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236 results for “jrronimo”
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Para celebrar el #DíaMundialDelTeatro, dejo enlace aquí a las casi quinientas entradas dedicadas a diversos dramaturgos, de distintas épocas (Lope de Vega, Calderón, Tirso de Molina, Gaspar de Ávila, Jerónimo de Cáncer, Antonio de Solís, teatro breve y comedia burlesca del Siglo de Oro, Leandro Fernández de Moratín, Gertrudis Gómez de Avellaneda, Bretón de los Herreros, Patricio de la Escosura, Narciso Serra, los hermanos Machado, José María Pemán, Joaquín Dicenta, Genaro Xavier Vallejos, Eduardo Galán…), que se pueden leer en #ÍnsulaBarañaria, mi blog de #literatura:
https://insulabaranaria.wordpress.com/wp-admin/edit.php?category_name=teatro
#Teatro #AmorPorElTeatro #YoLeoTeatro #DíaMundialDelTeatro2025
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Para celebrar el #DíaMundialDelTeatro, dejo enlace aquí a las casi quinientas entradas dedicadas a diversos dramaturgos, de distintas épocas (Lope de Vega, Calderón, Tirso de Molina, Gaspar de Ávila, Jerónimo de Cáncer, Antonio de Solís, teatro breve y comedia burlesca del Siglo de Oro, Leandro Fernández de Moratín, Gertrudis Gómez de Avellaneda, Bretón de los Herreros, Patricio de la Escosura, Narciso Serra, los hermanos Machado, José María Pemán, Joaquín Dicenta, Genaro Xavier Vallejos, Eduardo Galán…), que se pueden leer en #ÍnsulaBarañaria, mi blog de #literatura:
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#Teatro #AmorPorElTeatro #YoLeoTeatro #DíaMundialDelTeatro2025
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Para celebrar el #DíaMundialDelTeatro, dejo enlace aquí a las casi quinientas entradas dedicadas a diversos dramaturgos, de distintas épocas (Lope de Vega, Calderón, Tirso de Molina, Gaspar de Ávila, Jerónimo de Cáncer, Antonio de Solís, teatro breve y comedia burlesca del Siglo de Oro, Leandro Fernández de Moratín, Gertrudis Gómez de Avellaneda, Bretón de los Herreros, Patricio de la Escosura, Narciso Serra, los hermanos Machado, José María Pemán, Joaquín Dicenta, Genaro Xavier Vallejos, Eduardo Galán…), que se pueden leer en #ÍnsulaBarañaria, mi blog de #literatura:
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Actividade en #Honduras con #CODDEFFAGOLF,
dando a coñecer os ecosistemas das lagoas de inverno en centros educativos. Na naturaleza, o que se coñece, ámase 💚
A xira foi co Centro de Educación Básica Francisco Morazán, da comunidad de San Jerónimo, Namasigüe, á lagoa de inverno de Jicarito, co obxectivo de que alumnado, docentes e familiares experimenten un contacto directo. Houbo charlas educativas, presentacións artísticas e un recorrido pola área protexida -
Aresep investiga contaminación de agua en Barranca
San José, 31 jul (elmundo.cr) – La Autoridad Reguladora de los Servicios Públicos (Aresep) inspeccionó la quebrada, la captación sobre el Río Barranca, la planta potabilizadora, el campo de Pozos en San Jerónimo y las comunidades afectadas por la contaminación del agua, provocada por un camión que derramó un agroquímico. Esta sit [...]
#ARESEP #AyA #Barranca #ContaminaciónDeAgua #CostaRica #Puntarenas #SuministroDeAgua
https://elmundo.cr/costa-rica/aresep-investiga-contaminacion-de-agua-en-barranca/
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A inaceitável falta de vigilância e a imbecil extinção de diretores dos parques naturais (e do Parque Nacional da Peneda-Gerês), resulta nisto. A gestão de fogos pensando apenas na proteção dos #eucaliptais (que, como se demonstrou há dias, emitem mais CO2 do que retêm…) resulta, por sua vez, na perda sistemática e irremediável de #biodiversidade e de paisagem natural.
Se a destruição em causa fosse a dos Jerónimos por picaretas, todos os dias, tinha-se atuado ao fim do primeiro dia. Assim… -
Se acerca el solsticio de verano y este año lo estaré recibiendo aquí, junto con mucha gente apañá que quiere dar vida a un rincón abandonado del barrio.
Una buena mezcla de poesía, historia, luna, umbrales entre lo vivo y lo muerto, baile, meditación, aroma a ciprés y a madreselva. Creo que va a ser algo especial.
Será una velada doble, 20 y 21, como dice el cartel y lo recaudado irá para la asociación que se ocupa de restaurar el Cementerio Inglés del barrio de San Jerónimo.
#LaHoraAzúl #poesía #solsticio #CementerioInglés #SanJerónimo #barrio #Sevilla
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Em vez de imitar ou falsificar, o objectivo do tradutor tem de ser produzir um equivalente, algo que valha tanto como o original. Se não valer por si como texto literário, o texto traduzido não valerá como tradução."
Mais, aqui:
https://almanaquemag.com/simpatia-inacabada-5/🎨São Jerónimo no Seu Escritório, de Niccoló Antonio Colantonio (1444)
#almanaque #almanaquemag #aldarodrigues #tradução #edição #livros #literatura -
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Em vez de imitar ou falsificar, o objectivo do tradutor tem de ser produzir um equivalente, algo que valha tanto como o original. Se não valer por si como texto literário, o texto traduzido não valerá como tradução."
Mais, aqui:
https://almanaquemag.com/simpatia-inacabada-5/🎨São Jerónimo no Seu Escritório, de Niccoló Antonio Colantonio (1444)
#almanaque #almanaquemag #aldarodrigues #tradução #edição #livros #literatura -
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Em vez de imitar ou falsificar, o objectivo do tradutor tem de ser produzir um equivalente, algo que valha tanto como o original. Se não valer por si como texto literário, o texto traduzido não valerá como tradução."
Mais, aqui:
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Em vez de imitar ou falsificar, o objectivo do tradutor tem de ser produzir um equivalente, algo que valha tanto como o original. Se não valer por si como texto literário, o texto traduzido não valerá como tradução."
Mais, aqui:
https://almanaquemag.com/simpatia-inacabada-5/🎨São Jerónimo no Seu Escritório, de Niccoló Antonio Colantonio (1444)
#almanaque #almanaquemag #aldarodrigues #tradução #edição #livros #literatura -
A notícia que partilho abaixo, não me surpreende e já no tempo da #Pandemia e, até antes, vários conhecidos meus já não vendiam a grandes superfícies mas sim a pequenos #supermercados, mini-mercados, #mercearias e pequenos #vendedores de #mercados e/ou #feiras. Conheço pelo menos um que comprou uma carrinha e contratou um motorista que apenas faz isto e que conseguiu não só suportar estes novos custos como duplicar os lucros.
Esta reportagem não fala de que essas grandes cadeias de distribuição fazem "promoções" não acordadas com quem produz e depois no pagamento final (muitas vezes com prazos superiores a 90 dias) imputam esses "custos", bem como outros, como os "de produtos estragados no processo de armazenamento" ou "os não vendidos" (mas também não devolvidos aos produtores).
O tal que acima referi, apenas foi um ano fornecedor exclusivo de uma grande cadeia de distribuição (antes era de várias e conforme o preço que lhe faziam), processo esse em que lhe garantiram um preço que lhe pareceu competitivo e superior ao que detinha anteriormente. O que não lhe falaram foi do que referi no anterior parágrafo e este acabou o ano de 2019 com 50% da facturação esperada e numa situação muito complicada.
Este não só deixou de vender às grandes cadeias de distribuição como conseguiu (apesar de todas as adversidades) as superar no ano seguinte. Esta resiliência levou também que este abandonasse progressivamente quase todos os químicos e o levasse a adoptar uma produção mais biológica, com o apoio de uma associação do sector a que aderiu, após o meu conselho.
Estas grandes empresas de distribuição associadas a uma conhecida confederação de agricultores enganam os seus associados e pior com a cumplicidade desta promovem as suas supostas campanhas de fidelização que não são mais do que o prenúncio da destruição do sector agrícola nomeadamente o de produção vegetal em Portugal. Aliás esta confederação está literalmente na vanguarda da destruição de tudo o que não seja produção de carne e de cereais e pretende lucrar com a intermediação dos ainda centenas de milhões de euros de fundos comunitários que a #UE envia para #Portugal num processo de agiotagem permitido pelas autoridades portuguesas.
A única que promove preços competitivos e regras transparentes e justas, não impondo as tais práticas que referi atrás é o #LIDL (resalvo que desconheço as políticas das cadeias #ALDI e #Mercadona) e, por isso é que podemos encontrar muitos produtos portugueses e relativamente frescos nessa cadeia de supermercados.
Refiro que, numa perspectiva de consumidor de 100% de produtos vegetais frescos, que o Pingo Doce é de longe a cadeia que tem produtos vegetais que muitas vezes apodreceram no meu frigorífico, algumas vezes apenas horas após a sua compra, denotando que alguma coisa se passa ou passou no processo de armazenamento ou de venda desses produtos, ao ponto de eu achar que o tempo de armazenamento superou em muito o que esses produtos poderiam suportar. Este facto levou a que na nossa casa não comprassemos produtos vegetais frescos dessa cadeia específica de distribuição pelas razões apontadas.
#distribuição #produtosvegetais #vegan #vegetariano #agrobio #pingodoce #continente #sonae #jeronimomartins #agricultores #agricultura #producaoagricola #producao #agricultura #mundorural #portugal
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Esta tarde he visitado la exposición "En línea" de Sergio Garcia en el Hospital Real de #Granada(¡acaba mañana!) y ha sido curioso ver su interpretación del impacto de #CarlosV en la ciudad comparada con mi obra.
Recordad que el lunes 12 habrá una sesión de firmas en la librería babel, frente al Monasterio de los Jerónimos, a partir de las 18:30 , y el viernes 16 la presentación del libro a las 20 en el estudio 221B, en calle Horno de Haza 29.
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Esta tarde he visitado la exposición "En línea" de Sergio Garcia en el Hospital Real de #Granada(¡acaba mañana!) y ha sido curioso ver su interpretación del impacto de #CarlosV en la ciudad comparada con mi obra.
Recordad que el lunes 12 habrá una sesión de firmas en la librería babel, frente al Monasterio de los Jerónimos, a partir de las 18:30 , y el viernes 16 la presentación del libro a las 20 en el estudio 221B, en calle Horno de Haza 29.
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Esta tarde he visitado la exposición "En línea" de Sergio Garcia en el Hospital Real de #Granada(¡acaba mañana!) y ha sido curioso ver su interpretación del impacto de #CarlosV en la ciudad comparada con mi obra.
Recordad que el lunes 12 habrá una sesión de firmas en la librería babel, frente al Monasterio de los Jerónimos, a partir de las 18:30 , y el viernes 16 la presentación del libro a las 20 en el estudio 221B, en calle Horno de Haza 29.
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Esta tarde he visitado la exposición "En línea" de Sergio Garcia en el Hospital Real de #Granada(¡acaba mañana!) y ha sido curioso ver su interpretación del impacto de #CarlosV en la ciudad comparada con mi obra.
Recordad que el lunes 12 habrá una sesión de firmas en la librería babel, frente al Monasterio de los Jerónimos, a partir de las 18:30 , y el viernes 16 la presentación del libro a las 20 en el estudio 221B, en calle Horno de Haza 29.
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De nuevo este año habrá homenaje soberanista a #BlasInfante.
El 10 de agosto en Sevilla, a partir de las 20 h.
Con la actuación musical de la @FRAC_oficial.
#AndalucismoRevolucionario #NiOlvidoNiPerdón #RepúblicaAndaluza
-> Este año conmemoramos el 85º aniversario del asesinato de Blas Infante en un nuevo homenaje soberanista con la actuación musical de la Fundación de Raperos Atípicos de Cádiz (FRAC). Será el 10 de agosto a las 20:00 en la Plaza Padre Jerónimo de Córdoba de Sevilla. -
Quote of the day, 31 January: St. Teresa of Avila
The grace of the Holy Spirit be with your charities, my daughters and sisters. You should know that I have never loved you as much as I do now, nor have you ever been so obliged to serve the Lord, for he has given you the great favor of being able to taste something of his cross and share in the terrible abandonment that he endured on it. Happy the day you entered that house where such a fortunate event was reserved for you!
I envy you very much, and indeed when I learned of all those changes — for everything was carefully communicated to me — and that they wanted to expel you from that house and about other details, I felt the greatest interior joy. I saw that, without your having crossed the sea, our Lord revealed to you mines containing eternal treasures.
Through these, I hope in the Lord, you will be left very rich and able to share with those of us who are here. For I believe that he will enable you to bear all without your offending him in any way. Don’t be afflicted that you feel it very much, for the Lord would want you to understand that you are not capable of as much as you thought when you were once so desirous of suffering.
Courage, courage, my daughters. Remember that God does not give anyone more trials than can be suffered and that His Majesty is with the afflicted. For this is certain, there is no reason to fear but to hope in his mercy. He will reveal the whole truth; and some machinations, which the devil kept hidden so as to create a disturbance, will be made known.
This was more painful for me than all that is happening now. Prayer, prayer, my sisters, and now let humility shine forth — and obedience in such a way that no one practices it more toward the appointed vicaress.
Oh, what a good time it is for gathering fruit from the resolutions you made to serve our Lord. Consider that often he desires to have proof that our works are in conformity with our resolutions and words.
Bring honor to the daughters of the Blessed Virgin, your sisters, in this great persecution, for if you help one another, the good Jesus will help you. Even though he sleeps at sea, when the storm gathers strength he calms the winds. He wants us to ask of him, and he loves us so much that he is always looking for ways to be of benefit to us.
May his name be blessed forever, amen, amen, amen.
Saint Teresa of Avila
Letter 284, 31 January 1579
Note: According to translators and editors Kieran Kavanaugh and Otilio Rodriguez, the Carmelite community in Seville was undergoing a serious crisis. Father Jerónimo Gracián had been stripped of his authority as visitator and subjected to a trial initiated by the provincial of Andalusia, with the aim of discrediting him and deposing the prioress, María de San José Salazar; a new vicaress was then appointed against the will of the community. Saint Teresa of Jesus, fully aware of these events, sent this letter discreetly through a trusted intermediary, exhorting the sisters—accustomed to rehearsing for martyrdom—to live this real persecution with prayer, humility, and obedience.
Teresa of Avila, St 1985, The Collected Works of St. Teresa of Avila, Kavanaugh, K & Rodriguez, O (trans.), ICS Publications, Washington DC.
Featured image: Saint Teresa “the Vagabond” is seen in this 20th c. statue by Spanish sculptor Fernando Cruz Solís (1923–2003) which graces the entry of the Discalced Carmelite Monastery of the Incarnation in Avila. Image credit: Raquel / Adobe Stock (Stock photo)
#FatherJerónimoGraciánOfTheMotherOfGod #MariaDeSanJoséSalazar #martyrdom #StTeresaOfAvila #suffering
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Quote of the day, 29 November: St. Teresa of Avila
… I tell you that ever present to me is what they did with Fray John of the Cross, for I don’t know how God bears with things like that; even you don’t know everything about it. For all these nine months [3 December 1577 to 15 August 1578], he was held in a little prison cell where, small as he is, he could hardly fit.
In all that time he was given no change of tunic, even though he had come close to the point of death. Only three days before his escape the subprior gave him one of his shirts. He underwent harsh scourges, and no one was allowed to see him.
I experience the greatest envy. Surely our Lord found in him the resources for such a martyrdom. And it is good that this be known so that everyone will be all the more on guard against these people. May God forgive them, amen.
Saint Teresa of Avila
Letter 260 to Padre Jerónimo Gracián
From Avila, 21-22 August 1578Note: On 29 November, the Teresian Carmel recalls two of its martyred missionaries, Blesseds Denis of the Nativity and Redemptus of the Cross, who were killed in hatred of the faith while in Indonesia on 29 November 1638.
Teresa of Avila, St 1985, The Collected Works of St. Teresa of Avila, Kavanaugh, K & Rodriguez, O (trans.), ICS Publications, Washington DC.
Featured image: Carmelites are constantly reminded that we are descendants of hermits who also were killed in hatred of the faith on Mount Carmel in 1291. The Martyrdom of the Carmelites is a wall painting executed in 1517 by Jörg Ratgeb (German, c. 1480–1526) in the Carmelite Cloister of Frankfurt, Germany. Photo credit: Web Gallery of Art (Public Domain).
#blessedsDenisAndRedemptus #martyrdom #prisoner #stJohnOfTheCross #stTeresaOfAvila
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Mujeres indígenas lideran sin violencia en la Cdmx
El IECM y la SEPI realizaron en Milpa Alta el taller Mujeres que lideran sin violencia, con el fin de fortalecer el liderazgo comunitario y político de mujeres indígenas en la capital, mediante formación, redes de apoyo y defensa de derechos.
Por Fausto Hernández | ReporteroEl Instituto Electoral de la Ciudad de México (IECM) y la Secretaría de Pueblos y Barrios Originarios y Comunidades Indígenas Residentes (SEPI) organizaron un taller en Milpa Alta. La iniciativa buscó fortalecer el liderazgo comunitario y político de mujeres indígenas. El evento se denominó Mujeres que lideran sin violencia.
La consejera electoral Sonia Pérez Pérez ofreció la bienvenida en el Faro Milpa Alta – Miacatlán. Ahí resaltó que las líderes comunitarias han abierto espacios de participación política para nuevas generaciones. Explicó que sus experiencias aportaron aprendizajes para las instituciones.
El taller tuvo un carácter itinerante, con el objetivo de acercar conocimientos directamente en comunidades. La dinámica incluyó materiales prácticos y accesibles para ampliar la formación de mujeres participantes. El enfoque fue incentivar liderazgos femeninos con perspectiva comunitaria e institucional.
Liderazgos comunitarios reconocidos
Durante su intervención, Pérez Pérez señaló que los liderazgos en pueblos originarios enfrentaron mayores desafíos. Reconoció que los aprendizajes comunitarios superaron los espacios tradicionales de política institucional. Afirmó que los talleres se perfeccionaron gracias a las experiencias compartidas.
Las asistentes relataron obstáculos enfrentados en su participación política local y comunitaria. También expusieron las estrategias con las que superaron barreras de exclusión. Estas dinámicas generaron un intercambio de conocimientos prácticos y experiencias colectivas.
En el poblado San Jerónimo Miacatlán, en Milpa Alta, se desarrolló la actividad con amplia convocatoria. Mujeres con o sin experiencia política participaron en la capacitación. El taller incluyó la colaboración de integrantes de la Ludoteca Cívica del IECM (LUCI).
La actividad se inscribió en el Programa Anual de Trabajo del Observatorio de Participación Política de las Mujeres en la Ciudad de México (OPPMCM). Este proyecto reforzó los esfuerzos institucionales para impulsar la participación política de mujeres indígenas.
Contenidos del taller
El programa se estructuró en tres módulos temáticos dirigidos a mujeres originarias y residentes. El primero, “Liderazgos desde la raíz”, buscó reforzar las identidades comunitarias. El segundo abordó la violencia política en razón de género.
El tercer módulo se denominó “Defender derechos, tejer redes”. Este bloque promovió la construcción de vínculos entre mujeres para respaldar la defensa de derechos colectivos. El enfoque fue generar colaboración y apoyo entre líderes comunitarias.
La consejera Sonia Pérez precisó que la metodología incorporó experiencias locales en la formación. Las aportaciones de cada comunidad enriquecieron los contenidos del taller. De este modo, las sesiones funcionaron como un espacio de diálogo colectivo.
En cada módulo se compartieron herramientas prácticas que permitieron identificar riesgos y fortalecer capacidades. Las participantes intercambiaron estrategias de defensa y construcción de liderazgos. Así se buscó mejorar la participación en espacios institucionales y comunitarios.
Red de apoyo femenino
El evento reforzó la construcción de redes de apoyo entre mujeres indígenas de la capital. La propuesta incluyó vínculos que trascendieron lo político y alcanzaron la vida comunitaria. El taller subrayó la importancia del acompañamiento colectivo.
El taller también se enmarcó en los esfuerzos del IECM para impulsar la democracia local. La inclusión de mujeres originarias y residentes respondió al compromiso institucional de ampliar la participación. Los contenidos se adaptaron a los contextos de cada comunidad.
Con esta iniciativa, el IECM y la SEPI fortalecieron la presencia femenina en la política comunitaria. La formación permitió reconocer las experiencias de liderazgos indígenas en la Cdmx. El taller concluyó con el compromiso de continuar impulsando acciones itinerantes. –sn–
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Mujeres indígenas lideran sin violencia en la Cdmx
El IECM y la SEPI realizaron en Milpa Alta el taller Mujeres que lideran sin violencia, con el fin de fortalecer el liderazgo comunitario y político de mujeres indígenas en la capital, mediante formación, redes de apoyo y defensa de derechos.
Por Fausto Hernández | ReporteroEl Instituto Electoral de la Ciudad de México (IECM) y la Secretaría de Pueblos y Barrios Originarios y Comunidades Indígenas Residentes (SEPI) organizaron un taller en Milpa Alta. La iniciativa buscó fortalecer el liderazgo comunitario y político de mujeres indígenas. El evento se denominó Mujeres que lideran sin violencia.
La consejera electoral Sonia Pérez Pérez ofreció la bienvenida en el Faro Milpa Alta – Miacatlán. Ahí resaltó que las líderes comunitarias han abierto espacios de participación política para nuevas generaciones. Explicó que sus experiencias aportaron aprendizajes para las instituciones.
El taller tuvo un carácter itinerante, con el objetivo de acercar conocimientos directamente en comunidades. La dinámica incluyó materiales prácticos y accesibles para ampliar la formación de mujeres participantes. El enfoque fue incentivar liderazgos femeninos con perspectiva comunitaria e institucional.
Liderazgos comunitarios reconocidos
Durante su intervención, Pérez Pérez señaló que los liderazgos en pueblos originarios enfrentaron mayores desafíos. Reconoció que los aprendizajes comunitarios superaron los espacios tradicionales de política institucional. Afirmó que los talleres se perfeccionaron gracias a las experiencias compartidas.
Las asistentes relataron obstáculos enfrentados en su participación política local y comunitaria. También expusieron las estrategias con las que superaron barreras de exclusión. Estas dinámicas generaron un intercambio de conocimientos prácticos y experiencias colectivas.
En el poblado San Jerónimo Miacatlán, en Milpa Alta, se desarrolló la actividad con amplia convocatoria. Mujeres con o sin experiencia política participaron en la capacitación. El taller incluyó la colaboración de integrantes de la Ludoteca Cívica del IECM (LUCI).
La actividad se inscribió en el Programa Anual de Trabajo del Observatorio de Participación Política de las Mujeres en la Ciudad de México (OPPMCM). Este proyecto reforzó los esfuerzos institucionales para impulsar la participación política de mujeres indígenas.
Contenidos del taller
El programa se estructuró en tres módulos temáticos dirigidos a mujeres originarias y residentes. El primero, “Liderazgos desde la raíz”, buscó reforzar las identidades comunitarias. El segundo abordó la violencia política en razón de género.
El tercer módulo se denominó “Defender derechos, tejer redes”. Este bloque promovió la construcción de vínculos entre mujeres para respaldar la defensa de derechos colectivos. El enfoque fue generar colaboración y apoyo entre líderes comunitarias.
La consejera Sonia Pérez precisó que la metodología incorporó experiencias locales en la formación. Las aportaciones de cada comunidad enriquecieron los contenidos del taller. De este modo, las sesiones funcionaron como un espacio de diálogo colectivo.
En cada módulo se compartieron herramientas prácticas que permitieron identificar riesgos y fortalecer capacidades. Las participantes intercambiaron estrategias de defensa y construcción de liderazgos. Así se buscó mejorar la participación en espacios institucionales y comunitarios.
Red de apoyo femenino
El evento reforzó la construcción de redes de apoyo entre mujeres indígenas de la capital. La propuesta incluyó vínculos que trascendieron lo político y alcanzaron la vida comunitaria. El taller subrayó la importancia del acompañamiento colectivo.
El taller también se enmarcó en los esfuerzos del IECM para impulsar la democracia local. La inclusión de mujeres originarias y residentes respondió al compromiso institucional de ampliar la participación. Los contenidos se adaptaron a los contextos de cada comunidad.
Con esta iniciativa, el IECM y la SEPI fortalecieron la presencia femenina en la política comunitaria. La formación permitió reconocer las experiencias de liderazgos indígenas en la Cdmx. El taller concluyó con el compromiso de continuar impulsando acciones itinerantes. –sn–
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Mujeres indígenas lideran sin violencia en la Cdmx
El IECM y la SEPI realizaron en Milpa Alta el taller Mujeres que lideran sin violencia, con el fin de fortalecer el liderazgo comunitario y político de mujeres indígenas en la capital, mediante formación, redes de apoyo y defensa de derechos.
Por Fausto Hernández | ReporteroEl Instituto Electoral de la Ciudad de México (IECM) y la Secretaría de Pueblos y Barrios Originarios y Comunidades Indígenas Residentes (SEPI) organizaron un taller en Milpa Alta. La iniciativa buscó fortalecer el liderazgo comunitario y político de mujeres indígenas. El evento se denominó Mujeres que lideran sin violencia.
La consejera electoral Sonia Pérez Pérez ofreció la bienvenida en el Faro Milpa Alta – Miacatlán. Ahí resaltó que las líderes comunitarias han abierto espacios de participación política para nuevas generaciones. Explicó que sus experiencias aportaron aprendizajes para las instituciones.
El taller tuvo un carácter itinerante, con el objetivo de acercar conocimientos directamente en comunidades. La dinámica incluyó materiales prácticos y accesibles para ampliar la formación de mujeres participantes. El enfoque fue incentivar liderazgos femeninos con perspectiva comunitaria e institucional.
Liderazgos comunitarios reconocidos
Durante su intervención, Pérez Pérez señaló que los liderazgos en pueblos originarios enfrentaron mayores desafíos. Reconoció que los aprendizajes comunitarios superaron los espacios tradicionales de política institucional. Afirmó que los talleres se perfeccionaron gracias a las experiencias compartidas.
Las asistentes relataron obstáculos enfrentados en su participación política local y comunitaria. También expusieron las estrategias con las que superaron barreras de exclusión. Estas dinámicas generaron un intercambio de conocimientos prácticos y experiencias colectivas.
En el poblado San Jerónimo Miacatlán, en Milpa Alta, se desarrolló la actividad con amplia convocatoria. Mujeres con o sin experiencia política participaron en la capacitación. El taller incluyó la colaboración de integrantes de la Ludoteca Cívica del IECM (LUCI).
La actividad se inscribió en el Programa Anual de Trabajo del Observatorio de Participación Política de las Mujeres en la Ciudad de México (OPPMCM). Este proyecto reforzó los esfuerzos institucionales para impulsar la participación política de mujeres indígenas.
Contenidos del taller
El programa se estructuró en tres módulos temáticos dirigidos a mujeres originarias y residentes. El primero, “Liderazgos desde la raíz”, buscó reforzar las identidades comunitarias. El segundo abordó la violencia política en razón de género.
El tercer módulo se denominó “Defender derechos, tejer redes”. Este bloque promovió la construcción de vínculos entre mujeres para respaldar la defensa de derechos colectivos. El enfoque fue generar colaboración y apoyo entre líderes comunitarias.
La consejera Sonia Pérez precisó que la metodología incorporó experiencias locales en la formación. Las aportaciones de cada comunidad enriquecieron los contenidos del taller. De este modo, las sesiones funcionaron como un espacio de diálogo colectivo.
En cada módulo se compartieron herramientas prácticas que permitieron identificar riesgos y fortalecer capacidades. Las participantes intercambiaron estrategias de defensa y construcción de liderazgos. Así se buscó mejorar la participación en espacios institucionales y comunitarios.
Red de apoyo femenino
El evento reforzó la construcción de redes de apoyo entre mujeres indígenas de la capital. La propuesta incluyó vínculos que trascendieron lo político y alcanzaron la vida comunitaria. El taller subrayó la importancia del acompañamiento colectivo.
El taller también se enmarcó en los esfuerzos del IECM para impulsar la democracia local. La inclusión de mujeres originarias y residentes respondió al compromiso institucional de ampliar la participación. Los contenidos se adaptaron a los contextos de cada comunidad.
Con esta iniciativa, el IECM y la SEPI fortalecieron la presencia femenina en la política comunitaria. La formación permitió reconocer las experiencias de liderazgos indígenas en la Cdmx. El taller concluyó con el compromiso de continuar impulsando acciones itinerantes. –sn–
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Mujeres indígenas lideran sin violencia en la Cdmx
El IECM y la SEPI realizaron en Milpa Alta el taller Mujeres que lideran sin violencia, con el fin de fortalecer el liderazgo comunitario y político de mujeres indígenas en la capital, mediante formación, redes de apoyo y defensa de derechos.
Por Fausto Hernández | ReporteroEl Instituto Electoral de la Ciudad de México (IECM) y la Secretaría de Pueblos y Barrios Originarios y Comunidades Indígenas Residentes (SEPI) organizaron un taller en Milpa Alta. La iniciativa buscó fortalecer el liderazgo comunitario y político de mujeres indígenas. El evento se denominó Mujeres que lideran sin violencia.
La consejera electoral Sonia Pérez Pérez ofreció la bienvenida en el Faro Milpa Alta – Miacatlán. Ahí resaltó que las líderes comunitarias han abierto espacios de participación política para nuevas generaciones. Explicó que sus experiencias aportaron aprendizajes para las instituciones.
El taller tuvo un carácter itinerante, con el objetivo de acercar conocimientos directamente en comunidades. La dinámica incluyó materiales prácticos y accesibles para ampliar la formación de mujeres participantes. El enfoque fue incentivar liderazgos femeninos con perspectiva comunitaria e institucional.
Liderazgos comunitarios reconocidos
Durante su intervención, Pérez Pérez señaló que los liderazgos en pueblos originarios enfrentaron mayores desafíos. Reconoció que los aprendizajes comunitarios superaron los espacios tradicionales de política institucional. Afirmó que los talleres se perfeccionaron gracias a las experiencias compartidas.
Las asistentes relataron obstáculos enfrentados en su participación política local y comunitaria. También expusieron las estrategias con las que superaron barreras de exclusión. Estas dinámicas generaron un intercambio de conocimientos prácticos y experiencias colectivas.
En el poblado San Jerónimo Miacatlán, en Milpa Alta, se desarrolló la actividad con amplia convocatoria. Mujeres con o sin experiencia política participaron en la capacitación. El taller incluyó la colaboración de integrantes de la Ludoteca Cívica del IECM (LUCI).
La actividad se inscribió en el Programa Anual de Trabajo del Observatorio de Participación Política de las Mujeres en la Ciudad de México (OPPMCM). Este proyecto reforzó los esfuerzos institucionales para impulsar la participación política de mujeres indígenas.
Contenidos del taller
El programa se estructuró en tres módulos temáticos dirigidos a mujeres originarias y residentes. El primero, “Liderazgos desde la raíz”, buscó reforzar las identidades comunitarias. El segundo abordó la violencia política en razón de género.
El tercer módulo se denominó “Defender derechos, tejer redes”. Este bloque promovió la construcción de vínculos entre mujeres para respaldar la defensa de derechos colectivos. El enfoque fue generar colaboración y apoyo entre líderes comunitarias.
La consejera Sonia Pérez precisó que la metodología incorporó experiencias locales en la formación. Las aportaciones de cada comunidad enriquecieron los contenidos del taller. De este modo, las sesiones funcionaron como un espacio de diálogo colectivo.
En cada módulo se compartieron herramientas prácticas que permitieron identificar riesgos y fortalecer capacidades. Las participantes intercambiaron estrategias de defensa y construcción de liderazgos. Así se buscó mejorar la participación en espacios institucionales y comunitarios.
Red de apoyo femenino
El evento reforzó la construcción de redes de apoyo entre mujeres indígenas de la capital. La propuesta incluyó vínculos que trascendieron lo político y alcanzaron la vida comunitaria. El taller subrayó la importancia del acompañamiento colectivo.
El taller también se enmarcó en los esfuerzos del IECM para impulsar la democracia local. La inclusión de mujeres originarias y residentes respondió al compromiso institucional de ampliar la participación. Los contenidos se adaptaron a los contextos de cada comunidad.
Con esta iniciativa, el IECM y la SEPI fortalecieron la presencia femenina en la política comunitaria. La formación permitió reconocer las experiencias de liderazgos indígenas en la Cdmx. El taller concluyó con el compromiso de continuar impulsando acciones itinerantes. –sn–
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Bicifestación: a la COP30 en bici por Madrid
Ayuntamiento de Madrid. Esquina Paseo del Prado con calle de Alcalá, viernes, 19 de septiembre, 20:00 CEST
Una marcha en bici que comenzó a mediados de mayo en Bakú (Azerbaiyán), sede de la COP anterior y que, después de recorrer Turquía, los Balcanes, Polonia, Alemania, Países Bajos, Bélgica, Italia y Francia, el 9 de septiembre, entra a España por Hendaya para estar en Madrid el 17 de septiembre.
Su objetivo es destacar los beneficios del uso de la bicicleta para reducir las emisiones de carbono y la lucha contra el cambio climático.
Presentarán en Belém (Brasil), sede de la próxima conferencia internacional, 10 propuestas ciclistas para incluir en los planes climáticos de los países.
En su recorrido por los diferentes países y ciudades, las están dando a conocer para obtener el respaldo político de los respectivos gobiernos.
Para ello, hemos organizado en Madrid estos eventos:
Un acto público para informar de las propuestas a favor de la bicicleta y su implicación en nuestro territorio. Jueves 18 de septiembre, a las 20 h, en la sede de Greenpeace, C/ Valores 1 (entrada por Pez Volador).
Una bicifestación por todo Madrid en apoyo a estas propuestas. Viernes 19 de septiembre, a las 20 h. desde la Pl. de Cibeles.
Recorrido: Pl. Cibeles, Paseo de Recoletos, Paseo de la Castellana, C/ Mtnez. Campos, C/ Eloy Gonzalo, Pl. Quevedo, C/ San Bernardo, C/ Alberto Aguilera, C/ Serrano Jover, C/ Princesa, Gran Vía, C/ Alcalá, C/ Sevilla, Pl. Canalejas, Cra. de S. Jerónimo, Pl. Cortes, Pl. Neptuno, Paseo del Prado, Pl. Cibeles.
IMPORTANTE: esta bicifestación cuenta con el OK de Delegación de Gobierno.
Estos actos coinciden con la Semana Europea de la Movilidad, la campaña de sensibilización por excelencia de la Comisión Europea sobre la movilidad urbana sostenible cuyo objetivo es el cambio de comportamiento a favor de la movilidad activa, el transporte público y otras soluciones de transporte limpias e inteligentes.
Entre los días 16 y 22 de septiembre de cada año se alienta a las autoridades locales a probar medidas de planificación innovadoras, promover nuevas infraestructuras y tecnologías, medir la calidad del aire y obtener comentarios del público. La semana termina con el Día Sin Coches, día simbólico que resalta el camino que deben recorrer las ciudades.
#MovilidadSostenible
https://pedalibre.org/2025/09/05/bicifestacion-a-la-cop30-en-bici-por-madrid/
https://mad.convoca.la/event/bicifestacion-a-la-cop30-en-bici-por-madrid
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En plenos años 50, mientras el CinemaScope 🎬 arrasaba, dos cerebritos españoles, Ángel Pérez Palacios y Aurelio Lerroux, dijeron: ¡Aquí también tenemos lo nuestro! y solicitaron la patente de unos objetivos anamórficos el 17 de noviembre de 1954, creando así el formato HispanoScope 🎞️
Se produjeron dos cortometrajes y cinco largometrajes utilizando este sistema, y se readaptaron hasta media docena de títulos previamente existentes.
Películas rodadas en Hispanoscope:
🎬 Reales sitios (Francisco Centol, 1956) - cortometraje en color
🎬 Historia y cultura (Francisco Centol, 1956) - cortometraje en color
🎬 No estamos solos (Miguel Iglesias, 1956) - en blanco y negro
🎬 Los ojos en las manos (Miguel Iglesias, 1956) - en blanco y negro (película perdida)
🎬 Cuando el valle se cubra de nieve (José Luis Pérez de Rozas, 1957) - en Agfacolor
🎬 Cumbres luminosas (Josè Fogués, 1957) - en Agfacolor
🎬 Su desconsolada esposa (Miguel Iglesias, 1957) - en Eastmancolor
🎬 La copla andaluza (Jerónimo Mihura, 1959) - en EastmancolorPelículas reestrenadas en Hispanoscope:
🎬 El escándalo (José Luis Sáenz de Heredia, 1943)
🎬 Garbancito de la Mancha (Arturo Moreno, 1945)
🎬 Mariona Rebull (José Luis Sáenz de Heredia, 1947)
🎬 El capitán Veneno (Luis Marquina, 1950)
🎬 Ronda española (Ladislao Vajda, 1951)
🎬 Calabuch (Luis García Berlanga, 1956)En cuanto a su eficacia, el sistema experimentó una trayectoria compleja. La competencia de marcas europeas como Dyaliscope en Francia, TotalScope en Italia o Hammerscope en el Reino Unido, sumado a la incapacidad de los cineastas que lo emplearon para explotar creativamente sus posibilidades dramáticas o espectaculares, limitó su impacto.
#HispanoScope #CinemaScope #CineEspañol #50sMovies #NoteBookLM
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En plenos años 50, mientras el CinemaScope 🎬 arrasaba, dos cerebritos españoles, Ángel Pérez Palacios y Aurelio Lerroux, dijeron: ¡Aquí también tenemos lo nuestro! y solicitaron la patente de unos objetivos anamórficos el 17 de noviembre de 1954, creando así el formato HispanoScope 🎞️
Se produjeron dos cortometrajes y cinco largometrajes utilizando este sistema, y se readaptaron hasta media docena de títulos previamente existentes.
Películas rodadas en Hispanoscope:
🎬 Reales sitios (Francisco Centol, 1956) - cortometraje en color
🎬 Historia y cultura (Francisco Centol, 1956) - cortometraje en color
🎬 No estamos solos (Miguel Iglesias, 1956) - en blanco y negro
🎬 Los ojos en las manos (Miguel Iglesias, 1956) - en blanco y negro (película perdida)
🎬 Cuando el valle se cubra de nieve (José Luis Pérez de Rozas, 1957) - en Agfacolor
🎬 Cumbres luminosas (Josè Fogués, 1957) - en Agfacolor
🎬 Su desconsolada esposa (Miguel Iglesias, 1957) - en Eastmancolor
🎬 La copla andaluza (Jerónimo Mihura, 1959) - en EastmancolorPelículas reestrenadas en Hispanoscope:
🎬 El escándalo (José Luis Sáenz de Heredia, 1943)
🎬 Garbancito de la Mancha (Arturo Moreno, 1945)
🎬 Mariona Rebull (José Luis Sáenz de Heredia, 1947)
🎬 El capitán Veneno (Luis Marquina, 1950)
🎬 Ronda española (Ladislao Vajda, 1951)
🎬 Calabuch (Luis García Berlanga, 1956)En cuanto a su eficacia, el sistema experimentó una trayectoria compleja. La competencia de marcas europeas como Dyaliscope en Francia, TotalScope en Italia o Hammerscope en el Reino Unido, sumado a la incapacidad de los cineastas que lo emplearon para explotar creativamente sus posibilidades dramáticas o espectaculares, limitó su impacto.
#HispanoScope #CinemaScope #CineEspañol #50sMovies #NoteBookLM
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En plenos años 50, mientras el CinemaScope 🎬 arrasaba, dos cerebritos españoles, Ángel Pérez Palacios y Aurelio Lerroux, dijeron: ¡Aquí también tenemos lo nuestro! y solicitaron la patente de unos objetivos anamórficos el 17 de noviembre de 1954, creando así el formato HispanoScope 🎞️
Se produjeron dos cortometrajes y cinco largometrajes utilizando este sistema, y se readaptaron hasta media docena de títulos previamente existentes.
Películas rodadas en Hispanoscope:
🎬 Reales sitios (Francisco Centol, 1956) - cortometraje en color
🎬 Historia y cultura (Francisco Centol, 1956) - cortometraje en color
🎬 No estamos solos (Miguel Iglesias, 1956) - en blanco y negro
🎬 Los ojos en las manos (Miguel Iglesias, 1956) - en blanco y negro (película perdida)
🎬 Cuando el valle se cubra de nieve (José Luis Pérez de Rozas, 1957) - en Agfacolor
🎬 Cumbres luminosas (Josè Fogués, 1957) - en Agfacolor
🎬 Su desconsolada esposa (Miguel Iglesias, 1957) - en Eastmancolor
🎬 La copla andaluza (Jerónimo Mihura, 1959) - en EastmancolorPelículas reestrenadas en Hispanoscope:
🎬 El escándalo (José Luis Sáenz de Heredia, 1943)
🎬 Garbancito de la Mancha (Arturo Moreno, 1945)
🎬 Mariona Rebull (José Luis Sáenz de Heredia, 1947)
🎬 El capitán Veneno (Luis Marquina, 1950)
🎬 Ronda española (Ladislao Vajda, 1951)
🎬 Calabuch (Luis García Berlanga, 1956)En cuanto a su eficacia, el sistema experimentó una trayectoria compleja. La competencia de marcas europeas como Dyaliscope en Francia, TotalScope en Italia o Hammerscope en el Reino Unido, sumado a la incapacidad de los cineastas que lo emplearon para explotar creativamente sus posibilidades dramáticas o espectaculares, limitó su impacto.
#HispanoScope #CinemaScope #CineEspañol #50sMovies #NoteBookLM
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… I tell you that ever-present to me is what they did with Fray John of the Cross, for I don’t know how God bears with things like that; even you don’t know everything about it.
For all these nine months he was held in a little prison cell where small as he is, he could hardly fit. In all that time he was given no change of tunic, even though he had come close to the point of death. Only three days before his escape the subprior gave him one of his shirts. He underwent harsh scourges, and no one was allowed to see him.
I experience the greatest envy. Surely our Lord found in him the resources for such a martyrdom. And it is good that this be known so that everyone will be all the more on guard against these people. May God forgive them, amen.
An investigation should be conducted to show the nuncio what those friars did to this saint, Fray John, without any fault on his part, for it is a pitiful thing. Tell this to Fray Germán; he will do it because he’s quite mad about this …
Saint Teresa of Avila
Letter 260 to Father Jerónimo Gracián, Madrid
Avila, 21–22 August 1578
Learn more about Fray Jerónimo Gracián on the outstanding Discalced Carmelite blog from Spain, “Teresa, de la rueca a la pluma”Saint John of the Cross escaped from his prison cell in Toledo during the night of 17-18 August 1578. #StJohnOfTheCross
Discalced Carmelite scholar, translator, and editor of the collected works of Saints John and Teresa, Father Kieran Kavanaugh offers his analysis of Saint Teresa’s letter to Father Gracián:
“These are two fragments from one letter. They reflect Teresa’s first impressions on learning of St. John of the Cross’s escape from his prison cell in Toledo and of what he suffered there.”
The nuncio at the time was the Italian Archbishop Filippo (Felipe) Sega. Father Kavanaugh’s editorial note is too tantalizing to excerpt, so we present it in its entirety.
Born in Bologna, he became Bishop of Ripa and nuncio to Flanders before being appointed nuncio to Spain in 1577 as successor to Ormaneto. He entered Spain with a bias against Teresa and her reform, the source of which was Cardinal Buoncompagni, a relative of his and nephew of the pope.
But the entire conflict that had developed in Spain among the Carmelites was so complex that he had little inkling of what he was getting into. He supported Tostado who was seeking to put into effect the decisions of the chapter of Piacenza. It was he [Sega] who called Teresa “a restless, gadabout woman.”
Sega considered the discalced friars who took part in the chapter of Almodóvar in 1578 delinquents and rebels, never listened to their defense, and imprisoned their leaders in different monasteries of the observant Carmelites.
Through the intervention of the king, an investigating committee was set up, and the friars as a result were placed under the care of Angel de Salazar, a former provincial of the observant Carmelites in Castile. Salazar dealt with the matter gently and promoted greater peace between the two groups of friars.
Sega then mellowed somewhat and acquiesced when the discalced formed a separate province. After leaving Spain, he served in Portugal, Germany, and France. He was made a cardinal in 1591 and died in Rome.
Finally, we share Father Kavanaugh’s note concerning Fray Germán:
“Fray Germán de San Matías was a confessor for the nuns at the Incarnation along with John of the Cross. He was taken prisoner at the same time as John, but very soon afterward broke free from his captors.”
Cardinal Filippo Sega (1537–1596)
Image credit: Wikimedia CommonsTeresa of Avila, St. 1985, The Collected Works of St. Teresa of Avila, translated from the Spanish by Kavanaugh, K; Rodriguez, O, ICS Publications, Washington DC.
Featured image: View of Toledo is an oil on canvas painting executed ca. 1599–1600 by Domenikos Theotokopoulos, better known as El Greco (Greek, 1541–1614). This artwork is found in Gallery 619 of the Metropolitan Museum of Art on Fifth Avenue in New York. The Met’s gallery label provides the following details:
Writing to the sculptor Auguste Rodin after having been astonished by this painting in Paris in 1908, the poet Rainer Maria Rilke described how “splintered light tills the ground, turning it over, tearing into it and bringing up here and there pale green meadows behind the trees standing like insomniacs.” Regarded as El Greco’s greatest landscape, it portrays Toledo, the city where he lived and worked for most of his life. But it is an emotive rather than a documentary vision that not only imaginatively revises the skyline—most notably, the cathedral has been moved—but also distorts architecture and landscape such that they are fully in service of the kind of drama Rilke and other modernists appreciated in his work.
Image credit: Metropolitan Museum of Art (Public domain)
https://www.youtube.com/watch?v=Ir-J6a635UM
https://carmelitequotes.blog/2024/08/16/stj-ltr260-2/
#Carmelites #escape #FilippoSega #FrKieranKavanaughOCD #FrayJerónimoGracián #friars #nuncio #prison #StJohnOfTheCross #StTeresaOfAvila #StJohnOfTheCross #Toledo
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… I tell you that ever-present to me is what they did with Fray John of the Cross, for I don’t know how God bears with things like that; even you don’t know everything about it.
For all these nine months he was held in a little prison cell where small as he is, he could hardly fit. In all that time he was given no change of tunic, even though he had come close to the point of death. Only three days before his escape the subprior gave him one of his shirts. He underwent harsh scourges, and no one was allowed to see him.
I experience the greatest envy. Surely our Lord found in him the resources for such a martyrdom. And it is good that this be known so that everyone will be all the more on guard against these people. May God forgive them, amen.
An investigation should be conducted to show the nuncio what those friars did to this saint, Fray John, without any fault on his part, for it is a pitiful thing. Tell this to Fray Germán; he will do it because he’s quite mad about this …
Saint Teresa of Avila
Letter 260 to Father Jerónimo Gracián, Madrid
Avila, 21–22 August 1578
Learn more about Fray Jerónimo Gracián on the outstanding Discalced Carmelite blog from Spain, “Teresa, de la rueca a la pluma”Saint John of the Cross escaped from his prison cell in Toledo during the night of 17-18 August 1578. #StJohnOfTheCross
Discalced Carmelite scholar, translator, and editor of the collected works of Saints John and Teresa, Father Kieran Kavanaugh offers his analysis of Saint Teresa’s letter to Father Gracián:
“These are two fragments from one letter. They reflect Teresa’s first impressions on learning of St. John of the Cross’s escape from his prison cell in Toledo and of what he suffered there.”
The nuncio at the time was the Italian Archbishop Filippo (Felipe) Sega. Father Kavanaugh’s editorial note is too tantalizing to excerpt, so we present it in its entirety.
Born in Bologna, he became Bishop of Ripa and nuncio to Flanders before being appointed nuncio to Spain in 1577 as successor to Ormaneto. He entered Spain with a bias against Teresa and her reform, the source of which was Cardinal Buoncompagni, a relative of his and nephew of the pope.
But the entire conflict that had developed in Spain among the Carmelites was so complex that he had little inkling of what he was getting into. He supported Tostado who was seeking to put into effect the decisions of the chapter of Piacenza. It was he [Sega] who called Teresa “a restless, gadabout woman.”
Sega considered the discalced friars who took part in the chapter of Almodóvar in 1578 delinquents and rebels, never listened to their defense, and imprisoned their leaders in different monasteries of the observant Carmelites.
Through the intervention of the king, an investigating committee was set up, and the friars as a result were placed under the care of Angel de Salazar, a former provincial of the observant Carmelites in Castile. Salazar dealt with the matter gently and promoted greater peace between the two groups of friars.
Sega then mellowed somewhat and acquiesced when the discalced formed a separate province. After leaving Spain, he served in Portugal, Germany, and France. He was made a cardinal in 1591 and died in Rome.
Finally, we share Father Kavanaugh’s note concerning Fray Germán:
“Fray Germán de San Matías was a confessor for the nuns at the Incarnation along with John of the Cross. He was taken prisoner at the same time as John, but very soon afterward broke free from his captors.”
Cardinal Filippo Sega (1537–1596)
Image credit: Wikimedia CommonsTeresa of Avila, St. 1985, The Collected Works of St. Teresa of Avila, translated from the Spanish by Kavanaugh, K; Rodriguez, O, ICS Publications, Washington DC.
Featured image: View of Toledo is an oil on canvas painting executed ca. 1599–1600 by Domenikos Theotokopoulos, better known as El Greco (Greek, 1541–1614). This artwork is found in Gallery 619 of the Metropolitan Museum of Art on Fifth Avenue in New York. The Met’s gallery label provides the following details:
Writing to the sculptor Auguste Rodin after having been astonished by this painting in Paris in 1908, the poet Rainer Maria Rilke described how “splintered light tills the ground, turning it over, tearing into it and bringing up here and there pale green meadows behind the trees standing like insomniacs.” Regarded as El Greco’s greatest landscape, it portrays Toledo, the city where he lived and worked for most of his life. But it is an emotive rather than a documentary vision that not only imaginatively revises the skyline—most notably, the cathedral has been moved—but also distorts architecture and landscape such that they are fully in service of the kind of drama Rilke and other modernists appreciated in his work.
Image credit: Metropolitan Museum of Art (Public domain)
https://www.youtube.com/watch?v=Ir-J6a635UM
https://carmelitequotes.blog/2024/08/16/stj-ltr260-2/
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For my dear daughter Sister Teresa de Jesús
Jesus. The grace of the Holy Spirit be with your charity, my daughter. I was delighted with your letter, and that my letters make you happy is a great joy for me, seeing that we cannot be together.
As for the dryness, it seems to me that the Lord is now treating you as one who is strong. He wants to try you in order to know the love you have for him, whether it is present in dryness as well as in spiritual delights.
Take it as a very great favor from God. Don’t let it cause you any grief, for perfection does not consist in delight but in the virtues. When you least expect, devotion will return.
As for what you say about that sister, try not to think of it, but turn away from the thought. And don’t think that when a thought comes into your mind, even if it concerns something very bad, you are immediately at fault, for the thought is nothing. I too would like to see that sister experience the same dryness, for I don’t know if she understands herself, and for her own good we could desire this.
When some bad thought comes to you, bless yourself, or recite an Our Father, or strike your breast and try to think of something else, and you will instead be meriting because you will be resisting.
I would like to answer Isabel de San Pablo [the subprioress at St. Joseph’s in Avila] but there is not time. Give her my best regards—for she already knows how you must be the one dearest to me—and also regards to Romero [identity unknown] and María de San Jerónimo [St. Teresa’s cousin, who was also a Carmelite nun at St. Joseph’s in Avila]. I wish someone would write to me about her health since she doesn’t do so. Don Francisco [Sister Teresa’s oldest brother] is like an angel and doing well. Yesterday he received communion, and his servants did so too. Tomorrow we are going to Valladolid. He will write to you from there, for I haven’t told him now about this messenger.
May God watch over you, my daughter, and make you as holy as I beg of him, amen. My regards to all.
Today is the feast of San Alberto.
Saint Teresa of Avila
Letter 351 to her niece Teresita at St. Joseph’s in Avila
From Medina, 7 August 1580Note: Translator and editor Father Kieran Kavanaugh, O.C.D. indicates that St. Teresa’s niece, Teresita, was now a novice at St. Joseph’s in Avila. She was grieving over the recent death of her father and wrote to her aunt about some of her interior troubles and problems. St. Teresa gives her niece some standard counsel and comfort.
Teresa of Avila, St. 1985, The Collected Works of St. Teresa of Avila, translated from the Spanish by Kavanaugh, K; Rodriguez, O, ICS Publications, Washington DC.
Featured image: Before leaving Seville with St. Teresa and her father Lorenzo de Cepeda on the way back to Castile, young Teresita was depicted in an oil on canvas painting by Fray Juan de la Miseria, who shortly before had painted a portrait of St. Teresa. Fray Juan portrayed the girl dressed as a Carmelite (brown habit and white mantle), noting that she was “10 years old.” This featured image is a detail from Fray Juan’s painting, which is one of the prized treasures of the Carmel of St. Joseph “of the Teresas” in Seville. Image credit: Carmel of Alba de Tormes
https://carmelitequotes.blog/2024/08/06/stj-ltr351/
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