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#desdeasmargens — Public Fediverse posts

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  1. Quem produz conhecimento sobre discriminação? A partir de que corpo? Com que instrumentos?

    Não existe olhar de lugar nenhum. A pretensão de objetividade universal é sempre o privilégio de quem pode esconder a sua posição. E quem sabe o que dói, sabe-o porque o seu corpo foi produzido como o lugar onde a dor se inscreve.

    Caderno 2 Quem sabe o que dói?

    #cuir #intersecionalidade #haraway #barad #desdeasmargens

    kuircuir.pt/que-corpos-contam-

  2. Quem produz conhecimento sobre discriminação? A partir de que corpo? Com que instrumentos?

    Não existe olhar de lugar nenhum. A pretensão de objetividade universal é sempre o privilégio de quem pode esconder a sua posição. E quem sabe o que dói, sabe-o porque o seu corpo foi produzido como o lugar onde a dor se inscreve.

    Caderno 2 Quem sabe o que dói?

    #cuir #intersecionalidade #haraway #barad #desdeasmargens

    kuircuir.pt/que-corpos-contam-

  3. Anthony Vincent está na rua. A polícia aproxima-se. O seu corpo faz uma escolha antes de pensar: intensifica a performatividade cuir. Usa a máscara arco-íris para cobrir a pele negra. Não como libertação — como escudo.

    Quarto texto do Caderno 2 do Kuir Cuir: "A pele negra e a máscara arco-íris."
    kuircuir.pt
    #cuir #intersecionalidade #racialização #anthonyvincent #desdeasmargens

    kuircuir.pt/que-corpos-contam-

  4. Anthony Vincent está na rua. A polícia aproxima-se. O seu corpo faz uma escolha antes de pensar: intensifica a performatividade cuir. Usa a máscara arco-íris para cobrir a pele negra. Não como libertação — como escudo.

    Quarto texto do Caderno 2 do Kuir Cuir: "A pele negra e a máscara arco-íris."
    kuircuir.pt
    #cuir #intersecionalidade #racialização #anthonyvincent #desdeasmargens

    kuircuir.pt/que-corpos-contam-

  5. Portugal aprovou leis. Depois atacou-as.A direita reacionária não inventou a exclusão das pessoas cuir — encontrou-a já instalada nos formulários, nos protocolos médicos, nas práticas policiais. Limitou-se a torná-la explícita, a elevá-la à dignidade de política de Estado.
    Terceiro texto do Caderno 2 do Kuir Cuir: "Portugal, país de direitos (para alguns).kuircuir.pt #cuir #portugal #direitoslgbt #interseção #autodeterminação #desdeasmargens

    write.as/kuircuir/que-corpos-c

  6. Portugal aprovou leis. Depois atacou-as.A direita reacionária não inventou a exclusão das pessoas cuir — encontrou-a já instalada nos formulários, nos protocolos médicos, nas práticas policiais. Limitou-se a torná-la explícita, a elevá-la à dignidade de política de Estado.
    Terceiro texto do Caderno 2 do Kuir Cuir: "Portugal, país de direitos (para alguns).kuircuir.pt #cuir #portugal #direitoslgbt #interseção #autodeterminação #desdeasmargens

    write.as/kuircuir/que-corpos-c

  7. Mary Shelley imaginou um criador que recusa reconhecer a sua própria obra. A masculinidade hegemónica faz o mesmo — fabrica corpos abjectos e depois finge que não são seus.
    Novo texto no Kuir Cuir sobre masculinidades gays, bissexuais e trans como fronteira constitutiva da hegemonia: "Os monstros da masculinidade."
    kuircuir.pt
    #cuir #masculinidades #teoria #desdeasmargens

    write.as/kuircuir/que-corpos-c

  8. Mary Shelley imaginou um criador que recusa reconhecer a sua própria obra. A masculinidade hegemónica faz o mesmo — fabrica corpos abjectos e depois finge que não são seus.
    Novo texto no Kuir Cuir sobre masculinidades gays, bissexuais e trans como fronteira constitutiva da hegemonia: "Os monstros da masculinidade."
    kuircuir.pt
    #cuir #masculinidades #teoria #desdeasmargens

    write.as/kuircuir/que-corpos-c