparação social nas redes digitais.

    “Muitos adolescentes vivenciam sentimentos de inadequação por não terem as mesmas viagens ou festas que veem on-line“, destaca a psicóloga da Wyden, Kalina Galvão.

    A dinâmica emocional da família também exerce influência direta. Crianças e jovens tendem a se regular pelo estado emocional dos adultos. Assim, tensões, expectativas exageradas e conflitos acabam sendo absorvidos e expressos por eles em forma de irritabilidade, ansiedade, comportamentos regressivos e maior sensibilidade à rejeição. Diante desse quadro, Kalina reforça a importância do acolhimento emocional.

    “Nomear sentimentos, validar emoções e evitar frases que minimizam a dor, como ‘isso é besteira’ ou ‘vai passar’, são passos essenciais. Uma rotina minimamente estável, mesmo durante as férias, também ajuda a reduzir sintomas ansiosos”, orienta.

    A psicóloga orienta que pais e responsáveis evitem comparações, sejam elas sobre desempenho, festas, viagens ou qualquer idealização típica dessa época. É preciso “aproveitar o período para fortalecer vínculos. Conversas regulares e metas plausíveis tornam este momento um espaço de conexão e não de cobrança”, afirma.

    No fim das contas, o período que encerra o ano não precisa ser sinônimo de exaustão para o público infantojuvenil ou adultos. Com acolhimento, escuta ativa e expectativas ajustadas, famílias podem transformar um momento de pressão em uma oportunidade de cuidado e aproximação.

    Avalie isto:

    #acolhimentoEmocional #adolescentes #comparaçãoSocial #crianças #estresseEmocional #família #fimDoAnoLetivo #KalinaGalvão #provasEscolares #psicologia #RedesSociais #saúdeMental #síndromeDeFimDeAno #Wyden

  14. ‘Síndrome de fim de ano’ também impacta crianças e jovens

    À medida que o encerramento do ano se aproxima, aumenta a sensação de que tudo precisa ser concluído antes da virada. Essa sensação é chamada de síndrome de fim de ano, que é um fenômeno psicológico e psicossocial. Trata-se de um período marcado por maior vulnerabilidade emocional, desencadeada pela soma de fatores típicos das semanas que antecedem o Natal e o Ano Novo: estresse acumulado, metas não cumpridas, pressões profissionais ou acadêmicas e o tradicional balanço interno sobre o que foi ou não realizado. Entre adultos, já é amplamente reconhecido, mas esse o fenômeno também atinge crianças e adolescentes, ainda que muitas vezes seja ignorado.

    Embora o impacto dessa síndrome seja menos discutido na faixa etária de crianças e adolescentes, eles também são afetados. O encerramento do ano letivo, as provas finais, os boletins e o medo da reprovação formam um cenário de forte pressão emocional. Soma-se a isso a mudança abrupta na rotina das férias: horários irregulares, sono reduzido, atividades desorganizadas, e um fator cada vez mais presente: a comparação social nas redes digitais.

    “Muitos adolescentes vivenciam sentimentos de inadequação por não terem as mesmas viagens ou festas que veem on-line“, destaca a psicóloga da Wyden, Kalina Galvão.

    A dinâmica emocional da família também exerce influência direta. Crianças e jovens tendem a se regular pelo estado emocional dos adultos. Assim, tensões, expectativas exageradas e conflitos acabam sendo absorvidos e expressos por eles em forma de irritabilidade, ansiedade, comportamentos regressivos e maior sensibilidade à rejeição. Diante desse quadro, Kalina reforça a importância do acolhimento emocional.

    “Nomear sentimentos, validar emoções e evitar frases que minimizam a dor, como ‘isso é besteira’ ou ‘vai passar’, são passos essenciais. Uma rotina minimamente estável, mesmo durante as férias, também ajuda a reduzir sintomas ansiosos”, orienta.

    A psicóloga orienta que pais e responsáveis evitem comparações, sejam elas sobre desempenho, festas, viagens ou qualquer idealização típica dessa época. É preciso “aproveitar o período para fortalecer vínculos. Conversas regulares e metas plausíveis tornam este momento um espaço de conexão e não de cobrança”, afirma.

    No fim das contas, o período que encerra o ano não precisa ser sinônimo de exaustão para o público infantojuvenil ou adultos. Com acolhimento, escuta ativa e expectativas ajustadas, famílias podem transformar um momento de pressão em uma oportunidade de cuidado e aproximação.

    Avalie isto:

    #acolhimentoEmocional #adolescentes #comparaçãoSocial #crianças #estresseEmocional #família #fimDoAnoLetivo #KalinaGalvão #provasEscolares #psicologia #RedesSociais #saúdeMental #síndromeDeFimDeAno #Wyden

  15. Ted #Cruz, garante trumpiano delle lobby della sorveglianza, blocca il disegno di legge che estenderebbe la tutela della #privacy a tutti gli americani

    Se fosse stato approvato, il DdL di #Wyden avrebbe adottato le disposizioni bipartisan per proteggere funzionari governativi, legislatori e famiglie dalla vendita o dallo scambio delle loro informazioni personali dai databroker, estendendole a tutti gli americani e a tutte le persone residenti negli USA

    techcrunch.com/2025/09/30/ted-

    @politica

  16. Sen. Wyden posted a video Bluesky showing peaceful scenes taken in Portland, OR today. He added this text:

    Every single one of these clips was taken today in downtown Portland. Portland doesn’t want or need a federal takeover. If Trump insists on sending federal “resources” he can start with funding health care, bridges, affordable housing, and wildfire protection to name a few.

    bsky.app/profile/wyden.senate.

    #USPol #Oregon #Portland #PDX #Wyden

  17. Here's why the #MAGA protectors of #RFK refused to agree to #Wyden's request that the testimony be under oath. He won't tell the truth.

    yahoo.com/news/articles/rfk-jr

    #USPol

  18. Dança fortalece ossos e mente na terceira idade

    Mais do que movimentar o corpo, algo que também é fundamental para ativação de inúmeros ganhos positivos ao ser humano é a prática da dança, que estimula sociabilidade, bem-estar e saúde de forma integral, inclusive é incentivada em todas as faixas etárias. Na terceira idade, por exemplo, ao praticar a dança é possível desenvolver os aspectos de coordenação motora, equilíbrio, flexibilidade e ela ainda atua como recurso de tratamento, dentro das avaliações médicas individuais, para problemas como osteopenia, osteoporose e até mesmo com estímulos favoráveis ao controle da perda de massa muscular.

    De acordo com Luís Moliterno, ortopedista e traumatologista do Instituto de Educação Médica (Idomed), no período da velhice é preciso entender que a osteopenia e osteoporose atinge mais frequentemente mulheres a partir da menopausa e os homens em uma idade mais avançada. Além disso, ocorre “a perda de massa e força muscular, chamada de sarcopemia. Está condição afeta atividades cotidianas como caminhadas, subir e descer escadas e pode acarretar em quedas devido ao desequilíbrio”, observa.

    O médico explica que as atividades físicas devem ser compatíveis com cada faixa etária e condição de saúde. Quanto à prática da dança na terceira idade, complementa que a mesma traz inúmeros benefícios tanto mentais quanto para o aparelho musculoesquelético. Dessa forma, ainda contribui para independência e autonomia.

    Sem contar que ajuda em aspectos cognitivos, na memória e na prevenção a doenças mentais como depressão. Além disso tudo, vale frisar que uma alimentação equilibrada e exposição ao sol para conversão de vitamina D são essenciais e recomendados

    Prática da dança como aliada à qualidade de vida na terceira idade

    O ato de dançar proporciona um avanço no aprendizado motor ao utilizar o ritmo e a coordenação corporal como ferramentas. O professor de Educação Física da Wyden, Héllio Martins (CREF 2693-G/PI), ressalta que é imprescindível internalizar que o corpo é uma articulação de sistemas orgânicos e que eles precisam se movimentar.

    Não apenas em dimensão de atividades diárias ou laborais, mas num aspecto bem mais amplo de benefícios. E fazer tudo isso traz um reflexo positivo à saúde, ao aprendizado motor, ao desenvolvimento humano e um maior nível de qualidade de vida, inclusive na terceira idade

    Segundo o professor Héllio, nenhuma atividade física ou exercício físico são contraindicados por si só, já que “todos possuem um planejamento individual e pessoal para cada pessoa conforme suas limitações e objetivos”, pontua. Quanto à dança, muitas vezes, além dos benefícios físicos e cognitivos aos indivíduos que a praticam, ela também permite “uma imersão na cultura e a conhecer as diferenças e semelhanças entre suas práticas”, finaliza.

    Avalie isto:

    #atividadeFísica #bemEstar #benefíciosCognitivos #coordenaçãoMotora #dança #depressão #equilíbrio #flexibilidade #HéllioMartins #Idomed #LuísMoliterno #osteopenia #osteoporose #perdaDeMassaMuscular #prevençãoDeDepressão #qualidadeDeVida #saúdeDosOssos #sarcopenia #sociabilidade #terceiraIdade #vitaminaD #Wyden

  19. wyden.senate.gov/news/press-re

    In a letter to #Homan, who serves as executive associate director of enforcement and removal operations (aka 'Border Czar'), #Wyden said the town hall would allow the administration official to hear directly from #Oregonians about #immigration policy.

    "I would certainly welcome your participation at my next #MultnomahCounty town hall, which I am working to schedule next month, so you can hear directly from Oregonians."

    #pdx #ORpol

  20. wyden.senate.gov/news/press-re

    In a letter to #Homan, who serves as executive associate director of enforcement and removal operations (aka 'Border Czar'), #Wyden said the town hall would allow the administration official to hear directly from #Oregonians about #immigration policy.

    "I would certainly welcome your participation at my next #MultnomahCounty town hall, which I am working to schedule next month, so you can hear directly from Oregonians."

    #pdx #ORpol

  21. wyden.senate.gov/news/press-re

    In a letter to #Homan, who serves as executive associate director of enforcement and removal operations (aka 'Border Czar'), #Wyden said the town hall would allow the administration official to hear directly from #Oregonians about #immigration policy.

    "I would certainly welcome your participation at my next #MultnomahCounty town hall, which I am working to schedule next month, so you can hear directly from Oregonians."

    #pdx #ORpol

  22. wyden.senate.gov/news/press-re

    In a letter to #Homan, who serves as executive associate director of enforcement and removal operations (aka 'Border Czar'), #Wyden said the town hall would allow the administration official to hear directly from #Oregonians about #immigration policy.

    "I would certainly welcome your participation at my next #MultnomahCounty town hall, which I am working to schedule next month, so you can hear directly from Oregonians."

    #pdx #ORpol

  23. wyden.senate.gov/news/press-re

    In a letter to #Homan, who serves as executive associate director of enforcement and removal operations (aka 'Border Czar'), #Wyden said the town hall would allow the administration official to hear directly from #Oregonians about #immigration policy.

    "I would certainly welcome your participation at my next #MultnomahCounty town hall, which I am working to schedule next month, so you can hear directly from Oregonians."

    #pdx #ORpol

  24. Perfil de concurseiros revela desafios na democratização do acesso à carreira pública

    O perfil de quem busca a carreira pública no Brasil está mudando, e as instituições de ensino superior têm papel fundamental nesse processo. É o que aponta Vicente Augusto, professor do curso de tecnologia em gestão pública da Wyden, ao comentar dados recentes sobre os concurseiros brasileiros. Segundo o levantamento, a maior parte dos candidatos (35,84%) tem renda familiar entre 1 e 3 salários-mínimos, e 13,5% vivem com menos de um salário-mínimo. A realidade evidencia os desafios financeiros enfrentados por esses estudantes e reforça a importância de políticas de acesso e formação profissional de qualidade.

    Ainda segundo os dados, 61,67% dos concurseiros já estão empregados, buscando recolocação ou estabilidade, e 38,33% estão desempregados. Muitos já atuam no serviço público, enquanto outros ainda estão em empregos formais e informais ou tentam o primeiro cargo público como forma de ascensão social e estabilidade financeira.

    Para Vicente, iniciativas como o Concurso Nacional Unificado (CNU) abrem novas portas, sobretudo nas regiões historicamente menos representadas.

    A interiorização do ensino superior cumpre um papel transformador. O CNU, por ser um certame nacional, ganha ainda mais força quando aliado à atuação de instituições como a Wyden, que capacitam alunos em polos e campi espalhados pelo país, inclusive por meio do ensino a distância, ampliando o alcance e reduzindo barreiras geográficas

    Vicente também destaca projetos práticos desenvolvidos nos cursos da Wyden, como o Pílulas Práticas de Perícia e o Minha carreira na Perícia, voltados à formação de alunos da área de investigação forense e perícia criminal. A proposta é aliar teoria à prática desde o primeiro semestre, preparando os estudantes não apenas para concursos, mas para compreenderem o impacto social da atuação pública.

    Ele reforça ainda que os cursos da instituição já abordam, por meio de disciplinas transversais e extensionistas, temas como ética, políticas públicas e gestão — conteúdos cobrados no edital do CNU. “A exigência do edital é desafiadora, mas também impulsiona nossos alunos ao desenvolvimento integral”.

    Entre as áreas promissoras no CNU, ele cita os blocos de engenharia, saúde, serviço social, psicologia, administração, gestão pública e também as vagas de nível intermediário, que se mostram acessíveis para estudantes de cursos técnicos e tecnólogos. “O importante é que o aluno conheça bem o edital, alinhe seus estudos à área de interesse e aproveite as oportunidades de transformação social que a carreira pública pode proporcionar”, finaliza.

    #administração #ascensãoSocial #áreasPromissoras #ética #capacitaçãoEmPolosRegionais #Carreira #carreiraPública #carreiraProfissional #CNU #concurseiros #concurseirosDesempregados #concurseirosEmpregados #ConcursoNacionalUnificado #concursos #concursosPúblicos #cursosTécnicos #cursosTecnólogos #desafiosFinanceiros #disciplinasTransversais #edital #engenharia #ensinoADistância #ensinoSuperior #estabilidadeFinanceira #formaçãoProfissional #gestão #GestãoPública #interiorizaçãoDoEnsinoSuperior #InvestigaçãoForense #MercadoDeTrabalho #MinhaCarreiraNaPerícia #mudançaNoPerfilSocioeconômico #nívelIntermediário #PílulasPráticasDePerícia #PeríciaCriminal #políticasDeAcesso #políticasPúblicas #práticaETeoria #projetosPráticos #psicologia #recolocaçãoProfissional #reduçãoDeBarreirasGeográficas #Saúde #ServiçoSocial #transformaçãoSocial #VicenteAugusto #Wyden

  25. Perfil de concurseiros revela desafios na democratização do acesso à carreira pública

    O perfil de quem busca a carreira pública no Brasil está mudando, e as instituições de ensino superior têm papel fundamental nesse processo. É o que aponta Vicente Augusto, professor do curso de tecnologia em gestão pública da Wyden, ao comentar dados recentes sobre os concurseiros brasileiros. Segundo o levantamento, a maior parte dos candidatos (35,84%) tem renda familiar entre 1 e 3 salários-mínimos, e 13,5% vivem com menos de um salário-mínimo. A realidade evidencia os desafios financeiros enfrentados por esses estudantes e reforça a importância de políticas de acesso e formação profissional de qualidade.

    Ainda segundo os dados, 61,67% dos concurseiros já estão empregados, buscando recolocação ou estabilidade, e 38,33% estão desempregados. Muitos já atuam no serviço público, enquanto outros ainda estão em empregos formais e informais ou tentam o primeiro cargo público como forma de ascensão social e estabilidade financeira.

    Para Vicente, iniciativas como o Concurso Nacional Unificado (CNU) abrem novas portas, sobretudo nas regiões historicamente menos representadas.

    A interiorização do ensino superior cumpre um papel transformador. O CNU, por ser um certame nacional, ganha ainda mais força quando aliado à atuação de instituições como a Wyden, que capacitam alunos em polos e campi espalhados pelo país, inclusive por meio do ensino a distância, ampliando o alcance e reduzindo barreiras geográficas

    Vicente também destaca projetos práticos desenvolvidos nos cursos da Wyden, como o Pílulas Práticas de Perícia e o Minha carreira na Perícia, voltados à formação de alunos da área de investigação forense e perícia criminal. A proposta é aliar teoria à prática desde o primeiro semestre, preparando os estudantes não apenas para concursos, mas para compreenderem o impacto social da atuação pública.

    Ele reforça ainda que os cursos da instituição já abordam, por meio de disciplinas transversais e extensionistas, temas como ética, políticas públicas e gestão — conteúdos cobrados no edital do CNU. “A exigência do edital é desafiadora, mas também impulsiona nossos alunos ao desenvolvimento integral”.

    Entre as áreas promissoras no CNU, ele cita os blocos de engenharia, saúde, serviço social, psicologia, administração, gestão pública e também as vagas de nível intermediário, que se mostram acessíveis para estudantes de cursos técnicos e tecnólogos. “O importante é que o aluno conheça bem o edital, alinhe seus estudos à área de interesse e aproveite as oportunidades de transformação social que a carreira pública pode proporcionar”, finaliza.

    #administração #ascensãoSocial #áreasPromissoras #ética #capacitaçãoEmPolosRegionais #Carreira #carreiraPública #carreiraProfissional #CNU #concurseiros #concurseirosDesempregados #concurseirosEmpregados #ConcursoNacionalUnificado #concursos #concursosPúblicos #cursosTécnicos #cursosTecnólogos #desafiosFinanceiros #disciplinasTransversais #edital #engenharia #ensinoADistância #ensinoSuperior #estabilidadeFinanceira #formaçãoProfissional #gestão #GestãoPública #interiorizaçãoDoEnsinoSuperior #InvestigaçãoForense #MercadoDeTrabalho #MinhaCarreiraNaPerícia #mudançaNoPerfilSocioeconômico #nívelIntermediário #PílulasPráticasDePerícia #PeríciaCriminal #políticasDeAcesso #políticasPúblicas #práticaETeoria #projetosPráticos #psicologia #recolocaçãoProfissional #reduçãoDeBarreirasGeográficas #Saúde #ServiçoSocial #transformaçãoSocial #VicenteAugusto #Wyden

  26. Perfil de concurseiros revela desafios na democratização do acesso à carreira pública

    O perfil de quem busca a carreira pública no Brasil está mudando, e as instituições de ensino superior têm papel fundamental nesse processo. É o que aponta Vicente Augusto, professor do curso de tecnologia em gestão pública da Wyden, ao comentar dados recentes sobre os concurseiros brasileiros. Segundo o levantamento, a maior parte dos candidatos (35,84%) tem renda familiar entre 1 e 3 salários-mínimos, e 13,5% vivem com menos de um salário-mínimo. A realidade evidencia os desafios financeiros enfrentados por esses estudantes e reforça a importância de políticas de acesso e formação profissional de qualidade.

    Ainda segundo os dados, 61,67% dos concurseiros já estão empregados, buscando recolocação ou estabilidade, e 38,33% estão desempregados. Muitos já atuam no serviço público, enquanto outros ainda estão em empregos formais e informais ou tentam o primeiro cargo público como forma de ascensão social e estabilidade financeira.

    Para Vicente, iniciativas como o Concurso Nacional Unificado (CNU) abrem novas portas, sobretudo nas regiões historicamente menos representadas.

    A interiorização do ensino superior cumpre um papel transformador. O CNU, por ser um certame nacional, ganha ainda mais força quando aliado à atuação de instituições como a Wyden, que capacitam alunos em polos e campi espalhados pelo país, inclusive por meio do ensino a distância, ampliando o alcance e reduzindo barreiras geográficas

    Vicente também destaca projetos práticos desenvolvidos nos cursos da Wyden, como o Pílulas Práticas de Perícia e o Minha carreira na Perícia, voltados à formação de alunos da área de investigação forense e perícia criminal. A proposta é aliar teoria à prática desde o primeiro semestre, preparando os estudantes não apenas para concursos, mas para compreenderem o impacto social da atuação pública.

    Ele reforça ainda que os cursos da instituição já abordam, por meio de disciplinas transversais e extensionistas, temas como ética, políticas públicas e gestão — conteúdos cobrados no edital do CNU. “A exigência do edital é desafiadora, mas também impulsiona nossos alunos ao desenvolvimento integral”.

    Entre as áreas promissoras no CNU, ele cita os blocos de engenharia, saúde, serviço social, psicologia, administração, gestão pública e também as vagas de nível intermediário, que se mostram acessíveis para estudantes de cursos técnicos e tecnólogos. “O importante é que o aluno conheça bem o edital, alinhe seus estudos à área de interesse e aproveite as oportunidades de transformação social que a carreira pública pode proporcionar”, finaliza.

    #administração #ascensãoSocial #áreasPromissoras #ética #capacitaçãoEmPolosRegionais #Carreira #carreiraPública #carreiraProfissional #CNU #concurseiros #concurseirosDesempregados #concurseirosEmpregados #ConcursoNacionalUnificado #concursos #concursosPúblicos #cursosTécnicos #cursosTecnólogos #desafiosFinanceiros #disciplinasTransversais #edital #engenharia #ensinoADistância #ensinoSuperior #estabilidadeFinanceira #formaçãoProfissional #gestão #GestãoPública #interiorizaçãoDoEnsinoSuperior #InvestigaçãoForense #MercadoDeTrabalho #MinhaCarreiraNaPerícia #mudançaNoPerfilSocioeconômico #nívelIntermediário #PílulasPráticasDePerícia #PeríciaCriminal #políticasDeAcesso #políticasPúblicas #práticaETeoria #projetosPráticos #psicologia #recolocaçãoProfissional #reduçãoDeBarreirasGeográficas #Saúde #ServiçoSocial #transformaçãoSocial #VicenteAugusto #Wyden

  27. Perfil de concurseiros revela desafios na democratização do acesso à carreira pública

    O perfil de quem busca a carreira pública no Brasil está mudando, e as instituições de ensino superior têm papel fundamental nesse processo. É o que aponta Vicente Augusto, professor do curso de tecnologia em gestão pública da Wyden, ao comentar dados recentes sobre os concurseiros brasileiros. Segundo o levantamento, a maior parte dos candidatos (35,84%) tem renda familiar entre 1 e 3 salários-mínimos, e 13,5% vivem com menos de um salário-mínimo. A realidade evidencia os desafios financeiros enfrentados por esses estudantes e reforça a importância de políticas de acesso e formação profissional de qualidade.

    Ainda segundo os dados, 61,67% dos concurseiros já estão empregados, buscando recolocação ou estabilidade, e 38,33% estão desempregados. Muitos já atuam no serviço público, enquanto outros ainda estão em empregos formais e informais ou tentam o primeiro cargo público como forma de ascensão social e estabilidade financeira.

    Para Vicente, iniciativas como o Concurso Nacional Unificado (CNU) abrem novas portas, sobretudo nas regiões historicamente menos representadas.

    A interiorização do ensino superior cumpre um papel transformador. O CNU, por ser um certame nacional, ganha ainda mais força quando aliado à atuação de instituições como a Wyden, que capacitam alunos em polos e campi espalhados pelo país, inclusive por meio do ensino a distância, ampliando o alcance e reduzindo barreiras geográficas

    Vicente também destaca projetos práticos desenvolvidos nos cursos da Wyden, como o Pílulas Práticas de Perícia e o Minha carreira na Perícia, voltados à formação de alunos da área de investigação forense e perícia criminal. A proposta é aliar teoria à prática desde o primeiro semestre, preparando os estudantes não apenas para concursos, mas para compreenderem o impacto social da atuação pública.

    Ele reforça ainda que os cursos da instituição já abordam, por meio de disciplinas transversais e extensionistas, temas como ética, políticas públicas e gestão — conteúdos cobrados no edital do CNU. “A exigência do edital é desafiadora, mas também impulsiona nossos alunos ao desenvolvimento integral”.

    Entre as áreas promissoras no CNU, ele cita os blocos de engenharia, saúde, serviço social, psicologia, administração, gestão pública e também as vagas de nível intermediário, que se mostram acessíveis para estudantes de cursos técnicos e tecnólogos. “O importante é que o aluno conheça bem o edital, alinhe seus estudos à área de interesse e aproveite as oportunidades de transformação social que a carreira pública pode proporcionar”, finaliza.

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  28. Perfil de concurseiros revela desafios na democratização do acesso à carreira pública

    O perfil de quem busca a carreira pública no Brasil está mudando, e as instituições de ensino superior têm papel fundamental nesse processo. É o que aponta Vicente Augusto, professor do curso de tecnologia em gestão pública da Wyden, ao comentar dados recentes sobre os concurseiros brasileiros. Segundo o levantamento, a maior parte dos candidatos (35,84%) tem renda familiar entre 1 e 3 salários-mínimos, e 13,5% vivem com menos de um salário-mínimo. A realidade evidencia os desafios financeiros enfrentados por esses estudantes e reforça a importância de políticas de acesso e formação profissional de qualidade.

    Ainda segundo os dados, 61,67% dos concurseiros já estão empregados, buscando recolocação ou estabilidade, e 38,33% estão desempregados. Muitos já atuam no serviço público, enquanto outros ainda estão em empregos formais e informais ou tentam o primeiro cargo público como forma de ascensão social e estabilidade financeira.

    Para Vicente, iniciativas como o Concurso Nacional Unificado (CNU) abrem novas portas, sobretudo nas regiões historicamente menos representadas.

    A interiorização do ensino superior cumpre um papel transformador. O CNU, por ser um certame nacional, ganha ainda mais força quando aliado à atuação de instituições como a Wyden, que capacitam alunos em polos e campi espalhados pelo país, inclusive por meio do ensino a distância, ampliando o alcance e reduzindo barreiras geográficas

    Vicente também destaca projetos práticos desenvolvidos nos cursos da Wyden, como o Pílulas Práticas de Perícia e o Minha carreira na Perícia, voltados à formação de alunos da área de investigação forense e perícia criminal. A proposta é aliar teoria à prática desde o primeiro semestre, preparando os estudantes não apenas para concursos, mas para compreenderem o impacto social da atuação pública.

    Ele reforça ainda que os cursos da instituição já abordam, por meio de disciplinas transversais e extensionistas, temas como ética, políticas públicas e gestão — conteúdos cobrados no edital do CNU. “A exigência do edital é desafiadora, mas também impulsiona nossos alunos ao desenvolvimento integral”.

    Entre as áreas promissoras no CNU, ele cita os blocos de engenharia, saúde, serviço social, psicologia, administração, gestão pública e também as vagas de nível intermediário, que se mostram acessíveis para estudantes de cursos técnicos e tecnólogos. “O importante é que o aluno conheça bem o edital, alinhe seus estudos à área de interesse e aproveite as oportunidades de transformação social que a carreira pública pode proporcionar”, finaliza.

    #administração #ascensãoSocial #áreasPromissoras #ética #capacitaçãoEmPolosRegionais #Carreira #carreiraPública #carreiraProfissional #CNU #concurseiros #concurseirosDesempregados #concurseirosEmpregados #ConcursoNacionalUnificado #concursos #concursosPúblicos #cursosTécnicos #cursosTecnólogos #desafiosFinanceiros #disciplinasTransversais #edital #engenharia #ensinoADistância #ensinoSuperior #estabilidadeFinanceira #formaçãoProfissional #gestão #GestãoPública #interiorizaçãoDoEnsinoSuperior #InvestigaçãoForense #MercadoDeTrabalho #MinhaCarreiraNaPerícia #mudançaNoPerfilSocioeconômico #nívelIntermediário #PílulasPráticasDePerícia #PeríciaCriminal #políticasDeAcesso #políticasPúblicas #práticaETeoria #projetosPráticos #psicologia #recolocaçãoProfissional #reduçãoDeBarreirasGeográficas #Saúde #ServiçoSocial #transformaçãoSocial #VicenteAugusto #Wyden

  29. #Oregon Senator #Wyden says telco providers failed to notify the Senate that their official Senate phones were being surveilled by the Executive branch thehill.com/homenews/senate/53

  30. #Wyden: #ATT, #TMobile, and #Verizon weren't notifying senators of #surveillance requests, despite a contractual requirement to do so.
    Wyden’s letter in wake of report last year by #InspectorGeneral, which revealed Trump in 2017 and 2018 secretly obtained logs of calls and text messages of 43 congressional staffers and 2 serving House lawmakers.
    Wyden said in one unnamed carrier “confirmed that it turned over #Senate data to #lawenforcement without notifying the Senate.”
    techcrunch.com/2025/05/21/wyde

  31. For Oregonians who missed it, Senator Wyden skipped the speech last night (he said "we're not interested in hearing about the Donald Trump alternate reality") and held a virtual town hall instead. Here's a link to the recording:

    youtube.com/watch?v=kcVPzXFq0W

    And here's a great thread from Claire Willet who live-posted some of the key moments from the town hall last night:

    bsky.app/profile/clairewillett

    #USPol #Oregon #Wyden #TownHall #StateOfTheUnion #Resist

  32. #wyden: The Global Trust in American Online Services Act - wyden.senate.gov/imo/media/doc "Limit “gag” orders to companies to 180 days, which foreign courts can extend,
    preventing them from disclosing the existence of a CLOUD Act order," #uk #backdoors