#retrospectiva — Public Fediverse posts
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📰 Estreno cuarta temporada "Retrospectiva", dedicada al Concurso Juan Downey 2025
🔗 https://chilecultura.gob.cl/events/39081 -
https://www.europesays.com/es/779058/ ‘Minor White’, primera retrospectiva en Europa del fotógrafo estadounidense #arte #ArteYDiseño #Arts #ArtsAndDesign #Design #Diseño #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #estadounidense #europa #fotografo #minor #primera #retrospectiva #Spain #white
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https://www.europesays.com/es/765488/ La Galería Patrick Derom de Bruselas acoge la primera gran exposición retrospectiva del artista chino Ai Weiwei #acoge #arte #ArteYDiseño #artista #Arts #ArtsAndDesign #bruselas #chino #derom #Design #Diseño #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #exposicion #galeria #gran #patrick #primera #retrospectiva #Spain #weiwei
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https://www.europesays.com/es/694117/ Retrospectiva: Veinte películas para conocer al ‘turbio’ José Giovanni #Cine #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #Film #FilmotecaVasca #JoseGiovanni #Movies #Películas #retrospectiva #Spain #zinemaldia
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https://www.europesays.com/es/602564/ El Herreriano dedica a Miquel Mont la mayor retrospectiva que ha tenido en España este «erudito de la pintura» #arte #ArteYDiseño #Arts #ArtsAndDesign #dedica #Design #Diseño #Entertainment #Entretenimiento #erudito #ES #España #herreriano #mayor #miquel #mont #Pintura #retrospectiva #Spain
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https://www.europesays.com/es/579624/ Retrospectiva a Jasper Johns en el Guggenheim – El Correo #arte #ArteYDiseño #Arts #ArtsAndDesign #Design #Diseño #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #guggenheim #jasper #johns #retrospectiva #Spain
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https://www.europesays.com/es/578683/ El Guggenheim Bilbao dedica una gran retrospectiva a Jasper Johns #arte #ArteYDiseño #Arts #ArtsAndDesign #bilbao #dedica #Design #Diseño #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #gran #guggenheim #retrospectiva #Spain
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https://www.europesays.com/es/576927/ La Consejería de Cultura participa cediendo varias obras en la retrospectiva de Carmen Laffón del Museo Thyssen #arte #ArteYDiseño #Arts #ArtsAndDesign #carmen #Consejería #Cultura #Design #Diseño #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #laffon #museo #participa #retrospectiva #Spain #thyssen
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https://www.europesays.com/es/559736/ Una retrospectiva de 150 obras de James McNeill Whistler toma el Tate Britain #150 #arte #ArteYDiseño #Arts #ArtsAndDesign #britain #Design #Diseño #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #james #mcneill #obras #retrospectiva #Spain #tate #toma #whistler
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https://www.europesays.com/es/530796/ Aurèlia Muñoz en el Reina Sofía, una retrospectiva sesgada #arte #ArteYDiseño #Arts #ArtsAndDesign #aurelia #Design #Diseño #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #munoz #reina #retrospectiva #sesgada #sofia #Spain
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https://www.europesays.com/es/456964/ Gala inaugural de la retrospectiva sobre Ruth Asawa en el Guggenheim de Bilbao #arte #ArteYDiseño #Arts #ArtsAndDesign #asawa #Design #Diseño #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #gala #inaugural #retrospectiva #ruth #Spain
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https://www.europesays.com/es/389372/ El Bellas Artes de Sevilla pedirá a Perú la cesión del ‘gemelo’ del Cristo del Amor de Juan de Mesa para la retrospectiva que organizará el Museo #amor #arte #ArteYDiseño #artes #Arts #ArtsAndDesign #bellas #cesion #cristo #Design #Diseño #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #gemelo #juan #mesa #museo #organizara #pedirá #Perú #retrospectiva #sevilla #Spain
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https://www.europesays.com/es/388261/ El Museo de Bellas Artes estrenará en 2026 una gran retrospectiva de Juan de Mesa y la donación de Enrique Martín #2026 #arte #ArteYDiseño #artes #Arts #ArtsAndDesign #bellas #coleccion #Design #Diseño #enrique #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #estrenara #gran #juan #martin #mesa #museo #retrospectiva #Spain
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10 itens publicados em 2025
No ano de 2025, além de ter acompanhado termos cunhados neste ano, acumulei links para outras publicações, cumprindo minha meta estipulada em 2024 de destacar outros trabalhos produzidos pela comunidade.
A ideia é não limitar a determinado formato, com livros de ficção, músicas, podcasts e artigos científicos serem formas de publicação válidas. Porém, meu alcance pessoal é limitado, e poucas pessoas à minha volta têm o hábito de sugerir publicações num geral (muito menos que seriam relevantes pra esta lista), então admito que esta retrospectiva poderá não ser tão interessante quanto eu gostaria.
Interessades em chamar atenção para determinado trabalho, para que este possa entrar em algum tipo de retrospectiva, podem fazer divulgação dele no nosso fórum, entrar em contato comigo via fediverso (@Aster) ou mesmo comentar sobre o próprio trabalho na rede qósmiques. Embora eu acompanhe certos blogs, certos subreddits e certas contas no fediverso, YouTube e Instagram, eu não tenho como garantir que vou ter visto ou arquivado tudo o que aparece nas minhas linhas do tempo. O fórum do Orientando é uma ótima maneira de chamar atenção para uma publicação interessante, já que ele está disposto de uma forma organizada e desincentiva publicações superficiais, além da maioria de seus subfóruns estarem disponíveis em resultados de sites e aplicativos de busca.
Pensando Fora do Binário – até no mundo árabe / Thinking Outside The Binary – even in the Arab world / التفكير خارج الإطار الثنائي
O primeiro texto a ser destacado, em ordem cronológica, foi publicado no dia 15 de janeiro por auxiliaryfrfr em pronouns.page, e é sobre a importância de não se silenciar e promover a neolinguagem mesmo em uma língua sem gêneros gramaticais não associados ao binário de gênero.
A tradução na língua portuguesa foi feita e publicada por mim no subreddit r/neolinguagem, com base na versão de língua inglesa do texto. Quem quiser ler tal tradução sem visitar o Reddit pode ler uma versão arquivada aqui.
+ Para quem se interessa na pauta da liberdade de tratamento e quer se aprofundar mais, também publiquei o texto Por um movimento explicitamente pró-neolinguagem neste ano, o qual conceitualiza diferentes formas de discriminação contra estar fora das normas de linguagem e aponta o quanto a pauta não pode depender de movimentos cisdissidentes, trans ou não-binários para ser defendida ou ensinada.
How to Make Your Own Binder that Fits Well and Looks Good
Também no dia 15 de janeiro, kiwisoap no Tumblr publicou um guia passo-a-passo de como fazer um binder no estilo dos da loja gc2b. Eu já costurei meu próprio binder no estilo dos da loja Shapeshifters, mas tive bastante dificuldade de achar o tecido certo para a malha de trama aberta, que precisa ser elástico mas relativamente firme; enquanto isso, o estilo deste molde permite a confecção apenas com tecidos mais comuns (entretelas, algo firme como sarja ou algodão para camisas e tecido para legging). Meus binders da gc2b também usam tecidos mais finos do que os da Shapeshifters, então binders feitos com o molde da publicação podem até ser uma opção melhor para climas mais quentes.
Até o momento da escrita, não testei o guia, mas ele parece ser razoável. Pessoalmente, eu usaria algum ponto próprio para tecidos elásticos (os que geralmente aparecem pontilhados na máquina de costura) ao invés de um ponto zigue-zague comum, mas acredito que este possa funcionar também.
Gatekeeping gender-affirming care is detrimental to detrans people (versão em áudio aqui)
Este artigo, publicado no International Journal of Transgender Health – mas que encontrei pelo site de Florence Ashley – foi publicado online no dia 12 de fevereiro. Seu nome traduzido seria algo como “restringir cuidados afirmativos de gênero prejudica pessoas detrans”, e ele se trata de demonstrar o quanto os modelos utilizados por váries profissionais da saúde para determinar acesso a formas de transição corporal são danosos tanto para pessoas trans quanto para pessoas que acabam destransicionando.
Para muites profissionais, sues pacientes ou precisam ter completa certeza de que passar por processos de transição física é a única forma de diminuir a disforia de gênero que sentem, ou são pessoas que não merecem acesso a quaisquer formas de transição física. Segundo es autóries, isso acaba incentivando pacientes a não ser honestes com suas inseguranças ou seus desejos, especialmente quando podem estar buscando transição física como uma forma de experimentação de gênero similar a quando alguém adota termos de identidades de gênero, conjuntos de linguagem pessoais, maquiagem e/ou roupas de formas que podem ou não ser temporáries quando não têm certeza absoluta sobre suas identidades.
Esta publicação di Oltiel, do dia 21 de junho, fala sobre as pessoas hétero dentro da comunidade LGBTQIAPN+, que acabam sendo apagadas ou mesmo antagonizadas em discursos que ignoram a existência de pessoas trans, intersexo e a-espectrais que são mulheres e sentem atração apenas por homens (ou vice-versa). Ilo também oferece alternativas para pessoas que sentem tal atração e preferem se afastar do termo hétero por sua conotação comum de cisgeneridade, periorientação e alossexualidade.
+ Também recomendo um texto anterior dilo (de 2020) que argumenta contra a inclusão da não-binaridade em definições e usos de hétero. Alternativamente, também publiquei Pessoas não-binárias e a alienação da diamoricidade em 2025, um texto questionando o impulso não-binário de usar termos com conotações binárias para suas orientações.
Dossiê Matria: O lobby antitrans disfarçado de defesa das mulheres e crianças
Em 9 de outubro, o site da ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) publicou Pesquisa inédita explora lobby antitrans da Matria com apoio de universidades e entidades de direitos humanos, texto que chama a atenção para um dossiê sobre o grupo antitrans Matria, expondo suas conexões com grupos de extrema direita que informa suas investidas contra direitos trans. O corpo do texto em si (sem contar capa, sumário, etc.) tem 48 páginas.
From definitions to motivations
Este artigo do Siggy publicado em 21 de outubro critica a apresentação da assexualidade como uma série de termos e definições, ao invés de levar em consideração o contexto que motivou a existência de tais termos e o quanto cada um dos termos apresentados é amplamente utilizado. Ele aponta que, para muitas pessoas, suas orientações do espectro assexual são termos que fazem sentido nos contextos onde estão inseridas, mesmo que pareçam especificações “excessivas” sob perspectivas alossexuais (de fora do espectro assexual), entre outras questões.
Eu mesme tento contextualizar cada termo apresentado no Orientando em sua página específica (e/ou com links externos). Entendo o valor de uma lista rápida para entender o que determinado termo significa, mas a compreensão de dinâmicas comunitárias em torno de cada termo, ou mesmo das definições base de alguns termos, requer ir além de ler uma definição resumida. Ainda mais se a pessoa lendo não é familiar com conceitos como gênero ou orientação de forma mais profunda do que o assunto tende a ser tratado em espaços cis e hétero.
+ O texto The Ace Community and Folk Epistemology, publicado por RED em resposta ao Siggy no dia seguinte, se trata de explicar o fenômeno da epistemologia folk, onde são as próprias comunidades queer que cunham as próprias terminologias para se comunicar sem a necessidade de imposições de autoridades ou de hierarquias onde certos termos são obrigatoriamente diferentes ou mais abrangentes do que outros.
Translation: “The Quoiromantic Manifesto” by Nakamura Kasumi
No dia 25 de outubro, aceadmiral no WordPress publicou uma tradução de um manifesto quoiromântico originalmente publicado em 2021 neste livro (se eu não me engano) por Nakamura Kasumi. Como esta compilação de publicações não existia em 2021 e eu só soube do manifesto por conta desta tradução, estou contando como um “texto de 2025”.
O manifesto começa definindo orientações sexuais e românticas e contando a história do termo quoi. Depois, descreve o conceito de relacionamentos puros, os quais são definidos por comprometimento e pela escolha livre em torno do relacionamento (ao contrário de laços formados por deveres sociais, por exemplo). Finalmente, fala sobre pensar em cada relacionamento como diferente e em flutuação, sem dividir pessoas entre relacionamentos amorosos ou de amizade.
+ As conclusões de Nakamura Kasumi são similares às de proponentes da anarquia relacional, embora o conceito não tenha sido mencionado. O livro de 2020 (com publicação revisada em 2022) Anarquia relacional: A revolução a partir dos vínculos por Juan Carlos Pérez Cortés é uma leitura interessante para quem quer saber mais sobre o assunto. Sua versão escrita na língua inglesa está disponível gratuitamente em The Anarchist Library, mas existe versão na língua portuguesa à venda.
O desafio da população trans de envelhecer com plenitude
O texto em questão foi publicado em 24 de novembro por Priscilla Machado. Foca em mostrar dados e depoimentos acerca de envelhecer sendo trans, tanto em questão de como é difícil sobreviver tantas décadas quanto em questão de como estas pessoas acabam passando por dificuldades como isolamento, desemprego e despreparo de profissionais da saúde.
+ Outro texto publicado em 2025 sobre exclusão de um grupo cisdissidente do mercado de trabalho é Pessoas não binárias enfrentam dificuldades e exclusão no mercado de trabalho, texto por Diego Facuntini publicado no site do Ministério Público do Mato Grosso.
A ideia de existir como trans ser uma resistência por si só é uma que muitas vezes é repetida sem ser explicada. Esta coluna, publicada pela Úrsula Brevilheri no dia 28 de novembro, exemplifica a dor e a importância de existir publicamente fora da cisnorma.
+ No dia 20 de outubro de 2025, o texto A trans de barba e o LGB sem o T foi publicado pela Sara York no portal de notícia Brasil 247. Também é um texto que trata de criticar a cisnormatividade, inclusive em espaços heterodissidentes.
How pinkwashing weaponizes LGBTQ+ rights
Neste vídeo, publicado em 23 de dezembro, revolutionaryth0t explica como países mais ricos usam a desculpa de que países menos poderosos não respeitam direitos LGBTQIAPN+ para invadi-los ou prejudicá-los de outras formas, e como, em troca, países menos poderosos acabam por perceber direitos LGBTQIAPN+ como uma ameaça. Elu usa Palestina e Burkina Faso como exemplos destes posicionamentos.
+ Também em 2025, mas no dia 30 de junho, Jorge H. Mendoza publicou O que é pinkwashing? no site da LIT-QI (Liga Internacional Dos Trabalhadores – Quarta Internacional), o qual explica na língua portuguesa o conceito de pinkwashing. Ele também usa a ocupação da Palestina pelo estado israelense como exemplo, mas foca mais no pinkwashing feito por empresas.
Finalmente, também gostaria de destacar o projeto cultura enebê, que (re)publica coisas relacionadas com não-binaridade na língua portuguesa, e o Observatório Queer Global, comunidade de WhatsApp onde pessoas podem trocar notícias sobre a comunidade.
#binder #cissexismo #nãoBinárie #neolinguagem #quoi #quoirromântique #retrospectiva #transgênero
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Dentre essas leituras separei 10 livros, 05 graphics e 05 releituras, sem ordem de valor ou importância, mas que sem dúvida representam minhas melhores leituras de 2025. E que venham as leituras de 2026.
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É assim que se faz. Sem pressa, mas sem pausa. Obrigado por fazerem parte dessa caminhada. Que as próximas 51 semanas tragam ainda mais conversa fiada de qualidade, descobertas musicais e essa comunidade que a gente ama, ama, ama!
A jornada continua. Sigamos. ✨
#2026 #PrimeiraSemana #FediversoBR #Pitico #Comunidade #Retrospectiva #Caminhada #Obrigado
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https://www.minenest.com/628818/ Retrospectiva 2025 da Atualização 1.4.5 do Terraria #terraria #jogos #games ##games #biel #Biel756 #BielTerraria #jogos #NovidadesTerraria #retrospectiva #RetrospectivaTerraria #Terraria #Terraria1.4.5 #TerrariaAtualização #TerrariaAtualização1.4.5 #TerrariaBiel #TerrariaNovidades #TerrariaVideos
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A Ursal sem Zona #32, a última do ano, está na caixa postal dos apoiadores da instância com uma singela #retrospectiva deste ano que tivemos desde Fernanda Torres totalmente premiada até Bolsonaro preso, passando por João Gomes todo internacional na NPR e ritual satânico da Lady Gaga no Rio de Janeiro.
Como mangolei e não anexei a ilustração dos eventos de julho, ela segue aqui neste toot como lembrete para você apoiar sua instância, se puder.
Um beijo no coração e um feliz ano novo! 2026 vai ser melhor. ❤️
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A Ursal sem Zona #32, a última do ano, está na caixa postal dos apoiadores da instância com uma singela #retrospectiva deste ano que tivemos desde Fernanda Torres totalmente premiada até Bolsonaro preso, passando por João Gomes todo internacional na NPR e ritual satânico da Lady Gaga no Rio de Janeiro.
Como mangolei e não anexei a ilustração dos eventos de julho, ela segue aqui neste toot como lembrete para você apoiar sua instância, se puder.
Um beijo no coração e um feliz ano novo! 2026 vai ser melhor. ❤️
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A Ursal sem Zona #32, a última do ano, está na caixa postal dos apoiadores da instância com uma singela #retrospectiva deste ano que tivemos desde Fernanda Torres totalmente premiada até Bolsonaro preso, passando por João Gomes todo internacional na NPR e ritual satânico da Lady Gaga no Rio de Janeiro.
Como mangolei e não anexei a ilustração dos eventos de julho, ela segue aqui neste toot como lembrete para você apoiar sua instância, se puder.
Um beijo no coração e um feliz ano novo! 2026 vai ser melhor. ❤️
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A Ursal sem Zona #32, a última do ano, está na caixa postal dos apoiadores da instância com uma singela #retrospectiva deste ano que tivemos desde Fernanda Torres totalmente premiada até Bolsonaro preso, passando por João Gomes todo internacional na NPR e ritual satânico da Lady Gaga no Rio de Janeiro.
Como mangolei e não anexei a ilustração dos eventos de julho, ela segue aqui neste toot como lembrete para você apoiar sua instância, se puder.
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Na política, Érica Hilton luta firme contra a transfobia e inspira com sua trajetória. Na música, Liniker brilha com o álbum Caju e turnê pelo Brasil. Na dramaturgia, Gabriela Lorram provoca reflexões sobre amor e preconceito na novela das nove. Três mulheres trans que fizeram 2025 ser de representatividade e força! #doistercos #RepresentatividadeImporta #visibilidade #retrospectiva
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Na política, Érica Hilton luta firme contra a transfobia e inspira com sua trajetória. Na música, Liniker brilha com o álbum Caju e turnê pelo Brasil. Na dramaturgia, Gabriela Lorram provoca reflexões sobre amor e preconceito na novela das nove. Três mulheres trans que fizeram 2025 ser de representatividade e força! #doistercos #RepresentatividadeImporta #visibilidade #retrospectiva
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Na política, Érica Hilton luta firme contra a transfobia e inspira com sua trajetória. Na música, Liniker brilha com o álbum Caju e turnê pelo Brasil. Na dramaturgia, Gabriela Lorram provoca reflexões sobre amor e preconceito na novela das nove. Três mulheres trans que fizeram 2025 ser de representatividade e força! #doistercos #RepresentatividadeImporta #visibilidade #retrospectiva
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Na política, Érica Hilton luta firme contra a transfobia e inspira com sua trajetória. Na música, Liniker brilha com o álbum Caju e turnê pelo Brasil. Na dramaturgia, Gabriela Lorram provoca reflexões sobre amor e preconceito na novela das nove. Três mulheres trans que fizeram 2025 ser de representatividade e força! #doistercos #RepresentatividadeImporta #visibilidade #retrospectiva
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Na política, Érica Hilton luta firme contra a transfobia e inspira com sua trajetória. Na música, Liniker brilha com o álbum Caju e turnê pelo Brasil. Na dramaturgia, Gabriela Lorram provoca reflexões sobre amor e preconceito na novela das nove. Três mulheres trans que fizeram 2025 ser de representatividade e força! #doistercos #RepresentatividadeImporta #visibilidade #retrospectiva
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Alguns termos cunhados em 2025
Alô e boas vindas a mais uma retrospectiva de termos!
Como sempre, peço a pessoas não familiarizadas com a diversidade de termos para entender que termos relacionados com tipos de atração, orientações, identidades de gênero e modalidades de gênero são questões pessoais e sociais que envolvem comunicação: enquanto há pessoas que não se importam em usar termos mais comuns como lésbique, gay, bi, trans, não-binárie e/ou assexual, outras pessoas preferem especificar melhor suas experiências ou evitar comunidades que tendem a excluir ou minimizar suas vivências. Termos mais novos não excluem termos já existentes, e comunidades formadas em torno de cisdissidências e/ou heterodissidências precisam aprender a ser mais inclusivas de outras identidades caso queiram acolher as pessoas que optam por utilizá-las, ao invés de intimidar ou assediar tais pessoas para que usem os termos que consideram dignos de respeito. Para quem quiser ler mais sobre o assunto, recomendo o texto “Por que usar [y] ao invés de [x]?” e, em questão de gênero, o vídeo Uma defesa à diversidade de identidades não-binárias [cc].
Bandeira asteresque
Asteresque
Começo por um termo que contém meu nome, mas que não está aqui por causa disto: asteresque é um gênero que não é homem, mulher, qualquer coisa entre tais gêneros, ambíguo ou caracterizado por ausência de gênero, mas que é fundamentalmente neutro. Alguém asteresque que tem outros gêneros pode perceber que a neutralidade do gênero asteresque pode borrar para tais gêneros, os tornando mais leves ou neutros.
Stormy, que cunhou asteresque em 30 de maio (e publicou outro texto explicando as origens do termo em 3 de junho), especificou também que asteresque é um aporagênero e um neegênero. Sua intenção foi criar um termo alternativo a termos como gênero neutro ou neutrois que fosse mais específico em sua definição. Atualmente, a tag asteresque em seu blog também contém outros termos relacionados a este gênero, como astramel, um termo para descrever uma corporalidade asteresque, e nixaster(esque), um termo níxico para quem é agênero e asteresque.
Bandeira peixe-bolha
Axolote (axolotl), lofiiforme (anglerfish) e peixe-bolha (blobfish)
Os três termos foram cunhados por Jay/Jane, uma pessoa autista que sempre se sentiu confortada por animais considerados “feios”, e descrevem expressões de gênero para pessoas com deficiência.
Axolote é um termo para homens com deficiência que se expressam de forma masculina, mas que sentem desconexão em relação à masculinidade tradicional por conta da(s) deficiência(s). O termo foi publicado em 16 de maio.
Lofiiforme é um termo para pessoas genderqueer com deficiência que se expressam de forma andrógina ou neutra, mas que sentem desconexão em relação à androginia ou neutralidade típica por conta da(s) deficiência(s). O termo foi publicado em 4 de julho.
Peixe-bolha é um termo para mulheres com deficiência que se expressam de forma feminina, mas que sentem desconexão em relação à feminilidade tradicional por conta da(s) deficiência(s). O termo foi publicado junto a axolote.
Bandeira mdernobyn
Vários termos cendecure
Em 3 de dezembro de 2018, wendecure no Tumblr publicou a cunhagem do termo wendecure, que descreve alguém sem gênero por conta de algum outro fator identitário, com foco em alterumanes de espécies não humanas. No dia seguinte, wendecure publicou que cendecure é o termo guarda-chuva para este tipo de identidade, o qual abrange ter outras identidades de gênero por determinadas razões. Alguns outros termos foram publicados, mas eventualmente wendecure abandonou sua conta.
Em 19 de agosto deste ano, Dexter/Zephyr falou que preencheria as lacunas do sistema cendecure, e desde então publicou dezenas de termos e bandeiras com tal objetivo. Aqui estão alguns exemplos de suas publicações:
- Aliernine (alienígena fendecure), publicação de 10 de setembro: Alguém que tem um gênero feminino por ser alienígena ou similar, ou uma feminilidade (conectada com ser) alienígena.
- Animdexine (animal xendecure), publicação de 15 de setembro: Alguém que é xenogênero por ser animal ou similar, ou uma xeninidade (conectada com ser) animal.
- Robilbien (robô bendecure), publicação de 21 de setembro: Alguém que é bigênero por ser robô ou outro tipo de ser tecnológico, ou uma bigeneridade (conectada com ser) robô.
- Pladetral (planta nendecure), publicação de 26 de setembro: Alguém que é de um gênero neutro por ser uma planta ou outra substância ou criatura que vem da terra, ou uma neutralidade (conectada com ser) planta.
- Mdernobyn (magia nondecure), publicação de 29 de setembro: Alguém que é não-binárie ou que tem um gênero não-binário por conta de ser feite de magia ou de ser um ser capaz de usar magia (como alguém fictionkin de ume bruxe), ou uma não-binaridade com uma conexão com magia.
- Ligremael (luz malecure), publicação de 5 de outubro: Alguém que é homem por ser feite de luz ou divine, ou uma hombridade com conexão com (ser) luz/divindade/similar.
- Ghosrfeal (fantasma felecure), publicação de 6 de outubro: Alguém que é mulher por ser fantasma/espírito/etc., ou uma mulheridade conectada com (ser) fantasma.
- Daredryn (trevas/sombras drogecure), publicação de 15 de outubro: Alguém que é ume andrógine ou uma pessoa andrógina por ser feite de trevas/sombras ou por ser demônio/monstro, ou uma androginia conectada com trevas, monstros, demônios e/ou afins.
- Outhecure, publicação de 18 de outubro: Alguém que é outerine por ser algo (geralmente, mas não exclusivamente, de forma alterumana).
- Aliermave (alienígena mavecure), publicação de 25 de outubro: Alguém que é maverique ou maverine (qualidade associada com ser maverique) por ser alienígena ou similar, ou uma maverinidade (conectada com ser) alienígena.
- Ligrepaen (luz pendecure), publicação de 4 de novembro: Alguém que é pangênero por ser feite de luz ou divine, ou uma pangeneridade com conexão com (ser) luz/divindade/similar.
Bandeira topázica
Cobáltique, rosgôldique e topázique
Cobáltique é uma orientação para aquelus atraídes por masculinidade de uma forma ou de outra. Pessoas cobálticas podem variar em relação a por quantas/quais formas de masculinidade sentem atração: se é apenas por pessoas que categorizam a própria expressão de gênero como masculina, se é por pessoas cujas identidades de gênero são masculinas, se a atração ocorre em ambas as circunstâncias ou afins. A orientação foi baseada em mee-/min-, mas não requer sufixo e é definida de forma mais específica. Este termo foi publicado em 22 de fevereiro por splatcoins no Tumblr.
Rosgôldique é uma orientação para aquelus atraídes por feminilidade de uma forma ou de outra. Pessoas rosgôldicas podem variar em relação a quais ou quantas formas de feminilidade sentem atração. A orientação foi baseada em fee-/fin-, mas não requer sufixo e é definida de forma mais específica. Este termo foi publicado no mesmo dia pela mesma pessoa.
Topázique é uma orientação para aquelus atraídes por neutralidade de uma forma ou de outra. Pessoas topázicas podem variar em relação a quais ou quantas formas de neutralidade sentem atração. A orientação foi baseada em nee-/nin-, mas não requer sufixo e exclui pessoas não-binárias que não seriam descritas como neutras. Este termo também foi publicado em 22 de fevereiro por splatcoins.
Bandeira elediana
Elediane e eliciane
Elediane é uma orientação que descreve alguém primariamente ou quase exclusivamente atraíde por pessoas não-binárias, mas que também é capaz de sentir atração por algumes mulheres (talvez sob certa condição). O termo foi publicado no dia 28 de fevereiro.
Eliciane é uma orientação que descreve alguém primariamente ou quase exclusivamente atraíde por pessoas não-binárias, mas que também é capaz de sentir atração por algumes homens (talvez sob certa condição). O termo foi publicado no dia 28 de maio.
Ambos os termos foram cunhados por gendergasm no Tumblr. Eles são essencialmente subtipos das orientações tríxen e tóren respectivamente, de forma que determina a atração por pessoas não-binárias como mais presente.
Bandeira fictinvir
Enfictin/fictinen, erafictin/fictinera e virfictin/fictinvir
Termos cunhados em uma publicação feita no dia 13 de janeiro por Téo/Theo, givemecoins no Tumblr.
Enfictin ou fictinen descreve alguém cuja identidade – a qual pode ser uma identidade de gênero, uma orientação ou mesmo outra forma de identidade não necessariamente relacionada com ser LGBTQIAPN+ – é conectada a pessoas não-binárias fictícias.
Erafictin ou fictinera descreve alguém cuja identidade – a qual pode ser uma identidade de gênero, uma orientação ou mesmo outra forma de identidade não necessariamente relacionada com ser LGBTQIAPN+ – é conectada a mulheres fictícies.
Virfictin ou fictinvir descreve alguém cuja identidade – a qual pode ser uma identidade de gênero, uma orientação ou mesmo outra forma de identidade não necessariamente relacionada com ser LGBTQIAPN+ – é conectada a homens fictícies.
Em questão de orientação, Téo especificou que a questão seria ter a atração afetada pela conexão com ume personagem. Então, por exemplo, alguém poderia se dizer fictinen caso considere que sua orientação só funciona da forma que funciona por conta de uma conexão muito forte com ume personagem não-binárie que demonstra ter determinada orientação. O conceito difere de ficto, onde alguém ficto sente atração por personagens independentemente de se sentir conectade a algume personagem, embora também seja possível ser tanto fictin quanto ficto caso a conexão com determinade personagem tenha influenciado alguém a sentir atração por personagens.
Bandeira nixiana (não confundir com esta bandeira aloaro)
Nixiane
Nixiane descreve alguém sem gênero/no espectro agênero que sente atração por outras pessoas sem gênero/no espectro agênero. A ideia é que ser nixiane seja equivalente a ser gay, veldiane ou lésbique, mas em relação a pessoas sem gênero/no espectro agênero.
Embora já existisse a orientação gae, ela foi cunhada para ser usada como prefixo, e não foi definida exatamente da mesma forma. Outro termo similar é delfiniane, um termo juvélico que expressa a mesma atração mas que não tem a conotação de priorização/exclusividade que nixiane parece passar.
Este termo foi cunhado por Jasper, jasper-coins no Tumblr, e sua publicação ocorreu no dia 10 de janeiro.
Bandeira piercio
Piercio
Piercio é um gênero relacionado a, explicado por e/ou que se trata do ato de fazer piercing (perfurar), independentemente do contexto e de se a pessoa piercio está fazendo piercing em outra pessoa ou sendo perfurada ela mesma.
A publicação feita por Leonidas/Narcissus/Leon, militant-coining no Tumblr, em 5 de dezembro, não especifica se piercing na definição de piercio se refere ao ato de perfurar num geral ou se a ideia é que o gênero seja relacionado especificamente à forma de modificação corporal que permite a colocação de jóias em diversas partes do corpo. Porém, Leonidas também já publicou outros termos relacionados com modificações corporais, como inmodificação, e uma das bandeiras mostra ferramentas utilizadas para colocar piercings, então acredito que esta seja a interpretação mais provável.
Modificações corporais são muitas vezes associadas com inconformidade de gênero, com muitas pessoas não-binárias fazendo modificações pouco buscadas em seus contextos sociais – Jessy Kirkpatrick e T. Angel, por exemplo – então está longe de ser impensável a ideia de alguém conceitualizar seu gênero em torno de fazer piercings, ao invés de mulheridade, hombridade, feminilidade, androginia, neutralidade ou afins. Especialmente dentro de um paradigma xenogênero.
Bandeira steminine
Steminine
Steminine é um gênero relacionado com a experiência de mulheres em determinados campos das ciências exatas e biológicas (na língua inglesa, STEM é uma sigla para ciência, tecnologia, engenharia e matemática). O gênero em si não é necessariamente associado com ser mulher ou com feminilidade, podendo também ter a ver com a misoginia experienciada por ser percebide como mulher ou com mudanças na percepção pessoal de gênero causadas por como mulheres são tratades em tais campos, por exemplo.
O termo foi cunhado por Payne, bag-of-tricks-backpack no Tumblr, e sua publicação ocorreu no dia 12 de novembro.
Bandeira verásica
Verásique/vérique
Uma pessoa verásica ou vérica é capaz de sentir atração tanto por mulheres quanto por homens, mas de forma que não é exclusiva a mulheres ou homens bináries. Alguns exemplos de identidades que podem ser cobertas por tal atração são femache, mulher não-binárie, homem não-binárie, demimulher e próxvir, mas cada pessoa verásica pode ter limites/especificações diferentes em questão de quais identidades não-binárias estão inclusas em sua atração.
Os termos foram cunhados por Téo/Theo e publicados em seu Tumblr no dia 10 de maio.
Outras tendências de cunhagem (percebidas de forma subjetiva)
- Várias cunhagens de termos não necessariamente relacionados com ser LGBTQIAPN+, como -cora, bandeiras para quem se vê como certo adjetivo ou preferir ser chamade de [termo] ao invés de pessoa (gate; nostalgista; humanoide), parceire (bolsa de sangue; deuse/divindade; cogumelo), headmate (sombra; soldade; anjo) ou afins;
- Termos de expressão, como o sufixo prex, o termo nômino, cunhagens que usam palavras já existentes como pomar e céu pastel, termos como merchentação e charatação (mas não xenintação, que é de 2024) e quase três dezenas de páginas de termos cunhados por daybreakthing no Tumblr;
- Várias identidades modais, desde termos como transambígue e ipterdrógine até modalidades diferentes como aequigênero/neutramodal e amatetosgênero. Quanto a termos com o prefixo trans, acredito que este crescimento tenha bastante a ver com um crescimento perceptível nos últimos anos em termos que tentam oferecer uma série de termos em um único pacote: por exemplo, nightcorixin foi um termo cunhado para abranger determinadas identidades de gênero relacionados com música nightcore e estéticas relacionadas que também já foi pensado com um substantivo equivalente (sparklere), uma qualidade de gênero (digitaver), um termo juvélico para relacionamentos entre sparkleres (neospárkia) e um termo equivalente a transandrógine/transneutre/etc. (transnightcorixin), entre outros termos. Esta atitude não era tão comum quando termos como caelgênero ou béstia foram cunhados, mas não só há novos termos já sendo cunhados com uma versão transicional (ou mesmo uma qualidade associada que possa ser adicionada a diversas modalidades), como também há pessoas preenchendo vácuos léxicos deixados por termos que não haviam sido conceitualizados para além de uma identidade de gênero.
Por enquanto é isto. Que pessoas sintam-se livres para comentar quais seus termos de 2025 preferidos, tanto desta lista quanto outros não citados.
#aliermave #aliernine #animdexine #asteresque #axolote #cendecure #cobáltique #daredryn #elediane #eliciane #enfictin #erafictin #fictinen #fictinera #fictinvir #ghosrfeal #ligremael #ligrepaen #lofiiforme #mdernobyn #nixiane #outhecure #peixeBolha #piercio #platedral #retrospectiva #robilbien #rosgôldique #steminine #TerminologiaNHINCQ #termosIncomuns #topázique #verásique #vérique #virfictin
https://orientando.org/2025/12/alguns-termos-cunhados-em-2025/
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Enquanto COP30 deixa a desejar nas propostas, eventos extremos alertam para urgência de mitigação e adaptação à crise climática
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https://www.europesays.com/es/303883/ Julio Anaya, el maestro del trampantojo inaugura en China una retrospectiva #anaya #arte #ArteYDiseño #Arts #ArtsAndDesign #China #Design #Diseño #Entertainment #Entretenimiento #ES #España #inaugura #julio #maestro #retrospectiva #Spain #trampantojo
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Todas as séries que vi em 2025
Desde 2021 passei a fazer uma notinha no Obsidian (mas pode ser em qq outro) para cada série que assisto. Tem o resumo de cada episódio com as minhas palavras, a lista de personagens, a capa da série e, no final, uma sessão para comentários e citações.
Foi uma das melhores coisas que fiz… Tá, uma das 50 melhores coisas que fiz para a minha paz de espírito! Quando quero lembrar de uma série, das suas reviravoltas, das revelações ou momentos emblemáticos, bastam uns minutos passando olhos nas anotações e o tempo para! Vivo de novo aquelas 6, 12, sei lá quantas horas de série de novo em poucos minutos! É muito satisfatório!! E a paz de espírito vem de nunca mais ficar perturbado tentando lembrar daquela personagem, daquele momento…
Claro que não vou compartilhar os meus resumos aqui porque, quando a série é boa, são enormes e, claro, cheios de spoilers! Eu não suporto fazer spoiler, muito embora em geral não me incomode em receber.
O que vou compartilhar é um pouco do resumo de cada uma. Você sempre pode ver que séries estou assistindo e assisti no ano corrente vendo a minha página “Agora” no Meme de Carbono, que é o meu site principal. Esse aqui é para amigues e para mim mesmo!
Vamos da mais antiga para a mais recente:
1 – The Expanse
Vi em 2021, na verdade, mas revi esse ano porque não tinha feito anotações.
Se revi é porque gostei muito, né? As quatro primeiras temporadas são bem melhores que as duas últimas, que perdem um bocado da tensão narrativa dos mistérios, mas em compensação focam mais nos dramas humanos, o que, alás, é uma qualidade da série no geral. Mesmo nos primeiros episódios já temos personagens bem palpáveis!
A riqueza do universo criado na série de livros pode intimidar um pouco no começo, mas vale a pena.
A série também se destaca por ser bem mais realista cientificamente do que a maioria, mas sem fazer da ciência o tema da história, mas apenas o ambiente.
Streaming: Amazon Prime Vídeo
2 – Invasion T02
Muitas vezes as segundas temporadas de séries repetem a primeira na esperança de reaproveitar o estado de espírito da audiência sem arriscar uma nova história ou mesmo um novo enfoque. Não é o caso de Invasion.
Na segunda temporada ficamos sabendo de mais coisas sobre a primeira, mas a história também nos leva a outras áreas tanto dos relacionamentos pessoais, quanto da coletividade humana. Talvez eu tenha gostado mais dessa temporada que da primeira.
Streaming: Apple TV
3 – Ruptura T02
Essa foi uma grande sensação de 2024 e 2025, mas ainda assim vou comentar sem spoilers.
Apesar de gostar muito de criações artísticas que fogem do lugar-comum tem alguma coisa nos mistérios de Ruptura que não me empolgam. Talvez por ser uma metáfora muito mais poderosa na cultura estadunidense como alguém me disse, talvez por, especificamente no meu caso, ser uma metáfora com que não me sintonizo.
A segunda temporada esclarece muitas coisas em aberto na primeira, o que talvez também me desagrade um pouco pois penso que há mistérios que ficam melhor sendo mantidos como mistérios e, assim, abertos a interpretações e mergulha mais nas relações entre as pessoas.
Streaming: Apple TV
4 – Only Murders on the Building T05
É a série que mais me faz bem! De certa forma, todas as temporadas são iguais, né? Um mistério, muitas reviravoltas e uma solução satisfatória no final, que até pode nos pegar de surpresa nos últimos minutos, mas a estrutura previsível, o humor leve, a química dos protagonistas e carisma individual, sem falar nas divertidas participações especiais e elenco de apoio fazem dessa uma série para deixar o dia mais leve. Recomendo!
Streaming: Produção Hulu, acho que está no HBO agora
5 – Stranger Things T05 (e última)
Essa é daquelas que você não deve aguentar mais ouvir falar, desde como foi o modelo que lançou a cultura da maratona e primeiro grande fenômeno de streaming até teorias sobre nostalgia etc.
A temporada ainda não acabou, então não tem como dizer o que achei, claro, muito embora não pareça que vão criar nenhuma grande reviravolta no que resta (volto aqui e me corrijo se acontecer). Me parece que decidiram dar uma conclusão digna para a série, que deveria ter, sim, 5 temporadas, mas acabou prejudicada pela pandemia e agora temos atores mirins adultos. Ainda assim eles me convenceram. Licença poética, vai…
Enfim, estou achando empolgante, tem uma personagem nova ou outra com um arco de história que é interessante, um Deus-ex-machina aqui ou ali, mas até que empolga.
Streaming: Netflix
6 – The New Look
A gente pensa “Uma série sobre o mundo da alta-costura na França durante a Segunda-Guerra, que sem graça!”. Cara… Só assita o priemeiro episódio. Se dê essa chance de ver uma ótima série! Tem a Arya, digo, a Maysie Williams (sou fã, me deixa) e o Ben Mendelson fazendo maravilhosamente o Christian Dior, não um “costureiro”, mas uma pessoa real em tempos de guerra, que, aliás, é a história que a série conta: como o fascismos e guerras corrompem a sociedade. Juliette Binoche no papel de Coco Chanel também está exelente.
Streaming: Apple TV
7 – Wandinha T02
Outra que já é falada demais, né? Para mim é um pouco como Only Murders on the Building, mas com humor ácido e, ainda assim, leve e “família”.
Eu prefiro temporadas que se encerram sem pontas abertas e essa deixa alguma coisa para justificar uma terceira temporada, já confirmada, o que, nesse caso, não me incomodou porque acho que a história tem fôlego para continuar. Só acho que é meio frustrante para algumas pessoas e talvez seja o caso de esperar a terceira temporada chegar para assistir essa.
8 – Um Espião Infiltrado T01
Essa é mais uma série para ser levinha e divertida para distrair dando uma elevada no espírito ao nos levar a acompanhar pessoas que são essencialmente boas!
Vale, no entanto, o alerta de que lida com a velhice, o que é um ponto rico e sensível da série que a destaca de outras séries leves, mas pode causar algum desconforto para algumas pessoas. Um desconforto necessário e construtivo na minha opinião!
Streaming: Netflix
9 – Skeleton Crew
Em alguns momentos a jornada de amadurecimento é “Disney” demais. Acho que as crianças estão amadurecendo um pouco diferente nos últimos anos, mas a série é ótima! Divertida, com uma dose bem medida de bondade e maldade, alguma tensão no desenvolvimento das amizades e uns mistérios que me lembram um bocado o livro A Ilha Misteriosa. Recomendo!
Streaming: Disney
10 – Silo T02
Fica o aviso de que se trata da adaptação de uma série de livros e vão deixar para terminar o primeiro livro na terceira temporada, mas pelo menos parece que está confirmada.
A premissa da série é boa, a proximidade dos livros também, assim como as diferenças, que permitem que quem leu, como eu, ainda se surpreenda com a séries.
O ambiente é claustrofóbico e mantém-se o tempo todo uma direção tensa, mas não achei que é o tipo de tensão que nos esgota, e sim que prende a nossa atenção.
A Juliette Nichols, que vive a protagonista, mandou muito bem no papel. Recomendo para quem gosta do estilo e aceita ter que esperar a terceira temporada para ver o final do primeiro arco de história.
Streaming: Apple TV
11 – Reincarnated as a sword
Essa é anime, nota-se pelo título, né?
Descobri por acaso e gostei tanto que vi duas vezes esse ano mesmo. Acho que é boa para quando temos que ver as coisas dando certo para os personagens.
Streaming: Netflix
12 – DanDaDan
Outra série animada com alma de anime. Tem uma originalidade tanto no estilo gráfico quanto na temática um pouco mais realista, apensar de ser povoada de nonsense. É difícil falar muito dela sem fazer algum spoiler. Ainda não vi a segunda temporada, mas verei.
Streaming: Netflix
13 – Goosebumps T02
Acho que é uma série para a galera entre os 10 e 15 anos, é meio infantil, mas ao mesmo tempo consegue ter uns momentos de terror meio tensos para crianças menores, mas tenho idade para ser avô dessa faixa etária e posso estar bem errado, né? Eu gostei de ver descompromissadamente, curioso com o desenlace da história, mas não é dessas séries essenciais, é mais para se distrair na minha opinião.
Streaming: DIsney+
14 – Alvo Primário
Achei o episódio 7 chaaaato!!! Mas também achei a série muito cheia de furos que irritam um pouco. Tem um certo carisma do elenco a ação, tirando o episódio 7, até que vai bem, mas tinha até esquecido que tinha visto essa série esse ano! Não vou recomendar não!
Streaming: Apple TV
15 – Parasyte
É live action baseado em anime e acho que mangá. É bem falado por aí, tem uma premissa até interessante e uma estática diferente da média, mas não me pegou. Achei quase todos os personagens meio rasos e o mistério não me empolgou. Se você amou a série, me desculpe! Nem vi inteira e talvez por isso não tenha gostado, né?
Streaming: Netlfix
16 – Mythic Quest
Me diverti muito! Atores e atrizes carismáticos, personagens tão errados na vida que são divertidos, achei leve e é ambientado na indústria de games com várias referências para quem é gamer e várias críticas também. Ah! Mesmo sendo um tipo de comédia mais leve, tem seus momentos de sensibilidade que podem render umas lágrimas.
Streaming: Apple TV
17 – Halo
Essa foi outra que não consegui ver toda. Não que seja horrível, mas achei que não valia o tempo gasto assistindo: não levava a boas reflexões sobre a vida, não tinha personagens muito empolgantes, o mistério do universo não parece ser lá grandes coisas a ponto de nos prender para descobrir o que é.
Streaming: Netfix
18 – Adolescência
Muito falada por casa episódio ser em plano sequência (cada episódio é gravado sequenciamente, sem cortes) o que é realmente legal, mas nesse caso vai além, compõe a linha narrativa de jeitos que tanto nos absorve, quanto nos leva a algumas reflexões. E não é só isso, o tema e a forma como é explorado é atual e essencial. Só vou recomendar não usar como um tipo de documentário ou manual para entender o fenômeno social inteiro. A série aborda um caso de um problema que tem muitas outras manifestações.
Ah! É uma série pesada.
O terceiro episódio é o meu favorito!
Streaming: Netflix
19 – Black Mirror T07
O formato enjoou um pouco as pessoas ou talvez seja a mídia ou mesmo a estratégia de marketing da Netfix que tenha afastado a série dos holofotes, mas gostei dessa sétima temporada! Principalmente do quarto e do sexto episódios.
Pode não ser tão afiada e certeira na crítica a tecnologias que temos usado mal como vimos em vários episódios nas temporadas anteriores, mas ainda empolga.
Streaming: Netflix
20 – Pantheon
Merecia mais hipe, viu? Uma das 5 melhores séries que vi esse ano no que se refere a “head explode”. Talvez seja um pouco lisérgica demais para aguns gostos e ela meio que dá uma virada de… gênero artístico? Bem, dá uma guinada estranha, mas que eu gostei bastante!
Streaming: Netflix
21 – Taken (2002)
Vinte e três anos se passaram e acho que continua sendo uma série empolgante e que nos propõe boas reflexões. Tem várias atuações excelentes, o desenvovimento dos mistérios é bem conduzido. Mesmo sendo antiga eu recomendo!
Streaming: Não achei em nenhum
22 – Assassinato na casa branca
A personagem principal e a atriz que a vive já valem a série! Me diverti muito!
É mais uma criação da onda fórmula da Agata Christie: ocorre um crime, todos precisam ficar no local e a detetive tem muito pouco tempo para descobrir quem matou, por que etc. Sendo que nesse caso tem uma pequena diferença, mas que não interfere nem positiva, nem negativamente. É só uma pequena diferença.
É série para rir. Mesmo acontecendo na Casa Branca e cercada do ambiente político dos EUA, não vi nenhuma crítica relevante.
Streaming: Netfix
23 – The Last of Us
A história de The Last of Us, principalmente nessa segunda temporada, é pesada para mim. Tenho assistido o jogo demorei muito para me dispor a assistir, mas gosto muito da atuação da Bella Ramsey e da Kaitlyn Dever. Pedro Pascal, claro, sempre uma presença agradável na tela e também achei Isabela Merced muito bem no papel de Dina.
As mudanças que foram feitas na história para que a série valha a pena para quem jogou o jogo funcionam bem e até mudam para melhor algumas coisas.
Recomendo para os fãs do gênero.
Streaming: HBO
24 – O Eternauta
Demorei um pouco para entrar no ritmo da série porque começa meio lenta, mas é uma lentidão que encaixa muito bem na narrativa e compõe o clima da história. Os mistério, muito embora não sejam esgotados, são bem explicados nessa primeira temporada, mas ficam coisas para nos contar em uma segunda temporada.
A série é argentina e com o Ricardo Darín e um elenco que manda muito bem ao meu ver.
Recomendo para quem quer algo misterioso e com uma identidade própria.
Streaming: Netflix
25 – Diários de uma apotecária
Não vou terminar de ver esse ano, mas decidi colocar aqui porque acho que é o tipo de série animada que vale a pena. A personagem principal tem uma jornada interessante e usa o conhecimento para lidar com os desafios.
Streaming: Netflix
26 – Entre Estranhos
Essa é outra que eu estou no começo ainda, mas me intrigou o suficiente para colcoar aqui na lista para que você tenha a oportunidade de dar uma olhada sem esperar até eu fazer outro post como esse no fim do ano que vem!
Streaming: Apple TV
27 – Daybreak
A série é tão doida que quase não vi. Aliás, não é doida, é trash, mas de um jeito que eu achei que seria um trash pelo trash, mera produção algoritmica para capturar fãs de trash.
Só que me surpreendeu! É trash, não me entenda mal! Quem odeia coisa trash vai odiar, mas não ofende quem gosta do gênero e tem algumas personagens realmente carismáticas. Sem falar nas atuações do Matthew Broderick, Alyvia Alyn Lind e da Krysta Rodriguez que achei bem empenhadas e divertidas.
Streaming: Netflix
28 – Anthracite
Um mistério envolvendo uma seita e um guru com uns toques de sobrenatural. Já era o bastante para me interessar, mas gostei mesmo por causa da protagonista, Ida Heilman, interpretada por Noémie Schmidt. Além disso tem uma abordagem realista que me agradou bastante, mantém a tensão e imprevisibilidade da história. Recomendo.
Streaming: Netflix
29 – O Recruta
Eu não sei bem porque gostei tanto dessa série! Tem o carisma do ator que vive o recruta (Noah Centineo) e o estilo caótico e febril da vida do personagem que cria um tipo de atmosfera cômica apesar de algumas atrocidades acontecerem. Era para ser uma série tensa, mas é uma comédia. Pelo menos foi como assisti e espero que não me considerem psicopata por causa disso! Hehehehe!
Streaming: Netflix
30 – Andor
Com certeza a melhor série no universo de Star Wars! Demorei quase três anos para ver justamente por achar que seria só mais uma (apesar de ter até achando O Mandaloriano boa) de muitas.
No entanto Andor tem sabor de realidade. Personagens que fogem ao maniqueísmo, característico do universo de Star Wars, inclusive e com atuações que me impressioanaram.
A realidade em que as personagens vivem, as dificuldades por que passam, podem ser até reais demais causando um certo desconforto em quem está vivendo desafios semelhantes, mas é uma forma de lidar com esses desafios.
Streaming: Disney+
31 – Bem-vindos a Derry
Ainda falta assistir o último episódio (que só sai semana que vem), mas acho que será a minha série número um desse ano apesar de só ter engajado na série a partir do terceiro episódio. Até lá eu estava implicando com… a qualidade dos laços entre as personagens, todas elas, mas foi uma construção lapidada a cada episódio e isso pode ser um dos pontos para essa ser a minha melhor série do ano.
No entanto sou um pouco suspeito porque gosto muito de histórias de rito de passagem em que crianças superam grandes desafios e amadurecem. Só que a série está longe de ser apenas isso. Tem as atuações, tem o aprofundamento no universo de IT e, principalmente, tem a construção de personagens e de conexões entre elas.
Streaming: HBO
32 – Pluribus
Essa também ainda não terminou, mas termina antes do fim do ano.
Muito festejada, quase como uma nova Ruptura, com uma premissa ralmente interessante e vários diálogos que nos fazem refletir, atriz mega carismática etc, mas… Estou achando “ok”.
Talvez eu esperasse reflexões muito mais profundas, mas é possível que isso tornasse a série muito deprimente e optaram por fazer uma comédia, o que pode ser muito mais eficiente para nos fazer pensar no tópico difícil que ela aborda.
Streaming: Apple TV
33 – Talamasca
Raramente dou menos de 8/10 para algo que eu assisto, porque se for um 7 provavelmente nem vou assistir.
Está rolando uma onda de séries ambientadas no universo da Anne Rice. Nem cheguei a investir nos outros além do segundo episódio (Bruxas Mayfair e Entrevista com o Vampiro), mas essa eu vi toda. Mesmo enxergando MUITOs furos, coisas que não tinha a menor necessidade de fazer com desleixo, sabe?
Então por que assisti? Creio que, acima de tudo, por ter um ritmo que distrai, uma trama que não incomoda, mistérios que a gente até advinha, mas fica com vontade de ver revelados. Ahco que a série é um exemplo de algoritmo bem sucedido.
Gostei também da personagem Doris.
Recomendo? Para passar o tempo, talvez. Só acho que podia acabar aí, na primeira temporada, mesmo deixando gancho para uma segunda temporada.
Streaming: Netflix
Imagem
Foto de Etienne Girardet na Unsplash
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Episódio 170 – RetroRetrospectiva 2025 – Parte A
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Todo lo que he aprendido de las personas manipuladoras y manipulables que me rodean condensado en este análisis personal. Me he puesto nostálgica, qué le vamos a hacer!!
Para leerlo, sigue el link, el resto te lo sabes y si te identificas, ahora sí: VE A TERAPIA CON CARÁCTER URGENTE (tienes un problema).
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http://anonimageek.com/2025/11/23/la-importancia-de-elegir-a-nuestros-amigos/
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Ghibli Fest celebra 40 anos de magia no cinema
Em 2025, a Sato Company celebra quatro décadas de atuação no Brasil trazendo um presente especial ao público: o Ghibli Fest, uma retrospectiva com os principais longas-metragens do icônico e premiado estúdio japonês, que também comemora seus 40 anos de história. Reconhecido mundialmente por suas animações atemporais, personagens inesquecíveis e forte ligação com a cultura japonesa, o Studio Ghibli terá seus filmes exibidos em tela grande, em sessões por todo o país.
A mostra será dividida em duas partes e, ao todo, reunirá 22 produções. A Parte 1, que estreia em 18 de setembro, apresenta 14 títulos fundamentais da trajetória do estúdio. É uma oportunidade única para fãs reviverem clássicos no cinema e para novas gerações descobrirem a magia e a profundidade de um dos mais respeitados estúdios de animação do mundo.
As animações do Studio Ghibli possuem uma identidade única, que nasce da combinação entre uma estética delicada, narrativas profundas e valores humanos universais. Visualmente, seus filmes encantam pela riqueza de detalhes: cenários que oscilam entre florestas exuberantes, vilarejos rurais e cidades movimentadas com cores suaves e atmosferas quase aquareladas. Os personagens, por sua vez, são retratados com grande expressividade, revelando emoções em cada gesto, olhar ou silêncio. Dentro desse mundo realista e cotidiano, o fantástico surge com naturalidade: espíritos, deuses, animais falantes e criaturas mágicas coexistem sem estranhamento, como se sempre tivessem pertencido àquele universo.
A força das narrativas do estúdio está em seu ritmo contemplativo, que valoriza tanto as grandes aventuras quanto os pequenos gestos do dia a dia. Ao mesmo tempo, as histórias se estruturam como jornadas de amadurecimento e auto descoberta, onde as personagens precisam lidar com transformações internas e externas. Nesse contexto, destaca-se o protagonismo feminino: as heroínas da Ghibli não são moldadas por romances ou pela presença masculina, mas por sua coragem, curiosidade, vulnerabilidade e perseverança. Elas nos mostram que a força pode residir na bravura, na compaixão ou mesmo na delicadeza, oferecendo modelos de protagonismo complexos e profundamente humanos.
Outro pilar essencial é a presença da natureza, considerada como personagem viva, dotada de espírito e energia própria. Florestas, rios, montanhas e animais simbolizam tanto a beleza quanto a fragilidade do mundo natural, lembrando constantemente a necessidade de equilíbrio entre humanidade e meio ambiente. Muitos conflitos das histórias nascem justamente da exploração ou destruição da natureza, e a narrativa se orienta pela busca de reconciliação e harmonia. Essa visão, inspirada em tradições japonesas, ganha contornos universais ao dialogar com questões ecológicas urgentes.
Por fim, o som completa a atmosfera mágica: as trilhas orquestrais de Joe Hisaishi traduzem emoções em melodias inesquecíveis, enquanto os sons cotidianos — o vento, a chuva, o barulho da comida sendo preparada — criam uma sensação de proximidade e realismo. Em meio a tudo isso, surge o conceito japonês de ma (間), os momentos de pausa e silêncio que permitem ao espectador respirar, refletir e sentir o peso do tempo. Assim, o Studio Ghibli constrói suas obras como experiências poéticas, onde fantasia e realidade, força e delicadeza, humanidade e natureza se entrelaçam em narrativas que continuam a ressoar em diferentes culturas e gerações.
Principais títulos do Studio Ghibli
Duas irmãs que se mudam para o campo descobrem criaturas da floresta – entre elas, Totoro – e vivem momentos mágicos enquanto a mãe se recupera no hospital.
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
Um garoto de 5 anos chamado Sosuke fica amigo de Ponyo, uma princesa-peixinho que deseja desesperadamente virar humana.
Porco Rosso: O Último Herói Romântico
No Mar Adriático dos anos 1930, um ás da aviação amaldiçoado com feições de porco caça piratas do ar enquanto enfrenta rivais e paixões.
Biografia ficcionalizada de Jiro Horikoshi, engenheiro do avião Zero, que concilia sonhos de voo, amor e dilemas éticos no Japão pré-guerra.
Amaldiçoada a envelhecer de repente, Sophie encontra abrigo no castelo ambulante do mago Howl, e acaba se envolvendo em uma guerra absurda e em um romance improvável.
Ao entrar num mundo de espíritos, Chihiro precisa trabalhar no balneário de Yubaba para libertar os pais, transformados em porcos, e recuperar seu nome.
Em clima de reencontro, um universitário relembra um triângulo amoroso do ensino médio que mexeu com amizade, orgulho e amadurecimento.
Em Yokohama, 1963, estudantes se unem para salvar o clube escolar enquanto Umi e Shun enfrentam seus passados e sentimentos.
Shizuku, uma leitora voraz, segue pistas de um colega misterioso e descobre vocações, amores e coragem para escrever sua própria história.
Em seu ano de iniciação, a jovem bruxa Kiki muda-se para uma cidade litorânea e abre um serviço de entregas voadoras, aprendendo a ser independente.
Taeko, 27 anos, viaja ao campo e, entre lembranças da infância e novas experiências, repensa escolhas e afetos.
Em um mundo pós-apocalíptico, a princesa Nausicaä luta para evitar a destruição entre dois reinos em guerra e da floresta tóxica.
Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins
Os guaxinins das colinas de Tama estão sendo expulsos de suas casas pelo rápido desenvolvimento de casas e shoppings. À medida que fica mais difícil encontrar comida e abrigo, eles decidem se unir e revidar.
A família Yamada é uma família como todas as outras, com os mesmos dilemas, alegrias e descobertas. Os pais lidam com cada situação com humor, tentando demonstrar todo o amor que sentem pelos filhos.
Comprar ingressosAvalie isto:
#animaçãoJaponesa #Brasil #Cinema #clássicos #culturaJaponesa #espiritualidade #Filmes #GhibliFest #heroínas #JoeHisaishi #natureza #protagonismoFeminino #retrospectiva #SatoCompany #SãoPaulo #StudioGhibli #trilhaSonora
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Ghibli Fest celebra 40 anos de magia no cinema
Em 2025, a Sato Company celebra quatro décadas de atuação no Brasil trazendo um presente especial ao público: o Ghibli Fest, uma retrospectiva com os principais longas-metragens do icônico e premiado estúdio japonês, que também comemora seus 40 anos de história. Reconhecido mundialmente por suas animações atemporais, personagens inesquecíveis e forte ligação com a cultura japonesa, o Studio Ghibli terá seus filmes exibidos em tela grande, em sessões por todo o país.
A mostra será dividida em duas partes e, ao todo, reunirá 22 produções. A Parte 1, que estreia em 18 de setembro, apresenta 14 títulos fundamentais da trajetória do estúdio. É uma oportunidade única para fãs reviverem clássicos no cinema e para novas gerações descobrirem a magia e a profundidade de um dos mais respeitados estúdios de animação do mundo.
As animações do Studio Ghibli possuem uma identidade única, que nasce da combinação entre uma estética delicada, narrativas profundas e valores humanos universais. Visualmente, seus filmes encantam pela riqueza de detalhes: cenários que oscilam entre florestas exuberantes, vilarejos rurais e cidades movimentadas com cores suaves e atmosferas quase aquareladas. Os personagens, por sua vez, são retratados com grande expressividade, revelando emoções em cada gesto, olhar ou silêncio. Dentro desse mundo realista e cotidiano, o fantástico surge com naturalidade: espíritos, deuses, animais falantes e criaturas mágicas coexistem sem estranhamento, como se sempre tivessem pertencido àquele universo.
A força das narrativas do estúdio está em seu ritmo contemplativo, que valoriza tanto as grandes aventuras quanto os pequenos gestos do dia a dia. Ao mesmo tempo, as histórias se estruturam como jornadas de amadurecimento e auto descoberta, onde as personagens precisam lidar com transformações internas e externas. Nesse contexto, destaca-se o protagonismo feminino: as heroínas da Ghibli não são moldadas por romances ou pela presença masculina, mas por sua coragem, curiosidade, vulnerabilidade e perseverança. Elas nos mostram que a força pode residir na bravura, na compaixão ou mesmo na delicadeza, oferecendo modelos de protagonismo complexos e profundamente humanos.
Outro pilar essencial é a presença da natureza, considerada como personagem viva, dotada de espírito e energia própria. Florestas, rios, montanhas e animais simbolizam tanto a beleza quanto a fragilidade do mundo natural, lembrando constantemente a necessidade de equilíbrio entre humanidade e meio ambiente. Muitos conflitos das histórias nascem justamente da exploração ou destruição da natureza, e a narrativa se orienta pela busca de reconciliação e harmonia. Essa visão, inspirada em tradições japonesas, ganha contornos universais ao dialogar com questões ecológicas urgentes.
Por fim, o som completa a atmosfera mágica: as trilhas orquestrais de Joe Hisaishi traduzem emoções em melodias inesquecíveis, enquanto os sons cotidianos — o vento, a chuva, o barulho da comida sendo preparada — criam uma sensação de proximidade e realismo. Em meio a tudo isso, surge o conceito japonês de ma (間), os momentos de pausa e silêncio que permitem ao espectador respirar, refletir e sentir o peso do tempo. Assim, o Studio Ghibli constrói suas obras como experiências poéticas, onde fantasia e realidade, força e delicadeza, humanidade e natureza se entrelaçam em narrativas que continuam a ressoar em diferentes culturas e gerações.
Principais títulos do Studio Ghibli
Duas irmãs que se mudam para o campo descobrem criaturas da floresta – entre elas, Totoro – e vivem momentos mágicos enquanto a mãe se recupera no hospital.
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
Um garoto de 5 anos chamado Sosuke fica amigo de Ponyo, uma princesa-peixinho que deseja desesperadamente virar humana.
Porco Rosso: O Último Herói Romântico
No Mar Adriático dos anos 1930, um ás da aviação amaldiçoado com feições de porco caça piratas do ar enquanto enfrenta rivais e paixões.
Biografia ficcionalizada de Jiro Horikoshi, engenheiro do avião Zero, que concilia sonhos de voo, amor e dilemas éticos no Japão pré-guerra.
Amaldiçoada a envelhecer de repente, Sophie encontra abrigo no castelo ambulante do mago Howl, e acaba se envolvendo em uma guerra absurda e em um romance improvável.
Ao entrar num mundo de espíritos, Chihiro precisa trabalhar no balneário de Yubaba para libertar os pais, transformados em porcos, e recuperar seu nome.
Em clima de reencontro, um universitário relembra um triângulo amoroso do ensino médio que mexeu com amizade, orgulho e amadurecimento.
Em Yokohama, 1963, estudantes se unem para salvar o clube escolar enquanto Umi e Shun enfrentam seus passados e sentimentos.
Shizuku, uma leitora voraz, segue pistas de um colega misterioso e descobre vocações, amores e coragem para escrever sua própria história.
Em seu ano de iniciação, a jovem bruxa Kiki muda-se para uma cidade litorânea e abre um serviço de entregas voadoras, aprendendo a ser independente.
Taeko, 27 anos, viaja ao campo e, entre lembranças da infância e novas experiências, repensa escolhas e afetos.
Em um mundo pós-apocalíptico, a princesa Nausicaä luta para evitar a destruição entre dois reinos em guerra e da floresta tóxica.
Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins
Os guaxinins das colinas de Tama estão sendo expulsos de suas casas pelo rápido desenvolvimento de casas e shoppings. À medida que fica mais difícil encontrar comida e abrigo, eles decidem se unir e revidar.
A família Yamada é uma família como todas as outras, com os mesmos dilemas, alegrias e descobertas. Os pais lidam com cada situação com humor, tentando demonstrar todo o amor que sentem pelos filhos.
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Ghibli Fest celebra 40 anos de magia no cinema
Em 2025, a Sato Company celebra quatro décadas de atuação no Brasil trazendo um presente especial ao público: o Ghibli Fest, uma retrospectiva com os principais longas-metragens do icônico e premiado estúdio japonês, que também comemora seus 40 anos de história. Reconhecido mundialmente por suas animações atemporais, personagens inesquecíveis e forte ligação com a cultura japonesa, o Studio Ghibli terá seus filmes exibidos em tela grande, em sessões por todo o país.
A mostra será dividida em duas partes e, ao todo, reunirá 22 produções. A Parte 1, que estreia em 18 de setembro, apresenta 14 títulos fundamentais da trajetória do estúdio. É uma oportunidade única para fãs reviverem clássicos no cinema e para novas gerações descobrirem a magia e a profundidade de um dos mais respeitados estúdios de animação do mundo.
As animações do Studio Ghibli possuem uma identidade única, que nasce da combinação entre uma estética delicada, narrativas profundas e valores humanos universais. Visualmente, seus filmes encantam pela riqueza de detalhes: cenários que oscilam entre florestas exuberantes, vilarejos rurais e cidades movimentadas com cores suaves e atmosferas quase aquareladas. Os personagens, por sua vez, são retratados com grande expressividade, revelando emoções em cada gesto, olhar ou silêncio. Dentro desse mundo realista e cotidiano, o fantástico surge com naturalidade: espíritos, deuses, animais falantes e criaturas mágicas coexistem sem estranhamento, como se sempre tivessem pertencido àquele universo.
A força das narrativas do estúdio está em seu ritmo contemplativo, que valoriza tanto as grandes aventuras quanto os pequenos gestos do dia a dia. Ao mesmo tempo, as histórias se estruturam como jornadas de amadurecimento e auto descoberta, onde as personagens precisam lidar com transformações internas e externas. Nesse contexto, destaca-se o protagonismo feminino: as heroínas da Ghibli não são moldadas por romances ou pela presença masculina, mas por sua coragem, curiosidade, vulnerabilidade e perseverança. Elas nos mostram que a força pode residir na bravura, na compaixão ou mesmo na delicadeza, oferecendo modelos de protagonismo complexos e profundamente humanos.
Outro pilar essencial é a presença da natureza, considerada como personagem viva, dotada de espírito e energia própria. Florestas, rios, montanhas e animais simbolizam tanto a beleza quanto a fragilidade do mundo natural, lembrando constantemente a necessidade de equilíbrio entre humanidade e meio ambiente. Muitos conflitos das histórias nascem justamente da exploração ou destruição da natureza, e a narrativa se orienta pela busca de reconciliação e harmonia. Essa visão, inspirada em tradições japonesas, ganha contornos universais ao dialogar com questões ecológicas urgentes.
Por fim, o som completa a atmosfera mágica: as trilhas orquestrais de Joe Hisaishi traduzem emoções em melodias inesquecíveis, enquanto os sons cotidianos — o vento, a chuva, o barulho da comida sendo preparada — criam uma sensação de proximidade e realismo. Em meio a tudo isso, surge o conceito japonês de ma (間), os momentos de pausa e silêncio que permitem ao espectador respirar, refletir e sentir o peso do tempo. Assim, o Studio Ghibli constrói suas obras como experiências poéticas, onde fantasia e realidade, força e delicadeza, humanidade e natureza se entrelaçam em narrativas que continuam a ressoar em diferentes culturas e gerações.
Principais títulos do Studio Ghibli
Duas irmãs que se mudam para o campo descobrem criaturas da floresta – entre elas, Totoro – e vivem momentos mágicos enquanto a mãe se recupera no hospital.
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
Um garoto de 5 anos chamado Sosuke fica amigo de Ponyo, uma princesa-peixinho que deseja desesperadamente virar humana.
Porco Rosso: O Último Herói Romântico
No Mar Adriático dos anos 1930, um ás da aviação amaldiçoado com feições de porco caça piratas do ar enquanto enfrenta rivais e paixões.
Biografia ficcionalizada de Jiro Horikoshi, engenheiro do avião Zero, que concilia sonhos de voo, amor e dilemas éticos no Japão pré-guerra.
Amaldiçoada a envelhecer de repente, Sophie encontra abrigo no castelo ambulante do mago Howl, e acaba se envolvendo em uma guerra absurda e em um romance improvável.
Ao entrar num mundo de espíritos, Chihiro precisa trabalhar no balneário de Yubaba para libertar os pais, transformados em porcos, e recuperar seu nome.
Em clima de reencontro, um universitário relembra um triângulo amoroso do ensino médio que mexeu com amizade, orgulho e amadurecimento.
Em Yokohama, 1963, estudantes se unem para salvar o clube escolar enquanto Umi e Shun enfrentam seus passados e sentimentos.
Shizuku, uma leitora voraz, segue pistas de um colega misterioso e descobre vocações, amores e coragem para escrever sua própria história.
Em seu ano de iniciação, a jovem bruxa Kiki muda-se para uma cidade litorânea e abre um serviço de entregas voadoras, aprendendo a ser independente.
Taeko, 27 anos, viaja ao campo e, entre lembranças da infância e novas experiências, repensa escolhas e afetos.
Em um mundo pós-apocalíptico, a princesa Nausicaä luta para evitar a destruição entre dois reinos em guerra e da floresta tóxica.
Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins
Os guaxinins das colinas de Tama estão sendo expulsos de suas casas pelo rápido desenvolvimento de casas e shoppings. À medida que fica mais difícil encontrar comida e abrigo, eles decidem se unir e revidar.
A família Yamada é uma família como todas as outras, com os mesmos dilemas, alegrias e descobertas. Os pais lidam com cada situação com humor, tentando demonstrar todo o amor que sentem pelos filhos.
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