#judeus — Public Fediverse posts
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Além do Sionismo: a ruptura possível.
- bsoplvr
https://outraspalavras.net/descolonizacoes/alem-do-sionismo-a-ruptura-possivel/
#Descolonizaes #Antissemitismo #Autoetnografia #Colonizao #Etnocracia #Extremadireita #Gaza #Imperialismoamericano #Israel #Israelbblica #Jerusalm #JosSaramago #Judaicidade #Judasmo #Judeus #Palestina #Palestinos #Ruptura #Sionismo -
Além do Sionismo: a ruptura possível.
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Além do Sionismo: a ruptura possível.
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Além do Sionismo: a ruptura possível.
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Além do Sionismo: a ruptura possível
Como rechaçar a opressão e o genocídio praticados por Israel sem perder os valores de rebeldia e crítica da judaicidade? Alguns pensadores judeus, árabes e brasileiros podem ser referência a quem se dispõe a sair da caverna de Platão -- ou da ilha de Saramagohttps://outraspalavras.net/descolonizacoes/alem-do-sionismo-a-ruptura-possivel/
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Do sionismo liberal ao antissionismo.
- bsoplvr
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#Descolonizaes #Antissemitismo #Antissionismo #Crisepoltica #Extremadireita #Genocdio #Gruposprogressistas #Hamas #Histriajudaica #Israel #Judeus #Limpezatnica #Necropoltica #OrienteMdio #Palestina #Sionismo #Sionismoliberal -
Do sionismo liberal ao antissionismo.
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Do sionismo liberal ao antissionismo.
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Do sionismo liberal ao antissionismo.
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Do sionismo liberal ao antissionismo
A penosa trajetória vivida, na comunidade judaica, por aqueles que ousam opor-se a Israel. Do constrangimento e das pressões sutis à ruptura de relações pessoais. A estratégia hasbará: alegar que, por trás de cada crítica, esconde-se o fantasma do antissemitismo. A decisão da rupturahttps://outraspalavras.net/descolonizacoes/do-sionismo-liberal-ao-antissionismo/
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Quem são os judeus dissidentes do sionismo.
- bsoplvr
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#Descolonizaes #Berenicebento #Colonialismosionista #Israel #Judeus #Limpezatnica #Palestina #Sionismo -
#LGBTQ #Portuguese #Wikipedia deletion alert
Você poderia salvar este artigo da Wikipédia em #português relacionado a LGBTQ da exclusão?
Ron Jeremy (pt)
Ron Jeremy (en)* Ron Jeremy Hyatt (Nova Iorque, 12 de março do 1953) é um ator e diretor do cinema pornográfico norte-americano
https://pt.wikipedia.org/wiki/Ron_Jeremy
* (en-auto) Ron Jeremy Hyatt (New York, March 12, 1953) is an actor and director of American pornographic cinema. -
A triste atualidade de O Pianista
https://revistaoeste.com/cultura/a-triste-atualidade-de-o-pianista/
#cinema #judeus #racismo #nazismo -
**O CONSTRANGIMENTO QUE SILENCIA**
Tempos atrás alguém muito querido, uma flor de pessoa, disse que desejaria ver #Lula morto. O modo como o disse, e reiterou, deixou todos ao redor atônitos. Mas ninguém disse nada. Pois, naquele momento, isso geraria climão, indisposições, paixões desnecessárias etc..
Esse tipo de atitude, e a reação a ela, dizem muito sobre o momento em que vivemos e como o #fascismo avança. Cada vez mais, muita gente se sente autorizada a dizer coisas que são verdadeiros absurdos. E ser absurdo é importante, pois coloca o interlocutor numa posição constrangedora, custosa, que seria aquela de fazer longas explicações ou simplesmente devolver a agressividade na mesma moeda.
E para essa pessoa que diz impropérios, ser contrariada é também um modo de reforçar o que acredita. Se ela diz que deseja ver Lula morto e você responde a isso, não importa o tom de sua resposta: para ela, você se transformou imediatamente num lulista.
Mas o silêncio, esse é ainda mais importante. Ele valida a fala. E inibe, cada vez mais, o intelocutor. Quanto mais ficamos em silêncio, mas silenciados ficamos. Menos espaço encontramos para falar.
Esse processo contínuo de silenciamento já foi notavelmente descrito por muitas pessoas, particularmente por Viktor #Klemperer. Ele mostrava como, desde o início dos anos 1930, os judeus eram silenciados na Alemanha. Começava com ser convidado a um jantar e ouvir piadas sobre #judeus, até rir junto ou paticipar com outras piadas. O nível seguinte era, para além da ironia, o comentário reprovador: "os judeus", "os #comunistas", "os..."
Começava o constrangimento silenciador. E logo os amigos judeus não eram mais convidados aos jantares. Depois perdiam os empregos. Então vieram os guetos, os campos de concentração...
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**O CONSTRANGIMENTO QUE SILENCIA**
Tempos atrás alguém muito querido, uma flor de pessoa, disse que desejaria ver #Lula morto. O modo como o disse, e reiterou, deixou todos ao redor atônitos. Mas ninguém disse nada. Pois, naquele momento, isso geraria climão, indisposições, paixões desnecessárias etc..
Esse tipo de atitude, e a reação a ela, dizem muito sobre o momento em que vivemos e como o #fascismo avança. Cada vez mais, muita gente se sente autorizada a dizer coisas que são verdadeiros absurdos. E ser absurdo é importante, pois coloca o interlocutor numa posição constrangedora, custosa, que seria aquela de fazer longas explicações ou simplesmente devolver a agressividade na mesma moeda.
E para essa pessoa que diz impropérios, ser contrariada é também um modo de reforçar o que acredita. Se ela diz que deseja ver Lula morto e você responde a isso, não importa o tom de sua resposta: para ela, você se transformou imediatamente num lulista.
Mas o silêncio, esse é ainda mais importante. Ele valida a fala. E inibe, cada vez mais, o intelocutor. Quanto mais ficamos em silêncio, mas silenciados ficamos. Menos espaço encontramos para falar.
Esse processo contínuo de silenciamento já foi notavelmente descrito por muitas pessoas, particularmente por Viktor #Klemperer. Ele mostrava como, desde o início dos anos 1930, os judeus eram silenciados na Alemanha. Começava com ser convidado a um jantar e ouvir piadas sobre #judeus, até rir junto ou paticipar com outras piadas. O nível seguinte era, para além da ironia, o comentário reprovador: "os judeus", "os #comunistas", "os..."
Começava o constrangimento silenciador. E logo os amigos judeus não eram mais convidados aos jantares. Depois perdiam os empregos. Então vieram os guetos, os campos de concentração...
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**O CONSTRANGIMENTO QUE SILENCIA**
Tempos atrás alguém muito querido, uma flor de pessoa, disse que desejaria ver #Lula morto. O modo como o disse, e reiterou, deixou todos ao redor atônitos. Mas ninguém disse nada. Pois, naquele momento, isso geraria climão, indisposições, paixões desnecessárias etc..
Esse tipo de atitude, e a reação a ela, dizem muito sobre o momento em que vivemos e como o #fascismo avança. Cada vez mais, muita gente se sente autorizada a dizer coisas que são verdadeiros absurdos. E ser absurdo é importante, pois coloca o interlocutor numa posição constrangedora, custosa, que seria aquela de fazer longas explicações ou simplesmente devolver a agressividade na mesma moeda.
E para essa pessoa que diz impropérios, ser contrariada é também um modo de reforçar o que acredita. Se ela diz que deseja ver Lula morto e você responde a isso, não importa o tom de sua resposta: para ela, você se transformou imediatamente num lulista.
Mas o silêncio, esse é ainda mais importante. Ele valida a fala. E inibe, cada vez mais, o intelocutor. Quanto mais ficamos em silêncio, mas silenciados ficamos. Menos espaço encontramos para falar.
Esse processo contínuo de silenciamento já foi notavelmente descrito por muitas pessoas, particularmente por Viktor #Klemperer. Ele mostrava como, desde o início dos anos 1930, os judeus eram silenciados na Alemanha. Começava com ser convidado a um jantar e ouvir piadas sobre #judeus, até rir junto ou paticipar com outras piadas. O nível seguinte era, para além da ironia, o comentário reprovador: "os judeus", "os #comunistas", "os..."
Começava o constrangimento silenciador. E logo os amigos judeus não eram mais convidados aos jantares. Depois perdiam os empregos. Então vieram os guetos, os campos de concentração...
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**O CONSTRANGIMENTO QUE SILENCIA**
Tempos atrás alguém muito querido, uma flor de pessoa, disse que desejaria ver #Lula morto. O modo como o disse, e reiterou, deixou todos ao redor atônitos. Mas ninguém disse nada. Pois, naquele momento, isso geraria climão, indisposições, paixões desnecessárias etc..
Esse tipo de atitude, e a reação a ela, dizem muito sobre o momento em que vivemos e como o #fascismo avança. Cada vez mais, muita gente se sente autorizada a dizer coisas que são verdadeiros absurdos. E ser absurdo é importante, pois coloca o interlocutor numa posição constrangedora, custosa, que seria aquela de fazer longas explicações ou simplesmente devolver a agressividade na mesma moeda.
E para essa pessoa que diz impropérios, ser contrariada é também um modo de reforçar o que acredita. Se ela diz que deseja ver Lula morto e você responde a isso, não importa o tom de sua resposta: para ela, você se transformou imediatamente num lulista.
Mas o silêncio, esse é ainda mais importante. Ele valida a fala. E inibe, cada vez mais, o intelocutor. Quanto mais ficamos em silêncio, mas silenciados ficamos. Menos espaço encontramos para falar.
Esse processo contínuo de silenciamento já foi notavelmente descrito por muitas pessoas, particularmente por Viktor #Klemperer. Ele mostrava como, desde o início dos anos 1930, os judeus eram silenciados na Alemanha. Começava com ser convidado a um jantar e ouvir piadas sobre #judeus, até rir junto ou paticipar com outras piadas. O nível seguinte era, para além da ironia, o comentário reprovador: "os judeus", "os #comunistas", "os..."
Começava o constrangimento silenciador. E logo os amigos judeus não eram mais convidados aos jantares. Depois perdiam os empregos. Então vieram os guetos, os campos de concentração...