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#bibliotecas — Public Fediverse posts

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  1. RE: mastodon.social/@StopDisinform

    Las #bibliotecas comparten #conocimiento, mejoran el impacto y fomentan la confianza al orientar a los investigadores sobre lo que puede hacer la IA y cómo utilizarla de forma crítica y con integridad para obtener mejores resultados en la investigación. La #IA puede ayudar a que la investigación avance más rápido, pero los equipos de las bibliotecas contribuyen a garantizar que lo haga con confianza, #transparencia y un propósito claro, impulsando juntos el progreso humano.

  2. RE: mastodon.social/@StopDisinform

    Las #bibliotecas comparten #conocimiento, mejoran el impacto y fomentan la confianza al orientar a los investigadores sobre lo que puede hacer la IA y cómo utilizarla de forma crítica y con integridad para obtener mejores resultados en la investigación. La #IA puede ayudar a que la investigación avance más rápido, pero los equipos de las bibliotecas contribuyen a garantizar que lo haga con confianza, #transparencia y un propósito claro, impulsando juntos el progreso humano.

  3. RE: mastodon.social/@StopDisinform

    Las #bibliotecas comparten #conocimiento, mejoran el impacto y fomentan la confianza al orientar a los investigadores sobre lo que puede hacer la IA y cómo utilizarla de forma crítica y con integridad para obtener mejores resultados en la investigación. La #IA puede ayudar a que la investigación avance más rápido, pero los equipos de las bibliotecas contribuyen a garantizar que lo haga con confianza, #transparencia y un propósito claro, impulsando juntos el progreso humano.

  4. El colegio de #Ourense donde los libros tienen voz propia: alumnos del CEIP Manuel Sueiro crean audiolibros con códigos QR:

    "Por aquel entonces era tutor de 5º de Primaria; había un alumno con Trastorno del Espectro Autista; encontraba una barrera infranqueable en nuestra hora de leer. Fueron sus propixs compañerxs los que propusieron grabar las voces de los libros para que su amigo pudiera escucharlos y seguir el ritmo de la clase..."

    farodevigo.es/ourense/2026/05/
    #Bibliotecas #ComEdu #TEA

  5. 📣 Nuevo paper en RIBES:

    La biblioteca pública como tercer lugar y la construcción del capital social [Biblioteca pública como terceiro lugar e a construção do capital social]

    Autoras: Renata Oliveira-da-Silva y Daniele Achilles (#UNIRIO):

    Renata y Daniele reflexionan sobre el papel de la biblioteca pública brasileña en el siglo XXI: no solo como depósito de libros, sino como espacio de encuentro o tercer lugar.

    doi.org/10.5209/RIBE.99941 🔓

    - En PDF: revistas.ucm.es/index.php/RIBE

    - En HTML: revistas.ucm.es/index.php/RIBE

    - Y en EPUB: revistas.ucm.es/index.php/RIBE

    #Bibliotecas #CapitalSocial #TercerLugar #Brasil

  6. El volumen 2 (año 2025) de RIBES va muy bien:

    Hay publicados 7 papers, 2 reseñas y una experiencia profesional; y vienen más en camino. 2 son en portugués y el resto en español.

    Dado que es publicación continua, publicamos a lo largo de todo el año.

    Si te apetece mandar algo, algo tipo más de investigación sobre bibliotecas, una experiencia más descriptiva de alguna actividad realizada en una biblioteca, una reseña sobre libros sobre bibliotecas... será genial.

    Aquí la web del volumen 2: revistas.ucm.es/index.php/RIBE
    #Bibliotecas #Investigación #OpenAccess #Diamante

  7. Una página chula en la que perderse un ratete es esta que organiza por categorías objetos, cartas, fotos, notas e historias varias que han ido encontrando en los libros de bibliotecas públicas.
    oaklandlibrary.org/found-in-a-
    ¿Soléis dejar vosotres algo en los libros que pilláis de bibliotecas públicas? ¿Habéis encontrado alguna vez algo en ellos?

    #Libros #literaverso #mastolibros #bibliotecas

  8. Biblioled – Empréstimo de ebooks nas Bibliotecas Portuguesas (e cheque-livro)

    A Lusa titula que a Biblioled, a aplicação de empréstimos de livros digitais e áudiolivros pelas Bibliotecas Portuguesas, emprestou quase 22 000 livros em menos de dois meses e que a Ministra da Cultura se questionou se haveria “maior interesse na leitura através do digital”, ao mesmo tempo que sublinhava que apenas 18% dos jovens com direito ao cheque-livro o tinha utilizado.

    Eu ia apenas falar da Biblioled, mas achei a percentagem de uso tão baixa do cheque-livro que fui ao site ver as condições ou o que é necessário os jovens fazerem para usarem o cheque-livro.

    Cheque-livro

    O cheque-livro de 20€ é para cidadãos nascidos em 2005 e 2006. Para utilizar esse cheque é necessário ir ao site e fazer o registo através da autenticação com o Cartão do Cidadão ou da Chave Móvel Digital. Não sei se os jovens desta idade estão habituados a usar esta autenticação e, portanto, isto pode ajudar a explicar a baixa percentagem de uso. Haveria alternativas de verificação que minimizassem os passos que têm de ser dados do lado dos jovens?

    Não sei como estão distribuídos aqueles 18% geograficamente, mas há distritos em que a vasta maioria dos concelhos não têm uma livraria aderente. É possível que não tenham uma livraria sequer, mas esta falta pode ser um problema (não vi no site do Governo indicação do cheque-livro poder ser usado numa livraria online, o que podia minimizar este problema).

    Finalmente, e aquilo que me parece (ajudar a) explicar melhor a baixa percentagem de uso é que o cheque só pode ser usado para comprar um livro ou livros de preço igual ou superior a 20€. Sim, sim, leram bem. Se o livro custar 16€, 17€, ou 19€ e tal, o jovem tem de comprar um segundo livro e pagar o que faltar.

    Como não há livros a 10€ ou 20€ certos, quem usar este cheque terá sempre de pôr alguma coisa do seu bolso. Eu não estou a ver nenhuma boa razão para não permitir a um jovem comprar um livro de 17€ com o cheque-livro de 20€. Quem não tem dinheiro para comprar um livro obviamente não vai usar este cheque porque implicará sempre gastar dinheiro.

    E isto não me parece nada um incentivo à leitura, parece-me sim um incentivo às editoras e livrarias. Faz lembrar a publicidade falaciosa do “compra dois que fica mais barato”, que muitas vezes leva as pessoas a comprar e a gastar mais, porque não iriam comprar dois de outra maneira!

    Biblioled

    Sobre a Biblioled. Está a ser claramente um sucesso, apesar das grandes editoras estarem a boicotar este serviço (em dezembro, a APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros recomendava aos seus associados a não participação no projecto).

    Não consigo perceber porque é que não há livros de determinadas editoras na Biblioled. Tanto quanto sei, as bibliotecas nunca tiveram de pedir autorização às editoras para comprarem livros dessas editoras para empréstimo bibliotecário. Aliás, isto iria contra o propósito da biblioteca, que deve ter a liberdade de curar e escolher o seu catálogo, independentemente da vontade da editora.

    Sobre as declarações da Ministra, não me parece que o maior interesse seja por a leitura ser digital, mas sim porque o digital permite maior facilidade de acesso (é possível que fosse isto que a ministra queria dizer?). Ou seja, até agora as pessoas precisavam de ir a uma biblioteca, a um local físico durante a hora de trabalho, para requisitarem livros (excepção para cidades como Lisboa, que têm várias bibliotecas espalhadas pela cidade e algumas com horários ao sábado). Agora, podem requisitar livros a qualquer hora e em qualquer lugar.

    Ou seja, se aumentássemos o número de bibliotecas e com horários alargados, certamente teríamos mais empréstimos de livros em papel.

    Se quiserem experimentar a Biblioled, podem consultar este site. Se já estiverem registados numa biblioteca, podem enviar um email e pedir as credenciais. Se não estão registados em nenhuma biblioteca, procurem a que está mais próxima de vós (e que pertença à rede – há bibliotecas que não estão na Biblioled) e registem-se lá.

    #bibliotecaDigital #Bibliotecas #chequeLivro #ebooks #empréstimoEbooks #leitura #literatura #livro #livros #livrosDigitais #resenha