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#armario — Public Fediverse posts

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  1. Refazendo meu primeiro vestido

    Seis anos depois de o ter costurado, estou substituindo meu primeiro vestido. Foi com certeza a peça mais usada do meu armário durante todo o período de isolamento social e da vida até eu voltar a estudar em 2024, quando passou a ser o preferido dos fins de semana. Fica aqui comprovado que escolher um tecido forte, tomar seu tempo nos acabamentos (fiz costura francesa também no primeiro) e escolher uma modelagem que permita flutuação de medidas torna a roupa bastante duradoura. Eu usei esse vestido quando tinha 100cm de cintura e pude continuar usando quando tinha 78cm e depois com 84cm. Tenha sempre um vestido envelope no seu armário pois vale a pena. Se eu não costurasse tão pouco e ele tivesse irmãos provavelmente teria vivido muito mais.

    Problemas

    O vestido precisava de reparos em vários pontos e o tecido estava amarelado e fino na parte superior. Me decidi por tansformá-lo em uma saia e costurar um novo vestido, dessa vez um pouco mais curto e adaptado ao calor. Eu não vivo mais em uma casa com grande quintal, então as roupas amplas e mais cobertas não são tão necessárias no meu cotidiano.

    Comprei um outro algodão estampado, dessa vez com raminhos, mas de longe a estampa é muito próxima à antiga. Fiz algumas alterações ao molde, a saia mais curta, acima dos joelhos, e um decote quadrado, mais aberto, e também mostrando mais as costas. Também descobri que tinha feito a faixa na espessura errada da primeira vez e corrigi esse problema. Minha única questão dessa vez foi que a cava ficou espaçosa então as alças caem um pouco dos ombros. Se eu tirar um centímetro de cada ombro tudo ficará mais no lugar, pelos meus testes, mas em uma próxima vez eu farei a frente do vestido com 2cm a menos no centro, redesenhando o decote, e fazendo essa parte dos ombros mais ajustada, deixando ele mais espaçoso somente do busto para baixo. Dessa vez deixei sem os bolsos, mas talvez eu acrescente depois, não tenho certeza.

    Como um problema que tive na primeira versão foi as casas de botão rasgarem com o atrito das faixas ao longo do tempo, me propus a fazer uma casa de botão forrada pela primeira vez. Amei o resultado. Ficou muito limpo e bonito, com um aspecto mais duradouro.

    Na primeira versão também fiz três escolhas preguiçosas: não entretelar as faixas da cintura, não colocar viés à toda volta e não fazer os passadores de cinto. Dessa vez tomei meu tempo para cuidar desses detalhes. A entretela que eu tinha era bem firme e as faixas ficaram com espessura de cinto, mas nas lavagens devem amaciar. Já para o viés eu fiz pela primeira vez a técnica de criar um tubo de tecido para cortar e foi algo que gostei de fazer. Fiquei com bastante viés para usar em outros projetos.

    Eu tinha comprado três metros de tecido, o que era demais, mas ainda não aprendi a calcular quantidades muito bem e no fim tudo será usado. Na verdade, já utilizei uma parte para refazer também a blusinha de decote quadrado. O importante é gostar do tecido, da cor e da estampa, assim não tem arrependimento.

    Recomendações

    Eu tenho amado assistir o canal da Estel Sogo e foi nesse vídeo dela, na parte sobre a capa de cobrir máquina de costura, que aprendi a técnica de fazer viés em espiral contínua. Tem vídeos sobre essa técnica por aí em todas as mídias sociais, mas foi este que usei.

    #Armário #costura #roupaDeCasa #Vestido
  2. Refazendo meu primeiro vestido

    Seis anos depois de o ter costurado, estou substituindo meu primeiro vestido. Foi com certeza a peça mais usada do meu armário durante todo o período de isolamento social e da vida até eu voltar a estudar em 2024, quando passou a ser o preferido dos fins de semana. Fica aqui comprovado que escolher um tecido forte, tomar seu tempo nos acabamentos (fiz costura francesa também no primeiro) e escolher uma modelagem que permita flutuação de medidas torna a roupa bastante duradoura. Eu usei esse vestido quando tinha 100cm de cintura e pude continuar usando quando tinha 78cm e depois com 84cm. Tenha sempre um vestido envelope no seu armário pois vale a pena. Se eu não costurasse tão pouco e ele tivesse irmãos provavelmente teria vivido muito mais.

    Problemas

    O vestido precisava de reparos em vários pontos e o tecido estava amarelado e fino na parte superior. Me decidi por tansformá-lo em uma saia e costurar um novo vestido, dessa vez um pouco mais curto e adaptado ao calor. Eu não vivo mais em uma casa com grande quintal, então as roupas amplas e mais cobertas não são tão necessárias no meu cotidiano.

    Comprei um outro algodão estampado, dessa vez com raminhos, mas de longe a estampa é muito próxima à antiga. Fiz algumas alterações ao molde, a saia mais curta, acima dos joelhos, e um decote quadrado, mais aberto, e também mostrando mais as costas. Também descobri que tinha feito a faixa na espessura errada da primeira vez e corrigi esse problema. Minha única questão dessa vez foi que a cava ficou espaçosa então as alças caem um pouco dos ombros. Se eu tirar um centímetro de cada ombro tudo ficará mais no lugar, pelos meus testes, mas em uma próxima vez eu farei a frente do vestido com 2cm a menos no centro, redesenhando o decote, e fazendo essa parte dos ombros mais ajustada, deixando ele mais espaçoso somente do busto para baixo. Dessa vez deixei sem os bolsos, mas talvez eu acrescente depois, não tenho certeza.

    Como um problema que tive na primeira versão foi as casas de botão rasgarem com o atrito das faixas ao longo do tempo, me propus a fazer uma casa de botão forrada pela primeira vez. Amei o resultado. Ficou muito limpo e bonito, com um aspecto mais duradouro.

    Na primeira versão também fiz três escolhas preguiçosas: não entretelar as faixas da cintura, não colocar viés à toda volta e não fazer os passadores de cinto. Dessa vez tomei meu tempo para cuidar desses detalhes. A entretela que eu tinha era bem firme e as faixas ficaram com espessura de cinto, mas nas lavagens devem amaciar. Já para o viés eu fiz pela primeira vez a técnica de criar um tubo de tecido para cortar e foi algo que gostei de fazer. Fiquei com bastante viés para usar em outros projetos.

    Eu tinha comprado três metros de tecido, o que era demais, mas ainda não aprendi a calcular quantidades muito bem e no fim tudo será usado. Na verdade, já utilizei uma parte para refazer também a blusinha de decote quadrado. O importante é gostar do tecido, da cor e da estampa, assim não tem arrependimento.

    Recomendações

    Eu tenho amado assistir o canal da Estel Sogo e foi nesse vídeo dela, na parte sobre a capa de cobrir máquina de costura, que aprendi a técnica de fazer viés em espiral contínua. Tem vídeos sobre essa técnica por aí em todas as mídias sociais, mas foi este que usei.

    #Armário #costura #roupaDeCasa #Vestido
  3. Refazendo meu primeiro vestido

    Seis anos depois de o ter costurado, estou substituindo meu primeiro vestido. Foi com certeza a peça mais usada do meu armário durante todo o período de isolamento social e da vida até eu voltar a estudar em 2024, quando passou a ser o preferido dos fins de semana. Fica aqui comprovado que escolher um tecido forte, tomar seu tempo nos acabamentos (fiz costura francesa também no primeiro) e escolher uma modelagem que permita flutuação de medidas torna a roupa bastante duradoura. Eu usei esse vestido quando tinha 100cm de cintura e pude continuar usando quando tinha 78cm e depois com 84cm. Tenha sempre um vestido envelope no seu armário pois vale a pena. Se eu não costurasse tão pouco e ele tivesse irmãos provavelmente teria vivido muito mais.

    Problemas

    O vestido precisava de reparos em vários pontos e o tecido estava amarelado e fino na parte superior. Me decidi por tansformá-lo em uma saia e costurar um novo vestido, dessa vez um pouco mais curto e adaptado ao calor. Eu não vivo mais em uma casa com grande quintal, então as roupas amplas e mais cobertas não são tão necessárias no meu cotidiano.

    Comprei um outro algodão estampado, dessa vez com raminhos, mas de longe a estampa é muito próxima à antiga. Fiz algumas alterações ao molde, a saia mais curta, acima dos joelhos, e um decote quadrado, mais aberto, e também mostrando mais as costas. Também descobri que tinha feito a faixa na espessura errada da primeira vez e corrigi esse problema. Minha única questão dessa vez foi que a cava ficou espaçosa então as alças caem um pouco dos ombros. Se eu tirar um centímetro de cada ombro tudo ficará mais no lugar, pelos meus testes, mas em uma próxima vez eu farei a frente do vestido com 2cm a menos no centro, redesenhando o decote, e fazendo essa parte dos ombros mais ajustada, deixando ele mais espaçoso somente do busto para baixo. Dessa vez deixei sem os bolsos, mas talvez eu acrescente depois, não tenho certeza.

    Como um problema que tive na primeira versão foi as casas de botão rasgarem com o atrito das faixas ao longo do tempo, me propus a fazer uma casa de botão forrada pela primeira vez. Amei o resultado. Ficou muito limpo e bonito, com um aspecto mais duradouro.

    Na primeira versão também fiz três escolhas preguiçosas: não entretelar as faixas da cintura, não colocar viés à toda volta e não fazer os passadores de cinto. Dessa vez tomei meu tempo para cuidar desses detalhes. A entretela que eu tinha era bem firme e as faixas ficaram com espessura de cinto, mas nas lavagens devem amaciar. Já para o viés eu fiz pela primeira vez a técnica de criar um tubo de tecido para cortar e foi algo que gostei de fazer. Fiquei com bastante viés para usar em outros projetos.

    Eu tinha comprado três metros de tecido, o que era demais, mas ainda não aprendi a calcular quantidades muito bem e no fim tudo será usado. Na verdade, já utilizei uma parte para refazer também a blusinha de decote quadrado. O importante é gostar do tecido, da cor e da estampa, assim não tem arrependimento.

    Recomendações

    Eu tenho amado assistir o canal da Estel Sogo e foi nesse vídeo dela, na parte sobre a capa de cobrir máquina de costura, que aprendi a técnica de fazer viés em espiral contínua. Tem vídeos sobre essa técnica por aí em todas as mídias sociais, mas foi este que usei.

    #Armário #costura #roupaDeCasa #Vestido
  4. Refazendo meu primeiro vestido

    Seis anos depois de o ter costurado, estou substituindo meu primeiro vestido. Foi com certeza a peça mais usada do meu armário durante todo o período de isolamento social e da vida até eu voltar a estudar em 2024, quando passou a ser o preferido dos fins de semana. Fica aqui comprovado que escolher um tecido forte, tomar seu tempo nos acabamentos (fiz costura francesa também no primeiro) e escolher uma modelagem que permita flutuação de medidas torna a roupa bastante duradoura. Eu usei esse vestido quando tinha 100cm de cintura e pude continuar usando quando tinha 78cm e depois com 84cm. Tenha sempre um vestido envelope no seu armário pois vale a pena. Se eu não costurasse tão pouco e ele tivesse irmãos provavelmente teria vivido muito mais.

    Problemas

    O vestido precisava de reparos em vários pontos e o tecido estava amarelado e fino na parte superior. Me decidi por tansformá-lo em uma saia e costurar um novo vestido, dessa vez um pouco mais curto e adaptado ao calor. Eu não vivo mais em uma casa com grande quintal, então as roupas amplas e mais cobertas não são tão necessárias no meu cotidiano.

    Comprei um outro algodão estampado, dessa vez com raminhos, mas de longe a estampa é muito próxima à antiga. Fiz algumas alterações ao molde, a saia mais curta, acima dos joelhos, e um decote quadrado, mais aberto, e também mostrando mais as costas. Também descobri que tinha feito a faixa na espessura errada da primeira vez e corrigi esse problema. Minha única questão dessa vez foi que a cava ficou espaçosa então as alças caem um pouco dos ombros. Se eu tirar um centímetro de cada ombro tudo ficará mais no lugar, pelos meus testes, mas em uma próxima vez eu farei a frente do vestido com 2cm a menos no centro, redesenhando o decote, e fazendo essa parte dos ombros mais ajustada, deixando ele mais espaçoso somente do busto para baixo. Dessa vez deixei sem os bolsos, mas talvez eu acrescente depois, não tenho certeza.

    Como um problema que tive na primeira versão foi as casas de botão rasgarem com o atrito das faixas ao longo do tempo, me propus a fazer uma casa de botão forrada pela primeira vez. Amei o resultado. Ficou muito limpo e bonito, com um aspecto mais duradouro.

    Na primeira versão também fiz três escolhas preguiçosas: não entretelar as faixas da cintura, não colocar viés à toda volta e não fazer os passadores de cinto. Dessa vez tomei meu tempo para cuidar desses detalhes. A entretela que eu tinha era bem firme e as faixas ficaram com espessura de cinto, mas nas lavagens devem amaciar. Já para o viés eu fiz pela primeira vez a técnica de criar um tubo de tecido para cortar e foi algo que gostei de fazer. Fiquei com bastante viés para usar em outros projetos.

    Eu tinha comprado três metros de tecido, o que era demais, mas ainda não aprendi a calcular quantidades muito bem e no fim tudo será usado. Na verdade, já utilizei uma parte para refazer também a blusinha de decote quadrado. O importante é gostar do tecido, da cor e da estampa, assim não tem arrependimento.

    Recomendações

    Eu tenho amado assistir o canal da Estel Sogo e foi nesse vídeo dela, na parte sobre a capa de cobrir máquina de costura, que aprendi a técnica de fazer viés em espiral contínua. Tem vídeos sobre essa técnica por aí em todas as mídias sociais, mas foi este que usei.

    #Armário #costura #roupaDeCasa #Vestido
  5. El último armario: el de los futbolistas homosexuales - Shangay

    El último armario: el de los futbolistas homosexuales -... #futbol #lgtbiq+ #armario #presión #homofobia #LGTBIQ

    tardigram.com/m/LGTBIQ/t/35209