home.social

#uberizacao — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #uberizacao, aggregated by home.social.

fetched live
  1. Psicólogos: por que a categoria se uberiza?

    Condições precárias levam trabalhadores a escolher o “menos pior”. Planos de saúde pagam R$ 15 por sessão. Clínicas extorquem por salas de terapia. Plataformas vendem “preço social” e levam profissionais a atender até 40 pacientes por semana. Qualidade das ocupações definha

    outraspalavras.net/trabalhoepr

  2. Por que os portugueses vão à greve geral

    Neoliberais e ultradireita somam forças em favor do projeto “Trabalho XXI”. Jornadas podem chegar a 50 horas. Plataformas autorizadas a precarizar mais. Imigrantes particularmente atingidos. Nesta quarta-feira, trabalhadores darão sua resposta

    outraspalavras.net/trabalhoepr

  3. Por que os portugueses vão à greve geral

    Neoliberais e ultradireita somam forças em favor do projeto “Trabalho XXI”. Jornadas podem chegar a 50 horas. Plataformas autorizadas a precarizar mais. Imigrantes particularmente atingidos. Nesta quarta-feira, trabalhadores darão sua resposta

    outraspalavras.net/trabalhoepr

  4. Estariam os brasileiros felizes com o trabalho?

    É preciso uma leitura crítica dos dados da recente pesquisa que mostra que 95% dos trabalhadores se declaram satisfeitos. Diante da informalidade elevada, qualquer emprego é visto como “superação” da falta de alternativas. Seria, então, uma adaptação à precariedade?

    outraspalavras.net/trabalhoepr

  5. Por que entregadores e motoristas voltaram à luta?

    Trabalhadores de apps protestam em todo o país contra o PLP 152, apoiado pelo Centrão e big techs. Texto ardiloso ignora demandas de taxa mínima por serviço e beneficia plataformas com repasse de até 30% por corridas. Governo tem proposta alternativa

    outraspalavras.net/trabalhoepr

  6. Por que entregadores e motoristas voltaram à luta?

    Trabalhadores de apps protestam em todo o país contra o PLP 152, apoiado pelo Centrão e big techs. Texto ardiloso ignora demandas de taxa mínima por serviço e beneficia plataformas com repasse de até 30% por corridas. Governo tem proposta alternativa

    outraspalavras.net/trabalhoepr

  7. Por que entregadores e motoristas voltaram à luta?

    Trabalhadores de apps protestam em todo o país contra o PLP 152, apoiado pelo Centrão e big techs. Texto ardiloso ignora demandas de taxa mínima por serviço e beneficia plataformas com repasse de até 30% por corridas. Governo tem proposta alternativa

    outraspalavras.net/trabalhoepr

  8. Plataformas digitais especializadas em “conectar” pacientes a psicólogos, como PsyMeet e Central Psicologia, estariam induzindo terapeutas a cobrar valores até sete vezes menores do que o recomendado por entidades de classe da categoria. Para o cliente final, o atendimento custa a partir de R$ 30.

    É o que relatam à Repórter Brasil psicólogos que pagam uma assinatura mensal para ter acesso a potenciais clientes. Eles se queixam do baixo retorno financeiro, do comprometimento da qualidade do atendimento e da competição exacerbada entre colegas estimulada pela própria lógica das plataformas. Na prática, dizem, serviços do tipo atuam como “atravessadores” do trabalho de psicoterapia.

    — Beatriz Souza

    reporterbrasil.org.br/2026/01/

    #Brasil #Trabalho #Uberização #Psicologia #SaúdeMental

  9. Plataformas digitais especializadas em “conectar” pacientes a psicólogos, como PsyMeet e Central Psicologia, estariam induzindo terapeutas a cobrar valores até sete vezes menores do que o recomendado por entidades de classe da categoria. Para o cliente final, o atendimento custa a partir de R$ 30.

    É o que relatam à Repórter Brasil psicólogos que pagam uma assinatura mensal para ter acesso a potenciais clientes. Eles se queixam do baixo retorno financeiro, do comprometimento da qualidade do atendimento e da competição exacerbada entre colegas estimulada pela própria lógica das plataformas. Na prática, dizem, serviços do tipo atuam como “atravessadores” do trabalho de psicoterapia.

    — Beatriz Souza

    reporterbrasil.org.br/2026/01/

    #Brasil #Trabalho #Uberização #Psicologia #SaúdeMental

  10. Plataformas digitais especializadas em “conectar” pacientes a psicólogos, como PsyMeet e Central Psicologia, estariam induzindo terapeutas a cobrar valores até sete vezes menores do que o recomendado por entidades de classe da categoria. Para o cliente final, o atendimento custa a partir de R$ 30.

    É o que relatam à Repórter Brasil psicólogos que pagam uma assinatura mensal para ter acesso a potenciais clientes. Eles se queixam do baixo retorno financeiro, do comprometimento da qualidade do atendimento e da competição exacerbada entre colegas estimulada pela própria lógica das plataformas. Na prática, dizem, serviços do tipo atuam como “atravessadores” do trabalho de psicoterapia.

    — Beatriz Souza

    reporterbrasil.org.br/2026/01/

    #Brasil #Trabalho #Uberização #Psicologia #SaúdeMental

  11. Plataformas digitais especializadas em “conectar” pacientes a psicólogos, como PsyMeet e Central Psicologia, estariam induzindo terapeutas a cobrar valores até sete vezes menores do que o recomendado por entidades de classe da categoria. Para o cliente final, o atendimento custa a partir de R$ 30.

    É o que relatam à Repórter Brasil psicólogos que pagam uma assinatura mensal para ter acesso a potenciais clientes. Eles se queixam do baixo retorno financeiro, do comprometimento da qualidade do atendimento e da competição exacerbada entre colegas estimulada pela própria lógica das plataformas. Na prática, dizem, serviços do tipo atuam como “atravessadores” do trabalho de psicoterapia.

    — Beatriz Souza

    reporterbrasil.org.br/2026/01/

    #Brasil #Trabalho #Uberização #Psicologia #SaúdeMental

  12. Plataformas digitais especializadas em “conectar” pacientes a psicólogos, como PsyMeet e Central Psicologia, estariam induzindo terapeutas a cobrar valores até sete vezes menores do que o recomendado por entidades de classe da categoria. Para o cliente final, o atendimento custa a partir de R$ 30.

    É o que relatam à Repórter Brasil psicólogos que pagam uma assinatura mensal para ter acesso a potenciais clientes. Eles se queixam do baixo retorno financeiro, do comprometimento da qualidade do atendimento e da competição exacerbada entre colegas estimulada pela própria lógica das plataformas. Na prática, dizem, serviços do tipo atuam como “atravessadores” do trabalho de psicoterapia.

    — Beatriz Souza

    reporterbrasil.org.br/2026/01/

    #Brasil #Trabalho #Uberização #Psicologia #SaúdeMental

  13. No último mês de novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados sobre o desemprego no país. Considerando os índices do mês de setembro, 5,4% da população brasileira está desempregada. Mas a questão é: qual a condição dos 94,6% da população que é considerada empregada, segundo a pesquisa?

    De acordo com o mesmo IBGE, 40% dos trabalhadores brasileiros não têm direito a férias, 13º salário, licença-maternidade, creche e trabalham sem registro em carteira. Mais: 16% trabalham de modo intermitente, ou seja, estão subocupados ou subutilizados, pois seus trabalhos são irregulares e, por isso, trabalham menos horas do que necessitam para sobreviver.

    Há, ainda, 4,3 milhões de trabalhadoras domésticas sem carteira assinada, condição igual a de 2,8 milhões de trabalhadores do setor público, além dos mais de 3 milhões que trabalham para aplicativos de entrega ou para plataformas digitais. Não podemos esquecer dos milhões de trabalhadores que sobrevivem como MEI, autônomos, por conta-própria, diaristas, fazendo bico, etc.

    — Jesse Lisboa

    averdade.org.br/2025/12/concen

    #Brasil #Emprego #Uberização #Precarização

  14. No último mês de novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados sobre o desemprego no país. Considerando os índices do mês de setembro, 5,4% da população brasileira está desempregada. Mas a questão é: qual a condição dos 94,6% da população que é considerada empregada, segundo a pesquisa?

    De acordo com o mesmo IBGE, 40% dos trabalhadores brasileiros não têm direito a férias, 13º salário, licença-maternidade, creche e trabalham sem registro em carteira. Mais: 16% trabalham de modo intermitente, ou seja, estão subocupados ou subutilizados, pois seus trabalhos são irregulares e, por isso, trabalham menos horas do que necessitam para sobreviver.

    Há, ainda, 4,3 milhões de trabalhadoras domésticas sem carteira assinada, condição igual a de 2,8 milhões de trabalhadores do setor público, além dos mais de 3 milhões que trabalham para aplicativos de entrega ou para plataformas digitais. Não podemos esquecer dos milhões de trabalhadores que sobrevivem como MEI, autônomos, por conta-própria, diaristas, fazendo bico, etc.

    — Jesse Lisboa

    averdade.org.br/2025/12/concen

    #Brasil #Emprego #Uberização #Precarização

  15. No último mês de novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados sobre o desemprego no país. Considerando os índices do mês de setembro, 5,4% da população brasileira está desempregada. Mas a questão é: qual a condição dos 94,6% da população que é considerada empregada, segundo a pesquisa?

    De acordo com o mesmo IBGE, 40% dos trabalhadores brasileiros não têm direito a férias, 13º salário, licença-maternidade, creche e trabalham sem registro em carteira. Mais: 16% trabalham de modo intermitente, ou seja, estão subocupados ou subutilizados, pois seus trabalhos são irregulares e, por isso, trabalham menos horas do que necessitam para sobreviver.

    Há, ainda, 4,3 milhões de trabalhadoras domésticas sem carteira assinada, condição igual a de 2,8 milhões de trabalhadores do setor público, além dos mais de 3 milhões que trabalham para aplicativos de entrega ou para plataformas digitais. Não podemos esquecer dos milhões de trabalhadores que sobrevivem como MEI, autônomos, por conta-própria, diaristas, fazendo bico, etc.

    — Jesse Lisboa

    averdade.org.br/2025/12/concen

    #Brasil #Emprego #Uberização #Precarização

  16. No último mês de novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados sobre o desemprego no país. Considerando os índices do mês de setembro, 5,4% da população brasileira está desempregada. Mas a questão é: qual a condição dos 94,6% da população que é considerada empregada, segundo a pesquisa?

    De acordo com o mesmo IBGE, 40% dos trabalhadores brasileiros não têm direito a férias, 13º salário, licença-maternidade, creche e trabalham sem registro em carteira. Mais: 16% trabalham de modo intermitente, ou seja, estão subocupados ou subutilizados, pois seus trabalhos são irregulares e, por isso, trabalham menos horas do que necessitam para sobreviver.

    Há, ainda, 4,3 milhões de trabalhadoras domésticas sem carteira assinada, condição igual a de 2,8 milhões de trabalhadores do setor público, além dos mais de 3 milhões que trabalham para aplicativos de entrega ou para plataformas digitais. Não podemos esquecer dos milhões de trabalhadores que sobrevivem como MEI, autônomos, por conta-própria, diaristas, fazendo bico, etc.

    — Jesse Lisboa

    averdade.org.br/2025/12/concen

    #Brasil #Emprego #Uberização #Precarização

  17. No último mês de novembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados sobre o desemprego no país. Considerando os índices do mês de setembro, 5,4% da população brasileira está desempregada. Mas a questão é: qual a condição dos 94,6% da população que é considerada empregada, segundo a pesquisa?

    De acordo com o mesmo IBGE, 40% dos trabalhadores brasileiros não têm direito a férias, 13º salário, licença-maternidade, creche e trabalham sem registro em carteira. Mais: 16% trabalham de modo intermitente, ou seja, estão subocupados ou subutilizados, pois seus trabalhos são irregulares e, por isso, trabalham menos horas do que necessitam para sobreviver.

    Há, ainda, 4,3 milhões de trabalhadoras domésticas sem carteira assinada, condição igual a de 2,8 milhões de trabalhadores do setor público, além dos mais de 3 milhões que trabalham para aplicativos de entrega ou para plataformas digitais. Não podemos esquecer dos milhões de trabalhadores que sobrevivem como MEI, autônomos, por conta-própria, diaristas, fazendo bico, etc.

    — Jesse Lisboa

    averdade.org.br/2025/12/concen

    #Brasil #Emprego #Uberização #Precarização

  18. O Ministério Público do Trabalho enviou, na última semana, manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que defende o reconhecimento de vínculo de emprego entre motoristas de aplicativo e plataformas digitais, no âmbito da discussão do Recurso Extraordinário nº 1446336, cujo julgamento deve ser retomado em dez.2025.

    O procurador-geral do Trabalho Gláucio Araújo de Oliveira sustenta que os profissionais que atuam nas plataformas sofrem uma "subordinação algorítmica", ou seja, não têm autonomia porque estão sujeitos ao controle e às regras das empresas.

    "A subordinação dos dirigidos aos dirigentes cede à ideia do controle por 'stick' (porrete) e 'carrots' (premiação). Aqueles que seguem a programação recebem premiações, na forma de bonificações e prêmios; aqueles que não se adaptarem aos comandos e objetivos, são cortados ou punidos", escreveu.
    Oliveira aponta que essa é uma técnica de "gamificação" do trabalho a fim de que os trabalhadores fiquem sempre disponíveis para atender as demandas do aplicativo, produzam por mais tempo (como dirigir por mais horas) e deixem de ter liberdade de escolha.

    — Jeniffer Mendonça

    nucleo.jor.br/curtas/2025-11-1

    #Brasil #Trabalho #Uberização

  19. O Ministério Público do Trabalho enviou, na última semana, manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que defende o reconhecimento de vínculo de emprego entre motoristas de aplicativo e plataformas digitais, no âmbito da discussão do Recurso Extraordinário nº 1446336, cujo julgamento deve ser retomado em dez.2025.

    O procurador-geral do Trabalho Gláucio Araújo de Oliveira sustenta que os profissionais que atuam nas plataformas sofrem uma "subordinação algorítmica", ou seja, não têm autonomia porque estão sujeitos ao controle e às regras das empresas.

    "A subordinação dos dirigidos aos dirigentes cede à ideia do controle por 'stick' (porrete) e 'carrots' (premiação). Aqueles que seguem a programação recebem premiações, na forma de bonificações e prêmios; aqueles que não se adaptarem aos comandos e objetivos, são cortados ou punidos", escreveu.
    Oliveira aponta que essa é uma técnica de "gamificação" do trabalho a fim de que os trabalhadores fiquem sempre disponíveis para atender as demandas do aplicativo, produzam por mais tempo (como dirigir por mais horas) e deixem de ter liberdade de escolha.

    — Jeniffer Mendonça

    nucleo.jor.br/curtas/2025-11-1

    #Brasil #Trabalho #Uberização

  20. O Ministério Público do Trabalho enviou, na última semana, manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que defende o reconhecimento de vínculo de emprego entre motoristas de aplicativo e plataformas digitais, no âmbito da discussão do Recurso Extraordinário nº 1446336, cujo julgamento deve ser retomado em dez.2025.

    O procurador-geral do Trabalho Gláucio Araújo de Oliveira sustenta que os profissionais que atuam nas plataformas sofrem uma "subordinação algorítmica", ou seja, não têm autonomia porque estão sujeitos ao controle e às regras das empresas.

    "A subordinação dos dirigidos aos dirigentes cede à ideia do controle por 'stick' (porrete) e 'carrots' (premiação). Aqueles que seguem a programação recebem premiações, na forma de bonificações e prêmios; aqueles que não se adaptarem aos comandos e objetivos, são cortados ou punidos", escreveu.
    Oliveira aponta que essa é uma técnica de "gamificação" do trabalho a fim de que os trabalhadores fiquem sempre disponíveis para atender as demandas do aplicativo, produzam por mais tempo (como dirigir por mais horas) e deixem de ter liberdade de escolha.

    — Jeniffer Mendonça

    nucleo.jor.br/curtas/2025-11-1

    #Brasil #Trabalho #Uberização

  21. O Ministério Público do Trabalho enviou, na última semana, manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que defende o reconhecimento de vínculo de emprego entre motoristas de aplicativo e plataformas digitais, no âmbito da discussão do Recurso Extraordinário nº 1446336, cujo julgamento deve ser retomado em dez.2025.

    O procurador-geral do Trabalho Gláucio Araújo de Oliveira sustenta que os profissionais que atuam nas plataformas sofrem uma "subordinação algorítmica", ou seja, não têm autonomia porque estão sujeitos ao controle e às regras das empresas.

    "A subordinação dos dirigidos aos dirigentes cede à ideia do controle por 'stick' (porrete) e 'carrots' (premiação). Aqueles que seguem a programação recebem premiações, na forma de bonificações e prêmios; aqueles que não se adaptarem aos comandos e objetivos, são cortados ou punidos", escreveu.
    Oliveira aponta que essa é uma técnica de "gamificação" do trabalho a fim de que os trabalhadores fiquem sempre disponíveis para atender as demandas do aplicativo, produzam por mais tempo (como dirigir por mais horas) e deixem de ter liberdade de escolha.

    — Jeniffer Mendonça

    nucleo.jor.br/curtas/2025-11-1

    #Brasil #Trabalho #Uberização

  22. O Ministério Público do Trabalho enviou, na última semana, manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que defende o reconhecimento de vínculo de emprego entre motoristas de aplicativo e plataformas digitais, no âmbito da discussão do Recurso Extraordinário nº 1446336, cujo julgamento deve ser retomado em dez.2025.

    O procurador-geral do Trabalho Gláucio Araújo de Oliveira sustenta que os profissionais que atuam nas plataformas sofrem uma "subordinação algorítmica", ou seja, não têm autonomia porque estão sujeitos ao controle e às regras das empresas.

    "A subordinação dos dirigidos aos dirigentes cede à ideia do controle por 'stick' (porrete) e 'carrots' (premiação). Aqueles que seguem a programação recebem premiações, na forma de bonificações e prêmios; aqueles que não se adaptarem aos comandos e objetivos, são cortados ou punidos", escreveu.
    Oliveira aponta que essa é uma técnica de "gamificação" do trabalho a fim de que os trabalhadores fiquem sempre disponíveis para atender as demandas do aplicativo, produzam por mais tempo (como dirigir por mais horas) e deixem de ter liberdade de escolha.

    — Jeniffer Mendonça

    nucleo.jor.br/curtas/2025-11-1

    #Brasil #Trabalho #Uberização

  23. Mais da metade (56%) dos trabalhadores que se identificam como autônomos ou empreendedores e que já tiveram carteira de trabalho assinada querem voltar a ter todos os direitos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), segundo pesquisa do Instituto Vox Populi.

    Realizada com 3.850 pessoas, presencialmente, em todo o Brasil, entre maio e junho de 2025, a pesquisa O Trabalho no Brasil aponta que os trabalhadores de aplicativos e autônomos relatam ansiedade por rotina de trabalho (55%) e afirmam que o trabalho consome tempo excessivo (58%).

    brasildefato.com.br/2025/11/10

    #Brasil #Trabalho #Precarização #Uberização #PJotização

  24. Mais da metade (56%) dos trabalhadores que se identificam como autônomos ou empreendedores e que já tiveram carteira de trabalho assinada querem voltar a ter todos os direitos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), segundo pesquisa do Instituto Vox Populi.

    Realizada com 3.850 pessoas, presencialmente, em todo o Brasil, entre maio e junho de 2025, a pesquisa O Trabalho no Brasil aponta que os trabalhadores de aplicativos e autônomos relatam ansiedade por rotina de trabalho (55%) e afirmam que o trabalho consome tempo excessivo (58%).

    brasildefato.com.br/2025/11/10

    #Brasil #Trabalho #Precarização #Uberização #PJotização

  25. Mais da metade (56%) dos trabalhadores que se identificam como autônomos ou empreendedores e que já tiveram carteira de trabalho assinada querem voltar a ter todos os direitos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), segundo pesquisa do Instituto Vox Populi.

    Realizada com 3.850 pessoas, presencialmente, em todo o Brasil, entre maio e junho de 2025, a pesquisa O Trabalho no Brasil aponta que os trabalhadores de aplicativos e autônomos relatam ansiedade por rotina de trabalho (55%) e afirmam que o trabalho consome tempo excessivo (58%).

    brasildefato.com.br/2025/11/10

    #Brasil #Trabalho #Precarização #Uberização #PJotização

  26. Mais da metade (56%) dos trabalhadores que se identificam como autônomos ou empreendedores e que já tiveram carteira de trabalho assinada querem voltar a ter todos os direitos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), segundo pesquisa do Instituto Vox Populi.

    Realizada com 3.850 pessoas, presencialmente, em todo o Brasil, entre maio e junho de 2025, a pesquisa O Trabalho no Brasil aponta que os trabalhadores de aplicativos e autônomos relatam ansiedade por rotina de trabalho (55%) e afirmam que o trabalho consome tempo excessivo (58%).

    brasildefato.com.br/2025/11/10

    #Brasil #Trabalho #Precarização #Uberização #PJotização

  27. Mais da metade (56%) dos trabalhadores que se identificam como autônomos ou empreendedores e que já tiveram carteira de trabalho assinada querem voltar a ter todos os direitos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), segundo pesquisa do Instituto Vox Populi.

    Realizada com 3.850 pessoas, presencialmente, em todo o Brasil, entre maio e junho de 2025, a pesquisa O Trabalho no Brasil aponta que os trabalhadores de aplicativos e autônomos relatam ansiedade por rotina de trabalho (55%) e afirmam que o trabalho consome tempo excessivo (58%).

    brasildefato.com.br/2025/11/10

    #Brasil #Trabalho #Precarização #Uberização #PJotização

  28. Mickey 17: O Trabalhador Descartável na Ficção e na Vida Real 🎬

    O novo filme de Bong Joon Ho (de Parasita e Expresso do Amanhã), estrelado por Robert Pattinson, não é só ficção científica. É uma crítica ácida e bem-humorada ao capitalismo, ao imperialismo e à desumanização do trabalho.

    A trama de Mickey Barnes, o tripulante "descartável" que morre e é reimpresso inúmeras vezes, é um espelho cruel para a nossa realidade:

    Precarização: De #uberização à luta contra a escala 6x1, o filme escancara como somos vistos como substituíveis no mercado de trabalho.

    A pergunta: Se você é facilmente substituível, qual o valor real da sua vida?

    O Caminho: Como em Bong Joon Ho, a saída para a exploração está na organização e na revolta contra o sistema.

    Uma reflexão urgente sobre a luta de classes na era da colonização e da precarização!
    averdade.org.br/2025/11/mickey

    #Mickey17 #BongJoonHo #RobertPattinson #Cinema #CriticaSocial #Trabalho #Capitalismo #FiccaoCientifica #MastodonCinema