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#mastobooks — Public Fediverse posts

Live and recent posts from across the Fediverse tagged #mastobooks, aggregated by home.social.

  1. 📕 Lembramos que esta tarde, na livraria Tigre de Papel, vai ser lançado o novo livro de Ricardo Noronha, "A Ordem Reina Sobre Lisboa", precisamente dedicado ao #25deNovembro de 1975, no seu 50.º aniversário.

    A apresentação estará a cargo de Luís Trindade e António Louçã.

    ℹ️ ihc.fcsh.unl.pt/events/ordem-l

    #SemanaCT #CiênciaViva #50Anos25Abril #Histodons #PoliticalHistory #SocialHistory #PortugueseHistory #HistóriaPolítica #HistóriaSocial #HistóriaDePortugal #25deAbril #PREC #MastoLivros #MastoBooks

  2. Mañana lunes publico un cuento en el blog. #nervios

    No es un cuento exactamente. Es la ficha de un ser diminuto que he descubierto. Tal vez hayáis notado su presencia también a medida que llegan los días de lo que llamamos buen tiempo.
    #DíaDelLibro #LibrosIlustrados #cuentos #EnciclopediaMisteriosaDeLosSeresDiminutos #Mastobooks #LibrosRecomendados
    #blog #mastoblog #mastobloggers #mastobloguer #mastobloguers

  3. #312 Cómo retomar el hábito de leer con #brainfog #DisfuncionCognitiva 🐺 domandoallobo.blogspot.com/202

    Libros de relatos cortos sin conexión entre sí también ayudan.
    "Intimidad Improvisada" (Máximo Huerta), una recopilación de #artículos (2 páginas). Me llevó años por intercalar #libros o temporadas en blanco.
    Ahora tiene una #librería en #Buñol con el nombre de su perrita Doña Leo ❤️ #DiaDeLasLibrerias #librerías #libro #mastobooks #mastolibros #blog #blogs #mastoblogs #mastobloggers #mastobloguers

  4. "O poder pode encarnar a sua própria morte para reencontrar um vislumbre de existência e de legitimidade. Foi o caso dos presidentes americanos: os Kennedy morriam por terem ainda uma dimensão política. Os outros, Johnson, Nixon, Ford, não tiveram direito senão a atentados fantoches, a assassínios simulados. Mas faltava-lhes apesar de tudo essa aura de manequins de poder. O rei tinha de morrer outrora (o deus também), residia aí o seu poder. Hoje esforça-se miseravelmente por fingir morrer, a fim de preservar a graça do poder. Mas esta está perdida."

    — Jean Baudrillard: Simulacros e simulação, p. 29

    Fiz a anotação abaixo em 2022, salvo engano. E com o esquisitíssimo episódio envolvendo Donald Trump, ocorrido em 13 de julho de 2024, não há como não lembrar desta passagem do livro. E não refiro aqui à veracidade ou não do evento, mas sim ao seu valor simbólico.

    Aqui, o autor faz um comparativo entre as mortes (reais) dos Kennedy e os atentados (assassinatos simulados, nas palavras de Baudrillard) de Nixon, por exemplo. Alega que o poder tem de encarnar sua morte para reencontrar sua legitimidade. É necessário fazer maiores pesquisas quanto aos fatos mais antigos e aos mais recentes, mas não há como não lembrar de Tancredo Neves, Marielle Franco e o atual presidente Jair Bolsonaro. Também leva a pensar na narrativa religiosa: o deus-filho que morre e ressuscita.

    Também me fez lembrar do conceito de Hiper-realidade, tratada no livro e também muito abordada por Bruno Torturra, do Estúdio Fluxo, a exemplo do do vídeo Hiper-real - Jair Bolsonaro fala a seus eleitores na Avenida Paulista - YouTube, publicado em 21 de outubro de 2018.

    #Trump #DonaldTrump #UsPolitics #SimulacrosESimulacao #Baudrillard #JeanBaudrillard #livros #mastolivros #books #SimulacraAndSimulation #mastobooks

  5. "O poder pode encarnar a sua própria morte para reencontrar um vislumbre de existência e de legitimidade. Foi o caso dos presidentes americanos: os Kennedy morriam por terem ainda uma dimensão política. Os outros, Johnson, Nixon, Ford, não tiveram direito senão a atentados fantoches, a assassínios simulados. Mas faltava-lhes apesar de tudo essa aura de manequins de poder. O rei tinha de morrer outrora (o deus também), residia aí o seu poder. Hoje esforça-se miseravelmente por fingir morrer, a fim de preservar a graça do poder. Mas esta está perdida."

    — Jean Baudrillard: Simulacros e simulação, p. 29

    Fiz a anotação abaixo em 2022, salvo engano. E com o esquisitíssimo episódio envolvendo Donald Trump, ocorrido em 13 de julho de 2024, não há como não lembrar desta passagem do livro. E não refiro aqui à veracidade ou não do evento, mas sim ao seu valor simbólico.

    Aqui, o autor faz um comparativo entre as mortes (reais) dos Kennedy e os atentados (assassinatos simulados, nas palavras de Baudrillard) de Nixon, por exemplo. Alega que o poder tem de encarnar sua morte para reencontrar sua legitimidade. É necessário fazer maiores pesquisas quanto aos fatos mais antigos e aos mais recentes, mas não há como não lembrar de Tancredo Neves, Marielle Franco e o atual presidente Jair Bolsonaro. Também leva a pensar na narrativa religiosa: o deus-filho que morre e ressuscita.

    Também me fez lembrar do conceito de Hiper-realidade, tratada no livro e também muito abordada por Bruno Torturra, do Estúdio Fluxo, a exemplo do do vídeo Hiper-real - Jair Bolsonaro fala a seus eleitores na Avenida Paulista - YouTube, publicado em 21 de outubro de 2018.

    #Trump #DonaldTrump #UsPolitics #SimulacrosESimulacao #Baudrillard #JeanBaudrillard #livros #mastolivros #books #SimulacraAndSimulation #mastobooks

  6. "O poder pode encarnar a sua própria morte para reencontrar um vislumbre de existência e de legitimidade. Foi o caso dos presidentes americanos: os Kennedy morriam por terem ainda uma dimensão política. Os outros, Johnson, Nixon, Ford, não tiveram direito senão a atentados fantoches, a assassínios simulados. Mas faltava-lhes apesar de tudo essa aura de manequins de poder. O rei tinha de morrer outrora (o deus também), residia aí o seu poder. Hoje esforça-se miseravelmente por fingir morrer, a fim de preservar a graça do poder. Mas esta está perdida."

    — Jean Baudrillard: Simulacros e simulação, p. 29

    Fiz a anotação abaixo em 2022, salvo engano. E com o esquisitíssimo episódio envolvendo Donald Trump, ocorrido em 13 de julho de 2024, não há como não lembrar desta passagem do livro. E não refiro aqui à veracidade ou não do evento, mas sim ao seu valor simbólico.

    Aqui, o autor faz um comparativo entre as mortes (reais) dos Kennedy e os atentados (assassinatos simulados, nas palavras de Baudrillard) de Nixon, por exemplo. Alega que o poder tem de encarnar sua morte para reencontrar sua legitimidade. É necessário fazer maiores pesquisas quanto aos fatos mais antigos e aos mais recentes, mas não há como não lembrar de Tancredo Neves, Marielle Franco e o atual presidente Jair Bolsonaro. Também leva a pensar na narrativa religiosa: o deus-filho que morre e ressuscita.

    Também me fez lembrar do conceito de Hiper-realidade, tratada no livro e também muito abordada por Bruno Torturra, do Estúdio Fluxo, a exemplo do do vídeo Hiper-real - Jair Bolsonaro fala a seus eleitores na Avenida Paulista - YouTube, publicado em 21 de outubro de 2018.

    #Trump #DonaldTrump #UsPolitics #SimulacrosESimulacao #Baudrillard #JeanBaudrillard #livros #mastolivros #books #SimulacraAndSimulation #mastobooks

  7. No olvidemos esa infancia diversa con enfermedades, #discapacidad... que necesita sus propias historias.

    Desde su experiencia vital José Antonio se adentra en los #CuentosInfantiles y donará parte de los beneficios a la Asociación de Enfermedades Neuromusculares de Andalucía (ASENSE-A) para su Servicio de #AtenciónPsicológica para #pacientes y familiares #SaludMental

    🆕 #303 "La Paloma Mara" por José Antonio Arcos Franco domandoallobo.blogspot.com/202 #blog #LibrosInfantiles #mastobooks #mastoblogs