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#patriarcado — Public Fediverse posts

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  1. «Quienes sostenemos las luchas somos las putas del sur, las putas pobres, la gente trabajadora»
    Una conversación con Georgina, Iris y Beyoncé (1ª parte).

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    > Desde La Labo conversamos con Beyoncé (fundadora de AFEMTRAS), Iris (fundadora de AFEMTRAS y secretaria general de OTRAS) y Georgina Orellano (secretaria general de AMMAR) sobre los tentáculos de la restauración patriarcal y el régimen de guerra, aquí España y allá en Argentina, y también sobre las alianzas transnacionales necesarias para combatirla. Hablamos de descontento con las instituciones, de colonialismo y putofobia; pero también de solidaridad y lucha desde abajo, sudor y abrazos que devuelven composición a la rotura en medio del huracán.

    #Laboratoria #TrabajoSexual #Entrevista #SindicatoOTRAS #AFEMTRAS #AMMAR #Feminismos #Patriarcado #Colonialismo #Interseccionalidad #Julio2026

  2. Presentación del libro «Especismo, Dualidad y Patriarcado»

    🗓️ Viernes 8 de mayo
    🏙️ Logroño 🕖 19:00
    📍 CSOA La Puerta Gótika
    (C/ San Gregorio 2)
    👤 Kris Nogal (autore)

    ➕ Concierto Nuturk Bilis Acústika 🕗 20:15+

    Por ponerlo levemente… creo que esto merecerá la pena. ^~

    #Logroño #PresentaciónDeLibro #LaPuertaGótika #Antiespecismo #Patriarcado #Opresión #2026W19

  3. archive.org/details/combater-d

    Combater duas vezes: Mulheres na luta armada em Angola by Margarida Paredes

    Topics
    #Angola, #MPLA, #impérioportuguês, #colonialismoportuguês, #MovimentoPopulardeLibertaçãodeAngola, #guerradaindependênciadeAngola, #guerracivilAngolana, #descolonização, #históriadaÁfrica, #revolução, #anticolonialismo, #lutaarmada, #políticadeAngola, #históriadeAngola, #UNITA, #UniãoNacionalparaaIndependênciaTotaldeAngola, #FNLA, #FrenteNacionaldeLibertaçãodeAngola, #FAPLA, #ForçasArmadasPopularesdeLibertaçãodeAngola, #repressãopolítica, #feminismo, #patriarcado, #libertaçãodasmulheres, #estudosdegênero

    A história contemporânea de Angola é inseparável das guerras e conflitos que duraram entre 1961 e 2002, incluindo as Lutas de Libertação nacional e a Guerra Civil após a independência. Um dos aspetos mais marcantes destas guerras foi a participação das mulheres como combatentes.
    Num contexto social de dominação masculina, esta participação nem sempre significou, para estas mulheres, maior visibilidade, e a verdade é que, depois das guerras, muitas foram esquecidas. No entanto, não há como negar que a participação das mulheres na Luta Armada reforçou a luta pela emancipação feminina e igualdade de género, já que elas assumiram papéis que lhes estavam interditos anteriormente.