#repressaopolitica — Public Fediverse posts
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Lista inédita de militares da inteligência do Exército aponta novos torturadores
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Operações militares da ditadura para assassinar opositores custaram cerca de R$ 1 mi
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Estupro, roubos, assassinatos: Os crimes da ditadura escondidos por Cyro Etchegoyen
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Acervo de 300 caixas de documentos sobre a Ditadura é retirado do Dops e destinado ao Arquivo do Estado do RJ
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Sociedade civil luta para centro de tortura da ditadura se tornar local de memória em SP
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https://archive.org/details/combater-duas-vezes
Combater duas vezes: Mulheres na luta armada em Angola by Margarida Paredes
Topics
#Angola, #MPLA, #impérioportuguês, #colonialismoportuguês, #MovimentoPopulardeLibertaçãodeAngola, #guerradaindependênciadeAngola, #guerracivilAngolana, #descolonização, #históriadaÁfrica, #revolução, #anticolonialismo, #lutaarmada, #políticadeAngola, #históriadeAngola, #UNITA, #UniãoNacionalparaaIndependênciaTotaldeAngola, #FNLA, #FrenteNacionaldeLibertaçãodeAngola, #FAPLA, #ForçasArmadasPopularesdeLibertaçãodeAngola, #repressãopolítica, #feminismo, #patriarcado, #libertaçãodasmulheres, #estudosdegêneroA história contemporânea de Angola é inseparável das guerras e conflitos que duraram entre 1961 e 2002, incluindo as Lutas de Libertação nacional e a Guerra Civil após a independência. Um dos aspetos mais marcantes destas guerras foi a participação das mulheres como combatentes.
Num contexto social de dominação masculina, esta participação nem sempre significou, para estas mulheres, maior visibilidade, e a verdade é que, depois das guerras, muitas foram esquecidas. No entanto, não há como negar que a participação das mulheres na Luta Armada reforçou a luta pela emancipação feminina e igualdade de género, já que elas assumiram papéis que lhes estavam interditos anteriormente. -
https://archive.org/details/combater-duas-vezes
Combater duas vezes: Mulheres na luta armada em Angola by Margarida Paredes
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Num contexto social de dominação masculina, esta participação nem sempre significou, para estas mulheres, maior visibilidade, e a verdade é que, depois das guerras, muitas foram esquecidas. No entanto, não há como negar que a participação das mulheres na Luta Armada reforçou a luta pela emancipação feminina e igualdade de género, já que elas assumiram papéis que lhes estavam interditos anteriormente. -
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Combater duas vezes: Mulheres na luta armada em Angola by Margarida Paredes
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#Angola, #MPLA, #impérioportuguês, #colonialismoportuguês, #MovimentoPopulardeLibertaçãodeAngola, #guerradaindependênciadeAngola, #guerracivilAngolana, #descolonização, #históriadaÁfrica, #revolução, #anticolonialismo, #lutaarmada, #políticadeAngola, #históriadeAngola, #UNITA, #UniãoNacionalparaaIndependênciaTotaldeAngola, #FNLA, #FrenteNacionaldeLibertaçãodeAngola, #FAPLA, #ForçasArmadasPopularesdeLibertaçãodeAngola, #repressãopolítica, #feminismo, #patriarcado, #libertaçãodasmulheres, #estudosdegêneroA história contemporânea de Angola é inseparável das guerras e conflitos que duraram entre 1961 e 2002, incluindo as Lutas de Libertação nacional e a Guerra Civil após a independência. Um dos aspetos mais marcantes destas guerras foi a participação das mulheres como combatentes.
Num contexto social de dominação masculina, esta participação nem sempre significou, para estas mulheres, maior visibilidade, e a verdade é que, depois das guerras, muitas foram esquecidas. No entanto, não há como negar que a participação das mulheres na Luta Armada reforçou a luta pela emancipação feminina e igualdade de género, já que elas assumiram papéis que lhes estavam interditos anteriormente. -
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Combater duas vezes: Mulheres na luta armada em Angola by Margarida Paredes
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#Angola, #MPLA, #impérioportuguês, #colonialismoportuguês, #MovimentoPopulardeLibertaçãodeAngola, #guerradaindependênciadeAngola, #guerracivilAngolana, #descolonização, #históriadaÁfrica, #revolução, #anticolonialismo, #lutaarmada, #políticadeAngola, #históriadeAngola, #UNITA, #UniãoNacionalparaaIndependênciaTotaldeAngola, #FNLA, #FrenteNacionaldeLibertaçãodeAngola, #FAPLA, #ForçasArmadasPopularesdeLibertaçãodeAngola, #repressãopolítica, #feminismo, #patriarcado, #libertaçãodasmulheres, #estudosdegêneroA história contemporânea de Angola é inseparável das guerras e conflitos que duraram entre 1961 e 2002, incluindo as Lutas de Libertação nacional e a Guerra Civil após a independência. Um dos aspetos mais marcantes destas guerras foi a participação das mulheres como combatentes.
Num contexto social de dominação masculina, esta participação nem sempre significou, para estas mulheres, maior visibilidade, e a verdade é que, depois das guerras, muitas foram esquecidas. No entanto, não há como negar que a participação das mulheres na Luta Armada reforçou a luta pela emancipação feminina e igualdade de género, já que elas assumiram papéis que lhes estavam interditos anteriormente. -
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Combater duas vezes: Mulheres na luta armada em Angola by Margarida Paredes
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#Angola, #MPLA, #impérioportuguês, #colonialismoportuguês, #MovimentoPopulardeLibertaçãodeAngola, #guerradaindependênciadeAngola, #guerracivilAngolana, #descolonização, #históriadaÁfrica, #revolução, #anticolonialismo, #lutaarmada, #políticadeAngola, #históriadeAngola, #UNITA, #UniãoNacionalparaaIndependênciaTotaldeAngola, #FNLA, #FrenteNacionaldeLibertaçãodeAngola, #FAPLA, #ForçasArmadasPopularesdeLibertaçãodeAngola, #repressãopolítica, #feminismo, #patriarcado, #libertaçãodasmulheres, #estudosdegêneroA história contemporânea de Angola é inseparável das guerras e conflitos que duraram entre 1961 e 2002, incluindo as Lutas de Libertação nacional e a Guerra Civil após a independência. Um dos aspetos mais marcantes destas guerras foi a participação das mulheres como combatentes.
Num contexto social de dominação masculina, esta participação nem sempre significou, para estas mulheres, maior visibilidade, e a verdade é que, depois das guerras, muitas foram esquecidas. No entanto, não há como negar que a participação das mulheres na Luta Armada reforçou a luta pela emancipação feminina e igualdade de género, já que elas assumiram papéis que lhes estavam interditos anteriormente. -
https://archive.org/details/extrema-esquerda
O Fim da Extrema-Esquerda em Angola : Como o MPLA Dizimou os Comités Amílcar Cabral e a OCA (1974-1980) by Leonor Figueiredo; Jean-Michel Mabeko-Tali
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#MPLA, #Angola, #MovimentoPopulardeLibertaçãodeAngola, #socialismo, #esquerdismo, #políticadeAngola, #históriapolítica, #colonialismo, #repressãopolítica, #políticadaÁfrica, #anticolonialismo, #anos70, #OrganizaçãoComunistadeAngola, #OCA, #ComitésAmílcarCabral, #CACUm contributo para o entendimento das lutas políticas que caracterizaram o pós-25 de Abril de 1974, em Angola, Com mais de 30 testemunhos dramáticos de tortura recolhidos em Angola e Portugal.