Brasil: O que une os ricos decadentes e os pobres ressentidos
Análise sobre um ponto cego do debate recente sobre economia, voto e antipetismo. Quem está por cima vê ameaça a seu status. O precarizado quer subir. A direita os une. O elevador social não precisa descer para que alguém experimente a sensação de queda#precarizacao — Public Fediverse posts
Live and recent posts from across the Fediverse tagged #precarizacao, aggregated by home.social.
-
Trabalho: os retrocessos que Flávio Bolsonaro propõe
Candidato separa trabalho de desenvolvimento, não assume compromisso com o fim da 6x1 e foca na falácia de “reduzir custos”. Mas modernizar não é precarizar – requer investimento e inovação. Em tempos de IA, exige atualização de direitos, não sua ausênciahttps://outraspalavras.net/trabalhoeprecariado/trabalho-os-retrocessos-que-flavio-bolsonaro-propoe/
-
Como a airbnbzação vitima as cidades brasileiras
Quais as conexões entre o capital financeiro e plataformas de aluguel por temporada? Como capturam paisagem e infraestruturas urbanas – e criam legiões de “pequenos gestores de ativos imobiliários”? Quais os caminhos para regulá-las e proteger o direito à moradia e à cidade?https://outraspalavras.net/outras-cidades/como-a-airbnbzacao-vitima-as-cidades-brasileiras/
-
Uber: Supremo reconhecerá os “novos” patrões?
Justiça do Trabalho já apontou vínculo empregatício entre a plataforma e seus motoristas. Agora, caso está no STF, que retoma julgamento. O debate ainda está aberto: os algoritmos podem ser álibis para controlar, disciplinar e precarizar, sob a narrativa de autonomia?https://outraspalavras.net/trabalhoeprecariado/uber-supremo-reconhecera-os-novos-patroes/
-
A cidadania seletiva das ruas de Curitiba: segregação e desumanização dissimuladas
-
Gestão privada de trens vai atuar ‘ao limite do contrato para garantir lucro’, avalia pesquisador
-
A nova PNAB e o futuro da Atenção Básica no SUS
Diretor eleito da Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade fala sobre a construção do novo plano nacional de atenção primária em saúde. Ele defende que o documento deve garantir jornadas de 30 horas e o fim dos vínculos precários de trabalhohttps://outraspalavras.net/outrasaude/o-sus-dos-proximos-10-anos-sera-decidido-em-breve/
-
Brasil: contra os moinhos de vento da política
Cresce a descrença de jovens em partidos e revolta é capturada por discursos “anti-sistema” cínicos. Enfrentar a desesperança exige novas formas de participação – e recolocar o foco da política na luta contra o sistema econômico que multiplica injustiçashttps://outraspalavras.net/crise-brasileira/brasil-contra-os-moinhos-de-vento-da-politica/
-
Sete premiês em 10 anos: qual a relação da instabilidade do Reino Unido com o Brexit?
-
Sete premiês em 10 anos: qual a relação da instabilidade do Reino Unido com o Brexit?
-
#Festival #VisõesPeriféricas
"Os #filmes foram organizados em sete mostras, sendo quatro competitivas e três não competitivas. As obras abordam temas como #memória, #mulheres, identidades de #gênero, culturas de terreiro, #apagamentos históricos, vida nas cidades, questões ambientais e #precarização do trabalho.As mostras competitivas são Fronteiras Imaginárias, voltada a produções independentes de curta-metragem; #Cinema da Gema, dedicada a filmes produzidos no estado do Rio de Janeiro; Panorâmica, destinada a médias e longas-metragens; e Visorama, voltada a produções realizadas em projetos de formação #audiovisual."
https://almapreta.com.br/sessao/cultura/festival-visoes-perifericas-19-edicao/
-
No Rio, debate sobre educação pública mobiliza professores e parlamentares nesta sexta-feira (17)
-
Terceirização fragiliza direitos e expõe trabalhadores à violência, avalia jurista
-
Trabalho: O verdadeiro perigo na era da IA
Em obra lançada pela Boitempo Editorial, Aaron Benanav refuta previsões catastróficas de que a automação do trabalho resultará em desemprego em massa. Aponta: a ameaça está na proliferação do subemprego. Concorra a exemplareshttps://outraspalavras.net/outros-quinhentos/trabalho-o-verdadeiro-perigo-na-era-da-ia/
-
Quando o “direito à propriedade” segrega e adoece
Ao impedir o trânsito de marisqueiras ao mar, um muro não afetou apenas o “ganha pão”. Foi uma quebra da relação entre mente, corpo e ambiente. Os relatos foram de profundo adoecimento psíquico. Ciências cognitivas ajudam a entender as múltiplas gramáticas das lutas territoriaishttps://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/quando-o-direito-a-propriedade-segrega-e-adoece/
-
Educação é prioridade? Crônica de um buraco sem fundo
Uma professora aguarda o “farol verde” para conseguir aulas. A ironia: hoje, os “substitutos” são maioria na rede pública em SP. Se ficam doentes, perdem lugar na fila de lecionar. Retrato da educação que cobra resultados, mas lembra que o professor é descartávelhttps://outraspalavras.net/alemdamercadoria/educacao-e-prioridade-cronica-de-um-buraco-sem-fundo/
-
Trabalho: um mercado ainda mais hostil às mulheres
Apesar das contratações aquecidas, disparidade salarial entre mulheres e homens cresceu desde 2024. Elas possuem maior escolaridade, mas são submetidas a ocupações desvalorizadas e de alta rotatividade. E restrições ao trabalho são tratadas como “preferências individuais”https://outraspalavras.net/trabalhoeprecariado/trabalho-um-mercado-ainda-mais-hostil-as-mulheres/
-
PDL da pedofilia e redução da maioridade penal ameaçam direito de ser jovem
-
Para entender o fenômeno dos jovens antifeministas
Ambiente tóxico das redes não explica tudo. Há frustrações concretas como a sensação de vida deteriorada em relação à geração de seus país. O gênero vira bode expiatório do mal-estar – e não quem os precariza. Caso sul-coreano ilustra essa nova realidadehttps://outraspalavras.net/feminismos/para-entender-fenomeno-dos-jovens-antifeministas/
-
Limites e contradições do PL 1893/2026: democracia sindical, direito de greve e condições de trabalho em debate
-
Superexploração do trabalho e expropriação financeira: as raízes da crise do endividamento no Brasil
-
Desfalque de servidores coloca em risco proteção de mulheres vítimas de violência no DF
-
Na semana da Virada Cultural, baldes contêm infiltrações na Monteiro Lobato e CCSP fecha bibliotecas
-
Fim da escala 6×1: trabalhadores mantêm vigÃlia na Câmara Federal pela redução da jornada de trabalho
-
Adoecimento e precarização de quem cuida do SUS
Seminário organizado por Outra Saúde debateu as questões dos trabalhadores da saúde. Da superexploração aos retrocessos pós-2016, da sua formação à humanização do atendimento, por que a Reforma Sanitária ainda tem uma “dívida histórica” com a categoria?https://outraspalavras.net/outrasaude/o-adoecimento-e-a-precarizacao-de-quem-cuida-do-sus/
-
A armadilha nada inocente da “Educação Financeira”
Num país de salários achatados e juros obscenos, quem lucra com eles – e empobrece as maiorias – busca transferir a responsabilidade para o suposto “descontrole” dos endividados. Exame de uma manobra cínica e de seus métodoshttps://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/a-armadilha-nada-inocente-da-educacao-financeira/
-
Fim da escala 6×1 é uma questão de dignidade, diz Paulo Pimenta
-
Fim da escala 6×1 é uma questão de dignidade, diz Paulo Pimenta
-
‘Luta é unificada contra projeto maior de precarização no estado de SP’, diz coordenadora do DCE da USP
-
Servidores em greve trancam acessos a campus da Ufrgs em Porto Alegre
-
‘Trancar não é cuidar’: manifestação denuncia abandono da saúde mental no DF
-
Estudantes da USP, Unicamp e Unesp ampliam greve por permanência estudantil e denunciam sucateamento da educação pelo governo Tarcísio
-
Explosão de gás durante obra da Sabesp expõe efeitos da privatização, diz presidente do Sintaema
-
Sindicato realiza assembleia nesta terça (12) para decidir sobre greve no Metrô de SP
-
USP: alunos mantêm ocupação de reitoria e pedem reabertura de diálogo
-
1º de Maio mobiliza trabalhadores ao redor do mundo contra bilionários, reformas trabalhistas e perda de tempo de vida
-
1º de Maio mobiliza trabalhadores ao redor do mundo contra bilionários, reformas trabalhistas e perda de tempo de vida
-
Pochmann: Além da regressão e ressentimento
Num país que se reprimarizou por décadas, até a ascensão social marcada por desigualdade refluiu. Sobrou a frustração dos empobrecidos e atomizados, ainda que em conexão. Reconstruir a coletividade crítica e transformadora: eis o desafiohttps://outraspalavras.net/crise-brasileira/pochmann-alem-da-regressao-e-do-ressentimento/
-
Professor diz que houve avanços no 3º governo Lula, valorização do trabalhador e redução do desemprego
-
Lula e o neoliberalismo. E agora?
País continua preso ao padrão de desenvolvimento liberal-periférico inaugurado por FHC. É preciso examinar sua natureza, as regressões que produziu e as classes que colocou no poder – porque a esquerda precisa vencer o fascismo, mas não pode lutar sem sair do lugarhttps://outraspalavras.net/estadoemdisputa/lula-e-o-neoliberalismo-e-agora/
-
Educação: em SP, greve expõe um colapso
Alta rotatividade de professores, fechamento de salas de aula e perda de autonomia caminham junto à implantação de escolas cívico-militares. Precarização revela projeto de desmonte pedagógico de Tarcísio: docentes do estado estão entre os mais mal pagos do paíshttps://outraspalavras.net/alemdamercadoria/educacao-em-sp-greve-expoe-um-colapso/
-
‘Pejotização’ é principal causa para redução de trabalho formal doméstico
-
Desde o meu post em 2023 explicando como IAs generativas funcionam e antecipando os problemas que persistem, alerto que uma parte grande dos “avanços” delas são gambiarras, mas me faltavam exemplos concretos de como isso estava sendo feito (e admito que é pior do que eu pensei).
“Hundreds of people were busy writing examples of prompts someone might ask a chatbot, writing the chatbot’s […]
https://www.memedecarbono.com.br/sociedade_cibernetica/nao-e-ia-e-precarizacao-do-trabalho/ -
A janela brasileira para o fim da escala 6×1
Produtividade do trabalho cresceu, apesar de duas crises econômicas globais. Baixa desocupação reflete cenário positivo. Custo da mão-de-obra é baixíssimo – e revela que não há repasse dos ganhos econômicos aos salários. Há chance histórica para a redução da jornadahttps://outraspalavras.net/trabalhoeprecariado/a-janela-brasileira-para-o-fim-da-escala-6x1/
-
Assim Minas Gerais leiloa suas escolas
Governo mineiro vai à B3 para entregar 95 instituições a fundos especulativos. Iniciativa fecha um ciclo que inclui sucateamento, salários achatados e precarização. Fica clara necessidade de reformar Ensino por caminho oposto ao empresarialhttps://outraspalavras.net/alemdamercadoria/assim-minas-gerais-leiloa-suas-escolas/
-
‘Backrooms’ e a ascensão do Gótico CorporativoÂ
-
‘Backrooms’ e a ascensão do Gótico CorporativoÂ
-
Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre amanhece com seus portões bloqueados
-
#Safatle: "Neste outro corte de minha conversa com #RicardoAntunes, ocorrida em 2022, intitulada "O trabalho no capitalismo pandêmico", falamos sobre a "#escravidãodigital" a qual estamos submetidos, acompanhada de um alto grau de #precarização do trabalho e das condições de vida, e como cabe à #experiênciasocialista uma transformação desse cenário."
https://youtube.com/watch?si=h6KW_t4LlQVf0OJm&v=daPmhNpSoYU&feature=youtu.be
-
Carnaval revela rotina de risco e resistência dos vendedores ambulantes
-
No último mês de novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados sobre o desemprego no país. Considerando os índices do mês de setembro, 5,4% da população brasileira está desempregada. Mas a questão é: qual a condição dos 94,6% da população que é considerada empregada, segundo a pesquisa?
De acordo com o mesmo IBGE, 40% dos trabalhadores brasileiros não têm direito a férias, 13º salário, licença-maternidade, creche e trabalham sem registro em carteira. Mais: 16% trabalham de modo intermitente, ou seja, estão subocupados ou subutilizados, pois seus trabalhos são irregulares e, por isso, trabalham menos horas do que necessitam para sobreviver.
Há, ainda, 4,3 milhões de trabalhadoras domésticas sem carteira assinada, condição igual a de 2,8 milhões de trabalhadores do setor público, além dos mais de 3 milhões que trabalham para aplicativos de entrega ou para plataformas digitais. Não podemos esquecer dos milhões de trabalhadores que sobrevivem como MEI, autônomos, por conta-própria, diaristas, fazendo bico, etc.
— Jesse Lisboa
-
Mais da metade (56%) dos trabalhadores que se identificam como autônomos ou empreendedores e que já tiveram carteira de trabalho assinada querem voltar a ter todos os direitos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), segundo pesquisa do Instituto Vox Populi.
Realizada com 3.850 pessoas, presencialmente, em todo o Brasil, entre maio e junho de 2025, a pesquisa O Trabalho no Brasil aponta que os trabalhadores de aplicativos e autônomos relatam ansiedade por rotina de trabalho (55%) e afirmam que o trabalho consome tempo excessivo (58%).
-
Universidade pública – excelência e precariedade -
"Em última instância, a reflexão apresentada aponta para a necessidade de reconectar o espaço acadêmico à vida social em toda a sua diversidade. Isso implica abrir-se a saberes e experiências que tradicionalmente foram marginalizados, dialogar com movimentos sociais e comunidades, e reconhecer que a produção de conhecimento não é monopólio de especialistas. Significa também assumir que a neutralidade é uma ilusão e que toda produção acadêmica está inserida em contextos de poder e disputa."
https://aterraeredonda.com.br/universidade-publica-excelencia-e-precariedade/
-
Professor EBTT(Institutos Federais) virou "concurso escada"
Professores altamente qualificados estão abandonando a rede federal em busca de valorização, inclusive salarial.
Outros órgãos de governo e a iniciativa privada pagam mais, talvez até explorem menos.
Com técnicos em várias áreas, principalmente em TI, a situação é parecida.
Junto com BNCC, BNC-Formacao, Novo Ensino Mérdio, congelamento do orçamento e não abertura de novo códigos de vagas pra concursos, penso que a desvalorização é parte de um processo de destruição tácita da Rede Federal de Educação e da concepção de Educação que ela representa.
E, internamente, talvez a gente ainda nem tenha se dado conta disso!
-
Os maiores mentores, contudo, já perceberam que o mercado está saturado e passaram a abrir outros negócios. "Mas antes eles brincaram com os sonhos de milhões e milhões."
-
Ainda não superei o artigo da profª Rosana Pinheiro-Machado sobre os influenciadores na Folha ontem:
"Hoje, junto com as igrejas evangélicas, a lógica do marketing digital é a grande mola propulsora da criação de sonhos e de fantasias, muitas vezes deslocadas na realidade."
-
"É uma coisa arrebatadora, eles dizem ‘ganhei R$ 10.000, ganhei R$ 100 mil, venha, venha’, são as bets do mundo do trabalho." Ao mesmo tempo, os mentores, afirma Machado, tratam o emprego fixo como "coisa de mané que não quer enriquecer".
Rosana Pinheiro-Machado sobre os Influenciadores Coach.