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#diainternacionaldasmulheres — Public Fediverse posts

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  1. Ilse Lieblich Losa (1913-2006) (2/2)

    Enquanto tradutora, muito contribuiu para a difusão da literatura portuguesa na Alemanha e da alemã em Portugal. É de sua responsabilidade a tradução portuguesa do célebre Diário de Anne Frank.

    Uma outra componente da sua atividade passou pela colaboração em jornais e revistas.

    Recebeu, entre outros, o Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1981) e o Grande Prémio da Gulbenkian pelo conjunto da sua obra (1984); o Prémio Maçã de Ouro da Bienal Internacional de Bratislava, (1989); o Prémio Seiva de Literatura (1991) e o Grande Prémio da Crónica da Associação Portuguesa de Escritores (1998). Em 1995 foi feita Comendadora da Ordem do Infante Dom Henrique.

    Boa conversadora e com uma capacidade de observação inabitual, as suas tiradas desconcertantes e o seu humor mostravam-se um bom recurso para a sua participação cívica.

    pt.wikipedia.org/wiki/Ilse_Los

    Conheça melhor esta e outras Mulheres pela Igualdade 👉 cig.gov.pt/iniciativas-naciona

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  2. Ilse Lieblich Losa (1913-2006) (1/2)

    Escritora e tradutora portuguesa de origem judaica.

    Nascida na Alemanha, viu-se forçada a abandonar o seu país quando tinha 20 anos e encaminhou-se para um Portugal cinzento.

    Estabeleceu-se no país e nele criou laços, radicando-se no Porto, fazendo amizade com jovens intelectuais da época. Em 1935 casou com o arquiteto Arménio Losa e, no mesmo ano, adere à Associação Feminina Portuguesa para a Paz, uma associação apolítica e não religiosa de mulheres antifascistas e antibélicas. Envolveu-se ativamente na Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos.

    Aprendeu português e foi nessa língua que se tornou escritora. A sua qualidade de estrangeira permitia-lhe notar com acutilância desarmante o modo como a opressão gerava o caricato.

    Insubordinou-se, contra a vida em público fechada à presença das mulheres, a opressão em que estas viviam, os preconceitos, a pobreza, o fosso entre ricos e miseráveis.
    Tornou-se conhecida pela sua inovadora literatura para crianças, numa época em que os livros infantis pouco mais eram do que compêndios de moralidade que adestravam rapazes e raparigas ou reproduções de histórias tradicionais.

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