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  1. Essa eleição coloca o eleitor diante da opção difícil de: entregar, explicitamente, o país pro laranjão ou entregar suavemente pra todos os dispostos (e capazes) a comprar os recursos do país via exportação de commodities (pra enriquecer ricos).
    Não que a primeira opção não tenha chance de ocorrer mesmo com a vitória do Lula: o laranjão pode perfeitamente entrar e roubar tudo mesmo assim, e ainda receber a bênção do vice do Lula (quiçá até do próprio).
    Mas, um império nos invadindo, convidado ou não, não é realmente um cenário que eu deseje pra mim e nem pro meu povo.
    Há também o fato de grande parte dos países ao redor do Brasil estarem sob poder de governos que convergem com o laranjão (logo, ele teria apoio bélico adicional, de graça).
    Por isso: estou declarando meu voto no Lula. É uma situação excepcional que me obriga a isso.
    Lula e Dilma, mais do que não auxiliar no aumento da consciência dos trabalhadores brasileiros, atuaram, através de suas políticas econômicas, pra rebaixar em níveis inéditos a consciência da classe. Ajudaram a construir alguns dos maiores monstros empresariais privados do MUNDO no setor da educação (Kroton) e da carne (JBS), apassivaram as lutas dos maiores sindicatos do país etc. São, consequentemente, inimigos da classe trabalhadora, merecem pá e cova. Mas são inimigos menos mortais do que o império americano diretamente, embora (como eu já disse) esse próximo governo Lula, sob a quantidade adequada de pressão militar, pode vir a não ser impedimento nenhum contra os EUA.
    E fica como tarefa fazer a exposição contínua da qualidade do governo Lula como inimigo da nossa classe assim que ele receber a faixa presidencial novamente. Antes, durante e depois. Mas agora, há o sério risco trump nas portas, e perto das mortes que o bolso pai fez por incompetência, o trump pode fazer muito mais, por acesso a maior máquina bélica que a humanidade já conseguiu produzir.

    #Brasil #eleições #eleição #trump #EUA #USA #imperialismo #lula

  2. Essa eleição coloca o eleitor diante da opção difícil de: entregar, explicitamente, o país pro laranjão ou entregar suavemente pra todos os dispostos (e capazes) a comprar os recursos do país via exportação de commodities (pra enriquecer ricos).
    Não que a primeira opção não tenha chance de ocorrer mesmo com a vitória do Lula: o laranjão pode perfeitamente entrar e roubar tudo mesmo assim, e ainda receber a bênção do vice do Lula (quiçá até do próprio).
    Mas, um império nos invadindo, convidado ou não, não é realmente um cenário que eu deseje pra mim e nem pro meu povo.
    Há também o fato de grande parte dos países ao redor do Brasil estarem sob poder de governos que convergem com o laranjão (logo, ele teria apoio bélico adicional, de graça).
    Por isso: estou declarando meu voto no Lula. É uma situação excepcional que me obriga a isso.
    Lula e Dilma, mais do que não auxiliar no aumento da consciência dos trabalhadores brasileiros, atuaram, através de suas políticas econômicas, pra rebaixar em níveis inéditos a consciência da classe. Ajudaram a construir alguns dos maiores monstros empresariais privados do MUNDO no setor da educação (Kroton) e da carne (JBS), apassivaram as lutas dos maiores sindicatos do país etc. São, consequentemente, inimigos da classe trabalhadora, merecem pá e cova. Mas são inimigos menos mortais do que o império americano diretamente, embora (como eu já disse) esse próximo governo Lula, sob a quantidade adequada de pressão militar, pode vir a não ser impedimento nenhum contra os EUA.
    E fica como tarefa fazer a exposição contínua da qualidade do governo Lula como inimigo da nossa classe assim que ele receber a faixa presidencial novamente. Antes, durante e depois. Mas agora, há o sério risco trump nas portas, e perto das mortes que o bolso pai fez por incompetência, o trump pode fazer muito mais, por acesso a maior máquina bélica que a humanidade já conseguiu produzir.

    #Brasil #eleições #eleição #trump #EUA #USA #imperialismo #lula

  3. Essa eleição coloca o eleitor diante da opção difícil de: entregar, explicitamente, o país pro laranjão ou entregar suavemente pra todos os dispostos (e capazes) a comprar os recursos do país via exportação de commodities (pra enriquecer ricos).
    Não que a primeira opção não tenha chance de ocorrer mesmo com a vitória do Lula: o laranjão pode perfeitamente entrar e roubar tudo mesmo assim, e ainda receber a bênção do vice do Lula (quiçá até do próprio).
    Mas, um império nos invadindo, convidado ou não, não é realmente um cenário que eu deseje pra mim e nem pro meu povo.
    Há também o fato de grande parte dos países ao redor do Brasil estarem sob poder de governos que convergem com o laranjão (logo, ele teria apoio bélico adicional, de graça).
    Por isso: estou declarando meu voto no Lula. É uma situação excepcional que me obriga a isso.
    Lula e Dilma, mais do que não auxiliar no aumento da consciência dos trabalhadores brasileiros, atuaram, através de suas políticas econômicas, pra rebaixar em níveis inéditos a consciência da classe. Ajudaram a construir alguns dos maiores monstros empresariais privados do MUNDO no setor da educação (Kroton) e da carne (JBS), apassivaram as lutas dos maiores sindicatos do país etc. São, consequentemente, inimigos da classe trabalhadora, merecem pá e cova. Mas são inimigos menos mortais do que o império americano diretamente, embora (como eu já disse) esse próximo governo Lula, sob a quantidade adequada de pressão militar, pode vir a não ser impedimento nenhum contra os EUA.
    E fica como tarefa fazer a exposição contínua da qualidade do governo Lula como inimigo da nossa classe assim que ele receber a faixa presidencial novamente. Antes, durante e depois. Mas agora, há o sério risco trump nas portas, e perto das mortes que o bolso pai fez por incompetência, o trump pode fazer muito mais, por acesso a maior máquina bélica que a humanidade já conseguiu produzir.

    #Brasil #eleições #eleição #trump #EUA #USA #imperialismo #lula

  4. Essa eleição coloca o eleitor diante da opção difícil de: entregar, explicitamente, o país pro laranjão ou entregar suavemente pra todos os dispostos (e capazes) a comprar os recursos do país via exportação de commodities (pra enriquecer ricos).
    Não que a primeira opção não tenha chance de ocorrer mesmo com a vitória do Lula: o laranjão pode perfeitamente entrar e roubar tudo mesmo assim, e ainda receber a bênção do vice do Lula (quiçá até do próprio).
    Mas, um império nos invadindo, convidado ou não, não é realmente um cenário que eu deseje pra mim e nem pro meu povo.
    Há também o fato de grande parte dos países ao redor do Brasil estarem sob poder de governos que convergem com o laranjão (logo, ele teria apoio bélico adicional, de graça).
    Por isso: estou declarando meu voto no Lula. É uma situação excepcional que me obriga a isso.
    Lula e Dilma, mais do que não auxiliar no aumento da consciência dos trabalhadores brasileiros, atuaram, através de suas políticas econômicas, pra rebaixar em níveis inéditos a consciência da classe. Ajudaram a construir alguns dos maiores monstros empresariais privados do MUNDO no setor da educação (Kroton) e da carne (JBS), apassivaram as lutas dos maiores sindicatos do país etc. São, consequentemente, inimigos da classe trabalhadora, merecem pá e cova. Mas são inimigos menos mortais do que o império americano diretamente, embora (como eu já disse) esse próximo governo Lula, sob a quantidade adequada de pressão militar, pode vir a não ser impedimento nenhum contra os EUA.
    E fica como tarefa fazer a exposição contínua da qualidade do governo Lula como inimigo da nossa classe assim que ele receber a faixa presidencial novamente. Antes, durante e depois. Mas agora, há o sério risco trump nas portas, e perto das mortes que o bolso pai fez por incompetência, o trump pode fazer muito mais, por acesso a maior máquina bélica que a humanidade já conseguiu produzir.

    #Brasil #eleições #eleição #trump #EUA #USA #imperialismo #lula