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Cem anos de solidão – Parte 2
A última temporada da história sobre a saga da família Buendía e que viverá pra sempre na minha lembrança!
cristianoweb.net/eu/cem-anos-...
#CemAnosDeSolidao #GabrielGarciaMarquez #Livro #Netflix #Serie
Cem anos de solidão - Parte 2 ... -
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A última temporada da história sobre a saga da família Buendía e que viverá pra sempre na minha lembrança!
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Cem anos de solidão – Parte 2
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Cem anos de solidão - Parte 2 ... -
Livro 5: Título provisório — FENAS/OVNIS Vi o céu rasgar e algo mágico me aconteceu (Poema 01/60)
Livro 5: Título provisório — FENAS/OVNIS
Vi o céu rasgar e algo mágico me aconteceu (Poema 01/60)
No entardecer daquela sexta-feira,
tudo acontecia naturalmente.
Pensar, hoje, no que aconteceu
é muito difícil para mim.
Minha memória
tem dificuldades em aceitar o que aconteceu.
Por isso, vivo em constante negação:
a memória de alguém que prefere não se lembrar.
Adquira seu exemplar aqui
O que aconteceu não foi uma ação humana.
Não. É até difícil de acreditar.
Estávamos no quartel,
na torre do Distrito Norte.
— Peçam apoio aos caças!
Eu e outros dois respondemos imediatamente ao chamado.
Tudo aconteceu em segundos para mim,
mas meu comandante disse
que ficamos desaparecidos por cinco anos.
Observei, enquanto nos aproximávamos do local,
que tudo estava tranquilo,
exceto por um cheiro estranho.
Não conseguia distinguir de onde vinha.
Parecia que vinha de fora.
Ao mesmo tempo, parecia que estava dentro da aeronave.
Não conseguia distinguir de onde aquele forte cheiro vinha.
Tudo ficava cada vez mais forte, estranho e intenso.
Carlos de CamposAvalie isto:
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A nova trincheira digital: livro analisa o avanço do Google e o colonialismo de dados em Cuba
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catarina voltou a escrever @catarinavoltouaescrever.wordpress.com@catarinavoltouaescrever.wordpress.com ·32 | Incorporar-se a vida…
Cara R, passei a madrugada com a sua poesia e amanheci embriagada. Fazia dias que não acompanhava o despertar do dia. Coloquei a chaleira no fogo para um chá. Framboeza com limão siciliano e fui andar pelo quintal. Enquanto observava as ranhuras no chão, lembrei-me de um texto escrito por Borges, que é uma dessas leituras que não cabem dentro de um único momento.
Gosto imenso quando os autores trazem luz às sombras que inventamos pelos caminhos. Na semana passada… experimentei isso. Respondi em meia dúzia de linhas: o que é um romance? Afastei-me da ideia pronta. Ignorei os moldes oferecidos… e escrevi como quem escolhe ingredientes para uma receita ancestral.
O Poeta português José Luís Peixoto fez algo parecido nas primeiras linhas de seu livro: a criança em ruínas. Diz ele, com a calma de quem inspira e expira — os lugares onde sou, o poema sou eu, as minhas mãos nos teus cabelos, o poema é o meu rosto, que não vejo, e que existe porque me olhas, o poema é teu rosto, eu, eu não sei escrever a palavra poema, eu, só sei escrever o seu sentido.
Borges foi um talentoso professor-homem-poeta. Não nego que vivi as turras com ele, nos últimos anos. O que não me impediu de reconhecer sua genialidade literária. No ensaio, que escolhi ler em voz alta, escreveu: a poesia é o encontro do leitor com o livro, a descoberta do livro. Há outra experiência estética que é o momento, também muito estranho, em que o poeta concebe a obra, no qual ele vai descobrindo ou inventando a obra. Como se sabe, em latim, as palavras “inventar” e “descobrir” são sinônimas. Tudo isso está de acordo com a doutrina platônica quando esta afirma que inventar, descobrir, é recordar. Francis Bacon acrescenta que, se aprender é recordar, ignorar é saber esquecer; já dispomos de tudo, só nos falta ver.
Em outro trecho, ele afirma: quando escrevo alguma coisa, tenho a sensação de que esse alguma coisa preexiste. Parto de um conceito geral; sei mais ou menos o princípio e o fim, e depois vou descobrindo as partes intermediárias; mas não tenho a sensação de inventá-las, de que dependam do meu arbítrio; as coisas são assim, estão escondidas, e meu dever de poeta é encontrá-las.
Lembrei ao ler, da paixão que sentia — na infância — ao descobrir novas palavras, em idiomas outros. Tomava nota e as guardava dentro de um porquinho de porcelana. Deveria guardar moedas ali. Mas a minha riqueza era outra. As palavras, que eu acrescentava ao meu vocabulário particular — minúsculo naqueles dias… Tinha medo (aos sete) de perdê-las. Soube, ao ler Amélia Rosselli que, palavras se perdem de nós e vão parar no limbo, por desuso-descaso. Foi o que bastou para perturbar a minha existência e vaporizar a minha paz.
No meu aniversário seguinte… pedi e ganhei um conjunto de dicionários: latim-inglês-espanhol-francês e português. Durante algum tempo foi toda a minha biblioteca. Não passava um único dia sem que eu recorresse as páginas em busca de significados. De idioma em idioma, um novo mundo apresentava-se a partir das sonoridades que chegavam. Não gostei de algumas palavras, recusando-as. Outras, passaram a ter uso frequente. Passei a misturar os idiomas e a me expressar com a certeza das melodias.
Borges tinha razão ao dizer que um poeta não inventa poesia. Ele a reencontra. Está tudo no ar, nos lugares e nas pessoas. A estética se oferece ao olhar. E o sentimento dá cor ou abstrai. Tudo em uma pequena fração de segundos em que podemos ter atenção, o bastante para, — como disse, Bradley — recordar alguma coisa esquecida. Da sua poesia, recolhi: solavanco. Era o que acontecia quando um vagão era engatado ao outro, na estação. Gostava imenso daquela colisão. Descobri anos mais tarde que um solavanco atinge o corpo-alma em diferentes momentos. E isso também é poesia…
Au revoir
#52Missivas #Borges #borgesOralSeteNoites #carta #correspondência #joséLuisPeixotto #leitura #livro #poesia -
Lançamento do Livro "E Se Colocarmos A Paz No Centro Da Política?" de Luis Gouveia Jr + Venda de exemplares com 20% de desconto e dedicatória do autor
Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (sala a anunciar), quinta-feira, 26 de fevereiro às 16:30 GMT
Cópia do Comunicado da Organização do Evento nas suas redes sociais:
"O Núcleo de Estudantes de Relações Internacionais da Faculdade de Economia (NERIFE/AAC) tem o prazer de vos convidar para o lançamento do livro “E Se Colocarmos A Paz No Centro Da Política?” do estudante de doutoramento em Relações Internacionais na FEUC - Luís Gouveia Junior.
Luís Gouveia Junior é mestre em Estudos Latinos pela Universidade de Oxford. É doutorando em Relações Internacionais pela Universidade de Coimbra, sendo bolseiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia, e pesquisador visitante no BRICS Policy Center da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. É também ativista pelos direitos humanos, sendo membro da direção da Amnistia Internacional Portugal.
A sessão contará ainda com a presença da Professora Doutora Maria Clara Oliveira, [que escreveu a apresentação do livro]!Contamos com a vossa presença no dia 26 de fevereiro, às 16h30! Iremos anunciar a sala nos nosso stories! ☺️"
Comunicado do Autor:
Quem quiser adquirir o livro com 20% de desconto + dedicatória do autor poderá fazê-lo durante a sessão. O pagamento será realizado através do mbway ou em dinheiro.
Instagram das entidades envolvidas:
@losgouveia - Autor do Livro
@nerifeaac - Organização do Lançamento do Livro
@editorablimunda - Editora do Livro (Brasil)
@cristalwater79 - Roberta Maschietto, Professora Universitária no Brasil que escreveu o Prefácio do Livro
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Seria a Bíblia um livro científico?: Por que a Bíblia Sagrada não deve ser levada a sério e como argumentar contra ela
#livro #religião #ateísmo
https://www.amazon.com.br/dp/B0DJFNK3ZB -
Acabou de sair nosso #livro Corpo, Vida e Biopolítica – encontros extensionistas em torno de Michel #Foucault, organizado por Alessandra Daflon e Marcio Miotto. Links para #download:
https://www.editorafi.org/ebook/b17-corpo-vida-biopolitica
https://philpapers.org/rec/MIOCVE
Sinopse:
O livro que o leitor tem em mãos é resultado do I e II Encontro de Estudos sobre #MichelFoucault, eventos nacionais ocorridos em 2020-2021 e organizados pelo projeto de extensão da UFF – IHS – RPS intitulado “Introdução ao pensamento de Michel Foucault – Grupo de Estudos Jaguar do Fucô”, coordenado por Alessandra Daflon e Marcio Miotto. Os temas dos dois eventos foram “História da #Sexualidade e #Biopolítica” e “Corpo e Vida em Foucault”. Os capítulos aqui reunidos desdobram as temáticas do “corpo”, da “vida” e da “biopolítica” em assuntos que percorrem a #epistemologia das ciências da vida, a #arqueologia foucaultiana das ciências empíricas, a crítica de Foucault à #psicanálise, a questão da #loucura e da #psiquiatria em torno da mulher e das questões de gênero, os dispositivos de segurança e biopolíticos envolvendo a noção de população, as relações entre #subjetividade e #verdade, o problema do governo de si e dos outros e as novas publicações atribuídas a Foucault desde a recente publicação de As Confissões da Carne. As contribuições – de Gustavo Caponi (UFSC), José Ternes (UFG), Pedro Cattapan (UFF), Sandra Caponi (UFSC), Regiane Collares (UFCA), Fabio Gesueli (UNICAMP) e Malcom Rodrigues (UEFS/UFBA) contribuem com diversas discussões em torno de Foucault. Elas fomentaram verdadeiros diálogos extensionistas a partir dos estudantes de graduação da UFF. O livro é dedicado a Roberto Machado e Heliana Conde, entusiastas do evento e do grupo de extensão.
Capítulos:
Gustavo A. Caponi – Da vida como causa à vida como efeito: do vitalismo de Xavier Bichat ao determinismo experimental de Claude Bernard
José Ternes – Conhecimento e vida
Pedro Cattapan – As críticas foucaultianas da hipótese repressiva e do tema da lei na psicanálise
Sandra Caponi – Gênero e psiquiatria: os estigmas das loucuras femininas
Regiane Lorenzetti Collares – Vidas desejantes e vidas indesejáveis em Foucault
Fábio Gonzaga Gesueli – Agostinho e o diabo do corpo: uma leitura da libidinização do sexo em As Confissões da Carne
Malcom Guimarães Rodrigues – Foucault, a genealogia da vontade e o problema da liberdade
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Acabou de sair nosso #livro Corpo, Vida e Biopolítica – encontros extensionistas em torno de Michel #Foucault, organizado por Alessandra Daflon e Marcio Miotto. Links para #download:
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https://philpapers.org/rec/MIOCVE
Sinopse:
O livro que o leitor tem em mãos é resultado do I e II Encontro de Estudos sobre #MichelFoucault, eventos nacionais ocorridos em 2020-2021 e organizados pelo projeto de extensão da UFF – IHS – RPS intitulado “Introdução ao pensamento de Michel Foucault – Grupo de Estudos Jaguar do Fucô”, coordenado por Alessandra Daflon e Marcio Miotto. Os temas dos dois eventos foram “História da #Sexualidade e #Biopolítica” e “Corpo e Vida em Foucault”. Os capítulos aqui reunidos desdobram as temáticas do “corpo”, da “vida” e da “biopolítica” em assuntos que percorrem a #epistemologia das ciências da vida, a #arqueologia foucaultiana das ciências empíricas, a crítica de Foucault à #psicanálise, a questão da #loucura e da #psiquiatria em torno da mulher e das questões de gênero, os dispositivos de segurança e biopolíticos envolvendo a noção de população, as relações entre #subjetividade e #verdade, o problema do governo de si e dos outros e as novas publicações atribuídas a Foucault desde a recente publicação de As Confissões da Carne. As contribuições – de Gustavo Caponi (UFSC), José Ternes (UFG), Pedro Cattapan (UFF), Sandra Caponi (UFSC), Regiane Collares (UFCA), Fabio Gesueli (UNICAMP) e Malcom Rodrigues (UEFS/UFBA) contribuem com diversas discussões em torno de Foucault. Elas fomentaram verdadeiros diálogos extensionistas a partir dos estudantes de graduação da UFF. O livro é dedicado a Roberto Machado e Heliana Conde, entusiastas do evento e do grupo de extensão.
Capítulos:
Gustavo A. Caponi – Da vida como causa à vida como efeito: do vitalismo de Xavier Bichat ao determinismo experimental de Claude Bernard
José Ternes – Conhecimento e vida
Pedro Cattapan – As críticas foucaultianas da hipótese repressiva e do tema da lei na psicanálise
Sandra Caponi – Gênero e psiquiatria: os estigmas das loucuras femininas
Regiane Lorenzetti Collares – Vidas desejantes e vidas indesejáveis em Foucault
Fábio Gonzaga Gesueli – Agostinho e o diabo do corpo: uma leitura da libidinização do sexo em As Confissões da Carne
Malcom Guimarães Rodrigues – Foucault, a genealogia da vontade e o problema da liberdade
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O livro que o leitor tem em mãos é resultado do I e II Encontro de Estudos sobre #MichelFoucault, eventos nacionais ocorridos em 2020-2021 e organizados pelo projeto de extensão da UFF – IHS – RPS intitulado “Introdução ao pensamento de Michel Foucault – Grupo de Estudos Jaguar do Fucô”, coordenado por Alessandra Daflon e Marcio Miotto. Os temas dos dois eventos foram “História da #Sexualidade e #Biopolítica” e “Corpo e Vida em Foucault”. Os capítulos aqui reunidos desdobram as temáticas do “corpo”, da “vida” e da “biopolítica” em assuntos que percorrem a #epistemologia das ciências da vida, a #arqueologia foucaultiana das ciências empíricas, a crítica de Foucault à #psicanálise, a questão da #loucura e da #psiquiatria em torno da mulher e das questões de gênero, os dispositivos de segurança e biopolíticos envolvendo a noção de população, as relações entre #subjetividade e #verdade, o problema do governo de si e dos outros e as novas publicações atribuídas a Foucault desde a recente publicação de As Confissões da Carne. As contribuições – de Gustavo Caponi (UFSC), José Ternes (UFG), Pedro Cattapan (UFF), Sandra Caponi (UFSC), Regiane Collares (UFCA), Fabio Gesueli (UNICAMP) e Malcom Rodrigues (UEFS/UFBA) contribuem com diversas discussões em torno de Foucault. Elas fomentaram verdadeiros diálogos extensionistas a partir dos estudantes de graduação da UFF. O livro é dedicado a Roberto Machado e Heliana Conde, entusiastas do evento e do grupo de extensão.
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