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Conheça cinco profissões técnicas que podem render salários acima de R$ 10 mil
https://fed.brid.gy/r/https://iclnoticias.com.br/conheca-cinco-profissoes-tecnicas/
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Curso técnico do Senai de graça tem vagas abertas no RS; saiba quem pode ganhar até R$ 858 e veja como se inscrever
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Escola técnica FAT oferece bolsas integrais em cursos EaD
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Escola técnica FAT oferece bolsas integrais em cursos EaD
Interessados em participar do processo seletivo para o programa de bolsas da Fundação de Apoio à Tecnologia (FAT) têm até o dia 26 de setembro para se inscreverem. Para o segundo semestre, a escola técnica FAT está ofertando vagas para os cursos técnicos de administração, recursos humanos, serviços jurídicos, marketing, informática para internet e desenvolvimento de sistemas, sendo 40 bolsas integrais para cada curso. A prova poderá ser realizada entre os dias 27 e 28 de setembro, e a previsão é de início das aulas no dia 21 de outubro, modalidade educação à distância (EaD). As inscrições podem ser feitas pela internet.
Cesar Silva, diretor presidente da FAT, avalia como positiva a adesão até o momento e reforça o compromisso da instituição em contribuir para a melhoria dos índices de empregabilidade no país. “Já temos mais de 2100 candidatos inscritos, o que nos enche de ânimo para seguirmos firmes em nossa principal missão, que é utilizar o poder da Educação em mudar vidas e do interesse dos jovens em qualificações que realmente fazem a diferença profissionalmente”, afirma.
Desde a primeira turma da escola técnica FAT, a fundação estabeleceu parcerias fortes e, hoje, conta com o apoio de 6 entidades: Fiesp; Obras Dom Bosco de Itaquera; Instituto Ela; Instituo Ser +; Secretaria de Educação do Município de Diadema e Prefeitura de Carandaí (MG).
Para orientar sobre a realização da prova, a FAT promove no dia 25 de setembro um webinar exclusivo para os inscritos. O evento está marcado para às 20h, e as inscrições podem ser feitas por meio do formulário on-line.
Avalie isto:
#administração #bolsasIntegrais #CesarSilva #cursosTécnicos #DesenvolvimentoDeSistemas #EaD #educaçãoProfissional #empregabilidade #EscolaTécnicaFAT #FAT #FIESP #FundaçãoDeApoioàTecnologia #InformáticaParaInternet #InstitutoEla #InstitutoSer_ #Marketing #ObrasDomBosco #PrefeituraDeCarandaí #processoSeletivo #provaOnline #RecursosHumanos #SecretariaDeEducaçãoDeDiadema #ServiçosJurídicos #webinar
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Escola técnica FAT oferece bolsas integrais em cursos EaD
Interessados em participar do processo seletivo para o programa de bolsas da Fundação de Apoio à Tecnologia (FAT) têm até o dia 26 de setembro para se inscreverem. Para o segundo semestre, a escola técnica FAT está ofertando vagas para os cursos técnicos de administração, recursos humanos, serviços jurídicos, marketing, informática para internet e desenvolvimento de sistemas, sendo 40 bolsas integrais para cada curso. A prova poderá ser realizada entre os dias 27 e 28 de setembro, e a previsão é de início das aulas no dia 21 de outubro, modalidade educação à distância (EaD). As inscrições podem ser feitas pela internet.
Cesar Silva, diretor presidente da FAT, avalia como positiva a adesão até o momento e reforça o compromisso da instituição em contribuir para a melhoria dos índices de empregabilidade no país. “Já temos mais de 2100 candidatos inscritos, o que nos enche de ânimo para seguirmos firmes em nossa principal missão, que é utilizar o poder da Educação em mudar vidas e do interesse dos jovens em qualificações que realmente fazem a diferença profissionalmente”, afirma.
Desde a primeira turma da escola técnica FAT, a fundação estabeleceu parcerias fortes e, hoje, conta com o apoio de 6 entidades: Fiesp; Obras Dom Bosco de Itaquera; Instituto Ela; Instituo Ser +; Secretaria de Educação do Município de Diadema e Prefeitura de Carandaí (MG).
Para orientar sobre a realização da prova, a FAT promove no dia 25 de setembro um webinar exclusivo para os inscritos. O evento está marcado para às 20h, e as inscrições podem ser feitas por meio do formulário on-line.
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Escola técnica FAT oferece bolsas integrais em cursos EaD
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Escola técnica FAT oferece bolsas integrais em cursos EaD
Interessados em participar do processo seletivo para o programa de bolsas da Fundação de Apoio à Tecnologia (FAT) têm até o dia 26 de setembro para se inscreverem. Para o segundo semestre, a escola técnica FAT está ofertando vagas para os cursos técnicos de administração, recursos humanos, serviços jurídicos, marketing, informática para internet e desenvolvimento de sistemas, sendo 40 bolsas integrais para cada curso. A prova poderá ser realizada entre os dias 27 e 28 de setembro, e a previsão é de início das aulas no dia 21 de outubro, modalidade educação à distância (EaD). As inscrições podem ser feitas pela internet.
Cesar Silva, diretor presidente da FAT, avalia como positiva a adesão até o momento e reforça o compromisso da instituição em contribuir para a melhoria dos índices de empregabilidade no país. “Já temos mais de 2100 candidatos inscritos, o que nos enche de ânimo para seguirmos firmes em nossa principal missão, que é utilizar o poder da Educação em mudar vidas e do interesse dos jovens em qualificações que realmente fazem a diferença profissionalmente”, afirma.
Desde a primeira turma da escola técnica FAT, a fundação estabeleceu parcerias fortes e, hoje, conta com o apoio de 6 entidades: Fiesp; Obras Dom Bosco de Itaquera; Instituto Ela; Instituo Ser +; Secretaria de Educação do Município de Diadema e Prefeitura de Carandaí (MG).
Para orientar sobre a realização da prova, a FAT promove no dia 25 de setembro um webinar exclusivo para os inscritos. O evento está marcado para às 20h, e as inscrições podem ser feitas por meio do formulário on-line.
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Escola técnica FAT oferece bolsas integrais em cursos EaD
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Perfil de concurseiros revela desafios na democratização do acesso à carreira pública
O perfil de quem busca a carreira pública no Brasil está mudando, e as instituições de ensino superior têm papel fundamental nesse processo. É o que aponta Vicente Augusto, professor do curso de tecnologia em gestão pública da Wyden, ao comentar dados recentes sobre os concurseiros brasileiros. Segundo o levantamento, a maior parte dos candidatos (35,84%) tem renda familiar entre 1 e 3 salários-mínimos, e 13,5% vivem com menos de um salário-mínimo. A realidade evidencia os desafios financeiros enfrentados por esses estudantes e reforça a importância de políticas de acesso e formação profissional de qualidade.
Ainda segundo os dados, 61,67% dos concurseiros já estão empregados, buscando recolocação ou estabilidade, e 38,33% estão desempregados. Muitos já atuam no serviço público, enquanto outros ainda estão em empregos formais e informais ou tentam o primeiro cargo público como forma de ascensão social e estabilidade financeira.
Para Vicente, iniciativas como o Concurso Nacional Unificado (CNU) abrem novas portas, sobretudo nas regiões historicamente menos representadas.
A interiorização do ensino superior cumpre um papel transformador. O CNU, por ser um certame nacional, ganha ainda mais força quando aliado à atuação de instituições como a Wyden, que capacitam alunos em polos e campi espalhados pelo país, inclusive por meio do ensino a distância, ampliando o alcance e reduzindo barreiras geográficas
Vicente também destaca projetos práticos desenvolvidos nos cursos da Wyden, como o Pílulas Práticas de Perícia e o Minha carreira na Perícia, voltados à formação de alunos da área de investigação forense e perícia criminal. A proposta é aliar teoria à prática desde o primeiro semestre, preparando os estudantes não apenas para concursos, mas para compreenderem o impacto social da atuação pública.
Ele reforça ainda que os cursos da instituição já abordam, por meio de disciplinas transversais e extensionistas, temas como ética, políticas públicas e gestão — conteúdos cobrados no edital do CNU. “A exigência do edital é desafiadora, mas também impulsiona nossos alunos ao desenvolvimento integral”.
Entre as áreas promissoras no CNU, ele cita os blocos de engenharia, saúde, serviço social, psicologia, administração, gestão pública e também as vagas de nível intermediário, que se mostram acessíveis para estudantes de cursos técnicos e tecnólogos. “O importante é que o aluno conheça bem o edital, alinhe seus estudos à área de interesse e aproveite as oportunidades de transformação social que a carreira pública pode proporcionar”, finaliza.
#administração #ascensãoSocial #áreasPromissoras #ética #capacitaçãoEmPolosRegionais #Carreira #carreiraPública #carreiraProfissional #CNU #concurseiros #concurseirosDesempregados #concurseirosEmpregados #ConcursoNacionalUnificado #concursos #concursosPúblicos #cursosTécnicos #cursosTecnólogos #desafiosFinanceiros #disciplinasTransversais #edital #engenharia #ensinoADistância #ensinoSuperior #estabilidadeFinanceira #formaçãoProfissional #gestão #GestãoPública #interiorizaçãoDoEnsinoSuperior #InvestigaçãoForense #MercadoDeTrabalho #MinhaCarreiraNaPerícia #mudançaNoPerfilSocioeconômico #nívelIntermediário #PílulasPráticasDePerícia #PeríciaCriminal #políticasDeAcesso #políticasPúblicas #práticaETeoria #projetosPráticos #psicologia #recolocaçãoProfissional #reduçãoDeBarreirasGeográficas #Saúde #ServiçoSocial #transformaçãoSocial #VicenteAugusto #Wyden
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Perfil de concurseiros revela desafios na democratização do acesso à carreira pública
O perfil de quem busca a carreira pública no Brasil está mudando, e as instituições de ensino superior têm papel fundamental nesse processo. É o que aponta Vicente Augusto, professor do curso de tecnologia em gestão pública da Wyden, ao comentar dados recentes sobre os concurseiros brasileiros. Segundo o levantamento, a maior parte dos candidatos (35,84%) tem renda familiar entre 1 e 3 salários-mínimos, e 13,5% vivem com menos de um salário-mínimo. A realidade evidencia os desafios financeiros enfrentados por esses estudantes e reforça a importância de políticas de acesso e formação profissional de qualidade.
Ainda segundo os dados, 61,67% dos concurseiros já estão empregados, buscando recolocação ou estabilidade, e 38,33% estão desempregados. Muitos já atuam no serviço público, enquanto outros ainda estão em empregos formais e informais ou tentam o primeiro cargo público como forma de ascensão social e estabilidade financeira.
Para Vicente, iniciativas como o Concurso Nacional Unificado (CNU) abrem novas portas, sobretudo nas regiões historicamente menos representadas.
A interiorização do ensino superior cumpre um papel transformador. O CNU, por ser um certame nacional, ganha ainda mais força quando aliado à atuação de instituições como a Wyden, que capacitam alunos em polos e campi espalhados pelo país, inclusive por meio do ensino a distância, ampliando o alcance e reduzindo barreiras geográficas
Vicente também destaca projetos práticos desenvolvidos nos cursos da Wyden, como o Pílulas Práticas de Perícia e o Minha carreira na Perícia, voltados à formação de alunos da área de investigação forense e perícia criminal. A proposta é aliar teoria à prática desde o primeiro semestre, preparando os estudantes não apenas para concursos, mas para compreenderem o impacto social da atuação pública.
Ele reforça ainda que os cursos da instituição já abordam, por meio de disciplinas transversais e extensionistas, temas como ética, políticas públicas e gestão — conteúdos cobrados no edital do CNU. “A exigência do edital é desafiadora, mas também impulsiona nossos alunos ao desenvolvimento integral”.
Entre as áreas promissoras no CNU, ele cita os blocos de engenharia, saúde, serviço social, psicologia, administração, gestão pública e também as vagas de nível intermediário, que se mostram acessíveis para estudantes de cursos técnicos e tecnólogos. “O importante é que o aluno conheça bem o edital, alinhe seus estudos à área de interesse e aproveite as oportunidades de transformação social que a carreira pública pode proporcionar”, finaliza.
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Perfil de concurseiros revela desafios na democratização do acesso à carreira pública
O perfil de quem busca a carreira pública no Brasil está mudando, e as instituições de ensino superior têm papel fundamental nesse processo. É o que aponta Vicente Augusto, professor do curso de tecnologia em gestão pública da Wyden, ao comentar dados recentes sobre os concurseiros brasileiros. Segundo o levantamento, a maior parte dos candidatos (35,84%) tem renda familiar entre 1 e 3 salários-mínimos, e 13,5% vivem com menos de um salário-mínimo. A realidade evidencia os desafios financeiros enfrentados por esses estudantes e reforça a importância de políticas de acesso e formação profissional de qualidade.
Ainda segundo os dados, 61,67% dos concurseiros já estão empregados, buscando recolocação ou estabilidade, e 38,33% estão desempregados. Muitos já atuam no serviço público, enquanto outros ainda estão em empregos formais e informais ou tentam o primeiro cargo público como forma de ascensão social e estabilidade financeira.
Para Vicente, iniciativas como o Concurso Nacional Unificado (CNU) abrem novas portas, sobretudo nas regiões historicamente menos representadas.
A interiorização do ensino superior cumpre um papel transformador. O CNU, por ser um certame nacional, ganha ainda mais força quando aliado à atuação de instituições como a Wyden, que capacitam alunos em polos e campi espalhados pelo país, inclusive por meio do ensino a distância, ampliando o alcance e reduzindo barreiras geográficas
Vicente também destaca projetos práticos desenvolvidos nos cursos da Wyden, como o Pílulas Práticas de Perícia e o Minha carreira na Perícia, voltados à formação de alunos da área de investigação forense e perícia criminal. A proposta é aliar teoria à prática desde o primeiro semestre, preparando os estudantes não apenas para concursos, mas para compreenderem o impacto social da atuação pública.
Ele reforça ainda que os cursos da instituição já abordam, por meio de disciplinas transversais e extensionistas, temas como ética, políticas públicas e gestão — conteúdos cobrados no edital do CNU. “A exigência do edital é desafiadora, mas também impulsiona nossos alunos ao desenvolvimento integral”.
Entre as áreas promissoras no CNU, ele cita os blocos de engenharia, saúde, serviço social, psicologia, administração, gestão pública e também as vagas de nível intermediário, que se mostram acessíveis para estudantes de cursos técnicos e tecnólogos. “O importante é que o aluno conheça bem o edital, alinhe seus estudos à área de interesse e aproveite as oportunidades de transformação social que a carreira pública pode proporcionar”, finaliza.
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Perfil de concurseiros revela desafios na democratização do acesso à carreira pública
O perfil de quem busca a carreira pública no Brasil está mudando, e as instituições de ensino superior têm papel fundamental nesse processo. É o que aponta Vicente Augusto, professor do curso de tecnologia em gestão pública da Wyden, ao comentar dados recentes sobre os concurseiros brasileiros. Segundo o levantamento, a maior parte dos candidatos (35,84%) tem renda familiar entre 1 e 3 salários-mínimos, e 13,5% vivem com menos de um salário-mínimo. A realidade evidencia os desafios financeiros enfrentados por esses estudantes e reforça a importância de políticas de acesso e formação profissional de qualidade.
Ainda segundo os dados, 61,67% dos concurseiros já estão empregados, buscando recolocação ou estabilidade, e 38,33% estão desempregados. Muitos já atuam no serviço público, enquanto outros ainda estão em empregos formais e informais ou tentam o primeiro cargo público como forma de ascensão social e estabilidade financeira.
Para Vicente, iniciativas como o Concurso Nacional Unificado (CNU) abrem novas portas, sobretudo nas regiões historicamente menos representadas.
A interiorização do ensino superior cumpre um papel transformador. O CNU, por ser um certame nacional, ganha ainda mais força quando aliado à atuação de instituições como a Wyden, que capacitam alunos em polos e campi espalhados pelo país, inclusive por meio do ensino a distância, ampliando o alcance e reduzindo barreiras geográficas
Vicente também destaca projetos práticos desenvolvidos nos cursos da Wyden, como o Pílulas Práticas de Perícia e o Minha carreira na Perícia, voltados à formação de alunos da área de investigação forense e perícia criminal. A proposta é aliar teoria à prática desde o primeiro semestre, preparando os estudantes não apenas para concursos, mas para compreenderem o impacto social da atuação pública.
Ele reforça ainda que os cursos da instituição já abordam, por meio de disciplinas transversais e extensionistas, temas como ética, políticas públicas e gestão — conteúdos cobrados no edital do CNU. “A exigência do edital é desafiadora, mas também impulsiona nossos alunos ao desenvolvimento integral”.
Entre as áreas promissoras no CNU, ele cita os blocos de engenharia, saúde, serviço social, psicologia, administração, gestão pública e também as vagas de nível intermediário, que se mostram acessíveis para estudantes de cursos técnicos e tecnólogos. “O importante é que o aluno conheça bem o edital, alinhe seus estudos à área de interesse e aproveite as oportunidades de transformação social que a carreira pública pode proporcionar”, finaliza.
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Ele reforça ainda que os cursos da instituição já abordam, por meio de disciplinas transversais e extensionistas, temas como ética, políticas públicas e gestão — conteúdos cobrados no edital do CNU. “A exigência do edital é desafiadora, mas também impulsiona nossos alunos ao desenvolvimento integral”.
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