#classicos — Public Fediverse posts
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Ghibli Fest celebra 40 anos de magia no cinema
Em 2025, a Sato Company celebra quatro décadas de atuação no Brasil trazendo um presente especial ao público: o Ghibli Fest, uma retrospectiva com os principais longas-metragens do icônico e premiado estúdio japonês, que também comemora seus 40 anos de história. Reconhecido mundialmente por suas animações atemporais, personagens inesquecíveis e forte ligação com a cultura japonesa, o Studio Ghibli terá seus filmes exibidos em tela grande, em sessões por todo o país.
A mostra será dividida em duas partes e, ao todo, reunirá 22 produções. A Parte 1, que estreia em 18 de setembro, apresenta 14 títulos fundamentais da trajetória do estúdio. É uma oportunidade única para fãs reviverem clássicos no cinema e para novas gerações descobrirem a magia e a profundidade de um dos mais respeitados estúdios de animação do mundo.
As animações do Studio Ghibli possuem uma identidade única, que nasce da combinação entre uma estética delicada, narrativas profundas e valores humanos universais. Visualmente, seus filmes encantam pela riqueza de detalhes: cenários que oscilam entre florestas exuberantes, vilarejos rurais e cidades movimentadas com cores suaves e atmosferas quase aquareladas. Os personagens, por sua vez, são retratados com grande expressividade, revelando emoções em cada gesto, olhar ou silêncio. Dentro desse mundo realista e cotidiano, o fantástico surge com naturalidade: espíritos, deuses, animais falantes e criaturas mágicas coexistem sem estranhamento, como se sempre tivessem pertencido àquele universo.
A força das narrativas do estúdio está em seu ritmo contemplativo, que valoriza tanto as grandes aventuras quanto os pequenos gestos do dia a dia. Ao mesmo tempo, as histórias se estruturam como jornadas de amadurecimento e auto descoberta, onde as personagens precisam lidar com transformações internas e externas. Nesse contexto, destaca-se o protagonismo feminino: as heroínas da Ghibli não são moldadas por romances ou pela presença masculina, mas por sua coragem, curiosidade, vulnerabilidade e perseverança. Elas nos mostram que a força pode residir na bravura, na compaixão ou mesmo na delicadeza, oferecendo modelos de protagonismo complexos e profundamente humanos.
Outro pilar essencial é a presença da natureza, considerada como personagem viva, dotada de espírito e energia própria. Florestas, rios, montanhas e animais simbolizam tanto a beleza quanto a fragilidade do mundo natural, lembrando constantemente a necessidade de equilíbrio entre humanidade e meio ambiente. Muitos conflitos das histórias nascem justamente da exploração ou destruição da natureza, e a narrativa se orienta pela busca de reconciliação e harmonia. Essa visão, inspirada em tradições japonesas, ganha contornos universais ao dialogar com questões ecológicas urgentes.
Por fim, o som completa a atmosfera mágica: as trilhas orquestrais de Joe Hisaishi traduzem emoções em melodias inesquecíveis, enquanto os sons cotidianos — o vento, a chuva, o barulho da comida sendo preparada — criam uma sensação de proximidade e realismo. Em meio a tudo isso, surge o conceito japonês de ma (間), os momentos de pausa e silêncio que permitem ao espectador respirar, refletir e sentir o peso do tempo. Assim, o Studio Ghibli constrói suas obras como experiências poéticas, onde fantasia e realidade, força e delicadeza, humanidade e natureza se entrelaçam em narrativas que continuam a ressoar em diferentes culturas e gerações.
Principais títulos do Studio Ghibli
Duas irmãs que se mudam para o campo descobrem criaturas da floresta – entre elas, Totoro – e vivem momentos mágicos enquanto a mãe se recupera no hospital.
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
Um garoto de 5 anos chamado Sosuke fica amigo de Ponyo, uma princesa-peixinho que deseja desesperadamente virar humana.
Porco Rosso: O Último Herói Romântico
No Mar Adriático dos anos 1930, um ás da aviação amaldiçoado com feições de porco caça piratas do ar enquanto enfrenta rivais e paixões.
Biografia ficcionalizada de Jiro Horikoshi, engenheiro do avião Zero, que concilia sonhos de voo, amor e dilemas éticos no Japão pré-guerra.
Amaldiçoada a envelhecer de repente, Sophie encontra abrigo no castelo ambulante do mago Howl, e acaba se envolvendo em uma guerra absurda e em um romance improvável.
Ao entrar num mundo de espíritos, Chihiro precisa trabalhar no balneário de Yubaba para libertar os pais, transformados em porcos, e recuperar seu nome.
Em clima de reencontro, um universitário relembra um triângulo amoroso do ensino médio que mexeu com amizade, orgulho e amadurecimento.
Em Yokohama, 1963, estudantes se unem para salvar o clube escolar enquanto Umi e Shun enfrentam seus passados e sentimentos.
Shizuku, uma leitora voraz, segue pistas de um colega misterioso e descobre vocações, amores e coragem para escrever sua própria história.
Em seu ano de iniciação, a jovem bruxa Kiki muda-se para uma cidade litorânea e abre um serviço de entregas voadoras, aprendendo a ser independente.
Taeko, 27 anos, viaja ao campo e, entre lembranças da infância e novas experiências, repensa escolhas e afetos.
Em um mundo pós-apocalíptico, a princesa Nausicaä luta para evitar a destruição entre dois reinos em guerra e da floresta tóxica.
Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins
Os guaxinins das colinas de Tama estão sendo expulsos de suas casas pelo rápido desenvolvimento de casas e shoppings. À medida que fica mais difícil encontrar comida e abrigo, eles decidem se unir e revidar.
A família Yamada é uma família como todas as outras, com os mesmos dilemas, alegrias e descobertas. Os pais lidam com cada situação com humor, tentando demonstrar todo o amor que sentem pelos filhos.
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#animaçãoJaponesa #Brasil #Cinema #clássicos #culturaJaponesa #espiritualidade #Filmes #GhibliFest #heroínas #JoeHisaishi #natureza #protagonismoFeminino #retrospectiva #SatoCompany #SãoPaulo #StudioGhibli #trilhaSonora
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Ghibli Fest celebra 40 anos de magia no cinema
Em 2025, a Sato Company celebra quatro décadas de atuação no Brasil trazendo um presente especial ao público: o Ghibli Fest, uma retrospectiva com os principais longas-metragens do icônico e premiado estúdio japonês, que também comemora seus 40 anos de história. Reconhecido mundialmente por suas animações atemporais, personagens inesquecíveis e forte ligação com a cultura japonesa, o Studio Ghibli terá seus filmes exibidos em tela grande, em sessões por todo o país.
A mostra será dividida em duas partes e, ao todo, reunirá 22 produções. A Parte 1, que estreia em 18 de setembro, apresenta 14 títulos fundamentais da trajetória do estúdio. É uma oportunidade única para fãs reviverem clássicos no cinema e para novas gerações descobrirem a magia e a profundidade de um dos mais respeitados estúdios de animação do mundo.
As animações do Studio Ghibli possuem uma identidade única, que nasce da combinação entre uma estética delicada, narrativas profundas e valores humanos universais. Visualmente, seus filmes encantam pela riqueza de detalhes: cenários que oscilam entre florestas exuberantes, vilarejos rurais e cidades movimentadas com cores suaves e atmosferas quase aquareladas. Os personagens, por sua vez, são retratados com grande expressividade, revelando emoções em cada gesto, olhar ou silêncio. Dentro desse mundo realista e cotidiano, o fantástico surge com naturalidade: espíritos, deuses, animais falantes e criaturas mágicas coexistem sem estranhamento, como se sempre tivessem pertencido àquele universo.
A força das narrativas do estúdio está em seu ritmo contemplativo, que valoriza tanto as grandes aventuras quanto os pequenos gestos do dia a dia. Ao mesmo tempo, as histórias se estruturam como jornadas de amadurecimento e auto descoberta, onde as personagens precisam lidar com transformações internas e externas. Nesse contexto, destaca-se o protagonismo feminino: as heroínas da Ghibli não são moldadas por romances ou pela presença masculina, mas por sua coragem, curiosidade, vulnerabilidade e perseverança. Elas nos mostram que a força pode residir na bravura, na compaixão ou mesmo na delicadeza, oferecendo modelos de protagonismo complexos e profundamente humanos.
Outro pilar essencial é a presença da natureza, considerada como personagem viva, dotada de espírito e energia própria. Florestas, rios, montanhas e animais simbolizam tanto a beleza quanto a fragilidade do mundo natural, lembrando constantemente a necessidade de equilíbrio entre humanidade e meio ambiente. Muitos conflitos das histórias nascem justamente da exploração ou destruição da natureza, e a narrativa se orienta pela busca de reconciliação e harmonia. Essa visão, inspirada em tradições japonesas, ganha contornos universais ao dialogar com questões ecológicas urgentes.
Por fim, o som completa a atmosfera mágica: as trilhas orquestrais de Joe Hisaishi traduzem emoções em melodias inesquecíveis, enquanto os sons cotidianos — o vento, a chuva, o barulho da comida sendo preparada — criam uma sensação de proximidade e realismo. Em meio a tudo isso, surge o conceito japonês de ma (間), os momentos de pausa e silêncio que permitem ao espectador respirar, refletir e sentir o peso do tempo. Assim, o Studio Ghibli constrói suas obras como experiências poéticas, onde fantasia e realidade, força e delicadeza, humanidade e natureza se entrelaçam em narrativas que continuam a ressoar em diferentes culturas e gerações.
Principais títulos do Studio Ghibli
Duas irmãs que se mudam para o campo descobrem criaturas da floresta – entre elas, Totoro – e vivem momentos mágicos enquanto a mãe se recupera no hospital.
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
Um garoto de 5 anos chamado Sosuke fica amigo de Ponyo, uma princesa-peixinho que deseja desesperadamente virar humana.
Porco Rosso: O Último Herói Romântico
No Mar Adriático dos anos 1930, um ás da aviação amaldiçoado com feições de porco caça piratas do ar enquanto enfrenta rivais e paixões.
Biografia ficcionalizada de Jiro Horikoshi, engenheiro do avião Zero, que concilia sonhos de voo, amor e dilemas éticos no Japão pré-guerra.
Amaldiçoada a envelhecer de repente, Sophie encontra abrigo no castelo ambulante do mago Howl, e acaba se envolvendo em uma guerra absurda e em um romance improvável.
Ao entrar num mundo de espíritos, Chihiro precisa trabalhar no balneário de Yubaba para libertar os pais, transformados em porcos, e recuperar seu nome.
Em clima de reencontro, um universitário relembra um triângulo amoroso do ensino médio que mexeu com amizade, orgulho e amadurecimento.
Em Yokohama, 1963, estudantes se unem para salvar o clube escolar enquanto Umi e Shun enfrentam seus passados e sentimentos.
Shizuku, uma leitora voraz, segue pistas de um colega misterioso e descobre vocações, amores e coragem para escrever sua própria história.
Em seu ano de iniciação, a jovem bruxa Kiki muda-se para uma cidade litorânea e abre um serviço de entregas voadoras, aprendendo a ser independente.
Taeko, 27 anos, viaja ao campo e, entre lembranças da infância e novas experiências, repensa escolhas e afetos.
Em um mundo pós-apocalíptico, a princesa Nausicaä luta para evitar a destruição entre dois reinos em guerra e da floresta tóxica.
Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins
Os guaxinins das colinas de Tama estão sendo expulsos de suas casas pelo rápido desenvolvimento de casas e shoppings. À medida que fica mais difícil encontrar comida e abrigo, eles decidem se unir e revidar.
A família Yamada é uma família como todas as outras, com os mesmos dilemas, alegrias e descobertas. Os pais lidam com cada situação com humor, tentando demonstrar todo o amor que sentem pelos filhos.
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Ghibli Fest celebra 40 anos de magia no cinema
Em 2025, a Sato Company celebra quatro décadas de atuação no Brasil trazendo um presente especial ao público: o Ghibli Fest, uma retrospectiva com os principais longas-metragens do icônico e premiado estúdio japonês, que também comemora seus 40 anos de história. Reconhecido mundialmente por suas animações atemporais, personagens inesquecíveis e forte ligação com a cultura japonesa, o Studio Ghibli terá seus filmes exibidos em tela grande, em sessões por todo o país.
A mostra será dividida em duas partes e, ao todo, reunirá 22 produções. A Parte 1, que estreia em 18 de setembro, apresenta 14 títulos fundamentais da trajetória do estúdio. É uma oportunidade única para fãs reviverem clássicos no cinema e para novas gerações descobrirem a magia e a profundidade de um dos mais respeitados estúdios de animação do mundo.
As animações do Studio Ghibli possuem uma identidade única, que nasce da combinação entre uma estética delicada, narrativas profundas e valores humanos universais. Visualmente, seus filmes encantam pela riqueza de detalhes: cenários que oscilam entre florestas exuberantes, vilarejos rurais e cidades movimentadas com cores suaves e atmosferas quase aquareladas. Os personagens, por sua vez, são retratados com grande expressividade, revelando emoções em cada gesto, olhar ou silêncio. Dentro desse mundo realista e cotidiano, o fantástico surge com naturalidade: espíritos, deuses, animais falantes e criaturas mágicas coexistem sem estranhamento, como se sempre tivessem pertencido àquele universo.
A força das narrativas do estúdio está em seu ritmo contemplativo, que valoriza tanto as grandes aventuras quanto os pequenos gestos do dia a dia. Ao mesmo tempo, as histórias se estruturam como jornadas de amadurecimento e auto descoberta, onde as personagens precisam lidar com transformações internas e externas. Nesse contexto, destaca-se o protagonismo feminino: as heroínas da Ghibli não são moldadas por romances ou pela presença masculina, mas por sua coragem, curiosidade, vulnerabilidade e perseverança. Elas nos mostram que a força pode residir na bravura, na compaixão ou mesmo na delicadeza, oferecendo modelos de protagonismo complexos e profundamente humanos.
Outro pilar essencial é a presença da natureza, considerada como personagem viva, dotada de espírito e energia própria. Florestas, rios, montanhas e animais simbolizam tanto a beleza quanto a fragilidade do mundo natural, lembrando constantemente a necessidade de equilíbrio entre humanidade e meio ambiente. Muitos conflitos das histórias nascem justamente da exploração ou destruição da natureza, e a narrativa se orienta pela busca de reconciliação e harmonia. Essa visão, inspirada em tradições japonesas, ganha contornos universais ao dialogar com questões ecológicas urgentes.
Por fim, o som completa a atmosfera mágica: as trilhas orquestrais de Joe Hisaishi traduzem emoções em melodias inesquecíveis, enquanto os sons cotidianos — o vento, a chuva, o barulho da comida sendo preparada — criam uma sensação de proximidade e realismo. Em meio a tudo isso, surge o conceito japonês de ma (間), os momentos de pausa e silêncio que permitem ao espectador respirar, refletir e sentir o peso do tempo. Assim, o Studio Ghibli constrói suas obras como experiências poéticas, onde fantasia e realidade, força e delicadeza, humanidade e natureza se entrelaçam em narrativas que continuam a ressoar em diferentes culturas e gerações.
Principais títulos do Studio Ghibli
Duas irmãs que se mudam para o campo descobrem criaturas da floresta – entre elas, Totoro – e vivem momentos mágicos enquanto a mãe se recupera no hospital.
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
Um garoto de 5 anos chamado Sosuke fica amigo de Ponyo, uma princesa-peixinho que deseja desesperadamente virar humana.
Porco Rosso: O Último Herói Romântico
No Mar Adriático dos anos 1930, um ás da aviação amaldiçoado com feições de porco caça piratas do ar enquanto enfrenta rivais e paixões.
Biografia ficcionalizada de Jiro Horikoshi, engenheiro do avião Zero, que concilia sonhos de voo, amor e dilemas éticos no Japão pré-guerra.
Amaldiçoada a envelhecer de repente, Sophie encontra abrigo no castelo ambulante do mago Howl, e acaba se envolvendo em uma guerra absurda e em um romance improvável.
Ao entrar num mundo de espíritos, Chihiro precisa trabalhar no balneário de Yubaba para libertar os pais, transformados em porcos, e recuperar seu nome.
Em clima de reencontro, um universitário relembra um triângulo amoroso do ensino médio que mexeu com amizade, orgulho e amadurecimento.
Em Yokohama, 1963, estudantes se unem para salvar o clube escolar enquanto Umi e Shun enfrentam seus passados e sentimentos.
Shizuku, uma leitora voraz, segue pistas de um colega misterioso e descobre vocações, amores e coragem para escrever sua própria história.
Em seu ano de iniciação, a jovem bruxa Kiki muda-se para uma cidade litorânea e abre um serviço de entregas voadoras, aprendendo a ser independente.
Taeko, 27 anos, viaja ao campo e, entre lembranças da infância e novas experiências, repensa escolhas e afetos.
Em um mundo pós-apocalíptico, a princesa Nausicaä luta para evitar a destruição entre dois reinos em guerra e da floresta tóxica.
Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins
Os guaxinins das colinas de Tama estão sendo expulsos de suas casas pelo rápido desenvolvimento de casas e shoppings. À medida que fica mais difícil encontrar comida e abrigo, eles decidem se unir e revidar.
A família Yamada é uma família como todas as outras, com os mesmos dilemas, alegrias e descobertas. Os pais lidam com cada situação com humor, tentando demonstrar todo o amor que sentem pelos filhos.
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Ghibli Fest celebra 40 anos de magia no cinema
Em 2025, a Sato Company celebra quatro décadas de atuação no Brasil trazendo um presente especial ao público: o Ghibli Fest, uma retrospectiva com os principais longas-metragens do icônico e premiado estúdio japonês, que também comemora seus 40 anos de história. Reconhecido mundialmente por suas animações atemporais, personagens inesquecíveis e forte ligação com a cultura japonesa, o Studio Ghibli terá seus filmes exibidos em tela grande, em sessões por todo o país.
A mostra será dividida em duas partes e, ao todo, reunirá 22 produções. A Parte 1, que estreia em 18 de setembro, apresenta 14 títulos fundamentais da trajetória do estúdio. É uma oportunidade única para fãs reviverem clássicos no cinema e para novas gerações descobrirem a magia e a profundidade de um dos mais respeitados estúdios de animação do mundo.
As animações do Studio Ghibli possuem uma identidade única, que nasce da combinação entre uma estética delicada, narrativas profundas e valores humanos universais. Visualmente, seus filmes encantam pela riqueza de detalhes: cenários que oscilam entre florestas exuberantes, vilarejos rurais e cidades movimentadas com cores suaves e atmosferas quase aquareladas. Os personagens, por sua vez, são retratados com grande expressividade, revelando emoções em cada gesto, olhar ou silêncio. Dentro desse mundo realista e cotidiano, o fantástico surge com naturalidade: espíritos, deuses, animais falantes e criaturas mágicas coexistem sem estranhamento, como se sempre tivessem pertencido àquele universo.
A força das narrativas do estúdio está em seu ritmo contemplativo, que valoriza tanto as grandes aventuras quanto os pequenos gestos do dia a dia. Ao mesmo tempo, as histórias se estruturam como jornadas de amadurecimento e auto descoberta, onde as personagens precisam lidar com transformações internas e externas. Nesse contexto, destaca-se o protagonismo feminino: as heroínas da Ghibli não são moldadas por romances ou pela presença masculina, mas por sua coragem, curiosidade, vulnerabilidade e perseverança. Elas nos mostram que a força pode residir na bravura, na compaixão ou mesmo na delicadeza, oferecendo modelos de protagonismo complexos e profundamente humanos.
Outro pilar essencial é a presença da natureza, considerada como personagem viva, dotada de espírito e energia própria. Florestas, rios, montanhas e animais simbolizam tanto a beleza quanto a fragilidade do mundo natural, lembrando constantemente a necessidade de equilíbrio entre humanidade e meio ambiente. Muitos conflitos das histórias nascem justamente da exploração ou destruição da natureza, e a narrativa se orienta pela busca de reconciliação e harmonia. Essa visão, inspirada em tradições japonesas, ganha contornos universais ao dialogar com questões ecológicas urgentes.
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Principais títulos do Studio Ghibli
Duas irmãs que se mudam para o campo descobrem criaturas da floresta – entre elas, Totoro – e vivem momentos mágicos enquanto a mãe se recupera no hospital.
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
Um garoto de 5 anos chamado Sosuke fica amigo de Ponyo, uma princesa-peixinho que deseja desesperadamente virar humana.
Porco Rosso: O Último Herói Romântico
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Amaldiçoada a envelhecer de repente, Sophie encontra abrigo no castelo ambulante do mago Howl, e acaba se envolvendo em uma guerra absurda e em um romance improvável.
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Taeko, 27 anos, viaja ao campo e, entre lembranças da infância e novas experiências, repensa escolhas e afetos.
Em um mundo pós-apocalíptico, a princesa Nausicaä luta para evitar a destruição entre dois reinos em guerra e da floresta tóxica.
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Os guaxinins das colinas de Tama estão sendo expulsos de suas casas pelo rápido desenvolvimento de casas e shoppings. À medida que fica mais difícil encontrar comida e abrigo, eles decidem se unir e revidar.
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Esses livros foram banidos por uma razão: eles incomodaram, desafiaram e questionaram. Mas é exatamente esse o papel da boa literatura — nos tirar da zona de conforto, nos fazer pensar e refletir sobre o mundo.
https://updomquixote.com/livros-proibidos-quando-a-literatura-desafia-o-poder-e-paga-o-preco/#literatura #livrosproibidos #censuraliteraria #leitura #blogdeleitura #clássicos #distopia #ficcaocientifica #leiturarecomendada
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Esses livros foram banidos por uma razão: eles incomodaram, desafiaram e questionaram. Mas é exatamente esse o papel da boa literatura — nos tirar da zona de conforto, nos fazer pensar e refletir sobre o mundo.
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Enquanto a galera curte o bloquinho, eu tô aqui no meu Delorean particular: o sofá! 🚀🎬 Maratonando De Volta para o Futuro e viajando no tempo sem sair de casa. Quem mais no time dos cinéfilos folião? 🎉🍿 #DeVoltaParaOSofá #BackToTheFuture #BloquinhoDoSofá
#folia #carnaval2025 #samba #carnaval #DeVoltaParaOFuturo #nostalgia #anos80 #filmes #cinema #retrô #MartyMcFly #Delorean #clássicos -
Enquanto a galera curte o bloquinho, eu tô aqui no meu Delorean particular: o sofá! 🚀🎬 Maratonando De Volta para o Futuro e viajando no tempo sem sair de casa. Quem mais no time dos cinéfilos folião? 🎉🍿 #DeVoltaParaOSofá #BackToTheFuture #BloquinhoDoSofá
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A outra volta do parafuso: leituras
Primeiramente: Comentários sem spoilers!
Também conhecido como Calafrio, publicado por Henry James em 1898, A Outra Volta do Parafuso é uma história de terror em primeira pessoa, ou seja, a gente acompanha a história pelos olhos e percepção da protagonista, que é a tutora, que nunca chega a ser nomeada, contratada para cuidar de duas crianças em uma rica propriedade, a mansão Bly. Sim, tem várias adaptações da história, inclusive uma bem recente na Netflix.
É um livro difícil de comentar porque ele tem uma grande qualidade que anda perdida: nós somos apresentados ao que acontece, mas as explicações ficam por nossa conta.
Sinto que é preciso falar um pouco sobre isso pois, muito embora existam obras modernas assim, tenho a impressão que muita gente não chega a entrar em contato com elas, então é bom falar porque essa é uma estratégia narrativa MUITO necessária.
Aliás até “narrativa” é um termo que anda meio banalizado e virou sinônimo de “versão”, você também tem essa impressão?
História é o que acontece, versões são visões diferentes da mesma história e narrativa é a forma como a história está sendo contada, a ordem em que é contata, o tom dado a cada cena, afinal o mesmo acontecimento pode ser visto com ternura, medo ou raiva dependendo de como e por quem ele está sendo visto.
E a estratégia narrativa de A Outra Volta do Parafuso consegue deixar para nós a construção da narrativa e isso é brilhante! Me vi mudando a minha opinião e como me sentia em relação aos acontecimentos e à personagens o tempo todo sem, inclusive, fixar uma única forma de entender tudo que li mesmo depois de terminar a leitura.
Vivemos um momento histórico maniqueísta em que tudo é o ponto escuro dentro do yang ou o claro dentro do yin, sem nada no intervalo. As pessoas ou são boas ou são más. Entretanto a leitura de A Outra Volta do Parafuso nos desafia a entender que simplesmente não é assim. O mundo simplesmente não é binário. Estamos precisando lembrar disso.
Me preocupa muito quando vejo amigos, amigas e amigues considerando que “as pessoas são fascistas mesmo” ainda que isso não faça o menor sentido lógico, afinal se fosse assim nunca um político progressista, do espectro de esquerda ou com propostas democráticas e contrárias ao fascismo seria eleito. Não teríamos avançado nada no sentido da diversidade. As pessoas são fluidas e os acontecimentos ao nosso redor nos fazem transitar entre as trevas e a luz. Esse não é o assunto aqui, mas não podia perder a chance de falar nisso.
Outras obras da literatura do século XIX tem características similares, mas tem alguma coisa nessa história que, pelo menos para mim, causou um impacto emocional e até onírico que ainda ecoa quase um mês depois de terminar de ler.
Também me impressionei com a modernidade do texto, em parte, claro, mérito do tradutor, mas a própria história, personagens e até contexto cultural são quase atemporais, muito embora, claro, 126 anos depois, algumas coisas nos pareçam… ingênuas, algumas relações muito submissas. Ainda assim me admirei com a determinação e maturidade das personagens repetidas vezes e, agora mesmo, me sinto inspirado por elas, apesar de reconhecer na história um verdadeiro desafioà percepção à razão.
No final da leitura você provavelmente terá um veredito, mas recomendo fortemente experimentar outros, exercitar o “e se…” pois essa é uma abordagem para a vida que nos ajuda a perceber que as coisas tem nuances e se movem o tempo todo.
Ficha técnica
- Título original: he Turn of the Screw
- Títulos no Brasil e em Portugal: A Outra Volta do Parafuso / Calafrio
- Autor: Henry James
- Tradução Paulo Henriques de Britto (um grande tradutor brasileiro)
- Editora da edição que li: Penguin (não achei a página do livro no site deles)
- Link para comprar na Amazon (recebo um %): A Outra Volta do Parafuso
Imagem
Foto de Neil Mark Thomas na Unsplash
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Para a #QuartaCapa partilho o livro que mais me fez rir o ano passado e também um dos favoritos dos livros que li.
Tem recomendações para não ser assassinado, nas mais diversas situações, como a da imagem, e locais.
Para quem gosta de livros policiais clássicos ainda está recheado de títulos e autores para descobrir.
A autora, Kate Jackson, tem um blog, que também recomendo vivamente:
https://crossexaminingcrime.wordpress.com/ -
Para a #QuartaCapa partilho o livro que mais me fez rir o ano passado e também um dos favoritos dos livros que li.
Tem recomendações para não ser assassinado, nas mais diversas situações, como a da imagem, e locais.
Para quem gosta de livros policiais clássicos ainda está recheado de títulos e autores para descobrir.
A autora, Kate Jackson, tem um blog, que também recomendo vivamente:
https://crossexaminingcrime.wordpress.com/ -
Para a #QuartaCapa partilho o livro que mais me fez rir o ano passado e também um dos favoritos dos livros que li.
Tem recomendações para não ser assassinado, nas mais diversas situações, como a da imagem, e locais.
Para quem gosta de livros policiais clássicos ainda está recheado de títulos e autores para descobrir.
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A despeito de ser considerado um clássico do cinema (na perspectiva estadunidense) eu nunca assisti (nem tinha vontade de assití-lo, até hoje) Casablanca.
Mas hoje eu vi, numa rede social, uma cena épica do filme em que oficiais alemães cantavam um hino alemão (dhan) num café e uma personagem do filme entra e pede para os músicos tocarem "La Marseillaise"... então todos começam a cantar e abafam os oficiais que, dando-se por vencidos, se calam e sentam-se.
Achei a cena tão épica, que agora, vou colocá-lo na minha lista de filmes para se assistir antes de desembarcar do planeta!
A ligação abaixo aponta para um jardim murado, não sei se é possível assistir a cena, sem se autenticar...
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Clássicos de Josivandro Avelar. Qual o seu clássico favorito? #classicos #alltypes #frases #reflexões #socialmedia #site #comunicação #conteudodigital #conteudo
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