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‘Síndrome de fim de ano’ também impacta crianças e jovens
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‘Síndrome de fim de ano’ também impacta crianças e jovens
À medida que o encerramento do ano se aproxima, aumenta a sensação de que tudo precisa ser concluído antes da virada. Essa sensação é chamada de síndrome de fim de ano, que é um fenômeno psicológico e psicossocial. Trata-se de um período marcado por maior vulnerabilidade emocional, desencadeada pela soma de fatores típicos das semanas que antecedem o Natal e o Ano Novo: estresse acumulado, metas não cumpridas, pressões profissionais ou acadêmicas e o tradicional balanço interno sobre o que foi ou não realizado. Entre adultos, já é amplamente reconhecido, mas esse o fenômeno também atinge crianças e adolescentes, ainda que muitas vezes seja ignorado.
Embora o impacto dessa síndrome seja menos discutido na faixa etária de crianças e adolescentes, eles também são afetados. O encerramento do ano letivo, as provas finais, os boletins e o medo da reprovação formam um cenário de forte pressão emocional. Soma-se a isso a mudança abrupta na rotina das férias: horários irregulares, sono reduzido, atividades desorganizadas, e um fator cada vez mais presente: a comparação social nas redes digitais.
“Muitos adolescentes vivenciam sentimentos de inadequação por não terem as mesmas viagens ou festas que veem on-line“, destaca a psicóloga da Wyden, Kalina Galvão.
A dinâmica emocional da família também exerce influência direta. Crianças e jovens tendem a se regular pelo estado emocional dos adultos. Assim, tensões, expectativas exageradas e conflitos acabam sendo absorvidos e expressos por eles em forma de irritabilidade, ansiedade, comportamentos regressivos e maior sensibilidade à rejeição. Diante desse quadro, Kalina reforça a importância do acolhimento emocional.
“Nomear sentimentos, validar emoções e evitar frases que minimizam a dor, como ‘isso é besteira’ ou ‘vai passar’, são passos essenciais. Uma rotina minimamente estável, mesmo durante as férias, também ajuda a reduzir sintomas ansiosos”, orienta.
A psicóloga orienta que pais e responsáveis evitem comparações, sejam elas sobre desempenho, festas, viagens ou qualquer idealização típica dessa época. É preciso “aproveitar o período para fortalecer vínculos. Conversas regulares e metas plausíveis tornam este momento um espaço de conexão e não de cobrança”, afirma.
No fim das contas, o período que encerra o ano não precisa ser sinônimo de exaustão para o público infantojuvenil ou adultos. Com acolhimento, escuta ativa e expectativas ajustadas, famílias podem transformar um momento de pressão em uma oportunidade de cuidado e aproximação.
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Belém, Lisboa by Sr. Cordeiro
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{#Brazil} InfoGripe: casos graves por #Covid19 atingem principalmente #crianças pequenas e idosos https://portal.fiocruz.br/noticia/2024/10/infogripe-casos-graves-por-covid-19-atingem-principalmente-criancas-pequenas-e
Novo Boletim InfoGripe da #Fiocruz chama a atenção para o aumento do número de casos graves por Covid19 em MinasGerais, Goiás e DF. No entanto, há sinal de interrupção do crescimento ou início de queda das ocorrências de SRAG por Covid-19 em Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Goiás também é possível observar uma desaceleração da alta de casos.
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https://healthnews.pt/2023/08/16/falta-de-respostas-para-criancas-especiais-faz-criar-campo-de-ferias-em-aveiro/
Há crianças com perturbações de neurodesenvolvimento que não têm onde ficar durante o verão, “como se a doença fosse de férias”, disse hoje à Lusa Carolina Duarte, médica no Hospital de Aveiro.
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