#tradwives — Public Fediverse posts
Live and recent posts from across the Fediverse tagged #tradwives, aggregated by home.social.
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Ummmm, no.
#Trump admin cancels #school #SexEducation programs designed to prevent #TeenPregnancy, now it will focus on #Marriage & Starting #Families 🤯🤬
[oh & in case you forget they outlawed #abortion]
#law #policy #education #PublicHealth #WomensRights #TradWives #MaleSupremacy #indoctrination
https://www.nytimes.com/2026/07/22/us/politics/teen-pregnancy-prevention-trump.html?unlocked_article_code=1.0lA.CWVb._zZnE8auPMEa&smid=nytcore-ios-share -
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Una respuesta crítica al artículo de María Lucía Arias, sobre el voto femenino
Una respuesta crítica al artículo de María Lucía Arias, sobre el voto femenino
El texto de María Lucía Arias, titulado “El voto femenino NO está en peligro: el miedo como herramienta política de la izquierda”, presenta una interpretación sobre el papel del feminismo, el movimiento sufragista y la participación política de las mujeres. La presente respuesta crítica pretende analizar sus argumentos desde la historia, la ciencia política y […]
Redacción
El Mundo CR#Feminismo #MaríaLucíaArias #MovimientoSufragista #Mujeres #Opinión #Tradwives #VotoFemenino
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#MichelleBolsonaro : uma rebelião das “belas recatadas e do lar”
"Entre as convidadas, estavam congressistas republicanas, assessoras de Trump, cantoras country e #influencers #tradwives.
Mesa após mesa, as convidadas falavam um pouco sobre seus trabalhos e ativismo e muito sobre que o mais importante era cuidar dos filhos, do marido, da casa e não faltar aos cultos de domingo.
Se colocavam como mulheres “empoderadas”, que botam ordem em casa e na Casa Branca, porque “se deixar só com os meninos já viu, eles fazem bagunça”, o que nada tem a ver com feminismo como fazem questão de dizer.
São mulheres “virtuosas”, aquelas que segundo a Bíblia edificam suas casas. Erguem suas vozes e se tornam leoas na hora de defender seus valores cristãos, xenófobos, muitas vezes supremacistas brancos, suas teorias da conspiração e seus filhos contra o projeto de destruição da esquerda, mas são submissas aos maridos e aos governantes.
Afinal, uma boa #mulher deve saber a hora de falar, e a hora de se calar."
https://apublica.org/2026/07/michelle-bolsonaro-nao-e-a-excecao-mas-a-nova-regra/
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#MichelleBolsonaro : uma rebelião das “belas recatadas e do lar”
"Entre as convidadas, estavam congressistas republicanas, assessoras de Trump, cantoras country e #influencers #tradwives.
Mesa após mesa, as convidadas falavam um pouco sobre seus trabalhos e ativismo e muito sobre que o mais importante era cuidar dos filhos, do marido, da casa e não faltar aos cultos de domingo.
Se colocavam como mulheres “empoderadas”, que botam ordem em casa e na Casa Branca, porque “se deixar só com os meninos já viu, eles fazem bagunça”, o que nada tem a ver com feminismo como fazem questão de dizer.
São mulheres “virtuosas”, aquelas que segundo a Bíblia edificam suas casas. Erguem suas vozes e se tornam leoas na hora de defender seus valores cristãos, xenófobos, muitas vezes supremacistas brancos, suas teorias da conspiração e seus filhos contra o projeto de destruição da esquerda, mas são submissas aos maridos e aos governantes.
Afinal, uma boa #mulher deve saber a hora de falar, e a hora de se calar."
https://apublica.org/2026/07/michelle-bolsonaro-nao-e-a-excecao-mas-a-nova-regra/
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#MichelleBolsonaro : uma rebelião das “belas recatadas e do lar”
"Entre as convidadas, estavam congressistas republicanas, assessoras de Trump, cantoras country e #influencers #tradwives.
Mesa após mesa, as convidadas falavam um pouco sobre seus trabalhos e ativismo e muito sobre que o mais importante era cuidar dos filhos, do marido, da casa e não faltar aos cultos de domingo.
Se colocavam como mulheres “empoderadas”, que botam ordem em casa e na Casa Branca, porque “se deixar só com os meninos já viu, eles fazem bagunça”, o que nada tem a ver com feminismo como fazem questão de dizer.
São mulheres “virtuosas”, aquelas que segundo a Bíblia edificam suas casas. Erguem suas vozes e se tornam leoas na hora de defender seus valores cristãos, xenófobos, muitas vezes supremacistas brancos, suas teorias da conspiração e seus filhos contra o projeto de destruição da esquerda, mas são submissas aos maridos e aos governantes.
Afinal, uma boa #mulher deve saber a hora de falar, e a hora de se calar."
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#MichelleBolsonaro : uma rebelião das “belas recatadas e do lar”
"Entre as convidadas, estavam congressistas republicanas, assessoras de Trump, cantoras country e #influencers #tradwives.
Mesa após mesa, as convidadas falavam um pouco sobre seus trabalhos e ativismo e muito sobre que o mais importante era cuidar dos filhos, do marido, da casa e não faltar aos cultos de domingo.
Se colocavam como mulheres “empoderadas”, que botam ordem em casa e na Casa Branca, porque “se deixar só com os meninos já viu, eles fazem bagunça”, o que nada tem a ver com feminismo como fazem questão de dizer.
São mulheres “virtuosas”, aquelas que segundo a Bíblia edificam suas casas. Erguem suas vozes e se tornam leoas na hora de defender seus valores cristãos, xenófobos, muitas vezes supremacistas brancos, suas teorias da conspiração e seus filhos contra o projeto de destruição da esquerda, mas são submissas aos maridos e aos governantes.
Afinal, uma boa #mulher deve saber a hora de falar, e a hora de se calar."
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#MichelleBolsonaro : uma rebelião das “belas recatadas e do lar”
"Entre as convidadas, estavam congressistas republicanas, assessoras de Trump, cantoras country e #influencers #tradwives.
Mesa após mesa, as convidadas falavam um pouco sobre seus trabalhos e ativismo e muito sobre que o mais importante era cuidar dos filhos, do marido, da casa e não faltar aos cultos de domingo.
Se colocavam como mulheres “empoderadas”, que botam ordem em casa e na Casa Branca, porque “se deixar só com os meninos já viu, eles fazem bagunça”, o que nada tem a ver com feminismo como fazem questão de dizer.
São mulheres “virtuosas”, aquelas que segundo a Bíblia edificam suas casas. Erguem suas vozes e se tornam leoas na hora de defender seus valores cristãos, xenófobos, muitas vezes supremacistas brancos, suas teorias da conspiração e seus filhos contra o projeto de destruição da esquerda, mas são submissas aos maridos e aos governantes.
Afinal, uma boa #mulher deve saber a hora de falar, e a hora de se calar."
https://apublica.org/2026/07/michelle-bolsonaro-nao-e-a-excecao-mas-a-nova-regra/
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El voto femenino NO está en peligro: el miedo como herramienta política de la izquierda
El voto femenino NO está en peligro: el miedo como herramienta política de la izquierda
Cada cierto tiempo la izquierda vuelve a desempolvar el mismo discurso en universidades, medios de comunicación y redes sociales: “gracias al feminismo las mujeres pueden votar”. Es una frase tan repetida que muchas la aceptan sin detenerse a preguntarse si realmente es cierta. Cambian los protagonistas, cambian las polémicas y cambian las etiquetas, pero la […]
Redacción
El Mundo CR#DerechosPolíticos #Feminismo #Izquierda #MovimientoSufragista #Mujeres #Opinión #Tradwives #VotoFemenino
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El cuento de la criada. Cuando la distopía se convierte en el modelo posible de sometimiento
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Vom Hameau de la Reine über Blümchenkleider bis Claude Code: über die alte Kunst, harte Arbeit nachzuspielen, ohne sich die Hände schmutzig zu machen.
https://bedarfsfokus.de/notes/2026-07-12-bluemchenkleid-im-serverraum/
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Vom Hameau de la Reine über Blümchenkleider bis Claude Code: über die alte Kunst, harte Arbeit nachzuspielen, ohne sich die Hände schmutzig zu machen.
https://bedarfsfokus.de/notes/2026-07-12-bluemchenkleid-im-serverraum/
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Vom Hameau de la Reine über Blümchenkleider bis Claude Code: über die alte Kunst, harte Arbeit nachzuspielen, ohne sich die Hände schmutzig zu machen.
https://bedarfsfokus.de/notes/2026-07-12-bluemchenkleid-im-serverraum/
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Vom Hameau de la Reine über Blümchenkleider bis Claude Code: über die alte Kunst, harte Arbeit nachzuspielen, ohne sich die Hände schmutzig zu machen.
https://bedarfsfokus.de/notes/2026-07-12-bluemchenkleid-im-serverraum/
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Vom Hameau de la Reine über Blümchenkleider bis Claude Code: über die alte Kunst, harte Arbeit nachzuspielen, ohne sich die Hände schmutzig zu machen.
https://bedarfsfokus.de/notes/2026-07-12-bluemchenkleid-im-serverraum/
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https://www.europesays.com/sk/120744/ Bývalé tradwives varujú ženy pred nebezpečným trendom #instagram #News #pozlátko #SK #Slovak #Slovenčina #Správy #Svet #TradičnéManželky #tradwives #World #WorldNews
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«Sinceramente, como mujer cristiana, estaría dispuesta a renunciar a mi derecho a votar», «Aceptaría que mi hija no participara en las elecciones porque sé que se casará con un hombre guiado por principios bíblicos», «Cedería mi voto si eso implicara la prohibición del aborto»
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Tradwives, I never understood why a woman would voluntarily submit herself to her husband 🤷Your partner should want you to be autonomous. Your partner should want you to reach your highest potential above all else.
Amen to that.
#tradwives #independence #autonomy
RE: https://social.tchncs.de/@echopapa/116885427201011055 -
Tradwives, I never understood why a woman would voluntarily submit herself to her husband 🤷Your partner should want you to be autonomous. Your partner should want you to reach your highest potential above all else.
Amen to that.
#tradwives #independence #autonomy
RE: https://social.tchncs.de/@echopapa/116885427201011055 -
Tradwives, I never understood why a woman would voluntarily submit herself to her husband 🤷Your partner should want you to be autonomous. Your partner should want you to reach your highest potential above all else.
Amen to that.
#tradwives #independence #autonomy
RE: https://social.tchncs.de/@echopapa/116885427201011055 -
Tradwives, I never understood why a woman would voluntarily submit herself to her husband 🤷Your partner should want you to be autonomous. Your partner should want you to reach your highest potential above all else.
Amen to that.
#tradwives #independence #autonomy
RE: https://social.tchncs.de/@echopapa/116885427201011055 -
Fran Lebowitz doesn’t have a smartphone
Fran Lebowitz is smoking one cigarette after another as she tells me why she never intends to visit…
#Australia #AndyWarhol #AU #Austrlia #BenjaminLaw #donaldtrump #FranLebowitz #melbournewritersfestival #Polyamory #PretendIt’saCity #TradWives #ZoranMamdani
https://www.europesays.com/australia/44646/ -
Para el conservadurismo el problema nunca está en la estructura jerárquica; si acaso, las cosas salen mal cuando alguien que no es digno ocupa una posición que no debería. La monarquía está bien, sólo se necesita que el rey sea bueno. Los roles de género están bien, sólo se necesita que el esposo sea bueno. El trabajo asalariado está bien, sólo se necesita que el jefe sea bueno
#conservadores #tradwives #derecha #feminismo
https://www.maikciveira.com/2024/07/rechaza-la-modernidad-abraza-una.html?m=1
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This broke 💔 my heart.
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> She said being a trad-wife just “protected herself financially” in case of death or divorce. Then she said that’s not really “trad” at all. And laughed again.That’s why the right can’t show middle aged trad-wives.
The real ones are mostly as dead the economy. Dead and buried with hands crossed at their breast and roses on their coffin and a beloved friend sitting on a wooden pew weeping softly. And the role play ones? They cash out and move on.
#lindacaroll #babawasawitch #substack #historyofwomen
#feminism #tradwives
#middleagedwomenhttps://open.substack.com/pub/historyofwomen/p/where-are-the-middle-aged-trad-wives
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This broke 💔 my heart.
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> She said being a trad-wife just “protected herself financially” in case of death or divorce. Then she said that’s not really “trad” at all. And laughed again.That’s why the right can’t show middle aged trad-wives.
The real ones are mostly as dead the economy. Dead and buried with hands crossed at their breast and roses on their coffin and a beloved friend sitting on a wooden pew weeping softly. And the role play ones? They cash out and move on.
#lindacaroll #babawasawitch #substack #historyofwomen
#feminism #tradwives
#middleagedwomenhttps://open.substack.com/pub/historyofwomen/p/where-are-the-middle-aged-trad-wives
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This broke 💔 my heart.
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> She said being a trad-wife just “protected herself financially” in case of death or divorce. Then she said that’s not really “trad” at all. And laughed again.That’s why the right can’t show middle aged trad-wives.
The real ones are mostly as dead the economy. Dead and buried with hands crossed at their breast and roses on their coffin and a beloved friend sitting on a wooden pew weeping softly. And the role play ones? They cash out and move on.
#lindacaroll #babawasawitch #substack #historyofwomen
#feminism #tradwives
#middleagedwomenhttps://open.substack.com/pub/historyofwomen/p/where-are-the-middle-aged-trad-wives
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I might be showing my age, but back in my day we had a different word for #tradWives and the men who wanted silent obedience: #boring
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I might be showing my age, but back in my day we had a different word for #tradWives and the men who wanted silent obedience: #boring
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I might be showing my age, but back in my day we had a different word for #tradWives and the men who wanted silent obedience: #boring
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I might be showing my age, but back in my day we had a different word for #tradWives and the men who wanted silent obedience: #boring
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AUTORITÄRE MÄNNLICHKEIT ONLINE
Dieser Blogbeitrag zeigt, wie Manosphere-Inhalte, Incel-Codes und
antifeministische Narrative Jugendliche online erreichen und das Schulklima
beeinflussen können.Blog lesen:
https://www.scenor.at/post/autoritäre-männlichkeit?lang=enKostenfreier AFETS-Workshop:
Incels, 23. Juni, 15:00–17:00
https://www.scenor.at/event-details/incels-jungen-mannern-zwischen-frauenhass-und-selbstverachtung-padagogisch-begegnen -
Kennt ihr “#Tradwives”? Frauen, die online ein Hausfrauen-Ideal aus den 50ern feiern. Bzw #Manosphere aus „echten Kerlen“ …
Arbeitswelt:
#TradBoss aus der #Bossosphere ;-)Erkennungsmerkmale:
🪑 Homeoffice? “Bei uns wird gearbeitet, nicht Wäsche aufgehängt.”
📋 Mitarbeiterbeteiligung? “Ich entscheide, ihr setzt um.”
🔒 Transparenz? “Das muss nicht jeder wissen.”
⏰ Vertrauensarbeitszeit? “Wer nicht da ist, arbeitet nicht.”
🤝 Augenhöhe? “Ich bin der Chef, nicht dein Kumpel.”
#NewWork #Führung -
Kennt ihr “#Tradwives”? Frauen, die online ein Hausfrauen-Ideal aus den 50ern feiern. Bzw #Manosphere aus „echten Kerlen“ …
Arbeitswelt:
#TradBoss aus der #Bossosphere ;-)Erkennungsmerkmale:
🪑 Homeoffice? “Bei uns wird gearbeitet, nicht Wäsche aufgehängt.”
📋 Mitarbeiterbeteiligung? “Ich entscheide, ihr setzt um.”
🔒 Transparenz? “Das muss nicht jeder wissen.”
⏰ Vertrauensarbeitszeit? “Wer nicht da ist, arbeitet nicht.”
🤝 Augenhöhe? “Ich bin der Chef, nicht dein Kumpel.”
#NewWork #Führung -
Kennt ihr “#Tradwives”? Frauen, die online ein Hausfrauen-Ideal aus den 50ern feiern. Bzw #Manosphere aus „echten Kerlen“ …
Arbeitswelt:
#TradBoss aus der #Bossosphere ;-)Erkennungsmerkmale:
🪑 Homeoffice? “Bei uns wird gearbeitet, nicht Wäsche aufgehängt.”
📋 Mitarbeiterbeteiligung? “Ich entscheide, ihr setzt um.”
🔒 Transparenz? “Das muss nicht jeder wissen.”
⏰ Vertrauensarbeitszeit? “Wer nicht da ist, arbeitet nicht.”
🤝 Augenhöhe? “Ich bin der Chef, nicht dein Kumpel.”
#NewWork #Führung -
Kennt ihr “#Tradwives”? Frauen, die online ein Hausfrauen-Ideal aus den 50ern feiern. Bzw #Manosphere aus „echten Kerlen“ …
Arbeitswelt:
#TradBoss aus der #Bossosphere ;-)Erkennungsmerkmale:
🪑 Homeoffice? “Bei uns wird gearbeitet, nicht Wäsche aufgehängt.”
📋 Mitarbeiterbeteiligung? “Ich entscheide, ihr setzt um.”
🔒 Transparenz? “Das muss nicht jeder wissen.”
⏰ Vertrauensarbeitszeit? “Wer nicht da ist, arbeitet nicht.”
🤝 Augenhöhe? “Ich bin der Chef, nicht dein Kumpel.”
#NewWork #Führung -
Kennt ihr “#Tradwives”? Frauen, die online ein Hausfrauen-Ideal aus den 50ern feiern. Bzw #Manosphere aus „echten Kerlen“ …
Arbeitswelt:
#TradBoss aus der #Bossosphere ;-)Erkennungsmerkmale:
🪑 Homeoffice? “Bei uns wird gearbeitet, nicht Wäsche aufgehängt.”
📋 Mitarbeiterbeteiligung? “Ich entscheide, ihr setzt um.”
🔒 Transparenz? “Das muss nicht jeder wissen.”
⏰ Vertrauensarbeitszeit? “Wer nicht da ist, arbeitet nicht.”
🤝 Augenhöhe? “Ich bin der Chef, nicht dein Kumpel.”
#NewWork #Führung -
Tradwife? Sehnsucht, Inszenierung, Abhängigkeit
Zwischen digitalen Trends und politischem Backlash wird Weiblichkeit neu verhandelt: Beim “Feminist Rage Club” der ver.di Jugend diskutieren junge Frauen*, warum traditionelle Frauenbilder gerade jetzt so wirksam sind – und was sie mit Arbeitsbedingungen, Unsicherheit und alten Abhängigkeiten zu tun haben.
Mit ihren 12,4 Millionen Follower*innen, weich gezeichnetem Gesicht und perfekt inszenierten Küchenvideos wirkt das Leben auf TikTok mit Nara Smith oft wie eine einfache Antwort auf eine komplizierte Gegenwart. Junge Frauen backen Brot, richten Mahlzeiten an, kümmern sich um Kinder, sprechen über Weiblichkeit, Hingabe und das gute Leben an der Seite eines Mannes. Alles wirkt ruhig, geordnet, kontrollierbar.
Gleichzeitig wird draußen in der Welt härter gestritten: über die Folgen des Pelicot-Prozesses in Frankreich, über sexualisierte Deepfakes, über antifeministische Online-Subkulturen, die sogenannte Manosphere, über eine AfD, die Geschlechterpolitik längst als Kulturkampfthema nutzt. Antifeminismus ist dabei nicht bloß schlechte Laune gegen Emanzipation, sondern, wie die Bundeszentrale für politische Bildung es beschreibt, politische Strategie und Mobilisierungsinstrument der extremen Rechten. Auch digitale Gewalt gegen Frauen, von Cyberstalking bis zu gefälschten intimen Bildern, nimmt zu und verschiebt Gewaltverhältnisse in den Alltag hinein.
Vor diesem Hintergrund beginnt Ende März in der ver.di-Bundesverwaltung am Paula-Thiede-Ufer in Berlin der “Feminist Rage Club”, ein bundesweites Aktiventreffen der ver.di Jugend. Drei Tage, mehrere Workshops, viele junge Frauen, manche schon lange organisiert, andere zum ersten Mal auf einer gewerkschaftlichen Veranstaltung. Wer hier ankommt, landet nicht in einem Wohlfühlraum, sondern in einem Ort, an dem aus genau diesen gesellschaftlichen Spannungen Fragen werden: Wie verteidigt man feministische Positionen in einer Zeit, in der die Gegenwehr lauter, digitaler und aggressiver geworden ist? Wie widerspricht man Bildern von Weiblichkeit, die nach Freiwilligkeit aussehen, aber alte Abhängigkeiten romantisieren? Und was kann eine Gewerkschaft beitragen, wenn es um sexualisierte Gewalt, soziale Sicherung, Care-Arbeit und politische Gegenmacht geht? Die Stimmung im Haus ist an diesem Samstag im März konzentriert und aufgeräumt, in den Fluren stehen Kaffeebecher auf Fensterbänken, Rucksäcke lehnen an Wänden, Türen schlagen auf und zu, irgendwo lacht jemand, irgendwo wird schon weiterdiskutiert, obwohl die Pause noch nicht vorbei ist.
Das Versprechen vom einfachen Leben
Im Tradwife-Workshop fallen die ersten Begriffe schnell: “TikTok”, “Fifties”, “Doppelbelastung”, “Traumleben”. Es ist kein Raum, in dem alle dieselbe Meinung haben. Gerade das macht ihn interessant. Eine Teilnehmerin erzählt, dass ihre Mutter Hausfrau gewesen sei, immer da, immer ansprechbar, immer mit Zeit. Sie sagt offen, dass sie sich ein solches Leben auch hätte vorstellen können: nach Hause kommen, eine Mutter, die da ist, frisch gekochtes Essen, Ordnung, Verlässlichkeit. In ihrer Stimme liegt keine Provokation, eher ein nüchterner Wunsch nach Sicherheit in einer Gegenwart, die vielen eher das Gegenteil verspricht.
Eine andere widerspricht sofort, aber nicht moralisch, sondern analytisch: Das Problem sei nicht der Wunsch nach Zeit, Fürsorge oder Ruhe. Das Problem beginne dort, wo daraus ein nach außen vermarktetes Ideal werde. Tradwives seien eben nicht einfach Hausfrauen. Sie seien Influencerinnen, verdienten Geld mit genau der Inszenierung einer Weiblichkeit, die eine scheinbar angenehme, abgesicherte Abhängigkeit verspricht – während sie in Wahrheit selbst ein Geschäftsmodell ist. “Die verdienen ja Geld. Sie sind nicht einfach Hausfrauen – sie haben zwei Vollzeitjobs und produzieren gleichzeitig dieses Bild von Abhängigkeit”, sagt eine weitere Teilnehmerin. Eine andere nennt das Ganze “Marketing”: die perfekte Küche, die selbstgemachte Schokolade, das von Grund auf gebackene Brot, der makellose Körper kurz nach der Geburt. Dahinter stünden oft Geld, Nannys, Unsichtbarkeiten – jedenfalls nicht die Realität der meisten Frauen.
Die Illusion der freien Entscheidung
Gerade weil die Diskussion nicht in einem vorhersehbaren Konsens endet, zeigt sie etwas über die politische Lage, um die es hier eigentlich geht. Die Anziehungskraft dieser Bilder entsteht nicht im luftleeren Raum. Im Workshop werden Gründe gesammelt: prekäre Beschäftigung, unsichere Arbeitsmärkte, fehlende Kinderbetreuung, Doppelbelastung, der Wunsch, sich einem Druck zu entziehen, der für viele Frauen längst Normalzustand ist. Dazu kommt eine digitale Öffentlichkeit, in der tradierte Geschlechterbilder hochglanzpoliert und algorithmisch belohnt werden.
“Wir waren eine Woche lang kollektiv wütend – und mir ging es danach richtig gut. Weil ich dachte: Ich bin damit nicht allein.” Seminarteilnehmerin aus Frankfurt
Eine Teilnehmerin nennt die propagierte Freiwilligkeit “Scheinfreiheit”. Eine andere sagt, man könne über individuelle Entscheidungen nur reden, wenn man auch über materielle Bedingungen rede. Wer arbeiten müsse, um zu überleben, entscheide nie völlig frei. Und wer einen Lebensstil an ein Millionenpublikum verkaufe, könne sich nicht mit dem Satz herausreden, das sei eben nur die persönliche Wahl.
Dass antifeministische Online-Milieus und rechte Akteure genau solche Erzählungen strategisch nutzen, um Rückschritte als Natürlichkeit, Vernunft oder gesunden Menschenverstand zu verkaufen, ist inzwischen gut dokumentiert.
Vielleicht ist das der Grund, warum der Tradwife-Workshop so schnell vom Lifestyle wegführt und mitten in politische und gewerkschaftliche Grundsatzfragen hinein: Wer profitiert eigentlich davon, wenn unbezahlte Sorgearbeit weiter als weibliche Selbstverständlichkeit gilt? Warum erscheinen Haus, Garten, Kinder und Entschleunigung heute wie Luxusgüter? Und was passiert mit den Frauen, die in diesen Bildern vorkommen, sobald der Mann geht, das Geld fehlt oder die Gesundheit kippt?
Die Antworten darauf bleiben an diesem Wochenende offen. Aber genau darum geht es hier auch nicht. Es geht darum, die Widersprüche sichtbar zu machen – zwischen einem idealisierten Leben im Privaten und den Bedingungen, unter denen die meisten tatsächlich leben. Zwischen dem Versprechen von Ruhe und der Realität von Abhängigkeit.
Kollektive Wut als Ressource
Drei Tage lang wird beim “Feminist Rage Club” genau daran gearbeitet: in Workshops, in Diskussionen, in Gesprächen zwischen Tür und Angel. Organisiert von der ver.di Jugend, zusammen mit Kolleginnen aus der Frauenarbeit, ist das Treffen ein Angebot, das weit über ein Seminarprogramm hinausgeht. Es ist ein Raum, in dem Erfahrungen zusammenkommen, sich verdichten und politisch werden. Für viele ist es auch ein Ort der Selbstvergewisserung.
Franzi, Anfang 30, aus Frankfurt, war schon einmal auf einem ähnlichen Seminar. “Ich bin da damals total frustriert reingegangen”, sagt sie. “Und dann waren wir einfach eine Woche lang kollektiv wütend.” Sie lacht kurz. “Ich habe gar nicht so viel Neues gelernt – aber ich bin rausgegangen und mir ging es richtig gut. Weil ich dachte: Ich bin damit nicht allein.”
Genau dieses Gefühl zieht sich durch das Wochenende. Dass die eigene Wahrnehmung stimmt. Dass Erfahrungen geteilt werden. Und dass aus dieser geteilten Wut etwas entstehen kann – Austausch, Klarheit, vielleicht auch Handlung.
Was im Tradwife-Workshop verhandelt wird, ist ein Blick auf eine Gegenwart, in der alte Rollenbilder in neuem Gewand zurückkehren – und auf die Frage, wie man ihnen etwas entgegensetzt.
Dieser Beitrag ist eine Übernahme von ver.di-publik, mit freundlicher Genehmigung der Redaktion. Links wurden nachträglich eingefügt.
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Tradwife? Sehnsucht, Inszenierung, Abhängigkeit
Zwischen digitalen Trends und politischem Backlash wird Weiblichkeit neu verhandelt: Beim “Feminist Rage Club” der ver.di Jugend diskutieren junge Frauen*, warum traditionelle Frauenbilder gerade jetzt so wirksam sind – und was sie mit Arbeitsbedingungen, Unsicherheit und alten Abhängigkeiten zu tun haben.
Mit ihren 12,4 Millionen Follower*innen, weich gezeichnetem Gesicht und perfekt inszenierten Küchenvideos wirkt das Leben auf TikTok mit Nara Smith oft wie eine einfache Antwort auf eine komplizierte Gegenwart. Junge Frauen backen Brot, richten Mahlzeiten an, kümmern sich um Kinder, sprechen über Weiblichkeit, Hingabe und das gute Leben an der Seite eines Mannes. Alles wirkt ruhig, geordnet, kontrollierbar.
Gleichzeitig wird draußen in der Welt härter gestritten: über die Folgen des Pelicot-Prozesses in Frankreich, über sexualisierte Deepfakes, über antifeministische Online-Subkulturen, die sogenannte Manosphere, über eine AfD, die Geschlechterpolitik längst als Kulturkampfthema nutzt. Antifeminismus ist dabei nicht bloß schlechte Laune gegen Emanzipation, sondern, wie die Bundeszentrale für politische Bildung es beschreibt, politische Strategie und Mobilisierungsinstrument der extremen Rechten. Auch digitale Gewalt gegen Frauen, von Cyberstalking bis zu gefälschten intimen Bildern, nimmt zu und verschiebt Gewaltverhältnisse in den Alltag hinein.
Vor diesem Hintergrund beginnt Ende März in der ver.di-Bundesverwaltung am Paula-Thiede-Ufer in Berlin der “Feminist Rage Club”, ein bundesweites Aktiventreffen der ver.di Jugend. Drei Tage, mehrere Workshops, viele junge Frauen, manche schon lange organisiert, andere zum ersten Mal auf einer gewerkschaftlichen Veranstaltung. Wer hier ankommt, landet nicht in einem Wohlfühlraum, sondern in einem Ort, an dem aus genau diesen gesellschaftlichen Spannungen Fragen werden: Wie verteidigt man feministische Positionen in einer Zeit, in der die Gegenwehr lauter, digitaler und aggressiver geworden ist? Wie widerspricht man Bildern von Weiblichkeit, die nach Freiwilligkeit aussehen, aber alte Abhängigkeiten romantisieren? Und was kann eine Gewerkschaft beitragen, wenn es um sexualisierte Gewalt, soziale Sicherung, Care-Arbeit und politische Gegenmacht geht? Die Stimmung im Haus ist an diesem Samstag im März konzentriert und aufgeräumt, in den Fluren stehen Kaffeebecher auf Fensterbänken, Rucksäcke lehnen an Wänden, Türen schlagen auf und zu, irgendwo lacht jemand, irgendwo wird schon weiterdiskutiert, obwohl die Pause noch nicht vorbei ist.
Das Versprechen vom einfachen Leben
Im Tradwife-Workshop fallen die ersten Begriffe schnell: “TikTok”, “Fifties”, “Doppelbelastung”, “Traumleben”. Es ist kein Raum, in dem alle dieselbe Meinung haben. Gerade das macht ihn interessant. Eine Teilnehmerin erzählt, dass ihre Mutter Hausfrau gewesen sei, immer da, immer ansprechbar, immer mit Zeit. Sie sagt offen, dass sie sich ein solches Leben auch hätte vorstellen können: nach Hause kommen, eine Mutter, die da ist, frisch gekochtes Essen, Ordnung, Verlässlichkeit. In ihrer Stimme liegt keine Provokation, eher ein nüchterner Wunsch nach Sicherheit in einer Gegenwart, die vielen eher das Gegenteil verspricht.
Eine andere widerspricht sofort, aber nicht moralisch, sondern analytisch: Das Problem sei nicht der Wunsch nach Zeit, Fürsorge oder Ruhe. Das Problem beginne dort, wo daraus ein nach außen vermarktetes Ideal werde. Tradwives seien eben nicht einfach Hausfrauen. Sie seien Influencerinnen, verdienten Geld mit genau der Inszenierung einer Weiblichkeit, die eine scheinbar angenehme, abgesicherte Abhängigkeit verspricht – während sie in Wahrheit selbst ein Geschäftsmodell ist. “Die verdienen ja Geld. Sie sind nicht einfach Hausfrauen – sie haben zwei Vollzeitjobs und produzieren gleichzeitig dieses Bild von Abhängigkeit”, sagt eine weitere Teilnehmerin. Eine andere nennt das Ganze “Marketing”: die perfekte Küche, die selbstgemachte Schokolade, das von Grund auf gebackene Brot, der makellose Körper kurz nach der Geburt. Dahinter stünden oft Geld, Nannys, Unsichtbarkeiten – jedenfalls nicht die Realität der meisten Frauen.
Die Illusion der freien Entscheidung
Gerade weil die Diskussion nicht in einem vorhersehbaren Konsens endet, zeigt sie etwas über die politische Lage, um die es hier eigentlich geht. Die Anziehungskraft dieser Bilder entsteht nicht im luftleeren Raum. Im Workshop werden Gründe gesammelt: prekäre Beschäftigung, unsichere Arbeitsmärkte, fehlende Kinderbetreuung, Doppelbelastung, der Wunsch, sich einem Druck zu entziehen, der für viele Frauen längst Normalzustand ist. Dazu kommt eine digitale Öffentlichkeit, in der tradierte Geschlechterbilder hochglanzpoliert und algorithmisch belohnt werden.
<h5>”Wir waren eine Woche lang kollektiv wütend – und mir ging es danach richtig gut. Weil ich dachte: Ich bin damit nicht allein.” Seminarteilnehmerin aus FrankfurtEine Teilnehmerin nennt die propagierte Freiwilligkeit “Scheinfreiheit”. Eine andere sagt, man könne über individuelle Entscheidungen nur reden, wenn man auch über materielle Bedingungen rede. Wer arbeiten müsse, um zu überleben, entscheide nie völlig frei. Und wer einen Lebensstil an ein Millionenpublikum verkaufe, könne sich nicht mit dem Satz herausreden, das sei eben nur die persönliche Wahl.
Dass antifeministische Online-Milieus und rechte Akteure genau solche Erzählungen strategisch nutzen, um Rückschritte als Natürlichkeit, Vernunft oder gesunden Menschenverstand zu verkaufen, ist inzwischen gut dokumentiert.
Vielleicht ist das der Grund, warum der Tradwife-Workshop so schnell vom Lifestyle wegführt und mitten in politische und gewerkschaftliche Grundsatzfragen hinein: Wer profitiert eigentlich davon, wenn unbezahlte Sorgearbeit weiter als weibliche Selbstverständlichkeit gilt? Warum erscheinen Haus, Garten, Kinder und Entschleunigung heute wie Luxusgüter? Und was passiert mit den Frauen, die in diesen Bildern vorkommen, sobald der Mann geht, das Geld fehlt oder die Gesundheit kippt?
Die Antworten darauf bleiben an diesem Wochenende offen. Aber genau darum geht es hier auch nicht. Es geht darum, die Widersprüche sichtbar zu machen – zwischen einem idealisierten Leben im Privaten und den Bedingungen, unter denen die meisten tatsächlich leben. Zwischen dem Versprechen von Ruhe und der Realität von Abhängigkeit.
Kollektive Wut als Ressource
Drei Tage lang wird beim “Feminist Rage Club” genau daran gearbeitet: in Workshops, in Diskussionen, in Gesprächen zwischen Tür und Angel. Organisiert von der ver.di Jugend, zusammen mit Kolleginnen aus der Frauenarbeit, ist das Treffen ein Angebot, das weit über ein Seminarprogramm hinausgeht. Es ist ein Raum, in dem Erfahrungen zusammenkommen, sich verdichten und politisch werden. Für viele ist es auch ein Ort der Selbstvergewisserung.
Franzi, Anfang 30, aus Frankfurt, war schon einmal auf einem ähnlichen Seminar. “Ich bin da damals total frustriert reingegangen”, sagt sie. “Und dann waren wir einfach eine Woche lang kollektiv wütend.” Sie lacht kurz. “Ich habe gar nicht so viel Neues gelernt – aber ich bin rausgegangen und mir ging es richtig gut. Weil ich dachte: Ich bin damit nicht allein.”
Genau dieses Gefühl zieht sich durch das Wochenende. Dass die eigene Wahrnehmung stimmt. Dass Erfahrungen geteilt werden. Und dass aus dieser geteilten Wut etwas entstehen kann – Austausch, Klarheit, vielleicht auch Handlung.
Was im Tradwife-Workshop verhandelt wird, ist ein Blick auf eine Gegenwart, in der alte Rollenbilder in neuem Gewand zurückkehren – und auf die Frage, wie man ihnen etwas entgegensetzt.
Dieser Beitrag ist eine Übernahme von ver.di-publik, mit freundlicher Genehmigung der Redaktion. Links wurden nachträglich eingefügt.
Über Rita Schuhmacher - ver.di-publik:
Unter der Kennung "Gastautor:innen" fassen wir die unterschiedlichsten Beiträge externer Quellen zusammen, die wir dankbar im Beueler-Extradienst (wieder-)veröffentlichen dürfen. Die Autor*innen, Quellen und ggf. Lizenzen sind, soweit bekannt, jeweils im Beitrag vermerkt und/oder verlinkt.
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Tradwife? Sehnsucht, Inszenierung, Abhängigkeit
Zwischen digitalen Trends und politischem Backlash wird Weiblichkeit neu verhandelt: Beim “Feminist Rage Club” der ver.di Jugend diskutieren junge Frauen*, warum traditionelle Frauenbilder gerade jetzt so wirksam sind – und was sie mit Arbeitsbedingungen, Unsicherheit und alten Abhängigkeiten zu tun haben.
Mit ihren 12,4 Millionen Follower*innen, weich gezeichnetem Gesicht und perfekt inszenierten Küchenvideos wirkt das Leben auf TikTok mit Nara Smith oft wie eine einfache Antwort auf eine komplizierte Gegenwart. Junge Frauen backen Brot, richten Mahlzeiten an, kümmern sich um Kinder, sprechen über Weiblichkeit, Hingabe und das gute Leben an der Seite eines Mannes. Alles wirkt ruhig, geordnet, kontrollierbar.
Gleichzeitig wird draußen in der Welt härter gestritten: über die Folgen des Pelicot-Prozesses in Frankreich, über sexualisierte Deepfakes, über antifeministische Online-Subkulturen, die sogenannte Manosphere, über eine AfD, die Geschlechterpolitik längst als Kulturkampfthema nutzt. Antifeminismus ist dabei nicht bloß schlechte Laune gegen Emanzipation, sondern, wie die Bundeszentrale für politische Bildung es beschreibt, politische Strategie und Mobilisierungsinstrument der extremen Rechten. Auch digitale Gewalt gegen Frauen, von Cyberstalking bis zu gefälschten intimen Bildern, nimmt zu und verschiebt Gewaltverhältnisse in den Alltag hinein.
Vor diesem Hintergrund beginnt Ende März in der ver.di-Bundesverwaltung am Paula-Thiede-Ufer in Berlin der “Feminist Rage Club”, ein bundesweites Aktiventreffen der ver.di Jugend. Drei Tage, mehrere Workshops, viele junge Frauen, manche schon lange organisiert, andere zum ersten Mal auf einer gewerkschaftlichen Veranstaltung. Wer hier ankommt, landet nicht in einem Wohlfühlraum, sondern in einem Ort, an dem aus genau diesen gesellschaftlichen Spannungen Fragen werden: Wie verteidigt man feministische Positionen in einer Zeit, in der die Gegenwehr lauter, digitaler und aggressiver geworden ist? Wie widerspricht man Bildern von Weiblichkeit, die nach Freiwilligkeit aussehen, aber alte Abhängigkeiten romantisieren? Und was kann eine Gewerkschaft beitragen, wenn es um sexualisierte Gewalt, soziale Sicherung, Care-Arbeit und politische Gegenmacht geht? Die Stimmung im Haus ist an diesem Samstag im März konzentriert und aufgeräumt, in den Fluren stehen Kaffeebecher auf Fensterbänken, Rucksäcke lehnen an Wänden, Türen schlagen auf und zu, irgendwo lacht jemand, irgendwo wird schon weiterdiskutiert, obwohl die Pause noch nicht vorbei ist.
Das Versprechen vom einfachen Leben
Im Tradwife-Workshop fallen die ersten Begriffe schnell: “TikTok”, “Fifties”, “Doppelbelastung”, “Traumleben”. Es ist kein Raum, in dem alle dieselbe Meinung haben. Gerade das macht ihn interessant. Eine Teilnehmerin erzählt, dass ihre Mutter Hausfrau gewesen sei, immer da, immer ansprechbar, immer mit Zeit. Sie sagt offen, dass sie sich ein solches Leben auch hätte vorstellen können: nach Hause kommen, eine Mutter, die da ist, frisch gekochtes Essen, Ordnung, Verlässlichkeit. In ihrer Stimme liegt keine Provokation, eher ein nüchterner Wunsch nach Sicherheit in einer Gegenwart, die vielen eher das Gegenteil verspricht.
Eine andere widerspricht sofort, aber nicht moralisch, sondern analytisch: Das Problem sei nicht der Wunsch nach Zeit, Fürsorge oder Ruhe. Das Problem beginne dort, wo daraus ein nach außen vermarktetes Ideal werde. Tradwives seien eben nicht einfach Hausfrauen. Sie seien Influencerinnen, verdienten Geld mit genau der Inszenierung einer Weiblichkeit, die eine scheinbar angenehme, abgesicherte Abhängigkeit verspricht – während sie in Wahrheit selbst ein Geschäftsmodell ist. “Die verdienen ja Geld. Sie sind nicht einfach Hausfrauen – sie haben zwei Vollzeitjobs und produzieren gleichzeitig dieses Bild von Abhängigkeit”, sagt eine weitere Teilnehmerin. Eine andere nennt das Ganze “Marketing”: die perfekte Küche, die selbstgemachte Schokolade, das von Grund auf gebackene Brot, der makellose Körper kurz nach der Geburt. Dahinter stünden oft Geld, Nannys, Unsichtbarkeiten – jedenfalls nicht die Realität der meisten Frauen.
Die Illusion der freien Entscheidung
Gerade weil die Diskussion nicht in einem vorhersehbaren Konsens endet, zeigt sie etwas über die politische Lage, um die es hier eigentlich geht. Die Anziehungskraft dieser Bilder entsteht nicht im luftleeren Raum. Im Workshop werden Gründe gesammelt: prekäre Beschäftigung, unsichere Arbeitsmärkte, fehlende Kinderbetreuung, Doppelbelastung, der Wunsch, sich einem Druck zu entziehen, der für viele Frauen längst Normalzustand ist. Dazu kommt eine digitale Öffentlichkeit, in der tradierte Geschlechterbilder hochglanzpoliert und algorithmisch belohnt werden.
<h5>”Wir waren eine Woche lang kollektiv wütend – und mir ging es danach richtig gut. Weil ich dachte: Ich bin damit nicht allein.” Seminarteilnehmerin aus FrankfurtEine Teilnehmerin nennt die propagierte Freiwilligkeit “Scheinfreiheit”. Eine andere sagt, man könne über individuelle Entscheidungen nur reden, wenn man auch über materielle Bedingungen rede. Wer arbeiten müsse, um zu überleben, entscheide nie völlig frei. Und wer einen Lebensstil an ein Millionenpublikum verkaufe, könne sich nicht mit dem Satz herausreden, das sei eben nur die persönliche Wahl.
Dass antifeministische Online-Milieus und rechte Akteure genau solche Erzählungen strategisch nutzen, um Rückschritte als Natürlichkeit, Vernunft oder gesunden Menschenverstand zu verkaufen, ist inzwischen gut dokumentiert.
Vielleicht ist das der Grund, warum der Tradwife-Workshop so schnell vom Lifestyle wegführt und mitten in politische und gewerkschaftliche Grundsatzfragen hinein: Wer profitiert eigentlich davon, wenn unbezahlte Sorgearbeit weiter als weibliche Selbstverständlichkeit gilt? Warum erscheinen Haus, Garten, Kinder und Entschleunigung heute wie Luxusgüter? Und was passiert mit den Frauen, die in diesen Bildern vorkommen, sobald der Mann geht, das Geld fehlt oder die Gesundheit kippt?
Die Antworten darauf bleiben an diesem Wochenende offen. Aber genau darum geht es hier auch nicht. Es geht darum, die Widersprüche sichtbar zu machen – zwischen einem idealisierten Leben im Privaten und den Bedingungen, unter denen die meisten tatsächlich leben. Zwischen dem Versprechen von Ruhe und der Realität von Abhängigkeit.
Kollektive Wut als Ressource
Drei Tage lang wird beim “Feminist Rage Club” genau daran gearbeitet: in Workshops, in Diskussionen, in Gesprächen zwischen Tür und Angel. Organisiert von der ver.di Jugend, zusammen mit Kolleginnen aus der Frauenarbeit, ist das Treffen ein Angebot, das weit über ein Seminarprogramm hinausgeht. Es ist ein Raum, in dem Erfahrungen zusammenkommen, sich verdichten und politisch werden. Für viele ist es auch ein Ort der Selbstvergewisserung.
Franzi, Anfang 30, aus Frankfurt, war schon einmal auf einem ähnlichen Seminar. “Ich bin da damals total frustriert reingegangen”, sagt sie. “Und dann waren wir einfach eine Woche lang kollektiv wütend.” Sie lacht kurz. “Ich habe gar nicht so viel Neues gelernt – aber ich bin rausgegangen und mir ging es richtig gut. Weil ich dachte: Ich bin damit nicht allein.”
Genau dieses Gefühl zieht sich durch das Wochenende. Dass die eigene Wahrnehmung stimmt. Dass Erfahrungen geteilt werden. Und dass aus dieser geteilten Wut etwas entstehen kann – Austausch, Klarheit, vielleicht auch Handlung.
Was im Tradwife-Workshop verhandelt wird, ist ein Blick auf eine Gegenwart, in der alte Rollenbilder in neuem Gewand zurückkehren – und auf die Frage, wie man ihnen etwas entgegensetzt.
Dieser Beitrag ist eine Übernahme von ver.di-publik, mit freundlicher Genehmigung der Redaktion. Links wurden nachträglich eingefügt.
Über Rita Schuhmacher - ver.di-publik:
Unter der Kennung "Gastautor:innen" fassen wir die unterschiedlichsten Beiträge externer Quellen zusammen, die wir dankbar im Beueler-Extradienst (wieder-)veröffentlichen dürfen. Die Autor*innen, Quellen und ggf. Lizenzen sind, soweit bekannt, jeweils im Beitrag vermerkt und/oder verlinkt.
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Tradwife? Sehnsucht, Inszenierung, Abhängigkeit
Zwischen digitalen Trends und politischem Backlash wird Weiblichkeit neu verhandelt: Beim “Feminist Rage Club” der ver.di Jugend diskutieren junge Frauen*, warum traditionelle Frauenbilder gerade jetzt so wirksam sind – und was sie mit Arbeitsbedingungen, Unsicherheit und alten Abhängigkeiten zu tun haben.
Mit ihren 12,4 Millionen Follower*innen, weich gezeichnetem Gesicht und perfekt inszenierten Küchenvideos wirkt das Leben auf TikTok mit Nara Smith oft wie eine einfache Antwort auf eine komplizierte Gegenwart. Junge Frauen backen Brot, richten Mahlzeiten an, kümmern sich um Kinder, sprechen über Weiblichkeit, Hingabe und das gute Leben an der Seite eines Mannes. Alles wirkt ruhig, geordnet, kontrollierbar.
Gleichzeitig wird draußen in der Welt härter gestritten: über die Folgen des Pelicot-Prozesses in Frankreich, über sexualisierte Deepfakes, über antifeministische Online-Subkulturen, die sogenannte Manosphere, über eine AfD, die Geschlechterpolitik längst als Kulturkampfthema nutzt. Antifeminismus ist dabei nicht bloß schlechte Laune gegen Emanzipation, sondern, wie die Bundeszentrale für politische Bildung es beschreibt, politische Strategie und Mobilisierungsinstrument der extremen Rechten. Auch digitale Gewalt gegen Frauen, von Cyberstalking bis zu gefälschten intimen Bildern, nimmt zu und verschiebt Gewaltverhältnisse in den Alltag hinein.
Vor diesem Hintergrund beginnt Ende März in der ver.di-Bundesverwaltung am Paula-Thiede-Ufer in Berlin der “Feminist Rage Club”, ein bundesweites Aktiventreffen der ver.di Jugend. Drei Tage, mehrere Workshops, viele junge Frauen, manche schon lange organisiert, andere zum ersten Mal auf einer gewerkschaftlichen Veranstaltung. Wer hier ankommt, landet nicht in einem Wohlfühlraum, sondern in einem Ort, an dem aus genau diesen gesellschaftlichen Spannungen Fragen werden: Wie verteidigt man feministische Positionen in einer Zeit, in der die Gegenwehr lauter, digitaler und aggressiver geworden ist? Wie widerspricht man Bildern von Weiblichkeit, die nach Freiwilligkeit aussehen, aber alte Abhängigkeiten romantisieren? Und was kann eine Gewerkschaft beitragen, wenn es um sexualisierte Gewalt, soziale Sicherung, Care-Arbeit und politische Gegenmacht geht? Die Stimmung im Haus ist an diesem Samstag im März konzentriert und aufgeräumt, in den Fluren stehen Kaffeebecher auf Fensterbänken, Rucksäcke lehnen an Wänden, Türen schlagen auf und zu, irgendwo lacht jemand, irgendwo wird schon weiterdiskutiert, obwohl die Pause noch nicht vorbei ist.
Das Versprechen vom einfachen Leben
Im Tradwife-Workshop fallen die ersten Begriffe schnell: “TikTok”, “Fifties”, “Doppelbelastung”, “Traumleben”. Es ist kein Raum, in dem alle dieselbe Meinung haben. Gerade das macht ihn interessant. Eine Teilnehmerin erzählt, dass ihre Mutter Hausfrau gewesen sei, immer da, immer ansprechbar, immer mit Zeit. Sie sagt offen, dass sie sich ein solches Leben auch hätte vorstellen können: nach Hause kommen, eine Mutter, die da ist, frisch gekochtes Essen, Ordnung, Verlässlichkeit. In ihrer Stimme liegt keine Provokation, eher ein nüchterner Wunsch nach Sicherheit in einer Gegenwart, die vielen eher das Gegenteil verspricht.
Eine andere widerspricht sofort, aber nicht moralisch, sondern analytisch: Das Problem sei nicht der Wunsch nach Zeit, Fürsorge oder Ruhe. Das Problem beginne dort, wo daraus ein nach außen vermarktetes Ideal werde. Tradwives seien eben nicht einfach Hausfrauen. Sie seien Influencerinnen, verdienten Geld mit genau der Inszenierung einer Weiblichkeit, die eine scheinbar angenehme, abgesicherte Abhängigkeit verspricht – während sie in Wahrheit selbst ein Geschäftsmodell ist. “Die verdienen ja Geld. Sie sind nicht einfach Hausfrauen – sie haben zwei Vollzeitjobs und produzieren gleichzeitig dieses Bild von Abhängigkeit”, sagt eine weitere Teilnehmerin. Eine andere nennt das Ganze “Marketing”: die perfekte Küche, die selbstgemachte Schokolade, das von Grund auf gebackene Brot, der makellose Körper kurz nach der Geburt. Dahinter stünden oft Geld, Nannys, Unsichtbarkeiten – jedenfalls nicht die Realität der meisten Frauen.
Die Illusion der freien Entscheidung
Gerade weil die Diskussion nicht in einem vorhersehbaren Konsens endet, zeigt sie etwas über die politische Lage, um die es hier eigentlich geht. Die Anziehungskraft dieser Bilder entsteht nicht im luftleeren Raum. Im Workshop werden Gründe gesammelt: prekäre Beschäftigung, unsichere Arbeitsmärkte, fehlende Kinderbetreuung, Doppelbelastung, der Wunsch, sich einem Druck zu entziehen, der für viele Frauen längst Normalzustand ist. Dazu kommt eine digitale Öffentlichkeit, in der tradierte Geschlechterbilder hochglanzpoliert und algorithmisch belohnt werden.
<h5>”Wir waren eine Woche lang kollektiv wütend – und mir ging es danach richtig gut. Weil ich dachte: Ich bin damit nicht allein.” Seminarteilnehmerin aus FrankfurtEine Teilnehmerin nennt die propagierte Freiwilligkeit “Scheinfreiheit”. Eine andere sagt, man könne über individuelle Entscheidungen nur reden, wenn man auch über materielle Bedingungen rede. Wer arbeiten müsse, um zu überleben, entscheide nie völlig frei. Und wer einen Lebensstil an ein Millionenpublikum verkaufe, könne sich nicht mit dem Satz herausreden, das sei eben nur die persönliche Wahl.
Dass antifeministische Online-Milieus und rechte Akteure genau solche Erzählungen strategisch nutzen, um Rückschritte als Natürlichkeit, Vernunft oder gesunden Menschenverstand zu verkaufen, ist inzwischen gut dokumentiert.
Vielleicht ist das der Grund, warum der Tradwife-Workshop so schnell vom Lifestyle wegführt und mitten in politische und gewerkschaftliche Grundsatzfragen hinein: Wer profitiert eigentlich davon, wenn unbezahlte Sorgearbeit weiter als weibliche Selbstverständlichkeit gilt? Warum erscheinen Haus, Garten, Kinder und Entschleunigung heute wie Luxusgüter? Und was passiert mit den Frauen, die in diesen Bildern vorkommen, sobald der Mann geht, das Geld fehlt oder die Gesundheit kippt?
Die Antworten darauf bleiben an diesem Wochenende offen. Aber genau darum geht es hier auch nicht. Es geht darum, die Widersprüche sichtbar zu machen – zwischen einem idealisierten Leben im Privaten und den Bedingungen, unter denen die meisten tatsächlich leben. Zwischen dem Versprechen von Ruhe und der Realität von Abhängigkeit.
Kollektive Wut als Ressource
Drei Tage lang wird beim “Feminist Rage Club” genau daran gearbeitet: in Workshops, in Diskussionen, in Gesprächen zwischen Tür und Angel. Organisiert von der ver.di Jugend, zusammen mit Kolleginnen aus der Frauenarbeit, ist das Treffen ein Angebot, das weit über ein Seminarprogramm hinausgeht. Es ist ein Raum, in dem Erfahrungen zusammenkommen, sich verdichten und politisch werden. Für viele ist es auch ein Ort der Selbstvergewisserung.
Franzi, Anfang 30, aus Frankfurt, war schon einmal auf einem ähnlichen Seminar. “Ich bin da damals total frustriert reingegangen”, sagt sie. “Und dann waren wir einfach eine Woche lang kollektiv wütend.” Sie lacht kurz. “Ich habe gar nicht so viel Neues gelernt – aber ich bin rausgegangen und mir ging es richtig gut. Weil ich dachte: Ich bin damit nicht allein.”
Genau dieses Gefühl zieht sich durch das Wochenende. Dass die eigene Wahrnehmung stimmt. Dass Erfahrungen geteilt werden. Und dass aus dieser geteilten Wut etwas entstehen kann – Austausch, Klarheit, vielleicht auch Handlung.
Was im Tradwife-Workshop verhandelt wird, ist ein Blick auf eine Gegenwart, in der alte Rollenbilder in neuem Gewand zurückkehren – und auf die Frage, wie man ihnen etwas entgegensetzt.
Dieser Beitrag ist eine Übernahme von ver.di-publik, mit freundlicher Genehmigung der Redaktion. Links wurden nachträglich eingefügt.
Über Rita Schuhmacher - ver.di-publik:
Unter der Kennung "Gastautor:innen" fassen wir die unterschiedlichsten Beiträge externer Quellen zusammen, die wir dankbar im Beueler-Extradienst (wieder-)veröffentlichen dürfen. Die Autor*innen, Quellen und ggf. Lizenzen sind, soweit bekannt, jeweils im Beitrag vermerkt und/oder verlinkt.
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AUTORITÄRE MÄNNLICHKEIT ONLINE
Dieser Blogbeitrag zeigt, wie Manosphere-Inhalte, Incel-Codes und antifeministische Narrative Jugendliche online erreichen und das Schulklima beeinflussen können.
Blog lesen:
https://www.scenor.at/post/autoritäre-männlichkeit?lang=enKostenfreier AFETS-Workshop:
Incels, 23. Juni, 15:00–17:00
https://www.scenor.at/event-details/incels-jungen-mannern-zwischen-frauenhass-und-selbstverachtung-padagogisch-begegnen -
Vera Iaconelli: ‘Ideia do ‘homem enfraquecido’ é sempre em comparação com o fortalecimento da mulher’
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AUTORITÄRE MÄNNLICHKEIT ONLINE
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Tradwives, 27. Mai, 15:00–17:00
https://www.scenor.at/event-details/tradwives-und-salafistische-influencer-innen-wenn-junge-madchen-konservativ-religios-und-radikal-werdenIncels, 23. Juni, 15:00–17:00
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