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#bibliotecas — Public Fediverse posts

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  1. Leyendo el Kaos

    Kasa La Gomera, martes, 22 de septiembre, 16:00 GMT-3

    Porque la revolucion es mirarnos a los ojos,es intercambiar ideas,es enriquecernos el unx al otrx mediante la voz,la palabra,la lectura y la complicidad.por eso nunca perdamos el Encuentro y el Trabajo Colectivo!
    Lxs esperamos!!
    Salud!!!

    vagancio.partidopirata.com.ar/

  2. Leyendo el Kaos

    Kasa La Gomera, martes, 22 de septiembre, 16:00 GMT-3

    Porque la revolucion es mirarnos a los ojos,es intercambiar ideas,es enriquecernos el unx al otrx mediante la voz,la palabra,la lectura y la complicidad.por eso nunca perdamos el Encuentro y el Trabajo Colectivo!
    Lxs esperamos!!
    Salud!!!

    vagancio.partidopirata.com.ar/

  3. Tendencias de las #bibliotecas públicas en 2026: cinco claves que están transformando su futuro

  4. Tendencias de las #bibliotecas públicas en 2026: cinco claves que están transformando su futuro

  5. Tendencias de las #bibliotecas públicas en 2026: cinco claves que están transformando su futuro

  6. Tendencias de las #bibliotecas públicas en 2026: cinco claves que están transformando su futuro

  7. "Pese embora a oferta de livros digitais seja diversa e tenha conteúdos de qualidade, o catálogo está ainda muito longe de rivalizar com o do papel. A razão é simples: Ao contrário do que acontece com o livro físico, que a biblioteca pode comprar livremente, os ebooks só estão acessíveis mediante licenças especiais. Ou seja, a presença de um livro digital numa biblioteca depende da boa vontade da editora que o publica. E essa boa vontade tem sido escassa.

    A resistência é liderada por algumas das maiores editoras portuguesas e pela própria Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que apelou ao boicote da plataforma pública. A maioria dos grandes grupos editoriais do país recusaram licenciar o empréstimo dos seus livros digitais pelas bibliotecas.

    As justificações são vagas e tecnicamente frágeis: invoca-se a “segurança” da plataforma, sem apontar falhas específicas; refere-se termos como “pirataria” e “concorrência desleal”, como se o empréstimo bibliotecário, com compensação pela utilização, fosse comparável à partilha ilegal de ficheiros. Menciona-se uma ausência de geolocalização como se isso, por si, invalidasse todo o modelo. Enfim, pouco mais parecem que desculpas para esconder o verdadeiro cerne da questão: o facto de acharem que as bibliotecas são – nas suas palavras – um “risco de destruição do valor do mercado” da indústria do livro."

    tek.sapo.pt/opiniao/artigos/qu

    #Portugal #Bibliotecas #BiblioLED #eBooks #Livros #Editoras #APEL