#precarizacao — Public Fediverse posts
Live and recent posts from across the Fediverse tagged #precarizacao, aggregated by home.social.
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Explosão de gás durante obra da Sabesp expõe efeitos da privatização, diz presidente do Sintaema
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Sindicato realiza assembleia nesta terça (12) para decidir sobre greve no Metrô de SP
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USP: alunos mantêm ocupação de reitoria e pedem reabertura de diálogo
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1º de Maio mobiliza trabalhadores ao redor do mundo contra bilionários, reformas trabalhistas e perda de tempo de vida
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Pochmann: Além da regressão e ressentimento
Num país que se reprimarizou por décadas, até a ascensão social marcada por desigualdade refluiu. Sobrou a frustração dos empobrecidos e atomizados, ainda que em conexão. Reconstruir a coletividade crítica e transformadora: eis o desafiohttps://outraspalavras.net/crise-brasileira/pochmann-alem-da-regressao-e-do-ressentimento/
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Professor diz que houve avanços no 3º governo Lula, valorização do trabalhador e redução do desemprego
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Professor diz que houve avanços no 3º governo Lula, valorização do trabalhador e redução do desemprego
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Lula e o neoliberalismo. E agora?
País continua preso ao padrão de desenvolvimento liberal-periférico inaugurado por FHC. É preciso examinar sua natureza, as regressões que produziu e as classes que colocou no poder – porque a esquerda precisa vencer o fascismo, mas não pode lutar sem sair do lugarhttps://outraspalavras.net/estadoemdisputa/lula-e-o-neoliberalismo-e-agora/
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Lula e o neoliberalismo. E agora?
País continua preso ao padrão de desenvolvimento liberal-periférico inaugurado por FHC. É preciso examinar sua natureza, as regressões que produziu e as classes que colocou no poder – porque a esquerda precisa vencer o fascismo, mas não pode lutar sem sair do lugarhttps://outraspalavras.net/estadoemdisputa/lula-e-o-neoliberalismo-e-agora/
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Lula e o neoliberalismo. E agora?
País continua preso ao padrão de desenvolvimento liberal-periférico inaugurado por FHC. É preciso examinar sua natureza, as regressões que produziu e as classes que colocou no poder – porque a esquerda precisa vencer o fascismo, mas não pode lutar sem sair do lugarhttps://outraspalavras.net/estadoemdisputa/lula-e-o-neoliberalismo-e-agora/
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Lula e o neoliberalismo. E agora?
País continua preso ao padrão de desenvolvimento liberal-periférico inaugurado por FHC. É preciso examinar sua natureza, as regressões que produziu e as classes que colocou no poder – porque a esquerda precisa vencer o fascismo, mas não pode lutar sem sair do lugarhttps://outraspalavras.net/estadoemdisputa/lula-e-o-neoliberalismo-e-agora/
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Lula e o neoliberalismo. E agora?
País continua preso ao padrão de desenvolvimento liberal-periférico inaugurado por FHC. É preciso examinar sua natureza, as regressões que produziu e as classes que colocou no poder – porque a esquerda precisa vencer o fascismo, mas não pode lutar sem sair do lugarhttps://outraspalavras.net/estadoemdisputa/lula-e-o-neoliberalismo-e-agora/
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Educação: em SP, greve expõe um colapso
Alta rotatividade de professores, fechamento de salas de aula e perda de autonomia caminham junto à implantação de escolas cívico-militares. Precarização revela projeto de desmonte pedagógico de Tarcísio: docentes do estado estão entre os mais mal pagos do paíshttps://outraspalavras.net/alemdamercadoria/educacao-em-sp-greve-expoe-um-colapso/
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‘Pejotização’ é principal causa para redução de trabalho formal doméstico
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‘Pejotização’ é principal causa para redução de trabalho formal doméstico
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Assim Minas Gerais leiloa suas escolas
Governo mineiro vai à B3 para entregar 95 instituições a fundos especulativos. Iniciativa fecha um ciclo que inclui sucateamento, salários achatados e precarização. Fica clara necessidade de reformar Ensino por caminho oposto ao empresarialhttps://outraspalavras.net/alemdamercadoria/assim-minas-gerais-leiloa-suas-escolas/
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‘Backrooms’ e a ascensão do Gótico CorporativoÂ
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‘Backrooms’ e a ascensão do Gótico CorporativoÂ
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‘Backrooms’ e a ascensão do Gótico CorporativoÂ
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‘Backrooms’ e a ascensão do Gótico CorporativoÂ
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‘Backrooms’ e a ascensão do Gótico CorporativoÂ
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Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre amanhece com seus portões bloqueados
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Carnaval revela rotina de risco e resistência dos vendedores ambulantes
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No último mês de novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados sobre o desemprego no país. Considerando os índices do mês de setembro, 5,4% da população brasileira está desempregada. Mas a questão é: qual a condição dos 94,6% da população que é considerada empregada, segundo a pesquisa?
De acordo com o mesmo IBGE, 40% dos trabalhadores brasileiros não têm direito a férias, 13º salário, licença-maternidade, creche e trabalham sem registro em carteira. Mais: 16% trabalham de modo intermitente, ou seja, estão subocupados ou subutilizados, pois seus trabalhos são irregulares e, por isso, trabalham menos horas do que necessitam para sobreviver.
Há, ainda, 4,3 milhões de trabalhadoras domésticas sem carteira assinada, condição igual a de 2,8 milhões de trabalhadores do setor público, além dos mais de 3 milhões que trabalham para aplicativos de entrega ou para plataformas digitais. Não podemos esquecer dos milhões de trabalhadores que sobrevivem como MEI, autônomos, por conta-própria, diaristas, fazendo bico, etc.
— Jesse Lisboa
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Mais da metade (56%) dos trabalhadores que se identificam como autônomos ou empreendedores e que já tiveram carteira de trabalho assinada querem voltar a ter todos os direitos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), segundo pesquisa do Instituto Vox Populi.
Realizada com 3.850 pessoas, presencialmente, em todo o Brasil, entre maio e junho de 2025, a pesquisa O Trabalho no Brasil aponta que os trabalhadores de aplicativos e autônomos relatam ansiedade por rotina de trabalho (55%) e afirmam que o trabalho consome tempo excessivo (58%).
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Universidade pública – excelência e precariedade -
"Em última instância, a reflexão apresentada aponta para a necessidade de reconectar o espaço acadêmico à vida social em toda a sua diversidade. Isso implica abrir-se a saberes e experiências que tradicionalmente foram marginalizados, dialogar com movimentos sociais e comunidades, e reconhecer que a produção de conhecimento não é monopólio de especialistas. Significa também assumir que a neutralidade é uma ilusão e que toda produção acadêmica está inserida em contextos de poder e disputa."
https://aterraeredonda.com.br/universidade-publica-excelencia-e-precariedade/
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Universidade pública – excelência e precariedade -
"Em última instância, a reflexão apresentada aponta para a necessidade de reconectar o espaço acadêmico à vida social em toda a sua diversidade. Isso implica abrir-se a saberes e experiências que tradicionalmente foram marginalizados, dialogar com movimentos sociais e comunidades, e reconhecer que a produção de conhecimento não é monopólio de especialistas. Significa também assumir que a neutralidade é uma ilusão e que toda produção acadêmica está inserida em contextos de poder e disputa."
https://aterraeredonda.com.br/universidade-publica-excelencia-e-precariedade/
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Universidade pública – excelência e precariedade -
"Em última instância, a reflexão apresentada aponta para a necessidade de reconectar o espaço acadêmico à vida social em toda a sua diversidade. Isso implica abrir-se a saberes e experiências que tradicionalmente foram marginalizados, dialogar com movimentos sociais e comunidades, e reconhecer que a produção de conhecimento não é monopólio de especialistas. Significa também assumir que a neutralidade é uma ilusão e que toda produção acadêmica está inserida em contextos de poder e disputa."
https://aterraeredonda.com.br/universidade-publica-excelencia-e-precariedade/
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Universidade pública – excelência e precariedade -
"Em última instância, a reflexão apresentada aponta para a necessidade de reconectar o espaço acadêmico à vida social em toda a sua diversidade. Isso implica abrir-se a saberes e experiências que tradicionalmente foram marginalizados, dialogar com movimentos sociais e comunidades, e reconhecer que a produção de conhecimento não é monopólio de especialistas. Significa também assumir que a neutralidade é uma ilusão e que toda produção acadêmica está inserida em contextos de poder e disputa."
https://aterraeredonda.com.br/universidade-publica-excelencia-e-precariedade/
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Universidade pública – excelência e precariedade -
"Em última instância, a reflexão apresentada aponta para a necessidade de reconectar o espaço acadêmico à vida social em toda a sua diversidade. Isso implica abrir-se a saberes e experiências que tradicionalmente foram marginalizados, dialogar com movimentos sociais e comunidades, e reconhecer que a produção de conhecimento não é monopólio de especialistas. Significa também assumir que a neutralidade é uma ilusão e que toda produção acadêmica está inserida em contextos de poder e disputa."
https://aterraeredonda.com.br/universidade-publica-excelencia-e-precariedade/
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Os maiores mentores, contudo, já perceberam que o mercado está saturado e passaram a abrir outros negócios. "Mas antes eles brincaram com os sonhos de milhões e milhões."
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Ainda não superei o artigo da profª Rosana Pinheiro-Machado sobre os influenciadores na Folha ontem:
"Hoje, junto com as igrejas evangélicas, a lógica do marketing digital é a grande mola propulsora da criação de sonhos e de fantasias, muitas vezes deslocadas na realidade."
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O conceito de mais-valia se aplica de alguma maneira ao serviço público?
Quando de um lado Lula vende sonhos inaugurando novos campus de Instituto Federal e, paralelamente, Haddad/Tebet anunciam mais congelamentos nos orçamentos da Educação e nada de novas vagas para concursos, mal sendo preenchidos os códigos dos aposentados.
Isso não significaria um tipo de super exploração dos trabalhadores da educação pública?
O governo neoliberal "queimando gorduras" da rede federal, pensando na questão eleitoral e avançando no processo de precarização da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica?
Para quem sabe, numa futuro próximo trazer as fundações empresariais e suas soluções "milagrosas" para dentro da rede federal?
#educacao #arcaboucofiscal #precarização #educacaoprofissionaltecnologica
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Quanto ganha um influenciador digital no Brasil? https://youtube.com/watch?v=lT7pAsLz6nY&si=_8mszwSmx_-rBOkH
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Quanto ganha um influenciador digital no Brasil? https://youtube.com/watch?v=lT7pAsLz6nY&si=_8mszwSmx_-rBOkH
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Quanto ganha um influenciador digital no Brasil? https://youtube.com/watch?v=lT7pAsLz6nY&si=_8mszwSmx_-rBOkH
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Quanto ganha um influenciador digital no Brasil? https://youtube.com/watch?v=lT7pAsLz6nY&si=_8mszwSmx_-rBOkH
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Quanto ganha um influenciador digital no Brasil? https://youtube.com/watch?v=lT7pAsLz6nY&si=_8mszwSmx_-rBOkH
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JUST IN TIME
Na lógica just in time, viabilizada pela base microeletrônica, a qualificação que se derivava da relação entre qualificação e ocupação é substituída por rápidos treinamentos que suprem a mobilidade dos trabalhadores pelas diferentes cadeias produtivas, inserindo-se onde encontram trabalho. A lógica, portanto, é não qualificar além do necessário, o que não exige escolaridade prolongada e de qualidade. Para isso, também não são necessários professores qualificados
KUENZER, A. Z. Formação docente: novos ou velhos desafios? As diretrizes curriculares e a instituição ou institucionalização da precarização da formação. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, [s. l.], v. 1, n. 24, p. e17282–e17282, 2024.
#fichamento #kuenzer #formacaodocente #trabalho #precarizacao
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Kuenzer e atual política de formação de professores
"Do ponto da vista da formação dos professores, as diretrizes vêm consolidando a flexibilização pela fragmentação, articulando os vários níveis em uma cadeia de formação: doutorado; mestrado, licenciatura, outra graduação, complementação pedagógica; especialização em docência; programas de educação continuada; certificação de competências equivalente à licenciatura e um possível reconhecimento de notório saber para docências em práticas profissionais específicas, ainda em discussão."
KUENZER, A. Z. Formação docente: novos ou velhos desafios? As diretrizes curriculares e a instituição ou institucionalização da precarização da formação. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, [s. l.], v. 1, n. 24, p. e17282–e17282, 2024.
#fichamento #kuenzer #formacaodocente #trabalho #precarizacao
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Kuenzer e o regime de acumulação flexível na Educação
"Como vimos discutindo ao longo desse texto, para que o princípio educativo da acumulação flexível ocorra, a partir das mudanças na base material, são necessárias novas propostas de formação de trabalhadores e dos seus professores. Assim é que se articularam, principalmente na última década, ajustes normativos na legislação trabalhista, na reforma do Ensino Médio e nas diretrizes curriculares."
KUENZER, A. Z. Formação docente: novos ou velhos desafios? As diretrizes curriculares e a instituição ou institucionalização da precarização da formação. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, [s. l.], v. 1, n. 24, p. e17282–e17282, 2024.
#fichamento #kuenzer #formacaodocente #trabalho #precarizacao
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Acácia Kuenzer sobre a concepção baseada nas competências para formação docente
"Com essas resoluções, define-se a centralidade nas competências para o exercício da docência como eixo da formação do professor, em detrimento de uma formação mais sólida, centrada na ciência da educação, tal como defendiam Saviani, Libâneo, Pimenta, Kuenzer e outros, que travaram um intenso debate na contraposição à essa concepção, de natureza pragmática, pelo recuo à teoria, apoiada na concepção de professor reflexivo de Schön (2000) e, portanto, centrada no conhecimento tácito resultante da experiência vivida na escola, pela simetria invertida."
KUENZER, A. Z. Formação docente: novos ou velhos desafios? As diretrizes curriculares e a instituição ou institucionalização da precarização da formação. Revista Brasileira da Educação Profissional e Tecnológica, [s. l.], v. 1, n. 24, p. e17282–e17282, 2024.
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