home.social

#arrentela — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #arrentela, aggregated by home.social.

  1. Visionamento do filme “Por ti, Portugal, eu juro!”

    Tabanka Sul, domingo, 11 de janeiro às 17:00 GMT

    No próximo domingo, dia 11, às 17h00, vamos ter o visionamento do filme “Por ti, Portugal, eu juro!” na Tabanka Sul, do @divergente.pt
    A entrada é livre e todos são bem vindos!

    “Durante a Guerra Colonial (1961-1974), Portugal recrutou 1 milhão e quatrocentos mil militares para combaterem em Moçambique, em Angola e na Guiné. Um terço destes soldados eram africanos, na altura cidadãos portugueses que foram obrigados pelo Estado a cumprir o serviço militar. Este documentário foca-se num universo muito específico deste contexto: os comandos africanos da Guiné, que integraram as três companhias criadas pelo então governador António de Spínola e constituíram a única tropa de elite do Exército português integralmente composta por militares negros.
    Depois da independência das ex-colónias, este grupo de cerca de 600 pessoas, privilegiado no seio das Forças Armadas Portuguesas, foi perseguido pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC). São homens que se dizem traídos e abandonados pela pátria à qual juraram fidelidade — Portugal. Os que sobreviveram aos fuzilamentos reclamam, até hoje, aquilo que lhes foi prometido: o “pagamento de pensões de sangue e invalidez ratificado no Acordo de Argel.
    […]
    O que aconteceu em Abril de 1974 está envolto numa narrativa vitoriosa que fez vingar a ideia de uma revolução sem sangue em que as armas foram cravos. À mesma velocidade com que esta versão da história foi emergindo, outra foi submergindo: a de que a liberdade conquistada pelos capitães de Abril acontece, também, porque estes combateram em África com militares negros. Às reivindicações dos militares africanos e associações civis que lutam pelo reconhecimento dos seus direitos, a resposta do Estado português tem sido apenas uma: o silêncio.
    “Por ti, Portugal, eu juro!” é baseado numa investigação da revista DIVERGENTE publicada em 2021.” - Sinopse do @divergente.pt
    #tabankasul #pelesnegrasmascarasnegras

    eventos.coletivos.org/event/vi

  2. Visionamento do filme “Por ti, Portugal, eu juro!”

    Tabanka Sul, domingo, 11 de janeiro às 17:00 GMT

    No próximo domingo, dia 11, às 17h00, vamos ter o visionamento do filme “Por ti, Portugal, eu juro!” na Tabanka Sul, do @divergente.pt
    A entrada é livre e todos são bem vindos!

    “Durante a Guerra Colonial (1961-1974), Portugal recrutou 1 milhão e quatrocentos mil militares para combaterem em Moçambique, em Angola e na Guiné. Um terço destes soldados eram africanos, na altura cidadãos portugueses que foram obrigados pelo Estado a cumprir o serviço militar. Este documentário foca-se num universo muito específico deste contexto: os comandos africanos da Guiné, que integraram as três companhias criadas pelo então governador António de Spínola e constituíram a única tropa de elite do Exército português integralmente composta por militares negros.
    Depois da independência das ex-colónias, este grupo de cerca de 600 pessoas, privilegiado no seio das Forças Armadas Portuguesas, foi perseguido pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC). São homens que se dizem traídos e abandonados pela pátria à qual juraram fidelidade — Portugal. Os que sobreviveram aos fuzilamentos reclamam, até hoje, aquilo que lhes foi prometido: o “pagamento de pensões de sangue e invalidez ratificado no Acordo de Argel.
    […]
    O que aconteceu em Abril de 1974 está envolto numa narrativa vitoriosa que fez vingar a ideia de uma revolução sem sangue em que as armas foram cravos. À mesma velocidade com que esta versão da história foi emergindo, outra foi submergindo: a de que a liberdade conquistada pelos capitães de Abril acontece, também, porque estes combateram em África com militares negros. Às reivindicações dos militares africanos e associações civis que lutam pelo reconhecimento dos seus direitos, a resposta do Estado português tem sido apenas uma: o silêncio.
    “Por ti, Portugal, eu juro!” é baseado numa investigação da revista DIVERGENTE publicada em 2021.” - Sinopse do @divergente.pt
    #tabankasul #pelesnegrasmascarasnegras

    eventos.coletivos.org/event/vi

  3. Visionamento do filme “Por ti, Portugal, eu juro!”

    Tabanka Sul, domingo, 11 de janeiro às 17:00 GMT

    No próximo domingo, dia 11, às 17h00, vamos ter o visionamento do filme “Por ti, Portugal, eu juro!” na Tabanka Sul, do @divergente.pt
    A entrada é livre e todos são bem vindos!

    “Durante a Guerra Colonial (1961-1974), Portugal recrutou 1 milhão e quatrocentos mil militares para combaterem em Moçambique, em Angola e na Guiné. Um terço destes soldados eram africanos, na altura cidadãos portugueses que foram obrigados pelo Estado a cumprir o serviço militar. Este documentário foca-se num universo muito específico deste contexto: os comandos africanos da Guiné, que integraram as três companhias criadas pelo então governador António de Spínola e constituíram a única tropa de elite do Exército português integralmente composta por militares negros.
    Depois da independência das ex-colónias, este grupo de cerca de 600 pessoas, privilegiado no seio das Forças Armadas Portuguesas, foi perseguido pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC). São homens que se dizem traídos e abandonados pela pátria à qual juraram fidelidade — Portugal. Os que sobreviveram aos fuzilamentos reclamam, até hoje, aquilo que lhes foi prometido: o “pagamento de pensões de sangue e invalidez ratificado no Acordo de Argel.
    […]
    O que aconteceu em Abril de 1974 está envolto numa narrativa vitoriosa que fez vingar a ideia de uma revolução sem sangue em que as armas foram cravos. À mesma velocidade com que esta versão da história foi emergindo, outra foi submergindo: a de que a liberdade conquistada pelos capitães de Abril acontece, também, porque estes combateram em África com militares negros. Às reivindicações dos militares africanos e associações civis que lutam pelo reconhecimento dos seus direitos, a resposta do Estado português tem sido apenas uma: o silêncio.
    “Por ti, Portugal, eu juro!” é baseado numa investigação da revista DIVERGENTE publicada em 2021.” - Sinopse do @divergente.pt
    #tabankasul #pelesnegrasmascarasnegras

    eventos.coletivos.org/event/vi