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Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas
Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.
https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o
O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.
Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
“Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.
Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.
A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.
Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.
Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.
#BethFormaggini #ChicoMendes #Cinema #cinemas #DescolonizaFilmes #documentário #Documentários #EleniraMendes #Empate #filme #Filmes #LorenaOrtiz #LutaDosSeringueiros #SaciFilmes #SérgioDeCarvalho
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Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas
Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.
https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o
O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.
Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
“Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.
Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.
A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.
Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.
Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.
#BethFormaggini #ChicoMendes #Cinema #cinemas #DescolonizaFilmes #documentário #Documentários #EleniraMendes #Empate #filme #Filmes #LorenaOrtiz #LutaDosSeringueiros #SaciFilmes #SérgioDeCarvalho
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Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas
Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.
https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o
O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.
Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
“Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.
Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.
A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.
Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.
Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.
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Longa de Sérgio de Carvalho, ‘Empate’ estreia nos cinemas
Exibido na 22° Mostra de Tiradentes, Empate, novo longa-metragem de Sérgio de Carvalho, conhecido pelo premiado Noites Alienígenas, estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Com produção assinada pela Saci Filmes, longa conta com distribuição pela Descoloniza Filmes e estreias em São Paulo, Fortaleza e Poços de Caldas.
https://www.youtube.com/watch?v=z86lEtwO32o
O filme, que tem como tema o movimento seringueiro no Acre das Décadas de 1970 e 1980, nasceu do encontro entre o diretor e a filha do seringueiro, sindicalista e ativista Chico Mendes, Elenira Mendes que procurou Sérgio na ocasião dos 20 anos da morte do pai, em 1988.
Filmado em parceria com o Comitê Chico Mendes, Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
“Ela gostaria muito de fazer um filme além daquela imagem do herói, aquele Chico inatingível. E conversando com ela, sugeri um filme sobre os companheiros do Chico, como essas pessoas estão 20 anos depois, se a luta valeu a pena e tudo mais. Conseguimos executar quase 10 anos depois. O longa foi filmado justamente quando se completaram 30 anos, em um momento que o Brasil estava passando ali uma turbulência política”, explica o diretor.
Nascido no interior de SP, formado no Rio de Janeiro, e radicado no Acre há mais de 20 anos, Sérgio frequenta a Reserva Extrativista, Chico Mendes, e teve a oportunidade de conhecer os companheiros do Chico, com quem criou laços nesse período. “Sempre pesquisei essa história, porque é uma história muito forte, muito desconhecida no Brasil, e essas pessoas são incríveis. Então, estar sentado com essas figuras sempre é um motivo de estar aprendendo alguma coisa nova, estar escutando a relação que eles têm com a floresta, a capacidade de organização”.
A pesquisa feita por Beth Formaggini, que assina o roteiro com Sérgio, e trouxe sua vasta experiência no gênero, além de ajudar a organizar o material coletado ao longo das pesquisas e filmagens. Já a montagem é assinada por Lorena Ortiz. “A gente encontrou muito do filme na montagem, tinha muitos caminhos que o filme poderia ir, teve muito material que não entrou também. E a Lorena, com a sua sensibilidade, encontrou uma narrativa na montagem do filme. A gente foi entendendo que tinha que ter alguns personagens que conduzissem a história até o conflito principal”.
Empate aborda questões que vêm de anos no Brasil, e refletem até hoje como o país lida com o extrativismo, especialmente durante o governo de Jair Bolsonaro e as consequências desse momento que são enfrentadas até hoje.
Hoje, a reserva extrativista Chico Mendes está passando por diversas ameaças de projetos de leis que querem diminuir o seu tamanho, a invasão de fazendeiros, latifundiários, de outros estados, principalmente de Rondônia, que estão chegando com uma cultura completamente diferente a extrativista, causando choque na reserva, choque cultural e assim provocando desmatamento absurdo, existe um antes da reserva e um pós-reserva depois do Bolsonaro no poder. A situação está bem delicada, bem crítica e junta-se tudo isso ainda à questão das mudanças climáticas. Os moradores da reserva tiveram dificuldade de água, que é uma questão muito inédita quando a gente pensa em Amazônia.
Como diz o diretor, o longa, filmado em 2018, “captura aquele momento que o ovo da serpente estava para eclodir”. “O filme para mim, ele é um chamado à luta. A partir das histórias e memórias desses companheiros que enfrentaram tanta coisa, enfrentaram os latifundiários, um sistema que estava completamente contra eles, a polícia, a política, o poder econômico, e eles existiram, lutaram e avançaram, e a gente vê nesses personagens do filme, esse chamado à luta, chamado à organização o tempo todo. Eu acho que o Empate, além de trazer a história desses companheiros do Chico Mendes, do próprio Chico Mendes, ele nos convida a resistir e lutar, sempre contra o avanço de qualquer forma de opressão”.
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Há quatro dias fiz um publicação sobre um incêndio além-rio. De lá para cá, esse incêndio já foi apagado todas as noites e todos os dias se reacendeu. Ontem estava assim.
Publicação original: https://masto.pt/@ammdias/113120978636266126
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O Território Cara de Mau tem atraído turistas do Brasil e do exterior pelas pizzas saborosas e diferenciadas e pela cenografia fantástica e pelos espetáculos que encantam pessoas de todas as idades
Semanalmente, são apresentados 4 shows. Além dos espetáculos, duas noites especiais: Noite Flashback e Balada Pirata
https://sortimentos.com/pizzaria-tematica-territorio-cara-de-mau-em-gramado-e-porto-alegre/
Conheça: https://divulgacaoturistica.com
#PortoCaradeMau #CaradeMau #TerritórioCaradeMau #PortoAlegre #Gramado #Pizzarias #PizzariaTemática #RodíziodePizzas #Pizzas
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🌕 Nova web story no ar! Descubra a Coletânea da Lua #001, com lindas ilustrações noturnas. Vem conferir os desenhos que celebram as noites de luar. ✨ Acesse: https://bit.ly/3udV6YA #webstory #ilustrações #luar
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Eu vou contando as horas 🕛🕞🕠
E fico ouvindo passos 🐾🙉🐾Quem sabe o fim da história :lt: :lh: :le: 🔚
De mil e uma noites 🧞♂️🕌🌌
De suspense no meu quarto 😱😱😱 ~♪ -
Ooh mah back. Oooh mah back. Oooh. Ooooh. Ouch. Ouch. Ooof. Ow. Ah. Ow.
No I'm alright really. No really. Ow. Ouch. No. Really. Ow.
#oohMyBack #NoItIsOkayNotOkay #Ouch #BadBack #NewBodyPlease #NewBatteries -
Ciclo sagrado da noite concluído.
Primeiro, a janta: um xis bacon (sem ervilhas, por uma questão de princípio). Depois, o café, para dar clareza. Agora, o baseado, para tirar a clareza e trazer a paz.É a trindade do conforto doméstico: gordura, cafeína e fumaça. A fumaça sobe como uma oração de gratidão por dias que terminam e noites que começam devagar.
Agora sim, o universo está em equilíbrio. #RitualNoturno #XisBacon #CafePreto #Baseado #PazDomestica
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Ciclo sagrado da noite concluído.
Primeiro, a janta: um xis bacon (sem ervilhas, por uma questão de princípio). Depois, o café, para dar clareza. Agora, o baseado, para tirar a clareza e trazer a paz.É a trindade do conforto doméstico: gordura, cafeína e fumaça. A fumaça sobe como uma oração de gratidão por dias que terminam e noites que começam devagar.
Agora sim, o universo está em equilíbrio. #RitualNoturno #XisBacon #CafePreto #Baseado #PazDomestica
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Ciclo sagrado da noite concluído.
Primeiro, a janta: um xis bacon (sem ervilhas, por uma questão de princípio). Depois, o café, para dar clareza. Agora, o baseado, para tirar a clareza e trazer a paz.É a trindade do conforto doméstico: gordura, cafeína e fumaça. A fumaça sobe como uma oração de gratidão por dias que terminam e noites que começam devagar.
Agora sim, o universo está em equilíbrio. #RitualNoturno #XisBacon #CafePreto #Baseado #PazDomestica
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Ciclo sagrado da noite concluído.
Primeiro, a janta: um xis bacon (sem ervilhas, por uma questão de princípio). Depois, o café, para dar clareza. Agora, o baseado, para tirar a clareza e trazer a paz.É a trindade do conforto doméstico: gordura, cafeína e fumaça. A fumaça sobe como uma oração de gratidão por dias que terminam e noites que começam devagar.
Agora sim, o universo está em equilíbrio. #RitualNoturno #XisBacon #CafePreto #Baseado #PazDomestica
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Ciclo sagrado da noite concluído.
Primeiro, a janta: um xis bacon (sem ervilhas, por uma questão de princípio). Depois, o café, para dar clareza. Agora, o baseado, para tirar a clareza e trazer a paz.É a trindade do conforto doméstico: gordura, cafeína e fumaça. A fumaça sobe como uma oração de gratidão por dias que terminam e noites que começam devagar.
Agora sim, o universo está em equilíbrio. #RitualNoturno #XisBacon #CafePreto #Baseado #PazDomestica
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"Eu vi brilhar a estrela de um país
No choro de Luiz, à luz de Garanhuns
Sertão onde a pobreza e o pranto
Se dividem para tantos
E a riqueza multiplica para algunsMe vejo nos olhares dos meus filhos
Assombrados e vazios, com o peito em pedaços
Parti atrás do amor e dos meus sonhos
Peguei os meus meninos pelos braços
Brilhou um sol da pátria incessante
Pro destino retirante te levei, Luiz InácioPor ironia, treze noites, treze dias
Me guiou Santa Luzia, São José alumiou
Da esquerda de Deus Pai, da luta sindical
À liderança mundialVi a esperança crescer e o povo seguir sua voz
Revolucionário é saber escolher os seus heróis
Zuzu Angel, Henfil, Wladimir
Que pagaram o preço da raiva
Nós ainda estamos aqui no Brasil de Rubens Paiva" -
O teito é de pedra.
De pedra son os muros
i as tebras.
De pedra o chan
i as reixas.
As portas,
as cadeas,
o aire,
as fenestras,
as olladas,
son de pedra.
Os corazós dos homes
que ao lonxe espreitan,
feitos están
tamén
de pedra.
I eu, morrendo
nesta longa noite
de pedraLonga noite de pedra. Celso Emilio Ferreiro describindo o sentir do vivir nunha dictadura
Non máis noites de pedra, nin aqui nin en ningures..#poesíaGalega #Galiza #antifascismo #memoriahistorica #franquismo
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Podem pôr a música da série dos anos 60 do Batman a tocar sff.😁🦇
A #BibliotecaJoanina da #UniversidadeDeCoimbra e a Biblioteca do #PalácioNacionalDeMafra são únicas no mundo em usar #morcegos na defesa das obras históricas que albergam.
Assim como são únicas a usar "lençóis" de cabedal para proteger a mobília do guano que os guardiões oferecem todas as noites (via entrega aérea) em troca de fazerem controlo de pragas desde o séc.19.#bibliotecas #livros #bats #historia
https://mymodernmet.com/biblioteca-joanina-bats-pest-control/
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"A #RTP2, que em termos de ficção aposta sobretudo em produções europeias, vai estrear amanhã [hoje], 6 de abril, uma comédia americana dos anos 90, intitulada #BrooklynBridge, que vem substituir Os Anos dos Milagres nas noites de domingo.
Um original da CBS, a série foi emitida entre 1991 e 1993, tendo durado duas temporadas, num total de 35 episódios."
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La Salsa Del Pueblo | dj
📍 Sirigaita
📅 quinta-feira, 10 outubro (19:30)
QUI | 10 OUT | 19h30 - 23h
La Salsa Del Pueblo | dj
Contribuição consciente
há jantar! 3* prato veg@rosariowurlitzer [https://www.instagram.com/rosariowurlitzer/] é a líder,
mentora e curadora musical de La Salsa Del Pueblo, o primeiro coletivo cultural
de salsa de Lisboa. Desde 2022, tem aquecido as noites de salsa às
quartas-feiras no bairro dos Anjos, no Bus Paragem Cultural. Os seus DJ sets são
uma homenagem à sua casa, à sua família e ao bairro onde aprendeu a dançar. Para
ela, a salsa é um lugar onde se aprende em comunidade, explorando livremente o
seu legado através de manifestações artísticas como a dança, o cinema, a
literatura, a fotografia e o design gráfico por detrás da parafernália da salsa.
A nossa comunidade está comprometida em dar a conhecer a cultura
latino-americana através da exploração da nossa música afro-antilhana. Porque a
dança pertence ao povo! Aqui vem a Rosario W, nostálgica e transcendente pa'l
pueblo traz u
https://eventos.coletivos.org/event/la-salsa-del-pueblo-or-dj
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Estamos a jogar 'La Perdición de los Reyes Bárbaros' (Other Selves, Harley Stroh, 2016)
No grupo há gente que nunca jogara antes e outra, coma mim, que leva anos sem jogar; mas a primeira partida foi bastante fluida graças ao master e a um inspirado clérigo que acho nos vai dar noites gloriosas.
Falamos por Discord, tinhamos um mapa em Roll20 e a trilha sonora em Watch2Gether.
Longa vida ao rol!!
#rol #rpg #d20 #ClásicosDelMazmorreo #IrmandadesDoDado #discord #roll20 #Watch2Gether
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Estamos a jogar 'La Perdición de los Reyes Bárbaros' (Other Selves, Harley Stroh, 2016)
No grupo há gente que nunca jogara antes e outra, coma mim, que leva anos sem jogar; mas a primeira partida foi bastante fluida graças ao master e a um inspirado clérigo que acho nos vai dar noites gloriosas.
Falamos por Discord, tinhamos um mapa em Roll20 e a trilha sonora em Watch2Gether.
Longa vida ao rol!!
#rol #rpg #d20 #ClásicosDelMazmorreo #IrmandadesDoDado #discord #roll20 #Watch2Gether
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Estamos a jogar 'La Perdición de los Reyes Bárbaros' (Other Selves, Harley Stroh, 2016)
No grupo há gente que nunca jogara antes e outra, coma mim, que leva anos sem jogar; mas a primeira partida foi bastante fluida graças ao master e a um inspirado clérigo que acho nos vai dar noites gloriosas.
Falamos por Discord, tinhamos um mapa em Roll20 e a trilha sonora em Watch2Gether.
Longa vida ao rol!!
#rol #rpg #d20 #ClásicosDelMazmorreo #IrmandadesDoDado #discord #roll20 #Watch2Gether
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Estamos a jogar 'La Perdición de los Reyes Bárbaros' (Other Selves, Harley Stroh, 2016)
No grupo há gente que nunca jogara antes e outra, coma mim, que leva anos sem jogar; mas a primeira partida foi bastante fluida graças ao master e a um inspirado clérigo que acho nos vai dar noites gloriosas.
Falamos por Discord, tinhamos um mapa em Roll20 e a trilha sonora em Watch2Gether.
Longa vida ao rol!!
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Pijama party * Silent disco pelo regresso dos comboios noturnos internacionais!
📍 Estação de Santa Apolónia
📅 Friday, 3 March (21:25)Na sexta-feira, 3 de março, dia de Greve Climática Estudantil, juntamo-nos às
21h25, no Cais 3 da estação de Santa Apolónia, numa (mani)Festa do Pijama /
Silent Disco pelo regresso dos comboios noturnos internacionais!com Dj Geniale Dubriel // Afro - Cumbia - Balkan - Hip Hop
Traz: smartphone com headphones
Dress code: pijamaPorquê?
O Sud Expresso e o Lusitânia, que ligavam Portugal à Europa, saíam de Santa
Apolónia todas as noites às 21h25... até ao 17 de Março de 2020.Foram suspensos no início da pandemia da Covid-19, e Lisboa é agora uma das
únicas capitais europeias sem nenhuma ligação ferroviária internacional.Os comboios noturnos são a alternativa mais ecológica ao avião e aos aeroportos.
São o futuro das viagens internacionais.Queremos poder de novo partir para a Europa de comboio.
Queremos comboios noturnos em vez de voos noturnos.
Queremo
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Pijama party * Silent disco pelo regresso dos comboios noturnos internacionais!
📍 Estação de Santa Apolónia
📅 Friday, 3 February (21:25)Na primeira sexta-feira do mês, às 21h25, no Cais 3 da estação de Santa
Apolónia, juntamo-nos numa (mani)Festa do Pijama (com silent disco) pelo
regresso dos comboios noturnos internacionais!3 de fevereiro: Dj Xitãozinho
Traz: smartphone com headphones
Dress code: pijamaPorquê?
O Sud Expresso e o Lusitânia, que ligavam Portugal à Europa, saíam de Santa
Apolónia todas as noites às 21h25.Foram suspensos no início da pandemia da Covid-19, e ainda não foram repostos.
Lisboa é agora uma das únicas capitais europeias sem nenhuma ligação ferroviária
internacional.Os comboio noturnos são a alternativa mais ecológica ao avião e aos aeroportos.
São o futuro das viagens internacionais.Queremos poder de novo partir para a Europa de comboio.
Queremos comboios noturnos em vez de voos noturnos.
Queremos dançar numa cid
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Termina sexta, dia 9, o financiamento coletivo dos dois primeiros volumes da coleção “Outras Histórias”, quadrinhos poético-filosóficos e primeiras publicações do selo Guilhotina.
Da autoria de Daniel Figueiredo, os livros "Sobre saltos e absurdos e outras histórias" e "Mil e uma noites e outras histórias" podem ser adquiridos individualmente ou em conjunto, com 15% de desconto e frete grátis.