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#desporto — Public Fediverse posts

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  1. 🥊 Luvas Solidárias - União no Bairro Horizonte

    Ringue/Skatepark do Bairro Horizonte, sábado, 3 de outubro às 14:00 GMT+1

    No dia 3 de outubro, das 14h às 21h, levamos o Boxe ao coração do Bairro Horizonte.

    O evento "Luvas Solidárias - União no Bairro Horizonte" terá: treino aberto, demonstrações, combates de exibição, conversa sobre a antiga Curraleira, comes e bebes, rifas e ainda um concerto da Maria Reis, atleta da casa que neste dia troca as luvas pelo microfone!

    Este dia não será só sobre celebrar o Boxe. É também sobre comunidade, associativismo, famílias e vizinhança, todos juntos a defender os espaços do bairro, num momento em que o ringue/skatepark, espaço coletivo e de livre acesso, está na iminência de ser demolido por recreação do poder político e económico.

    Tragam as luvas, gente amiga e a força coletiva.

    Agradecemos o apoio de: @boxelisboa @ambhbairrohorizonte @charlieboxingforever @jfpenhafranca

    Pelo Desporto Popular!

    Viva o Bairro Horizonte!

    🎨 Ilustração @andccampos, design @malviver

    eventos.coletivos.org/event/lu

  2. Subida da Rampa do Vale de Santo António 2026!

    Miratense F.C., domingo, 11 de outubro às 10:00 GMT+1

    A Subida da Rampa do Vale de Santo António 2026!

    Vem aí a 17ª Subida da Rampa do Vale de Santo António! A 11 de outubro, voltamos a desafiar a íngreme colina lisboeta já marcada no calendário do ciclismo popular. Na edição de 2026, as bandeiras do Mirantense e do Relâmpago voltam a ser apenas o mote associativo para uma festa de toda a gente.

    Quando, em 2021, os dois clubes retiraram do baú esta prova há muito esquecida, estavam longe de saber o que se tornaria. A Rampa ganhou vida própria e, ao sair das portas da sede, tornou-se algo da rua. Do bairro. Da freguesia. De todos. Como sempre se quis que fosse. A Rampa é do povo, porque o bairro é do povo!

    Numa capital assolada pela crise da habitação, pelo aumento dos preços e por quem tenta dividir os lisboetas, subir a Rampa tem, de ano para ano, um lado simbólico cada vez mais forte. Percurso inclinado e irregular, pleno de desafios, tem convidado gente de todas as origens e idades a subir para uma bicicleta e tentar a sua sorte. Das topo de gama às mais simples, todas aceleram rua acima, recusando ser derrotadas pela gravidade.

    E nenhuma pessoa segue sozinha. Vai levada, colina acima, pela voz e pela força da comunidade, que sai à rua para se fazer ouvir e impedir que alguém fique para trás. Lado a lado, braço com braço, cerraremos fileiras Rampa acima como barricadas do poder popular em defesa da vida de bairro!

    E não esqueçamos o desporto sobre duas rodas. Pode não ter o charme secular do Tour ou o protagonismo da Volta, mas a Rampa já é uma data aguardada por quem gosta de ciclismo. Contrarrelógio exigente, tempera o esforço individual com o ambiente de festa e de coletivo, que partilha triunfos e impede desilusões. Talvez seja essa a chave da sua importância: é a única prova em que, no final, ninguém sente que perde.

    A 11 de outubro, domingo logo pela manhã, enchamos as ruas e repitamos:

    A rua é nossa!

    O bairro é nosso!

    Viva a Rampa!

    Viva o desporto popular!

    Cartaz de @josecostorres

    #RampadoVale

    #MirantenseFC

    #ADRRelampago

    #CiclismoPopular

    #MovimentoAssociativo

    eventos.coletivos.org/event/su