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  1. Nihil Admiral – The Axes, the Flesh Hooks and the Spits Review By Grin Reaper

    Veiled in mystique, Nihil Admiral proves elusive as details about them dance outside my reach. Lacking a traditional landing page on socials or the Archives,1 I’m forced to draw conclusions and inferences without the comfort of cross-reference materials I usually take for granted. I’m not flying completely blind, though, as Nihil Admiral’s promo materials mention that this Trondheim, Norway troupe features members from Misotheist, Corroder, Goat the Head, and others. While no specific band members are mentioned in the press kit, the Bandcamp page for single “Life’s Lower Phase” offers a few names, though it’s unclear whether they’re all full-time members of Nihil Admiral’s debut. Regardless, involvement doesn’t necessarily beget quality, so let’s dive in and test how sharp The Axes, the Flesh Hooks and the Spits really are.

    From the gritty production to the grainy, snowbound album art, The Axes could only be raw black metal. And as you might expect from a name like Nihil Admiral, the atmosphere is rife with lawlessness and wiolence. Given the raw aesthetic the band perpetuates, Nihil Admiral recalls early Darkthrone and Satyricon seen through the lens of Paysage d’Hiver. Misotheist supplies another suitable reference point, as The Axes’ furiously driving compositions remind me of the most aggressive moments in Misotheist’s discography, even if Nihil Admiral’s song lengths better map to crossover thrash. Given the high regard these inspirations engender, it should be no surprise that from moment to moment Nihil Admiral delivers wonderfully wicked black metal.

    Rime-ridden, icy fury whips at each track on The Axes, defining the black metal onslaught permeating Nihil Admiral’s debut. Rabid tremolos fill scant runtimes along with manic blast beats and coarse, deathly roars (“The Axes, the Flesh Hooks, and the Spits”), which submit a welcome contrast against the requisite blackened rasps.2 Nearly every track launches its assault with frenzied riffs and an ugly barrage of snare ‘n’ kick abuse, and Nihil Admiral does it convincingly. “Stare” begins with a thrashy lick guaranteed to get heads banging while a scorching guitar gallops past with Hellrippering speed and riffcraft. Conversely, penultimate track “Southern Cross” enters with a slower, synth-forward build before loosing the tempestuous fury Nihil Admiral commands so well. Over eight lean tracks, The Axes, the Flesh Hooks and the Spits slash and skewer with keen edges.

    However, despite the murderous precision of Nihil Admiral’s instruments, The Axes leaves more impression than impact. The band sounds properly pissed off, but I struggle to remember any of The Axes’ songs besides the back half of “The Eye of Logic,” and that’s only because of its similarity to Ramin Djawadi’s Game of Thrones title sequence. Otherwise, The Axes, the Flesh Hooks and the Spits’ meager runtime passes by in a scathing yet fleeting flurry. And speaking of the runtime, Nihil Admiral’s twenty-five minutes aren’t enough to satisfy. I usually applaud a less-is-moar approach, but given that The Axes doesn’t do enough to develop their arrangements, such a concise runtime suggests a lack of ideas that would have been better off marinating rather than serving half-baked. Closing track “Its Own Beyond” provides an apt example, where horns subtlety support guitar trems as they blur into an exciting mixture before the song just… ends. Potential abounds, and refining the songwriting to intentionally mold tension would have gone a long way towards delivering a more effective conclusion to The Axes, and applied across the album would have manifested a better experience altogether.

    Though I’m left disappointed by Nihil Admiral’s debut, I’m excited by their potential. Captivating second-wave worship lives here, with glimmers of originality shimmering through the cracks. Unfortunately, the album is held back by an abrupt duration that doesn’t allow tracks to mature into their best possible forms. The Axes, the Flesh Hooks and the Spits doesn’t shy away from remorseless music subscribed to nihilism, but neither do these deadly implements hook me with their blackened burs. Even though The Axes miss their mark, with more deliberate songwriting I’m confident that next time Nihil Admiral wrests the reins of chaos, they can seize listeners with an experience worthy of their rank.

    Rating: Disappointing
    DR: 10 | Format Reviewed: 320 kbps mp3
    Label: Rekviem
    Websites: Bandcamp3
    Releases Worldwide: August 14th, 2026

    #20 #2026 #Aug26 #BlackMetal #Corroder #Darkthrone #GameOfThrones #GoatTheHead #Hellripper #Misotheist #NihilAdmiral #NorwegianMetal #PaysageDHiver #RaminDjawadi #RawBlackMetal #Rekviem #Review #Reviews #Satyricon #TheAxesTheFleshHooksAndTheSpits
  2. Review de Série: A CASA DO DRAGÃO – 3ª Temporada


    House of The Dragon – Season 3 (2026)
    Elenco: Emma D’Arcy, Matt Smith, Olivia Cooke, Steve Toussaint, Fabien Frankel, Ewan Mitchell, Sonoya Mizuno, Rhys Ifans, Harry Collett, Tom Glynn-Carney, Phoebe Campbell, Bethany Antonia, Phia Saban, Matthew Needham, Kieran Bew, Gayle Rankin, Abubakar Salim, Tommy Flanagan, James Norton, Dan Fogler, Jefferson Hall, Freddie Fox, Clinton Liberty, Tom Bennett, Benjamin Evan Ainsworth, Amanda Collin, Rhys Ifans
    Criação: George R. R. Martin, Ryan Condal
    Direção: Vários
    Cotação: 4,0/5,0

    ATENÇÃO: caso você ainda não tenha assistido à 3ª temporada de A Casa do Dragão, o texto a seguir contém SPOILERS. 

    SINOPSE
    Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) alcança o objetivo pelo qual tanto lutou: o Trono de Ferro. No entanto, a vitória revela-se muito mais amarga do que esperava – Porto Real está devastada, o apoio popular é instável e Aegon II Targaryen (Tom Glynn-Carney) continua vivo, representando uma ameaça à sua reivindicação. Ainda enfrentando oposições à sua legitimidade, Rhaenyra adota medidas cada vez mais despóticas para preservar seu poder.

    COMENTÁRIOS
    É consenso que a 2ª temporada de A Casa do Dragão foi inferior à de estreia, e aqui vai a boa notícia: esta 3ª temporada, que já começa com uma versão mais percussiva do tema de abertura de Game of Thrones, traz avanços significativos à trama da série, introduzindo novos personagens memoráveis e recolocando a guerra civil Targaryen no centro das atenções com cenas brutais e devastadoras envolvendo humanos e, obviamente, dragões. Tendo a 2ª temporada se encerrado com um episódio anticlimático que apenas preparou o cenário para a memorável Batalha da Goela, aqui já começamos com este importante e sangrento evento de Fogo e Sangue, colocado na tela com requintes cinematográficos.

    Se as temporadas anteriores foram mais sobre a construção da tensão e o acender do pavio do grande conflito, esta foi sua explosão. O showrunner Ryan Condal conseguiu (na maior parte do tempo) equilibrar o espetáculo épico das batalhas de dragões com o peso dramático das falhas de seus protagonistas. A devastadora Batalha da Goela era um dos momentos mais aguardados pelos leitores, que ficaram extremamente decepcionados por terem de esperar mais dois anos para vê-la finalmente ganhar vida. Mas a espera valeu a pena: a escala da batalha, combinada com a fúria dos dragões vindos dos céus, o drama de Rhaena (Phoebe Campbell) e seu dragão Roubovelhas, que resultou nas mortes de Jace (Harry Collett) e Vermax, e por fim o confronto naval entre Corlys Velarion (Steve Toussaint) e a almirante Shrarako Lohar (Abigail Thorn), resultou em uma das sequências de ação mais impressionantes da televisão. Adicionalmente, o peso emocional das perdas sofridas pelo lado Preto ditou o tom sombrio para o resto da temporada.

    Com  pouco tempo para recuperar o fôlego, no episódio seguinte vemos a tomada de Porto Real, quando Rhaenyra e Daemon (Matt Smith) finalmente chegam com seus dragões na Fortaleza Vermelha e reivindicam o Trono de Ferro. Foi um momento de catarse que rapidamente se transformou em apreensão, que capturou perfeitamente o vazio e a paranoia dessa vitória, mostrando que sentar no trono e mantê-lo são desafios completamente diferentes. Colocando novas peças no tabuleiro deste jogo de Cyvasse (o equivalente ao xadrez em Westeros) chega Ormund Hightower (o excelente James Norton), primo de Alicent (Olivia Cooke) – um sujeito afeminado que não suporta cheiros fortes. Aquartelado com suas tropas em Tumbleton, ele conspira à distância contra Rhaenyra com o objetivo de colocar o sobrinho Daeron Targaryen (Benjamin Evan Ainsworth) no trono, como forma de ele próprio assumir, dos bastidores, o domínio dos Sete Reinos.

    Em paralelo acompanhamos a sofrida trajetória do deformado e deposto Aegon II Targaryen (Tom Glynn-Carney), que acompanhado pelo insidioso Larys Strong (Matthew Needham), sofre todo o tipo de humilhações até reencontrar seu dragão Sunfyre. O momento em que ele e o dragão dourado (que, assim como ele, também ficou desfigurado após a Batalha do Ninho das Gralhas) confrontam um destacamento da Casa Mooton, é um dos pontos altos da temporada. É difícil, ali, deixar de torcer por um personagem que, até então, era retratado como um dos vilões da série.

    A temporada culmina no caos da Batalha de Tumbleton, um espetáculo de carnificina que novamente ilustrou o quão incontroláveis os dragões (e seus montadores) podem ser, onde o humilhado Ulf (Tom Bennett) lança Asa Prata tanto contra as tropas de Daemon como as de Ormund. Mas o momento que mais permanecerá na memória dos espectadores é o combate entre Ormund e Sor Roderick Dustin, personagem secundário que ganhou maior proeminência graças à interpretação carismática de Tommy Flanagan. O duelo combina horror, violência e humor, culminando na já célebre “Enrabada Nortista” desferida por Roderick em Ormund, um pouco antes de os dois serem assados pelas chamas de Asa Prata.

    Mas esta 3ª temporada não está isenta de problemas, decorrentes principalmente do grande número de personagens e a impossibilidade de desenvolver muitos arcos a contento. O fim da trajetória de Sor Criston Cole (Fabien Frankel) é decepcionante, com ele morrendo rapidamente após ficar interminavelmente perambular com seus homens em um pântano. Alicent também não tem muito o que fazer além de basicamente servir como escada para a trajetória de Haelena (Phia Saban), que por não resistir ao cativeiro imposto por Rhaenyra, ao final se joga da janela de seu quarto. E o que dizer do arco de Aemond (Ewan Mitchell) em Harrenhal com Alys (Gayle Rankin), que na essência é o mesmo de Daemon e que foi o ponto baixo da 2ª temporada? Pelo menos ele se encerra de forma satisfatória com o reencontro e reconciliação dele com Aegon II, que irão unir suas forças (e dragões) contra Rhaenyra.

    E temos, claro, todo o “mimimi” sobre as diferenças da série em relação ao livro Fogo e Sangue, que inclusive levaram o autor George R.R. Martin a romper com Ryan Condal, mas sobre isso tenho opinião similar à de Game of Thrones. Sim, a adaptação continua a tomar simplificações e liberdades criativas, mas em sua maioria elas enriquecem a experiência televisiva e preenchem as lacunas deixadas pelo estilo histórico do livro. Fogo e Sangue é escrito a partir da perspectiva do Arquimeistre Gyldayn, que se baseia em fontes altamente não confiáveis (como o bobo Cogumelo e o Septão Eustace). O livro frequentemente apresenta três versões diferentes para o mesmo evento, enquanto a série opta por dramatizar e contar a “verdade objetiva”. Se isso, por um lado, elimina a ambiguidade do livro, por outro cria uma narrativa muito mais focada e trágica.

    No livro, tanto Rhaenyra quanto Alicent rapidamente se tornam figuras amargas, cruéis e quase caricaturais em sua sede de sangue à medida que a guerra avança, enquanto a série se esforça para mostrar as nuances de suas decisões, focando em como elas são, em muitos aspectos, vítimas das maquinações dos homens ao seu redor e do peso esmagador de suas posições, hesitando muito mais antes de cometer atrocidades. Talvez a série peque em, pelo menos até o segmento final desta temporada, colocar Rhaenyra no papel de heroína, relegando Alicent automaticamente ao de vilã – algo que, até pelo que o programa busca mostrar -, não é o mais correto.

    Já quanto ao desenvolvimento dos “Sementes de Dragão”, personagens como Hugh Martelo (Kieran Bew) e Ulf, o Branco, são retratados no livro de forma bastante unidimensional como brutamontes gananciosos e traiçoeiros. Já a 3ª temporada da série dedicou muito mais tempo de tela a eles antes de Tumbleton. Ao explorar suas origens humildes, suas motivações e o efeito inebriante de receberam o poder de deuses, a traição final deles (ou pelo menos a de Ulf, mostrada até agora) se tornou muito mais complexa e dolorosa. Resta torcer para que Ryan Condal não se deixe envolver pelo excesso de espetáculo e simplificação das temporadas finais de Game of Thrones e conclua a série de forma satisfatória, mostrando a “Dança dos Dragões” como ela realmente é – não apenas uma guerra por poder, mas sim uma tragédia grega sobre o fim de uma dinastia e o crepúsculo da era dos dragões.

    As três temporadas de A Casa do Dragão estão disponíveis no streaming HBO Max com vídeo 4K/HDR/Dolby Vision e áudio original Dolby Atmos para os assinantes do plano Platinum.

    Jorge Saldanha

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  3. On July 19, 1974: #RaminDjawadi, Iranian-German Emmy Award-winning film and television #composer (Iron Man; Game of Thrones; A Wrinkle in Time), born in Duisburg, West Germany.
    #HappyBirthday #52 ⊹₊ ⋆🎂💐🎉 ₊˚⊹

  4. Fun series.

    The Ghoul = the Man in Black from “#Westworld.” The Brotherhood of Steel = the Mandalorians.

    Series involves “#Westworld” alums Lisa Joy, composer #RaminDjawadi.

  5. Yes, I am a #FilmScore geek: I went to see a concert conducted by #RaminDjawadi of his GoT music 👍🏼😁

  6. #SymSat It is ansolutely fascinating hearing a creative artist explaining how they came to create something you've grown to love #RaminDjawadi 🐲 #GameOfThrones

  7. The BLASTS of the tubas MAKE ME SO HAPPY 🤣 (yeah, I'm a weirdo, I know) #PacificRim #SymSat #RaminDjawadi #GuillermoDelToro

  8. #SymSat Next we have a segment with our featured composer #RaminDjawadi discussing the process of composing for #GuillermoDelToro's PACIFIC RIM (a movie I adore!)

  9. 49 years ago today, Ramin Djawadi, Iranian-German Emmy Award-winning film and television composer (Iron Man; GAme of Thrones; A Wrinkle in Time), born in Duisburg, West Germany
    #RaminDjawadi

  10. Conductor/composer #RaminDjawadi just came out chunking some power chords.

    Respect.

    #gameofthrones #live

  11. Ihr könnt ja motzen über Staffel 8 von #GOT und ja, die Plot Holes sind groß wie Wurmlöcher und nein, Arya ist nicht the Prince that was promised und die Lange Nacht ging halt irgendwie bloß nen verlängerten Nachmittag, aber eines ist halt auch klar: die Cinematographie ist gigantisch, die Bilder sind atemberaubend und die Musik ist vielleicht das beste, was je für eine TV-Serie geschrieben wurde. Nur ein Genie wie #RaminDjawadi kann mich dazu bringen, um Theon Greyjoy zu weinen. 😭

  12. If you like the music from #GameofThrones or #WestWorld, you'll probably enjoy the #Eternals soundtrack, also by #RaminDjawadi. It played a big part in my enjoyment of the movie! open.spotify.com/album/3qBn8Lw

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