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#paulkircher — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #paulkircher, aggregated by home.social.

  1. Thomas Cailley – „Animalia“ (2023)

    Wenn Körper nicht als Träger von Identität, nicht als deren stabile Hülle, sondern als laufende Mutation, als soziale Störung, als politisches Risiko behandelt werden, dann droht ein Horrorfilm. Doch Thomas Cailley baut daraus kein klassisches Monsterkino, sondern ein hybrides Coming-of-Age im Nebel der nahen Zukunft, in der die Grenzen zwischen Mensch und Tier nicht mehr metaphorisch sind, sondern medizinischer Befund, Verwaltungsakt und familiärer Ausnahmezustand zugleich. Das ist wüst, modern und ziemlich spannend. Mit Romain Duris, Adèle Exarchopoulos und Paul Kircher. (ARD, Neu!)

    Zum Blog: nexxtpress.de/mediathekperlen/
  2. Thomas Cailley – „Animalia“ (2023)

    Wenn Körper nicht als Träger von Identität, nicht als deren stabile Hülle, sondern als laufende Mutation, als soziale Störung, als politisches Risiko behandelt werden, dann droht ein Horrorfilm. Doch Thomas Cailley baut daraus kein klassisches Monsterkino, sondern ein hybrides Coming-of-Age im Nebel der nahen Zukunft, in der die Grenzen zwischen Mensch und Tier nicht mehr metaphorisch sind, sondern medizinischer Befund, Verwaltungsakt und familiärer Ausnahmezustand zugleich. Das ist wüst, modern und ziemlich spannend. Mit Romain Duris, Adèle Exarchopoulos und Paul Kircher. (ARD, Neu!)

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  3. Thomas Cailley – „Animalia“ (2023)

    Wenn Körper nicht als Träger von Identität, nicht als deren stabile Hülle, sondern als laufende Mutation, als soziale Störung, als politisches Risiko behandelt werden, dann droht ein Horrorfilm. Doch Thomas Cailley baut daraus kein klassisches Monsterkino, sondern ein hybrides Coming-of-Age im Nebel der nahen Zukunft, in der die Grenzen zwischen Mensch und Tier nicht mehr metaphorisch sind, sondern medizinischer Befund, Verwaltungsakt und familiärer Ausnahmezustand zugleich. Das ist wüst, modern und ziemlich spannend. Mit Romain Duris, Adèle Exarchopoulos und Paul Kircher. (ARD, Neu!)

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  4. Thomas Cailley – „Animalia“ (2023)

    Wenn Körper nicht als Träger von Identität, nicht als deren stabile Hülle, sondern als laufende Mutation, als soziale Störung, als politisches Risiko behandelt werden, dann droht ein Horrorfilm. Doch Thomas Cailley baut daraus kein klassisches Monsterkino, sondern ein hybrides Coming-of-Age im Nebel der nahen Zukunft, in der die Grenzen zwischen Mensch und Tier nicht mehr metaphorisch sind, sondern medizinischer Befund, Verwaltungsakt und familiärer Ausnahmezustand zugleich. Das ist wüst, modern und ziemlich spannend. Mit Romain Duris, Adèle Exarchopoulos und Paul Kircher. (ARD, Neu!)

    Zum Blog: nexxtpress.de/mediathekperlen/
  5. Thomas Cailley – „Animalia“ (2023)

    Wenn Körper nicht als Träger von Identität, nicht als deren stabile Hülle, sondern als laufende Mutation, als soziale Störung, als politisches Risiko behandelt werden, dann droht ein Horrorfilm. Doch Thomas Cailley baut daraus kein klassisches Monsterkino, sondern ein hybrides Coming-of-Age im Nebel der nahen Zukunft, in der die Grenzen zwischen Mensch und Tier nicht mehr metaphorisch sind, sondern medizinischer Befund, Verwaltungsakt und familiärer Ausnahmezustand zugleich. Das ist wüst, modern und ziemlich spannend. Mit Romain Duris, Adèle Exarchopoulos und Paul Kircher. (ARD, Neu!)

    Zum Blog: nexxtpress.de/mediathekperlen/
  6. Okay, der Underground-Comic DOPE RIDER von Paul Kircher ist schon mal die erste Entdeckung für mich in diesem Buch. Ich habe keine Ahnung, wieso Kircher es in diesen Kunstband geschafft hat ohne SF-Cover-Illus, ist aber egal, weil:

    Cowboy-Skelett, das auf allem Möööglichen reitet!

    Den Geist der 70er kann man ihm nicht absprechen. Hier ein Blog des Künstlers persönlich zum Thema, mit Comicseiten zur ersten Erkundung:

    thedoperider.blogspot.com/

    #PaulKircher #Comics

  7. Com distribuição da Pandora Filmes, o filme Inverno em Paris estreia nesta quinta-feira, 10 de outubro, nos cinemas. Em Inverno em Paris, novo longa-metragem do diretor francês Christophe Honoré, um jovem de 17 anos enfrenta a perda inesperada de seu pai. Assim, ele parte para Paris, iniciando um processo de autodescoberta. Indicado a três categorias no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián (2022), o drama estreia nos cinemas das seguintes cidades: São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Florianópolis, Brasília, Recife, João Pessoa, Vitória, Ribeirão Preto (SP), Aracaju, Maceió, São José dos Campos (SP), Manaus e Santos. O longa chega ao Rio de Janeiro e Niterói (RJ) no próximo dia 17.

    Inverno em Paris (Foto: Jean Louis Fernandez/Pandora Filmes, cortesia)

    Paul Kircher interpreta o jovem Lucas, que está no último ano de internato quando recebe uma notícia devastadora de sua mãe (Juliette Binoche): seu pai morreu em um acidente. Com o mundo desmoronando ao seu redor, Lucas busca apoio em seu meio-irmão, Quentin (Vincent Lacoste), que vem de Paris para o funeral. Quentin então lhe propõe passar uma semana em sua casa na capital francesa. Lucas aceita o convite e embarca em uma jornada de autoconhecimento, amor e esperança.

    https://www.youtube.com/watch?v=oVbcd8JMxEM

    Indicado ao prêmio César de Melhor Ator Revelação por seu papel como Lucas em Inverno em Paris e ganhador do Prêmio Marcello Mastroianni de melhor revelação no Festival de Veneza (2024), Paul Kircher se destaca neste drama, ao lado de Juliette Binoche, que já acumula mais de 40 prêmios ao longo de sua carreira consagrada no cinema. Vincent Lacoste também contribui significativamente para o elenco, conhecido por seu trabalho em filmes como Ilusões Perdidas (2021) e tendo uma parceria de longa data com Christophe Honoré, protagonizando três outros filmes do diretor.

    Inverno em Paris (Foto: Jean Louis Fernandez/Pandora Filmes, cortesia)

    Honoré comenta sobre a escolha do protagonista: “Vimos quase 300 jovens. Sua sensibilidade (de Kircher) é realmente comovente (…) nós nos afeiçoamos muito um ao outro, e esse afeto foi uma fonte inesgotável de energia, alegria e confiança para nós dois”. O diretor também rasga elogios à Binoche, que já havia o rejeitado anteriormente em outra oportunidade: “Eu estava sonhando com isso (trabalhar com Juliette Binoche) há muito tempo. Procurei Juliette para um papel em um projeto anterior, mas ela recusou. Fico feliz que Juliette tenha dito “sim” para a personagem Isabelle”. Ele continua: “Ela trouxe um toque humano e uma profundidade que foram essenciais para o filme. Fiquei realmente impressionado com a força de seu desempenho e com sua paixão pelo cinema, que era palpável a cada passo do caminho”.

    Para além das atuações brilhantes, Christophe Honoré é um diretor reconhecido internacionalmente por seus longas anteriores como Canções de Amor (2007), estrelado por Louis Garrel e exibido na competição oficial de Cannes naquele ano, e A Bela Junie (2008), estrelado por Léa Seydoux. Seu filme Conquistar, Amar e Viver Intensamente (2018) também esteve em competição no Festival de Cannes e recebeu o Prêmio Louis Delluc. Em 2019, Chiara Mastroianni conquistou o prêmio de interpretação na seção Un Certain Regard, por sua atuação em Quarto 212 (2019).

    Inverno em Paris é uma obra delicada e, ao mesmo tempo, visceral, que explora as complexidades da juventude e das relações familiares. A narrativa de Christophe Honoré mergulha nas emoções caóticas e imprevisíveis do adolescente; nas palavras do próprio diretor: “Fiz o meu melhor para ser leal ao adolescente que fui e às emoções que ele sentia (…) usando a escrita e a direção para resgatar sua natureza caótica, avassaladora e imprevisível”.

    O filme captura esse turbilhão emocional com sensibilidade, mostrando que, mesmo quando tudo parece desmoronar, as conexões humanas — e o amor — podem emergir nos momentos mais sombrios. Por isso, o diretor conclui: “Acredito que o filme é, antes de tudo, uma história de amor. Não um melodrama, mas uma obra que almeja o amor”.

    Inverno em Paris é um lançamento da Pandora Filmes.

    https://mauricioaraya.com/2024/10/10/estrelado-por-paul-kircher-e-juliette-binoche-inverno-em-paris-estreia-nos-cinemas/

    #Aracaju #BeloHorizonte #Brasília #ChiaraMastroianni #ChristopheHonoré #Cinema #cinemas #filme #Filmes #Florianópolis #InvernoEmParis #JoãoPessoa #JulietteBinoche #LéaSeydoux #Maceió #Manaus #Niterói #PandoraFilmes #PaulKircher #PortoAlegre #Recife #RibeirãoPreto #RioDeJaneiro #Salvador #Santos #SãoJoséDosCampos #SãoPaulo #VincentLacoste #Vitória

  8. Com distribuição da Pandora Filmes, o filme Inverno em Paris estreia nesta quinta-feira, 10 de outubro, nos cinemas. Em Inverno em Paris, novo longa-metragem do diretor francês Christophe Honoré, um jovem de 17 anos enfrenta a perda inesperada de seu pai. Assim, ele parte para Paris, iniciando um processo de autodescoberta. Indicado a três categorias no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián (2022), o drama estreia nos cinemas das seguintes cidades: São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Florianópolis, Brasília, Recife, João Pessoa, Vitória, Ribeirão Preto (SP), Aracaju, Maceió, São José dos Campos (SP), Manaus e Santos. O longa chega ao Rio de Janeiro e Niterói (RJ) no próximo dia 17.

    Inverno em Paris (Foto: Jean Louis Fernandez/Pandora Filmes, cortesia)

    Paul Kircher interpreta o jovem Lucas, que está no último ano de internato quando recebe uma notícia devastadora de sua mãe (Juliette Binoche): seu pai morreu em um acidente. Com o mundo desmoronando ao seu redor, Lucas busca apoio em seu meio-irmão, Quentin (Vincent Lacoste), que vem de Paris para o funeral. Quentin então lhe propõe passar uma semana em sua casa na capital francesa. Lucas aceita o convite e embarca em uma jornada de autoconhecimento, amor e esperança.

    https://www.youtube.com/watch?v=oVbcd8JMxEM

    Indicado ao prêmio César de Melhor Ator Revelação por seu papel como Lucas em Inverno em Paris e ganhador do Prêmio Marcello Mastroianni de melhor revelação no Festival de Veneza (2024), Paul Kircher se destaca neste drama, ao lado de Juliette Binoche, que já acumula mais de 40 prêmios ao longo de sua carreira consagrada no cinema. Vincent Lacoste também contribui significativamente para o elenco, conhecido por seu trabalho em filmes como Ilusões Perdidas (2021) e tendo uma parceria de longa data com Christophe Honoré, protagonizando três outros filmes do diretor.

    Inverno em Paris (Foto: Jean Louis Fernandez/Pandora Filmes, cortesia)

    Honoré comenta sobre a escolha do protagonista: “Vimos quase 300 jovens. Sua sensibilidade (de Kircher) é realmente comovente (…) nós nos afeiçoamos muito um ao outro, e esse afeto foi uma fonte inesgotável de energia, alegria e confiança para nós dois”. O diretor também rasga elogios à Binoche, que já havia o rejeitado anteriormente em outra oportunidade: “Eu estava sonhando com isso (trabalhar com Juliette Binoche) há muito tempo. Procurei Juliette para um papel em um projeto anterior, mas ela recusou. Fico feliz que Juliette tenha dito “sim” para a personagem Isabelle”. Ele continua: “Ela trouxe um toque humano e uma profundidade que foram essenciais para o filme. Fiquei realmente impressionado com a força de seu desempenho e com sua paixão pelo cinema, que era palpável a cada passo do caminho”.

    Para além das atuações brilhantes, Christophe Honoré é um diretor reconhecido internacionalmente por seus longas anteriores como Canções de Amor (2007), estrelado por Louis Garrel e exibido na competição oficial de Cannes naquele ano, e A Bela Junie (2008), estrelado por Léa Seydoux. Seu filme Conquistar, Amar e Viver Intensamente (2018) também esteve em competição no Festival de Cannes e recebeu o Prêmio Louis Delluc. Em 2019, Chiara Mastroianni conquistou o prêmio de interpretação na seção Un Certain Regard, por sua atuação em Quarto 212 (2019).

    Inverno em Paris é uma obra delicada e, ao mesmo tempo, visceral, que explora as complexidades da juventude e das relações familiares. A narrativa de Christophe Honoré mergulha nas emoções caóticas e imprevisíveis do adolescente; nas palavras do próprio diretor: “Fiz o meu melhor para ser leal ao adolescente que fui e às emoções que ele sentia (…) usando a escrita e a direção para resgatar sua natureza caótica, avassaladora e imprevisível”.

    O filme captura esse turbilhão emocional com sensibilidade, mostrando que, mesmo quando tudo parece desmoronar, as conexões humanas — e o amor — podem emergir nos momentos mais sombrios. Por isso, o diretor conclui: “Acredito que o filme é, antes de tudo, uma história de amor. Não um melodrama, mas uma obra que almeja o amor”.

    Inverno em Paris é um lançamento da Pandora Filmes.

    https://mauricioaraya.com/2024/10/10/estrelado-por-paul-kircher-e-juliette-binoche-inverno-em-paris-estreia-nos-cinemas/

    #Aracaju #BeloHorizonte #Brasília #ChiaraMastroianni #ChristopheHonoré #Cinema #cinemas #filme #Filmes #Florianópolis #InvernoEmParis #JoãoPessoa #JulietteBinoche #LéaSeydoux #Maceió #Manaus #Niterói #PandoraFilmes #PaulKircher #PortoAlegre #Recife #RibeirãoPreto #RioDeJaneiro #Salvador #Santos #SãoJoséDosCampos #SãoPaulo #VincentLacoste #Vitória

  9. Com distribuição da Pandora Filmes, o filme Inverno em Paris estreia nesta quinta-feira, 10 de outubro, nos cinemas. Em Inverno em Paris, novo longa-metragem do diretor francês Christophe Honoré, um jovem de 17 anos enfrenta a perda inesperada de seu pai. Assim, ele parte para Paris, iniciando um processo de autodescoberta. Indicado a três categorias no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián (2022), o drama estreia nos cinemas das seguintes cidades: São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Florianópolis, Brasília, Recife, João Pessoa, Vitória, Ribeirão Preto (SP), Aracaju, Maceió, São José dos Campos (SP), Manaus e Santos. O longa chega ao Rio de Janeiro e Niterói (RJ) no próximo dia 17.

    Inverno em Paris (Foto: Jean Louis Fernandez/Pandora Filmes, cortesia)

    Paul Kircher interpreta o jovem Lucas, que está no último ano de internato quando recebe uma notícia devastadora de sua mãe (Juliette Binoche): seu pai morreu em um acidente. Com o mundo desmoronando ao seu redor, Lucas busca apoio em seu meio-irmão, Quentin (Vincent Lacoste), que vem de Paris para o funeral. Quentin então lhe propõe passar uma semana em sua casa na capital francesa. Lucas aceita o convite e embarca em uma jornada de autoconhecimento, amor e esperança.

    https://www.youtube.com/watch?v=oVbcd8JMxEM

    Indicado ao prêmio César de Melhor Ator Revelação por seu papel como Lucas em Inverno em Paris e ganhador do Prêmio Marcello Mastroianni de melhor revelação no Festival de Veneza (2024), Paul Kircher se destaca neste drama, ao lado de Juliette Binoche, que já acumula mais de 40 prêmios ao longo de sua carreira consagrada no cinema. Vincent Lacoste também contribui significativamente para o elenco, conhecido por seu trabalho em filmes como Ilusões Perdidas (2021) e tendo uma parceria de longa data com Christophe Honoré, protagonizando três outros filmes do diretor.

    Inverno em Paris (Foto: Jean Louis Fernandez/Pandora Filmes, cortesia)

    Honoré comenta sobre a escolha do protagonista: “Vimos quase 300 jovens. Sua sensibilidade (de Kircher) é realmente comovente (…) nós nos afeiçoamos muito um ao outro, e esse afeto foi uma fonte inesgotável de energia, alegria e confiança para nós dois”. O diretor também rasga elogios à Binoche, que já havia o rejeitado anteriormente em outra oportunidade: “Eu estava sonhando com isso (trabalhar com Juliette Binoche) há muito tempo. Procurei Juliette para um papel em um projeto anterior, mas ela recusou. Fico feliz que Juliette tenha dito “sim” para a personagem Isabelle”. Ele continua: “Ela trouxe um toque humano e uma profundidade que foram essenciais para o filme. Fiquei realmente impressionado com a força de seu desempenho e com sua paixão pelo cinema, que era palpável a cada passo do caminho”.

    Para além das atuações brilhantes, Christophe Honoré é um diretor reconhecido internacionalmente por seus longas anteriores como Canções de Amor (2007), estrelado por Louis Garrel e exibido na competição oficial de Cannes naquele ano, e A Bela Junie (2008), estrelado por Léa Seydoux. Seu filme Conquistar, Amar e Viver Intensamente (2018) também esteve em competição no Festival de Cannes e recebeu o Prêmio Louis Delluc. Em 2019, Chiara Mastroianni conquistou o prêmio de interpretação na seção Un Certain Regard, por sua atuação em Quarto 212 (2019).

    Inverno em Paris é uma obra delicada e, ao mesmo tempo, visceral, que explora as complexidades da juventude e das relações familiares. A narrativa de Christophe Honoré mergulha nas emoções caóticas e imprevisíveis do adolescente; nas palavras do próprio diretor: “Fiz o meu melhor para ser leal ao adolescente que fui e às emoções que ele sentia (…) usando a escrita e a direção para resgatar sua natureza caótica, avassaladora e imprevisível”.

    O filme captura esse turbilhão emocional com sensibilidade, mostrando que, mesmo quando tudo parece desmoronar, as conexões humanas — e o amor — podem emergir nos momentos mais sombrios. Por isso, o diretor conclui: “Acredito que o filme é, antes de tudo, uma história de amor. Não um melodrama, mas uma obra que almeja o amor”.

    Inverno em Paris é um lançamento da Pandora Filmes.

    https://mauricioaraya.com/2024/10/10/estrelado-por-paul-kircher-e-juliette-binoche-inverno-em-paris-estreia-nos-cinemas/

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  10. Com distribuição da Pandora Filmes, o filme Inverno em Paris estreia nesta quinta-feira, 10 de outubro, nos cinemas. Em Inverno em Paris, novo longa-metragem do diretor francês Christophe Honoré, um jovem de 17 anos enfrenta a perda inesperada de seu pai. Assim, ele parte para Paris, iniciando um processo de autodescoberta. Indicado a três categorias no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián (2022), o drama estreia nos cinemas das seguintes cidades: São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Florianópolis, Brasília, Recife, João Pessoa, Vitória, Ribeirão Preto (SP), Aracaju, Maceió, São José dos Campos (SP), Manaus e Santos. O longa chega ao Rio de Janeiro e Niterói (RJ) no próximo dia 17.

    Inverno em Paris (Foto: Jean Louis Fernandez/Pandora Filmes, cortesia)

    Paul Kircher interpreta o jovem Lucas, que está no último ano de internato quando recebe uma notícia devastadora de sua mãe (Juliette Binoche): seu pai morreu em um acidente. Com o mundo desmoronando ao seu redor, Lucas busca apoio em seu meio-irmão, Quentin (Vincent Lacoste), que vem de Paris para o funeral. Quentin então lhe propõe passar uma semana em sua casa na capital francesa. Lucas aceita o convite e embarca em uma jornada de autoconhecimento, amor e esperança.

    https://www.youtube.com/watch?v=oVbcd8JMxEM

    Indicado ao prêmio César de Melhor Ator Revelação por seu papel como Lucas em Inverno em Paris e ganhador do Prêmio Marcello Mastroianni de melhor revelação no Festival de Veneza (2024), Paul Kircher se destaca neste drama, ao lado de Juliette Binoche, que já acumula mais de 40 prêmios ao longo de sua carreira consagrada no cinema. Vincent Lacoste também contribui significativamente para o elenco, conhecido por seu trabalho em filmes como Ilusões Perdidas (2021) e tendo uma parceria de longa data com Christophe Honoré, protagonizando três outros filmes do diretor.

    Inverno em Paris (Foto: Jean Louis Fernandez/Pandora Filmes, cortesia)

    Honoré comenta sobre a escolha do protagonista: “Vimos quase 300 jovens. Sua sensibilidade (de Kircher) é realmente comovente (…) nós nos afeiçoamos muito um ao outro, e esse afeto foi uma fonte inesgotável de energia, alegria e confiança para nós dois”. O diretor também rasga elogios à Binoche, que já havia o rejeitado anteriormente em outra oportunidade: “Eu estava sonhando com isso (trabalhar com Juliette Binoche) há muito tempo. Procurei Juliette para um papel em um projeto anterior, mas ela recusou. Fico feliz que Juliette tenha dito “sim” para a personagem Isabelle”. Ele continua: “Ela trouxe um toque humano e uma profundidade que foram essenciais para o filme. Fiquei realmente impressionado com a força de seu desempenho e com sua paixão pelo cinema, que era palpável a cada passo do caminho”.

    Para além das atuações brilhantes, Christophe Honoré é um diretor reconhecido internacionalmente por seus longas anteriores como Canções de Amor (2007), estrelado por Louis Garrel e exibido na competição oficial de Cannes naquele ano, e A Bela Junie (2008), estrelado por Léa Seydoux. Seu filme Conquistar, Amar e Viver Intensamente (2018) também esteve em competição no Festival de Cannes e recebeu o Prêmio Louis Delluc. Em 2019, Chiara Mastroianni conquistou o prêmio de interpretação na seção Un Certain Regard, por sua atuação em Quarto 212 (2019).

    Inverno em Paris é uma obra delicada e, ao mesmo tempo, visceral, que explora as complexidades da juventude e das relações familiares. A narrativa de Christophe Honoré mergulha nas emoções caóticas e imprevisíveis do adolescente; nas palavras do próprio diretor: “Fiz o meu melhor para ser leal ao adolescente que fui e às emoções que ele sentia (…) usando a escrita e a direção para resgatar sua natureza caótica, avassaladora e imprevisível”.

    O filme captura esse turbilhão emocional com sensibilidade, mostrando que, mesmo quando tudo parece desmoronar, as conexões humanas — e o amor — podem emergir nos momentos mais sombrios. Por isso, o diretor conclui: “Acredito que o filme é, antes de tudo, uma história de amor. Não um melodrama, mas uma obra que almeja o amor”.

    Inverno em Paris é um lançamento da Pandora Filmes.

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  11. Com distribuição da Pandora Filmes, o filme Inverno em Paris estreia nesta quinta-feira, 10 de outubro, nos cinemas. Em Inverno em Paris, novo longa-metragem do diretor francês Christophe Honoré, um jovem de 17 anos enfrenta a perda inesperada de seu pai. Assim, ele parte para Paris, iniciando um processo de autodescoberta. Indicado a três categorias no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián (2022), o drama estreia nos cinemas das seguintes cidades: São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Florianópolis, Brasília, Recife, João Pessoa, Vitória, Ribeirão Preto (SP), Aracaju, Maceió, São José dos Campos (SP), Manaus e Santos. O longa chega ao Rio de Janeiro e Niterói (RJ) no próximo dia 17.

    Inverno em Paris (Foto: Jean Louis Fernandez/Pandora Filmes, cortesia)

    Paul Kircher interpreta o jovem Lucas, que está no último ano de internato quando recebe uma notícia devastadora de sua mãe (Juliette Binoche): seu pai morreu em um acidente. Com o mundo desmoronando ao seu redor, Lucas busca apoio em seu meio-irmão, Quentin (Vincent Lacoste), que vem de Paris para o funeral. Quentin então lhe propõe passar uma semana em sua casa na capital francesa. Lucas aceita o convite e embarca em uma jornada de autoconhecimento, amor e esperança.

    https://www.youtube.com/watch?v=oVbcd8JMxEM

    Indicado ao prêmio César de Melhor Ator Revelação por seu papel como Lucas em Inverno em Paris e ganhador do Prêmio Marcello Mastroianni de melhor revelação no Festival de Veneza (2024), Paul Kircher se destaca neste drama, ao lado de Juliette Binoche, que já acumula mais de 40 prêmios ao longo de sua carreira consagrada no cinema. Vincent Lacoste também contribui significativamente para o elenco, conhecido por seu trabalho em filmes como Ilusões Perdidas (2021) e tendo uma parceria de longa data com Christophe Honoré, protagonizando três outros filmes do diretor.

    Inverno em Paris (Foto: Jean Louis Fernandez/Pandora Filmes, cortesia)

    Honoré comenta sobre a escolha do protagonista: “Vimos quase 300 jovens. Sua sensibilidade (de Kircher) é realmente comovente (…) nós nos afeiçoamos muito um ao outro, e esse afeto foi uma fonte inesgotável de energia, alegria e confiança para nós dois”. O diretor também rasga elogios à Binoche, que já havia o rejeitado anteriormente em outra oportunidade: “Eu estava sonhando com isso (trabalhar com Juliette Binoche) há muito tempo. Procurei Juliette para um papel em um projeto anterior, mas ela recusou. Fico feliz que Juliette tenha dito “sim” para a personagem Isabelle”. Ele continua: “Ela trouxe um toque humano e uma profundidade que foram essenciais para o filme. Fiquei realmente impressionado com a força de seu desempenho e com sua paixão pelo cinema, que era palpável a cada passo do caminho”.

    Para além das atuações brilhantes, Christophe Honoré é um diretor reconhecido internacionalmente por seus longas anteriores como Canções de Amor (2007), estrelado por Louis Garrel e exibido na competição oficial de Cannes naquele ano, e A Bela Junie (2008), estrelado por Léa Seydoux. Seu filme Conquistar, Amar e Viver Intensamente (2018) também esteve em competição no Festival de Cannes e recebeu o Prêmio Louis Delluc. Em 2019, Chiara Mastroianni conquistou o prêmio de interpretação na seção Un Certain Regard, por sua atuação em Quarto 212 (2019).

    Inverno em Paris é uma obra delicada e, ao mesmo tempo, visceral, que explora as complexidades da juventude e das relações familiares. A narrativa de Christophe Honoré mergulha nas emoções caóticas e imprevisíveis do adolescente; nas palavras do próprio diretor: “Fiz o meu melhor para ser leal ao adolescente que fui e às emoções que ele sentia (…) usando a escrita e a direção para resgatar sua natureza caótica, avassaladora e imprevisível”.

    O filme captura esse turbilhão emocional com sensibilidade, mostrando que, mesmo quando tudo parece desmoronar, as conexões humanas — e o amor — podem emergir nos momentos mais sombrios. Por isso, o diretor conclui: “Acredito que o filme é, antes de tudo, uma história de amor. Não um melodrama, mas uma obra que almeja o amor”.

    Inverno em Paris é um lançamento da Pandora Filmes.

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  12. Wenn ich dem Film eins lassen muss, dann wie er Genre umarmt. Auch wie er drängende Themen unserer Zeit zueinander in Beziehung setzt, ist erfrischend. Letztlich fehlt es jedoch an Direktheit und Radikalität. letterboxd.com/andrepitz/film/

    #AdèleExarchopoulos #animalia #BillieBlain #filme #filmkritik #LeRègneAnimal #PaulKircher #RomainDuris #TheAnimalKingdom #ThomasCailley #TomMercier #Letterboxd

  13. Wenn ich dem Film eins lassen muss, dann wie er Genre umarmt. Auch wie er drängende Themen unserer Zeit zueinander in Beziehung setzt, ist erfrischend. Letztlich fehlt es jedoch an Direktheit und Radikalität. letterboxd.com/andrepitz/film/

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  14. Wenn ich dem Film eins lassen muss, dann wie er Genre umarmt. Auch wie er drängende Themen unserer Zeit zueinander in Beziehung setzt, ist erfrischend. Letztlich fehlt es jedoch an Direktheit und Radikalität. letterboxd.com/andrepitz/film/

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  16. Wenn ich dem Film eins lassen muss, dann wie er Genre umarmt. Auch wie er drängende Themen unserer Zeit zueinander in Beziehung setzt, ist erfrischend. Letztlich fehlt es jedoch an Direktheit und Radikalität. letterboxd.com/andrepitz/film/

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