📰 Eligen las películas que representarán a Chile en los premios Oscar y Goya
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Susan Sarandon afirma estar “vetada” em Hollywood após apoio à Palestina
A atriz vencedora do Oscar Susan Sarandon declarou estar enfrentando represálias na indústria audiovisual dos Estados Unidos após se manifestar publicamente em apoio à Palestina. Em coletiva realizada em Barcelona, na véspera de receber o Prêmio Goya Internacional na 40ª edição do Prêmio Goya, a artista afirmou que foi dispensada por sua antiga agência, a UTA, e que, desde então, tem encontrado dificuldades para trabalhar em grandes produções ligadas a Hollywood.
Ícone do cinema desde títulos como “Thelma & Louise”, “Fome de Viver”, “O Cliente”, “Atlantic City” e “Os Últimos Passos de um Homem” — longa que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz em 1996 —, Sarandon disse que sua participação em marchas pedindo cessar-fogo em Gaza resultou em um afastamento prático do mercado norte-americano.
“Fui demitida pela minha agência por ter participado de manifestações e pedido um cessar-fogo. Tornou-se impossível aparecer na televisão. Não conseguia fazer nenhum filme importante ou qualquer coisa ligada a Hollywood”, afirmou.
A demissão da UTA ocorreu em 2023, após a atriz discursar em um ato pró-Palestina em Nova York. Na ocasião, uma declaração sobre o medo enfrentado por comunidades judaicas e muçulmanas gerou repercussão negativa, levando-a posteriormente a pedir desculpas. Segundo Sarandon, o episódio marcou uma virada em sua trajetória profissional nos Estados Unidos.
Desde então, a atriz passou a concentrar seus trabalhos no exterior. Atualmente representada pela United Agents, no Reino Unido, e pela Do MGMT, na Itália, ela afirmou que tem se dedicado a produções independentes e projetos europeus.
“Acabei de fazer um filme na Itália e participei de uma peça no Old Vic, em Londres, por alguns meses. Um diretor italiano me contratou recentemente, embora tenha sido aconselhado a não fazê-lo. Ele não recuou”, relatou. De acordo com Sarandon, essa mudança de eixo explica a redução no volume de projetos associados ao circuito tradicional de estúdios.
Entre seus trabalhos recentes estão o filme italiano “The Echo Chamber”, atualmente em pós-produção e estrelado por Alicia Vikander, e o longa independente americano “The Accompanist”, estreia na direção do ator Zach Woods. A atriz descreveu essa nova fase como uma dedicação a filmes de menor orçamento e a realizadores iniciantes, fora do centro de decisões de Hollywood.
Durante a coletiva, Sarandon se emocionou ao comentar o posicionamento do governo espanhol em relação ao conflito em Gaza. A atriz destacou a postura do primeiro-ministro Pedro Sánchez e mencionou o engajamento de artistas como Javier Bardem, apontando o que chamou de “força e clareza moral” da Espanha. Segundo ela, esse apoio público tem impacto simbólico para profissionais que, nos Estados Unidos, se sentem limitados para discutir o tema.
“Quando você liga a televisão nos EUA, simplesmente não ouve esse debate. Isso faz com que muitas pessoas sintam que estão sozinhas”, declarou.
A artista também criticou o ambiente político norte-americano, classificando como repressivo o cenário para vozes dissidentes no campo cultural. Em suas falas, mencionou ainda críticas ao ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA), instituição que definiu como “inconstitucional” em determinadas práticas.
A homenagem no Prêmio Goya, considerado o principal reconhecimento da indústria cinematográfica espanhola, acontece em meio a esse contexto de reposicionamento profissional. Ao receber o tributo pelo conjunto da obra, Sarandon revisita uma carreira consolidada por personagens marcantes e por uma trajetória historicamente associada a posicionamentos políticos firmes.
Se, por um lado, a atriz afirma ter sido marginalizada no circuito hollywoodiano após suas declarações, por outro, demonstra disposição para seguir atuando fora dos grandes estúdios. “Não sei se a situação mudou recentemente”, disse. “Mas, no momento, estou trabalhando onde posso contar histórias.”
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🎨 ■ Venden un Goya de 2008 por Wallapop por 12.000 euros ■ El vendedor no ha dejado claro de qué galardón se trata, pero adjunta un documento firmado por el ganador.
https://www.huffingtonpost.es/life/cultura/venden-goya-2008-wallapop-12000-euros.html?int=MASTODON_WORLD -
El próximo 10 de febrero se estrenará en cines de la mano de #SyldaviaCinema #LosDemoniosDeBarro, dirigida por #NunoBeato, que ha sido nominada al #PremioGoya al Mejor Largometraje de Animación.
Más información en: https://noescinetodoloquereluce.com/2023/02/estreno-en-cines-de-los-demonios-de-barro.html
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#AmaneceLaNocheMásLarga opta a la nominación al #PremioGoya al Mejor #Cortometraje de Animación. Se trata de una profunda reflexión sobre el ser humano que narra cómo los Cuatro jinetes del Apocalipsis se reúnen para analizar el estado de la humanidad