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#reformapsiquiatrica — Public Fediverse posts

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  1. A Reforma Psiquiátrica precisa se olhar no espelho

    Processo que combateu manicômios foi radical e transformador. Mas é hora de questionar: a institucionalização está ocupando o espaço do cuidado e esvaziando suas propostas? Não estamos esquecendo de lutar por mais financiamento e trabalhadores qualificados?

    outraspalavras.net/outrasaude/

  2. Deveriam os cuidados de saúde mental ser restritos a médicos?

    PL propõe regulamentação da psicoterapia, restringindo o cuidado em saúde mental a psicólogos e psiquiatras. Renila responde com defesa do cuidado multiprofissional estabelecido pela Reforma Psiquiátrica

    outraspalavras.net/outrasaude/

  3. Como estão sendo pautadas as comunidades terapêuticas nas eleições?

    Movimento lança carta de compromisso com proposta de Plano Nacional de Superação das Comunidades Terapêuticas e Toda Forma de Manicômio. Candidaturas podem já podem assinar.

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  4. Franco Basaglia: patrimônio da humanidade?

    Cidade onde se iniciou uma revolução na saúde mental quer tombar o fundador da Psiquiatra Democrática na Unesco. Sua filha lança abaixo-assinado contrário e aponta: lutar contra o desmonte de sua obra prática é mais importante que “monumentalizá-lo”

    outraspalavras.net/outrasaude/

  5. Poderá a saúde mental ser digitalizada?

    Tecnologias e protocolos não podem, sozinhos, substituir o cuidado – especialmente se seguirem modelos hegemônicos da psiquiatria ou do produtivismo. Mas podem ser úteis para fortalecê-lo, desde que não substituam a presença, a escuta e o vínculo territorial

    outraspalavras.net/outrasaude/

  6. Como costurar os fios da reforma psiquiátrica?

    Há mesmo um “furo” no processo que transformou políticas de saúde mental no Brasil? Sem dúvida, é preciso reforçar a escuta às novas demandas da cidadania. Mas a aposta em reimaginar permanentemente o cuidado está no coração da luta antimanicomial

    outraspalavras.net/outrasaude/

  7. Paulo Amarante: “A Reforma Psiquiátrica está viva”

    O mentaleiro vê o movimento antimanicomial ativo e capaz de encarar os novos desafios. No 10º Congresso da Abrasme, Paulo reflete sobre a atualidade da luta pelo cuidado em liberdade e afirma: comunidades terapêuticas são incubadoras de pensamento reacionário

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  8. O fim dos manicômios e os direitos dos pacientes

    Aos 25 anos da Lei da Reforma Psiquiátrica, Brasil deve celebrar suas grandes vitórias. Mas não sem olhar, com consternação, às contradições que ainda persistem. Nesse aspecto, é preciso defender novo estatuto que defende usuários de abusos – e lutar para que vigore

    outraspalavras.net/outrasaude/

  9. Paulo Amarante vê os 25 anos da Lei da Reforma Psiquiátrica Brasileira

    • Os novos desafios da Reforma Psiquiátrica • Maternidade na adolescência e seus problemas • Obesidade ultrapassa hipertensão em risco à saúde • E MAIS: CNS na assembleia da OMS; cocaína e cogumelos; recall de remédios; saúde em Gaza •

    outraspalavras.net/outrasaude/

  10. Lei da Reforma Psiquiátrica, 25 anos: que comunidade resta?

    Em evento sobre lições de Franco Rotelli, as perguntas que ficaram para o aniversário da lei brasileira. O mundo mudou, a saúde mental se fragmentou, se burocratizou e viu a lógica manicomial resistir sob novas roupagens. Ainda há espaço para o cuidado comunitário?

    outraspalavras.net/outrasaude/

  11. Internação compulsória: retorno ao cemitério de vivos

    Pessoas muitas vezes estão em situação de rua pela perda de relação social, de desorientação. Intensificar políticas de higienismo, como em Santa Catarina, é solução autoritária e enorme retrocesso. Saída está em políticas de moradia, educação e trabalho

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  12. O que ler nos novos dados da saúde mental?

    Interrompido há uma década, boletim com informações da Rede de Atenção Psicossocial volta em boa hora. Mas é preciso ir além dos números: sua análise deve incentivar ações que respondam às necessidades reais nos territórios

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