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#correspondencia — Public Fediverse posts

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  1. ♡....................♡....................♡

    La mejor sensación en el amor, no es estar enamorado...
    Es ser correspondido.🌷

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    #amor #correspondencia #conexión #sinceridad #sentimientos #relaciones #pazmental

  2. La UPU (Unión Postal Universal) ha organizado un concurso para jóvenes entre 9-15 años. Consiste en escribir una carta a alguna amistad sobre por qué es importante la conexión humana en un mundo digital. Todo, claro, en inglés.

    Si queréis más información al respecto os dejo la guía que han publicado sobre cómo participar: upu.int/UPU/media/upu/files/20

    #Actividades #Concursos #Correspondencia

  3. catarina voltou a escrever @catarinavoltouaescrever.wordpress.com@catarinavoltouaescrever.wordpress.com ·

    32  | Incorporar-se a vida…

    Cara R, passei a madrugada com a sua poesia e amanheci embriagada. Fazia dias que não acompanhava o despertar do dia. Coloquei a chaleira no fogo para um chá. Framboeza com limão siciliano e fui andar pelo quintal. Enquanto observava as ranhuras no chão, lembrei-me de um texto escrito por Borges, que é uma dessas leituras que não cabem dentro de um único momento.

    Gosto imenso quando os autores trazem luz às sombras que inventamos pelos caminhos. Na semana passada… experimentei isso. Respondi em meia dúzia de linhas: o que é um romance? Afastei-me da ideia pronta. Ignorei os moldes oferecidos… e escrevi como quem escolhe ingredientes para uma receita ancestral.

    O Poeta português José Luís Peixoto fez algo parecido nas primeiras linhas de seu livro: a criança em ruínas. Diz ele, com a calma de quem inspira e expira — os lugares onde sou, o poema sou eu, as minhas mãos nos teus cabelos, o poema é o meu rosto, que não vejo, e que existe porque me olhas, o poema é teu rosto, eu, eu não sei escrever a palavra poema, eu, só sei escrever o seu sentido.

    Borges foi um talentoso professor-homem-poeta. Não nego que vivi as turras com ele, nos últimos anos. O que não me impediu de reconhecer sua genialidade literária. No ensaio, que escolhi ler em voz alta, escreveu: a poesia é o encontro do leitor com o livro, a descoberta do livro. Há outra experiência estética que é o momento, também muito estranho, em que o poeta concebe a obra, no qual ele vai descobrindo ou inventando a obra. Como se sabe, em latim, as palavras “inventar” e “descobrir” são sinônimas. Tudo isso está de acordo com a doutrina platônica quando esta afirma que inventar, descobrir, é recordar. Francis Bacon acrescenta que, se aprender é recordar, ignorar é saber esquecer; já dispomos de tudo, só nos falta ver.

    Em outro trecho, ele afirma: quando escrevo alguma coisa, tenho a sensação de que esse alguma coisa preexiste. Parto de um conceito geral; sei mais ou menos o princípio e o fim, e depois vou descobrindo as partes intermediárias; mas não tenho a sensação de inventá-las, de que dependam do meu arbítrio; as coisas são assim, estão escondidas, e meu dever de poeta é encontrá-las.

    Lembrei ao ler, da paixão que sentia — na infância — ao descobrir novas palavras, em idiomas outros. Tomava nota e as guardava dentro de um porquinho de porcelana. Deveria guardar moedas ali. Mas a minha riqueza era outra. As palavras, que eu acrescentava ao meu vocabulário particular — minúsculo naqueles dias… Tinha medo (aos sete) de perdê-las. Soube, ao ler Amélia Rosselli que, palavras se perdem de nós e vão parar no limbo, por desuso-descaso. Foi o que bastou para perturbar a minha existência e vaporizar a minha paz.

    No meu aniversário seguinte… pedi e ganhei um conjunto de dicionários: latim-inglês-espanhol-francês e português. Durante algum tempo foi toda a minha biblioteca. Não passava um único dia sem que eu recorresse as páginas em busca de significados. De idioma em idioma, um novo mundo apresentava-se a partir das sonoridades que chegavam. Não gostei de algumas palavras, recusando-as. Outras, passaram a ter uso frequente. Passei a misturar os idiomas e a me expressar com a certeza das melodias.

    Borges tinha razão ao dizer que um poeta não inventa poesia. Ele a reencontra. Está tudo no ar, nos lugares e nas pessoas. A estética se oferece ao olhar. E o sentimento dá cor ou abstrai. Tudo em uma pequena fração de segundos em que podemos ter atenção, o bastante para, — como disse, Bradley — recordar alguma coisa esquecida. Da sua poesia, recolhi: solavanco. Era o que acontecia quando um vagão era engatado ao outro, na estação. Gostava imenso daquela colisão. Descobri anos mais tarde que um solavanco atinge o corpo-alma em diferentes momentos. E isso também é poesia…

    Au revoir

    #52Missivas #Borges #borgesOralSeteNoites #carta #correspondência #joséLuisPeixotto #leitura #livro #poesia
  4. Igual que el pajareo me enseñó a mirar a mi alrededor de forma distinta y a prestar atención a sonidos que pasaban inadvertidos, desde que se comenzó este proyecto me fijo en... ¡los buzones!

    Y he visto alguna cosa curiosa así que os animo a fijaros y compartir fotos de los que nos vayamos encontrando.

    ¿Qué os parece este visto en Granada?

    #Buzones #Carteo #Carta #Correspondencia #Buzón

  5. Ya sois varias las personas que manifestais vuestra inseguridad por la caligrafía. Dejo por aquí la imagen de un fragmento de una carta enviada por parte de Galdós a su hija con letra un tanto ilegible.
    Claro está que es muy posible que a Galdós le diera igual el esfuerzo de la persona que le leía y ahora, por suerte, entendemos que es parte del cuidado el hacernos entender.
    La caligrafía es una forma personal de expresión y, a la vez que digo que hay que hacer un esfuerzo por hacer que las otras personas nos comprendan, también digo que hay que abrazar lo manuscrito y, también, acostumbrarnos, puesto que hemos hecho tanto nuestros ojos a lo digital que es normal que nos cueste en un principio.
    La realidad es que cuanto más leamos manuscrito, más lo comprenderemos y cuánto más nos carteemos con una persona más legible se hará en concreto su letra.
    Conclusión: Que no os desanime al caligrafía y expresaos con gusto :ablobcatheartsqueeze:

    #Caligrafía #Galdós #Carta #Carteo #Correspondencia #CotilleandoCorrespondencia

  6. Escribientes, aquí dejo las normas básicas para participar en Corresponderias, desempolvar la pluma y empezar a escribir y recibir cartas y postales. Si tienes cualquier duda tienes disponible el correo electrónico y si tienes muchas ganas de participar pero cierto miedo a dar la dirección, no dejes de leer las normas, quizá encuentres tu solución ideal :blobcatbook:

    corresponderias.wordpress.com/

    #Correspondencia #Carta

  7. #CotilleandoCorrespondencia
    Carta de Rosalía de Castro a su marido Manuel Murguía. No se dispone de fecha exacta pero alrededor de 1860.
    "¿Quién demonio habrá hecho de la tisis una enfermedad poética? La enfermedad más sublime de cuantas han existido (después de hallarse uno a bien con Dios) es una apoplejía fulminante, o un rayo, que hasta impide, si ha herido como buen rayo, que los gusanos se ceben en el cuerpo convertido en verdadera ceniza".
    corresponderias.wordpress.com/
    #Carta #Correspondencia

  8. Aquí tenemos las normas de funcionamiento de "Corresponderías", el espacio para desempolvar las plumas y los sobres, escribir al gusto y comunicarte con otras personas.

    corresponderias.wordpress.com/

    Edito porque el enlace no funcionaba. Ya está arreglado.

    #Carta #Correspondencia #Escritura

  9. 📖 What can the correspondence between the Marquise of Nisa and the Countess of Palmela, mother and daughter, tell us about the transmission of behavioural models?

    The answer lies in this article by @pedrourbano and André Carvalho, which can be read on #OpenAccess🔓:
    doi.org/10.5944/rei.vol.11.202

    @histodons
    @litstudies

    #Histodons #LitStudies #FemaleWriters #19thCentury #GenderStudies #Correspondence #Epistolografia #Correspondência #Século19 #MulheresEscritoras #EstudosDeGénero #EstudosLiterários