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158 results for “noITCs”

  1. @JoeCallanan @charly22

    Yes, they completely botched it.

    You didn't really expect something good to come out of WST, did you?

    #snooker #147sf #8months

  2. Menno. :blobsad:
    Die sollten doch beide weiterkommen!

  3. @dw
    No mention of Liang Wenbo who was the first player to be suspended in this investigation?
    (see wpbsa.com/wpbsa-statement-9-de)

    #snooker #MatchFixing

  4. "A #RTP2, que em termos de ficção aposta sobretudo em produções europeias, vai estrear amanhã [hoje], 6 de abril, uma comédia americana dos anos 90, intitulada #BrooklynBridge, que vem substituir Os Anos dos Milagres nas noites de domingo.

    Um original da CBS, a série foi emitida entre 1991 e 1993, tendo durado duas temporadas, num total de 35 episódios."

    seriesdatv.pt/noticias/estreia

  5. दिल्ली चुनाव में यमुना के पानी पर घमासान, चुनाव आयोग ने केजरीवाल को भेजा नोटिस।

    aliyesha.com/sub/articles/news

    #newdelhi #delhi #india #news #press #elections2025 #elections #bjp #aap #ElectionCommission #notice #kejriwal #haryana #WaterPollution #WaterCrisis #yamuna #AmmoniaLevels #ElectionPolitics

    Enjoy tracker free reading with us. #privacy #privacymatters

  6. ‘Irreverent’ estreia com comédia criminal afiada

    As noites de sábado recebem uma alta dose de bom humor e perspicácia com a estreia de Irreverent, no próximo domingo, dia 7, às 21h.

    Com 10 episódios, é uma série de comédia criminal divertida e inteligente que gira em torno do enigmático Paulo Keegan (Colin Donnell, The Affair, Chicago Med, Arrow), o melhor mediador de crimes de Chicago. No primeiro episódio, Paulo Keegan está negociando um acordo de paz entre duas famílias do crime organizado. No entanto, quando o acordo desmorona, ele é convocado a matar o filho do mafioso mais temido da cidade. Sem alternativa, Paulo pega o dinheiro da negociação e embarca no primeiro voo para Queensland, na Austrália.

    No avião, Paulo conhece o reverendo Mackenzie Boyd (PJ Byrne, O Lobo de Wall Street, Big Little Lies) e os dois acabam bebendo juntos em um hotel em Gold Coast. Na manhã seguinte, o reverendo, suas roupas e o dinheiro somem. Desesperado para encontrá-lo, Paulo segue até a nova paróquia do reverendo. Ao chegar, é confundido com o novo líder da igreja. Sem dinheiro e com a máfia de Chicago em seu encalço, Paulo decide assumir a identidade de Mackenzie Boyd até conseguir descobrir o paradeiro do verdadeiro reverendo.

    Foto: NBCUniversal, cortesia

    Irreverent tem nomes de peso no elenco, como Kylie Bracknell (The Gods of Wheat Street, Redfern Now, Black is the New White) como Piper Baramah, Tegan Stimson (Safe Home, The Tailings) como Daisy Black, Wayne Blair (Redfern Now, Mystery Road, Rams), Peter Pestle e Braillen Clarke (The Heights, Doctor Doctor) como Amy Duncan, entre outros.

    Paddy Macrae é o criador, showrunner, roteirista e produtor executivo da série. Alastair McKinnon e Debbie Lee são os produtores executivos da Matchbox Pictures, enquanto Andrew Knight atua como produtor executivo e roteirista. A série é produzida pela Matchbox Pictures, parte da Universal International Studios, uma divisão do Universal Studio Group.

    Irreverent é uma coprodução entre Peacock e Netflix Austrália e é distribuída pela NBCUniversal Global TV Distribution.

    Avalie isto:

    #ColinDonnell #comédiaCriminal #Domingo #estreia #GoldCoast #humor #Irreverent #lançamento #máfia #NBCUniversal #NetflixAustrália #Peacock #Queensland #reverendo #série #Séries #Streaming #televisão #TV #TVPaga #TVPorAssinatura #Universal

  7. Ciclo sagrado da noite concluído.
    Primeiro, a janta: um xis bacon (sem ervilhas, por uma questão de princípio). Depois, o café, para dar clareza. Agora, o baseado, para tirar a clareza e trazer a paz.

    É a trindade do conforto doméstico: gordura, cafeína e fumaça. A fumaça sobe como uma oração de gratidão por dias que terminam e noites que começam devagar.

    Agora sim, o universo está em equilíbrio. #RitualNoturno #XisBacon #CafePreto #Baseado #PazDomestica

  8. O que a Björk faria (parte 3) para acabar com o poder das big tech

    A Björk gravaria sons de cogumelos à luz da lua para adiar o fim do mundo, que é o certo a se fazer

    Nem em seus pensamentos mais pessimistas George Orwell teria imaginado ESSA distopia na qual vivemos hoje. Imagino Deleuze e Guy Debord tomando uma cerveja e comentando sobre sociedade de controle e sociedade do espetáculo, porque aposto que nem um nem outro imaginariam que chegaríamos ao ápice no ano da graça de 2026, com cidadãos entregando voluntariamente cada rastro de suas existências (seria mesmo o ápice? Minha experiência diz que tudo sempre pode piorar) para, sei lá, aparecer na internet. O poder está concentrado nas mãos de algumas poucas empresas gigantes de tecnologia. A internet, que um dia já acreditamos ser uma grande biblioteca de Babel, agora é uma biblioteca escrita por robôs que mentem deliberadamente, frequentada por gente que tem medo de que esses robôs roubem seus empregos e, justamente por isso, usam esses mesmos robôs para encher o LinkedIn de textos mortos por dentro, provando que são substituíveis.

    É óbvio que a Björk sabe disso tudo. Björk lives on a mountain right at the top. Björk has seen it all. Björk, ao saber que o Biff Tannen da América do Norte ameaçou anexar a Islândia, convocou o fandom para brigar pela independência do país.

    Pois o mundo aí, pegando fogo, e Björk anunciou que vai fazer uma RAVE durante o eclipse solar de agosto, o que eu acho corretíssimo.

    Não apenas, mas parece que há anos ela organiza umas noites dançantes em dias de lua cheia, com ela e os amigos como DJs.

    E se reclamar, a gente chama um exército de Björks

    Certeza que não foi exatamente nisso que Ailton Krenak pensou quando sugeriu suas ideias para adiar o fim do mundo, mas é mais ou menos por aí: celebração da natureza, conexão com formas de arte, suspensão do cotidiano.

    E, no nosso caso – nós, que vivemos em tempos de tecnofeudalismo, porque se o capitalismo já estava ruim sempre dá para piorar mais um pouco -, burlar a alienação do cotidiano e entrar em estado de suspensão se faz necessário.

    Estamos todos, Björk. Estamos todos.

    Agora, amigos, precisamos também adiar a morte da internet, já que fugir dela ficou impossível – se não porque nossos trabalhos dependem dela, mas porque sempre tem uma empresa de tecnologia socando inteligência artificial generativa em absolutamente tudo o que se conecta a alguma coisa.

    Que mundo é esse em que até para ser atendido em serviços essenciais você tem que instalar um aplicativo, meu deus? E se o celular pifar ou esquecer de pagar a Vivo? Você senta e chora? E se precisar comprar outro? Você JURA que a única maneira de validar sua identidade é receber um código pelo Whatsapp, que pertence à Meta?

    Certa está a Björk.

    Certa também está a Madonna, que lançou música nova essa semana:

    https://www.youtube.com/watch?v=Zx83eVfP64A&vl=pt-BR

    e ainda promoveu a música no Coachella para uma plateia de jovens no meio do show da Sabrina Carpenter, tornando o show da jovem um dos assuntos mais comentados pela minha bolha de gays, pessoas queer e mulheres cis em situação de menopausa.

    A música é boa. Clica lá.

    🗣️

    O JP Cuenca outro dia comentou no Substack algo completamente aleatório sobre a missão espacial da Artemis ii, tamanho do sol e da lua e crescimento de unhas:

    Lendo sobre essa missão da NASA, lembrei da coincidência astronômica bizarra que é o fato da Lua ser 400 vezes menor do que o Sol e estar 400 vezes mais perto da terra do que ele. Por isso os dois, Sol e Lua, têm o mesmo tamanho angular no nosso céu. Daí os eclipses perfeitos que a gente vê e vive. Então pesquisei sobre isso, fiquei curioso em calcular essa probabilidade, a chance, considerando outros planetas, satélites e órbitas. No fim das contas não é nada simples e menos ainda conclusivo, mas o que descobri de importante é que esse alinhamento vai mudar em alguns milhões de anos porque a Lua está se afastando da Terra a uma velocidade de 3,8 centímetros por ano. É o mesmo ritmo em que as nossas unhas crescem, acrescentou o google.

    – J.P. Cuenca

    Leia no Substack

    No mesmo dia, o Francisco Barbosa soltou um post sobre quem seria o Nick Fury da MPB (sem spoilers, leia o texto aqui) e é por causa desse tipo de reflexão que eu acredito que a internet ainda pode ser salva dela mesma. Toda vez que resgatamos os princípios da internet-arte, a internet-moleque, a internet pré-adsense – o “pensei em algo aleatório, pesquisei, escrevi, publiquei” apenas pelo prazer de compartilhar algo que passou pela cabeça, sem obrigação de agradar algoritmo, sem esperar likes e compartilhamentos, eu fico um pouco menos pessimista.

    Sabe onde a internet-arte, a internet-moleque resiste, né?

    Em blogs.

    Faça o seu e me mande para eu incluir no meu blogroll.

    🗣️

    Do Pop Fantasma: “Nossa, você ainda visita sites?”

    Sim, Ricardo Schott. Eu ainda visito sites e ainda mantenho os meus. 🥹

    🗣️

    O post é longo e eu não vou elaborar essa frase de abertura, mas eu gosto do ICL porque eles fazem o que podem para se equiparar ao que o Brasil Paralelo faz para a direita br, só que para a esquerda e com fatos em vez de chorume. Nesse sentido, até relevo o estilo de comunicação sensacionalista e cheio de gatilhos do Eduardo Moreira. Se a gente quiser brigar com nossa extrema direita, precisamos entender que armas eles estão usando.

    Eu apoio o ICL porque acredito que o combo informação de qualidade + educação financeira, empreendedora, social etc etc etc também ajuda a gente a navegar pelo fim do mundo iminente, porque se a gente quer lutar, a gente primeiro precisa entender o que está acontecendo. E uma iniciativa dessas precisa de financiamento. O Eduardo Moreira tem dinheiro, mas acho pouco provável que ele financie o ICL sozinho por muito tempo – a infraestrutura de produção é muito grande.

    Negócios precisam de receita. E, como profissional de marketing, eu entendo os gatilhos de urgência e de escassez usados para convencer as pessoas a assinar, a financiar, a chamar mais gente para assistir às lives.

    DITO ISSO, não sei se rio ou se choro desse “meia-noite eu te conto” que promete acabar com o domínio das big tech no Brasil, com hashtag brasil soberano e tudo o mais.

    Se não envolver datacenter próprio, interoperabilidade com o Fediverso, investimento no ActivityPub, investimento no CTRL+Z | Parem as máquinas, anúncio de que vão operar com software livre, projeto de regulação das plataformas, lobby pesado e gente infiltrada pra implodir big tech por dentro, pouco provável que seja isso tudo que a campanha do tal Dia D quer fazer a gente acreditar, mas ok.

    Eu assisti ao documentário “Vai pra China, Eduardo!”. É um bom documentário. Mas boa parte do que ele fala no documentário sobre soberania nacional de dados – adoção de software livre, sair das mãos das big tech – é o que a gente discute no Fediverso há tempos E pratica.

    E eu não vejo o ICL nem com perfil no Fediverso (a rede social do ICL é baseada no Circle), que seria o mais fácil a ser feito pra abrir uma frente além das redes mediadas por algoritmos. Um lugar onde o seu conteúdo e sua narrativa pertencem a você mesmo. Rede social mesmo, não mídia.

    Pra isso nem precisava ir pra China.

    (óbvio que o documentário aborda muito mais do que só isso. Vale a pena assistir)

    Inclusive se alguém do ICL ler isso, avisa que eu ajudo a implementar o perfil lá. Mas o material que o Thiago Skárnio compilou já ajuda bastante: https://alquimidia.org/fediverso/

    Enfim, queria assistir ao tal Dia D pra passar raiva (porque sei que o ICL não vai fazer nada disso que falei no toot anterior), mas estarei assistindo ao @samadeu na aula magna do seminário de Mídia e Cotidiano no PPGMC-UFF – o que, em termos de ‘acabar com o domínio das big tech no Brasil – me parece uma boa estratégia. Isso se eu não sair de lá MAIS desesperançada com a Grande Distopia de 2026, claro.

    • Por fim, se você chegou até aqui, me recomende para aquele seu amigo ou amiga que tem produtora (faço uma revisão de projetos culturais digna de quem já presidiu banca de avaliação de órgão de fomento, ó), que trabalha com propriedade intelectual, que tem agência e precisa de alguém para dar um jeito naqueles textos que o redator freelancer enviou cheio de clichês de IA, e ajude uma mãe a pagar as contas de maio e a planejar o aniversário da criança em julho:

    https://www.lounge42.com

    caption…

    Beijo e até a próxima!

    #Björk #Blog #Distopia #fediverso #madonna #música #tecnologia wp.me/p6yXhx-2di
  9. Esitelmä kielistä ja/tai noidista kiinnostuneille.

    ​Väitöskirjatutkija FM Ida Meerto:
    Noitien kääntämisestä: Latinan vaikutus englanninkieliseen noitasanastoon varhaiskeskiajan Englannissa.

    ​Turun yliopiston Arcanumissa ja Zoomissa keskiviikkona 4.3. klo 18.00.

    turunklassillinenyhdistyspaide

    #kielet #latina #englanti #muinaisenglanti #noita

  10. Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas

    Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.

    https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o

    O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.

    Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.

    “Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.

    Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.

    A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.

    Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.

    Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.

    Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.

    #BethFormaggini #ChicoMendes #Cinema #cinemas #DescolonizaFilmes #documentário #Documentários #EleniraMendes #Empate #filme #Filmes #LorenaOrtiz #LutaDosSeringueiros #SaciFilmes #SérgioDeCarvalho

  11. E agora que o equinócio está já aí, é bom saber que, na verdade, por esta altura os dias já serão ligeiramente maiores do que as noites e que sobrevivemos a mais um inverno no hemisfério norte:

    youtube.com/shorts/XOzZrIOA0Vc

    #DrBecky #equinox #equilux

  12. ] CINEMANAMULA [ Para Além das Grades

    Cooperativa Mula, terça-feira, 10 de fevereiro às 21:00 GMT

    [ 5 - 10 - 12 - 17 - 26 | 21h ]

    [ 18 | 19.30h ]

    [ 26 | 16h - 01h ]

    Entrada Livre

    ~~~~~~~~~

    Para Além das Grades

    ~ cárcere, resistência e liberdade ~

    O que é uma prisão? Onde começa? Tem um fim? É um edifício com celas, muros e arame farpado, ou um sistema que cerceia as nossas vidas e se infiltra nas instituições, nos territórios, nos corpos, nas memórias e nos sentidos de justiça? Entre panópticos, campos de detenção, bairros sociais e fronteiras militarizadas, o cárcere assume formas múltiplas e nem sempre visíveis, organizando a vida através da vigilância, do controlo, da espera e da exclusão.

    Este ciclo propõe um olhar alargado sobre o confinamento, atravessando diferentes contextos históricos, políticos e geográficos. Da repressão política e social às prisões administrativas de migrantes, do hospital psiquiátrico aos dispositivos urbanos de segregação, os filmes mostram como a lógica carcerária ultrapassa o espaço físico da prisão e se torna um modo de gestão social, produzindo isolamento, silenciamento e vulnerabilidade.

    Em resistência, emergem vozes, gestos e práticas que desafiam essa lógica: a memória, a escrita, a imagem, a performance, a organização coletiva. Entre documentário, ensaio, drama, animação e manifesto, Para Além das Grades reúne um conjunto de filmes que não exibem o cárcere, mas procuram pensar como ele opera,e como pode ser questionado e superado a partir das experiências concretas de quem o vive, o atravessa ou o enfrenta.

    QUI 05.02 | 21h

    Arquitetura Carcerária ~ espaço, imagem e controlo

    Esta primeira sessão parte da prisão como forma explícita de reclusão, mas avança para outros dispositivos de controlo onde o cárcere se estende para além das grades e se infiltra nas instituições, nas imagens e no território urbano.

    Entre vigilância, internamento psiquiátrico e segregação habitacional, os filmes propõem uma leitura alargada do cárcere como modo de organizar espaços, corpos e vidas.

    I THOUGHT I WAS SEEING CONVICTS

    Harun Farocki

    2000 | DE | 25’’

    Filme-ensaio, construído a partir de imagens de vigilância provenientes de sistemas de controlo carcerário. Câmaras fixas enquadram pátios, corredores e zonas de circulação onde os reclusos passam breves períodos sob observação permanente.

    Em vários registos, confrontos entre prisioneiros são acompanhados à distância, enquanto os corpos aprendem a reagir antecipadamente à lógica do sistema — deitando-se no chão, imobilizando-se, tornando-se legíveis para a câmara. As imagens, silenciosas e repetitivas, revelam a proximidade entre o campo de visão da vigilância e o campo de ação armada: ver e intervir tornam-se gestos indissociáveis. O filme transforma o próprio dispositivo de vigilância numa leitura crítica da prisão, onde arquitectura, imagem e poder operam no mesmo plano.


    JAIME 

    António Reis (e Margarida Cordeiro)

    1974 | PT | 35’

    Obra de referência do novo cinema português e primeiro filme de António Reis — em colaboração não creditada com a psiquiatra Margarida Cordeiro —, a obra aproxima-se da vida e da criação de Jaime Fernandes, camponês da freguesia do Barco (Covilhã, Beira Baixa), diagnosticado com esquizofrenia paranóica aos 38 anos e internado no Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa, onde viveria até à sua morte, em 1967, aos 69 anos.

    É aos 65 anos que começa a desenhar e a pintar, produzindo, nos últimos três anos de vida, centenas de desenhos e textos, uma obra tardia e singular. Filmado no interior do próprio hospital, Jaime cruza o retrato de um homem com a presença material de um espaço de reclusão, incluindo a enfermaria-prisão panóptica, dispositivo arquitectónico de vigilância e controlo que faz do hospital não apenas um cenário, mas um elemento central na leitura política e espacial do filme.


    ALTAS CIDADES DE OSSADAS

    João Salaviza

    2019 | PT | 18’

    Karlon, nascido na Pedreira dos Húngaros e pioneiro do rap crioulo, fugiu do bairro onde foi realojado. Noites de vigília, sob um febril calor tropical. Entre as canas de açúcar, um rumor. Karlon não parou de cantar. Altas Cidades de Ossadas é um tateio inquisitivo e imaginativo às suas memórias, ao cerco institucional, e às histórias submersas de um tempo sombrio.

    Inserido nesta sessão, o filme permite alargar a reflexão sobre a arquitectura da reclusão ao plano urbano, onde os bairros sociais surgem como dispositivos de reorganização e delimitação das populações, operando formas de confinamento e segregação fora do sistema prisional, mas igualmente estruturadas pelo espaço e pelas políticas de controlo territorial.


    ~

    TER 10.02 | 21h

    Dimensões do Cárcere ~ campos de detenção, zonas de espera, territórios suspensos

    A noção de cárcere é aqui deslocada para fora dos espaços institucionais clássicos, explorando formas contemporâneas de reclusão sem muros fixos: campos de refugiados, centros de detenção administrativa e fronteiras militarizadas. Aqui, o cárcere deixa de ser apenas um edifício e passa a ser uma condição política e espacial que organiza a vida de populações inteiras em estado de exceção permanente.

    A fronteira surge como prisão móvel, onde estatutos legais precários, checkpoints, perfis raciais e regimes de circulação produzem zonas de espera prolongada, suspendendo o tempo e transformando a mobilidade num privilégio. Estas formas de controlo estão profundamente ligadas a histórias de colonialismo, expropriação e ocupação, que continuam a estruturar desigualdades no presente.

    Os filmes desta sessão atravessam diferentes geografias para pensar o cárcere como um dispositivo expandido e difuso. Entre testemunho, ensaio e performance, emergem também gestos de resistência simbólica, onde a voz, a memória e a imaginação se afirmam como formas de desobediência face a regimes de vigilância, exclusão e apagamento.


    VIDEOMAPPINGS: Aida, Palestine

    Till Roeskens

    2009 | FR | 46’


    No ecrã, vemos outro ecrã, e é isso. Gradualmente começa a encher-se: primeiro uma árvore, uma doce memória de uma vida com azeite da cor do ouro. Depois surgem esboços rudimentares na superfície branca. A primeira tenda do campo de refugiados de Aida foi montada pela família de Sabha Kader Abusrour em 1956. Ao falar sobre este campo perto de Belém, a sua voz é tão raivosa quanto o seu desenho é infantil. Este é o lugar que milhares de palestinianos deslocados agora chamam de casa. Eles perderam tudo. Não os vemos, mas apenas ouvimos as suas vozes e o som da caneta de feltro que estão a usar na tentativa de desenhar a sua existência. O segundo desenho representa um mapa dos arredores do campo, tal como vivido por Mahmoud Issa. Ele enfrentou o arame farpado e as patrulhas para uma excursão romântica para ver uma rapariga do outro lado da fronteira. Mas a sua viagem a Barsheeba resultou num encontro muito diferente daquele que esperava. Perto do posto de controle, um soldado israelita disparou contra ele e falhou. Os dois jovens conversaram durante horas, ali numa terra de ninguém, invisíveis e momentaneamente livres do peso da história.


    LIMBO

    G. Hofer e M. Calore​​​​​​​

    2014 | IT | 56'

    Documentário sobre migrantes detidos em centros de detenção e expulsão italianos (C.I.E.), que acompanha o impacto dessa reclusão nas suas vidas e nas das suas famílias. Pessoas com as suas vidas já bem estabelecidas fora do seu país de origem são subitamente detidas por irregularidades administrativas, entrando num regime de prisão sem prazo definido.

    Entre a incerteza, a espera e o risco permanente de deportação, o filme acompanha as consequências desta suspensão forçada: separações familiares, precariedade económica e a perda de qualquer horizonte de estabilidade, num sistema onde o tempo se transforma num instrumento de controlo.

    A DECLARATION OF POETIC DISOBEDIENCE FROM THE NEW BORDER 

    Guillermo Gómez-Peña, Gustavo Vazquez
    2005 | EUA | 15' 

    Filme-ensaio performativo que articula voz, corpo e discurso para interrogar a fronteira como espaço de exclusão, controlo e violência histórica. A partir de referências a diferentes territórios — da Faixa de Gaza às fronteiras dos Estados Unidos — o filme convoca as experiências de deslocamento, colonialismo e racismo estrutural como formas de confinamento sem muros, onde populações inteiras vivem sob regimes permanentes de vigilância, espera e precariedade legal.

    Inserido nesta sessão, o filme desloca a noção de cárcere para o campo geopolítico, onde a fronteira surge como dispositivo contemporâneo de detenção, produzindo sujeitos suspensos entre territórios, direitos e identidades, e onde a resistência se manifesta sobretudo como gesto simbólico, poético e político.


    ~

    QUI 12.02 | 21h

    CÁRCERE SOMBRA ~ repressão, memória e resistência

    O cárcere como instrumento directo de repressão política, onde a prisão é ferramenta de controle, tortura e opressão da dissidência. Em contextos autoritários, o encarceramento torna-se um mecanismo central de controlo social, operando tanto sobre os corpos dos detidos como sobre as suas redes afetivas, produzindo medo, silêncio e apagamento histórico.

    A partir de arquivos da polícia política portuguesa e de imagens clandestinas realizadas dentro de uma prisão brasileira, os filmes revelam diferentes formas de violência institucional: a vigilância sistemática, a tortura, o desaparecimento, mas também a greve de fome, a auto-organização e a luta pela memória. O cárcere surge aqui como espaço de tentativa de anulação política, mas também como lugar de resistência, onde a imagem se torna prova, gesto de denúncia e ferramenta de sobrevivência coletiva.

    Mais do que reconstruir factos, estes filmes confrontam o presente com as marcas persistentes da repressão, mostrando como os regimes autoritários continuam a operar na memória, nas famílias e nas estruturas de poder, mesmo depois do fim formal das ditaduras.


    LUZ OBSCURA

    Susana de Sousa Dias

    2017 | PT | 77'

    Que rede familiar se esconde por detrás de um único preso político? Como dar corpo a quem desapareceu sem nunca ter tido existência histórica? Partindo de fotografias da polícia política portuguesa (1926-1974), o filme procura revelar como um sistema autoritário opera na intimidade familiar, fazendo emergir, simultaneamente, zonas de recalcamento actuantes no presente.


    ÁGUA, AÇÚCAR E SAL

    Coletivo de Presos Políticos do Presídio Frei Caneca

    1979 | BR | 15'

    Em agosto de 1979, momento em que o debate público se voltava para a formulação da Lei da Amnistia no Brasil, "Água, açúcar e sal" foi filmado clandestinamente dentro do presídio Frei Caneca, no Rio de Janeiro, para registar a greve de fome de 14 presos políticos, que durou 32 dias. Os presos pretendiam mobilizar a opinião pública e chamar a atenção sobre a importância da ampliação da Lei da Amnistia. 

    O filme foi realizado pelo Coletivo de Presos Políticos do Presídio Frei Caneca. Na ficha catalográfica do filme original, guardado no Arquivo Nacional, a direção é atribuída a Paulo Jabur, Nelson Rodrigues Jr, Noilton Nunes e Rubens Corveto. 


    ~

    TER 17.02 | 21h

    CONFIGURAÇÕES DE GÉNERO ~ prisão, desigualdade e afectos

    Trazemos para o centro as experiências de mulheres, mães e filhas que tiveram as suas vidas impactadas pela prisão. É a prisão diferente para as mulheres?. Mais do que um espaço neutro de punição, o cárcere surge aqui como dispositivo que amplifica desigualdades sociais, morais e afetivas, inscrevendo-se de forma particular nos corpos e nas trajetórias femininas.

    Entre o documentário televisivo, a ficção e o cinema autogerido, os filmes revelam como a reclusão atravessa histórias de vida marcadas por violência estrutural, exclusão social, maternidade interrompida e estigmatização. A prisão aparece tanto como lugar de confinamento físico como de julgamento moral, onde se cruzam expectativas normativas sobre o que significa ser mulher, mãe, cuidadora ou sujeito desejável dentro da ordem social.

    Ao deslocar o olhar para dentro das experiências íntimas e relacionais, estes filmes mostram que o cárcere não se limita às paredes da instituição, prolongando-se nas famílias, nos vínculos afetivos e nas formas de existir no mundo. 


    UMA ALZIRA COMO TANTAS OUTRAS

    Antónia de Sousa, Maria Antónia Palla, Cinequipa

    Série Nome Mulher | 1976 | RTP1 | 40' 

    Documentário sobre o percurso de vida de Alzira, reclusa no Estabelecimento Prisional de Tires, e sobre o meio familiar, social e cultural em que cresceu, após condenação pela morte do filho. 


    OS PRISIONEIROS

    Margarida Madeira

    2014 | PT | 07'16''

    Ivo vive agora fora, mas gostaria de estar lá dentro, onde estão a mãe e o irmão mais novo. O Sérgio viveu lá dentro, mas a irmã estava lá fora. A casa é dentro ou fora destas paredes? E a liberdade? De que lado está a liberdade?

    A curta-metragem Os Prisioneiros é uma adaptação e interpretação do livro As Prisioneiras - Mães atrás das grades de Isabel Nery. 


    ANTI MULLERES. EXISTIR MAL
    Beatriz Saiáns
    2015 | Galiza | 24’

    Documentário autogerido que dá voz a várias mulheres do norte de Espanha, partilhando como a experiência da prisão as afeta. Entre histórias de maternidade, estigmatização e desigualdade estrutural, o filme mostra como a reclusão amplifica diferenças sociais e de género, atravessando não apenas os corpos das detidas, mas também as suas redes afetivas e relações familiares.


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    QUA 18.02 | 19h30

    CARTAS INSUBMISSAS ~ escrita, voz e resistência

    Esta noite propõe um encontro entre  leitura e cinema como formas complementares de escuta, partilha e resistência. Em parceria com o coletivo Vozes de Dentro e o Clube de Leitura Crítica Marginal, o programa parte de cartas escritas por pessoas em situação de reclusão, reunidas na zine Cartas Insubmissas, para pensar a escrita como gesto político, ferramenta de denúncia e tentativa de romper o isolamento imposto pelo sistema prisional.

    As cartas dão acesso a uma dimensão raramente visível do cárcere: a experiência subjetiva de quem vive entre grades, marcada pela distância forçada, pela violência institucional, pela fragilidade dos laços familiares e pela luta quotidiana para manter alguma forma de dignidade e presença no mundo. Escrever torna-se, aqui, uma forma de existir para lá da condição de detido, de reclamar voz num espaço construído para o silenciamento.

    O filme A Mala inscreve-se neste gesto, prolongando no campo do cinema aquilo que as cartas já fazem na palavra escrita: tornar sensível a dimensão afetiva e política da prisão, onde a reclusão não se limita ao corpo, mas se estende às relações, ao tempo e à própria possibilidade de futuro.


    Clube de Leitura Crítica Marginal 

    Cartas Insubmissas ~ Vozes de Dentro 

    A MALA ​​​​​
    Sara Williams
    2023 | PT | 8'

    Através de uma carta escrita em 2022 por uma mulher presidiária em Portugal, incluída na zine ‘’Cartas Insubmissas’’ do colectivo Vozes de Dentro, viajamos entre o universo desesperante da pressão psicológica de quem pretende salvar um filho e encontra, nessa tentativa, castigo da privação de liberdade e afastamento total da sua família.

    * Vozes de Dentro é um colectivo ligado às lutas das pessoas reclusas e das suas famílias, composto por pessoas presas e pessoas de fora dos muros que as acompanham e apoiam.


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    QUI 26.02 | 21h

    PROTAGONISTAS DA PRÓPRIA HISTÓRIA ~ memória, voz e invenção

    A experiência do cárcere não se limita ao corpo ou ao espaço físico; ela tende a apagar memórias, silenciar vozes e homogeneizar identidades. Esta sessão coloca em foco o poder de quem retoma a própria história, transformando memória em ação e voz em criação. Ao reivindicar o direito de nomear, imaginar e reinventar a própria experiência, emerge um gesto coletivo de resistência que desafia o apagamento e afirma a diversidade das identidades. Trata-se de um olhar sobre a prisão que não apenas mostra confinamento, mas evidencia como memória, expressão e invenção se tornam instrumentos de empoderamento e afirmação pessoal e social.

    REAS

    Lola Arias

    2024 |  AR | 82’

    Quando Lola Arias imaginou este filme, o seu plano era criar uma grande produção artística com as reclusas da prisão de Buenos Aires. Entretanto, com o surgimento da pandemia, as visitas à prisão tornaram-se impossíveis e a realizadora teve de mudar de plano. Eis, então, que surge Reas: uma mistura do documentário com o musical, em que ex-presidiárias, cis e trans, reencenam a sua vida na prisão através das suas memórias e imaginaram um futuro para as suas vidas, num trabalho colectivo interartístico marcado pela multiplicidade de identidades.


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    Sab 28.02 | 16h

    CAMINHOS PARA A LIBERDADE 

    Mais do que denunciar as violências do sistema prisional, este momento propõe repensar a pergunta fundamental: e se a prisão não fosse inevitável? A partir de perspetivas abolicionistas, críticas e coletivas, abre-se um espaço para imaginar outras formas de justiça, cuidado e convivência, onde a liberdade deixa de ser exceção e passa a ser horizonte político.

    O filme e a conversa convidam a pensar a prisão não como destino, mas como construção histórica — e, por isso mesmo, passível de ser transformada e superada.


    REJAS, SUSPIROS y LLAVES. Un documental abolicionista penal
    Ezequiel Altamirano e Maximiliano Postay
    2014 | AR | 68''

    Documentário que propõe uma reflexão radical sobre a possibilidade de um mundo sem prisões e sem sistema penal. A partir de uma perspetiva explicitamente abolicionista, o filme reúne testemunhos de pessoas diretamente ligadas à realidade carcerária — reclusos, ex-reclusos, familiares, ativistas e investigadores — para questionar a função social da prisão e os seus efeitos sobre os corpos, as comunidades e as formas de vida.

    Sem recorrer a eufemismos nem a discursos conciliatórios, o filme assume uma posição crítica clara, deslocando o debate do campo da reforma para o da imaginação política, onde a prisão deixa de ser pensada como inevitável e passa a ser interrogada como construção histórica, ideológica e passível de desaparecimento.

    | 17h30 

    Conversa com o colectivo Vozes de Dentro

    | 20h 

    Jantar benefit para vozes de dentro

    | 22h

    iana

    Improviso experimental electrónico

    +Info instagram: @cinemanamula

    O projeto cinemanamula existe desde 2023 e tem vindo a apresentar programas temáticos, conversas e debates com cineastas, bem como um trabalho curatorial continuado, com um caráter crítico e experimental, sempre fora dos circuitos comerciais.

    ~

    Vozes de Dentro é um colectivo ligado às lutas das pessoas reclusas e das suas famílias, composto por pessoas presas e pessoas de fora dos muros que as acompanham e apoiam.

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    eventos.coletivos.org/event/ci~

  13. Termina sexta, dia 9, o financiamento coletivo dos dois primeiros volumes da coleção “Outras Histórias”, quadrinhos poético-filosóficos e primeiras publicações do selo Guilhotina.

    Da autoria de Daniel Figueiredo, os livros "Sobre saltos e absurdos e outras histórias" e "Mil e uma noites e outras histórias" podem ser adquiridos individualmente ou em conjunto, com 15% de desconto e frete grátis.

    catarse.me/outrashistorias

    #FinanciamentoColetivo #Catarse #Quadrinhos #Leitura

  14. 2 Anos de Noite de Poesia Escrita por Mulheres

    CSA A Gralha, sexta-feira, 23 de janeiro às 19:30 GMT

    E assim, sem mais nem menos, somos atingidas pelos dois anos das Noites de Candela!

    Obrigada a todes que estão no mesmo barco que nós, e quem quiser embarcar, temos sempre espaço :)

    A noite de Candela é um encontro que busca amplificar e partilhar da poesia escrita por mulheres, cis ou trans. Qualquer pessoa pode participar, os encontros são gratuitos e ocorrem mensalmente na CSA Gralha.

    Nosso próximo encontro é dia 23 de janeiro, a partir das 19h30.

    Dúvidas, mais informações, ou para integrar o coletivo, nos contacte!
    - via DM: @noitesdecandela
    - por email: [email protected]

    Créditos da imagem de fundo:
    Irina Novikova
    https://www.pexels.com/pt-br/@novirina-ru/gallery/

    eventos.coletivos.org/event/2-

  15. Ooh mah back. Oooh mah back. Oooh. Ooooh. Ouch. Ouch. Ooof. Ow. Ah. Ow.
    No I'm alright really. No really. Ow. Ouch. No. Really. Ow.
    #oohMyBack #NoItIsOkayNotOkay #Ouch #BadBack #NewBodyPlease #NewBatteries

  16. Noites Raposa #1

    📍 Zona Franca 📅 sábado, 1 fevereiro (18:00) Alerta! Alguém deixou a porta do galinheiro entreaberta... e a raposa não fez cerimónia. No próximo sábado, a noite será ocupada pela música, pela diversão, pela intervenção, e pelo acolhedor ambiente da Zona Franca dos Anjos. E tu? Vais ficar a cacarejar em casa ou vens regougar com a raposada? Fica atento aos próximos detalhes. — Nota: A Zona Franca é uma Associação Cultural Reservada a pessoas associadas. Faz/Renova o teu cartão no balcão. A contribuição é livre e válida durante o ano correspondente. #assaltarlisboa [https://www.instagram.com/explore/tags/assaltarlisboa/]

    eventos.coletivos.org/event/no

  17. A #RTP Memória está a repetir a série Marés Vivas, todas as noites.
    Não precisam de agradecer.
    #BornInThe80s
    #Vintage
    #Mulet (está a dar a primeira série, há deles à brava)
    #PeloNoPeito
    #DavidHasselhoff
    #SalvamentosImpressionantes
    #CrimeNaPraia

  18. Because Google is not two faced enough already? #RSSFeed #GreatIdea #NoItIsNot #MuchMoreCoffee
    -

    Google is reportedly rebranding Bard to Gemini and plans to launch a dedicated app

    engadget.com/google-is-reporte

    An unconfirmed changelog shared on X by Android app developer Dylan Roussel suggests Google is planning to introduce some changes to Bard on February 7 along with new Gemini products.

  19. Y con esto y un bizcocho...
    Buenas noites, y mucho boicot a organizaciones de mierda.

    #iboga #festival #boicot

  20. Podem pôr a música da série dos anos 60 do Batman a tocar sff.😁🦇

    A #BibliotecaJoanina da #UniversidadeDeCoimbra e a Biblioteca do #PalácioNacionalDeMafra são únicas no mundo em usar #morcegos na defesa das obras históricas que albergam.
    Assim como são únicas a usar "lençóis" de cabedal para proteger a mobília do guano que os guardiões oferecem todas as noites (via entrega aérea) em troca de fazerem controlo de pragas desde o séc.19.

    #bibliotecas #livros #bats #historia

    mymodernmet.com/biblioteca-joa

  21. Eu vou contando as horas 🕛🕞🕠
    E fico ouvindo passos 🐾🙉🐾

    Quem sabe o fim da história :lt: :lh: :le: 🔚

    De mil e uma noites 🧞‍♂️🕌🌌
    De suspense no meu quarto 😱😱😱 ~♪

    #emojiquinhas #KidAbelha

  22. Olá, foliões! Tudo bem?!
    Nos dias (acho que noites é melhor) 28, 29 e 30/11 celebraremos, na Cidade do Samba, o Dia Nacional do Samba. As escolas do #GrupoEspecialRJ apresentam um mini-desfile, um aperitivo para os festejos de Momo.

    Hoje, domingo, temos a apresentação das seguintes escolas:
    1. #ParaísodoTuiuti (Lonã Ifá Lukumi);
    2. #VilaIsabel (Heitor dos Prazeres);
    3. #GrandeRio (MangueBeat);
    4. #Salgueiro (Rosa Magalhães).

    No canal do Rio Carnaval: youtube.com/live/mbYlQXf-y0k?s

    #dianacionaldosambanacidadedosamba