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1000 results for “asrust”

  1. Figueres hace un llamado a los liberacionistas a no asustarse con encuestas y ganar las elecciones

    Figueres hace un llamado a los liberacionistas a no asustarse con encuestas y ganar las elecciones
    San José, 21 ene (elmundo.cr) – El expresidente José María Figueres hizo un llamado a los liberacionistas, ante los datos arrogados por la última encuesta del Centro de Investigación y Es [...]

    #CostaRica #Elecciones2026 #EncuestaCIEP-UCR #JoséMaríaFigueres #PLN #ÁlvaroRamos

    elmundo.cr/costa-rica/figueres

  2. A H₃N₂ me pegou, mas tudo bem!

    Quatro de outubro de 2023 foi a última vez que tive gripe ou Covid, graças ao hábito de usar máscara, escapei até o dia 3 de junho, há seis dias! E graças à vacina está sendo leve enquanto vejo gente sofrendo para caramba com essa Influenza A. E, por falar em vacina, elas funcionam tão bem que, se eu não fosse uma pessoa crítica, talvez nem achasse que estou com gripe e diria que tive só um resfriado.

    Justamente porque tenho o hábito da máscara, sei exatamente quando peguei: numa galeria cheia no Largo do Machado, onde fica uma das melhores esfihas do Rio de Janeiro, a da Rotisseria Sírio-Libanesa!

    Eu podia ter comprado e comido em casa? Podia… Eu sabia que o Brasil está passando por um surto de duas doenças respiratórias? Sabia… só que a gente, tem uma hora, vacila, né? Olhei ao redor, não vi ninguém com sintomas e tem toda uma história, aliás, histórias emocionais com a Rotisseria! O lance de ficar em pé numa das mesinhas circulares, pedir uma esfiha atrás da outra e o mate da casa para acompanhar. Nos transporta a tempos que estavam mais leves.

    É bem verdade que a leveza desses tempos tem um pouco a ver com a não ação que nos trouxe ao tempo de agora, conturbado, tenso, de perspectivas negativas e que, esperamos, nos levará a agir coletivamente para construir outro tempo de leveza. Talvez o induísmo estivesse certo com suas quatro eras alternando entre eras de ouro e eras de destruição.

    Passaram uns três dias e fui ao cemitério do Caju dar apoio a uma amiga que perdeu o pai depois de um período de sofrimento, mas o alívio de um sofrimento não nos poupa de outro: o sofrimento da perda… As lágrimas dela rolaram escuras descendo junto com a maquiagem. Oferecemos abraços e lenços de papel. Os olhos dela, apesar de tudo, brilhavam ecoando o carinho pelo pai e a gratidão pelo apoio dos amigos, amigas, amigues.

    A maior parte do tempo passei de máscara, algumas outras pessoas também usavam, os tempos mudaram mesmo. Eu ainda não sabia que estava doente e provavelmente ainda não estava contagioso, mas o bom senso recomenda usar a máscara em ambientes fechados e movimentados. Ainda assim tirei para falar com a amiga porque acho que devemos nos oferecer por inteiro nesses momentos (não teria tirado se soubesse que estava contaminado).

    Somente ontem, dois dias depois, caiu a ficha de que eu estava com Gripe ou Covid: muita coriza, uma tosse seca, espirros, o peito meio pesado… Não teve febre, dor de cabeça, dor no corpo ou outros sintomas, mas, como disse, sou naturalmente resistente a Gripe e me vacinei tem um mês.

    Hoje fui na rua. Coisas de rotina como farmácia e mercado (esqueci banana e ameixa). Antes ia na academia, de máscara, claro, para não contaminar ninguém, no entanto, bati um papo com o meu corpo e recebi o memorando do sistema imune “Estamos trabalhando a todo vapor aqui e precisamos de energia, favor não desviar recursos agora”. Decidi respeitar e fui só dar uma caminhada pela orla da praia, pelo calçadão, não pela areia, que gasta muita energia, né?

    Foi bom ter me poupado! Não é que fiquei bem cansado? Mas não se assuste! Já verifiquei a oxigenação e, tudo bem! 98%.

    Enfim, no meio do caminho, sentei num café, numa mesa na rua. Fiquei satisfeito com o atendimento demorado, pois pude relaxar bastante. Tinha passado apenas na Casas Pedro (comprei ingredientes para fazer granola) e ainda faltava a farmácia e o mercado. Acabei voltando carregado de sacolas para casa, andando bem calmamente para respeitar o memorando do sistema imune, hehehe! O cappuccino e o pastel de nada, aliás, não estavam lá grandes coisas, mas pode ser culpa de Gripe, afinal não é só a Covid que altera o olfato e o paladar.

    Chegando em casa, como minha sogra mora junto com a gente, decidi ficar de máscara exceto quando estou no escritório. Felizmente a casa é grande. Já consegui uma vez não passar Covid, agora vou conseguir não passar Gripe!

    A vontade é deitar um pouco agora que já almocei (tem um tempo já, inclusive), mas daí veio essa necessidade de blogar. Talvez por ter visto uns toots nostálgicos no Fediverso falando de blogrools e webrings, o que me lembrou de quando rede social era rede mesmo e era social mesmo e sabíamos uns dos outros pelos nossos blogs. Todo mundo tinha um blog… Ainda tenho esperanças que isso volte, afinal é até mais fácil (e necessário) ser dono do próprio site, do próprio jardim cibernético…

    Enfim, tenho que alimentar o site do 13º Congresso da Abrates e a ampulheta do tempo não para de correr, mas antes vou meditar um pouco porque o sistema imune continua solicitando recursos!

    #doente #gripe #influenza

  3. Asus TUF Gaming A14 is a thin and light gaming laptop with AMD Ryzen AI 300 and NVIDIA RTX 40 series graphics

    When you think of thin and light gaming laptops from Asus, you typically think of the Asus ROG Zephyrus G14 or G16. But Asus also sells a line of cheaper laptops as part of the Asus TUF Gaming brand. I haven’t paid them much attention in the past, because those lower price tags are usually attached to bigger, heavier notebooks.
    But the new […]

    https://liliputing.com/?p=169394

    #asus #asusTufGamingA14 #computex2024 #gamingLaptop #strixPoint

  4. /𝙈𝙞𝙘𝙧𝙤𝙧𝙧𝙚𝙡𝙖𝙩𝙤/

    Lo que estamos viviendo este abril no tiene precedentes; no es una "ola de calor" más, es algo que desafía cualquier registro histórico.
    Nunca, en generaciones, se había visto que la primavera fuera borrada del mapa de un plumazo por un aire que se siente como el aliento de un horno.
    No es normal que el asfalto empiece a reblandecerse antes de que florezcan los almendros.

    El aire se ha vuelto denso, casi sólido, con un olor a ozono y a tierra quemada que te raspa la garganta en cada inspiración.
    Lo que más asusta no es el sudor constante, sino el comportamiento de las cosas.
    Los cristales de las ventanas crujen a medianoche como si alguien los estuviera golpeando desde fuera, y la madera de los muebles se retuerce con gemidos que parecen casi humanos.

    Miras el termómetro y los números parecen burlarse de ti.
    42 grados en un mes donde debería llover.
    La gente ha dejado de salir; las calles están desiertas, pero no vacías.
    Hay una tensión en el ambiente, una electricidad estática que te pone los pelos de punta.
    Si te quedas en silencio, escuchas cómo las paredes de tu propia casa parecen jadear bajo la presión de un calor que no viene de arriba, sino que parece filtrarse por las grietas del suelo.

    Es esa sensación de que el mundo se ha roto.
    Que el ciclo natural ha colapsado y que este calor es el primer síntoma de algo mucho más oscuro que está por llegar.
    Las sombras parecen más largas, más negras, y el frío de la noche simplemente ha dejado de existir.
    Estás atrapado en un mediodía perpetuo y sofocante, esperando a que algo —lo que sea— rompa este silencio de fuego antes de que la cordura se te evapore por completo.

    ◣◥◣◥◤◢◤◢◣◥◣◥◤◢◤◢

    #terror #calor #abril #miedo #clima #relato #suspenso #misterio #horror #insolacion #anormal #sequia #angustia

  5. /𝙈𝙞𝙘𝙧𝙤𝙧𝙧𝙚𝙡𝙖𝙩𝙤/

    Lo que estamos viviendo este abril no tiene precedentes; no es una "ola de calor" más, es algo que desafía cualquier registro histórico.
    Nunca, en generaciones, se había visto que la primavera fuera borrada del mapa de un plumazo por un aire que se siente como el aliento de un horno.
    No es normal que el asfalto empiece a reblandecerse antes de que florezcan los almendros.

    El aire se ha vuelto denso, casi sólido, con un olor a ozono y a tierra quemada que te raspa la garganta en cada inspiración.
    Lo que más asusta no es el sudor constante, sino el comportamiento de las cosas.
    Los cristales de las ventanas crujen a medianoche como si alguien los estuviera golpeando desde fuera, y la madera de los muebles se retuerce con gemidos que parecen casi humanos.

    Miras el termómetro y los números parecen burlarse de ti.
    42 grados en un mes donde debería llover.
    La gente ha dejado de salir; las calles están desiertas, pero no vacías.
    Hay una tensión en el ambiente, una electricidad estática que te pone los pelos de punta.
    Si te quedas en silencio, escuchas cómo las paredes de tu propia casa parecen jadear bajo la presión de un calor que no viene de arriba, sino que parece filtrarse por las grietas del suelo.

    Es esa sensación de que el mundo se ha roto.
    Que el ciclo natural ha colapsado y que este calor es el primer síntoma de algo mucho más oscuro que está por llegar.
    Las sombras parecen más largas, más negras, y el frío de la noche simplemente ha dejado de existir.
    Estás atrapado en un mediodía perpetuo y sofocante, esperando a que algo —lo que sea— rompa este silencio de fuego antes de que la cordura se te evapore por completo.

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    #terror #calor #abril #miedo #clima #relato #suspenso #misterio #horror #insolacion #anormal #sequia #angustia

  6. /𝙈𝙞𝙘𝙧𝙤𝙧𝙧𝙚𝙡𝙖𝙩𝙤/

    Lo que estamos viviendo este abril no tiene precedentes; no es una "ola de calor" más, es algo que desafía cualquier registro histórico.
    Nunca, en generaciones, se había visto que la primavera fuera borrada del mapa de un plumazo por un aire que se siente como el aliento de un horno.
    No es normal que el asfalto empiece a reblandecerse antes de que florezcan los almendros.

    El aire se ha vuelto denso, casi sólido, con un olor a ozono y a tierra quemada que te raspa la garganta en cada inspiración.
    Lo que más asusta no es el sudor constante, sino el comportamiento de las cosas.
    Los cristales de las ventanas crujen a medianoche como si alguien los estuviera golpeando desde fuera, y la madera de los muebles se retuerce con gemidos que parecen casi humanos.

    Miras el termómetro y los números parecen burlarse de ti.
    42 grados en un mes donde debería llover.
    La gente ha dejado de salir; las calles están desiertas, pero no vacías.
    Hay una tensión en el ambiente, una electricidad estática que te pone los pelos de punta.
    Si te quedas en silencio, escuchas cómo las paredes de tu propia casa parecen jadear bajo la presión de un calor que no viene de arriba, sino que parece filtrarse por las grietas del suelo.

    Es esa sensación de que el mundo se ha roto.
    Que el ciclo natural ha colapsado y que este calor es el primer síntoma de algo mucho más oscuro que está por llegar.
    Las sombras parecen más largas, más negras, y el frío de la noche simplemente ha dejado de existir.
    Estás atrapado en un mediodía perpetuo y sofocante, esperando a que algo —lo que sea— rompa este silencio de fuego antes de que la cordura se te evapore por completo.

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    #terror #calor #abril #miedo #clima #relato #suspenso #misterio #horror #insolacion #anormal #sequia #angustia

  7. Iba por el bosque de excursión y me he cruzado con un bisonte que al verme ha salido corriendo asustado y pensaba que era un oso. Todo oscuro entre los árboles. Menudo susto me ha dado 💔

    #Naturaleza #Polonia #Susto #Animales

  8. Iba por el bosque de excursión y me he cruzado con un bisonte que al verme ha salido corriendo asustado y pensaba que era un oso. Todo oscuro entre los árboles. Menudo susto me ha dado 💔

    #Naturaleza #Polonia #Susto #Animales

  9. Iba por el bosque de excursión y me he cruzado con un bisonte que al verme ha salido corriendo asustado y pensaba que era un oso. Todo oscuro entre los árboles. Menudo susto me ha dado 💔

    #Naturaleza #Polonia #Susto #Animales

  10. Iba por el bosque de excursión y me he cruzado con un bisonte que al verme ha salido corriendo asustado y pensaba que era un oso. Todo oscuro entre los árboles. Menudo susto me ha dado 💔

    #Naturaleza #Polonia #Susto #Animales

  11. Weniger Waffen, mehr Diplomatie - Ostermärsche ziehen durchs Land

    Am Hauptaktionstag der traditionellen Ostermärsche sind in Deutschland Tausende Menschen auf die Straßen gegangen. Ihre Appelle für Frieden, Abrüstung und Diplomatie richten sich besonders an die neue Regierung.

    ➡️ tagesschau.de/inland/ostermaer

    #Ostermärsche

  12. „Die fundamentalen Forderung der Friedensbewegungen, der verschiedenen Aufrufe, sind politisch relativ kurzsichtig, weil sie sehr pauschal nach Frieden, nach Frieden ohne Waffen, nach Abrüstung rufen, aber dabei verkennen, dass wir heute in einer anderen politischen Situation unterwegs sind als in den 80er-Jahren.“ 🔥 #Ostermärsche

  13. So, wir sind dann gegen 18:30 wieder in Regensburg gewesen.

    Zug weg fahren, Lok zum Abstellplatz und Abrüsten.
    7-19 Uhr wovon nicht unerheblich Zeit völlig unnötig vertrödelt wurde 😐

    #DBSprühUndSpritz

  14. @tagesschau "Nur ein Staat unterzeichnete die Erklärung nicht":

    #clickbaiting wie bei werbefinanzierten, sogenannten "Medien".

    Meine Güte, wie kann man ein Urgestein wie die @Tagesschau handwerklich derart abrüstem?

  15. 📰 «El riesgo de usar autocompletado de contraseñas en el navegador»
    🔗 proxy.jesusysustics.com/2026/0
    El autocompletado de contraseñas en Chrome o en Edge es tan cómodo como inseguro. Así te las pueden robar en segundos genbeta.com/seguridad/autocomp

    Hoy vengo a jugar fuerte con algo que comento en muchísimos cursos para concienciar del peligro de usar el gestor de contraseñas integrado en el navegador. Pero en este artículo no se conforman con asustar al personal sino que muestra muy claramente cómo obtener las contraseñas.

    Así que vuelvo a insistir en que, si vas a usar ese tipo de gestor de contraseñas, al menos toma todas las precauciones posibles.

    #️⃣ #2FA #Brave #contraseña #gestorDeContraseñas #GoogleChrome #MicrosoftEdge #MozillaFirefox #navegadorWeb #privacidad #riesgo #seguridad
  16. 📰 «El riesgo de usar autocompletado de contraseñas en el navegador»
    🔗 proxy.jesusysustics.com/2026/0
    El autocompletado de contraseñas en Chrome o en Edge es tan cómodo como inseguro. Así te las pueden robar en segundos genbeta.com/seguridad/autocomp

    Hoy vengo a jugar fuerte con algo que comento en muchísimos cursos para concienciar del peligro de usar el gestor de contraseñas integrado en el navegador. Pero en este artículo no se conforman con asustar al personal sino que muestra muy claramente cómo obtener las contraseñas.

    Así que vuelvo a insistir en que, si vas a usar ese tipo de gestor de contraseñas, al menos toma todas las precauciones posibles.

    #️⃣ #2FA #Brave #contraseña #gestorDeContraseñas #GoogleChrome #MicrosoftEdge #MozillaFirefox #navegadorWeb #privacidad #riesgo #seguridad
  17. 📰 «El riesgo de usar autocompletado de contraseñas en el navegador»
    🔗 proxy.jesusysustics.com/2026/0
    El autocompletado de contraseñas en Chrome o en Edge es tan cómodo como inseguro. Así te las pueden robar en segundos genbeta.com/seguridad/autocomp

    Hoy vengo a jugar fuerte con algo que comento en muchísimos cursos para concienciar del peligro de usar el gestor de contraseñas integrado en el navegador. Pero en este artículo no se conforman con asustar al personal sino que muestra muy claramente cómo obtener las contraseñas.

    Así que vuelvo a insistir en que, si vas a usar ese tipo de gestor de contraseñas, al menos toma todas las precauciones posibles.

    #️⃣ #2FA #Brave #contraseña #gestorDeContraseñas #GoogleChrome #MicrosoftEdge #MozillaFirefox #navegadorWeb #privacidad #riesgo #seguridad
  18. :stargif: 𝑪𝒖𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒖𝒏 𝒍𝒊𝒃𝒓𝒐 𝒂𝒔𝒖𝒔𝒕𝒂 𝒂 𝒍𝒐𝒔 𝒑𝒐𝒅𝒆𝒓𝒐𝒔𝒐𝒔 :stargif:

    En 1939 apareció una novela que provocó algo bastante inusual para un libro: miedo entre algunas de las personas más poderosas de Estados Unidos.

    Intentaron retirarlo de bibliotecas.
    Lo acusaron de propaganda peligrosa.
    En algunos lugares incluso lo quemaron en público.

    El libro se llamaba Las uvas de la ira y su autor era John Steinbeck.

    Steinbeck había nacido en 1902 en Salinas, en pleno valle agrícola de California.
    Su familia era relativamente estable: su padre trabajaba para el gobierno del condado y su madre era maestra.
    No creció en la miseria ni en los márgenes.

    Podría haber llevado una vida tranquila y escribir novelas cómodas.

    Pero eligió mirar donde casi nadie quería mirar.

    Durante los años treinta, Estados Unidos estaba atravesando uno de los momentos más duros de su historia.
    La Gran Depresión había arruinado a millones de personas y, al mismo tiempo, una catástrofe ambiental conocida como el Dust Bowl convirtió enormes zonas agrícolas en polvo.

    Estados como Oklahoma, Texas o Kansas quedaron devastados por tormentas de tierra que arrasaban cultivos enteros.

    Miles de familias campesinas perdieron sus tierras.
    Sin muchas opciones, cargaron sus pertenencias en coches viejos y emprendieron un largo viaje hacia California.
    Habían oído que allí había trabajo en los campos.

    La realidad era muy distinta.

    Las grandes explotaciones agrícolas necesitaban mano de obra barata.
    Para mantener los salarios bajos, contrataban a más trabajadores de los que realmente necesitaban.
    Así los propios trabajadores competían entre sí por cualquier empleo.

    Las condiciones eran durísimas.

    Familias enteras vivían en campamentos improvisados.
    Muchos no tenían agua potable ni atención médica.
    Los salarios apenas alcanzaban para comer y los niños enfermaban con frecuencia por desnutrición.

    Cuando los trabajadores intentaban organizarse para pedir mejores condiciones, muchas veces eran expulsados de los campamentos o intimidados por guardias armados contratados por las empresas agrícolas.

    Steinbeck decidió verlo con sus propios ojos.

    A mediados de los años treinta empezó a visitar los campamentos de trabajadores migrantes en el Valle Central de California.
    No fue solo como periodista.
    Pasó tiempo allí, habló con las familias y escuchó historias que casi nadie estaba contando.

    Lo que vio lo marcó profundamente.

    Primero escribió una serie de reportajes titulada The Harvest Gypsies, publicada en el periódico The San Francisco News.
    Aquellos artículos denunciaban la situación de los trabajadores migrantes.

    Pero Steinbeck sentía que eso no era suficiente.

    Así nació Las uvas de la ira.

    La novela sigue a la familia Joad, campesinos de Oklahoma expulsados de su tierra que viajan hacia California buscando trabajo y terminan atrapados en un sistema que los explota y los trata como si fueran desechables.

    El libro no suavizaba nada.

    Había hambre, desesperación, injusticia y rabia.

    Cuando se publicó en abril de 1939, el impacto fue inmediato.
    En pocos meses vendió cientos de miles de ejemplares y se convirtió en uno de los libros más comentados del país.

    Pero en los condados agrícolas de California la reacción fue furiosa.

    Algunas organizaciones agrícolas acusaron a Steinbeck de exagerar o mentir.
    Otros lo llamaron comunista.
    Decían que el libro atacaba la economía del estado.

    En ciertos lugares fue retirado de bibliotecas.

    En otros, directamente quemado.

    Incluso en su ciudad natal, Salinas, hubo personas que organizaron hogueras públicas con ejemplares del libro mientras acusaban a Steinbeck de traicionar a su propia comunidad.

    Las amenazas también empezaron a llegar.

    Pero ocurrió algo curioso: cuanto más intentaban desacreditar el libro, más gente quería leerlo.

    La polémica lo convirtió en un fenómeno nacional.

    En 1940, apenas un año después de publicarse, Las uvas de la ira ganó el Premio Pulitzer de Ficción.

    Poco después también fue llevada al cine por el director John Ford, con Henry Fonda interpretando a Tom Joad.
    La película se estrenó ese mismo año y reforzó todavía más el impacto de la historia.

    Pero quizá el reconocimiento más importante llegó de otro lugar.

    Muchos trabajadores migrantes escribieron cartas a Steinbeck agradeciéndole el libro.
    Decían que por primera vez alguien había contado lo que realmente estaban viviendo.

    Steinbeck siguió escribiendo durante toda su vida sobre personajes que rara vez aparecían en la literatura: trabajadores, marginados y gente común enfrentándose a sistemas injustos.

    En 1962 recibió el Premio Nobel de Literatura.

    ▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣▣

    SIGUE ↘️

    #historia #literatura #libros #johnsteinbeck #lasuvasdelaira #historiadeliteraria #grandeprension #dustbowl #historiareal #cultura #curiosidadeshistoricas

  19. :stargif: 𝑪𝒖𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒖𝒏 𝒍𝒊𝒃𝒓𝒐 𝒂𝒔𝒖𝒔𝒕𝒂 𝒂 𝒍𝒐𝒔 𝒑𝒐𝒅𝒆𝒓𝒐𝒔𝒐𝒔 :stargif:

    En 1939 apareció una novela que provocó algo bastante inusual para un libro: miedo entre algunas de las personas más poderosas de Estados Unidos.

    Intentaron retirarlo de bibliotecas.
    Lo acusaron de propaganda peligrosa.
    En algunos lugares incluso lo quemaron en público.

    El libro se llamaba Las uvas de la ira y su autor era John Steinbeck.

    Steinbeck había nacido en 1902 en Salinas, en pleno valle agrícola de California.
    Su familia era relativamente estable: su padre trabajaba para el gobierno del condado y su madre era maestra.
    No creció en la miseria ni en los márgenes.

    Podría haber llevado una vida tranquila y escribir novelas cómodas.

    Pero eligió mirar donde casi nadie quería mirar.

    Durante los años treinta, Estados Unidos estaba atravesando uno de los momentos más duros de su historia.
    La Gran Depresión había arruinado a millones de personas y, al mismo tiempo, una catástrofe ambiental conocida como el Dust Bowl convirtió enormes zonas agrícolas en polvo.

    Estados como Oklahoma, Texas o Kansas quedaron devastados por tormentas de tierra que arrasaban cultivos enteros.

    Miles de familias campesinas perdieron sus tierras.
    Sin muchas opciones, cargaron sus pertenencias en coches viejos y emprendieron un largo viaje hacia California.
    Habían oído que allí había trabajo en los campos.

    La realidad era muy distinta.

    Las grandes explotaciones agrícolas necesitaban mano de obra barata.
    Para mantener los salarios bajos, contrataban a más trabajadores de los que realmente necesitaban.
    Así los propios trabajadores competían entre sí por cualquier empleo.

    Las condiciones eran durísimas.

    Familias enteras vivían en campamentos improvisados.
    Muchos no tenían agua potable ni atención médica.
    Los salarios apenas alcanzaban para comer y los niños enfermaban con frecuencia por desnutrición.

    Cuando los trabajadores intentaban organizarse para pedir mejores condiciones, muchas veces eran expulsados de los campamentos o intimidados por guardias armados contratados por las empresas agrícolas.

    Steinbeck decidió verlo con sus propios ojos.

    A mediados de los años treinta empezó a visitar los campamentos de trabajadores migrantes en el Valle Central de California.
    No fue solo como periodista.
    Pasó tiempo allí, habló con las familias y escuchó historias que casi nadie estaba contando.

    Lo que vio lo marcó profundamente.

    Primero escribió una serie de reportajes titulada The Harvest Gypsies, publicada en el periódico The San Francisco News.
    Aquellos artículos denunciaban la situación de los trabajadores migrantes.

    Pero Steinbeck sentía que eso no era suficiente.

    Así nació Las uvas de la ira.

    La novela sigue a la familia Joad, campesinos de Oklahoma expulsados de su tierra que viajan hacia California buscando trabajo y terminan atrapados en un sistema que los explota y los trata como si fueran desechables.

    El libro no suavizaba nada.

    Había hambre, desesperación, injusticia y rabia.

    Cuando se publicó en abril de 1939, el impacto fue inmediato.
    En pocos meses vendió cientos de miles de ejemplares y se convirtió en uno de los libros más comentados del país.

    Pero en los condados agrícolas de California la reacción fue furiosa.

    Algunas organizaciones agrícolas acusaron a Steinbeck de exagerar o mentir.
    Otros lo llamaron comunista.
    Decían que el libro atacaba la economía del estado.

    En ciertos lugares fue retirado de bibliotecas.

    En otros, directamente quemado.

    Incluso en su ciudad natal, Salinas, hubo personas que organizaron hogueras públicas con ejemplares del libro mientras acusaban a Steinbeck de traicionar a su propia comunidad.

    Las amenazas también empezaron a llegar.

    Pero ocurrió algo curioso: cuanto más intentaban desacreditar el libro, más gente quería leerlo.

    La polémica lo convirtió en un fenómeno nacional.

    En 1940, apenas un año después de publicarse, Las uvas de la ira ganó el Premio Pulitzer de Ficción.

    Poco después también fue llevada al cine por el director John Ford, con Henry Fonda interpretando a Tom Joad.
    La película se estrenó ese mismo año y reforzó todavía más el impacto de la historia.

    Pero quizá el reconocimiento más importante llegó de otro lugar.

    Muchos trabajadores migrantes escribieron cartas a Steinbeck agradeciéndole el libro.
    Decían que por primera vez alguien había contado lo que realmente estaban viviendo.

    Steinbeck siguió escribiendo durante toda su vida sobre personajes que rara vez aparecían en la literatura: trabajadores, marginados y gente común enfrentándose a sistemas injustos.

    En 1962 recibió el Premio Nobel de Literatura.

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    SIGUE ↘️

    #historia #literatura #libros #johnsteinbeck #lasuvasdelaira #historiadeliteraria #grandeprension #dustbowl #historiareal #cultura #curiosidadeshistoricas

  20. :stargif: 𝑪𝒖𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒖𝒏 𝒍𝒊𝒃𝒓𝒐 𝒂𝒔𝒖𝒔𝒕𝒂 𝒂 𝒍𝒐𝒔 𝒑𝒐𝒅𝒆𝒓𝒐𝒔𝒐𝒔 :stargif:

    En 1939 apareció una novela que provocó algo bastante inusual para un libro: miedo entre algunas de las personas más poderosas de Estados Unidos.

    Intentaron retirarlo de bibliotecas.
    Lo acusaron de propaganda peligrosa.
    En algunos lugares incluso lo quemaron en público.

    El libro se llamaba Las uvas de la ira y su autor era John Steinbeck.

    Steinbeck había nacido en 1902 en Salinas, en pleno valle agrícola de California.
    Su familia era relativamente estable: su padre trabajaba para el gobierno del condado y su madre era maestra.
    No creció en la miseria ni en los márgenes.

    Podría haber llevado una vida tranquila y escribir novelas cómodas.

    Pero eligió mirar donde casi nadie quería mirar.

    Durante los años treinta, Estados Unidos estaba atravesando uno de los momentos más duros de su historia.
    La Gran Depresión había arruinado a millones de personas y, al mismo tiempo, una catástrofe ambiental conocida como el Dust Bowl convirtió enormes zonas agrícolas en polvo.

    Estados como Oklahoma, Texas o Kansas quedaron devastados por tormentas de tierra que arrasaban cultivos enteros.

    Miles de familias campesinas perdieron sus tierras.
    Sin muchas opciones, cargaron sus pertenencias en coches viejos y emprendieron un largo viaje hacia California.
    Habían oído que allí había trabajo en los campos.

    La realidad era muy distinta.

    Las grandes explotaciones agrícolas necesitaban mano de obra barata.
    Para mantener los salarios bajos, contrataban a más trabajadores de los que realmente necesitaban.
    Así los propios trabajadores competían entre sí por cualquier empleo.

    Las condiciones eran durísimas.

    Familias enteras vivían en campamentos improvisados.
    Muchos no tenían agua potable ni atención médica.
    Los salarios apenas alcanzaban para comer y los niños enfermaban con frecuencia por desnutrición.

    Cuando los trabajadores intentaban organizarse para pedir mejores condiciones, muchas veces eran expulsados de los campamentos o intimidados por guardias armados contratados por las empresas agrícolas.

    Steinbeck decidió verlo con sus propios ojos.

    A mediados de los años treinta empezó a visitar los campamentos de trabajadores migrantes en el Valle Central de California.
    No fue solo como periodista.
    Pasó tiempo allí, habló con las familias y escuchó historias que casi nadie estaba contando.

    Lo que vio lo marcó profundamente.

    Primero escribió una serie de reportajes titulada The Harvest Gypsies, publicada en el periódico The San Francisco News.
    Aquellos artículos denunciaban la situación de los trabajadores migrantes.

    Pero Steinbeck sentía que eso no era suficiente.

    Así nació Las uvas de la ira.

    La novela sigue a la familia Joad, campesinos de Oklahoma expulsados de su tierra que viajan hacia California buscando trabajo y terminan atrapados en un sistema que los explota y los trata como si fueran desechables.

    El libro no suavizaba nada.

    Había hambre, desesperación, injusticia y rabia.

    Cuando se publicó en abril de 1939, el impacto fue inmediato.
    En pocos meses vendió cientos de miles de ejemplares y se convirtió en uno de los libros más comentados del país.

    Pero en los condados agrícolas de California la reacción fue furiosa.

    Algunas organizaciones agrícolas acusaron a Steinbeck de exagerar o mentir.
    Otros lo llamaron comunista.
    Decían que el libro atacaba la economía del estado.

    En ciertos lugares fue retirado de bibliotecas.

    En otros, directamente quemado.

    Incluso en su ciudad natal, Salinas, hubo personas que organizaron hogueras públicas con ejemplares del libro mientras acusaban a Steinbeck de traicionar a su propia comunidad.

    Las amenazas también empezaron a llegar.

    Pero ocurrió algo curioso: cuanto más intentaban desacreditar el libro, más gente quería leerlo.

    La polémica lo convirtió en un fenómeno nacional.

    En 1940, apenas un año después de publicarse, Las uvas de la ira ganó el Premio Pulitzer de Ficción.

    Poco después también fue llevada al cine por el director John Ford, con Henry Fonda interpretando a Tom Joad.
    La película se estrenó ese mismo año y reforzó todavía más el impacto de la historia.

    Pero quizá el reconocimiento más importante llegó de otro lugar.

    Muchos trabajadores migrantes escribieron cartas a Steinbeck agradeciéndole el libro.
    Decían que por primera vez alguien había contado lo que realmente estaban viviendo.

    Steinbeck siguió escribiendo durante toda su vida sobre personajes que rara vez aparecían en la literatura: trabajadores, marginados y gente común enfrentándose a sistemas injustos.

    En 1962 recibió el Premio Nobel de Literatura.

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    SIGUE ↘️

    #historia #literatura #libros #johnsteinbeck #lasuvasdelaira #historiadeliteraria #grandeprension #dustbowl #historiareal #cultura #curiosidadeshistoricas

  21. :stargif: 𝑪𝒖𝒂𝒏𝒅𝒐 𝒖𝒏 𝒍𝒊𝒃𝒓𝒐 𝒂𝒔𝒖𝒔𝒕𝒂 𝒂 𝒍𝒐𝒔 𝒑𝒐𝒅𝒆𝒓𝒐𝒔𝒐𝒔 :stargif:

    En 1939 apareció una novela que provocó algo bastante inusual para un libro: miedo entre algunas de las personas más poderosas de Estados Unidos.

    Intentaron retirarlo de bibliotecas.
    Lo acusaron de propaganda peligrosa.
    En algunos lugares incluso lo quemaron en público.

    El libro se llamaba Las uvas de la ira y su autor era John Steinbeck.

    Steinbeck había nacido en 1902 en Salinas, en pleno valle agrícola de California.
    Su familia era relativamente estable: su padre trabajaba para el gobierno del condado y su madre era maestra.
    No creció en la miseria ni en los márgenes.

    Podría haber llevado una vida tranquila y escribir novelas cómodas.

    Pero eligió mirar donde casi nadie quería mirar.

    Durante los años treinta, Estados Unidos estaba atravesando uno de los momentos más duros de su historia.
    La Gran Depresión había arruinado a millones de personas y, al mismo tiempo, una catástrofe ambiental conocida como el Dust Bowl convirtió enormes zonas agrícolas en polvo.

    Estados como Oklahoma, Texas o Kansas quedaron devastados por tormentas de tierra que arrasaban cultivos enteros.

    Miles de familias campesinas perdieron sus tierras.
    Sin muchas opciones, cargaron sus pertenencias en coches viejos y emprendieron un largo viaje hacia California.
    Habían oído que allí había trabajo en los campos.

    La realidad era muy distinta.

    Las grandes explotaciones agrícolas necesitaban mano de obra barata.
    Para mantener los salarios bajos, contrataban a más trabajadores de los que realmente necesitaban.
    Así los propios trabajadores competían entre sí por cualquier empleo.

    Las condiciones eran durísimas.

    Familias enteras vivían en campamentos improvisados.
    Muchos no tenían agua potable ni atención médica.
    Los salarios apenas alcanzaban para comer y los niños enfermaban con frecuencia por desnutrición.

    Cuando los trabajadores intentaban organizarse para pedir mejores condiciones, muchas veces eran expulsados de los campamentos o intimidados por guardias armados contratados por las empresas agrícolas.

    Steinbeck decidió verlo con sus propios ojos.

    A mediados de los años treinta empezó a visitar los campamentos de trabajadores migrantes en el Valle Central de California.
    No fue solo como periodista.
    Pasó tiempo allí, habló con las familias y escuchó historias que casi nadie estaba contando.

    Lo que vio lo marcó profundamente.

    Primero escribió una serie de reportajes titulada The Harvest Gypsies, publicada en el periódico The San Francisco News.
    Aquellos artículos denunciaban la situación de los trabajadores migrantes.

    Pero Steinbeck sentía que eso no era suficiente.

    Así nació Las uvas de la ira.

    La novela sigue a la familia Joad, campesinos de Oklahoma expulsados de su tierra que viajan hacia California buscando trabajo y terminan atrapados en un sistema que los explota y los trata como si fueran desechables.

    El libro no suavizaba nada.

    Había hambre, desesperación, injusticia y rabia.

    Cuando se publicó en abril de 1939, el impacto fue inmediato.
    En pocos meses vendió cientos de miles de ejemplares y se convirtió en uno de los libros más comentados del país.

    Pero en los condados agrícolas de California la reacción fue furiosa.

    Algunas organizaciones agrícolas acusaron a Steinbeck de exagerar o mentir.
    Otros lo llamaron comunista.
    Decían que el libro atacaba la economía del estado.

    En ciertos lugares fue retirado de bibliotecas.

    En otros, directamente quemado.

    Incluso en su ciudad natal, Salinas, hubo personas que organizaron hogueras públicas con ejemplares del libro mientras acusaban a Steinbeck de traicionar a su propia comunidad.

    Las amenazas también empezaron a llegar.

    Pero ocurrió algo curioso: cuanto más intentaban desacreditar el libro, más gente quería leerlo.

    La polémica lo convirtió en un fenómeno nacional.

    En 1940, apenas un año después de publicarse, Las uvas de la ira ganó el Premio Pulitzer de Ficción.

    Poco después también fue llevada al cine por el director John Ford, con Henry Fonda interpretando a Tom Joad.
    La película se estrenó ese mismo año y reforzó todavía más el impacto de la historia.

    Pero quizá el reconocimiento más importante llegó de otro lugar.

    Muchos trabajadores migrantes escribieron cartas a Steinbeck agradeciéndole el libro.
    Decían que por primera vez alguien había contado lo que realmente estaban viviendo.

    Steinbeck siguió escribiendo durante toda su vida sobre personajes que rara vez aparecían en la literatura: trabajadores, marginados y gente común enfrentándose a sistemas injustos.

    En 1962 recibió el Premio Nobel de Literatura.

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    SIGUE ↘️

    #historia #literatura #libros #johnsteinbeck #lasuvasdelaira #historiadeliteraria #grandeprension #dustbowl #historiareal #cultura #curiosidadeshistoricas

  22. Pues que en un ratico, a las 20:30 en el Sur (si, donde los #lunesliterarios y las aventuras de nuestra estimada Pau @yoquese ) los queridos #colectivoiletrado presentan su esperado #fanzine anual de #poesia y otras artes #manifiestoazul , como siempre habrán ejemplares gratuitos para los presentes, peeeero, los que no estáis por #murciaquehermosaeres podéis descargarlo estupendamente desde yumpu.com/es/document/view/707
    Ale, pues os dejo aquí abajo mi colaboración.

    Poética

    No será algo tan asombroso
    como un rey de las ratas hallado
    en pleno siglo
    veintiuno, retransmitido, retuiteado, diseccionado.
    No será lo extraordinario transformado en
    trivial conversación de bar
    a las ocho
    de la mañana.
    Apenas la magia, inexistente,
    convertida en anuncio navideño, apenas eso.
    Un poema pequeño, de parvulario,
    un poema en prácticas, una cosa
    minúscula
    acomodada, como una gata
    encanijada, entre el brazo
    y el torso.
    Todo tan pequeño, tan privado, que
    no
    puede
    ser mostrado en el mercado
    de las palabras.
    No el disparate
    del siglo, la guerra
    de las galaxias, la vacuna
    contra el genocidio.
    Tan solo unas palabras
    encadenadas, unas palabras proletarias, con olor
    a pan nuestro de cada día, con
    sonido a reprimenda de madre siempre asustada,
    con sabor
    barato de guiso pobre. Tan solo
    unas palabras encadenadas camino
    del circo, del matadero, camino del alma
    de desprevenidos nescientes.
    No será nada tan grandioso como un rey de las ratas, un
    eclipse milenario, una magia
    haitiana. Solamente, nada más:
    los versos
    de un poema.
    Antoni Sánchiz

  23. Opinión | Que no le digan… | Censura y desmemoria

    Una de las acepciones sobre censura: “es el control que se ejerce sobre la información y las ideas que circulan en una sociedad, con fines políticos, ideológicos, religiosos o morales”.

    Por Mario A. Medina

    El tema se ha vuelto a tocar en estos días a raíz de que, en Puebla, el congreso local aprobó la llamada “Ley de Ciberseguridad” que entró en vigor el 14 de junio pasado; penaliza insultos, injurias ofensas, agravios y vejaciones en redes sociales; su violación significaría penas de hasta tres años de prisión y multas de casi 40 mil pesos.

    Tanto la secretaria de Gobernación, Rosa Icela Rodríguez, como la presidentA Claudia Sheinbaum, propusieron que dicha normatividad se revise y ambas externaron su convicción en contra de la censura.

    Alejandro Armenta Mier, gobernador del estado declaró que la ley “no busca coartar la libertad de expresión, sino sancionar los ciberdelitos en Puebla; proteger a mujeres, niños y a las familias enteras; proteger a los niños, a mujeres; proteger la identidad”.

    Un asunto que, sin lugar a duda, debe revisarse para evitar que un tema que efectivamente es un reclamo pueda ser utilizado por los gobernadores y políticos paraquerer castigar el trabajo periodístico, artístico, intelectual, etcétera.

    Alejandro Armenta

    Es grave, desde luego lo ocurrido en Campeche, donde la juez Guadalupe Martínez Taboada vinculó a proceso al periodista Jorge González Valdez por presuntos delitos de incitación al odio y a la violencia en agravio de la gobernadora de Campeche, Layda Sansores San Román; Le ha prohibido ejercer su profesión por dos años y ordenó cerrar la edición digital del periódico «TRIBUNA» por ese mismo lapso; fue sentenciado a pagar una indemnización de dos millones de pesos al director estatal de Comunicación Social Walther Patrón Bacab por presunto daño moral. Un asunto, insisto, de preocupación y de suma gravedad.

    El periodista “habría difundido publicaciones que constituyen ataques sistemáticos hacia la mandataria estatal, incluyendo expresiones que de acuerdo con la queja apelan a su condición de mujer”.

    Una cosa es cierta, la mayoría de los políticos del signo que usted quiera tienen la piel muy delgada, son intolerantes a que se les descubran sus desaciertos, errores, groserías y, desde luego, sus corruptelas; son intransigentes a la crítica.

    Quien hoy en día se mete a la política debe saber y entender que debe tener la piel muy gruesa, pues va a ser objeto de todo tipo de críticas, de adentro y de afuera. El ex presidente Andrés Manuel López Obrador se enfrentó, como ningún mandatario, a los medios de comunicación, a periodistas y analistas. Muy a su estilo se defendió de los ataques con o sin razón; los enfrentó de frente con nombres y apellidos. Nos pudieron gustar o no las formas, pero dio la cara, pues de aquellos enfrentó una guerra mediática y se defendió, mas nunca dio la orden de cerrar un medio o se le corriera a alguno de sus críticos, como sucedía antes. Como nunca hubo libertad plena de informar y opinar hasta el insulto.

    Andrés Manuel López Obrador

    Nuevamente la oposición recurre al mismo discurso ya gastado, baladí. Es una “estrategia para acabar con la democracia en México”; “un sello de la izquierda”, ha señalado la diputada local en la Cdmx, América Rangel, que, supone, va a asustar a la población con el “uy, ahí vine el lobo”: “México con Morena, va a ser igual que Cuba, Venezuela, Corea del Norte, que la URSS” (sí, que la URSS, país que ya no existe).

    La desmemoria de la oposición política y mediática es preocupante, o mejor dicho convenenciera. 

    Olvidan, a propósito. “el día que los medios de comunicación callaron ante la violencia del sexenio de Felipe Calderón”.El 24 de marzo de 2011, 715 medios aceptaron la censura de Calderón para que no informaran de los asesinatos producto de su guerra contra el narcotráfico. «Ser parte de su estrategia» y así poder «autorregular» sus contenidos. (Proceso).

    ¿Se les olvida cuando Calderón “ordenó despedir a Aristegui por lo de su ebriedad? No salga ahora con sermones puritanos. No tenemos amnesia, escribió en su Twitter, la periodista Dolia Estévez. (@DoliaEstevez) el 26 de agosto de 2002.

    Hablando de perfiles autoritarios. “¿Recuerdas lo que hiciste con Carmen Aristegui cuando en su programa hablaron del estado en el que permanentemente te encuentras?) anotó en la misma red social el corresponsal en Washington Jesús Esquivel (@JJesusEsquivel), dirigiéndose a Felipe Calderón.

    Mensaje

    Daniel Lizárraga le recordó a Calderón cuando “el equipo de comunicación presidencial ordenó que la revista Proceso no cubriera las giras del exmandatario; las portadas del semanario que documentaba la “guerra contra el narco”. Se les olvida de las advertencias a José Gutiérrez Vivó por serle incómodo al panista.

    La escritora y periodista argentina Olga Wornat, en entrevista con Julio Hernández, le dijo: “En aquel momento con García Luna y sus sicarios y con el conocimiento de Felipe Calderón, lo digo con todas las letras, Felipe Calderón sabía que yo estaba amenazada de muerte por García Luna, que ahora se haga el tonto y que haga silencio, él nunca sabe nada, pero por supuesto que sabía”.

    En el gobierno de Enrique Peña Nieto también se cocieron habas. El 21 abril 2029, el portal SinEmbargo publicó: “entre 2012 y 2018, el Gobierno federal en México recurrió en decenas de ocasiones a Google, Twitter y Facebook para pedir la remoción de contenidos publicados por usuarios. De acuerdo con el informe anual de Artículo 19, “estas solicitudes se generaron mediante procedimientos opacos y sinapego a la Ley, lo que pudoderivar en censura”.

    Artículo 19, destacó que el gobierno priísta solicitó decenas de remociones de contenido en Google y otras plataformas digitales con base en (presuntos) daños por difamación, uso no autorizado de propiedad intelectual, acoso e incluso por motivos de seguridad nacional, con un solo propósito: censurar.

    Enrique Peña Nieto | @SociedadN_

    En un trabajo de investigación documental de un grupo de estudiantes de la Green Hills School, “La Censura… perdona a los curvos”, demostraron que tanto el gobierno de Calderón como el de Peña Nieto, usaron la censura como “una herramienta para cubrir la corrupción con el objetivo de apaciguar la reacción de un pueblo que no tiene suficiente análisis crítico”; uno y otro pretendieron controlar los contenidos de la red(es) a través de las leyes secundarias, como la “polémica Reforma de las Telecomunicaciones”. La propuesta -dice el texto- “parece extraída de un manual totalitario”.

    La desmemoria que padece la oposición cuando afirma que el gobierno de Sheinbaum censura y que vamos al totalitarismo, es tramposa. Por ejemplo, la conductora del noticiario en MVS-Radio, Pamela Cerdeira, al entrevistar a Pedro Cárdenas de Artículo 19, afirmó un tanto escandalizada: “México vive un momento crítico para la libertad de prensa”. Lo dijo en los mismos micrófonos de donde se le corrió a Carmen Aristegui por preguntar por la salud etílica de Calderón.

    Sí, lamentable lo de Campeche y de otros estados, donde efectivamente morenistas, panistas y priístas, buscan censurar para callar plumas para que no los toquen, pero es doloso afirmar que lo de Campeche, Puebla o el tribunal electoral de Tamaulipas parta de una convicción del gobierno federal. No. Nada tiene que ver en esto el gobierno federal.  

    La censura, en buena parte, y lo saben los periodistas y los políticos, ha sido producto de los convenios de publicidad (“No te pago para que me pegues”: José López Portillo) y de la orden de Los Pinos (PRI y PAN) que ordenaban callar y, claro, de lo grueso o delgado del sobre amarillo.

    Que no le cuenten…

    “México el país con mayor avance contra la pobreza entre sus miembros”: OCDE. Otro dato del mismo organismo: “En México prevalece la alta confianza de la ciudadanía sobre su gobierno y su capacidad para enfrentar los problemas entre generaciones”.

    *Periodista: @MarioA_Medina

    Columna anterior: Aristegui Noticias y Lorenzo Meyer

    Mario A Medina

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  24. Aufruf zu Protesten gegen die NATO-Sicherheitskonferenz in München: Verhandeln statt Schießen - Abrüsten statt Aufrüsten

    Wir mobilisieren gegen die sogenannte #Sicherheitskonferenz (SIKO), die vom 17. bis 19. Februar 2023 in #München stattfindet. Dort treffen sich Staats- und Regierungschefs sowie Politiker*innen mit #Spitzenmilitärs, mit Vertreter*innen von #Großkonzernen und der #Rüstungsindustrie. Die #NATO-Staaten geben dort den Ton an. Ihnen geht es um die Sicherung der strategischen Vormachtstellung westlicher kapitalistischer Staaten und ihrer Konzerne, nicht um die Sicherheit der Menschen, weder hier noch anderswo auf der Welt. Die #SIKO dient vor allem dazu, sich über eine gemeinsame #Strategie der NATO-Staaten gegen die Rivalen #Russland und VR- #China zu verständigen. Vor allem aber soll die #Aufrüstung der NATO vorangetrieben und gerechtfertigt werden.

    (...)

    trueten.de/archives/12669-Aufr