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  1. La puerta apareció en el muro...

    Miró de nuevo. «¿Una puerta? ¿Cuántas me he tomado hoy?», pensó, examinando el espacio y distinguiendo a duras penas las latas de cerveza esparcidas a su alrededor. Intentó levantarse, pero resbaló tres veces. «¡Mierda!» Respiró hondo. «¿Qué me importa la puerta? Ni siquiera tengo la llave».

    De repente, la puerta se abrió; no del todo, solo una rendija por la que se colaba un haz de luz. Se levantó de un salto y echó a correr en dirección opuesta. «Hoy no. Mañana. Hoy no me apetece ir allí, sea donde sea. Por ahora, todavía quiero seguir vivo», pensaba mientras se alejaba, corriendo.

    #trombalazana #τ #β

  2. La puerta apareció en el muro...

    Miró de nuevo. «¿Una puerta? ¿Cuántas me he tomado hoy?», pensó, examinando el espacio y distinguiendo a duras penas las latas de cerveza esparcidas a su alrededor. Intentó levantarse, pero resbaló tres veces. «¡Mierda!» Respiró hondo. «¿Qué me importa la puerta? Ni siquiera tengo la llave».

    De repente, la puerta se abrió; no del todo, solo una rendija por la que se colaba un haz de luz. Se levantó de un salto y echó a correr en dirección opuesta. «Hoy no. Mañana. Hoy no me apetece ir allí, sea donde sea. Por ahora, todavía quiero seguir vivo», pensaba mientras se alejaba, corriendo.

    #trombalazana #τ #β

  3. La puerta apareció en el muro...

    Miró de nuevo. «¿Una puerta? ¿Cuántas me he tomado hoy?», pensó, examinando el espacio y distinguiendo a duras penas las latas de cerveza esparcidas a su alrededor. Intentó levantarse, pero resbaló tres veces. «¡Mierda!» Respiró hondo. «¿Qué me importa la puerta? Ni siquiera tengo la llave».

    De repente, la puerta se abrió; no del todo, solo una rendija por la que se colaba un haz de luz. Se levantó de un salto y echó a correr en dirección opuesta. «Hoy no. Mañana. Hoy no me apetece ir allí, sea donde sea. Por ahora, todavía quiero seguir vivo», pensaba mientras se alejaba, corriendo.

    #trombalazana #τ #β

  4. Abrí la puerta de mi pecho y la dejé entrar, descalza, con los pies manchados de tinta. Me dio un lápiz y me dijo: «Escribe, pero no uses letras; usa latidos.» Así nació un texto que se leía con los ojos cerrados y terminaba cuando el lector se desmayaba de ternura.

    #τ #trombalazana #β

  5. Abrí la puerta de mi pecho y la dejé entrar, descalza, con los pies manchados de tinta. Me dio un lápiz y me dijo: «Escribe, pero no uses letras; usa latidos.» Así nació un texto que se leía con los ojos cerrados y terminaba cuando el lector se desmayaba de ternura.

    #τ #trombalazana #β

  6. Abrí la puerta de mi pecho y la dejé entrar, descalza, con los pies manchados de tinta. Me dio un lápiz y me dijo: «Escribe, pero no uses letras; usa latidos.» Así nació un texto que se leía con los ojos cerrados y terminaba cuando el lector se desmayaba de ternura.

    #τ #trombalazana #β

  7. Abrí la puerta de mi pecho y la dejé entrar, descalza, con los pies manchados de tinta. Me dio un lápiz y me dijo: «Escribe, pero no uses letras; usa latidos.» Así nació un texto que se leía con los ojos cerrados y terminaba cuando el lector se desmayaba de ternura.

    #τ #trombalazana #β

  8. O seu riso era baixo e rouco, envolvendo-me como as voltas de fumo do cigarro que ela deixava arder entre os dedos. «És insaciável», murmurou ela, com a voz dissolvendo-se num gemido.
    Uma coruja gritou algures na noite, um som tão repentino e agudo que poderia ser um aviso ou uma bênção.
    Imóveis, com a respiração ofegante, por um momento estávamos ambos no meio de uma caçada, ouvidos atentos ao perigo. Mas o único perigo era querermos, (nunca) demais afogar-nos no calor do momento.
    #τ #β

  9. O seu riso era baixo e rouco, envolvendo-me como as voltas de fumo do cigarro que ela deixava arder entre os dedos. «És insaciável», murmurou ela, com a voz dissolvendo-se num gemido.
    Uma coruja gritou algures na noite, um som tão repentino e agudo que poderia ser um aviso ou uma bênção.
    Imóveis, com a respiração ofegante, por um momento estávamos ambos no meio de uma caçada, ouvidos atentos ao perigo. Mas o único perigo era querermos, (nunca) demais afogar-nos no calor do momento.
    #τ #β

  10. O seu riso era baixo e rouco, envolvendo-me como as voltas de fumo do cigarro que ela deixava arder entre os dedos. «És insaciável», murmurou ela, com a voz dissolvendo-se num gemido.
    Uma coruja gritou algures na noite, um som tão repentino e agudo que poderia ser um aviso ou uma bênção.
    Imóveis, com a respiração ofegante, por um momento estávamos ambos no meio de uma caçada, ouvidos atentos ao perigo. Mas o único perigo era querermos, (nunca) demais afogar-nos no calor do momento.
    #τ #β

  11. ΕΣΔΟΓΕ: 81 χρόνια από την απελευθέρωση της Αθήνας στις 12 Οκτωβρίου 1944

    «Στις 12 Οκτωβρίου 1944, η Αθήνα λυτρώθηκε από το ναζιστικό εφιάλτη. Μετά από 3,5 εφιαλτικά χρόνια βάρβαρης Κατοχής…
    #Greece #GR #Europe #Europa #EU #greece #απελευθέρωσητηςΑθήνας #Β'ΠαγκόσμιοςΠόλεμος #εθνικήαντίσταση #ΕθνικόΣυμβούλιοΔιεκδίκησηςτωνΟφειλώντηςΓερμανίαςπροςτηνΕλλάδα #Ελλάδα #νεα
    europesays.com/2485180/

  12. Que fizeste das palavras?
    Que contas darás tu dessas vogais
    de um azul tão apaziguado?
    E das consoantes, que lhes dirás,
    ardendo entre o fulgor
    das laranjas e o sol dos cavalos?
    Que lhes dirás, quando
    te perguntarem pelas minúsculas
    sementes que te confiaram?

    Eugénio de Andrade

    #poesia #ler #leituras #Literatura #EugenioDeAndrade #poema
    #τ #trombalazana #β #ß

  13. Que fizeste das palavras?
    Que contas darás tu dessas vogais
    de um azul tão apaziguado?
    E das consoantes, que lhes dirás,
    ardendo entre o fulgor
    das laranjas e o sol dos cavalos?
    Que lhes dirás, quando
    te perguntarem pelas minúsculas
    sementes que te confiaram?

    Eugénio de Andrade

    #poesia #ler #leituras #Literatura #EugenioDeAndrade #poema
    #τ #trombalazana #β #ß

  14. "There is more treasure in books than in all the pirates' loot on Treasure Island."
    – Walt Disney

    #books #writing #reading #quotes
    #τ #trombalazana #β #ß

  15. "There is more treasure in books than in all the pirates' loot on Treasure Island."
    – Walt Disney

    #books #writing #reading #quotes
    #τ #trombalazana #β #ß

  16. O que quer o anarquista? [...] Quer estar livre da influência ou da pressão das ficções sociais; quer ser livre tal qual nasceu e pareceu no mundo, que é como em justiça deve ser; e quer essa liberdade para si e para todos os mais. Nem todos podem ser iguais perante a Natureza [...]. Mas todos podem ser iguais de aí em diante; só as ficções sociais o evitam. Essas ficções sociais é que era preciso destruir.

    Fernando Pessoa "O Banqueiro Anarquista"
    #β #Ler #trombalazana

  17. O que quer o anarquista? [...] Quer estar livre da influência ou da pressão das ficções sociais; quer ser livre tal qual nasceu e pareceu no mundo, que é como em justiça deve ser; e quer essa liberdade para si e para todos os mais. Nem todos podem ser iguais perante a Natureza [...]. Mas todos podem ser iguais de aí em diante; só as ficções sociais o evitam. Essas ficções sociais é que era preciso destruir.

    Fernando Pessoa "O Banqueiro Anarquista"
    #β #Ler #trombalazana

  18. [...]deitado neste mesmo leito há cinco anos.[...] Este lugar é a pior das condenações. Já nem as minhas lembranças me acompanham. Quando eu chamo por elas me ocorrem pedaços rasgados, cacos desencontrados. Eu quero a paz de pertencer a um só lugar, a tranquilidade de não dividir memórias. Ser todo de uma vida. E assim ter a certeza que morro de uma só única vez.[...] Sem chamar morte nem violentar o tempo. Simplesmente deixarmos a alma escapar por uma fresta.

    Mia Couto
    "Falas do velho tuga"
    #β

  19. [...]deitado neste mesmo leito há cinco anos.[...] Este lugar é a pior das condenações. Já nem as minhas lembranças me acompanham. Quando eu chamo por elas me ocorrem pedaços rasgados, cacos desencontrados. Eu quero a paz de pertencer a um só lugar, a tranquilidade de não dividir memórias. Ser todo de uma vida. E assim ter a certeza que morro de uma só única vez.[...] Sem chamar morte nem violentar o tempo. Simplesmente deixarmos a alma escapar por uma fresta.

    Mia Couto
    "Falas do velho tuga"
    #β

  20. Punham-se à espreita das águas a perceber se havia movimentos suspeitos. Quase todos queriam ver monstros. Ninguém se convencia de que os mares eram só para animais de clara ciência. Alguns juravam ter visto cabeças levantadas, feitas de dez olhos e bocas de mil dentes. Monstros oceânicos. Viam o oceano como sangue de cristal. Balanceava diante de nós sinuoso, muito belo, mas carregava-se de perigos e sonhava com afogar-nos a todos.

    A Desumanização - Valter Hugo Mãe

    #ler #trombalazana #β

  21. Punham-se à espreita das águas a perceber se havia movimentos suspeitos. Quase todos queriam ver monstros. Ninguém se convencia de que os mares eram só para animais de clara ciência. Alguns juravam ter visto cabeças levantadas, feitas de dez olhos e bocas de mil dentes. Monstros oceânicos. Viam o oceano como sangue de cristal. Balanceava diante de nós sinuoso, muito belo, mas carregava-se de perigos e sonhava com afogar-nos a todos.

    A Desumanização - Valter Hugo Mãe

    #ler #trombalazana #β

  22. Antes de os anos se dobrarem sobre si próprios como páginas gastas, éramos eternos sonhadores. Daqueles que se encontravam em cafés à meia-noite, quando ainda pairava no ar o aroma floral das colónias femininas mesclado com o do tabaco que ainda se podia fumar nos cafés, e todas as promessas pareciam possíveis debaixo do zumbido dos candeeiros das ruas.
    (...)

    trombalazana.substack.com/p/sp

    #ProsasDoElefante
    #trombalazana #β

  23. Antes de os anos se dobrarem sobre si próprios como páginas gastas, éramos eternos sonhadores. Daqueles que se encontravam em cafés à meia-noite, quando ainda pairava no ar o aroma floral das colónias femininas mesclado com o do tabaco que ainda se podia fumar nos cafés, e todas as promessas pareciam possíveis debaixo do zumbido dos candeeiros das ruas.
    (...)

    trombalazana.substack.com/p/sp

    #ProsasDoElefante
    #trombalazana #β

  24. Antes de os anos se dobrarem sobre si próprios como páginas gastas, éramos eternos sonhadores. Daqueles que se encontravam em cafés à meia-noite, quando ainda pairava no ar o aroma floral das colónias femininas mesclado com o do tabaco que ainda se podia fumar nos cafés, e todas as promessas pareciam possíveis debaixo do zumbido dos candeeiros das ruas.
    (...)

    trombalazana.substack.com/p/sp

    #ProsasDoElefante
    #trombalazana #β

  25. Antes de os anos se dobrarem sobre si próprios como páginas gastas, éramos eternos sonhadores. Daqueles que se encontravam em cafés à meia-noite, quando ainda pairava no ar o aroma floral das colónias femininas mesclado com o do tabaco que ainda se podia fumar nos cafés, e todas as promessas pareciam possíveis debaixo do zumbido dos candeeiros das ruas.
    (...)

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    #ProsasDoElefante
    #trombalazana #β

  26. – Se fosses meu amigo tinhas estado quieto e caladinho.
    – O que é que eu disse de mal?
    – Foste dizer aquela rapariga que eu estava interessado nela.
    – E não estás.
    – Não.
    – Mas disseste que ela era interessante.
    – Interessante é, que eu esteja interessado não. Aprende a diferença.
    – Está bem, abelha!

    #ProsasDoElefante
    #trombalazana #β

  27. – Se fosses meu amigo tinhas estado quieto e caladinho.
    – O que é que eu disse de mal?
    – Foste dizer aquela rapariga que eu estava interessado nela.
    – E não estás.
    – Não.
    – Mas disseste que ela era interessante.
    – Interessante é, que eu esteja interessado não. Aprende a diferença.
    – Está bem, abelha!

    #ProsasDoElefante
    #trombalazana #β

  28. – Não devias ter tratado assim a caixeira.
    – Eu não a maltratei, só a corrigi assertivamente.
    – Ainda assim. Sabes lá o que é a vida dela.
    – E tenho obrigação de saber?
    – Claro. Todas as pessoas têm os seus bons e maus momentos. Por detrás do que vês de cada pessoa há uma história. Tens de interiorizar “sonder”.
    – E quem é esse Sonder? Um dos teus amigos esquisitos?
    – Olha... Lê um livro.

    #ProsasDoElefante
    #trombalazana #β

  29. – Não devias ter tratado assim a caixeira.
    – Eu não a maltratei, só a corrigi assertivamente.
    – Ainda assim. Sabes lá o que é a vida dela.
    – E tenho obrigação de saber?
    – Claro. Todas as pessoas têm os seus bons e maus momentos. Por detrás do que vês de cada pessoa há uma história. Tens de interiorizar “sonder”.
    – E quem é esse Sonder? Um dos teus amigos esquisitos?
    – Olha... Lê um livro.

    #ProsasDoElefante
    #trombalazana #β

  30. Pré-almoços carnívoros.

    – Onde pensas que vais?
    Adão deteve-se, sem dizer coisa alguma.
    – Então?
    – Vou procurar almoço. – Disse, parado com a lança numa mão e o arco na outra.
    – Vê lá se trazes um novo e tenrinho, os últimos eram velhos e tinham a carne muito dura.

    #ProsasDoElefante
    #trombalazana #β

  31. Pré-almoços carnívoros.

    – Onde pensas que vais?
    Adão deteve-se, sem dizer coisa alguma.
    – Então?
    – Vou procurar almoço. – Disse, parado com a lança numa mão e o arco na outra.
    – Vê lá se trazes um novo e tenrinho, os últimos eram velhos e tinham a carne muito dura.

    #ProsasDoElefante
    #trombalazana #β

  32. As Malas

    «―Pare! As nossas malas, as nossas mantas!... P'ra aqui!... Oh Grilo! Oh Grilo!

    Uma imensa rajada levou os nossos brados. Era de novo o descampado tenebroso, sob a chuva despenhada. Jacinto ergueu os punhos, n'um furor que o engasgava:

    ―Oh! Que serviço! Oh que canalhas!... Só em Espanha!... E agora? As malas perdidas!... Nem uma camisa, nem uma escova!»

    Eça de Queirós
    in A Cidade e as Serras [gutenberg.org/ebooks/18220]
    #livros #leituras #ler #literatura #prosa
    #trombalazana #β

  33. As Malas

    «―Pare! As nossas malas, as nossas mantas!... P'ra aqui!... Oh Grilo! Oh Grilo!

    Uma imensa rajada levou os nossos brados. Era de novo o descampado tenebroso, sob a chuva despenhada. Jacinto ergueu os punhos, n'um furor que o engasgava:

    ―Oh! Que serviço! Oh que canalhas!... Só em Espanha!... E agora? As malas perdidas!... Nem uma camisa, nem uma escova!»

    Eça de Queirós
    in A Cidade e as Serras [gutenberg.org/ebooks/18220]
    #livros #leituras #ler #literatura #prosa
    #trombalazana #β

  34. As Malas

    «―Pare! As nossas malas, as nossas mantas!... P'ra aqui!... Oh Grilo! Oh Grilo!

    Uma imensa rajada levou os nossos brados. Era de novo o descampado tenebroso, sob a chuva despenhada. Jacinto ergueu os punhos, n'um furor que o engasgava:

    ―Oh! Que serviço! Oh que canalhas!... Só em Espanha!... E agora? As malas perdidas!... Nem uma camisa, nem uma escova!»

    Eça de Queirós
    in A Cidade e as Serras [gutenberg.org/ebooks/18220]
    #livros #leituras #ler #literatura #prosa
    #trombalazana #β

  35. As Malas

    «―Pare! As nossas malas, as nossas mantas!... P'ra aqui!... Oh Grilo! Oh Grilo!

    Uma imensa rajada levou os nossos brados. Era de novo o descampado tenebroso, sob a chuva despenhada. Jacinto ergueu os punhos, n'um furor que o engasgava:

    ―Oh! Que serviço! Oh que canalhas!... Só em Espanha!... E agora? As malas perdidas!... Nem uma camisa, nem uma escova!»

    Eça de Queirós
    in A Cidade e as Serras [gutenberg.org/ebooks/18220]
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    #trombalazana #β

  36. A Sílaba

    Toda a manhã procurei uma sílaba.

    É pouca coisa, é certo: uma vogal,
    uma consoante, quase nada.

    Mas faz-me falta. Só eu sei
    a falta que me faz.

    Por isso a procurava com obstinação.

    Só ela me podia defender
    do frio de janeiro, da estiagem
    do verão. Uma sílaba.

    Uma única sílaba.
    A salvação.

    Eugénio de Andrade

    #poesia #poema #ler #leituras #literatura #EugenioDeAndrade
    #trombalazana #β

  37. A Sílaba

    Toda a manhã procurei uma sílaba.

    É pouca coisa, é certo: uma vogal,
    uma consoante, quase nada.

    Mas faz-me falta. Só eu sei
    a falta que me faz.

    Por isso a procurava com obstinação.

    Só ela me podia defender
    do frio de janeiro, da estiagem
    do verão. Uma sílaba.

    Uma única sílaba.
    A salvação.

    Eugénio de Andrade

    #poesia #poema #ler #leituras #literatura #EugenioDeAndrade
    #trombalazana #β

  38. Acabou o Outono
    acendem-se as lareiras
    o crepitar da lenha
    a ondulação das chamas
    aquecem-nos as mãos.

    Yvette Centeno

    #poesia #ler #leituras #livros #literatura #YvetteCenteno
    #trombalazana #β

  39. Acabou o Outono
    acendem-se as lareiras
    o crepitar da lenha
    a ondulação das chamas
    aquecem-nos as mãos.

    Yvette Centeno

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    #trombalazana #β

  40. «A leitura é o ginásio do escritor. Se passamos demasiado tempo a ler noutra língua, não há como evitar que ela polua a forma como escrevemos português»

    «A escrita abre tantos mundos que é fácil perguntar. Para quê uma estrada quando há livros? Mas de vez quando uma mulher também quer estrada. E eu, que tanto aproveito as viagens para escrever, nunca aproveito para escrever sobre viagens.»

    #livros #leituras #ler #literatura
    #trombalazana #β

    comunidadeculturaearte.com/ent

  41. «A leitura é o ginásio do escritor. Se passamos demasiado tempo a ler noutra língua, não há como evitar que ela polua a forma como escrevemos português»

    «A escrita abre tantos mundos que é fácil perguntar. Para quê uma estrada quando há livros? Mas de vez quando uma mulher também quer estrada. E eu, que tanto aproveito as viagens para escrever, nunca aproveito para escrever sobre viagens.»

    #livros #leituras #ler #literatura
    #trombalazana #β

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  42. Sentada, de costas para mim, olhas
    esse ponto em que todos os sonhos
    se concentram; e a serenidade envolve-te
    com o seu lençol efémero, para que
    não penses em mais nada.

    Nuno Júdice

    #livros #leituras #ler #literatura #NunoJúdice #poesia
    #trombalazana #β