#institutos-federais — Public Fediverse posts
Live and recent posts from across the Fediverse tagged #institutos-federais, aggregated by home.social.
-
As #universidades e #institutosfederais serão a ponta de lança do avanço da rede federada (#oFediverso) no #Brasil:
"Plataformas tornaram-se infraestrutura central da circulação pública de ideias, mas reduzem #instituições a meras usuárias. Resposta deve ser estrutural: criar uma rede federada, soberana, e que proteja o valor do debate e da #ciência."
Me pergunte como…
https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa/podem-as-universidades-construir-suas-redes-sociais/
-
Grupo de discussão sobre Infraestruturas Públicas de Redes Soberanas e Descentralizadas, com participação de unidades de Institutos e Universidades Federais.
https://conversations.im/j/ifes-sobera[email protected]
#SoberaniaDigital #institutosfederais #universidadesfederais
-
Fura-bolha - Thiago Esteves: Globo adere ao projeto neoliberal para dest...
-
Repositórios de Instituições Federais
Explore os projetos de software desenvolvidos e mantidos nas Instituições Federais de Ensino.
*tem algumas estaduais junto.
https://tiagojulianoferreira.github.io/mapa_codigo_publico/
#CodigoAberto #DinheiroPublicoSoftwarePublico #institutosfederais #UniversidadePública
-
Por que os IFs insistem no vestibulinho pro Ensino Médio Integrado?
-
Episódio 11 - Pesquisaí entrevista Gaudêncio Frigotto, um dos idealizado...
-
A sociedade brasileira nunca valorizou a Educação.
E temos paradoxos incríveis na nossa história:
- a independência foi feita por um príncipe herdeiro português
- a proclamação da República por um general monarquista
- a abolição da escravidão por uma princesa escravocrata
E o pior presidente para as universidades foi um acadêmico, sociólogo brilhante chamado Fernando Henrique Cardoso.
O Instituto Federal é uma exceção nessa história que precisamos lutar pra mantê-los.
Elieser Pacheco, historiador, ex-secretário de Educação Tecnológica.
-
Elizer Moreira Pacheco: sem tecnologia não há soberania
https://youtube.com/watch?v=6WNYmVXV8E8&si=u0FsfApdUH9GOx97
#EducaçãoProfissionalTecnológia #institutosfederais #politica
-
IFSul Campus Rosário do Sul
Ministro da Educação anuncia novo campus do IFSul em município do RS | GZH https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao/ensino-superior/noticia/2025/08/ministro-da-educacao-anuncia-novo-campus-do-ifsul-em-municipio-do-rs-cmekjd7b601bt014zoommt4i6.html
-
O conjunto de dados de repositórios foi pré-processado para clusterização com K-Means (4 clusters). Métricas como Silhouette Score (0.3035) confirmaram a boa separação. PCA e t-SNE foram usados para visualização, revelando a distinção dos:
Cluster 0: Repositórios mais antigos e com poucas estrelas, de usuários pessoais.
Cluster 1: Repositórios recentes e com poucas estrelas, de usuários pessoais.
Cluster 2: Repositórios populares de Organizações e Pessoas.
Cluster 3: Repositórios Altamente Populares (Outliers).
Próximo passo será usar NLP para aplicar clusterização e descobrir o teor dos repositórios (projetos pessoais de alunos/professores, atividades de aula, entregas de TCC, sistemas institucionais)
https://tiagojulianoferreira.github.io/mapa_codigo_publico/
#dinheiropublicocodigopublico #SoftwareLivre #CodigoAberto #InstitutosFederais #universidadepublica #SoberaniaDigital #bolhadev
-
"Os #InstitutosFederais são, por natureza, instituições territorializadas e em rede, e é a partir desse desenho que podem se tornar protagonistas de um novo projeto de #soberaniadigital popular.
Em cada campus há comunidades com experiências acumuladas em projetos de #softwarelivre, em parcerias com #movimentossociais, em cursos que se articulam com os arranjos regionais. Há vida pedagógica pulsante!"Fato! O #IFRN é parceiro crucial no desenvolvimento do #Tainacan.
-
Institutos Federais e Soberania Digital: uma disputa de sentidoS na área de TI Da rede federal
Ao fortalecer sua presença nos territórios e sua institucionalidade em rede, os Institutos Federais podem construir soluções digitais com, e para, os territórios — mas para isso, é preciso disputar o sentido da TI nas instituições.
Em um cenário em que os fluxos digitais se concentram sob o controle das grandes corporações, pensar soberania digital significa, antes de tudo, decidir quem define os rumos da tecnologia — e com quais interesses. Essa pergunta não pode ser ignorada pelos Institutos Federais (IFs), especialmente quando o tema é a Tecnologia da Informação (TI) e seu papel no projeto institucional da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.
O projeto dos IFs tem origem em um compromisso radical com a formação dos trabalhadores, a partir dos interesses dos trabalhadores, e não somente das empresas. Em sua materialidade, o “Instituto Federal concreto” está povoado por estudantes e educadores, ancorado nos territórios e envolto nos desafios de acesso, permanência e transformação da realidade social. É ali, e não em estruturas burocráticas distantes, que a educação, a pesquisa e a extensão acontecem.
Contudo, há uma disputa simbólica e política sobre o que é — e para quem serve — um Instituto Federal. De um lado, a realidade concreta dos campi, com seu chão de escola, seus limites orçamentários, seus vínculos com os arranjos produtivos, sociais e culturais locais. De outro, a racionalidade da gestão centralizada, que sustenta a figura de um “IF idealizado”, muitas vezes voltado à produção de indicadores, à homogeneização institucional e à reprodução de um modelo de controle verticalizado — inclusive sobre a TI.
É nesse ponto que a reflexão sobre a soberania digital nos IFs se torna urgente.
A disputa pelo sentido da TI
Nas últimas décadas, a TI nos IFs foi progressivamente absorvida por lógicas de centralização, onde a Reitoria concentra o protagonismo sobre decisões técnicas, políticas e estratégicas. Essa centralização frequentemente marginaliza os campi, reduzindo suas equipes a meras operadoras de infraestrutura básica.
O resultado é um deslocamento do potencial formativo e emancipador da tecnologia para o plano da burocracia. Ao invés de apoiar a criação de soluções contextualizadas, integradas ao cotidiano pedagógico e aos projetos de extensão, a TI vira um departamento instrumentalizado à eficiência gerencial, descolada das realidades sociais dos territórios.
Mas os Institutos Federais são, por natureza, instituições territorializadas e em rede, e é a partir desse desenho que podem se tornar protagonistas de um novo projeto de soberania digital popular.
Soluções digitais Territorializadas como política pública
Em cada campus há comunidades com demandas concretas. Há estudantes que vivenciam desigualdades digitais. Há professores e técnicos com saberes e vínculos com a realidade local. Há experiências acumuladas em projetos de software livre, em parcerias com movimentos sociais, em cursos que se articulam com os arranjos regionais. Há vida pedagógica pulsante.
A pergunta é: por que as soluções digitais produzidas nesses espaços não são reconhecidas como estratégicas para a Rede?
A resposta passa por romper com a lógica de que a tecnologia deve ser uniforme, homogênea e gerida por um único centro. Ao contrário, precisamos defender uma institucionalidade que reconheça a tecnodiversidade como princípio: cada território tem suas racionalidades, e cada campus tem o direito de produzir tecnologia a partir delas.
Ao fazer isso, os IFs não apenas fortalecem sua missão legal — promover ensino, pesquisa e extensão articulados ao desenvolvimento regional — como também constroem infraestruturas digitais públicas, coletivas e democráticas, que escapam à lógica das plataformas privadas. Ou seja: exercem soberania digital desde os territórios, junto às camadas populares que historicamente foram excluídas das decisões sobre tecnologia.
Para isso, é preciso disputar a TI como projeto político
A TI nos IFs não pode continuar sendo gerida como um recurso técnico-administrativo a ser otimizado. Ela deve ser assumida como dimensão estratégica do projeto político-pedagógico institucional. Isso exige:
- Descentralização real das equipes de TI e dos processos de decisão;
- Reconhecimento dos campi como sujeitos produtores de tecnologia;
- Fomento a parcerias com coletivos, movimentos sociais, universidades, organizações comunitárias;
- Criação de repositórios, plataformas e sistemas públicos, interoperáveis, acessíveis e abertos, com governança local.
Em tempos de vigilância algorítmica, plataformização da educação e colonialismo digital, os Institutos Federais são espaços públicos que pertencem ao povo, com a tarefa histórica de formar os trabalhadores com base nos seus interesses de classe — inclusive no que diz respeito ao domínio da produção tecnológica.
A disputa pela soberania digital começa aqui: no chão da escola pública, nos laboratórios, nos coletivos de extensão, nas soluções de software livre criadas por professores, técnicos e estudantes que recusam a colonização digital e escolhem construir alternativas desde os territórios.
Referências
- ANTUNES, Ricardo. O privilégio da servidão: o novo proletariado de serviços na era digital. São Paulo: Boitempo, 2018.
- FERREIRA, Tiago. Trabalho educativo em plataformas: a atuação de criadores de conteúdo em TI nas mídias sociais e as possibilidades de aproximação com a RFEPCT à luz da Pedagogia Histórico-Crítica. Dissertação (Mestrado Profissional), ProfEPT – IFSC, 2025.
- HUI, Yuk. Tecnodiversidade. Ubu Editora, 2020.
- PACHECO, Eliezer. Perspectivas da educação profissional técnica de nível médio. Brasília: Moderna, 2012. Disponível em: https://www.fundacaosantillana.org.br/wp-content/uploads/2020/07/PerspectivasEducaoProfissional.pdf. Acesso em: 9 dez. 2023.
- SETO, Fábio. Tecnologia da Informação e Imaginários no Sul Global. Tese (Doutorado em Ciência da Informação), IBICT/UFRJ, 2024.
Por Tiago Juliano Ferreira
Profissional de TI, pesquisador e trabalhador da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (RFEPCT)Mastodon: @tiagojferreira
Imagem destacada: Ricardo Stuckert / PR
Deixe um comentário Cancelar resposta
Conectado como coe1ho. Edite seu perfil. Sair? Campos obrigatórios são marcados com *
Comentário *
Δ
-
Um exemplo de até onde a TECNOCRACIA pode chegar...
-
Instituto Federal: Pesquisa Aplicada não é Reprodutivismo
No hype das IAs generativas novamente vemos colegas professores e técnicos do IF mobilizando recursos institucionais para divulgar experimentalismos pedagógicos adotando as IA's da moda.
Numa postura colonizada, ignoramos a necessidade de um letramento ético sobre a tecnologia e rapidamente nos convertemos em garotos propaganda voluntários das Bigtechs. Ignoramos iniciativas alternativas, algumas oriundas do nosso meio acadêmico.
É proibido imaginar?
Não foi diferente com as soluções "gratuitas" de nuvem e as suítes de escritório. Não é muito diferente do que se faz com as mirabolâncias pedagógicas ( metodologias ativas, sala de aula invertida, EAD, pedagogia das competências).
Ignoramos nossas bases contra-hegemônicas para virarmos reprodutores do colonialismo digital.
Nossa natureza não é pesquisa básica, sabe-se. Contudo, não faltam tecnologias compatíveis com a singularidade dos IFs. Porque não mais estudos de caso sobre tecnologias descentralizadas como Beckn, Solid, IPFS, PeerTube? Edge Computing?
Isso não atingiria a meta de se integrar aos arranjos produtivos, sociais e culturais locais?
-
A Coordenação de Políticas para Questões Étnico-Raciais do SINASEFE se manifesta publicamente em defesa do professor Dr. Edson Kayapó, que atualmente enfrenta um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado pelo Instituto Federal da Bahia (IFBA).
https://sinasefe.org.br/site/todo-apoio-ao-professor-edson-kayapo/
-
A TI, Institutos Federais e a Institucionalidade em Rede
IFs operam em rede, onde cada campus tem autonomia administrativa e pedagógica, com equipes técnicas e docentes próprias, além dos estudantes que materializam o IF concreto. É onde ocorre concretamente o ensino, a pesquisa, extensão e a integração com os arranjos produtivos, sociais e culturais locais.A Reitoria é um comutador (um Hub) que conecta esse IF concreto distribuído, fazendo interfaces entre os campus, o MEC e outras instituições.
Então porque há concertação de Profissionais de TI na reitoria?
Distante do core "business" da Educação Profissional e Tecnológica, eles não tendem a se fechar em torno de consensos técnicos, estratégicos e políticos digitais construído em cima de um IF em abstrato, idealizado?
Onde trabalho, somos 23 Campus com equipes esvaziadas. Enquanto isso, uns 40% dos TI's estão na Reitoria.
Isso se dá pra atender a concepção hegemônica (e equivocada) de centralização.
O resultado da luta contra a realidade concreta é a Shadow IT, operada por docentes na ânsia de viabilizar seus projetos no tempo pedagógico que só a TI próxima da realidade consegue priorizar.
-
"Esse nordeste e norte vivem nas costas do Sul e Sudeste que levam esse país nas costas"
Os IFs do norte e nordeste:
https://www.gov.br/mec-divulga-mapa-das-mais-de-7-mil-formaturas-antecipadas-de-cursos-da-saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/ifs-sao-destaque-em-competicao-de-tecnologia-na-china -
Então Lula fez o L (de Lemann).
Oficialmente vai deixar de legado um orçamento igual ou até menor que o Bozo.
É como professor Leher fala, estão excluindo a universidade pública da política pública pra direcionar os esforços e recursos pro setor privado.
-
Olha aí um belo exemplo de plataforma desenvolvida dentro da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (RFEPCT) que poderia estar no rol do Software Público:
https://redeintegra.mec.gov.br/ -
Até tu professora Luciana?
Qual o sentido de botar tantos recursos na mão do tal Instituto Hardware BR (???), rebaixar o papel dos Institutos Federais a um simples pólo desse experimento de formar programadores de modo alijeirado, orientando ao interessante de meia dúzia de empresas de TI?
Os "melhores vão pra segunda fase".
Pra isso já temos programas como jovem aprendiz, as instituições federais já tem as modalidades de cursos de formação inicial e continuada (FIC), a Universidade Aberta do Brasil já tem seus pólos nos locais mais remotos.
Isso tá com cheiro de desculpa pra direcionar recursos da educação, ciência e tecnologia para os abutres da iniciativa privada...
-
Aprenda Mais é uma plataforma de cursos abertos e massivos (MOOC) criados e certificados pelos Institutos Federais.
São cursos de curta duração, autogerenciados que podem ser uma forma de obter conhecimento e o certificado, sem burocracia.
-
Contradições
Diretor de campus postulante a reitor, líder duma chapa formada por vários diretores de outros câmpus contra o atual reitor, que pretende reeleição, nomeia para "Assessoria de Empreendedorismo e Inovação" do campus o ex-interventor escalado durante o governo proto-fascista anti-ciência do Bolsonaro.
Não tem como não assimilar como uma espécie de legitimação da figura que topou servir ao governo que atacou a educação.
-
Curiosidade:
A UFRGS vai abrir um campus em Caxias do Sul, daí já projetaram começar atendendo 600 alunos, com *300 servidores, entre TAEs e Docentes*
O IFSC Campus Tubarão tem esse número de alunos, com cursos superiores, pós, FIC, mais a complexidade do ensino médio integrado e temos *20 TAEs e uns 35 Docentes*. Com atendimento nos três turnos: manhã, tarde e noite.
Provavelmente a UFRGS já subdimensionou o número de servidores, porque sempre começa capenga.
E pouco se fala em concurso público pra novos códigos de vagas, mal se cobre os aposentados.
Vi um dado que 25% dos servidores federais poderão se aposentar nos próximos 5 anos.
O projeto Instituto Federal tá sendo destruído veladamente. 🫤
-
Do ponto de vista da operação é bem interessante esse modelo distribuído.
Da gestão, pode significar mais centralização e submissão a interesses privados
Considerando o relacionamento que a RNP tem tido com empresas de tecnologia estrangeiras, a informação de que "a RNP fornecerá as plataformas e o conhecimento técnico, além de garantir a operação 24x7x365", enquanto as IES vão ceder pessoas e espaço, pode ser interpretado como retirar o papel de gestão democrática das instituições, pra empurrar as soluções de prateleira vendidas pela RNP, como as do catálogo da Fortinet e outras norteamericanas.
Inclusive em substituição as soluções livres e de código aberto já utilizadas.
Também pode ser mais um passo na direção de terceirizar o trabalho de TI das instituições públicas para a OS privada.
Foi mal pelo pessimismo. 🙄
https://www.cisoadvisor.com.br/rnp-inicia-programa-de-soc-distribuido/
#SoberaniaDigital #UniversidadePública #institutosfederais #DatacentersFederados #RNP
-
Imagine se ao invés de sermos garotos propaganda de ChatGPT, estivéssemos nós: docentes, técnicos e estudantes da Rede Federal de Educação dando oficinas de criação e manutenção de blogs incentivando a autonomia no uso das ferramentas digitais.
A IA surgiria como mais uma entre tantas ferramentas...
Mas a Pedagogia Reprodutivista, o Hype e o Tecnossolucioniso imperam
📷
https://rochacbruno.com/posse-publish-on-your-site-syndicate-everywhere.html
#SoberaniaDigital #colonialismodedados #educacao #InstitutosFederais #universidadepublica -
2.3 bilhões que TST e SERPRO vão torrar em 5 anos comprando nuvem de bigtech daria pra instalar um micro datacenter homologado Tier 2 em cada um dos quase 700 campi de Instituto Federal espalhados e organizados em rede pelo território brasileiro.
1,8 milhões de alunos.
Seria ~ R$ 15 a mais por aluno/mês investidos pra garantir confiabilidade nos experimentos e serviços digitais dos campi (ou da rede), inclusive abrindo possibilidade de provimentos de aplicações locais e parcerias com movimentos sociais.
São produtos com 10 anos de garantia, que tem um custo inicial que se amortiza com o tempo.
Mas a questão principal é a Soberania e o fomento a uma Tecnovisão que seja, também, construída a partir da cosmovisão dos arranjos produtivos, culturais e sociais locais.
Ao contrário dos modelos de cima pra baixo, embalados e "pasteurizados" pelas grandes empresas tendem a oferecer.
Tecnologia não precisa ser uma commoditie.
Sem falar que há fábricas nacionais, que as obras geraria um efeito multiplicador nas economias locais.
Infelizmente, na TI de governo a "nuvem" virou o fim da história.
#SoberaniaDigital #InstitutosFederais #DatacentersFederados
@altbot -
https://www.youtube.com/live/wXvkWurL_RE?si=eflIWeUHy_wQZcGS&t=2370
Semanas depois do DeepSeek, a China anuncia que está desenvolvendo chips de 1 nanomilímetro. Quando prontos, tornarão inócuo o bloqueio dos EUA a seu desenvolvimento tecnológico. Um aspecto importa em particular: assim como a IA chinesa, os chips são construídos em código aberto. Ou seja: podem ser replicados e adaptados por quem deseje alcançar soberania digital.
De que forma as políticas tecnológicas do Brasil – e em particular o Plano de Inteligência Artificial – estão aproveitando esta janela de oportunidade? Que passos estão sendo ensaiados para que os dados críticos produzidos pelas universidades, institutos de pesquisa e pelos principais órgãos do Estado deixem de ser armazenados nos datacenters das big techs?
Sergio Amadeu, um pesquisador e ativista destacado em favor da soberania tecnológica nacional, esclarece e provoca
#SoberaniaDigital #SoftwareLivre #universidadepublica #InstitutosFederais #DatacentersFederados #datecenters
#InfraestruturasPublicasDigitais -
De acordo com levantamento feito pelo Fórum de Administração e Planejamento do Conif no ano passado, em 2025, a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica vai necessitar de aproximadamente R$ 4,7 bilhões para garantir o funcionamento das instituições sem prejuízos. De acordo com o Conif, entretanto, a LOA aprovada para 2025 prevê apenas R$ 2,8 bilhões para a Rede Federal.