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25 results for “ecoAPM”

  1. Do you have a with ? Please consider contributing to our by running the following:

    system_profiler -json SPAirPortDataType -detailLevel full > wifi-diag.json

    and uploading the file to this GitHub issue: github.com/ecoAPM/WiFiSurveyor

    All data is useful, and feel free to redact any sensitive info. We're specifically looking for readings from environments with or style networks, e.g. multiple APs with the same and frequency.

  2. @ecoAPM I switched from #FakeItEasy to #NSubstitute a few years back because I like the syntax better. Looks like perf is a bit worse, but not enough to justify switching back. I’ll need to check out #Rocks though for sure; I hadn’t heard of that one and it looks like the top contender. For a moment I was curious about Stub too, thinking it was another library I hadn’t heard of 🤣

  3. Corporate :

    @ecoAPM is a 100% based in , NY, focusing on and .

    We have several services available while we're building out our flagship performance management platform, as well as over a dozen free open source tools and libraries in our GitHub org.

    Link in bio, as the kids say, and feel free to follow lead dev @ecoSteve!

  4. Esta temporada en la que compartimos regalitos con amistades y familia es ideal para aplicar algunas estrategias #EcoAmigables.
    Hoy queremos descubrir contigo cómo ahorrar en materiales y reducir los residuos siguiendo la regla de las 3R: #Reducir, #Reutilizar, #Reciclar. Aquí 10 ideas para que puedas envolver tus regalos evitando generar más basura. 💝

    ecotiendalachiwi.com/blogs/vid

  5. Da un paso ecoamigable y solidario: ¡Doná tus tenis para llevar esperanza y ayudar al planeta!

    Da un paso ecoamigable y solidario: ¡Doná tus tenis para llevar esperanza y ayudar al planeta!
    San José, 13 abr (elmundo.cr) – Un paso por el planeta, A step for the planet, es la iniciativa que Everlast Costa Rica está desarrollando en alianza con la Fundación Green Heart y la activista ambiental Lily Cabezas, para concientiza [...]

    #Everlast #FundaciónGreenHeart #Tendencias

    elmundo.cr/tendencias/da-un-pa

  6. Por aquí un poquito de lo que hacemos desde #EcoTienda La Chiwi como empresa social y solidaria 🫶

    Aspiramos a adelantar los Objetivos de #DesarrolloSostenible #ODS
    #3 Salud y bienestar
    #8 Trabajo decente
    #12 Producción y consumo responsable
    apoyando #marcaséticas además de comunidades productoras de #ComercioJusto y #empresariaslocales. 💫

    Consume con consciencia productos para un estilo de vida #slowliving, #holistico y #ecoamigable 🧡
    #PuertoRico

    instagram.com/reel/DATwliyyi0h

  7. Aportan a la industria de la moda desde una alternativa #ecoamigable

    Las estudiantes de la Universidad de #PuertoRico apuestan por la comercialización de sus #biotextiles, pues comparten la inclinación por el desarrollo de alternativas sustentables. Ambas reconocen que su aportación trasciende el campo científico porque presentan un proyecto que puede impactar comunidades enteras.
    #mastodonpr

    pulsoestudiantil.com/aportan-a

  8. Nanoconto - Gritos e Uivos

    Um gato ruivo passa em frente à delegacia. Lá dentro, uma mulher chamada Tristana se liberta das algemas, e todos ficam apavorados ao testemunhar sua transformação em licantropo. Gritos e uivos ecoam pelo lugar.

    Acesse: recantodasletras.com.br/nanoco

    #Nanoconto #licantropo #lobisomem #Gritos #uivos #delegacia #mulher #gato #gatoruivo

  9. Nanoconto - Gritos e Uivos

    Um gato ruivo passa em frente à delegacia. Lá dentro, uma mulher chamada Tristana se liberta das algemas, e todos ficam apavorados ao testemunhar sua transformação em licantropo. Gritos e uivos ecoam pelo lugar.

    Acesse: recantodasletras.com.br/nanoco

    #Nanoconto #licantropo #lobisomem #Gritos #uivos #delegacia #mulher #gato #gatoruivo

  10. White Plastic Sky, a Hungarian-Slovak animated movie, just hit Slovak theatres today. A pretty good #postapo #ScFi #romance / #ecothriller.
    I don't know how they'll manage its international distribution, but if you somehow get a chance, go and see. Maybe it will even appear on some streaming platform after a while.

    #WhitePlasticSky #EcoApocalypse #ClimateCrisis #movie #cinema

  11. Feria Calle, Paseo Gautier Benítez en Caguas desde las 11am hoy domingo 25 de junio!

    Todo reciclado y de segundo uso. #ecoamigable #social #solidario #economiasostenible #EconomiaSocialSolidaria

  12. #dianacionaldosambanacidadedosamba

    #Mangueira "Preto velho, saravá
    Macera folha, casca e erva
    Engarrafa a cura, vem alumiar
    Defuma folha, casca e erva... Saravá
    Negro na marcação do marabaixo

    Firma o corpo no compasso
    Com ladrões e ladainhas que ecoam dos porões
    Ergo e consagro o meu manto
    Às bençãos do espírito santo e são josé de macapá
    Sou gira, batuque e dançadeira (areia)

    A mão de couro do amassador (areia)
    Encantaria de benzedeira que a amazônia negra eternizou
    No barro, fruto e madeira, história viva de pé
    Quilombo, favela e aldeia na fé. "

  13. Tenho visto as estrelas se apagarem…

    Na série Doctor Who o protagonista vai até os momentos finais da existência do Universo atrás da personagem Ashildur (vivida por Maisie Williams), ou Me, como prefere ser chamada, e vemos esse breve diálogo que começa com Me dizendo:

    — Tenho visto as estrelas se apagarem, é lindo…

    — Não! É triste!

    — É ambos. Esse é o seu problema, você não admite que as coisas tem um final.

    É uma das três cenas da série que ecoam em mim com mais frequência porque entendo que a vida é movimento, é transformação, é mutação e, para isso é necessário que as coisas terminem.

    Nós ainda estamos num período de florescimento no Universo, então as estrelas não se apagam, elas explodem espalhando mais possibilidades de transformação e de vida pelo Cosmos.

    Tenho que admitir que é um jeito um tanto exagerado e pretensioso de introduzir o tema desse post: relacionamento.

    Acontece que, da nossa perspectiva humana, as nossas relações são mais importantes que estrelas, aliás, elas são exatamente como estrelas: alimentam e dão sentido à vida e esperamos que sejam eternas.

    No entanto a expectativa de eternidade é irreal. Os relacionamentos que se mantém em movimento, que estão se transformando, são os que mais enriquecem a nossa experiência ao logo do período que existimos. Um relacionamento estável, imutável, se formos manter a soberba comparação com os astros, parece mais com um buraco negro.

    Em tempo: nada contra relacionamentos “buraco negro”. Esse nome é muito injusto para os corpos celestes e mais ainda para as pessoas! Muitas vezes a gente precisa de estabilidade e segurança. E aqui não falando apenas em casamentos, mas em amizades e relações entre crianças e as pessoas que cuidam delas.

    Mas esse post é sobre o fim de um casamento: o que existiu por 40 anos entre Cláudia e eu.

    Foi ela que tomou a iniciativa: “A gente é mais amigo que casal faz muito tempo, acho que a gente deve se separar.”

    Imagino que, principalmente quem nos conhece, deve chegar nesse ponto pensando que “mas se tem amizade! Porque não seguir assim?”. Por isso fiz a longa introdução: porque estava estagnado. Nosso relacionamento não estava nos fazendo nos mover, nos transformar, nem como amigues, nem individualmente.

    Na hora que ela pediu vou confessar que eu estava satisfeito com a estagnação e lamentei; mas, vendo que era mesmo uma decisão bem pensada, somente perguntei como ela queria fazer, se eu devia ir morar em outro lugar.

    Demorei uns dias para perceber a inércia, a baixa entropia, em que estávamos. Muitas vezes a gente não nota, né? Principalmente porque vivemos tempos cansativos e facilmente desejamos a inércia.

    Entropia, a propósito, tem muito a ver com quantidade de possibilidades: quanto maior a entropia, mais dinâmico e diversificado é o ambiente, em uma interpretação livre, claro.

    Continuamos dividindo o mesmo teto até que ambos tenham estabilidade financeira para se manterem sozinhos e para outras coisas serem resolvidas, mas o apartamento é grande e, mantendo a metáfora cósmica, somos mais parecidos com duas estrelas que estiveram compartilhando a órbita por um tempo e agora se afastam lentamente do que com um encontro intenso e turbulento.

    Contamos para bem poucas pessoas e queríamos contar pessoalmente porque as coisas que envolvem histórias de vida exigem a presença física, ou pelo menos uma presença visual. Além disso achávamos que as pessoas se preocupariam com a gente e, falando pessoalmente veriam que estamos mesmo bem, que ninguém brigou com ninguém e que, simplesmente, tem histórias que se transformam de um jeito que a gente acha que acabaram, mas é apenas uma outra história sendo vivida.

    Fiz esse post porque já é hora. Talvez a gente também precisasse de um tempo para saber como contar de um jeito que as pessoas entendessem. Além disso não é segredo e estamos contanto para cada vez mais pessoas, então é melhor contar para todo mundo, mas não para os feudos digitais da Meta, né? Vou mandar esse post para as pessoas, provavelmente colocar o link para ele nos feudos, mas primeiro vai para o Fediverso porque ele é uma rede de pessoas e porque esse site é parte dessa rede e os posts fazem parte dela automaticamente.

    Se você não tem mais meu contato pode mandar email pelo formulário de contato do Meme de Carbono, ou falar comigo no Fediverso: @Roneyb.

    Imagem: Zeta Oph: Runaway Star – Nasa

    #amizade #amor #casamento #relacionamento

  14. 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼, 𝗰𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗶𝗻𝘃𝗶𝗰𝘁𝗮, 𝗱𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝘁𝗮!

    📍 Centro Cultural STOP
    📅 quinta-feira, 25 abril (14:30)

    🔥 STOP À MORTE 𝗱𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝗼 𝗰𝗼𝗺𝗼 𝗖𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗜𝗻𝘃𝗶𝗰𝘁𝗮 🔥 Cidadãos
    e cidadãs, artistas e artesãos, amantes da cultura e da liberdade, uni-vos!
    Ergamos nossas vozes numa clamorosa ode à alma da cidade que amamos e se
    encontra num perigo iminente de apagamento. Nós, filhos e filhas desta urbe
    outrora pulsante, testemunhamos o declínio da essência que sempre a definiu. Um
    Porto que, outrora berço da resistência e da criatividade, hoje se vê submerso
    em oceanos de turismo avassaladores, a estrangular a identidade local sob
    escombros de lucros desmedidos. Testemunhamos a rápida proliferação de hotéis
    luxuosos, que avançam como tumores sobre os bairros históricos, devoram a
    história e expulsam os residentes. Onde antes havia vida e famílias, agora ecoam
    os passos vazios de estrangeiros em busca de experiências estereotipadas,
    continuam alheios à verdadeira essência deste lugar.

    Portugal, oh Portugal, tu que já foste uma casa em revolução, acorda do torpor
    em que te en

    eventos.coletivos.org/event/46

  15. Aqui ou ali pintam artigos falando que a Netflix quer fazer de Wednesday / Wandinha a próxima Stranger Things, o que faz sentido já que foi a estreia em inglês mais assistida na história da Netflix e foi exibida por 341 milhões de horas, seis milhões a mais que a quarta temporada de Stranger Things.

    Realmente é um sucesso comercial impressionante e eu mesmo gostei muito e maratonei.

    Só que essa mania de analisar as coisas pelo “sucesso” é muito falha. Quantas histórias imortais foram fracassos comerciais e depois se fixaram na cultura e no imaginário da nossa civilização? Ou pelo menos permaneceram vivas depois que outros sucessos foram esquecidos? Inclusive Squid Game, também da Netflix, fez mais de 500 milhões de horas na primeira semana, índice que nem Stranger Things atingiu, mas qual série é mais lembrada?

    Claro que é ótimo para a indústria quando as duas coisas acontecem, né? Como foi com Guerra nas Estrelas, por exemplo que, aliás, acho que é um ótimo exemplo. Assim como Buffy, a caça vampiros.

    Acho que Stranger Things se enquadra bem nessa categoria com características que acho difícil Wandinha reunir nas próximas temporadas.

    Então esse post é sobre o que torna uma história inesquecível, empolgante e parte da nossa cultura.

    Um universo a explorar

    O universo de Wandinha é praticamente o mesmo que o nosso, apenas com algumas categorias de pessoas fora do comum para conhecermos. Já em Stranger Things, Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas, Senhor dos Anéis e até Buffy temos realidades a conhecer. Um mundo paralelo em Stranger Things, a ordem Jedi e diversas civilizações em Guerra nas Estrelas, a Federação e mistérios da galáxia em Jornada nas Estrelas, todo um mundo de fantasia que tem até mito de criação em Senhor dos Anéis e até mesmo Buffy tem um mundo real paralelo de monstros, demônios e bruxas para conhecer.

    Muita gente gosta de ter outras realidades para conhecer porque é como se fizéssemos parte delas, como se pudéssemos descansar um pouco da nossa realidade, que parece chata porque já a conhecemos muito bem, e sermos outras pessoas. Vide os fandoms e cossplays (e não tem nada de errado neles). Também podemos refletir um pouco sobre as pessoas que vivem realidades paralelas delirantes como terraplanistas e “teoristas das conspirações”, mas aí já é outra história que envolve dissociação da realidade.

    Seja como for nota-se que realidades alternativas tem um apelo muito forte em boa parte das pessoas.

    Jornadas épicas

    A jornada de Wandinha é um mistério policial. Nada de errado nisso, mas compare com as jornadas das obras que já citei e grande parte das que se tornaram inesquecíveis.

    Stranger Things e Buffy se parecem muito nesse aspecto. A cada temporada algo grande precisa ser salvo, seja a escola, uma invasão sobrenatural que ameaça a cidade ou até a ameaça do fim da humanidade… Aliás, nesse tópico é inevitável lembrar de Doctor Who, que bem… Vez por outra salva o Universo ou até vários Universos, né?

    No entanto a jornada épica se enfraquece sem sacrifício, e por isso trouxe para cá Doctor Who.

    Vou evitar spoilers aqui porque vai que você não viu ainda os de alguma dessas criações épicas.

    O sacrifício não pode ser vão, precisa ser alguém espontaneamente se sacrificando pelo bem maior. Também não serve o sacrifício por uma única pessoa pois isso é amizade ou amor. É lindo, mas não é épico e nos marca de outros jeitos.

    Pode ser uma imagem messiânica que devíamos abandonar, no entanto o impacto simbólico do grupo ou da pessoa que se sacrifica por uma missão de grande importância é forte demais e provavelmente pouca gente fica impassível diante de histórias assim.

    Desenvolvimento das personagens

    Esse é um tópico em que Jornada nas Estrelas, Guerra nas Estrelas e até Senhor dos Anéis não se destacam. Podem até ser considerados bem fracos, mas não é o caso de Stranger Things, Buffy e até Xena, a princesa guerreira (desculpe, não resisti).

    Não darei os detalhes, para evitar spoilers, mas preste atenção na jornada de Nancy e Steve em Stranger Things, da Willow e da Cordélia em Buffy, da Daniele em Xena.

    Personagens em geral se desenvolvem de três jeitos:

    • Vamos conhecendo a história delas, mas não mudam realmente, não amadurecem;
    • Passam por pequenas mudanças se tornando mais independentes, trocando de emprego ou deixando relacionamentos ruins e descobrindo bons relacionamentos;
    • Atravessam verdadeiras jornadas de transformação em que se transformam como uma semente em uma grande árvore.

    Nada errado com esses jeitos e nem esgotei as formas como personagens mudam, mas a última é épica e nos levam àquele tipo de empolgação que nos faz levantar da cadeira e gritar “É isso!!! Você conseguiu!!!”. É ainda mais empolgante quando sentimos que nos transformamos junto com a personagem. Um bom exemplo é Arya Stark, de Game of Thrones, mas também o clubinho todo em torno da Eleven e, à propósito, das crianças de It, do Stephen King,

    Arcos das temporadas

    Teve aquele filme Cocoon, que foi seguido de mais umas duas continuações que… contavam basicamente a mesma história do primeiro.

    O caso de Stranger Things merece um post inteiro, que ainda vou escrever, mas esse é um ponto em que ele é muito forte, então tenho que citar pelo menos por alto.

    Assim como personagens podem se transformar epicamente também as histórias podem cumprir arcos que nos colocam em contato com grandes dimensões das questões humanas.

    Na primeira temporada de Stranger Things estamos descobrindo o senso de coletividade e de amizade. Na segunda estamos encarando o amadurecimento e o desafio do mundo adulto. Na terceira vemos a realidade mais cinza em que bem e mau não são tão claros e, finalmente, na quarta, nos deparamos com a impotência diante de uma realidade muito maior que nós.

    Vou dizer que não consigo pensar em outra série tão forte nesse aspecto. Talvez Fundação, mas o livro, não a série da Apple.

    Pode ser que Wandinha se saia muito bem nisso e acho que é um bom caminho para fazer dela não só um sucesso comercial, mas também cultural e com vida longa. A primeira temporada me parece ser uma iniciação na empatia, algo que realmente a nossa civilização está precisando muito.

    Conclusão: Wandinha é pior que Stranger Things?

    De jeito nenhum! É apenas outro tipo de história que não devia ser comparada a uma jornada épica em vários sentidos. Pode até vir a ser melhor e deixar uma marca longeva, mas a comparação, baseada no sucesso comercial, cria uma expectativa que pode até prejudicar o futuro da série.

    Se assistirmos Wandinha pensando que estamos vendo a sucessora de Stranger Things esperaremos o mesmo tipo de empolgação, de momentos chocantes e passagens que ecoam por anos em nossos sentimentos, o que pode não acontecer gerando decepção.

    Vou confessar que tenho receio da próxima temporada de Wandinha perder totalmente a mão e vir a ser a última, mas não me leve a sério porque sempre tenho esse medo hahahaha!

    O importante é asssistir Wandinha por Wandinha e não comparando a outras obras que não são da mesma categoria.

    Crédito da imagem que ilustra o post

    Imagem que ilustra o post: Wednesday Crosses The Milestone Of 5 Billion Streaming Minutes Twice But Still Lagging Behind Stranger Things Season 4

    https://www.roney.com.br/humanidades/cine_video/wandinha-e-a-nova-stranger-things-soquenao/

    #épico #fantasia #Séries #sobrenatural

  16. Aqui ou ali pintam artigos falando que a Netflix quer fazer de Wednesday / Wandinha a próxima Stranger Things, o que faz sentido já que foi a estreia em inglês mais assistida na história da Netflix e foi exibida por 341 milhões de horas, seis milhões a mais que a quarta temporada de Stranger Things.

    Realmente é um sucesso comercial impressionante e eu mesmo gostei muito e maratonei.

    Só que essa mania de analisar as coisas pelo “sucesso” é muito falha. Quantas histórias imortais foram fracassos comerciais e depois se fixaram na cultura e no imaginário da nossa civilização? Ou pelo menos permaneceram vivas depois que outros sucessos foram esquecidos? Inclusive Squid Game, também da Netflix, fez mais de 500 milhões de horas na primeira semana, índice que nem Stranger Things atingiu, mas qual série é mais lembrada?

    Claro que é ótimo para a indústria quando as duas coisas acontecem, né? Como foi com Guerra nas Estrelas, por exemplo que, aliás, acho que é um ótimo exemplo. Assim como Buffy, a caça vampiros.

    Acho que Stranger Things se enquadra bem nessa categoria com características que acho difícil Wandinha reunir nas próximas temporadas.

    Então esse post é sobre o que torna uma história inesquecível, empolgante e parte da nossa cultura.

    Um universo a explorar

    O universo de Wandinha é praticamente o mesmo que o nosso, apenas com algumas categorias de pessoas fora do comum para conhecermos. Já em Stranger Things, Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas, Senhor dos Anéis e até Buffy temos realidades a conhecer. Um mundo paralelo em Stranger Things, a ordem Jedi e diversas civilizações em Guerra nas Estrelas, a Federação e mistérios da galáxia em Jornada nas Estrelas, todo um mundo de fantasia que tem até mito de criação em Senhor dos Anéis e até mesmo Buffy tem um mundo real paralelo de monstros, demônios e bruxas para conhecer.

    Muita gente gosta de ter outras realidades para conhecer porque é como se fizéssemos parte delas, como se pudéssemos descansar um pouco da nossa realidade, que parece chata porque já a conhecemos muito bem, e sermos outras pessoas. Vide os fandoms e cossplays (e não tem nada de errado neles). Também podemos refletir um pouco sobre as pessoas que vivem realidades paralelas delirantes como terraplanistas e “teoristas das conspirações”, mas aí já é outra história que envolve dissociação da realidade.

    Seja como for nota-se que realidades alternativas tem um apelo muito forte em boa parte das pessoas.

    Jornadas épicas

    A jornada de Wandinha é um mistério policial. Nada de errado nisso, mas compare com as jornadas das obras que já citei e grande parte das que se tornaram inesquecíveis.

    Stranger Things e Buffy se parecem muito nesse aspecto. A cada temporada algo grande precisa ser salvo, seja a escola, uma invasão sobrenatural que ameaça a cidade ou até a ameaça do fim da humanidade… Aliás, nesse tópico é inevitável lembrar de Doctor Who, que bem… Vez por outra salva o Universo ou até vários Universos, né?

    No entanto a jornada épica se enfraquece sem sacrifício, e por isso trouxe para cá Doctor Who.

    Vou evitar spoilers aqui porque vai que você não viu ainda os de alguma dessas criações épicas.

    O sacrifício não pode ser vão, precisa ser alguém espontaneamente se sacrificando pelo bem maior. Também não serve o sacrifício por uma única pessoa pois isso é amizade ou amor. É lindo, mas não é épico e nos marca de outros jeitos.

    Pode ser uma imagem messiânica que devíamos abandonar, no entanto o impacto simbólico do grupo ou da pessoa que se sacrifica por uma missão de grande importância é forte demais e provavelmente pouca gente fica impassível diante de histórias assim.

    Desenvolvimento das personagens

    Esse é um tópico em que Jornada nas Estrelas, Guerra nas Estrelas e até Senhor dos Anéis não se destacam. Podem até ser considerados bem fracos, mas não é o caso de Stranger Things, Buffy e até Xena, a princesa guerreira (desculpe, não resisti).

    Não darei os detalhes, para evitar spoilers, mas preste atenção na jornada de Nancy e Steve em Stranger Things, da Willow e da Cordélia em Buffy, da Daniele em Xena.

    Personagens em geral se desenvolvem de três jeitos:

    • Vamos conhecendo a história delas, mas não mudam realmente, não amadurecem;
    • Passam por pequenas mudanças se tornando mais independentes, trocando de emprego ou deixando relacionamentos ruins e descobrindo bons relacionamentos;
    • Atravessam verdadeiras jornadas de transformação em que se transformam como uma semente em uma grande árvore.

    Nada errado com esses jeitos e nem esgotei as formas como personagens mudam, mas a última é épica e nos levam àquele tipo de empolgação que nos faz levantar da cadeira e gritar “É isso!!! Você conseguiu!!!”. É ainda mais empolgante quando sentimos que nos transformamos junto com a personagem. Um bom exemplo é Arya Stark, de Game of Thrones, mas também o clubinho todo em torno da Eleven e, à propósito, das crianças de It, do Stephen King,

    Arcos das temporadas

    Teve aquele filme Cocoon, que foi seguido de mais umas duas continuações que… contavam basicamente a mesma história do primeiro.

    O caso de Stranger Things merece um post inteiro, que ainda vou escrever, mas esse é um ponto em que ele é muito forte, então tenho que citar pelo menos por alto.

    Assim como personagens podem se transformar epicamente também as histórias podem cumprir arcos que nos colocam em contato com grandes dimensões das questões humanas.

    Na primeira temporada de Stranger Things estamos descobrindo o senso de coletividade e de amizade. Na segunda estamos encarando o amadurecimento e o desafio do mundo adulto. Na terceira vemos a realidade mais cinza em que bem e mau não são tão claros e, finalmente, na quarta, nos deparamos com a impotência diante de uma realidade muito maior que nós.

    Vou dizer que não consigo pensar em outra série tão forte nesse aspecto. Talvez Fundação, mas o livro, não a série da Apple.

    Pode ser que Wandinha se saia muito bem nisso e acho que é um bom caminho para fazer dela não só um sucesso comercial, mas também cultural e com vida longa. A primeira temporada me parece ser uma iniciação na empatia, algo que realmente a nossa civilização está precisando muito.

    Conclusão: Wandinha é pior que Stranger Things?

    De jeito nenhum! É apenas outro tipo de história que não devia ser comparada a uma jornada épica em vários sentidos. Pode até vir a ser melhor e deixar uma marca longeva, mas a comparação, baseada no sucesso comercial, cria uma expectativa que pode até prejudicar o futuro da série.

    Se assistirmos Wandinha pensando que estamos vendo a sucessora de Stranger Things esperaremos o mesmo tipo de empolgação, de momentos chocantes e passagens que ecoam por anos em nossos sentimentos, o que pode não acontecer gerando decepção.

    Vou confessar que tenho receio da próxima temporada de Wandinha perder totalmente a mão e vir a ser a última, mas não me leve a sério porque sempre tenho esse medo hahahaha!

    O importante é asssistir Wandinha por Wandinha e não comparando a outras obras que não são da mesma categoria.

    Crédito da imagem que ilustra o post

    Imagem que ilustra o post: Wednesday Crosses The Milestone Of 5 Billion Streaming Minutes Twice But Still Lagging Behind Stranger Things Season 4

    https://www.roney.com.br/humanidades/cine_video/wandinha-e-a-nova-stranger-things-soquenao/

    #épico #fantasia #Séries #sobrenatural

  17. Aqui ou ali pintam artigos falando que a Netflix quer fazer de Wednesday / Wandinha a próxima Stranger Things, o que faz sentido já que foi a estreia em inglês mais assistida na história da Netflix e foi exibida por 341 milhões de horas, seis milhões a mais que a quarta temporada de Stranger Things.

    Realmente é um sucesso comercial impressionante e eu mesmo gostei muito e maratonei.

    Só que essa mania de analisar as coisas pelo “sucesso” é muito falha. Quantas histórias imortais foram fracassos comerciais e depois se fixaram na cultura e no imaginário da nossa civilização? Ou pelo menos permaneceram vivas depois que outros sucessos foram esquecidos? Inclusive Squid Game, também da Netflix, fez mais de 500 milhões de horas na primeira semana, índice que nem Stranger Things atingiu, mas qual série é mais lembrada?

    Claro que é ótimo para a indústria quando as duas coisas acontecem, né? Como foi com Guerra nas Estrelas, por exemplo que, aliás, acho que é um ótimo exemplo. Assim como Buffy, a caça vampiros.

    Acho que Stranger Things se enquadra bem nessa categoria com características que acho difícil Wandinha reunir nas próximas temporadas.

    Então esse post é sobre o que torna uma história inesquecível, empolgante e parte da nossa cultura.

    Um universo a explorar

    O universo de Wandinha é praticamente o mesmo que o nosso, apenas com algumas categorias de pessoas fora do comum para conhecermos. Já em Stranger Things, Guerra nas Estrelas, Jornada nas Estrelas, Senhor dos Anéis e até Buffy temos realidades a conhecer. Um mundo paralelo em Stranger Things, a ordem Jedi e diversas civilizações em Guerra nas Estrelas, a Federação e mistérios da galáxia em Jornada nas Estrelas, todo um mundo de fantasia que tem até mito de criação em Senhor dos Anéis e até mesmo Buffy tem um mundo real paralelo de monstros, demônios e bruxas para conhecer.

    Muita gente gosta de ter outras realidades para conhecer porque é como se fizéssemos parte delas, como se pudéssemos descansar um pouco da nossa realidade, que parece chata porque já a conhecemos muito bem, e sermos outras pessoas. Vide os fandoms e cossplays (e não tem nada de errado neles). Também podemos refletir um pouco sobre as pessoas que vivem realidades paralelas delirantes como terraplanistas e “teoristas das conspirações”, mas aí já é outra história que envolve dissociação da realidade.

    Seja como for nota-se que realidades alternativas tem um apelo muito forte em boa parte das pessoas.

    Jornadas épicas

    A jornada de Wandinha é um mistério policial. Nada de errado nisso, mas compare com as jornadas das obras que já citei e grande parte das que se tornaram inesquecíveis.

    Stranger Things e Buffy se parecem muito nesse aspecto. A cada temporada algo grande precisa ser salvo, seja a escola, uma invasão sobrenatural que ameaça a cidade ou até a ameaça do fim da humanidade… Aliás, nesse tópico é inevitável lembrar de Doctor Who, que bem… Vez por outra salva o Universo ou até vários Universos, né?

    No entanto a jornada épica se enfraquece sem sacrifício, e por isso trouxe para cá Doctor Who.

    Vou evitar spoilers aqui porque vai que você não viu ainda os de alguma dessas criações épicas.

    O sacrifício não pode ser vão, precisa ser alguém espontaneamente se sacrificando pelo bem maior. Também não serve o sacrifício por uma única pessoa pois isso é amizade ou amor. É lindo, mas não é épico e nos marca de outros jeitos.

    Pode ser uma imagem messiânica que devíamos abandonar, no entanto o impacto simbólico do grupo ou da pessoa que se sacrifica por uma missão de grande importância é forte demais e provavelmente pouca gente fica impassível diante de histórias assim.

    Desenvolvimento das personagens

    Esse é um tópico em que Jornada nas Estrelas, Guerra nas Estrelas e até Senhor dos Anéis não se destacam. Podem até ser considerados bem fracos, mas não é o caso de Stranger Things, Buffy e até Xena, a princesa guerreira (desculpe, não resisti).

    Não darei os detalhes, para evitar spoilers, mas preste atenção na jornada de Nancy e Steve em Stranger Things, da Willow e da Cordélia em Buffy, da Daniele em Xena.

    Personagens em geral se desenvolvem de três jeitos:

    • Vamos conhecendo a história delas, mas não mudam realmente, não amadurecem;
    • Passam por pequenas mudanças se tornando mais independentes, trocando de emprego ou deixando relacionamentos ruins e descobrindo bons relacionamentos;
    • Atravessam verdadeiras jornadas de transformação em que se transformam como uma semente em uma grande árvore.

    Nada errado com esses jeitos e nem esgotei as formas como personagens mudam, mas a última é épica e nos levam àquele tipo de empolgação que nos faz levantar da cadeira e gritar “É isso!!! Você conseguiu!!!”. É ainda mais empolgante quando sentimos que nos transformamos junto com a personagem. Um bom exemplo é Arya Stark, de Game of Thrones, mas também o clubinho todo em torno da Eleven e, à propósito, das crianças de It, do Stephen King,

    Arcos das temporadas

    Teve aquele filme Cocoon, que foi seguido de mais umas duas continuações que… contavam basicamente a mesma história do primeiro.

    O caso de Stranger Things merece um post inteiro, que ainda vou escrever, mas esse é um ponto em que ele é muito forte, então tenho que citar pelo menos por alto.

    Assim como personagens podem se transformar epicamente também as histórias podem cumprir arcos que nos colocam em contato com grandes dimensões das questões humanas.

    Na primeira temporada de Stranger Things estamos descobrindo o senso de coletividade e de amizade. Na segunda estamos encarando o amadurecimento e o desafio do mundo adulto. Na terceira vemos a realidade mais cinza em que bem e mau não são tão claros e, finalmente, na quarta, nos deparamos com a impotência diante de uma realidade muito maior que nós.

    Vou dizer que não consigo pensar em outra série tão forte nesse aspecto. Talvez Fundação, mas o livro, não a série da Apple.

    Pode ser que Wandinha se saia muito bem nisso e acho que é um bom caminho para fazer dela não só um sucesso comercial, mas também cultural e com vida longa. A primeira temporada me parece ser uma iniciação na empatia, algo que realmente a nossa civilização está precisando muito.

    Conclusão: Wandinha é pior que Stranger Things?

    De jeito nenhum! É apenas outro tipo de história que não devia ser comparada a uma jornada épica em vários sentidos. Pode até vir a ser melhor e deixar uma marca longeva, mas a comparação, baseada no sucesso comercial, cria uma expectativa que pode até prejudicar o futuro da série.

    Se assistirmos Wandinha pensando que estamos vendo a sucessora de Stranger Things esperaremos o mesmo tipo de empolgação, de momentos chocantes e passagens que ecoam por anos em nossos sentimentos, o que pode não acontecer gerando decepção.

    Vou confessar que tenho receio da próxima temporada de Wandinha perder totalmente a mão e vir a ser a última, mas não me leve a sério porque sempre tenho esse medo hahahaha!

    O importante é asssistir Wandinha por Wandinha e não comparando a outras obras que não são da mesma categoria.

    Crédito da imagem que ilustra o post

    Imagem que ilustra o post: Wednesday Crosses The Milestone Of 5 Billion Streaming Minutes Twice But Still Lagging Behind Stranger Things Season 4

    https://www.roney.com.br/humanidades/cine_video/wandinha-e-a-nova-stranger-things-soquenao/

    #épico #fantasia #Séries #sobrenatural