#incunabulos — Public Fediverse posts
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RE: https://masto.pt/@nelsonavatar/116512186343210595
Ganhou a minha sugestão! 🥰
«Tu Mataste-me Primeiro» chamou a minha atenção na #BiblioLED por várias razões.
Para além do desenho da capa, o título deste «thriller» psicológico fez-me lembrar o filme do Richard Kern «You Killed Me First».
No início, pensava que a autora era dos EUA, mas a Sandra May é de Viana do Castelo 🇵🇹.
Como fã do género «true crime», acho que vou adorar a leitura deste livro, que também está disponível na #KoboPlus.
Obrigado pelos vossos votos 🙏🏼.
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Tenho uma subscrição de Kobo audiolivros para este mês. O primeiro livro que escolhi foi "Lobos" de Tânia Ganho, porque o tinha em atraso do #incunábulos. Agora, e dado que este livro é pesado (e não estou a falar do número de páginas), alguém tem sugestões de #livros leves e divertidos em versão audio?
Agradecida. -
Votei na opção ganhadora! 🥳
Não estou a falar das eleições em Portugal, pois nem moro mais lá, nem tenho a cidadania portuguesa.
Refiro-me à escolha maioritária do nosso clube de leitura #Incunábulos — A chuva que lança a areia do Saara (Ana Margarida de Carvalho)
Graças à #BiblioLED, consegui um exemplar para ler: https://amp.biblioled.gov.pt/resources/68dd0663277947b4140b9a14
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Caso queiram saber mais acerca da publicação original em folhetim, podem ler o seguinte artigo (revela pormenores do enredo, no entanto):
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/25-jul-2020/o-misterio-da-estrada-de-sintra-mais-do-que-um-folhetim-de-verao-12461421.html/ -
#OsAnos, se quisermos resumir à la LotR = pessoas a andar, também podemos dizer que são só relatos avulso da segunda metade do século 20. Mas é mais que isso, é um olhar distanciado para o passado, com um misto de nostalgia e desilusão. 2/2
#incunabulos #livros #leituras -
#incunabulos em dia. Comentários muito curtos. Interessante que as últimas 3 leituras tenham sido auto-biográficas. #Ernestina, com estrutura mais perto do romance, riqueza de vocabulário, foi um gosto ler. Clássico instantâneo. #FelizesAnosDeCastigo (este acabei primeiro que estive 3 dias fora e levei o Kobo), não sei se da escrita meio telegráfica, se do pseudo-erotismo que não chega a lado nenhum, mas não me consegui relacionar. 1/2
#livros #leituras -
@catarinac a voz do narrador veicula uma memória comunicativa que atravessa várias gerações. Gostei verdadeiramente do modo como o dispositivo narrativo foi pensado, montado e do resultado final. É um livro que problematiza o conceito de classe social, que está sempre em pano de fundo.
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O livro estende-se cronologicamente do pós-guerra até ao ano 2000, apanhando, portanto, parte da minha vida e estando já na casa dos 40, instiga-me a fazer um balanço. Sinto-me muito desamparado e ultrapassado nesta revolução tecnológica constante, como nunca vi na história, e acompanhado por um pessimismo ambiental e um temor de extremismos ideológicos crescentes
Não sinto que o futuro vá ser melhor ao contrário do que experimentou Annie Ernaux no pós Guerra
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(Nota 4 de 5) Livro de leitura fácil e rápida. A geração Baby Boomer de Annie Ernaux do pós 2ª Guerra Mundial, experimentou um período de forte crescimento e principalmente um conjunto de revoluções sociais, no qual se destaca a emancipação feminina. O livro é um testemunho real, em primeira-mão destas transformações. É claro que algumas referências são muito francesas, mas penso que o livro não perde muito por isso.
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@xurxodiz Bom dia:
#incunábulos (o clube de leitura da minha instância)
#shoegaze
#català
#traducció
#tradução
#galego -
CW: Húmus
“O trabalho da vida é persistente e oculto. Gasta, desgasta, como uma pedra sobre outra pedra. Não é só por fora que criamos rugas: por dentro a usura é imensa.” (Húmus, INCM, p.225)