#apresentacao
Tô há alguns meses por aqui, sou um cara entusiasta do Fediverso, da privacidade na navegação, da imposição de freios e mais freios ao avanço dos patrões (e dos colegas que agem como patrões) e das empresas sobre o nosso tempo livre, sonho com um mundo em que todo mundo possa trabalhar em algo que seja socialmente proveitoso e interessante para si mesmo, e que tenha assegurado o seu descanso na exata proporção em que a gente vai - em conjunto, como classe trabalhadora - aumentando a nossa produtividade.
Acompanho com especial interesse os desdobramentos da revolução de Rojava, que passa por um momento crítico, mas como no internacionalista proletário fico extremamente feliz com as lutas que têm acontecido na Índia, na França, na Itália, na Albânia,... e vejo que pode ser um momento de virada as recentes mobilizações populares na Argentina e no segundo turno do Brasil. Só a luta muda a vida, e se a gente retomar as ruas, vamos mudar esse jogo e fazer recuar o pesadelo do fascismo - não se enganem, se os trabalhadores se mobilizam, com radicalidade e autonomia, será a direita que vai implorar por um governo de conciliação e "pacificação social".