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86 results for “trombalazana”

  1. La puerta apareció en el muro...

    Miró de nuevo. «¿Una puerta? ¿Cuántas me he tomado hoy?», pensó, examinando el espacio y distinguiendo a duras penas las latas de cerveza esparcidas a su alrededor. Intentó levantarse, pero resbaló tres veces. «¡Mierda!» Respiró hondo. «¿Qué me importa la puerta? Ni siquiera tengo la llave».

    De repente, la puerta se abrió; no del todo, solo una rendija por la que se colaba un haz de luz. Se levantó de un salto y echó a correr en dirección opuesta. «Hoy no. Mañana. Hoy no me apetece ir allí, sea donde sea. Por ahora, todavía quiero seguir vivo», pensaba mientras se alejaba, corriendo.

    #trombalazana #τ #β

  2. Domingo, 21 de diciembre de 2025

    Son apenas las cuatro de la tarde, pero el sol ya se desvanece en el horizonte, como si el día, igual que yo, sintiera tu ausencia. He terminado de comer, aunque el sabor de la comida se pierde entre el eco de tu risa y el recuerdo de tus manos sobre mi piel. Cada bocado es un suspiro; cada trago de vino, un deseo contenido.

    [continúa]👉trombalazana.substack.com/p/cu

    #trombalazana #ß

  3. Domingo, 21 de diciembre de 2025

    Son apenas las cuatro de la tarde, pero el sol ya se desvanece en el horizonte, como si el día, igual que yo, sintiera tu ausencia. He terminado de comer, aunque el sabor de la comida se pierde entre el eco de tu risa y el recuerdo de tus manos sobre mi piel. Cada bocado es un suspiro; cada trago de vino, un deseo contenido.

    [continúa]👉trombalazana.substack.com/p/cu

    #trombalazana #ß

  4. que tus labios, cálidos y lentos, recorren el contorno de mi cuello; que tus dedos se enredan en mi pelo mientras el mundo desaparece. La almohada guarda aún el aroma de tu perfume, y me aferro a él como a un faro en esta noche interminable.
    [continúa]👉trombalazana.substack.com/p/cu

    #trombalazana #ß

  5. Abrí la puerta de mi pecho y la dejé entrar, descalza, con los pies manchados de tinta. Me dio un lápiz y me dijo: «Escribe, pero no uses letras; usa latidos.» Así nació un texto que se leía con los ojos cerrados y terminaba cuando el lector se desmayaba de ternura.

    #τ #trombalazana #β

  6. Fausto • Ao Longo De Um Claro Rio Agua Doce

    E parecia aquele Tejo este rio doirado
    parecia até que tu vinhas comigo a meu lado
    ou seria das flores e das matas cheirosas
    das madressilvas dos frutos das ervas babosas

    [...]

    porque haveria de ter saudades tuas
    ao longo de um claro rio de água doce

    nowplaying #music 🎧 #ψ #mpp #trombalazana

    youtu.be/Cl54WhJqI_4?si=T0-nUz

  7. Que fizeste das palavras?
    Que contas darás tu dessas vogais
    de um azul tão apaziguado?
    E das consoantes, que lhes dirás,
    ardendo entre o fulgor
    das laranjas e o sol dos cavalos?
    Que lhes dirás, quando
    te perguntarem pelas minúsculas
    sementes que te confiaram?

    Eugénio de Andrade

    #poesia #ler #leituras #Literatura #EugenioDeAndrade #poema
    #τ #trombalazana #β #ß

  8. Que fizeste das palavras?
    Que contas darás tu dessas vogais
    de um azul tão apaziguado?
    E das consoantes, que lhes dirás,
    ardendo entre o fulgor
    das laranjas e o sol dos cavalos?
    Que lhes dirás, quando
    te perguntarem pelas minúsculas
    sementes que te confiaram?

    Eugénio de Andrade

    #poesia #ler #leituras #Literatura #EugenioDeAndrade #poema
    #τ #trombalazana #β #ß

  9. "There is more treasure in books than in all the pirates' loot on Treasure Island."
    – Walt Disney

    #books #writing #reading #quotes
    #τ #trombalazana #β #ß

  10. "There is more treasure in books than in all the pirates' loot on Treasure Island."
    – Walt Disney

    #books #writing #reading #quotes
    #τ #trombalazana #β #ß

  11. Antes de os anos se dobrarem sobre si próprios como páginas gastas, éramos eternos sonhadores. Daqueles que se encontravam em cafés à meia-noite, quando ainda pairava no ar o aroma floral das colónias femininas mesclado com o do tabaco que ainda se podia fumar nos cafés, e todas as promessas pareciam possíveis debaixo do zumbido dos candeeiros das ruas.
    (...)

    trombalazana.substack.com/p/sp

    #ProsasDoElefante
    #trombalazana #β

  12. As Malas

    «―Pare! As nossas malas, as nossas mantas!... P'ra aqui!... Oh Grilo! Oh Grilo!

    Uma imensa rajada levou os nossos brados. Era de novo o descampado tenebroso, sob a chuva despenhada. Jacinto ergueu os punhos, n'um furor que o engasgava:

    ―Oh! Que serviço! Oh que canalhas!... Só em Espanha!... E agora? As malas perdidas!... Nem uma camisa, nem uma escova!»

    Eça de Queirós
    in A Cidade e as Serras [gutenberg.org/ebooks/18220]
    #livros #leituras #ler #literatura #prosa
    #trombalazana #β

  13. O livro novo

    «Um livro não é uma prenda que cai do céu, é uma coisa conquistada migalha a migalha, o resultado, pelo menos para mim, de uma paciência infinita, um – Anda lá rapaz sem termo à vista. E o rapaz lá vai, cheio de cuidado com os sítios onde pôr os pés, dado que tudo escorrega à minha volta.»

    António Lobo Antunes

    Ilustração: Susa Monteiro

    [visao.pt/opiniao/a/antonio-lob]

    #livros #leituras #ler #literatura #AntónioLoboAntunes #prosa #cronica
    #trombalazana #β

  14. A estranha viagem da garota de cabelo azul - de Bel Brunacci @belbru

    Quando recebe um enigmático bilhete da avó, Sofia, uma brasileira de 19 anos que mora com a família em Dublin, com o apoio da família, decide partir à procura dos avós desaparecidos. Vai refazer as etapas de uma viagem que, ainda adolescente, fez com a avó: Paris, Londres, Edimburgo...

    [amazon.com.br/estranha-viagem-]

    #livros #livres #ler #contos #leitura #literatura #aventura #Suspense
    #trombalazana #β

  15. Insónia

    «Amo-te com a violência do desespero de querer ainda de algum modo respirar sem boca e cingir sem braços o desmedido que pedi à vida e me foi negado». Tudo fórmulas, sem significado e muito menos pungentes do que as que se liam em papel de carta enodoado, de andar de porta em porta, a tentar comover a indiferença.

    "Insónia" / Luísa Dacosta. In: Revista Colóquio/Letras. Ficção, n.º 83, Jan. 1985, p. 66-67.
    #ler #leituras #leitura #Crónica #trombalazana #β

  16. Cuadernos de Estudios Gallegos es una revista científica publicada por el CSIC, editada en el Instituto de Estudios Gallegos Padre Sarmiento, que publica preferentemente estudios e investigaciones de Historia, tanto de carácter general como referidas de manera específica a la historia de Galicia, e incluye, asimismo, recensiones críticas de libros.

    Novo número (vol. 70, núm. 136) [estudiosgallegos.revistas.csic] (HTML/PDF)

    #revistas #estudos #história #Galiza #Galicia
    #trombalazana

  17. ... Um Ano sem Ana Luísa ...
    ____________________________

    Caminhas como vírgula encostada à página,
    não como folha ou haste exclamativa.
    Boa comparação seria esse soneto
    de caminhar no solo, o 130,

    [...]

    e punha mais dois versos, e fazia-os rimar.
    Diria «São perfeitos os teus olhos.
    Porque voam —»

    Ana Luísa Amaral

    #ler #literatura #poesia
    #trombalazana #β

  18. A partir dos cinquenta quem manda é o cavalo

    [...] seja o que for que encontrem não é a mim que encontram: eu estarei muito longe, onde se vê o mar, em gritos de gaivota pequenina. Depois levanto voo até um penedo qualquer de onde a minha avó me chama

    – Filho

    e eu, todo contente, ao seu colo, a mostrar-lhe a minha colecção de capicuas.

    [visao.pt/opiniao/a/antonio-lob]

    Ilustração: Susa Monteiro

    #Crónica #ler #leituras #leitura #AntónoLoboAntunes
    #trombalazana #β

  19. Os pássaros têm duas asas. Eu tenho duas janelas: uma da terra, outra do mar. Numa me nasce o dia e outra me entrega a noite, a estrelinha da cela, a flor ofélica da lua — afogada ao lume das águas que não conseguem arrastá-la na língua da maré, medusa morta, até à beirada, Uma sinto-a como âncora e prende-me à terra, às tarefas, ao quotidiano. Outra é-me vela e asa, evasão e sonho e por ela bebo o azul, o longe e a distância.

    Luísa Dacosta

    #ler #leituras #leitura #Crónica #trombalazana #β

  20. Desencontro (1)

    Não ter morada
    habitar
    como um beijo
    entre os lábios
    fingir-se ausente
    e suspirar
    (o meu corpo
    não se reconhece na espera)
    percorrer com um só gesto
    o teu corpo
    e beber toda a ternura
    para refazer
    o rosto em que desapareces
    o abraço em que desobedeces 

    Mia Couto

    #poesia #literatura #ler #MiaCouto #leituras
    #trombalazana #β

  21. Morre-se aqui de insónia. E fica-se doente
    com as más digestões, que nos deixam o estômago
    em acidez ardendo... Onde encontrar um sítio
    propício para o sono? É que só os mais ricos
    poderão afinal dormir nesta cidade.
    [...]
    Nós, que vamos a pé, temos de suportar
    a torrente de quem caminha à nossa frente
    e a torrente de quem nos empurra p'las costas

    David Mourão-Ferreira, "Juvenal -- Fragmentos de Sátiras. 2", Colóquio/Letras, n.º 163,
    Jan. 2003, p. 142
    #ler #leituras #leitura
    #trombalazana #β

  22. Exercícios de imaginação

    — Tu, porquê tu?
    — E porque não eu? Em que falto eu ao teu sonho?
    — Em nada, Só que nunca imaginei haveres de ser tu a doer-me, nem que vinha de tão longe a tua ausência.
    — Afinal não para um encontro...
    — Bem o sei, contento-me em respirar-te, em saber-te, longe...
    (...)

    Luísa Dacosta
    In: Revista Colóquio/Letras. Ficção, n.º 28, Nov. 1975, p. 50-51.

    #ler #leituras #leitura #Crónica #trombalazana #β

  23. A Morte Contada por um Sapiens a um Neandertal

    Morte, eternidade, longevidade, doença, envelhecimento e muitos outros temas são abordados e discutidos com humor e sabedoria, numa conversa onde a vida pulsa e o retrato da nossa evolução como espécie e indivíduos é feito como não tinha sido até… este sapiens e este neandertal se reunirem para um grande festim de inteligência.

    #Lendo #Leituras #ler #livros #leitura #prosa #literatura #JuanJoséMillás #JuanLuisArsuaga
    #trombalazana #β

  24. Unprecedented Times: Book One (Alternative History Trilogy 1) Kindle Edition
    by Lisa Thomas

    Ebook FREE today!

    An alternate history where a fragile balance holds tragedy at bay. In a world far darker than it once was, will we risk losing our humanity, for the sake of humanity? Either way, millions will die in these unprecedented times…

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