#iliada — Public Fediverse posts
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¿Existió Homero? ¿Cuál es la versión original de sus epopeyas? La Ilíada, la Odisea y el misterio de la cuestión homérica
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¿Existió Homero? ¿Cuál es la versión original de sus epopeyas? La Ilíada, la Odisea y el misterio de la cuestión homérica
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¿Existió Homero? ¿Cuál es la versión original de sus epopeyas? La Ilíada, la Odisea y el misterio de la cuestión homérica
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¿Existió Homero? ¿Cuál es la versión original de sus epopeyas? La Ilíada, la Odisea y el misterio de la cuestión homérica
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¿Existió Homero? ¿Cuál es la versión original de sus epopeyas? La Ilíada, la Odisea y el misterio de la cuestión homérica
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https://www.europesays.com/sk/126719/ Archeológovia otvorili 1 600 rokov starú múmiu. V jej bruchu našli papyrus s úryvkom Homérovej Iliady, niečo také ešte nevideli | Vosveteit.sk #ArcheologickýObjav #Egypt #grécko #Homér #Iliáda #IliádaZabalenáSMúmiou #Múmia #News #Oxyrhynchus #papyrus #RímskaRíša #SK #Slovak #Slovenčina #Správy #Svet #World #WorldNews
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Arqueólogos encontraram um fragmento da Ilíada de Homero em uma múmia egípcia de 1.600 anos, destacando a influência da obra na cultura romana. O fragmento estava na cavidade abdominal da múmia, levantando questões sobre sua colocação.
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Descubren un fragmento de la Ilíada dentro de una momia romana en Egipto
📰 Título original: ¿Qué hace un fragmento de la ‘Ilíada’ de Homero dentro de una momia?
🤖 IA: Es clickbait ⚠️
👥 Usuarios: Es clickbait ⚠️Ver resumen IA completo: https://es.killbait.com/descubren-un-fragmento-de-la-iliada-dentro-de-una-momia-romana-en-egipto.html?utm_source=mastodon_social&utm_medium=social&utm_campaign=killbait_es.mastodon_social
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El Confidencial: Descubren un fragmento de la ' #Ilíada' en el abdomen de una #momia del #Antiguo #Egipto www.elconfidencial.com/cultura/2026...
Descubren un fragmento de la '... -
El Confidencial: Descubren un fragmento de la ' #Ilíada' en el abdomen de una #momia del #Antiguo #Egipto www.elconfidencial.com/cultura/2026...
Descubren un fragmento de la '... -
https://www.europesays.com/si/67242/ Tako literarno kot zgodovinsko edinstveno odkritje: fragment Iliade v staroegipčanski mumiji #arheologija #grobnica #Homer #Iliada #Mumija #Slovene #Slovenščina #Svet #World
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“O verdadeiro herói, o verdadeiro objecto, o centro da “Ilíada”, é a força. A força que é manipulada pelos homens, a força que submete os homens, a força perante a qual a carne dos homens se retrai. Nela a alma humana surge incessantemente alterada pelas suas relações com a força; arrastada, ceifada pela força da qual julga dispor, curvada sob o constrangimento da força que suporta. Aqueles que sonharam que a força, graças ao progresso, pertencia ao passado, puderam ver neste poema um documento; aqueles que sabem discernir a força, hoje como outrora, no centro de qualquer história humana, lá encontram o mais belo, o mais puro dos espelhos.
A força — é o que torna quem lhe é submetido numa coisa. Quando é exercida até ao extremo, faz do homem uma coisa no sentido mais literal, porque faz dele um cadáver. Havia alguém e, num instante, não há ninguém. É um quadro que a “Ilíada” não se cansa de nos apresentar. (…)
Apesar da curta embriaguez causada durante o Renascimento pela descoberta da literatura grega, o génio da Grécia não ressuscitou nestes vinte séculos. Algo dele surge em #Villon, em #Shakespeare, em #Cervantes, em #Molière, e uma vez em #Racine. A miséria humana é posta a nu, a propósito do amor, na “École de femmes”, no “Fedro” [sic]; estranho século aliás, em que, ao contrário dos tempos épicos, só era permitido descobrir a miséria do homem no amor, enquanto que os efeitos da força na guerra e na política tinham de estar sempre envoltos em glória. Podíamos talvez citar mais alguns nomes. Mas nada daquilo que produziram os povos da Europa vale o primeiro poema conhecido que apareceu num deles. Talvez reencontrem o génio épico quando quiserem acreditar que nada está ao abrigo do destino, nunca admirar a força, não odiar os inimigos e não desprezar os infelizes. Duvidamos que seja para breve.”
Simone Weil, “A Ilíada, ou o Poema da Força”
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“O verdadeiro herói, o verdadeiro objecto, o centro da “Ilíada”, é a força. A força que é manipulada pelos homens, a força que submete os homens, a força perante a qual a carne dos homens se retrai. Nela a alma humana surge incessantemente alterada pelas suas relações com a força; arrastada, ceifada pela força da qual julga dispor, curvada sob o constrangimento da força que suporta. Aqueles que sonharam que a força, graças ao progresso, pertencia ao passado, puderam ver neste poema um documento; aqueles que sabem discernir a força, hoje como outrora, no centro de qualquer história humana, lá encontram o mais belo, o mais puro dos espelhos.
A força — é o que torna quem lhe é submetido numa coisa. Quando é exercida até ao extremo, faz do homem uma coisa no sentido mais literal, porque faz dele um cadáver. Havia alguém e, num instante, não há ninguém. É um quadro que a “Ilíada” não se cansa de nos apresentar. (…)
Apesar da curta embriaguez causada durante o Renascimento pela descoberta da literatura grega, o génio da Grécia não ressuscitou nestes vinte séculos. Algo dele surge em #Villon, em #Shakespeare, em #Cervantes, em #Molière, e uma vez em #Racine. A miséria humana é posta a nu, a propósito do amor, na “École de femmes”, no “Fedro” [sic]; estranho século aliás, em que, ao contrário dos tempos épicos, só era permitido descobrir a miséria do homem no amor, enquanto que os efeitos da força na guerra e na política tinham de estar sempre envoltos em glória. Podíamos talvez citar mais alguns nomes. Mas nada daquilo que produziram os povos da Europa vale o primeiro poema conhecido que apareceu num deles. Talvez reencontrem o génio épico quando quiserem acreditar que nada está ao abrigo do destino, nunca admirar a força, não odiar os inimigos e não desprezar os infelizes. Duvidamos que seja para breve.”
Simone Weil, “A Ilíada, ou o Poema da Força”
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“O verdadeiro herói, o verdadeiro objecto, o centro da “Ilíada”, é a força. A força que é manipulada pelos homens, a força que submete os homens, a força perante a qual a carne dos homens se retrai. Nela a alma humana surge incessantemente alterada pelas suas relações com a força; arrastada, ceifada pela força da qual julga dispor, curvada sob o constrangimento da força que suporta. Aqueles que sonharam que a força, graças ao progresso, pertencia ao passado, puderam ver neste poema um documento; aqueles que sabem discernir a força, hoje como outrora, no centro de qualquer história humana, lá encontram o mais belo, o mais puro dos espelhos.
A força — é o que torna quem lhe é submetido numa coisa. Quando é exercida até ao extremo, faz do homem uma coisa no sentido mais literal, porque faz dele um cadáver. Havia alguém e, num instante, não há ninguém. É um quadro que a “Ilíada” não se cansa de nos apresentar. (…)
Apesar da curta embriaguez causada durante o Renascimento pela descoberta da literatura grega, o génio da Grécia não ressuscitou nestes vinte séculos. Algo dele surge em #Villon, em #Shakespeare, em #Cervantes, em #Molière, e uma vez em #Racine. A miséria humana é posta a nu, a propósito do amor, na “École de femmes”, no “Fedro” [sic]; estranho século aliás, em que, ao contrário dos tempos épicos, só era permitido descobrir a miséria do homem no amor, enquanto que os efeitos da força na guerra e na política tinham de estar sempre envoltos em glória. Podíamos talvez citar mais alguns nomes. Mas nada daquilo que produziram os povos da Europa vale o primeiro poema conhecido que apareceu num deles. Talvez reencontrem o génio épico quando quiserem acreditar que nada está ao abrigo do destino, nunca admirar a força, não odiar os inimigos e não desprezar os infelizes. Duvidamos que seja para breve.”
Simone Weil, “A Ilíada, ou o Poema da Força”
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El amor por la antigüedad le llevó a consagrar el resto de su vida a su gran pasión, la arqueología.
#Efeméride #LindoMartes #Schliemann #Arqueología #Ilíada #Homero
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El amor por la antigüedad le llevó a consagrar el resto de su vida a su gran pasión, la arqueología.
#Efeméride #LindoMartes #Schliemann #Arqueología #Ilíada #Homero
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El amor por la antigüedad le llevó a consagrar el resto de su vida a su gran pasión, la arqueología.
#Efeméride #LindoMartes #Schliemann #Arqueología #Ilíada #Homero
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El amor por la antigüedad le llevó a consagrar el resto de su vida a su gran pasión, la arqueología.
#Efeméride #LindoMartes #Schliemann #Arqueología #Ilíada #Homero
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El amor por la antigüedad le llevó a consagrar el resto de su vida a su gran pasión, la arqueología.
#Efeméride #LindoMartes #Schliemann #Arqueología #Ilíada #Homero
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Egia esan, asko gustatzen zait Blackie Book-en "Clásicos liberados" bilduma. Benetan lan bikaina egiten dute obra klasikoak gaurkotu eta pertsona askorengana hurbilduz. Bestela nekez helduko nieke. #Odisearekin eta #Genesiarekin lan ederra egin zuten. Beraz zure ordua ere iritsi da, #Iliada.
(Gainera, jasotzen dituzten erreferentzia artistikoekin, agian etorkizun hurbilean Egunean Behinen margolariren baten izena asmatuko dut.)
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Egia esan, asko gustatzen zait Blackie Book-en "Clásicos liberados" bilduma. Benetan lan bikaina egiten dute obra klasikoak gaurkotu eta pertsona askorengana hurbilduz. Bestela nekez helduko nieke. #Odisearekin eta #Genesiarekin lan ederra egin zuten. Beraz zure ordua ere iritsi da, #Iliada.
(Gainera, jasotzen dituzten erreferentzia artistikoekin, agian etorkizun hurbilean Egunean Behinen margolariren baten izena asmatuko dut.)